Audiência pública reunindo deputados, lideranças e representantes do governo debate impactos das tarifas norte-americanas no setor madeireiro paranaense
O Paraná é o estado brasileiro mais afetado pelo tarifaço norte-americano às importações. De acordo com estimativas do setor madeireiro, as empresas já somam 6 mil demissões e, se a situação perdurar por mais 60 dias, esse número pode se elevar para 10 mil demissões.
A Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) realizou nesta segunda-feira, dia 29 de setembro, uma audiência pública para discutir os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos ao setor de madeira e derivados. O encontro reuniu deputados, lideranças empresariais e representantes do governo estadual. De acordo com as entidades que representam o setor madeireiro, entre elas Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) e a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), o cenário enfrentado pelas empresas paranaenses é preocupante. Enquanto até julho deste ano as tarifas estavam em 10%, saltaram para 50% após medidas unilaterais dos Estados Unidos.
Além dos empregos, o maior risco é a substituição do Brasil por outros fornecedores internacionais. Se não houver negociação até o final deste ano, o Brasil provavelmente será substituído no mercado e reverter esse quadro será bem difícil.
Medidas emergenciais e pressão política
O secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, destacou que o governo estadual tem buscado alternativas para mitigar os impactos imediatos da taxação. Entre elas, a liberação de créditos de ICMS e a proposta de autorizar o Estado a comprar créditos das empresas, que deve ser encaminhada à Assembleia Legislativa nos próximos dias.
O deputado estadual Artagão Júnior, presidente do Bloco da Madeira na ALEP, ressaltou a importância da união política em torno do tema. “Esse movimento político provocado pela Assembleia Legislativa do Paraná veio para impactar, para agregar forças. Nós podemos contar com mais de 300 parlamentares em Brasília para que essa pressão reverbere lá”, declarou.
Pleitos do setor
Além da crítica às tarifas americanas, representantes do setor madeireiro também pediram isonomia tributária para produtos de madeira usados na construção civil. “Nós competimos com 36% de tributo contra 1% do Minha Casa, Minha Vida. O que pedimos é apenas isonomia”, defendeu Alvaro Luiz Scheffer, membro da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE).
A audiência terminou com o compromisso de manter a mobilização política no estado e em Brasília, pressionando o governo federal para avançar nas negociações comerciais. Enquanto isso, o governo estadual deve enviar à ALEP projetos para criar medidas de apoio emergencial às empresas do setor.
Setor florestal ultrapassa R$ 44 bilhões, com destaque para a silvicultura e liderança de Minas Gerais
As florestas brasileiras, sejam naturais ou plantadas, geraram produção econômica de R$ 44,3 bilhões em 2024. Esse valor representa crescimento de 16,7% em relação ao ano anterior. Já em comparação com 2019, a produção mais que duplicou, chegando a 140% de aumento.
Os dados fazem parte da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento do valor de produção pode ser explicado pela associação de mais extração e preços de venda mais altos.
O levantamento mostra que a silvicultura responde por 84,1% (R$ 37,2 bilhões) da produção econômica florestas, enquanto os demais 15,9% (R$ 7 bilhões) tem atribuição ao extrativismo vegetal. Desde 1998, a produção silvícola supera a extrativa.
Silvicultura é a produção retirada de áreas plantadas, enquanto o extrativismo se refere a áreas naturais, como matas e florestas. O gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Barreto Guedes, ressalta que nem toda forma de extração vegetal é ilegal.
“Muito do extrativismo são extrações autorizadas”, diz.
Distribuição regional
A pesquisa aponta que 4.921 dos 5.570 municípios brasileiros registraram produção florestal. Em termos regionais, o Sul e o Sudeste concentram 65,7% da produção florestal.
Sudeste: 34,7%
Sul: 31%
Centro-Oeste: 13,5%
Norte: 11,1%
Nordeste: 9,7%
Dessa maneira, com uma produção de R$ 8,5 bilhões em 2024, Minas Gerais responde por 22,8% do total produzido pelo país e ocupa o topo do ranking entre as unidades da federação, seguida pelo Paraná, com R$ 6,3 bilhões (17% do total nacional).
Entre os municípios, a lista tem a liderança da cidade paranaense General Carneiro, com R$ 674,4 milhões. O ranking segue com Três Lagoas (MS), João Pinheiro (MG), Brasilândia (MS) e, bem como, Buritizeiro (MG). Todos alcançam a posição de destaque por causa da produção proveniente de áreas plantadas.
Atividade madeireira
A produção econômica da silvicultura é quase que toda (98,3%) de atividade madeireira. Dentro desse grupo, a produção de papel e celulose tem a maior participação:
Madeira em tora para papel e celulose (40,1%)
Madeira em tora para outras finalidades: (24,5%)
Carvão vegetal: (21,4%)
Lenha: (12,2%)
Outros: (1,7%)
A produção de madeira em tora para papel e celulose foi recorde em 2024, chegando a 122,1 milhões de metros cúbicos (m³). Dessa forma, são números que ajudam o Brasil ser campeão mundial em exportação de celulose ─ principal matéria-prima da indústria de papel. Desde 2022, o país superou o Canadá.
Em 2024, o Brasil vendeu para o exterior 19,7 milhões de toneladas, gerando US$ 10,6 bilhões. Os principais destinos foram China (43,7%), Estados Unidos (15,8%), Itália (8,8%) e, portanto, Países Baixos (8,3%).
De acordo com o IBGE, o Brasil alcançou tal posição de destaque na produção de celulose “devido às condições climáticas e de solo favoráveis para o crescimento rápido de florestas, aliadas a investimentos em práticas sustentáveis, que o tornam altamente competitivo no mercado internacional”.
Além disso, a celulose é um dos 700 produtos que ficaram de fora da lista do tarifaço imposto pelos Estados Unidos em agosto de 2025, que impõe taxa de até 50% em cima de parte das exportações brasileiras.
Área plantada
A área de floresta plantada para silvicultora no Brasil chega a 9,9 milhões de hectares (ha), em 3.552 municípios. Para ter dimensão, é praticamente o tamanho do estado de Pernambuco. Nesse sentido, dessa área, 77,6% são dedicados ao cultivo do eucalipto, à frente de pinus (18,6%) e outras espécies (3,8%).
O eucalipto é a madeira utilizada em praticamente toda obtenção de carvão vegetal (98,4%), 86,9% da lenha e 87,4% para papel e celulose.
O analista Carlos Alfredo Guedes aponta que essa preferência se explica por características da espécie, incluindo o tempo necessário para cultivo.
“O eucalipto tem muita diversidade de uso e um crescimento muito rápido, em torno de sete a oito anos. Se adaptou muito bem aqui em solo brasileiro, se adaptou muito bem ao clima”. Afirma Guedes, comparando com o pinus, que leva de dez a 12 anos para a colheita.
Minas Gerais é o estado com maior área de eucalipto plantado, com 2,1 milhões de ha, ou seja, é como se houvesse um Sergipe de eucalipto dentro de Minas.
Já o município com maior floresta plantada da espécie é Ribas do Rio Pardo, no Mato Grosso do Sul. São 380,7 mil ha, quase duas vezes a área da cidade de São Paulo.
Extrativismo vegetal
No extrativismo vegetal, a atividade madeireira também é a predominante, com 65,6% dos R$ 7 bilhões gerados. Em seguida, o outro grupo de destaque, formado pelos produtos alimentícios, respondem 28,6% do valor gerado (R$ 2,0 bilhões).
Dentro desse grupo, o açaí representa a metade(50,9%). Em seguida figuram erva-mate (26%) e castanha-do-pará (9,7%).
“O açaí amazônico é coletado de uma palmeira nativa regional, concentrando 92,9% de sua extração na região Norte. Em 2024, essa produção foi de 247,5 mil toneladas”, frisa o IBGE.
O Pará registrou a maior produção de açaí, com 168,5 mil toneladas (68,1% do total nacional). Dos dez municípios com maiores volumes, oito são paraenses.
Além disso, Limoeiro do Ajuru, no nordeste do estado, ostenta o título de maior produtor brasileiro, com 20,2% de tudo extraído de açaí no país em 2024.
Já a extração de erva-mate, concentrada na região Sul, alcançou produção de 377,4 mil toneladas em 2024. O Paraná é o campeão nacional, com 85,8% da produção brasileira. Por fim, o município com maior volume extraído foi o paranaense São Mateus do Sul, representando 17,2% do extraído no país.
Expansão do eucalipto faz do estado destaque nacional, com Três Lagoas em 2º e Brasilândia em 3º lugar
A pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que duas cidades de Mato Grosso do Sul estão entre as líderes nacionais em produção florestal em 2024. Três Lagoas ocupa a 2ª posição do ranking e Brasilândia aparece em 3º lugar, ambas impulsionadas pelo plantio de eucalipto destinado à indústria de celulose.
O levantamento aponta que a produção econômica das florestas brasileiras chegou a R$ 44,3 bilhões em 2024, crescimento de 16,7% em relação ao ano anterior. Entre os municípios, a liderança é da cidade paranaense General Carneiro, com R$ 674,4 milhões. Logo depois aparecem Três Lagoas, João Pinheiro em Minas Gerais, Brasilândia e Buritizeiro também em Minas Gerais.
Em Três Lagoas, a presença da Eldorado Brasil Celulose consolidou o município como a capital da celulose e garante posição de destaque no cenário nacional. Já em Brasilândia, o avanço das florestas plantadas de eucalipto se conecta à expectativa de instalação da nova fábrica da Bracell em Bataguassu, cidade vizinha.
Esse movimento transforma Mato Grosso do Sul em um dos maiores polos florestais e industriais do país, reforçando sua importância no mercado global de celulose.
Produção concentrada no eucalipto
Segundo o IBGE, 77,6% das florestas plantadas no Brasil são de eucalipto. A espécie é preferida pela indústria por crescer rápido, em média de sete a oito anos, e garantir uso diversificado em carvão, lenha, papel e celulose.
No estado, além de Três Lagoas e Brasilândia, Ribas do Rio Pardo se destaca por ter a maior área contínua de eucalipto do Brasil, com 380,7 mil hectares, quase o dobro do território da cidade de São Paulo.
Exportação recorde
O setor de silvicultura respondeu por 84,1% da produção florestal brasileira em 2024, equivalente a R$ 37,2 bilhões. A maior fatia vem da madeira em tora para papel e celulose, que atingiu volume recorde de 122,1 milhões de metros cúbicos.
Com esse desempenho, o Brasil manteve a liderança mundial na exportação de celulose. Foram 19,7 milhões de toneladas vendidas ao exterior em 2024, com receita de US$ 10,6 bilhões. A China foi o principal destino, seguida por Estados Unidos, Itália e Países Baixos.
Aumento foi de 23,5% em relação aos dados divulgaods em 2023
Santa Catarina é o segundo estado do Brasil que mais produz pinhão do Brasil, com aumento de 23,5% em comparação com os dados de 2023. A informação faz parte do levantamento da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), com dados de 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)na manhã desta quinta-feira (25).
A pesquisa da PEVS contempla informações referentes à quantidade e ao valor da produção decorrentes de processos de exploração de florestas plantadas para fins comerciais (silvicultura) e sobre a exploração dos recursos vegetais naturais (extrativismo vegetal). Os dados são obtidos pelo Agente de Coleta do IBGE, por meio da aplicação de um questionário em cada cidade do Brasil.
De acordo com o IBGE, o estado catarinense registrou um aumento de 23,5% na produção da semente entre 2023 e 2024. Em todo o Brasil, foram produzidos 13,5 mil toneladas de pinhão, sendo 3,7 toneladas em Santa Catarina. Painel, na Serra, lidera a produção no Estado, com 600 toneladas.
Com esse aumento, Santa Catarina subiu da terceira para a segunda produção nacional de pinhão, apenas abaixo da produção do Paraná, com 4.780 toneladas.
São Joaquim e Bom Jardim da Serra (450 toneladas) ocupam o segundo lugar no Estado e o sétimo no país, com aumentos de 50 e 250 toneladas, respectivamente. No valor da produção, Painel (R$ 3,6 milhões) é o terceiro do país, enquanto São Joaquim (R$ 2,0 milhões) é o oitavo.
Já as plantações de pinus representam 18,6% de total de florestas plantadas, com Santa Catarina tendo a segunda maior área do Brasil com 627,8 mil hectares. No Estado, Santa Cecília, na Serra, é a segunda cidade do Brasil com maior área de cultivo. Bom Jesus, no Oeste, aparece na terceira posição.
No Brasil
No cenário nacional, o destaque está para a produção brasileira de madeira em tora para papel e celulose foi recorde em 2024, atingindo 122,1 milhões de metros cúbicos. O segundo maior volume da série histórica ocorreu em 2023, quando foram registrado 113,0 milhões.
Além disso, o Brasil passou a ser o maior produtor de celulose do mundo em 2022, ultrapassando o Canadá. O país tem uma posição de destaque global devido às suas condições climáticas e de solo favoráveis para o crescimento rápido de florestas, aliadas a investimentos em práticas sustentáveis, que o tornam altamente competitivo no mercado internacional.
Empresa, no entanto, encara desafios econômicos e geopolíticos, como a guerra comercial iniciada pelos EUA
Investimento e diversificação foram os principais fatores apontados por Cristiano Teixeira, presidente do gigante de celulose Klabin, para o destaque da companhia no setor de papel e celulose em 2024. Com receita de 19,6 bilhões de reais, um crescimento de 9% em relação a 2023, a empresa celebrou um ciclo de investimentos que transformou suas operações, segundo o executivo.
Para Teixeira, não há fórmula mágica, somente uma estratégia de longo prazo focada em resultados. Para ele, a Klabin colhe os frutos de um robusto plano de investimentos iniciado há cinco anos, quando a empresa aplicou cerca de 30 bilhões de reais. “O segredo do ano passado foi um grande ciclo de investimentos, com muito foco em diversificação, que é o nosso diferencial em relação a qualquer concorrente, não só no Brasil, mas no mundo”, diz o CEO.
Agora, a empresa se encontra em um momento de consolidar suas operações e otimizar as novas unidades. O foco, segundo Teixeira, está na integração dessas novas capacidades de produção, como a planta de Piracicaba, que abriga uma das fábricas mais modernas de papelão ondulado do mundo, e na manutenção de seu modelo sustentável de manejo florestal.
“O que a Klabin terá agora é um crescimento de receita. Nossa produtividade é a maior do mundo, e isso é fruto de décadas de investimento em práticas ambientais e florestais sustentáveis”, afirma.
Embora os resultados de 2024 tenham sido positivos, este ano e o próximo apresentam novos desafios para a Klabin. Segundo o CEO, a expansão fiscal do Brasil, que, embora benéfica no curto prazo pelo ganho de renda, pode levar a uma eventual recessão mais adiante, é uma preocupação para o executivo. Além disso, a guerra comercial em curso, liderada pelos Estados Unidos, reforça a cautela — mas também pode ter um efeito colateral positivo.
“Não importamos nem exportamos para os EUA, mas competimos em diversas geografias. Nesse contexto, embora seja uma situação desafiadora, a perda de credibilidade dos EUA como parceiro comercial tem beneficiado a Klabin em várias regiões”, diz Teixeira.
O prêmio reforça a comunicação transparente da empresa como pilar estratégico para a reputação e a competitividade no agronegócio
A Eldorado Brasil, uma das empresas mais competitivas e inovadoras do setor de celulose, foi reconhecida pela 15ª Pesquisa Empresas que Melhor se Comunicam com Jornalistas na categoria Agronegócio.
O reconhecimento reflete a importância do diálogo transparente entre empresa e imprensa, cada vez mais estratégico e essencial para os negócios. A indicação das empresas é feita de forma espontânea por jornalistas de todo o Brasil.
Para Elcio Trajano Jr., Diretor de Rh, Sustentabilidade e Comunicação da Eldorado Brasil, esse reconhecimento tem um significado especial:
“Receber este prêmio é motivo de grande orgulho para todos nós. Desde o início de nossas operações, mantemos as portas abertas para os profissionais de imprensa, seja no campo, na fábrica ou no nosso terminal portuário. Nossos executivos estão preparados para este diálogo porque acreditamos que transparência e proximidade são essenciais. Nestas ocasiões podemos falar sobre inovação, tecnologia, sustentabilidade, competitividade e, principalmente, sobre a valorização das nossas pessoas. Manter essas relações significa reafirmar o nosso compromisso com o interesse público e com a forma responsável como conduzimos nossos negócios.”
A VISÃO DOS JORNALISTAS
Esse reconhecimento está atrelado ao olhar atento dos jornalistas que, ao longo dos anos, testemunham a postura transparente e o diálogo aberto da empresa com os profissionais.
Um deles é Ricardo Ojeda, proprietário do Perfil News, de Três Lagoas. Conhecedor do setor florestal em Mato Grosso do Sul, Ojeda acompanhou o crescimento da Eldorado desde a fase de construção da fábrica. – “Desde os primórdios, a comunicação é a ponte que une a sociedade como um todo. Por isso, informar com responsabilidade é tão essencial. Nesse sentido, é justo enaltecer o time de Comunicação da Eldorado Brasil, sempre disponível e pronto para nos abastecer com informações claras e precisas, fortalecendo nossa conexão e garantindo que estejamos sempre bem-informados.”
Para Natalie Nanini, Diretora de Jornalismo do Sistema Santa Cecília de Comunicação e apresentadora do programa Porto & Negócios, de Santos, a qualidade do relacionamento com a equipe de comunicação é determinante para o resultado editorial:
“A comunicação é feita por gente, eu sempre defendo isso! Quando se trata do diálogo claro entre assessores e veículo, ter profissionais qualificados, que entendam o nosso ritmo faz toda diferença no resultado do trabalho. Todas as coberturas que fiz envolvendo a Eldorado Brasil Celulose tiveram completo respaldo da Comunicação e transparência durante todas as etapas do processo. O resultado foram programas especiais que informaram de maneira clara, acessível, não só para o segmento, mas sobretudo para quem é de fora, o cidadão comum. Se comunicar bem é valor agregado de valor intangível e fortalece a marca.”
O mesmo sentimento é compartilhado pelo Anderson Viegas, jornalista e proprietário do portal Made in MS, de Campo Grande. Para ele, a comunicação da Eldorado se diferencia por ir além do simples atendimento às demandas da imprensa, atuando como parceira na construção de pautas mais completas e relevantes:
“O atendimento que a empresa presta à imprensa reflete a própria cultura da Eldorado. As demandas são tratadas sempre de maneira muito transparente e recebem respostas rápidas e propositivas, que, além de atenderem às necessidades das reportagens, oferecem alternativas para aprofundar e ampliar os temas, seja no aspecto produtivo, no campo ou na indústria, ou ainda nas dimensões ambiental e social. É essa eficiência na comunicação que aproxima a companhia da imprensa e mantém o interesse constante por novas pautas.”
Profissionais de imprensa destacam a transparência e o diálogo que renderam à Eldorado o reconhecimento como uma das empresas que melhor se comunicam com a imprensa.
SOBRE A ELDORADO BRASIL
A Eldorado Brasil Celulose, empresa do Grupo J&F, é reconhecida globalmente por sua excelência operacional e seu compromisso com a sustentabilidade, resultado do trabalho de uma equipe qualificada de mais de 5 mil colaboradores. Inovadora no manejo florestal e na fabricação de celulose, produz 1,8 milhão de toneladas de celulose de alta qualidade por ano, atendendo aos mais exigentes padrões e certificações do mercado internacional. Seu complexo industrial em Três Lagoas (MS) também tem capacidade para gerar energia renovável para abastecer uma cidade de 2,1 milhões de habitantes. Em Santos (SP), opera o EBLog, um dos mais modernos terminais portuários da América Latina, exportando o produto para mais de 40 países. A Companhia mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, inovação, competitividade e valorização das pessoas.
Foi realizada na noite desta última terça-feira (23), no Kinoplex do Itaim Bibi, o evento de estreia do documentário “Novas Raízes – Escolhas do Futuro”, coprodução da Warner Bros. Discovey e Casa Redonda, e uma iniciativa Ibá (Indústria Brasileira de Árvores). O evento contou com um público de cerca de 200 pessoas com a presença de importantes autoridades do cenário político e de grandes executivos do setor de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração de nativas, como o chanceler Celso Lafer, o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, o presidente do Conselho da Klabin e Conselho Deliberativo da Ibá, Horacio Lafer Piva, o presidente do Conselho Consultivo da Ibá e do ICC Brasil, Daniel Feffer, e o ex-governador do Espírito Santo e presidente da Ibá, Paulo Hartung. A Warner Bros. Discovery esteve representada por Eduardo Teixeira, diretor de Creative Ad Lab, e Marina Pedral, gerente de Conteúdo Não-Ficção.
O documentário inova ao apresentar, pela primeira vez, o setor de árvores cultivadas para fins industriais e para restauração de espécies nativas, evidenciando as singularidades desse modelo de negócio sustentável com forte DNA nacional. Também compareceram ao lançamento Andrezza Rosalém (secretária de Desenvolvimento Social do estado de São Paulo), David Feffer (presidente do Conselho da Suzano), Beto Abreu (CEO da Suzano), Cristiano Teixeira (CEO da Klabin), Denis Gomes (CEO da Gerdau), Ingo Plöger (conselho Melhoramentos), José Roberto Mendonça de Barros (economista), entre outros.
Além da exibição do filme, a noite foi enriquecida por debates significativos, refletindo um forte compromisso com as questões ambientais. “A presença desses convidados ressalta a relevância do tema abordado no documentário, que busca promover reflexões importantes sobre sustentabilidade e as escolhas que moldam o futuro do nosso planeta”, afirma Paulo Hartung, presidente da Ibá.
Com direção de Eduardo Rajabally e pesquisa e roteiro de Kenya Zanatta, o filme ainda conta com o apoio de 15 empresas da indústria de base florestal: Bracell, Eldorado, Klabin, Smurfit Westrock, Suzano, CMPC, Papirus, BO Paper, Ibema, Irani, Norflor, Quick-Step, RMS, TTG Brasil e Veracel. A produção será exibida às 23h45 no canal Discovery e estará disponível na HBO Max, plataforma de streaming da Warner Bros. Discovery. Para conferir as fotos, acesse.
Trailer | Novas Raízes – Escolhas do Futuro.
Canais e horários de exibição
O documentário estará disponível no streaming HBO Max a partir de 23 de setembro e contará também com exibições especiais no canal Discovery. Veja as datas:
A Warner Bros. Discovery (NASDAQ: WBD) é uma empresa líder global de mídia e entretenimento que cria e distribui o portfólio de conteúdo e marcas mais diferenciado e completo do mundo em televisão, filmes e streaming. Disponível em mais de 220 países e territórios e em 50 idiomas, a Warner Bros. Discovery inspira, informa e entretém o público em todo o mundo por meio de suas marcas e produtos icônicos, incluindo: Discovery Channel, Max, discovery+, CNN, DC, Eurosport, HBO, HBO Max, HGTV, Food Network, OWN, Investigação Discovery, TLC, Magnolia Network, TNT, truTV, Travel Channel, MotorTrend, Animal Planet, Science Channel, Warner Bros. Film Group, Warner Bros. Television Group, Warner Bros. Games, New Line Cinema, Cartoon Network, Adult Swim, Turner Classic Movies, Discovery en Español, Hogar de HGTV e outros. Para obter mais informações, acesse aqui.
SOBRE A IBÁ
A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas para fins industriais e de restauração de nativas junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 50 empresas e 10 entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas. Esse é um setor protagonista da bioeconomia de larga escala, oferecendo soluções para um mundo que precisa descarbonizar com serviços ecossistêmicos, como a remoção de carbono, e dando origem a produtos recicláveis, biodegradáveis e provenientes de fonte renovável.
A Casa Redonda é uma produtora cultural brasileira com atuação internacional nas áreas de cinema e TV, artes visuais, consultoria cultural e plataformas criativas. A empresa fundada em 2004, cria, planeja e produz conteúdos audiovisuais e expositivos e empreende plataformas de desenvolvimento do setor cultural brasileiro por meio de concursos, editais, fundos de investimento, seminários, laboratórios e residências revelando novos talentos e fomentando novos conhecimentos, negócios e intercâmbios. É responsável pela produção dos documentários Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil, CRAVOS, Pessoas – Contar para Viver, Moto Contínuo e Meu Querido Supermercado. Para mais informações, acesse aqui.
Processo seletivo acontece no dia 27 de setembro, com oportunidades para Auxiliares de Campo, Operadores e Auxiliares de Qualidade
A MS Florestal, empresa referência em silvicultura no Mato Grosso do Sul, anuncia a abertura de 53 novas oportunidades de trabalho no município de Santa Rita do Pardo. O processo seletivo será realizado no dia 27 de setembro (sábado), das 9h às 12h, no Anfiteatro Paço Municipal Geraldo Martins.
As vagas são para Auxiliares de Campo (42), Operadores (8) e Auxiliares de Qualidade (3). Os candidatos aprovados terão acesso a um pacote de benefícios completo, incluindo plano médico e odontológico, auxílio farmácia, seguro de vida, cartão alimentação, refeição no local, PLR, prêmio por produção mensal, além de programas de bem-estar como Wellhub (academias) e Levemente, de apoio psicológico e emocional.
Com a iniciativa, a empresa reforça seu compromisso em gerar emprego e renda, fortalecendo suas operações no Mato Grosso do Sul e contribuindo para o desenvolvimento local.
Serviço Processo Seletivo MS Florestal – 53 vagas Local: Anfiteatro Paço Municipal Geraldo Martins – Rua Geraldo da Silva Souza, S/N – Santa Rita do Pardo Data: 27/09/2025 (sábado) Horário: 09h às 12h Envio de currículos: (67) 99963-5230 ou via QR Code disponível no material oficial
Sobre a MS Florestal
A MS Florestal é uma empresa sul-mato-grossense que fortalece as atividades de operação florestal do Grupo RGE no Brasil, um conglomerado global com foco na manufatura sustentável de recursos naturais. Especializada na formação de florestas plantadas e na preservação ambiental, além do desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atua, a MS Florestal participa de todas as etapas, desde o plantio do eucalipto até a manutenção da floresta. Mais informações: www.msflorestal.com
Mobilização anual, apoiada pela Reflore/MS, prevê capacitações, cursos e ações educativas contra os incêndios florestais
Uma vitória para o setor de florestas plantadas e para a preservação ambiental em Mato Grosso do Sul: a Assembleia Legislativa aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei nº 127/2025, de autoria do deputado Pedrossian Neto (PSD), que inclui a Campanha Fogo Zero no Calendário Oficial de Eventos do Estado. A medida segue agora para sanção.
A iniciativa é resultado direto da mobilização da Reflore/MS (Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas), por meio do Grupo de Trabalho de Combate aos Incêndios, que reúne empresas do setor e parceiros estratégicos em torno da causa.
Realizada anualmente no mês de maio, a Campanha Fogo Zero terá como objetivo reforçar a cultura de prevenção aos incêndios florestais, com ações educativas, capacitações e medidas de proteção que fortalecem o patrimônio ambiental e produtivo do Estado.
Segundo Vanessa Bonfim, coordenadora do GT de Combate aos Incêndios da Reflore/MS, a aprovação da lei consolida um trabalho que já vem sendo construído coletivamente. “A inclusão da Campanha Fogo Zero no Calendário Oficial é um reconhecimento do esforço do setor florestal em mobilizar a sociedade contra os incêndios. Agora, teremos uma mobilização anual oficializada, que amplia o alcance das ações de prevenção, educação e conscientização, fortalecendo ainda mais a proteção das áreas de floresta e a segurança da população”, destacou.
O autor do projeto, deputado Pedrossian Neto, reforçou a importância da iniciativa para Mato Grosso do Sul. “É um projeto extremamente importante. Nosso Estado tem um patrimônio ambiental muito grande. Somos um Estado do agro, da produção e da agropecuária. O Estado precisa se conscientizar da necessidade de combater as queimadas e fazer um trabalho mais forte, envolvendo todos os agentes sociais, para que possamos evitar ao máximo esse problema. Essa campanha é para que a gente possa incluir essa ação no calendário oficial e mobilizar toda a sociedade”, afirmou.
Vanessa Bonfim e Pedrossian Neto.
Com a sanção da lei, Mato Grosso do Sul dará um passo a mais na consolidação de políticas públicas permanentes para a prevenção de incêndios florestais, reconhecendo a relevância do trabalho conjunto entre poder público, setor produtivo e sociedade civil.
O encontro recebeu um grupo seleto de convidados para conhecer as tecnologias que a Canopy e seus parceiros aplicam no levantamento de dados sobre a produtividade e a sanidade das plantações florestais
O terceiro evento presencial da Expedição Silvicultura ocorreu na segunda-feira (22.09), na cidade de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, e contou com o apoio da ABAF – Associação Baiana das Empresas de Base Florestal e da ASPEX – Associação dos Produtores de Eucalipto do Extremo Sul da Bahia.
As palestras de Wilson Andrade, Diretor da ABAF, e Caio Zanardo, Diretor-presidente da Veracel Celulose, constituíram um dos momentos centrais do evento. Zanardo apresentou as ações da Veracel para o aumento da produtividade florestal da empresa.
Wilson Andrade, afirmou: “Sensacional. A expedição vai de fato avançar em tecnologias que nós precisamos, é a união do satélite, da tecnologia mais avançada com a realidade que a gente tem no campo. Isso está sendo conferido e ajustado para maior precisão das análises finais. Foi muito bom poder apresentar também os dados da ABAF para o Estado da Bahia e do Brasil e discutir e conversar com os companheiros. Mas eu fiquei impressionado com o nível de tecnologia que aqui foi mostrado. Acho que a Canopy com a Embrapa Florestas, com o Paulo Cardoso Comunicações e mais os patrocinadores desse evento vão fazer sucesso. Os resultados serão, por certo, muito positivos.”
Caio Zanardo, Diretor-presidente da Veracel, declarou: “Primeiramente, parabenizar a expedição, porque eu acho que está sendo um sucesso até então. A gente pela primeira vez vai conseguir ter um retrato do solo desse Brasil inteiro. Fiquei muito feliz de saber que vão rodar mais de 40.000 quilômetros e por enquanto foram só 5000 quilômetros rodados e já com muitas interações nessa expedição. Eu acredito que vai trazer um ótimo benchmark comparativo, um benchmark que a gente possa comparar os melhores manejos e retomar uma produtividade nacional e poder avançar e quiçá 10, 15, 20% a mais no futuro. Parabéns!”
Zanardo detalhou as ações da Veracel Celulose para aumentar a produtividade de suas florestas de eucalipto. Ele mencionou: “Nos últimos cinco anos nós tivemos incremento de mais de 30% aqui na produtividade da Veracel e eu abordei na minha palestra justamente o básico fenótipo igual genótipo mais ambiente. E por trazer um pouquinho do que nós estamos fazendo na genética da Veracel hoje, são mais de 3000 materiais genéticos sendo testados nesse momento, além de todo o trabalho da verótima de alocação clonal, e, também, na parte do fenótipo e do ambiente, toda a gestão que a gente tem do meio ambiente hoje, no ambiente de trabalho, mais o manejo sendo feito através das tecnologias aplicadas no setor hoje.”
A iniciativa é uma realização da Canopy Remote Sensing Solutions, Embrapa Florestas e Paulo Cardoso Comunicações.
O quarto evento presencial da Expedição Silvicultura vai acontecer na cidade de Lucas Do Rio Verde (MT), no dia 09 de outubro a partir das 08h. Na sequência serão em Três Lagoas no dia 16/10, Botucatu no dia 22/10, Curitiba no dia 27/10, Lages no dia 31/10 e termina em Porto Alegre no dia 07/11. Todos a partir das 13 horas.