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Show Florestal refletiu o bom momento da indústria do eucalipto no Brasil

O grande projeto da Malinovski para o ano 2020 e que precisou ser remarcado duas vezes pôde ser finalmente entregue com sucesso, entre os dias 24 e 26 de maio. O Show Florestal, a feira da indústria do eucalipto, reuniu 130 expositores e recebeu 7.188 visitantes no espaço Arena Mix, em Três Lagoas/MS. O levantamento feito pela organização do Show Florestal aponta que o volume de negócios fechados e prospectados durante os três dias de feira chegam a R$ 175 milhões.

Fabricantes globalmente reconhecidos aproveitaram a oportunidade para lançar novos produtos. Startups também trouxeram novas soluções que prometem revolucionar as diversas etapas do processo; desde o preparo do solo, passando pelo plantio, manejo, monitoramento, colheita, transporte e processamento de madeira.

Três Lagoas é considerada a capital mundial da celulose, abriga duas das maiores fábricas do produto no mundo e tem novos projetos para ampliar o consumo industrial de madeira de eucalipto. O Brasil, maior exportador mundial de celulose, registrou em 2020 a marca de US$ 6 bilhões em valores exportados. Três Lagoas é responsável por boa parte deste volume, fazendo jus ao título que tem. A média do município em exportações de celulose supera frequentemente a marca de US$ 100 milhões/mês.

Diante deste volume de negócios, a região se tornou um grande player de prestadores de serviços, produtos e equipamentos que atendem a indústria do eucalipto. E foi por este motivo que a Malinovski levou para Três Lagoas o Show Florestal, a feira da indústria do eucalipto. Durante três dias, estavam reunidos na Arena Mix as principais marcas e as melhores tecnologias que o mercado mundial tem a oferecer para o setor de florestas plantadas.

“Três Lagoas nos acolheu de braços abertos. Começamos este projeto em 2019 e recebemos um apoio fundamental tanto do Município, quanto do Estado, para a realização da feira”, explica Ricardo Malinovski. “Nosso setor representa muito para a economia do país. É um setor que gera negócios, cria empregos, fomenta o desenvolvimento tecnológico. Isso sem falar que o segmento de florestas plantadas traz consigo diversos benefícios ambientais por se tratar de uma fonte de matéria-prima renovável, que estoca carbono, que recupera áreas degradadas e que preserva áreas nativas.

Os investimentos programados por empresas de base florestal no Brasil devem chegar em R$ 57,2 bilhões, até 2024. Então, nossa expectativa é muito positiva e queremos repetir o sucesso do Show Florestal novamente daqui dois anos. E isso só acontecerá se tivermos conosco as diversas empresas, instituições e entidades que participaram da Semana da Indústria do Eucalipto e possibilitaram toda a grandiosidade dos eventos”, conclui ele.

Semana com eventos técnicos teve participação de 700 profissionais do Brasil e Exterior

Além da feira Show Florestal, a programação técnica da Semana da Indústria do Eucalipto também contribuiu para atrair profissionais de todos os estados da federação e de outros países da América do Sul, África, Europa e Ásia. “Recebemos profissionais do Uruguai, Paraguai, Argentina, Angola, Alemanha, Finlândia, Índia e Japão”, conta Ricardo Malinovski, CEO da Malinovski.

Parte da programação técnica aconteceu nas dependências do Sistema FIEMS/SESI de Três Lagoas, com o Congresso Florestal MS (335 participantes), promovido pela Reflore/MS; e o Evolution – Encontro de Inovações e Tecnologias Florestais (362 participantes).

Já no Sebrae foram realizadas a Rodada de Negócios, que prospectou cerca de R$ 71 milhões; e o Encontro de Comunicação do Setor Florestal, no qual a assessoria de imprensa da Reflore/MS reuniu 20 jornalistas e comunicadores para debater o setor e, também, participar da feira. Duas visitas técnicas, uma na Suzano e outra na Eldorado, que contaram com 80 participantes, concluíram a programação da Semana da Indústria do Eucalipto.

Fonte: Malinovski

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Máquinas combinadas, protetores de árvores e inovações em serras – as novidades da Elmia Wood 2022

Com mais de 260 expositores de 22 países diferentes, a feira teve produtos que interessaram a quase todos. 

Malwa foi um dos expositores da feira que veio com uma novidade mundial: na Elmia Wood a primeira máquina combinada a bateria do mundo. 
"A máquina nunca funcionou tanto quanto na demonstração do primeiro dia da feira. Podemos realmente chamar de estreia mundial para este protótipo", diz Magnus Wallin, desenvolvedor de negócios e fundador da Malwa.

A máquina entra no suporte com um som quase choramingando. Ele carrega a madeira e rola.
 “A ideia é que a bateria dure um dia inteiro de trabalho e seja carregada durante a noite”, diz Magnus.

Muitos transeuntes param e entram na floresta onde a demonstração está ocorrendo.
 A nova colheitadeira 980 da Malwa atrai o mesmo interesse.
 "É uma colheitadeira grande, mas também ágil."

Novos modelos de serras elétricas e a gasolina da Husqvarna

"Estávamos ansiosos pela Elmia Wood. Finalmente podemos sair e encontrar nossos usuários novamente", diz Lasse Strandell, instrutor e especialista em produtos da Husqvarna. "Trouxemos 'tudo' da nossa gama florestal para o nosso stand. Desde motosserras a gasolina e eletricidade a roçadoras e equipamento de segurança. A novidade deste ano é que também estamos a dar aos visitantes a oportunidade de experimentar as nossas serras num parte do estande."

Como muitas outras empresas, a Husqvarna está passando por alguns atrasos devido à situação mundial.
 "Isso significa que alguns modelos que estão muito próximos do lançamento terão que esperar um pouco mais", diz Lasse.

Mas ainda não faltam inovações e brindes tecnológicos para quem gosta de motosserras e roçadeiras eficientes.

Um dos novos produtos mais engenhosos da Elmia Wood é um "peg" que é montado no topo de pinheiros jovens para reduzir os danos causados ​​​​pelos alces famintos. O inventor, Johan Larsson, usa os pinos há mais de 10 anos em suas próprias plantas com excelentes resultados. Agora, tallskydd.se está sendo lançado para proprietários de florestas em larga escala.
 "Receber a confirmação dos compradores de que realmente funciona é a melhor coisa do mundo", diz ele.

Quando a infame tempestade Gudrun passou pela Suécia em 2005, grande parte da floresta de Johan foi derrubada.
 "Depois eu quis plantar pinus. Disseram-me que era uma missão impossível - que o alce vai comer tudo. 'Não, eles não vão', pensei, e plantei, pulverizei com todos os produtos disponíveis e esperei. Infelizmente, eles estavam certos, era impossível - o alce comeu tudo."

Mas vergonha daquele que desiste.
 "Eu tentei de novo. Tentei cercar, mas isso também se mostrou impossível se você quiser ter sua terra acessível."

Então Johan teve que encontrar outra solução.
 “Não desisto fácil. Então comecei a experimentar uma solução mecânica em chapa de aço. O modelo patenteado que está disponível agora é a versão 32 em fase de desenvolvimento do produto, então demora para acertar”, ri.

Os protetores de pinheiro Tallskydd são colocados nas plantas jovens em agosto/setembro antes que os alces e os veados comecem a comê-los.
"Você pode colocá-los quando quiser - o clima não faz diferença no resultado, ao contrário da pulverização, que depende do clima."

Você carrega os protetores com você em um suporte engenhoso preso ao seu cinto.
"No segundo ano e depois, você não precisa levar nenhuma ferramenta ou acessório com você - basta sair e mover o protetor para o novo tiro superior."

Uma vantagem importante é que os brotos superiores são protegidos enquanto os brotos laterais ainda são acessíveis para pastagem. "Rejeitamos deliberadamente o alumínio e o aço inoxidável em favor da chapa de aço comum. Se uma for deixada para trás no chão, ela acabará desaparecendo."

Fonte: Elmia Wood
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Riscos de incêndio se alinham às variáveis meteorológicas e outros fatores; entenda mais sobre escala de gravidade

Índices de risco de incêndios florestais costumam ser um dos primeiros dados que gestores, bombeiros e profissionais da cadeia produtiva florestal analisam quando precisam cuidar dos possíveis casos de ignições.

Da parte dos bombeiros, as metodologias que empiricamente são mais lembradas neste contexto dizem respeito às referências de 30-30-30. Ou seja, há o entendimento repassado ao longo do tempo, dentro da corporação, de que existe uma condição ideal para propagação de incêndios quando há temperatura acima de 30°C, umidade relativa do ar menor que 30% e ventos acima de 30 km/h. 

Em outra linha, existem índices mais técnicos e assertivos, também metodologicamente mais aceitos em diferentes países. O FWI (Fire Weather Index), por exemplo, é uma ferramenta para a classificação da perigosidade meteorológica de incêndio desenvolvida pelo Serviço Canadense de Florestas, que engloba índices que quantificam precipitação, quantidade de combustíveis disponíveis e a respectiva umidade, além de temperatura e intensidade de vento. 

Acrescido a isso, a quantificação da Probabilidade de Extremos no FWI indica a possibilidade de um incêndio já detectado ter uma liberação de energia significativa a ponto de ocasionar um fogo severo e de difícil combate. As ponderações são classificadas em: reduzido, moderado, elevado, muito elevado e máximo.

Essa indicação primária, muitas vezes repassada de boca-boca por quem costuma lidar com as situações limite, tendo como evidência apenas indicadores on-line, que apresentam os índices FWI numa mesma região, se depara com entraves nem sempre lembrados, como condições meteorológicas graves e a influência humana no terreno, que condicionam de forma muito especial a propagação do fogo diretamente num local. 

Mais estratégicos, dados que incidem sobre o ponto de interesse só são trazidos por indicadores mais atuais, englobando variáveis mais precisas, com resultados nítidos e dados consolidados.

A solução Flareless, da Quiron Digital, considera temperatura, umidade, incidência de vento e mais de 12 variáveis para o cálculo do risco de incêndio, entregando um mapa detalhado com resolução espacial de 10 metros. Algumas variáveis  são dinâmicas, e por isso necessitam de monitoramento constante pois podem sofrer influência direta das mudanças meteorológicas e influência antrópica (fatores humanos) de cada local, como por exemplo a quantidade de material combustível disponível para queima, além de condições vegetativas que venham a influenciar a ignição.

“Em uma área muito grande, acaba se tornando muito complexo avaliar índices, já que normalmente esses dados são provenientes de  estações meteorológicas, fornecendo baixa resolução de monitoramento. Só com esses dados não conseguimos identificar o real risco de cada local, pois estamos vendo apenas a extrapolação dos dados entre estações e desconsiderando os fatores vegetativos e humanos que ocorrem em cada local, ou do próprio relevo, que não é contemplado nesses índices. Assim, na prática, mapas de risco de fogo gratuitos apresentam de maneira simplificada as condições de severidade meteorológica associadas à ocorrência de incêndio”, lembrou Adam Marques, mestre em Engenharia Florestal e Head de  Pesquisa e Desenvolvimento da Quiron. 

Na Quiron, são seis as classificações utilizadas no risco de incêndio: 

  • Nulo
  • Baixo
  • Moderado
  • Alto
  • Muito Alto
  • Extremo 

Além desses, há ainda a indicação de black dots, pontos específicos e localizados no mapa disponibilizado onde o problema da dispersão do fogo pode ser mais crítico. O exemplo abaixo mostra como funcionam os gráficos e as imagens na plataforma da Quiron. 

No gráfico de acompanhamento dos próximos 10 dias, também é possível selecionar as diferentes datas, mudando a visualização gráfica

PORTAIS DE ACESSO LIVRE TAMBÉM MOSTRAM ÍNDICES DE INCÊNDIOS; VEJA COMPARAÇÃO

Ferramentas disponibilizadas gratuitamente pela internet também mostram possibilidade de ocorrências de incêndios. Menos precisos, esses índices não levam em conta todos os fatores que são evidenciados pela solução Flareless, da Quiron.

VEJA OS EXEMPLOS

Predição da Quiron em Humaitá (AM), em agosto de 2021:

Dados do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, no mesmo período:

 Avaliação do INMET, na mesma localidade: 

Na nova plataforma, predição Quiron no dia 03 de maio de 2022 apontou quase 80% da área monitorada na região de Três Lagoas (MS) como muito alta para ocorrência de incêndios. Acompanhe o monitoramento em tempo real aqui:

Com datas de histórico disponíveis e gráfico de risco do período, informes da nova plataforma de predição Quiron apontam quase 80% da área monitorada na região de Três Lagoas (MS) como muito alta para ocorrência de incêndios, no dia 03 de maio de 2022. Também vemos um black dot, de condição extrema para propagação de fogo.

Fonte: Quiron Digital

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Erva-mate do Planalto Norte Catarinense ganha reconhecimento de Indicação Geográfica

É a primeira vez que o produto erva-mate recebe reconhecimento como IG de Denominação de Origem

A Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense ganhou o reconhecimento de Indicação Geográfica (IG) de Denominação de Origem. Este é o primeiro registro na espécie Denominação de Origem para o produto erva-mate. O reconhecimento foi concedido hoje (14) pelo Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI).

O outro registro para esse produto é na modalidade Indicação de Procedência, destinado à Erva-Mate de São Matheus, no Paraná, em 2017.

O processo para o registro da Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense contou com apoio financeiro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio de convênio, e também apoio técnico por mais de 10 anos. O Instrumento Oficial de Delimitação da área da IG, documento necessário para o registro, foi emitido pela Coordenação de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários do Mapa. No total, a área geográfica engloba 20 municípios catarinenses.

Os produtores poderão aplicar em seus produtos um Selo representativo da cultura, bem como os Selos Brasileiros de IG, criados em 2021.

A Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense caracteriza-se por ser cultivada em ambiente de sombra esparsa junto à Mata de Araucária. O produto é constituído por folhas e ramos da erva-mate (Ilex paraguariensis), em sua maioria proveniente de ervais nativos, sem a presença de espécies exóticas e insumos químicos.

Além da sombra proporcionada à erva-mate, a Mata de Araucária tem papel fundamental durante o inverno, no qual o estrato arbóreo constitui uma barreira contra as perdas de radiação e os ventos frios. Dessa forma, contribui para a conservação de calor no solo e no ar, mantendo a umidade necessária aos ervais. 

A região apresenta a menor insolação anual no estado de Santa Catarina, o que garante à erva-mate um ambiente menos ensolarado. Tal sombreamento proporciona à erva-mate do Planalto Norte Catarinense maiores teores de cafeína, conforme evidenciaram estudos de caracterização química do produto, provenientes de municípios da área delimitada.

De acordo com a documentação apresentada no processo da Denominação de Origem, a análise sensorial da erva-mate do Planalto Norte Catarinense, realizada por um painel de especialistas, mostrou que, quando comparada às ervas-mate do Paraná, Rio Grande do Sul e da Argentina, a primeira apresentou maior brilho e um verde mais intenso na erva seca triturada. Além disso, a cor verde da infusão da erva-mate do Planalto Norte Catarinense foi superior.

Quanto aos atributos de doçura e amargor, a Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense apresentou maior nível de doçura e menor amargor, quando comparada às amostras das outras regiões mencionadas, gerando o sabor suave específico e mais valorizado no mercado, ainda segundo a documentação no processo.

Com relação aos fatores humanos do meio geográfico, os métodos de colheita e trituração, bem como o preparo da infusão de erva-mate, sofreram forte influência de diferentes povos. Desde o saber fazer atual da colheita, passando pelo sapeco e cancheamento (moagem), até o modo de preparo para consumo, somaram-se contribuições históricas dos povos indígenas, dos caboclos e dos tropeiros, que introduziram um instrumento chamado ouriço no processo de cancheamento; além da influência dos imigrantes europeus, que se incorporaram à atividade ervateira na floresta.

Indicações Geográficas 

A Indicação Geográfica (IG) é um instrumento de reconhecimento da origem geográfica de um produto ou serviço. Por isso, é conferida a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, que detêm valor intrínseco, identidade própria, o que os distingue dos similares disponíveis no mercado.

O total de Indicações Geográficas chega a 99, sendo 68 Indicações de Procedência (IP), todas nacionais, e 31 Denominações de Origem (DO), das quais 22 são nacionais e nove, estrangeiras.

* Com informações do INPI

Fonte: MAPA

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Komatsu Forest Brasil tem novo diretor geral

O brasileiro Eduardo Sperandio Nicz, 40, assume, em 13 de junho, o cargo de diretor-presidente da Komatsu Forest Brasil. 

Nicz tem mais de 20 anos de experiência nas áreas Comercial e de Marketing no negócio de bens de capital, desenvolvimento de concessionários, marketing estratégico e comercial e na liderança global de produtos na indústria de máquinas pesadas.

Nicz substituirá o atual diretor geral da Komatsu Forest Brasil, Juergen Munz, que continuará seu papel como diretor geral da Komatsu Forest Alemanha. 

Sobre a Komatsu Forest Brasil

A Komatsu Forest Brasil, uma subsidiária brasileira da Komatsu Forest AB, comercializa e vende máquinas florestais Komatsu Forest, peças de reposição e serviços de manutenção. A Komatsu Forest AB tem sua sede e produção em Umeå, Suécia.

Fonte: Komatsu Forest

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A feira florestal Elmia Wood 2022 abriu e teve um primeiro dia fantástico

Hoje os portões foram abertos para Elmia Wood 2022 em Bratteborg, ao sul de Jönköping. Foi um começo fantástico com muitos visitantes. A feira foi aberta pela Ministra dos Assuntos Rurais da Suécia, Anna-Caren Sätherberg.

"A importância das florestas para a economia, empregos, clima e lazer não pode ser subestimada. É por isso que um fórum como este, onde podemos nos reunir e discutir o futuro das florestas, é tão importante. É uma honra declarar Elmia Wood 2022 abrir!"
Com estas palavras, a Ministra dos Assuntos Rurais da Suécia, Anna-Caren Sätherberg, deu as boas-vindas aos visitantes da floresta de Bratteborg, nos arredores de Jönköping.

Os primeiros na longa fila de visitantes ansiosos foram Gunilla e Lennart Gustavsson de Kisa em Östergötland. "Visitar Elmia Wood é o melhor feriado que você pode imaginar", diz Gunilla. "Somos proprietários de florestas e estamos particularmente interessados ​​em novos desenvolvimentos para silvicultura de pequena escala", diz Lennart.

Também na lista estão os proprietários florestais Henrik Mörelius, Jörgen Holmqvist e Kennet Karlsson de Växjö, que também procuram inovações para o proprietário florestal independente. "É sempre divertido ver novos produtos e acompanhar os desenvolvimentos. As questões climáticas e ambientais estão em alta nos dias de hoje, então acho que essa será a marca registrada da feira", diz Henrik Mörelius.
"Serras e ferramentas manuais são particularmente interessantes", acrescenta Jörgen Holmqvist.

Axel Sparre, Kjell Wennerbo e Thomas Andersson trabalham para a Rimforsa Skog e são visitantes experientes da feira: "Temos muito interesse. Sempre viemos aqui. A empresa está prestes a investir, então vamos conferir alguns modelos diferentes de picadores de madeira. Mas também serras e equipamentos para silvicultura manual", diz Axel Sparre. "As mudas também são interessantes. Também estou um pouco curioso sobre o Innovation Loop, sobre o qual já vi algumas informações antecipadas", diz Thomas Andersson.

Muitos novos produtos na feira florestal

Uma máquina que está sendo mostrada pela primeira vez em demonstrações reais em uma feira é o triturador de tocos Dipperfox. Diz-se que a poderosa máquina é multicompatível com acessórios para vários tipos de máquinas.
"Ele pode ser usado em sua escavadeira, retroescavadeira ou colheitadeira. Ele opera totalmente hidraulicamente sem nenhum sistema eletrônico complicado e você simplesmente o monta no braço da caçamba", explica Magnus.

A caixa de velocidades patenteada da ferramenta ajusta automaticamente a velocidade e a potência em função da resistência do toco, do solo ou das raízes.
"Ele opera em uma velocidade de rotação baixa. Isso torna nosso moedor de tocos seguro e também incrivelmente eficaz. Não é necessária uma grande zona de segurança e as lâminas giram tão lentamente que todas as lascas de madeira acabam no local de moagem. uma pedra no chão, as lâminas são empurradas para o lado. Outra vantagem da velocidade de rotação é que os níveis de ruído são baixos – por isso é perfeito para uso em ambientes urbanos", diz Magnus.

Outro expositor, Alstor, está mostrando nada menos que 10 máquinas diferentes na Elmia Wood 2022. Os recém-chegados ao estande incluem duas máquinas do que Patrik descreve como "a quarta geração de Alstors":
"Eles são o 822 totalmente novo com assento do operador aberto e o 832 equipado com cabine. Eles estão fazendo demonstrações mais ou menos constantemente durante a feira."

O Alstor 822 é o sucessor do best-seller Alstor 821.

"A ergonomia do operador foi otimizada com maior armazenamento, piso plano, posição de condução melhorada e melhor acesso dentro e fora da máquina em ambos os lados", explica Patrik. "Outra vantagem sobre a escolha de uma versão com cabine é, claro, o preço. Mas também você ganha uma visibilidade tão boa, além da ergonomia quando você quer entrar e sair com frequência. Você tem a motosserra pendurada na frente pela barra de proteção ao lado do banco do motorista - você quer ter a máquina com você pela árvore que está derrubando. Você pode levantar o tronco a uma altura confortável enquanto desgalha e corta no comprimento. O 822 é um ótimo amigo para ter com você na floresta."

Fonte: Elmia Wood
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BRDE intensifica ações sustentáveis para se tornar o primeiro banco verde do País

Carro elétrico, placas fotovoltaicas, bicicletário para colaboradores e reciclagem de materiais são algumas das ações adotadas pela agência paranaense, baseadas em Inventário de Emissões da GEE. Também é destaque o volume de crédito para financiamento de projetos sustentáveis.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) intensificou neste ano as medidas sustentáveis para se tornar o primeiro banco verde do Brasil. A instituição adota ações que reduzem a emissão de gases do efeito estufa, com base no Inventário de Emissão de GEE realizado na agência paranaense em 2022 e divulgado neste mês de maio. Entre elas, está a utilização de veículo elétrico e a instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica na agência do Paraná, prevista para funcionar ainda neste ano.

“É um novo alinhamento que trazemos para o BRDE e que chamamos de comportamento verde. Desde 2019, nossa equipe trilha pelo planejamento estratégico, para que possamos nos tornar o primeiro banco verde do Brasil”, explica o presidente do banco, Wilson Bley Lipski.

A instituição propõe a transformação por meio de uma nova mentalidade. Uma das ações operacionais que refletem essa mudança foi a destinação, em 2021, de R$ 2,4 bilhões em financiamentos destinados a projetos, nos três estados do Sul, alinhados a pelo menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Os projetos representaram um investimento de R$ 762 milhões.

Esses recursos estão acessíveis nos macroprogramas Mais Sustentabilidade Ambiental e Mais Energia Sustentável, que a partir de agora exibirão um selo ODS para identificar em qual Objetivo estão enquadrados. Só no Paraná, no ano passado, foram mais de R$ 138 milhões em créditos foram liberados por estes dois programas.

Além do apoio a projetos sustentáveis, Bley destaca que as ações devem começar dentro da própria instituição. “O banco tem uma postura contemporânea de transformação e está fazendo mudanças que acompanham os novos tempos”, afirma. “Pensando na nossa responsabilidade social, estamos construindo um diálogo com a sociedade começando por atitudes próprias para inspirar pessoas nesse momento de transformação. A sustentabilidade e o pensamento verde passam a ser comportamentos do BRDE”.

MAIS PROJETOS – O carro elétrico, que já está em circulação, é resultado do programa VEM PR,  uma parceria estabelecida entre o Governo do Estado, por meio da Superintendência Geral de Inovação, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Fundação Parque Tecnológico de Itaipu (FPTI) no desenvolvimento de soluções tecnológicas em mobilidade. O veículo foi entregue dia 23 de maio, no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões.

Ainda na linha da mobilidade, há um projeto de um bicicletário moderno, que estimule novos meios de locomoção mais sustentáveis entre os colaboradores.

A fim de diminuir os impactos ambientais e seguir com o propósito de se tornar um banco verde, está prevista a instalação de um sistema de energia fotovoltaica para 2022, que contribuirá para a economia de energia elétrica consumida na agência paranaense. Também estão sendo instaladas lâmpadas externas com sensores fotovoltaicos.

As ações de mitigação contemplam, também, mudanças simples no cotidiano da empresa que trazem benefícios importantes e imediatos. Já houve, em anos anteriores, a substituição das lâmpadas da agência por LED e a atualização da frota própria com veículos novos e menos poluentes.

Outras medidas foram a instalação de cisterna e reservatórios elevados para reaproveitamento de água de chuva, a eliminação de uso de copos plásticos, a instalação de película termoisolante em vidros da recepção para redução do consumo de energia e a adoção do descarte seletivo de resíduos com lixeiras específicas por tipo de lixo.

Além disso, o BRDE criou, em Curitiba, a horta comunitária dos funcionários terceirizados, e tanto a agência quanto a Chácara da Associação têm bosques com diferentes espécies de árvores, o que também ajuda a neutralizar as emissões.

ESTUDO – O Inventário de Emissão de GEE de 2022 foi pautado nas emissões do período 2017 a 2021, abrangendo a agência do Paraná, o bosque e o Espaço Cultural BRDE, no bairro Alto da Glória, em Curitiba; o Barracão do BRDE no bairro Pinheirinho, também na Capital, e a Chácara da Associação de Funcionários, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.

O documento tem como objetivo identificar e quantificar as emissões de gases do efeito estufa, para guiar o desenvolvimento de ações mitigadoras que visem reduzir ou neutralizar o efeito desses gases no meio ambiente.

O estudo foi liderado pelo professor Carlos Sanquetta, da Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Foram analisadas três tipos de emissões: as provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pela empresa em suas operações, como os veículos do BRDE e a refrigeração de ar da agência; as emissões da geração de eletricidade comprada e consumida pelo banco; e as decorrentes de atividades da empresa, porém, produzidas por fontes de fora da empresa, como viagens a negócios e deslocamentos.

Essa última é, segundo o inventário, a mais impactante fonte de gases do efeito estufa na agência. Os veículos próprios, as viagens aéreas e o consumo de energia elétrica também são emissores significativos.

Fonte: BRDE

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 Novas oportunidades de emprego na Eldorado Brasil

Eldorado Brasil, com fábrica em Três Lagoas e florestas plantadas em Mato Grosso do Sul, abre vagas para diversos setores; Oportunidades são para os estados de SP e MS

O mês de junho, além de marcar o início do inverno, pode trazer até você a oportunidade de emprego que mudará a sua vida. Isso porque o ritmo de contratações continua forte na Eldorado Brasil Celulose, que está com mais de 250  vagas de emprego para diversos setores em suas operações. A empresa busca profissionais para contratação imediata em Mato Grosso do Sul, nas cidades de Selvíria, Água Clara, Três Lagoas, Ribas do Rio Pardo e Inocência e também no Estado de São Paulo, na capital paulista, Santos e Andradina.

Leia quais são as áreas com vagas e suas respectivas funções:

– Comercial e Logística: assistente de faturamento;

– Financeiro: estagiária/Estagiário – Crédito e Cobrança;

– Florestal: ajudante florestal, ajudante de Pesquisa Florestal, auxiliar de cozinha, borracheiro, mecânico II, mecânico trainee, motorista I, líder operações florestais (Programa renovar), técnico desenvolvimento operacional I (instrutor de treinamento mecânico silvicultura), técnico desenvolvimento operacional I (instrutor de treinamento de operadores HW e FW) e  técnico desenvolvimento operacional I (instrutor de treinamento operadores de linha amarela);

– Industrial: analista de suprimentos III e operador de área I;

– RH: analista de recursos humanos III;

– TI: analista de sistemas II – ABAP e analista em infraestrutura (foco em telecomunicações);

– Transportadora: motorista carreteiro.

Como se candidatar a uma vaga?

Para consultar as oportunidades e cadastrar currículo, basta acessar o site www.eldoradobrasil.com.br na aba “Trabalhe Conosco”, ou procurar um dos pontos de apoio para entrega presencial de currículo, nas seguintes localidades:

•            Água Clara (MS): Escritório Eldorado Brasil, Rua Primeiro de Maio, nº 01;

•            Inocência (MS): Sala do Empreendedor, Av. Alexandre Batista Garcia s/nº (em frente a Lotérica Canaã);

•            Selvíria (MS): Balcão de Empregos, Av. Profª Marilucia Torres Laluce, nº 900, Centro (Antiga Faculdade); 

•            Bataguassu (MS): Escritório da Eldorado, Rodovia BR 267, km 32, sentido Campo Grande.

É importante o candidato sempre manter seus dados cadastrais atualizados e lembrar de conferir seu e-mail e caixa de SPAM.

Benefícios

A Eldorado Brasil oferece assistência médica e odontológica, vale refeição, vale alimentação, prêmio de produção, PPR – Programa de Participação de Resultados, plano de previdência privada e seguro de vida, conforme a função.

Sobre a Eldorado

A Eldorado Brasil é uma empresa de base florestal, com mais de 250 mil hectares de florestas plantadas no Mato Grosso do Sul e outros mais de 100 mil hectares de áreas conservadas. Em Três Lagoas (MS), a companhia opera uma fábrica com capacidade para produzir 1,8 milhão de toneladas de celulose por ano e uma usina termelétrica que gera 50 megawatts/hora de energia. A Eldorado conta com o trabalho de mais de 5 mil colaboradores.

Fonte: Eldorado Brasil

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Os mercados europeus de madeira e toras estão em um ponto de virada

O comércio de toras e madeira na Europa mudará drasticamente nos próximos anos, à medida que as colheitas de madeira na Europa Central diminuirem e as sanções contra a Rússia resultarem em uma queda nas importações de produtos florestais.

Os mercados de madeira em tora da Europa Central estão em um ponto de virada. Nos últimos quatro anos, as florestas sofreram danos extensos de um surto de besouros de casca de abeto em grande parte da região, levando a aumentos temporários na colheita, produção de madeira e exportação de toras. A infestação na República Tcheca e na Alemanha resultou em colheitas de madeira recorde nos últimos anos. Como resultado, de 2017 a 2021, as remoções anuais de madeira em tora aumentaram 15% e em um nível insustentável. A quantidade de madeira danificada pelo besouro da casca atingiu o pico em 2019, caindo 5% em 2020 e 24% em 2021. O volume de madeira danificada deve cair em 10-20% ao ano, revertendo para níveis próximos da média de longo prazo até 2025.  

O novo Relatório Focus , Mercados de madeira redonda da Europa Central – Perspectivas de fornecimento de madeira macia fornece uma visão geral de como o fornecimento de madeira da Europa Central evoluirá até 2030. Ele também abrange as implicações para as indústrias florestais na região e o provável impacto nos mercados globais de toras de madeira macia e madeira serrada. 

O aumento na oferta de madeira foi absorvido pelas serrarias domésticas (~60%) e aumento da exportação de toras e celulose (~40%). O fornecimento adicional de madeira a preços competitivos ajudou a indústria de serraria da Europa Central a se expandir, aproveitando os fortes mercados de madeira na Europa e globalmente em 2020-21. Além disso, o aumento do fornecimento de serragem e cavacos de madeira das serrarias permitiu o crescimento da produção de pellets e painéis de madeira.  

Com o pico das colheitas de madeira, os exportadores e consumidores de toras precisarão se ajustar a uma oferta reduzida de toras de fibra longa nos próximos anos. A produção de madeira da Europa Central diminuirá dos níveis recordes atuais, e a região pode deixar de ser um exportador líquido de toras para se tornar um importador líquido novamente. Além disso, a invasão da Ucrânia pela Rússia resultou em sanções na importação de praticamente todos os produtos florestais da Rússia e da Bielorrússia para a Europa, que incluiu quase seis milhões de m3 de toras e nove milhões de m3 de madeira serrada de fibra longa em 2021.  

A redução da oferta de madeira na Europa Central e a invasão da Ucrânia pela Rússia afetarão a produção da indústria europeia, os fluxos comerciais e os preços dos produtos florestais por muitos anos. As serrarias precisarão renovar o foco no rendimento de conversão e nas capacidades de serragem de pequeno diâmetro, as indústrias de fibra devem considerar espécies alternativas e fontes de fibra de madeira, e os proprietários de florestas se beneficiariam de um manejo florestal mais intensivo. Além disso, os mercados internacionais precisarão se ajustar à oferta reduzida de toras de fibra longa e exportações de madeira serrada.

Fonte: Forest2Market

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Harvesters de Pneus são vantajosos também em áreas planas?

Quais elementos devem ser considerados antes de optar por esteiras ou pneus na hora de colher floresta

O Diretor de Território da Ponsse na Alemanha, Tuomo Moilanen, desmistifica que máquinas sob rodas são apenas para terrenos íngremes e mostra as vantagens desse equipamento também para áreas planas. “Antes de tudo, a forma ideal de se comparar o custo-benefício de uma máquina é analisando a eficiência da cadeia como um todo, e não apenas pelo seu custo de aquisição ou manutenção”, disse Tuomo.

Para terrenos íngremes, as máquinas de pneus se diferenciam por possuírem seus boogies balanceados e com o centro de gravidade mais baixo, além de serem mais estáveis e confiáveis para a colheita em declividade. Entretanto, no Brasil ainda é bastante comum a mecanização da colheita florestal em planícies com a adaptação de escavadeiras, tirando a concha para instalação de um cabeçote de harvester. Essa alternativa geralmente resulta em um menor custo de aquisição de maquinário e tem suas vantagens de negócio, após o fim da vida útil,  para uso, inclusive, em outras atividades não florestais. 

Contudo, segundo Tuomo destacou acima, ao optar por maquinários de esteiras ou de pneus para as operações florestais é preciso analisar a produtividade de toda a cadeia, ao longo do ciclo de cada equipamento e não apenas o seu custo de aquisição ou manutenção. 

Harvesters de pneus saem na vantagem e são unanimidade nos processos de colheita de países europeus, principalmente, por serem máquinas purpose built, ou seja, produzidas especificamente para esta atividade. Essa característica faz dela um equipamento mais robusto, produtivo, seguro e ergonômico, pois possui geometria e dimensão da grua ideal para a atividade de colher e processar a árvore dentro da floresta, com isso a máquina fica mais estável. A potência do motor é maior e se destaca também o sistema de controle e a potência hidráulica, tudo projetado para aguentar altas cargas de trabalho por várias horas seguidas.  Ainda vale ressaltar a ergonomia e a visibilidade durante o processo de colheita.

Além de tudo isso, a excelente visibilidade proporcionada pelas máquinas de pneus, como as máquinas da Ponsse, e um operador bem capacitado, permitem a aplicação de  diferentes métodos de colheita, como o FishBone, por exemplo, muito utilizado na Europa, para atingir a máxima eficiência de acordo com a realidade de cada talhão. Já a operação de colheita  com máquinas de esteiras, limita-se a poucos métodos não tão produtivos.

Tuomo ainda salienta que a segurança e bem-estar do operador é maior em máquinas de pneus, por diversos motivos, entre eles a menor vibração durante a operação. Em um estudo publicado por ele, os dados mostram que quanto menor a vibração da operação, melhor é o desempenho dos operadores.

“Também podemos frisar que, se há uma alta produtividade no harvester, o forwarder também atuará no seu desempenho máximo trazendo o real melhor custo benefício para a cadeia de colheita florestal” completou Tuomo.

Fonte: Ponsse

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