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Projeto oficializa denominação “Vale da Celulose” a conjunto de municípios de MS

Os municípios sul-mato-grossenses, caracterizados pela forte presença da cadeia produtiva da celulose, poderão ser chamados de “Vale da Celulose”. Essa denominação é prevista no Projeto de Lei 12/2025, apresentado pelo deputado Caravina (PSDB), na sessão plenária desta terça-feira (11), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS).

Deputado Caravina.

Afirma a proposta que a denominação “Vale da Celulose” corresponde ao “conjunto de municípios que se destacam como polos de desenvolvimento econômico, logístico e social, impulsionados pela cadeia produtiva da celulose e por investimentos estratégicos em infraestrutura e geração de empregos”.

De acordo com o projeto, comporão o Vale da Celulose 11 municípios, que são Água Clara, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Brasilândia, Inocência, Nova Alvorada do Sul, Paranaíba, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas.

“A oficialização da nomenclatura contribui para consolidar uma identidade, permitindo que tanto o Estado quanto os municípios utilizem o termo ‘Vale da Celulose’ em documentos oficiais, sinalizações e comunicações, promovendo o reconhecimento da importância estratégica da região no cenário nacional e internacional”, afirma o parlamentar na justificativa da proposta.

Encerrado o período de pauta para eventual recebimento de emendas, o projeto será encaminhado para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Caso receba parecer favorável, continua tramitando na Casa de Leis, com votações nas comissões de mérito e em sessões plenárias.

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Obra da MS-338 avança para mais 66 km de asfalto no Vale da Celulose

O investimento nesta segunda fase do projeto é de R$ 132 milhões

Com a segunda etapa do projeto em andamentos, a rodovia MS-338, que conecta os municípios de Camapuã e Ribas do Rio Pardo, terá mais 66 quilômetros de pavimentação. O investimento nesta fase é de R$ 132 milhões e a frente de obra parte de Ribas do Rio Pardo, no chamado Vale da Celulose.

“Estamos falando de um corredor estratégico que facilitará o escoamento da produção e ampliará as oportunidades para os municípios envolvidos. Essa rodovia não é apenas uma ligação entre cidades, mas um eixo de desenvolvimento que trará mais competitividade e segurança para o transporte na região”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.

O governo também investe R$ 33 milhões na pavimentação de 12 km da MS-357, trecho que liga o município de Ribas do Rio Pardo ao entroncamento com a MS-338, completando assim a ligação rodoviária com Camapuã. Atualmente, essa obra está em fase de conclusão, incluindo a construção de duas pontes sobre os rios Botas e Pardo.

O Vale da Celulose concentra plantações de eucalipto e fábricas. O cultivo ocupa áreas em Três Lagoas, Água Clara, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Brasilândia, Inocência, Bataguassu, Aparecida do Taboado, Selvíria, Campo Grande e Paranaíba.

Informações: Campo Grande News.

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Governo de MS e empresários da Construção discutem medidas para suprir demandas por moradias no Vale da Celulose

Empresários do setor da Construção reuniram-se na manhã dessa segunda-feira (11) no auditório da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) para conhecer as demandas por moradias na região conhecida por Vale da Celulose, que compreende 11 municípios localizados na região Leste do Estado. O evento foi organizado em conjunto pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Agehab (Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul), vinculada à Seilog (Secretaria de Infraestrutura e Logística) e o Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon).

O secretário da Semadesc, Jaime Verruck, apresentou um panorama geral dos investimentos já implantados e em implantação na região do Vale da Celulose. A previsão é que até 2032 sejam gerados mais de 100 mil empregos diretos e indiretos nesses municípios, o que pressionará tanto a infraestrutura para atendimento básico em Saúde e Educação, como aumenta muito a demanda por moradias.

Cidades que sediam os maiores empreendimentos, como Ribas do Rio Pardo que recebeu uma fábrica de celulose da Suzano, e Inocência que abarcará a maior indústria do setor construída pela Arauco, já enfrentam problemas para abrigar os trabalhadores. Cidades vizinhas também sentem o impacto com a grande procura por locações, o que tem inflacionado o valor dos aluguéis.

O workshop teve como finalidade apresentar aos empresários do setor as oportunidades de investimentos, as demandas de cada cidade e os programas do Governo do Estado para estimular a construção de moradias subsidiadas. “A ideia é que vocês sejam prestadores de serviços para construir essas casas, que tenham disponibilidade de criar e oferecer as unidades a essas cidades”, disse Verruck.

O secretário listou os investimentos que o Governo do Estado tem feito na região, tanto na estrutura urbana quanto em logística, para adequar as cidades ao crescimento repentino que experimentam. Ainda assim, sobretudo no setor de moradias, há muita demanda e um campo enorme de oportunidades, pontuou.

A diretora presidente da Agehab, Maria do Carmo Avezani, apresentou os programas Bônus Moradia e Bônus Moradia Emendas do Governo do Estado que oferece subsídios de até R$ 32 mil para compra de moradias populares com financiamento pelo Sistema de Habitação. O Estado investe nesse ano R$ 57,9 milhões nesses programas, com projetos de 115 empresas em 18 municípios.

Os empresários apresentaram demandas do setor para facilitar o financiamento, sobretudo quanto às tratativas junto à Caixa Econômica Federal que tem demorado muito. Também pediram a elevação do teto para financiamento (o teto para cidades do interior está em R$ 190 mil e na Capital, R$ 220 mil), tendo em vista o alto custo dos terrenos e da construção, o que acaba inviabilizando o investimento.

A diretora da Agehab anotou as demandas e prometeu apresentar propostas em um novo workshop a ser realizado em breve. Além de empresários do setor da Construção, também estavam presentes prefeitos em exercício e prefeitos eleitos de vários municípios. A mesa foi mediada pelo presidente do Sinduscon e diretor da Fiems, Alonso Resende.

A região conhecida como Vale da Celulose compreende atualmente os municípios de Água Clara, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Brasilândia, Inocência, Nova Alvorada do Sul, Paranaíba, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas.

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