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Vale da Celulose: expansão em MS pode ter mais fábricas e quase 100 mil novos empregos

Já ocupando a primeira colocação nacional no ranking de exportação de celulose, Mato Grosso do Sul – que atualmente responde por 24% da produção brasileira da commodity  – pode se isolar ainda mais e consolidar sua referência no setor, com as perspectivas apresentadas nesta segunda-feira (8) ao governador Eduardo Riedel por representantes de empresas de alcance mundial e pela direção da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), associação que reúne a cadeia produtiva de árvores plantadas para fins industriais.

Dados apresentados pelo setor mostram que o Mato Grosso do Sul pode ser o destino de ao menos quatro novos empreendimentos do setor de celulose até o ano de 2032, expansão que demandaria a criação de quase 100 mil novos empregos no setor, sendo aproximadamente 24 mil diretos e outros 69 mil indiretos.

O volume de vagas prevista leva em consideração apenas a operação das unidades, sem levar em conta os empregos que serão gerados durante o processo de construção das fábricas.

Além dos pedidos relacionados à qualificação de mão de obra, representantes das principais empresas do setor, como Arauco, Suzano, Bracell e Eldorado, também apresentaram ao governador e aos secretários Jaime Verruck (Meio Ambiente e Desenvolvimento) e Rodrigo Perez (Governo e Gestão Estratégica) demandas envolvendo questões sociais, como educação, habilitação e saúde pública.

“O Mato Grosso do Sul batalhou muito para alcançar esse patamar de competividade e esse ambiente extremamente favorável de negócios e crescimento econômico”, afirma o governador Eduardo Riedel, destacando que graças a uma gestão fiscal austera e equilibrada, o Estado é hoje destaque nacional e está no topo do ranking de competividade, investindo mais de 18% de sua receita corrente líquida, indicador de investimento público ligado à solidez fiscal.

O presidente da Ibá, Paulo Hartung, foi quem apresentou o estudo ao governador e sua equipe, destacando a importância de estabelecer uma agenda de trabalho, haja vista os planos de expansão da celulose no Estado.

“O setor é forte no Brasil, mas olhar para a expansão do setor é olhar para o Mato Grosso do Sul. Há desafios e um dos maiores reside na necessidade de criar capacidade para dar conta da crescente demanda por mão de obra e infraestrutura social e econômica. Mas temos em mãos uma enorme oportunidade e esse polo pode virar uma referência no mundo”, frisa.

Verruck pontuou que durante o encontro o Governo de Mato Grosso do Sul apresentou uma série de ações já implementadas, como o Voucher Transportador e a abertura de vagas de educação infantil, além de anunciar que a expansão do setor permite a geração de novas e melhores oportunidades de emprego aos sul-mato-grossenses.

“Já estamos na fase final da nova industria da Suzano em Ribas de Rio Pardo, e a Arauco já iniciou a terraplanagem [da nova fábrica] em Inocência. Com isso, o Mato Grosso do Sul vai liderar a exportação e a produção de celulose no país. Hoje já temos 1,4 milhão de hectares plantados e devemos chegar a 2 milhões de hectares plantados com esses novos projetos, beneficiando todos os municípios da Costa Leste”, destaca Jaime Verruck.

Pelo setor, compareceram além de Paulo Hartung o embaixador José Carlos da Fonseca Jr, diretor da Ibá; Darcio Berni, diretor executivo da ABTCP; Douglas Lazaretti e André Vieira, da Suzano; Germano Vieira, da Eldorado; Mauro Quirino e Manoel Browne, da Bracell; Carlos Altimiras e Theófilo Militão, da Arauco; e Júnior Ramires e Dito Mario, da Reflore.

Informações: Comunicação Governo de MS.

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MS se torna líder mundial! Nova fábrica de celulose impulsiona produção para mais de 10 milhões de toneladas anuais

Nova fábrica no Mato Grosso do Sul promete alavancar a produção de celulose do estado, gerando milhões de toneladas por ano e criando milhares de empregos no Vale da Celulose

A capacidade de produção de celulose em Mato Grosso do Sul está projetada para dobrar nos próximos anos, consolidando a região como o “Vale da Celulose“. O fator chave será a construção de uma nova fábrica localizada em Inocência, que recebeu autorização para operação pelo governo estadual na última sexta-feira, dia 10.

Produção de celulose no Mato Grosso do Sul deve chegar a 10 milhões de toneladas

A empresa chilena Arauco anunciou que a capacidade produtiva da nova fábrica em Inocência será de 2,5 milhões de toneladas de celulose por ano, com previsão de início das operações para 2028. Antes mesmo da autorização oficial, Mato Grosso do Sul já se preparava para assumir a liderança nacional no setor, impulsionado pelo início das operações da fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo, além das já existentes em Três Lagoas, pertencentes à Suzano e Eldorado.

A produção combinada destas empresas em Mato Grosso do Sul deverá superar 10 milhões de toneladas anuais de celulose, ultrapassando os 5,5 milhões produzidos atualmente pela Bahia, líder nacional até então. Esse aumento na produção está posicionando o estado como o novo Vale da Celulose.

Adicionalmente, a Bracell, reconhecida globalmente pela produção de celulose solúvel especial, também tem investido no estado. Desde o final de 2021, a empresa desenvolve áreas de cultivo florestal em duas cidades de Mato Grosso do Sul para suprir suas fábricas em outras regiões do país. A formação deste cluster de celulose, que inclui algumas das maiores e mais eficientes empresas do setor, está transformando a base econômica do estado, consolidando-o como um centro vital para a indústria de celulose.

Nova fábrica no Mato Grosso do Sul deve gerar milhares de empregos

Com a expansão industrial, Mato Grosso do Sul fortalece sua vocação agrícola ao explorar a silvicultura, essencial para abastecer as indústrias de celulose, agregando valor à matéria-prima local, que se transforma em um insumo crucial para diversos produtos. O governador Eduardo Riedel (PSDB) enfatiza que a transformação econômica do estado demandará uma colaboração intensa entre entidades públicas e privadas, mas prevê a criação de inúmeros empregos para a população local.

Riedel ressalta que o estado tem procurado desenvolver projetos em parceria com o setor privado para investir em infraestrutura, como rodovias e ferrovias, com o objetivo de oferecer condições competitivas para esses empreendimentos e gerar mais oportunidades de emprego. Ele acredita que, apesar dos desafios que surgirão nos próximos quatro anos, as oportunidades criadas beneficiarão consideravelmente o estado.

Carlos Altimiras, CEO da Arauco Brasil, informou que as obras de terraplanagem para a nova fábrica em Inocência estão programadas para começar neste mês de julho. Segundo ele, a construção, quando atingir seu pico, deve gerar até 12 mil empregos, representando um desafio para a empresa chilena em termos de contratação de mão de obra.

Brasil é líder na produção e exploração de celulose

Em 2022, o Brasil consolidou sua posição como maior produtor e exportador mundial de celulose, alcançando marcas históricas na atividade florestal e fortalecendo sua liderança no mercado global. O país registrou uma receita anual impressionante de R$ 250 bilhões.

De acordo com dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a produção nacional de celulose em 2022 foi de 25 milhões de toneladas, representando um aumento de 10,9% em relação ao ano anterior. As exportações também cresceram, com um aumento de 22%, totalizando 19,1 milhões de toneladas.

Atualmente, o Brasil mantém quase 10 milhões de hectares de áreas cultivadas com florestas destinadas à produção e 6 milhões de hectares dedicados à conservação de florestas nativas, demonstrando o compromisso do país com a sustentabilidade em suas práticas industriais.

Informações: Click Petróleo e Gás / Imagem: divulgação.

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Faltam poucos dias para o ‘start’ da maior fábrica de celulose do mundo; economia de Ribas dispara

O Projeto Cerrado produzirá 2,55 milhões de toneladas de celulose por ano, ampliando a capacidade instalada da Suzano para 13,5 milhões de toneladas anuais, além de 1,5 milhão de toneladas de capacidade instalada de papel e outros produtos

Faltam poucos dias para Ribas do Rio Pardo (MS) se tornar referência mundial, a data, de extrema importância para o setor da celulose, está se aproximando. A maior fábrica do planeta entra em operadção no final este mês de junho na cidade. Um megaempreendimento será startado, após três anos de obras e milhares de empregos gerados.

Prédio administrativo da nova fábrica. Imagem: divulgação.

Referência global na fabricação de produtos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, particularmente na produção de celulose, a nova fábrica de celulose erguida em Ribas do Rio Pardo exigiu R$ 22,2 bilhões de investimentos e ampliará em cerca de 20% a capacidade instalada da companhia.

Projeto em fase de finalização das obras. Imagem: divulgação.

O Projeto Cerrado produzirá 2,55 milhões de toneladas de celulose por ano, ampliando a capacidade instalada da Suzano para 13,5 milhões de toneladas anuais, além de 1,5 milhão de toneladas de capacidade instalada de papel e outros produtos.

Esteiras de última geração para transportar cavacos de eucalipto. Imagem: divulgação.

Desafios

Com a maior fábrica de celulose do mundo prestes a entrar em operação, a Suzano, também conhecida como Projeto Cerrado, levou um enorme desenvolvimento para Ribas do Rio Pardo. O megaempreendimento levou emprego de sobra para o município, que continua crescendo e ocupando o segundo lugar em Mato Grosso do Sul na criação de empregos.

Ribas do Rio Pardo (MS). Imagem: divulgação.

Como nem tudo são flores, Ribas do Rio Pardo também enfrentou e enfrenta problemas. Uma equipe da prefeitura chegou a ir até Três Lagoas (MS) para realizar estudos sobre o impacto da instalação de uma fábrica de celulose.

Com duas fábricas de celulose, Três Lagoas tem sido um espelho não só para Ribas, mas também para Inocência, que em breve será contemplada com a Arauco. As indústrias levam milhares de pessoas para uma cidade, sendo assim, problemas com educação e moradia são inevitáveis.

O Chefe do Executivo de Ribas está correndo contra o tempo para tentar colocar tudo em ordem antes de deixar o mandato. Ele explica que escolas, creches e moradias estão nos planos. Em entrevista ao Perfil News, ele também adiantou que tem negociado com os governos do Estado e Federal sobre a duplicação da BR-262, rodovia conhecida por colecionar acidentes.

Vivendo um momento de euforia, Ribas aguarda a fábrica entrar em operação. O prazo, de acordo com a Suzano, é até junho de 2024 e a indústria vai começar com 3 mil trabalhadores. Durante o pico da obra, foram quase 12 mil empregos gerados.

“A cidade está pujante. Temos ajuda da iniciativa privada, mas hoje, só em obras, temos mais de R$ 100 milhões de recursos próprios investidos. Ribas vive um momento de euforia. O pico da obra já passou, o número de trabalhadores diminuiu e tendência é que a cidade receba novos moradores fixos.”

Com os moradores fixos, o aumento de escolas e de moradia também aumentam. Com aumento do aluguel em 200% o prefeito explica que sem ter como pagarem aluguel que teve grande aumento, muitas famílias ficaram sem ter um imóvel para morarem.

“Com os novos moradores, tudo muda. São novas culturas e a cidade está se moldando para recebê-los. São detalhes que já aconteceram em Três Lagoas. Temos um desafio que envolve escolas. Estamos construindo duas creches para 360 alunos e estamos trabalhando com o Ministério Público Estadual. Também temos o gargalho da moradia”.

Além disso, o prefeito adianta que tem se reunido com o Governo do Estado e Governo Federal para tentar resolver o problema da BR-262. A rodovia corta várias cidades de MS e com as fábricas de celulose, o número de acidentes aumentou muito.

“Estamos tentando agilizar o problema da BR-262 com o Governador do Estado e com o Governo Federal. Em relação à moradia devemos ir para Brasília e trazer o projeto minha Casa Minha Vida para construir residências em um terreno que já foi desapropriado. Também tive uma conversa com a Ministra Simone Tebet que entendeu a nossa demanda. Estamos preocupados com as pessoas, queremos dar casa a quem precisa de casa”, disse.

Informações: Perfil News.

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Anúncio da 2ª linha da Eldorado Brasil faz Três Lagoas (MS) ficar em evidência no mundo da celulose

O anúncio da construção da nova linha da Eldorado Brasil, fez Três Lagoas se tornar evidência no mundo todo. Com investimento de R$ 25 bilhões, a obra será a quarta linha de produção de celulose da cidade, algo considerado inédito no planeta

Logo após o anúncio, rapidamente as notícias se espalharam. Mídias nacionais e internacionais voltaram os olhos para Três Lagoas (MS), que apesar de já ser considerada, deve cravar o apelido de ‘rainha da exportação’. Com o novo empreendimento, a cidade que é a primeira no ranking do Mato Grosso do Sul quando o assunto é exportação, deve seguir ‘líder isolada’ na posição.

Apesar de não anunciarem quando as obras serão retomadas, a região do Bolsão é destaque mundial quando o assunto é celulose, e com a segunda linha, a Eldorado vai contar com duas unidades indústrias, assim como a Suzano que já possui duas linhas de produção. Em Inocência (MS), distante pouco mais de 100 quilômetros de Três Lagoas, também vai ter uma indústria do segmento, a Arauco. No total, serão quatro fábricas, fazendo a região se tornar o ‘Vale da Celulose’ e exemplo de exportação.

O anúncio foi feito nesta segunda-feira (22), pelo diretor do grupo J&F, Wesley Batista, durante participação no seminário Brasil Hoje, organizado pelo Esfera Brasil, em São Paulo.

“Esse projeto de R$ 25 bilhões é a construção de uma segunda linha. Hoje, produzimos 1,8 milhão de toneladas de celulose e, com esse projeto, vamos adicionar 2,6 milhões de toneladas de celulose. Tem a construção de 90 quilômetros de uma ferrovia, além do investimento em floresta e na fábrica especificamente”, disse Batista.

O empreendimento é um sonho antigo do três-lagoense, mas acabou paralisado por quase 10 anos. Em 2015, a nova linha da Eldorado Brasil Celulose foi batizada de Projeto Vanguarda 2.0, e a empresa chegou a lançar a pedra fundamental da nova fábrica, mais precisamente quando Três Lagoas completou 100 anos.

Várias obras chegaram a ser realizadas na segunda linha da Eldorado Brasil, quando foram concluídas a fase de terraplanagem e o trabalho de infraestrutura básica, arruamento, além a parte de drenagem, água pluvial e esgoto sanitário.

Porém, uma batalha judicial entre o grupo J&F e a Paper Excellence adiou a construção, mas após anos na justiça, neste mês de abril, os diretores da Eldorado Brasil conseguiram ver uma luz no fim do túnel para retomar com o empreendimento.

Neste mês, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) rejeitou nesta semana um recurso da Paper Excellence e confirmou, por unanimidade, a proibição de transferência de ações ou poder de gestão da Paper Excellence sobre a Eldorado Brasil.

Após a decisão, a J&F anunciou que pretende destravar o projeto de expansão da fábrica de Três Lagoas, projetado há 10 anos. A informação foi confirmada pela empresa ao site Perfil News, salientando que a decisão foi muito importante para o desenvolvimento da região.

“Essa decisão unânime do TRF4 encerrou o poder de veto que a Paper tinha na gestão da Eldorado. Então, agora, a Paper não pode mais impedir a Eldorado de crescer. A empresa pode decidir fazer a Linha 2 sem impedimento da Paper, porque a J&F votará a favor da linha 2”, disse uma fonte ligada ao grupo ao Perfil News.

GRUPO J&F JÁ APRESENTAVA INDÍCIOS POSITIVOS

A Eldorado Brasil, indústria de celulose é controlada pela J&F. Em 2023, Joesley Batista chegou a dar indícios que a obra retomaria. Em um evento de inauguração do terminal portuário em Santos, o diretor da empresa disse que em breve iria iniciar a construção de um ramal ferroviário de 90 km de extensão no Mato Grosso do Sul. A ideia era conectar a fábrica da companhia, localizada no município de Três Lagoas, à Aparecida do Taboado, onde começa a ferrovia Malha Norte (antiga Ferronorte), operada pela Rumo Logística, que vai até o Porto de Santos (SP).

O ramal ferroviário permitirá à Eldorado mais, eficiência e redução de custos na exportação da celulose. A empresa inaugurou no último dia 31 de julho do ano passado um novo terminal portuário em Santos, que permite o recebimento de trens, com capacidade de escoar até 3 milhões de toneladas de celulose por ano.

Se por um lado o novo terminal comporta a chegada de carga pelo modal ferroviário, sem o ramal no Mato Grosso do Sul a empresa precisa embarcar a celulose em caminhões até Aparecida do Taboado, para só lá a carga pegar os trilhos até Santos. Segundo Joesley Batista, durante a inauguração do terminal portuário, a obra teria início em um prazo de um ano.

“Ter um terminal no Porto de Santos conectado com a fábrica era um sonho desde quando a gente iniciou o projeto da Eldorado em 2010. O setor de celulose é muito consolidado e nós somos uma das empresas mais novas do setor no mundo. Fomos construindo um maciço florestal, a fábrica e a parte logística. E agora fica faltando só uma linha ferroviária de 90 quilômetros, que deve iniciar as obras daqui a 1 ano, e vai conectar 100% a fábrica ao porto”, disse Joesley no evento.

Durante o evento, Batista também comentou sobre a obra e destacou que apesar da Eldorado ser uma empresa jovem perto as outras do ramo da celulose, destaca que a indústria tem se expandido cada vez mais.

“O terminal e outros investimentos demonstram o nosso entusiasmo e crença com o Brasil. Quando os 90 quilômetros de linha férrea estiverem prontos, nós vamos embarcar celulose em Três Lagoas e desembarcar em Santos. Tudo isso é competitividade para a indústria brasileira. Quanto mais indústria gera competitividade, mais oportunidades são geradas”, ressaltou.

INVESTIMENTO MILIONÁRIO

Foram investidos mais de R$ 500 milhões no projeto de expansão, batizado de EBLog STS 14. O terminal tem capacidade de realizar o embarque de até 2 navios simultaneamente. A obra foi iniciada em janeiro de 2022 e permite que a empresa triplique sua capacidade de exportação e embarque celulose também em contêineres.

A área do terminal, com 53.000 metros quadrados, conta também com amplo espaço de armazenagem. Pode abrigar até 150 mil toneladas de celulose. O terminal tem capacidade de receber cargas de caminhões e composições de trem com até 72 vagões, acelerando o processo de embarque.

SEGUNDA LINHA DA ELDORADO VAI FAZER A ECONOMIA DE MS DISPARAR

Conforme o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, o anúncio da segunda Linha da Eldorado Brasil deve fazer Mato Grosso do Sul disparar economicamente. O chefe da pasta disse que o grupo anunciou um investimento de mais de R$ 50 bilhões de investimentos no Brasil e entre eles, a construção da segunda linha da Eldorado Brasil.

“Foram informações extremamente relevantes para Mato Grosso do Sul. A J&F anunciou a ampliação da fábrica com investimento de R$ 25 bilhões, incluindo a empresa, a parte florestal e uma ferrovia, ligando a fábrica até o município de Aparecida do Taboado. Essa ferrovia, inclusive, está sendo licenciada pelo Imasul. Era uma expectativa, os grupos já tinham esse compromisso com o Governo do Estado. Com esse anúncio, além do projeto Cerrado em Ribas do Rio Pardo e a Arauco em Inocência, é uma notícia positiva para o nosso Vale da Celulose, mostrando o nível de competitividade da celulose no Estado e esse posicionamento estratégico das empresas na celulose e logística. Além desses R$ 25 bilhões, mas R$ 5 bilhões na área de mineração no município de Corumbá”, disse o secretário.

Informações: Perfil News.

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Estado de MS tem espaço para mais três fábricas de celulose

Além das segundas linhas planejadas pela Arauco e pela Eldorado, MS pode abrigar pelo menos mais uma indústria capaz de produzir até 2,5 milhões de toneladas por ano; cada uma custa, em média, US$ 3 bilhões

Mato Grosso do Sul tem espaço físico para abrigar mais três grandes fábricas de celulose, conforme informou o titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck. 

A declaração foi dada na semana passada, durante o webnário Mato Grosso do Sul Futuro da Indústria da Celulose, ministrado pelo secretário a investidores do Brasil e do exterior, em evento promovido pelo Itaú BBA.

Conforme Verruck disse aos investidores estrangeiros e aos executivos da instituição financeira, a previsão de mais três plantas processadoras de celulose no Estado inclui as já planejadas segundas linhas da Eldorado Celulose, em Três Lagoas (com capacidade de produção prevista de 2,3 milhões de toneladas por ano), e da Arauco, em Inocência (fábrica que poderia gerar 2,5 milhões de toneladas de celulose por ano).

Uma terceira linha, ainda não pleiteada nem formalmente pretendida por nenhum dos players do mercado da celulose, segundo o titular da Semadesc, também teria uma capacidade de produção semelhante, entre 2 milhões e 2,5 milhões de toneladas anuais de celulose.

Atualmente, Mato Grosso do Sul tem uma capacidade instalada de produção de 4,9 milhões de toneladas anuais de celulose nas três linhas que operam no município de Três Lagoas duas da Suzano e uma outra da Eldorado.

Porém, é esperada uma ampliação desse total para mais de 7,8 milhões de toneladas com 
a entrada do Projeto Cerrado, da Suzano, em Ribas do Rio Pardo, cuja inauguração está prevista para este ano.

Já para 2028 ainda há a expectativa de operação da primeira linha da Arauco, na cidade de Inocência, com capacidade de processamento anual de 2,5 milhões de toneladas de celulose.

Aproximadamente, cada planta processadora de 2,5 milhões de toneladas de celulose demanda US$ 3 bilhões em investimentos cerca de R$ 15 bilhões. Se todas essas unidades que o Estado tem espaço para construção forem de fato implantadas, os investimentos nelas poderão passar facilmente dos R$ 45 bilhões.

Expansão

No webinário, Verruck ressaltou que ainda há espaço para a expansão florestal da celulose no Estado. Segundo ele, a base florestal de eucalipto em Mato Grosso do Sul representa 4% da área total plantada na região, que tem 36 milhões de hectares, em que o maior segmento ainda é a pastagem para pecuária, que ocupa 49% desse total ou 18 milhões de hectares.

Conforme o titular da Semadesc, a expansão pode ser ainda mais rápida, pois, segundo Verruck informou aos investidores, 4,9 milhões de hectares atualmente ocupados por pastagens a serviço da pecuária poderiam ser convertidos para florestas plantadas. “O processo de conversão seria rápido em termos de capex, solo, entre outros fatores”, disse.

Por fim, o secretário observou que a área plantada de eucalipto está concentrada na região nordeste de MS e que ainda há espaço para o crescimento em direção ao noroeste do Estado.
Logística

Para Verruck, o que falta para acelerar essa expansão do mercado da celulose em Mato Grosso do Sul é distensionar o maior gargalo do setor: a logística. 

O secretário disse que as estradas continuam sendo uma problemática, mas salientou aos investidores que o governo do Estado está trabalhando para pavimentar várias vias das regiões nordeste e noroeste de MS.

No webnário, Verruck frisou que o Estado conta com 15 mil km de rodovias estaduais e que 900 novas estradas seguem em estudo de pré-viabilidade. 

O secretário também citou a Rota Bioceânica, projeto em implantação, e afirmou que MS está bem posicionado no que se refere a hidrovias e ferrovias.

Hoje, Mato Grosso do Sul conta com três ferrovias (prontas, projetadas ou em vias de revitalização) conectadas até os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).

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 Suzano compartilha em vídeo avanços nas obras da sua nova fábrica em Ribas do Rio Pardo (MS)

Em fevereiro foram destaques o início formação da pilha de biomassa, o primeiro acendimento da Caldeira de Força e o funcionamento total da Estação de Tratamento de Água (ETA)

As obras de construção da nova fábrica de celulose da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS), seguem o cronograma com importantes avanços registrados até fevereiro. O andamento das frentes de trabalho pode ser conferido em novo vídeo divulgado pela empresa por meio do link: https://bit.ly/video-avanco-obras.

Neste mês foram destaques o início da picagem de madeira para a formação de pilha de biomassa, os primeiros processos de queima da biomassa e a partida total da Estação de Tratamento de Água (ETA).  Além disso, a Estação de Tratamento de Água da Caldeiras (ETAC) entrou em atividade promovendo o fornecimento de água desmineralizada para as caldeiras. Também está disponível uma lagoa para recebimento de efluentes, parte da estrutura da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).

É possível verificar ainda os avanços na linha de fibras, os preparativos finais para a operação nas máquinas extratoras de celulose, o desenvolvimento das plantas químicas e de oxigênio, assim como as estruturas quase finalizadas da Casa de Força e a instalação do refratário nos fornos de cal na área de Caustificação/Fornos/Gaseificação. Também foram feitos os testes na Caldeira de Força. 

Projeto Cerrado

Anunciado em maio de 2021 e confirmado pelo Conselho de Administração da Suzano no início de novembro do mesmo ano, o Projeto Cerrado está recebendo investimento total de R$ 22,2 bilhões e, atualmente no pico da obra, está gerando cerca de 10 mil empregos diretos. Prevista para entrar em operação até junho de 2024, a nova fábrica – que será a unidade mais competitiva da Suzano –, vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial, e movimentando toda a cadeia econômica da região.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, líder no segmento de papel higiênico no Brasil e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras a partir de matéria-prima de fonte renovável. Nossos produtos e soluções estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, abastecem mais de 100 países e incluem celulose; papéis para imprimir e escrever; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis sanitários e produtos absorventes; além de novos bioprodutos desenvolvidos para atender a demanda global. A inovação e a sustentabilidade orientam nosso propósito de “Renovar a vida a partir da árvore” e nosso trabalho no enfrentamento dos desafios da sociedade e do planeta. Com 100 anos de história, temos ações nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais na página https://www.suzano.com.br/

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Novo recorde: receita com exportação de industrializados de MS soma US$ 461,4 milhões em janeiro

Celulose lidera, e está entre os cinco principais produtos exportados no período

A receita com a exportação de produtos industriais de Mato Grosso do Sul alcançou US$ 461,4 milhões em janeiro, de acordo com o Radar Industrial da Fiems. Os valores indicam aumento de 22% em relação ao mesmo mês de 2023, quando as receitas somaram US$ 378,9 milhões. Em relação ao volume, a elevação ficou em 31%. 

“Esse foi o melhor resultado para o mês de janeiro em toda a série histórica das exportações de produtos industriais de Mato Grosso do Sul”, afirma o economista-chefe do Sistema Fiems, Ezequiel Resende.

Quanto à participação relativa, a indústria foi responsável por 68% de toda a receita de exportação do Estado no primeiro mês de 2024.

Os cinco principais compradores da indústria sul-mato-grossense, em termos de receita, estão: China, Estados Unidos, Holanda, Indonésia e Índia. Esses países respondem por 55% de participação no total de receitas em janeiro de 2024.

Celulose em destaque

Já os cinco principais produtos exportados pela indústria de Mato Grosso do Sul em janeiro, em termos de receita, são: pastas químicas de madeira (celulose); carnes desossadas de bovino congeladas; outros açúcares de cana; bagaços e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja; e farinhas e pellets da extração do óleo de soja. Esses produtos somados proporcionaram 70% das receitas obtidas com exportação pela indústria sul-mato-grossense em janeiro deste ano.

O economista Ezequiel, dá mais detalhes sobre o tema no vídeo abaixo, confira.

Informações: FIEMS.

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Maior fábrica de celulose do mundo começa a operar ainda este ano em MS

A Suzano, maior produtora de celulose de mercado do mundo, fechou a compra de cerca de 70 mil
hectares de terras em Mato Grosso do Sul, por R$ 1,83 bilhão. O negócio, anunciado em dezembro,
compreende a aquisição da totalidade da Timber VII SPE e da Timber XX SPE, empresas sob gestão do
BTG Pactual Timberland Investment Group. A gigante é tida como empresa referência global na
fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto.

Outra grande notícia é o progresso da construção da Unidade Ribas do Rio Pardo, Mato Grosso do Sul,
tida como a maior fábrica de celulose do mundo. O empreendimento fica próximo a cidade de Ribas
do Rio Pardo, aproximadamente 100 quilômetros da capital Campo Grande. “Este é o maior
investimento privado do Brasil neste momento, no valor de R$ 19 bilhões. Mas mais importante que
esse número é o investimento no social. A Suzano está muito comprometida com o futuro de Ribas” –
disse o presidente da Suzano, Walter Schalka.

Você pode estar se perguntando, mas a maior fábrica não será construída pela empresa chilena Arauco, possivelmente em Inocência?

A Arauco anunciou recentemente a instalação de uma megafábrica no município de Inocência (MS), a
337 quilômetros de Campo Grande. O investimento é estimado em R$ 15 bilhões e marca a chegada do
grupo chileno à indústria de celulose no Brasil. O Projeto “Sucuriú” terá capacidade de 2,5 milhões de
toneladas por ano de celulose de eucalipto e deve entrar em operação no primeiro trimestre de 2028.

O grupo já possui, inclusive, florestas plantadas de eucalipto em Inocência, onde a fábrica será
instalada. O projeto deve ser submetido à aprovação do conselho de administração no segundo
semestre de 2024, com início das obras em janeiro de 2025.

De acordo com o presidente da Arauco no Brasil, Carlos Altimiras, serão necessários cerca de 380 mil
hectares em área bruta para desenvolver a fábrica. O grupo já possui 60 mil hectares, entre os quais
40 mil plantados com eucalipto, e já negocia para garantir madeira suficiente para o início de operação
em 2028. Em 2024, pretende alcançar de 70% a 80% da área total necessária.

A Arauco é a segunda maior produtora de celulose de mercado no mundo, atrás apenas da Suzano. O
grupo tem fábricas da fibra no Chile, na Argentina e no Uruguai, onde é sócio da Stora Enso na joint
venture Montes del Plata.

Maior Fábrica de Celulose do Mundo

Com base nessas informações, o que temos de concreto atualmente, e põe concreto nisso, é que a Maior
Fábrica de Celulose do Mundo está sendo construída em Ribas do Rio Pardo. A Unidade fabricará
2,55 milhões toneladas anuais. A Suzano possui duas unidades em operação em Três Lagoas, que produzem 3,25 milhões de toneladas por ano. A Eldorado Brasil mantém sua única fábrica em operação
em Três Lagoas, com capacidade de produção de 1,8 milhão de toneladas por ano.

Maior investimento privado em execução no mundo, o projeto Cerrado, de construção da unidade da
Suzano em Ribas do Rio Pardo, segue rigorosamente dentro do cronograma. Investimentos do Governo
do Estado para atender as necessidades em áreas como educação, saúde, segurança e infraestrutura
também estão no prazo. O diretor-executivo de Relações Cooperativas da Suzano, Luís Bueno, destacou
que a inauguração da unidade está prevista para este ano de 2024.

Segundo a empresa o investimento de R$ 19 bilhões gerará cerca de quase 12 mil empregos diretos e
indiretos. A fábrica vem para MS por conta do incentivo e de uma série de investimentos que o Governo
do Estado realizará para apoiar a produção, como pavimentação de rodovias, melhoria da estrutura de
saúde, de segurança e educação no município.

Com os dois novos projetos, a médio prazo o estado vai mais que duplicar sua produção, passando das
10 milhões de toneladas – bem próximo do top cinco do ranking mundial de países e com potencial para
avançar ainda mais, já que haveria condições (solo, clima e disponibilidade de áreas) para a implantação
de novas linhas pelas empresas já instaladas. O estado atualmente é o segundo maior produtor
brasileiro, fica atrás somente da Bahia, mas lidera as exportações nacionais.

Com mais essa planta em operação, Mato Grosso do Sul deve ter um parque industrial em condições de
produzir 7,5 milhões de toneladas de celulose por ano. Portanto, deve superar as 5,5 milhões da Bahia
(atual líder nacional).

O volume já coloca o estado como um dos maiores produtores mundiais. Se fosse um país, seria o 11º
produtor mundial, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura
(FAO).

Informações: CompreRural.

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Suzano abre 40 vagas em cursos do Senai para qualificar mão de obra em Ribas do Rio Pardo (MS)

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em parceria com a Prefeitura de Ribas do Rio Pardo (MS), abriu 40 novas vagas para cursos profissionalizantes no município, onde constrói sua nova fábrica, oferecidos por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Pessoas interessadas podem escolher entre os cursos de Mecânica Básica de Veículos a Diesel e de Mecânica Básica de Veículos Leves, com 20 vagas cada um.

As inscrições ficam abertas até o dia 2 de fevereiro ou até o preenchimento das vagas e devem ser feitas somente no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) Central de Ribas do Rio Pardo, que fica na Rua José Coletto Garcia, n. 1430, das 8h às 11 horas e das 13h às 16 horas, de segunda a quinta-feira. Para participar, candidatos(as) devem ter idade mínima de 16 anos e o quinto ano completo (4ª série) do Ensino Fundamental.

“A promoção de cursos de formação profissional faz parte do compromisso da companhia de contribuir para o desenvolvimento social e a geração de trabalho e renda na região, cujo mercado de trabalho segue aquecido devido às obras de construção da nova fábrica da empresa na região. Na Suzano, temos um direcionador que diz que ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’, e entendemos que, por meio dessas várias qualificações, estamos formando a mão de obra para atender a uma demanda crescente do setor de serviços local, fomentando assim o desenvolvimento socioeconômico da região”, destaca Maurício Miranda, Diretor de Engenharia da Suzano.

Os cursos de Mecânica Básica de Veículos a Diesel e de Mecânica Básica de Veículos Leves têm início marcado para dia 5 de fevereiro, com aulas ministradas no período noturno. As inscrições ficam abertas até o dia 2 de fevereiro e podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual. As capacitações estão vinculadas a uma das metas de longo prazo da empresa, que é a de reduzir as desigualdades sociais e retirar mais de 200 mil famílias da linha da pobreza em suas áreas de atuação até 2030.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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Suzano compartilha em vídeo avanços nas obras da sua nova fábrica em Ribas do Rio Pardo (MS)

Em dezembro foram destaques o início da picagem de madeira e produção de cavacos para formação da pilha da biomassa, além de importantes entregas de obras especiais como a Casa de Acolhimento e o Sistema de Videomonitoramento na cidade

 As obras de construção da nova fábrica de celulose da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS), seguem o cronograma com importantes avanços registrados até dezembro de 2023. O andamento das frentes de trabalho pode ser conferido em novo vídeo divulgado pela empresa por meio do link: https://bit.ly/video-avanco-obras.

 Foram destaques o início da picagem de madeira e produção de cavacos para formação da pilha da biomassa, a conclusão do teste hidrostático do Digestor e o início da primeira fase de comissionamento da fábrica. Também foram registrados a montagem do enfardamento, a energização do painel GIS 34,5kV nas plantas químicas e o recebimento da Cold Box na planta de oxigênio. No vídeo é possível ver também a montagem do isolamento térmico do duto de gás de combustão na Caldeira de Força e as entregas do centro de usinagem e do trevo de acesso à fábrica (Trombeta).

 Na área de obras especiais, em dezembro foram realizadas as entregas da Casa de Acolhimento à prefeitura de Ribas do Rio Pardo, do Sistema de Videomonitoramento de Segurança à Polícia Militar e do Sistema de Comunicação da BR-262 para a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Também foi finalizado o telhado na Casa do Trabalhador e na Unidade Básica de Saúde e teve início a operação da Estação de Monitoramento da Qualidade do Ar e Meteorologia.

 Projeto Cerrado

 Anunciado em maio de 2021 e confirmado pelo Conselho de Administração da Suzano no início de novembro do mesmo ano, o Projeto Cerrado está recebendo investimento total de R$ 22,2 bilhões e, atualmente no pico da obra, está gerando cerca de 10 mil empregos diretos. Prevista para entrar em operação até junho de 2024, a nova fábrica – que será a unidade mais competitiva da Suzano –, vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial, e movimentando toda a cadeia econômica da região.

 Sobre a Suzano

 A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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