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Suzano está com cinco processos seletivos abertos para Brasilândia, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, está com cinco processos seletivos abertos em diferentes áreas para suas operações em Brasilândia, Ribas do Rio Pardo e Três Lagos (MS). As inscrições estão abertas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, deficiência e/ou orientação sexual, e podem ser feitas por meio da Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/).

Em Brasilândia, há oportunidade uma para Operador(a) de Máquina Florestal – M19, enquanto em Ribas do Rio Pardo há um processo seletivo disponível para Instrutor(a) Florestal Sênior – Educação Operacional. Já em Três Lagoas, há oportunidades abertas para Mecânico(a) I, Técnico(a) de Manutenção Florestal II e Analista de Planejamento e Controle da Produção Florestal Pleno – Silvicultura.

Segue a lista completa dos processos seletivos da Suzano em andamento no estado e os respectivos links para inscrições. Nas páginas, é possível consultar os pré-requisitos de cada vaga, detalhamento da função e benefícios ofertados pela empresa.

Brasilândia

Operador(a) de Máquina Florestal – M19 – inscrições até 08/06/2025: Página da vaga | Operador(a) de Máquina Florestal – M19

Ribas do Rio Pardo

Instrutor(a) Florestal Sênior – Educação Operacional – inscrições até 08/06/2025: Página da vaga | Instrutor(a) Florestal Sênior – Educação Operacional

Três Lagoas

Mecânico(a) I – inscrições até 08/06/2025: Página da vaga | Mecânico(a) I

Técnico(a) Manutenção Florestal II – inscrições até 08/06/2025: Página da vaga | Técnico(a) Manutenção Florestal II

Analista de Planejamento e Controle da Produção Florestal Pleno – Silvicultura – inscrições até 09/06/2025: Página da vaga | Analista de Planejamento e Controle da Produção Florestal Pleno – Silvicultura

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). A Suzano reforça que todos os processos seletivos são gratuitos, sem a cobrança de qualquer valor para garantir a participação, e que as vagas oficiais estão abertas a todas as pessoas interessadas. Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br.

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Câmara dos Deputados aprova punição maior para quem provocar incêndio florestal

Pena poderá ser aumentada, passando de reclusão de 2 a 4 anos para reclusão de 3 a 6 anos e multa, conforme prevê o projeto de Lei (PL) 3330/24

Câmara dos Deputadosnesta segunda-feira (2) deu um importante passo na luta contra a criminalidade ambiental ao aprovar um projeto de lei que endurece as penas para aqueles que provocam incêndios em florestas e outras formas de vegetação. A proposta, que ainda aguarda análise do Senado, prevê um aumento significativo na pena de reclusão, passando de 2 a 4 anos para 3 a 6 anos, além da aplicação de multas. Além disso, o texto estabelece que os infratores ficarão impedidos de contratar com o poder público por cinco anos após o trânsito em julgado da sentença. O relator do projeto, deputado Patrus Ananias (PT-MG), enfatizou que a medida busca uma penalização mais adequada para os crimes ambientais, abrangendo responsabilização penal, administrativa e econômica dos infratores.

A criminalidade ambiental tem impactos profundos no desenvolvimento econômico sustentável, agravando desigualdades sociais e prejudicando a saúde pública devido à emissão de poluentes e à destruição de ecossistemas essenciais. Nesse cenário, a intervenção do direito penal é vista como uma medida necessária e proporcional para desestimular essas práticas e garantir a reparação dos danos causados. O projeto, no entanto, faz uma ressalva importante ao não prever punição para casos de queima controlada e prescrita, nem para usos tradicionais e adaptativos que visem o manejo ambiental adequado.

A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Senado para que possa entrar em vigor. A expectativa é que, com a aprovação, haja um desestímulo significativo às práticas de incêndio criminoso, contribuindo para a preservação ambiental e a promoção de um desenvolvimento mais sustentável. A medida é vista como um passo crucial na luta contra a criminalidade ambiental no país, reforçando o compromisso com a proteção dos recursos naturais e a saúde do planeta.

Informações: Jovem Pan.

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Por que especialistas dizem que o futuro da construção não será de aço ou concreto — e sim de madeira

A nova era das construções de madeira: mais rápidas, sustentáveis e eficientes — mas com um gargalo que ainda trava o Brasil

Diante da crescente urgência climática e da necessidade global de descarbonizar a economia, a madeira surge como uma das soluções mais eficazes e sustentáveis para transformar a construção civil. No Brasil, a produção de madeira engenheirada cresceu 160% nos últimos cinco anos, e a tendência é de que o setor continue se expandindo, com projeções de aumento de 115% na produção mundial até 2034, segundo o Instituto Brasileiro da Madeira e das Estruturas de Madeira (Ibramem).

Esse crescimento reflete uma mudança estrutural no setor, que passa a enxergar na madeira não apenas um material estético ou tradicional, mas uma ferramenta estratégica para enfrentar os desafios ambientais e produtivos do futuro.

Madeira engenheirada: tecnologia, eficiência e sustentabilidade

A chamada madeira engenheirada — obtida a partir do processamento industrial da madeira — apresenta vantagens expressivas.

A técnica envolve a colagem de fibras em direções específicas para aumentar sua resistência estrutural, eliminar imperfeições como trincas e facilitar o encaixe das peças no canteiro de obras.

Esse tipo de madeira, proveniente de florestas plantadas, é considerado o único material de construção 100% renovável. Além disso, a produção é pautada por compensação ambiental, tornando o processo mais sustentável do que o uso de concreto ou aço.

“De toda a cadeia construtiva, a madeira é o único material renovável. A indústria da construção civil e manutenção dos prédios é o maior emissor de CO₂ do planeta. Se você pegar os carros, aviões, navios etc., eles emitem menos da metade do que a indústria civil emite. A nossa responsabilidade de olhar para a edificação como um produto sustentável é enorme, por isso temos apostado nesse material”, afirma Marcelo Aflalo, engenheiro, designer e presidente do Núcleo de Referência em Tecnologia da Madeira.

Obras mais rápidas e com menor impacto ambiental

Além do apelo ambiental, a construção com madeira apresenta vantagens práticas. Segundo a presidente do Ibramem, Ângela do Valle, o uso da madeira engenheirada pode reduzir o tempo de execução da obra em até 40%, com um rígido controle de qualidade, já que os componentes são produzidos em fábrica e levados prontos para montagem no local.

“A construção com madeira permite obras mais rápidas, com redução de até 40% no tempo de execução, e oferece um controle rigoroso de qualidade. Tecnologias como o CLT (Cross Laminated Timber) e o MLC (Madeira Lamelada Colada) já viabilizam construções seguras, sustentáveis e em larga escala”, afirma.

Essas tecnologias já são aplicadas em diversos países da Europa e América do Norte, onde edifícios de múltiplos andares estão sendo erguidos com madeira de alta performance.

Exemplos internacionais inspiram setor no Brasil

No exterior, o destaque vai para o edifício Mjøstårnet, localizado na Noruega. Com 85,4 metros de altura e 18 andares, ele é considerado o prédio mais alto do mundo construído inteiramente em madeira.

“Esperamos que essa construção inspire outros a escolher soluções mais ecologicamente corretas nos próximos anos”, declarou Morten Kristiansen, CEO da Moelven Industrier ASA, empresa responsável pelo projeto.

Desafios brasileiros: mão de obra e políticas públicas

Embora os avanços sejam promissores, o Brasil ainda enfrenta gargalos importantes para consolidar a madeira como protagonista na construção civil.

Segundo Fábio Brun, presidente da Associação Paranaense das Empresas da Base Florestal (APRE Florestas), o país precisa superar a falta de mão de obra qualificada e a ausência de políticas públicas de incentivo.

“Falta de mão de obra qualificada, de competência técnica, tanto da parte que envolve a arquitetura como a engenharia, e de políticas públicas específicas que incentivem as construções em madeira. São alguns dos gargalos que o setor precisa enfrentar e vencer”, afirma Brun.

Madeira no design: versatilidade e estética sustentável

Se na construção a madeira ainda busca espaço, no design de interiores ela já é amplamente utilizada e valorizada. O arquiteto Raphael Wittmann destaca a madeira como um elemento escultórico, que traz aconchego, beleza e personalidade aos ambientes.

“Com ela, podemos elaborar portas amplas, com texturas naturais e com acabamentos sofisticados que entregam também a questão da arte. É um elemento que não apenas cumpre um papel prático, mas também adiciona calor e identidade ao ambiente”, afirma.

Na marcenaria planejada, o material também cumpre papel de destaque, garantindo funcionalidade, durabilidade e personalização.

“Essa estratégia não apenas melhora a funcionalidade dos ambientes, mas também assegura a durabilidade dos móveis, fazendo dela uma opção inteligente para quem busca otimização e praticidade em projetos de interiores”, complementa Wittmann.

Crédito: TV Cultura.

O fortalecimento do uso da madeira na construção civil sinaliza uma nova fase para o setor: mais sustentável, eficiente e alinhada aos objetivos ambientais globais. Com investimento em capacitação, inovação e políticas públicas, o Brasil pode liderar essa transformação.

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Segurança que não cria raízes: a rotatividade de pessoas como obstáculo nas operações florestais

*Artigo de Geraldo Dias

A escassez de mão de obra operacional já é um desafio conhecido do setor florestal. Para manter as operações em pé, muitas empresas têm recorrido a trabalhadores de outras regiões, especialmente em grandes polos como o Mato Grosso do Sul. Mas essa solução emergencial carrega consigo uma série de consequências, e uma delas merece atenção urgente: a fragilidade da cultura de segurança.

Grande parte desses trabalhadores chega com o perfil de atuação por safra. Passam três ou quatro meses e retornam para suas cidades de origem. A consequência é uma rotatividade altíssima, que impede a consolidação de práticas fundamentais. E isso impacta diretamente na segurança das operações.

A verdadeira cultura de segurança não nasce em treinamentos formais, mas sim no dia a dia, com tempo, convivência, repetição e senso de pertencimento. É construída quando o colaborador se sente parte, entende o propósito da operação e desenvolve maturidade para identificar riscos, proteger a si e cuidar dos colegas.

Mas hoje não temos tempo para isso. Estamos lidando com equipes temporárias que mal chegam a fixar raízes. E nesse cenário, o que era cultura se torna protocolo. O colaborador vai embora antes mesmo de absorver o que realmente importa.

 E o mais preocupante: se esse tempo não basta para criar cultura, é tempo mais do que suficiente para que um acidente aconteça.

O cenário exige urgência e estratégia. A alta rotatividade pressiona os times de segurança e de operação a adotarem estratégias de proteção que não dependam exclusivamente da maturidade comportamental dos profissionais. A gestão integrada de dados, o uso de tecnologias que mitiguem riscos críticos e a manutenção de multiplicadores de cultura passam a ser essenciais, ainda mais quando o tempo de convivência é escasso.

Estamos diante de um novo cenário. E ele exige novas soluções.


*Geraldo Dias é técnico em Agropecuária (UFV – Campus Florestal), e administrador (Unopar). Possui mais de 12 anos de experiência na área florestal, atuando como supervisor de colheita, transporte e silvicultura em empresas multinacionais certificadas. Trabalhou em desenvolvimento de soluções tecnológicas, mecanização, gestão de recursos humanos, e treinamento de equipes, com foco em melhorias operacionais, sustentabilidade e segurança.

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Pesquisa revela avanços e oportunidades para as embalagens de papel

Estudo realizado com 40 marcas usuárias apontou que as embalagens de papel têm ganhado relevância e tem espaço para salto ainda maior

As embalagens de papel estão avançando na preferência dos brand owners e têm atributos que lhes permitem pensar em crescer ainda mais. Esta á uma das conclusões da 2ª edição da pesquisa Percepções & Oportunidades para Embalagens de Papel, encomendada por Empapel e Two Sides Brasil, realizada pela Quórum Brasil. 

O levantamento, que atualiza os dados de 2019, contou com a participação de 87 profissionais que atuam em 40 empresas de diversos segmentos, como alimentos, farmacêutico, têxtil, automotivo, higiene e limpeza, brinquedos, cosméticos, entre outros. O objetivo foi fazer um panorama atual sobre o comportamento e as preferências das empresas em relação às embalagens sustentáveis.

Entre os principais achados da pesquisa, chama a atenção a mudança no perfil dos decisores sobre os tipos de embalagens adotadas nas companhias. Em 2019, as áreas de suprimentos e desenvolvimento de embalagens eram as mais influentes nesse processo. Hoje, a partir das entrevistas realizadas no segundo semestre de 2024, quem ganhou protagonismo são os departamentos de qualidade e marketing, sinalizando que as decisões agora também envolvem atributos de desempenho e imagem da marca.

“Está claro que, para além do atributo de sustentabilidade, as embalagens de papel têm ganhado espaço como um veículo de comunicação de marca e transmissão de valor. A digitalização tem impulsionado este movimento e aquela embalagem que era vista como mera necessidade para armazenamento e transporte, hoje torna-se, cada vez mais, uma ferramenta de aproximação entre marca e cliente”, comenta o Embaixador José Carlos da Fonseca Jr., presidente-executivo da Empapel.

Outro ponto de destaque é o avanço da presença de embalagens de papel nas empresas. Ao serem questionadas sobre os tipos de embalagens que costumam utilizar, houve crescimento na menção a materiais como papel, papelcartão e papelão ondulado. O uso de papel passou de 62% para 65%, papelcartão foi de 57% para 60% e papelão ondulado, de 65% para 70%. Embora não representem participação de mercado, os dados indicam uma valorização crescente desses materiais.

Fabio Mortara, presidente de Two Sides Brasil, destaca a comparação dos dados desta pesquisa com os daquela publicada em 2020, que revela o crescimento de oportunidades para as embalagens de papel. “Qualidade, como mostra a pesquisa, é o principal requisito dos compradores de embalagens e isso se coloca como o desafio maior para toda a indústria de papel, cartão e papelão.

A sustentabilidade se mantém como um fator-chave na escolha das embalagens. A associação entre papel e atributos sustentáveis, como reciclabilidade e biodegradabilidade, foi amplamente reforçada pelos participantes. Além disso, 27% dos entrevistados afirmaram considerar a substituição do material atualmente utilizado por uma alternativa mais sustentável. No entanto, 59% apontaram a necessidade de mais informações para tomar decisões mais assertivas.

A pesquisa confirma o crescimento da consciência ambiental nas empresas e aponta para um futuro no qual o papel deve ganhar ainda mais espaço como aliado da sustentabilidade e da comunicação com o consumidor.

Sobre a Empapel

A Empapel, Associação Brasileira de Embalagens em Papel, surge em 2020 no lugar da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) – que desde 1974 representou aquele segmento. Com a ambição de ir além do papel ondulado, a entidade tem como missão ser reconhecida como uma associação que transforma o diferencial ambiental das embalagens de papel.

A Empapel quer promover uma ampliação de mercados e de oportunidades de negócios para seus associados, além de alcançar protagonismo em soluções para embalagens.

Sobre Two Sides

Fundada em 2008, Two Sides é uma iniciativa global, sem fins lucrativos, que divulga os atributos únicos, sustentáveis e atraentes do papel e das embalagens de papel, bem como esclarece equívocos comuns sobre seus impactos ambientais. Two Sides é uma colaboração de empresas de celulose, papel, embalagens, gráficas, editoras, jornais e revistas e opera na Europa, América do Norte e do Sul, África do Sul, Austrália e Nova

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição do Prêmio Ibá de Jornalismo

Concurso irá premiar reportagens escritas, de vídeo e áudio que joguem luz sobre o setor de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração

São Paulo, junho de 2025 – Pelo segundo ano consecutivo, a Ibá lança seu Prêmio de Jornalismo, com o objetivo de estimular e reconhecer a cobertura jornalística de qualidade relacionada ao setor de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração.

Em 2025, assim como no ano passado, serão quatro as categorias para inscrição: vídeo, áudio, texto e veículo setorizado. Uma reportagem será premiada por categoria, recebendo o valor de R$ 5 mil, além de troféu e certificado. Haverá ainda uma menção honrosa no valor de R$ 3 mil.

Para concorrer, trabalhos podem ser enviados até o dia 1º de outubro pelo formulário de inscrição disponível no site da Ibá (www.iba.org/premio). As reportagens devem respeitar alguns critérios básicos, entre eles, ser publicada em um veículo de imprensa entre o dia 1º de janeiro de 2025 até o término das inscrições. O edital com todas as regras também está disponível no site da Ibá.

Banca de jurados

Assim como no ano passado, o Prêmio Ibá de Jornalismo conta com uma banca avaliadora de peso, formada por especialistas renomados de diversas áreas. São eles Leão Serva, José Otávio Brito e Cindy Correa.

Leão Serva é diretor Internacional de Jornalismo, correspondente em Londres da TV Cultura e professor de Ética Jornalística na ESPM-SP. Escritor, é autor de “Jornalismo e Desinformação” (Senac, 2001) e “A Fórmula da Emoção na Fotografia de Guerra” (SESC, 2021), entre outras obras.

José Otávio Brito é professor titular sênior da USP (Universidade de São Paulo), no Campus Luiz de Queiroz, em Piracicaba (SP), do qual já foi prefeito. Foi diretor-executivo do Ipef (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais), atuou como professor associado visitante na Université Henry Poincaré, de Nancy (França), e academic visitor, no Imperial College of London, na Inglaterra.

Cindy Correa é especialista em gerenciamento de crise e Comunicação 360º. Comanda a equipe de Comunicação da Ibá. Já atuou na Gazeta Mercantil, Valor Econômico, Revista Ferroviária e Viagem e Turismo. Comunicóloga formada na Faculdade Cásper Líbero, tem pós-graduação em Marketing na ESPM-SP, MBA Executivo no EADA Espanha em Gestão em Negócios e está cursando um mestrado em Sustentabilidade.

A Ibá também relançará nas próximas semanas o Guia de Cobertura, com o objetivo de apoiar jornalistas interessados em realizar reportagens. No manual, é possível encontrar os principais dados sobre a indústria de árvores cultivadas, definições de termos técnicos, explicações para equívocos comuns e referências de fontes que podem ser ouvidas em apurações.

Em seu primeiro ano, o Prêmio Ibá recebeu mais de 100 reportagens enviadas por profissionais de 17 estados de todas as regiões do país. A maioria das inscrições foi feita na categoria escrita (62), seguida por TV (28), veículo especializado (11) e áudio (7). Entre as reportagens premiadas, houve trabalhos de grandes veículos nacionais, assim como de filiadas, jornais e rádios regionais.

O setor brasileiro de árvores cultivadas é uma potência da bioeconomia global. Planta, colhe e replanta em mais de 10 milhões de hectares, além de preservar 6,9 milhões de hectares em áreas nativas. Trata-se de uma agroindústria que faz uso inteligente da terra, respeita a natureza e cuida das pessoas.

Sobre a Ibá

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas para fins industriais e de restauração, do campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 50 empresas e 10 entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas – painéis de madeira, pisos laminados, celulose, papel, florestas energéticas e biomassa -, além dos produtores independentes de árvores plantadas e investidores institucionais.

Site: iba.org/
Instagram: www.instagram.com/iba_oficial/
Facebook: web.facebook.com/industriabrasileiradearvores

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CADE aprova compra da fatia da Paper Excellence na Eldorado pela J&F

A J&F realizou o pagamento à vista de R$ 15 bilhões para adquirir a totalidade das ações da Eldorado Brasil Celulose detidas pela Paper Excellence

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou sem restrições a compra pela J&F da participação antes detida pela Paper Excellence na Eldorado Celulose. O acordo, que colocou fim a uma briga entre as partes que se estendia desde 2018, foi firmado no mês passado.

A J&F realizou o pagamento à vista de R$ 15 bilhões para adquirir a totalidade das ações da Eldorado Brasil Celulose detidas pela Paper Excellence.

A medida encerrou todas as ações judiciais e arbitrais em curso referentes ao caso, no Brasil e no exterior.

O negócio de venda da Eldorado Brasil Celulose começou em 2017 com uma transação amigável entre o grupo brasileiro J&F e o indonésio Paper Excellence, mas no ano seguinte se tornou uma bilionária disputa corporativa que só terminou em 15 de maio.

O cerne da disputa envolveu a validade do contrato de compra e venda e a transferência do controle acionário da Eldorado.

Várias decisões judiciais e arbitrais foram proferidas ao longo dos anos, com resultados diferentes.

A Paper Excellence buscou judicialmente a concretização da compra, enquanto a J&F tentou anular o acordo.

Informações: InfoMoney.

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Expedição de papelão ondulado totaliza 340.025 toneladas em abril de 2025

O Boletim Estatístico Mensal da EMPAPEL aponta que o Índice Brasileiro de Papelão Ondulado (IBPO)caiu 3,6% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para 151,4 pontos(2005=100).

Em termos de volume, a expedição de caixas, acessórios e chapas de papelão ondulado alcançoude 340.025 toneladas no mês. Apesar da queda, esse é o segundo maior volume expedido, entreos meses de abril, ficando atrás apenas de 2024 (352.862 ton.).

Por dia útil, o volume de expedição foi de 14.168 toneladas, uma alta de 4,4% na comparaçãointeranual, em que abril de 2025 registrou dois dias úteis a menos do que em 2024 (24×26 diasúteis).

Nos dados livres de influência sazonal, o Boletim Mensal de abril registrou alta de 0,6% no IBPO,
para 158,0 pontos, equivalentes a 353.976 toneladas. Na mesma métrica, a expedição por dia útil
foi de 14.749, uma alta de 4,7% na comparação com o mês anterior.


Todos os dados contidos neste relatório têm fonte EMPAPEL. Para maiores informações entre em contato
com empapel@empapel.org.br.

Elaboração FGV IBRE.

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Vespa-da-madeira ameaça florestas de pinus e movimentaação conjunta de pesquisadores e produtores

Praga silenciosa, que pode causar prejuízos de até 53 milhões de dólares por ano, será tema de curso promovido pela APRE Florestas e Embrapa Florestas no dia 6 de junho

A vespa-da-madeira (Sirex noctilio) é considerada uma das principais pragas em plantios de pinus no Brasil. Capaz de provocar prejuízos severos,  estimados em até 53 milhões de dólares anuais, a praga compromete a qualidade da madeira e afeta diretamente a produtividade.

Com o objetivo de ampliar o conhecimento técnico e prático sobre a vespa-da-madeira, a Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) e Embrapa Florestas promovem, no dia 6 de junho, um curso de controle da vespa-da-madeira,  aberto para associados e público em geral. Os pesquisadores Susete Penteado e Paulo Pereira, da Embrapa Florestas, vão ministrar o curso, abordando estratégias de prevenção, monitoramento e controle biológico.

O presidente da APRE Florestas, Fabio Brun, destaca a importância do curso: “Sabemos que a vespa-da-madeira representa uma ameaça significativa para os plantios de pinus. Por isso, reunir conhecimento técnico, trocar experiências e disseminar boas práticas é fundamental”, aponta.

O objetivo do curso é capacitar os profissionais do setor e promover as estratégias mais eficazes no combate à praga. Realizado de forma presencial, o encontro trará assuntos como prevenção, monitoramento e controle. Além disso, os participantes também vão aprender a diferenciar a a Sirex noctilio da nova praga, Sirex obesus, detectada pela primeira no Brasil em 2023, no Estado de São Paulo.. O encontro também prevê a parte prática, em campo, para reconhecimento dos sintomas de ataque e aplicação do nematoide, que é a estratégia de controle biológico.

Controle biológico é principal aliado

Segundo especialistas, árvores estressadas são as mais suscetíveis aos ataques. Entre os principais sintomas, estão os respingos de resina causados pelas perfurações para a postura de ovos, o amarelamento das copas, orifícios visíveis na casca, manchas azuladas no interior da madeira e galerias provocadas pelas larvas.

Para prevenir o ataque, o manejo adequado é indispensável. Isso inclui desde a retirada de árvores mortas ou danificadas até o uso de árvores-armadilha. Além da prevenção, o uso do Nematec (nematoide Deladenus siricidicola), desenvolvido pela Embrapa Florestas, tem se destacado como a estratégia mais eficaz de controle.

A pesquisadora da Embrapa Florestas, Susete Penteado, explica que “esse nematoide possui uma fase de vida parasitária. Quando entra em contato com a larva da vespa, ele se multiplica dentro do corpo do inseto, penetra nos ovos e esteriliza as fêmeas. Dessa forma, além de reduzir diretamente a população, também impede a proliferação da praga”, detalha.

Produzidos pela Embrapa e distribuído pelo Funcema (Fundo Nacional de Controle de Pragas Florestais), o Nematec está  disponível aos produtores no período de março a agosto, época recomendada para o controle da praga. No Paraná, a APRE Florestas, entidade que representa as empresas do setor florestal no Paraná, é responsável por receber os pedidos dos produtores e enviá-los à Embrapa Florestas

De acordo com a Embrapa, o uso correto das estratégias de controle pode reduzir em até 70% os prejuízos causados pela praga. Isso reforça a urgência de ações coordenadas entre pesquisa, setor produtivo e políticas públicas para mitigar os danos e proteger as florestas plantadas — um dos pilares da economia florestal brasileira.

Para fazer a inscrição, basta preencher o formulário: https://forms.gle/3ZEj4CT9GRBfU2E77


SERVIÇO
Curso Vespa-da-madeira
Data: 6 de junho
Local: Berneck (Fazenda dos Álamos – Lapa PR)
Valores: R$ 150,00 (associados) e R$ 250,00 (não-associados)
Inscrições: https://forms.gle/3ZEj4CT9GRBfU2E77


Sobre a APRE Florestas
A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) representa aproximadamente metade da área total de plantios comerciais no estado. As principais organizações de ensino e pesquisa formam o conselho científico da APRE, conferindo à entidade representatividade e embasamento técnico para o desenvolvimento das ações em prol do setor florestal. Desde 1968, a atuação política, apartidária, faz da APRE a porta-voz do setor no diálogo com as esferas públicas, organizações setoriais, formadores de opinião e sociedade no desafio de promover e fortalecer ações produtivas do setor florestal paranaense.

Mais informações em https://apreflorestas.com.br/

Informações à Imprensa:
Talk Comunicação

Ana Carvalho
(48) 99109-7072
anacarvalho@talkcomunicacao.com.br

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Cassilândia recebe representantes da Reflore MS em evento sobre expansão florestal e oportunidades para pequenos produtores

A discussão também abordou o avanço da chamada “Rota da Celulose”, com grandes investimentos já confirmados nos municípios de Inocência, Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo

A Prefeitura de Cassilândia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, promoveu na noite desta segunda-feira (27) o Happy Hour Empresarial com o tema “Expansão Florestal e Celulose na Costa Leste”.

O evento contou com a presença de representantes da Reflore MS, associação que lidera a articulação do setor florestal em Mato Grosso do Sul, e proporcionou um espaço de diálogo direto entre especialistas e empresários locais, mediado por Diógenes Marques (consultor da Agência de Desenvolvimento da Costa Leste).

Durante o talk show, Júnior Ramires, presidente da Reflore MS, e o vice presidente Moacir Reis esclareceram dúvidas do público e desmistificaram pontos relacionados ao uso do solo para a silvicultura, como o impacto ambiental, a compatibilidade com outras atividades e as possibilidades de arrendamento sustentável. Ambos reforçaram que é possível organizar pequenos produtores em grupos (considerando aspectos geográficos e logísticos) para negociar diretamente com grandes empresas de celulose, ampliando as chances de inserção no mercado florestal.

A discussão também abordou o avanço da chamada “Rota da Celulose”, com grandes investimentos já confirmados nos municípios de Inocência, Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo, que têm ampliado a presença do setor na região e gerado novas oportunidades em toda a cadeia produtiva — do arrendamento de terras à prestação de serviços logísticos, alimentação e manutenção.

Além de promover o desenvolvimento econômico, os palestrantes destacaram que é fundamental garantir que a população local seja beneficiada, por meio da melhoria na qualificação profissional e do fortalecimento do comércio local, incentivando iniciativas que preparem empreendedores, fornecedores e trabalhadores para atender a essa nova demanda.

A mediação do encontro favoreceu perguntas diretas do público, fortalecendo o vínculo entre os produtores, empresários e as lideranças do setor florestal. A Prefeitura de Cassilândia reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, buscando caminhos para que grandes investimentos também gerem oportunidades reais para a população local.

Além de representantes de entidades e empresários locais, o evento também recebeu representantes comerciais de empresas de Campo Grande e Paranaíba.

Happy Hour Empresarial e o Desenvolvimento de Cassilândia – Inspirado em eventos do Sebrae com proposta de troca de experiências e fomento a oportunidades regionais como “Café com Negócio”, “Sebrae Conecta” e “Sebrae Talks”, o Happy Hour Empresarial será promovido periodicamente pela SEDEMA (Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente de Cassilândia), sempre convidando especialistas em negócios com foco em apresentar oportunidades de investimentos para empresários que queiram investir em Cassilândia.

Informações: Notícias do Cerrado.

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