Projetos brasileiros já são reconhecidos internacionalmente por sua qualidade e diversidade – seja em eficiência energética, preservação de florestas ou práticas agrícolas sustentáveis
*Artigo por Fernando Beltrame.
O Brasil já tem todas as condições técnicas e ambientais para ser protagonista no mercado global de créditos de carbono. O que falta agora é vontade política e coragem para fazer as mudanças estruturais que o setor exige. Projetos brasileiros já são reconhecidos internacionalmente por sua qualidade e diversidade – seja em eficiência energética, preservação de florestas ou práticas agrícolas sustentáveis. Mas estamos perdendo um tempo valioso discutindo o básico, enquanto outros países avançam com regulações, incentivos e metas claras.
Não dá mais para “empurrar com a barriga”. O governo precisa agir em duas frentes urgentes: garantir a qualidade dos projetos e fomentar a demanda por parte das empresas. Isso significa envolver especialistas e a academia para estabelecer critérios mínimos de adicionalidade, rastreabilidade e impacto social. É possível criar um mercado robusto e, ao mesmo tempo, inclusivo – especialmente para projetos em comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, que hoje enfrentam barreiras intransponíveis de custo e burocracia.
Na outra ponta, é fundamental estabelecer metas de descarbonização obrigatórias para as empresas, principalmente nos grandes emissores. Precisamos regulamentar o Escopo 3 do Greenhouse Gas Protocol, que refere-se a todas as emissões indiretas de gases de efeito estufa que ocorrem na cadeia de valor de uma empresa, fora de seu controle direto, mas relacionadas à sua atividade, e também permitir que parte das emissões seja compensada com créditos nacionais. Isso cria um mercado interno forte, movimenta a economia e atrai investimentos estrangeiros.
O mundo está avançando rápido. O Chile já implantou um sistema de comércio de emissões. A Nova Zelândia incluiu o setor agrícola. A Austrália oferece incentivos diretos para quem reduz emissões. E nós? Continuamos discutindo o marco regulatório e concentrando 97% da verificação dos créditos nas mãos de apenas duas instituições internacionais, com custos inacessíveis para quem mais precisa.
Enquanto isso, o Brasil tem a chance de transformar o crédito de carbono em vetor de inclusão social, desenvolvimento regional e inovação tecnológica. Segundo dados da McKinsey, o país tem potencial para movimentar US$ 120 bilhões com projetos sustentáveis até o fim da década. Mas, para isso, precisa de regulação, incentivo e, principalmente, visão de futuro.
Estamos diante de uma oportunidade histórica de alinhar proteção ambiental com justiça social e crescimento econômico. Mas para liderar esse processo, o Brasil precisa sair do discurso e entrar em campo. O tempo da conversa já passou. O que precisamos agora é de ação.
País surge como forte candidato a liderar o mercado global de créditos de carbono. Tema será um dos destaques na segunda edição do RIO+AGRO, Fórum Internacional do Desenvolvimento Agroambiental Sustentável
A demanda por créditos de carbono tem crescido exponencialmente, refletindo a conscientização global e um movimento em direção a práticas mais sustentáveis. Em 2023, o mercado regulado de carbono atingiu uma marca global de impressionantes USD 950 bilhões, e previsões indicam que esse valor pode alcançar USD 4,7 trilhões até 2030. Paralelamente, o mercado voluntário de carbono, que registrou um valor de cerca de USD 3 bilhões em 2023, tem potencial ainda maior de crescimento e pode atingir USD 50 bilhões até 2030.
O Brasil, com sua vasta biodiversidade e recursos naturais únicos, desempenha um papel crucial neste cenário. Atualmente, estima-se que o país concentra 15% do potencial global de sequestro de gases de efeito estufa por meios naturais. Projetos inovadores e iniciativas sustentáveis colocam o Brasil em uma posição estratégica para atender a 28% da demanda global do mercado regulado e a um impressionante 48% do mercado voluntário de carbono até 2030.
O RIO+AGRO, que acontecerá na Cidade Maravilhosa, reunirá especialistas, pesquisadores, e líderes do setor agroambiental para discutir e explorar as oportunidades e desafios desse mercado emergente. A segunda edição do Fórum promete ser um ponto de encontro crucial para aqueles interessados em impulsionar o desenvolvimento sustentável e capitalizar sobre os créditos de carbono.
O evento vai reunir palestras informativas, painéis de discussão, e sessões interativas que abordarão as últimas tendências, políticas, e tecnologias relacionadas ao setor. Os participantes terão a oportunidade de intercambiar com as principais lideranças nacionais e internacionais do setor.
A segunda edição do RIO+AGRO acontece entre os dias 1º e 3 de outubro de 2025, no Riocentro, na Barra da Tijuca.
O evento será realizado na Sala São Paulo, na região central da capital paulista, onde profissionais gabaritados vão atualizar os participantes sobre novidades do setor. E mais: evento lançou vouchers com valores especiais!
Falta menos de uma semana para o Forest Carbon Brasil – Congresso Internacional sobre o Mercado de Carbono (https://forestcarbon.com.br/), evento inédito e de programação robusta, que abordará as potencialidades deste mercado, e responder as dúvidas que ainda pairam no entorno de temas ligados ao setor. O evento será realizado no Salão Nobre da Sala São Paulo, na capital paulista, sendo uma oportunidade única para quem visa ampliar networking, business e benchmarking e estar entre as maiores empresas e instituições do ramo.
O evento é inédito, 100% focado e específico sobre o segmento. Com palestras especialmente pensadas para abranger os principais temas, iniciativas, projetos e negócios do mercado de carbono florestal. Confira a programação completa no link: https://forestcarbon.com.br/
Marcelo Schmid faz convite especial para o Forest Carbon Brasil, confira:
Onde será realizado o Forest Carbon Brasil? Se surpreenda.
O Forest Carbon escolheu para a sua primeira edição a belíssima Sala São Paulo, que é sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e uma das melhores salas de concertos do mundo. O local é patrimônio histórico e ponto turístico na cidade, e está sediada no Complexo Cultural Júlio Prestes, na região central da cidade.
O evento acontecerá no primeiro andar do prédio, no Salão Nobre. Confira detalhes no vídeo, gravado por Paulo Cardoso.
Inscrições com valores especiais
O evento lançar vouchers com descontos especiais. Basta incluir no momento da inscrição no site oficial, os vouchers FCB2024 (para grupos acima de três pessoas) e STUDY (para estudantes). Profissionais da imprensa também podem se credenciar com o voucher IMPRENSA, e participar da programação completa, e ter acesso aos temas mais atuais do mercado de carbono florestal, bem como ter a oportunidade de falar com os principais profissionais do setor, presentes no evento! A inscrição dá direito a coffe break, almoço e happy hour network.
Atualmente existem diversas iniciativas globais que visam a proteção e restauração de florestas e ecossistemas para promover o armazenamento de carbono e mitigar as mudanças climáticas. E é com esse intuito, que o Forest Carbon Brasil – 1º Congresso Internacional sobre o Mercado de Carbono(https://forestcarbon.com.br/), traz para debate os principais desafios e tendências do segmento. O evento será realizado no dia 04 de setembro, no Salão Nobre da Sala São Paulo, em São Paulo (SP). Clique aqui para adquirir seu ingresso com valor especial (até 15/08).
O evento contará com a participação de profissionais das principais instituições do mercado para debater os aspectos técnicos, legais e tecnológicos que certamente vão impactar positivamente o setor. No total serão 16 debatedores, quatro mediadores e dois convidados especiais, que irão compor a bancada de especialistas no evento.
As palestras do Forest Carbon Brasil foram especialmente pensadas para abranger os principais temas, iniciativas, projetos e negócios de carbono que estão movimentando as florestas brasileiras.
O que encontrar no Forest Carbon?
O 1º Congresso Internacional sobre o Mercado de Carbono é um evento 100% focado e específico sobre o segmento. E as principais vantagens é que no Forest Carbon os participantes irão encontrar:
Um dos principais encontros executivos do mercado de carbono;
Networking em debates e bate-papos durante coffee break;
Palestras focadas com temas atuais, direcionadas ao segmento (+10);
Profissionais e público seletos, com interesse direto no assunto;
Apoio das principais empresas e instituições do segmento no Brasil e no exterior;
Evento presencial, propiciando maior e melhor experiência e ganhos em conhecimentos.
O Forest Carbon é uma oportunidade única para contato e troca de experiências entre empresas especializadas, instituições, fornecedores e clientes. O evento já nasce como um dos maiores e mais inovadores no segmento, sendo uma realização da Paulo Cardoso Comunicações em parceria com a SIF -Sociedade de Investigações Florestais e organização técnica do sócio diretor do Grupo Index, Marcelo Schmid.
Marcelo Schmid e Paulo Cardoso.
Seja um patrocinador Forest Carbon! Entre em contato com: comercial@forestcarbon.com.br, e esteja entre as principais empresas e instituições no segmento apoiadoras do evento.
Iniciativa educacional pioneira no Brasil preenche lacuna pela formação de profissionais capacitados em descarbonização
Estão abertas as inscrições para o primeiro curso sobre economia regenerativa da Universidade do Carbono, instituição educacional recém lançada com foco em capacitar profissionais para o mercado de ativos ambientais. Realizada a partir da parceria entre o Instituto Pecege e a climate tech brCarbon, a iniciativa pioneira no Brasil pretende preparar estudantes para trabalhar no setor de créditos de carbono. “Além de preencher uma lacuna pela formação de profissionais capacitados em descarbonização, a intenção é colaborar com o desenvolvimento do segmento, oportunizando o aprendizado aprofundado para elaboração de projetos e outros trabalhos específicos na área”, destaca Danilo Roberti de Almeida, diretor de pesquisa e desenvolvimento da brCarbon e da Universidade do Carbono.
A criação da Universidade do Carbono e do curso específico sobre o tema, acompanha a crescente demanda global de créditos de carbono, impulsionada pela sua relevância na agenda ESG, que em 2021 registrou a movimentação do montante de 1 Bilhão de dólares. Segundo estimativas da consultoria McKinsey, este mercado deve saltar para 50 bilhões em 2030. “A falta de profissionais para atuar no mercado já é uma realidade e faz com que as empresas do setor busquem recém-formados nas pós-graduações para acabar de prepará-los em seus próprios quadros”, comenta Almeida.
Composto por um corpo docente de especialistas na área, o curso ‘Soluções Baseadas na Natureza: Mercado e Projetos de Carbono’ aborda de maneira aprofundada, entre outros temas, as mudanças climáticas, o planejamento financeiro de projetos, a regulamentação do mercado e as mais avançadas técnicas de monitoramento e mensuração florestal. “Com a contribuição de cerca de 40 ministrantes, o curso abrange todos os aspectos que envolvem o setor e é uma excelente oportunidade de investimento na carreira profissional com informações que não se encontram apenas na universidade”, explica Almeida.
Em formato online, o curso inaugural, que começa no dia 3 de agosto, é uma iniciativa pioneira destinada a profissionais, estudantes e organizações comprometidas com o aprendizado e inovação ambiental. “Serve não apenas aos novatos na área, mas também aos profissionais que já atuam no mercado e buscam aprofundar e atualizar seus conhecimentos”, ressalta. As aulas, que contam com tradução simultânea português-inglês, ocorrem ao vivo aos sábados, das 8h às 12h, com duração de 18 meses. Elas também ficam gravadas e disponíveis para revisão a qualquer momento durante o curso.
As inscrições estão disponíveis no site da Pecege: Inscrições Aqui. Para mais informações, basta entrar em contato pelo e-mail: universidadedocarbono@pecege.com ou pelo telefone: (19) 2660-3337.
Sobre a brCarbon
A brCarbon (BRC) é uma empresa que promove soluções baseadas na natureza com recursos financeiros do mercado de carbono para mitigar os efeitos das mudanças climáticas globais. Atua com estratégias e tecnologias inovadoras para viabilizar ações de conservação florestal, restauração ecológica e agropecuária e extrativismo sustentável, além de desenvolvimento sustentável das comunidades locais. Fundada em novembro de 2020 e com sede em Piracicaba (SP), conta com uma diretoria técnica com 15 anos de experiência no mercado voluntário de carbono.
Sobre a Pecege
Com mais de 20 anos de atuação, o Instituto Pecege é uma associação que engloba iniciativas educacionais para disseminar o conhecimento e a inovação em diversos campos do aprendizado. Com origem como grupo de extensão da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) vinculada à Universidade de São Paulo (USP), a instituição é formada por mais de 1200 profissionais associados e especializados nas áreas de educação, comunicação, tecnologia, negócios, economia e gestão. É também referência na formação, produção e transmissão de cursos de conteúdos educacionais no formato on-line.
Ainda sem regulação no país, Pantanal sai na frente com venda de crédito no mercado voluntário
Chegou o tempo em que economias mundiais estão valorizando mais uma árvore em pé do que derrubada. Com o objetivo de mitigar os impactos das mudanças climáticas, o mercado de carbono veio para ficar. O Brasil ainda está atrasado com a questão da regulação do “dinheiro verde”, que ainda está em discussão no Congresso Nacional.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o país tem um mercado potencial de créditos de carbono de US$ 120 bilhões, o que pode gerar um ganho de 5% no PIB brasileiro.
Mas sem o mercado regulado até a sanção da lei e posterior regulação dos estados, alguns produtores de natureza do país estão saindo na frente para vender o crédito no mercado voluntário. No Pantanal de Mato Grosso do Sul, o projeto REDD+ Serra do Amolar é pioneiro nacional na venda de crédito de carbono.
Na prática, indústrias que emitem CO² compram crédito, ou seja, pagam pelo certificado digital que comprova a compensação e neutralização da emissão do gás. A conta é feita por tonelada de poluição emitida. Mas não há um padrão no valor do crédito.
Com presença de água e biodiversidade, crédito de carbono é valorizado com valor maior na comercialização (Foto: Mari Queiroz)
As vendas de certificados são realizadas por meio de leilões em bolsas de valores específicas, como é o caso do MyCarbon. Há ainda uma variação nos valores com a classificação de crédito simples e crédito de valor agregado.
Neste último, fatores como confirmação da existência da biodiversidade, presença de água, aspecto social como a permanência de comunidades tradicionais, são exemplos de quesitos que garantem um preço maior para quem vende e também para quem neutraliza. Resumindo, quanto maior a preservação da área certificada, mais alto é o valor do crédito no mercado de carbono.
Como se fosse uma balança, que tenta neutralizar o CO² com certificados de crédito de carbono, ainda há a possibilidade de revender os títulos excedentes para aqueles que não fizeram o sequestro previsto.
Por exemplo, se uma empresa comprou 100 créditos de carbono e emitiu 70 toneladas de CO², os 30 créditos certificados que sobraram podem ser comercializados com uma empresa que ainda não conseguiu neutralizar suas emissões. Confira abaixo:
Cenário local – De acordo com o secretário-executivo de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, Artur Henrique Leite Flacette já foi iniciado um estudo técnico e jurídico em parceria com Earth Innovation Institute para viabilizar o REDD+ jurisdicionado para o Estado.
O objetivo é olhar para grandes territórios e dividir por áreas a serem leiloadas no mercado de carbono futuramente. Esse levantamento deve ser concluído no segundo semestre deste ano.
O maior emissor de poluente hoje é a agropecuária. Apesar de emitir 55,75%, é também nestas áreas que estão o maior estoque de sequestro para neutralizar as emissões. Ainda são responsáveis pela poluição atmosférica as mudanças de uso da terra (24,22%), a geração de resíduos (13,07%) e o setor de Energia (6,65%).
Área remota do Pantanal, certificação foi concedida em território que tem quatro Reservas Particulares de Patrimônio Natural. Foto: Viviane Amorim.
Falcette também explica que o processo de certificação é muito caro e por isso a intenção é criar durante a regulação no Estado formas de viabilizar pagamentos para pequenos proprietários.
“O custo fixo é muito alto para fazer o projeto. Por isso, se tiver um proprietário de uma chácara com área preservada para fazer o sequestro do CO² e que não tem condições de fazer a certificação, podemos ter um modelo de projeto maior, que monetize as pequenas áreas com os créditos calculados”, acrescentou.
Pioneiros – Não é simples conseguir a “moeda verde” e se lançar no mercado não regulado. Para conseguir ser remunerado por conservar uma área, é preciso cumprir uma série de processos para enfim ter um valor médio de quanto se deseja cobrar para levar os créditos no leilão.
O valor do crédito de carbono sofre variação de acordo com a negociação. Chegou a custar US$ 8, depois já subiu para mais de US$ 20 cada tonelada sequestrada.
Desde que foi certificada, o IHP (Instituto Homem Pantaneiro), que faz a gestão do projeto REDD+ Serra do Amolar, recebeu cerca de R$ 1 milhão. Ao todo, a área de quase 200 mil campos de futebol já recebeu certificado após cumprir as análises técnicas avaliadas pela South Pole e pela VERRA (empresa suíça que leva os créditos a leilão), de 231 mil toneladas de CO².
Presença da biodiversidade garante valor agregado ao crédito de carbono comercializado pelo projeto REDD+ Serra do Amolar. Foto: Viviane Amorim.
Esse crédito foi somado por meio de uma parceria com a Isa CTEEP que patrocina o levantamento do projeto que contabiliza o crédito de carbono no Pantanal desde 2019. Os certificados que estão sendo leiloados hoje fazem parte do levantamento de sequestro realizado na área entre os anos de 2016 a 2020.
O projeto tem duração de 30 anos, com isso as ações de conservação perduram na região e com futuras solicitações de certificação. O potencial de redução de CO2 até 2030 no REDD+ Serra do Amolar é de 430 mil toneladas.
MS Carbono Neutro – Mato Grosso do Sul é referência em sustentabilidade em diversos setores e com reforço nas ações do Governo do Estado o objetivo é atingir a meta de obter o reconhecimento do território como ‘carbono neutro’ até 2030.
Isso significa reduzir, onde é possível, e balancear o restante das emissões por meio da compensação, que pode ser feita pela compra de créditos de carbono, recuperação de florestas em áreas degradadas e outras ações.
O projeto estratégico “MS Carbono Neutro” tem como objetivo gerar a base metodológica para uma economia de baixo carbono em Mato Grosso do Sul, desenvolvendo e adaptando tecnologias para a redução e mitigação das emissões de gases de efeito estufa em vários setores da economia, contribuindo para atingir os objetivos do Programa Estadual de Mudanças Climáticas – PROCLIMA.
Com diversas ações na agropecuária já em execução pelo Governo do Estado por meio do manejo e conservação do solo e água, pecuária de baixo carbono, energia renovável, práticas agrícolas sustentáveis e desmatamento ilegal zero.