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Paper Excellence é a patrocinadora da Temporada de concertos da Osesp em 2025

Série de concertos apoiados pela Paper começa na quinta-feira, 03, no espetáculo “Dom Quixote”, de Richard Strauss

São Paulo, março de 2025 – A Paper Excellence, uma das maiores produtoras de papel e celulose do mundo, é patrocinadora da temporada 2025 da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

A empresa repete o sucesso de 2024 ao patrocinar, novamente, a temporada de concertos de uma das principais orquestras do Brasil, reforçando o compromisso da Paper com a cultura e movimentos artísticos de grande relevância no cenário nacional.

O patrocínio começa com o espetáculo “Dom Quixote”, de Richard Strauss, que será realizado no próximo dia 3 de abril (quinta-feira), na Sala São Paulo.

A apresentação será uma homenagem ao violoncelista brasileiro Antonio Meneses, que morreu em agosto de 2024 e originalmente iria interpretar a obra que foi um marco em sua carreira.

Músicos se preparam para o primeiro espetáculo da temporada, que acontecerá nesta quinta (03/04), na Sala São Paulo, na capital paulista.

No programa também haverá a primeira audição latino-americana de uma obra inédita para a Osesp de Unsuk Chin, importante nome da composição contemporânea. Sob a regência da jovem maestra finlandesa Emilia Hoving, que estreia em solo brasileiro, o público ouvirá “Operascope”, peça que traça a história da ópera, com referências a obras de Verdi, Puccini, Berg e outros.

Logo em seguida, será a vez de ouvir a “Sinfonia nº 5”, de Carl Nielsen, considerado o maior compositor da Dinamarca. A obra é estruturada com apenas dois movimentos e é reconhecida como uma de suas melhores composições.

“Este patrocínio reflete o compromisso da Paper Excellence com o fortalecimento da cultura brasileira e a ampliação do acesso à música clássica. Valorizamos iniciativas que inspiram e conectam pessoas, e acreditamos que eventos como este são fundamentais para enriquecer a sociedade”, destaca Claudio Cotrim, presidente da Paper Excellence Brasil.

AGENDA

“Dom Quixote” de Richard Strauss

Data: 3 de abril (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Sala São Paulo

Endereço: Praça Julio Prestes, 16

Duração: 102 minutos

Preço dos ingressos entre R$ 42,00 e R$ 295,00

Adquira os ingressos neste link

Sobre a Paper Excellence

A Paper Excellence é uma das maiores produtoras de papel e celulose do mundo, com produção anual de 12,8 milhões de toneladas por ano. A companhia possui 58 fábricas distribuídas no Canadá (onde iniciou sua história em 2006), França, Estados Unidos e Brasil, estrutura que atende clientes em mais de 60 países em todos os continentes. Hoje, a Paper Excellence é uma companhia com 77% do suprimento de energia a partir de fontes renováveis e 100% das operações florestais com certificação internacional. A companhia possui hoje 21 mil colaboradores. No Brasil, a Paper possui o controle de 49,14% das ações da Eldorado Celulose, unidade industrial localizada na cidade de Três Lagoas (MS).

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Pautas estratégicas do setor florestal são debatidas em reunião do Cipem

Implantação do Programa Estadual de Florestas (PEF) e outros temas estratégicos para o setor de base florestal foram abordados durante a 3ª Reunião Ordinária do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem). O encontro reuniu diretores dos oito sindicatos patronais, o presidente e o vice-presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel e Jandir Milan, respectivamente, além do deputado estadual Carlos Avalone (PSDB).

Durante a reunião, realizada na tarde da última quinta-feira (27/03), na sede da Fiemt, foram debatidos temas estratégicos para o desenvolvimento e fortalecimento da cadeia produtiva da madeira em Mato Grosso, incluindo o andamento da análise de processos de manejo florestal, participação do setor no Congresso Internacional de Arquitetura em Madeira, na Austrália, bem como o desenvolvimento do PEF.

O presidente do Cipem, Ednei Blasius, conduziu a discussão de pautas técnicas, como as Instruções Normativas (IN) 19 e 28/2024 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e uma possível imposição de tarifa de 25% sobre as importações de madeira pelos Estados Unidos. Também foram apresentados os avanços no projeto de implantação da plataforma LapexMad pela Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) do campus de Sinop, ampliando as fontes de pesquisa sobre arrecadação do setor (ICMS, Fethab, taxas florestais, entre outras). O encontro ainda contou com informes gerais do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF), apresentados por Frank Rogieri.

As próximas reuniões itinerantes e assembleias sindicais já têm datas definidas para os meses de abril e maio. O Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado de Mato Grosso), realizará seu encontro em 15 de abril. O Sindinorte (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Médio Norte do Estado de Mato Grosso), terá reuniões nos dias 1º e 16 de maio. Já o Simas (Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado de Mato Grosso), receberá a comitiva do Cipem nos dias 24 e 25 de maio, no município de Sorriso.

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Terá capital, terra e infraestrutura para mais plantas de celulose no país? XP avalia

Segundo cálculos da casa, serão necessários investimentos de mais de R$ 30 bilhões para construção de uma fábrica de celulose com capacidade de 2,5 milhões/t no Brasil

Guilherme Nippes, analista de papel e celulose da XP, participou do programa Morning Call da XP e disse que, olhando para o futuro, espera-se um aumento adicional de capacidade de produção de celulose de mais de 11 milhões de toneladas (t) de 2028 até 2032, por conta de novos projetos e expansões na América Latina.

No Brasil, o analista explicou que os projetos de celulose no país esperados estão concentrados em Mato Grosso do Sul, que já possui plantas da Suzano (SUZB3) em Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo, no nordeste do estado.

Parte financeira

“Para fazer um projeto, a primeira coisa que se discute é a parte financeira”, afirmou ele. Ele explica que, na avaliação da XP, entre investimentos na parte industrial e em terras para plantio de eucalipto, são necessários de capex US$ 5,4 bilhões, ou mais de R$ 30 bilhões.

“É uma capital muito relevante para construção do projeto. Existem empresas capitalizadas para isso, mas acaba impactado na decisão”, ressaltou.

Terras

De acordo com cálculos da XP, as áreas plantadas precisarão quase dobrar para acomodar as capacidades adicionais no estado do Mato Grosso do Sul. O analista disse que grande área de pastagem próxima a regiões onde novos projetos devem sair poderão ser convertidas em plantações de eucalipto.

“As áreas de dedicadas à celulose vão dobrar num horizonte até 2032 (no MS)”, apontou Nippes.

Infraestrutura

No Mato Grosso do Sul, a infraestrutura ferroviária de escoamento da produção de celulose para exportação no porto de Santos já existente não tem restrição para futuro aumento de capacidade, na análise da XP.

Mas e o porto de Santos, que recebe toda a carga de celulose produzida no Mato Grosso do Sul, para embarque ao exterior?  Segundo o analista, existe uma capacidade ociosa no complexo portuário para acomodar o excedente da commodity por conta de novos projetos.

Mesmo assim, a XP avalia que dada a visibilidade limitada das áreas para potenciais novos terminais e uma alta taxa de utilização implícita, a infraestrutura portuária é o principal gargalo enfrentado para a expansão dos projetos de celulose no país.

A casa tem visão positiva e recomendação de compra para as ações de Suzano (top-pick) e Klabin (KLBN11) em Papel e Celulose.

Informações: InfoMoney.

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Klabin está preparada para provável instabilidade externa, diz presidente

Em inauguração de nova fábrica, diretor diz que a empresa deve repassar aumento de custos aos clientes neste ano

O modelo de negócios da Klabin protege a empresa de eventuais choques no mercado externo de papel e celulose, segundo o presidente da empresa, Cristiano Teixeira. O executivo afirma que, como a empresa tem três opções de o que fazer com o produto — vender no mercado interno, exportar ou aproveitá-lo em sua própria produção de embalagens –, não está vulnerável a uma eventual crise no mercado internacional, que considera provável no curto prazo. “Podemos vender papel para o exterior se acharmos que o mercado está bom. (Ou não) Se a gente passar por períodos de crise (internacional), como a gente acha que vai ter no mercado de papel”, disse durante a inauguração da mais nova fábrica de embalagens da empresa, em Piracicaba (SP), na quinta-feira, 27.

Atualmente, a Klabin exporta cerca de 60% da sua produção. A fábrica recém inaugurada pela Klabin, chamada Piracicaba II, é o maior complexo para produção de embalagens do continente americano e demandou um investimento de 1,56 bilhão de reais.

O diretor de embalagens da companhia, Douglas Dalmasi, no entanto, prefere classificar a possível “crise” apontada por Teixeira como “instabilidade”. “A questão mundial é sobre instabilidade, não crises”, diz. O executivo ressalta a dificuldade de prever movimentos nos mercados norte-americano e chinês. Independente das perspectivas para o mercado externo, Dalmasi afirma que os custos de produção da empresa aumentaram recentemente, pressionando a margem de lucro. Somados à demanda aquecida no Brasil em face do baixo desemprego, a conjuntura atual deve culminar em um aumento de preços por parte da Klabin, segundo o diretor. “Diferente de 2024, estamos vendo que este é um ano em que vamos ter que repassar a inflação de custos. Ninguém está aguentando a margem atual”, diz.

Informações: Veja.

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Licitação prevê investimento de R$ 276 milhões em rodovia do Vale da Celulose

Edital inclui elaboração do projeto, execução e obra de 62 quilômetros de asfalto na MS-320

Mais uma rodovia do Vale da Celulose, região leste de Mato Grosso do Sul, receberá investimentos do Governo do Estado. A Agesul (Agência Estadual de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul) lançou licitação de R$ 276 milhões para a MS-320, rodovia de acesso à Três Lagoas.

De acordo com o edital, publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado, desta sexta-feira (28), a empresa contratada irá elaborar o básico e executivo de engenharia, e execução da obra de implantação e pavimentação asfáltica da rodovia. O edital ainda inclui OAE (Obras de Arte Especial), como pontes, viadutos, túneis e passarelas.

A abertura da licitação está prevista para o dia 11 de julho. O critério de julgamento, segundo o edital será de menor preço.

A rodovia faz pare da região que ficou conhecida como Vale da Celulose, por concentrar as fábricas de celulose e florestas de eucalipto do Estado. A Arauco, a sexta empresa a se instalar em terras sul-mato-grossense, está instalada na rodovia MS-377, próxima o entroncamento com a MS-320.  A obra que está na fase de terraplanagem e previsão de início da construção para o segundo semestre, um projeto de US$ 4,6 bilhões.

MS-377 – Ontem o Governo do Estado também lançou licitação de R$ 24 milhões para restaurar 48 quilômetros da rodovia MS 377. Com a ativação de um centro para armazenamento e embarque em trens da celulose produzida pela Suzano em Ribas do Rio Pardo e com as obras da fábrica da Arauco, aumentou o fluxo de veículos pesados e deixou a rodovia estadual com muitos trechos em más condições.

Informações: Campo Grande News.

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Expansão da produção de celulose na América Latina enfrenta desafios de infraestrutura e investimento

A América Latina deve registrar um aumento significativo na capacidade de produção de celulose, com mais de 11 milhões de toneladas adicionais previstas entre 2028 e 2032, impulsionadas por novos projetos e expansões, especialmente no Brasil. No Mato Grosso do Sul, onde a Suzano já possui operações, concentram-se os investimentos, exigindo um capex estimado em US$ 5,4 bilhões para infraestrutura industrial e plantio de eucalipto. A disponibilidade de terras também é um fator crítico, com projeções indicando que as áreas cultivadas precisarão quase dobrar até 2032 para atender à demanda.

A infraestrutura de escoamento, como ferrovias que ligam o Mato Grosso do Sul ao porto de Santos, é considerada adequada para o aumento da produção, mas o próprio porto surge como um potencial gargalo. Embora exista capacidade ociosa atualmente, a XP alerta para a limitação de espaço para novos terminais e a alta taxa de utilização, o que pode dificultar a expansão sustentável. A análise destaca que, apesar dos desafios, empresas como Suzano e Klabin estão bem posicionadas para capitalizar essas oportunidades.

O relatório da XP mantém uma visão positiva para o setor, recomendando a compra de ações das principais players, como Suzano (top-pick) e Klabin. A conclusão reforça que, embora haja capital e terras disponíveis para a expansão, a infraestrutura portuária será o principal desafio a ser superado para garantir o crescimento contínuo da produção de celulose no país.

Informações: Brasil em Folhas.

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Professor Laércio Couto, uma grande perda para a silvicultura

Dr. Laércio Couto é um dos grandes nomes da área de silvicultura, agrossilvicultura e plantações de eucaliptos para produção de biomassa energética no Brasil. É reconhecido nacional e internacionalmente por seus trabalhos de ensino, pesquisa e consultoria nas áreas acima citadas.

Professor Laércio, como gosta de ser chamado, nasceu em abril de 1945 em uma pequena cidade da Zona da Mata de Minas Gerais, Tocantins. Descende de portugueses por parte do pai, Argemiro Couto e dos índios Coroados por parte da mãe, Maria Soares Queiroz Couto. Esse primogênito de uma família de sete filhos e duas filhas, herdou do pai que era carpinteiro e marceneiro, o gosto pelo trabalho com a madeira e o respeito pelas árvores nativas que a produziam. De sua mãe herdou o gosto pela natureza e a atração herdada de seus antepassados pelas florestas, pela flora e pela fauna silvestre.

A perda de Laércio Couto causou grande comoção em seus colegas, ex-alunos, profissionais atuantes e entusiastas da silvicultura.

Passou toda sua infância e juventude em Tocantins, entre irmãos, parentes e amigos, estudando e se divertindo naqueles folguedos comuns em uma cidade pequena do interior de Minas, antes do advento da televisão, computadores e vídeo games. Pescaria, religião e futebol eram suas atividades preferidas e tinha como hobby, colecionar selos, figurinhas, tampinhas de garrafas, maços vazios de cigarros, papéis de balas, etc…

Em 1964, ingressou na Escola Superior de Florestas da Universidade Rural do Estado de Minas Gerais, ao lado de mais 20 colegas, primeira turma daquela nova escola dirigida na época pelo saudoso Dr. Arlindo de Paula Gonçalves, que pode ser considerado um dos ícones da Engenharia Florestal no Brasil. Graduou-se em 1967, tendo sido o primeiro colocado de sua turma que naquela época tinha sido reduzida para onze formandos. Recebeu na época duas propostas de emprego, uma para trabalhar na CEPLAC, Bahia, com o Dr. Paulo Alvim e outra para trabalhar na Prado & Cunha Ltda no município de Buri em São Paulo. Optou pelo trabalho em Buri, pois desejava colocar em prática os conhecimentos adquiridos na escola, na área de silvicultura. Naquela cidade, implantou viveiros e plantações de Pinus que posteriormente foram utilizados pela PLANEBRAS para a produção de resina e de madeira serrada. Em Buri fez grandes amizades com a população local, tornando-se bastante popular na cidade por ter-se tornado um zagueiro do time local de futebol, o Bandeirantes Futebol Clube. Em 1970, casou-se com Maria José Margarido Fonseca, a Fia, com quem teve um filho e duas filhas.

Em 1972, deixou Buri e se mudou para Itararé, ainda no estado de São Paulo, onde foi trabalhar na PLANTAR, que tinha reflorestamentos com Pinus em Itapeva, Itaberá, Sengés e Ibaiti no Paraná. Em 1974, mudou-se para a Praia do Forte na Bahia onde foi implantar um reflorestamento com Pinus e administrar uma plantação de côco onde hoje está localizado o Ecoresort Praia do Forte. Uma vez terminado o projeto da PLANTAR na Bahia, foi trabalhar na Jari em Almeirim no Pará onde atuou no reflorestamento com Pinus e Gmelina arborea. Logo a seguir, foi convidado pelo Presidente da SIF – Sociedade de Investigações Florestais, Professor Mauro Silva Reis, para ir atuar como assistente de pesquisa na entidade, no atual Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa, no inicio de 1975.

Ainda no mesmo ano, 1975, foi aceito para fazer o mestrado em Ciência Florestal no DEF/UFV e convidado para ser professor auxiliar de ensino na área de manejo florestal pelo Professor Antônio Bartolomeu do Vale, que se tornou seu orientador. Em 1977, terminou o mestrado, quando estudou a influência do espaçamento inicial no crescimento de Eucalyptus em plantações florestais no Vale do Rio Doce, Minas Gerais. Seguiu então para o Canadá, onde foi fazer o doutorado na Universidade de Toronto sob a orientação do Professor Jagdish Chandra Nautiyal, um economista florestal de renome internacional. O tema de sua tese, defendida em dezembro de 1982 foi sobre “the timber production function of Eucalyptus grandis in Brazil”. Desta maneira, os primeiros contatos do Professor Laércio com o Eucalyptus foram realizados a partir de 1975 por ocasião de suas atividades como assistente da SIF, estudante de mestrado na UFV, como professor no DEF e posteriormente como estudante de doutorado na Universidade de Toronto, no Canadá.

Ao retornar para o Brasil, após o termino do seu doutorado no Canadá, o Professor Laércio Couto se dedicou a implementar no DEF três áreas principais: a agrossilvicultura, a silvicultura e o planejamento florestal com a utilização de simulação em microcomputadores. Assumiu o ensino da silvicultura em nível de graduação no DEF, criou a disciplina em nível de pós-graduação na área de agrossilvicultura e iniciou a orientação de uma série de estudantes de mestrado e doutorado nas áreas acima mencionadas. Durante toda a sua vida acadêmica, orientou 26 teses de mestrado e doutorado, a maior parte na área de agrossilvicultura com Eucalyptus.

Em 1989, assumiu a Chefia do Departamento de Engenharia Florestal da UFV e a Diretoria Administrativa da Sociedade de Investigações Florestais (www.sif.org.br), quando procurou aumentar o número de empresas associadas da entidade e expandiu os contatos internacionais do DEF e da SIF. Em 1993, deixou a UFV para um período de 18 meses de treinamento em nível de pós doutorado na Colorado State University, tendo como contraparte o Professor David Ray Betters com o qual implementou um projeto de cooperação internacional na área florestal e ambiental, patrocinado pela USIA, que levou aos Estados Unidos vários professores da UFV e à UFV vários professores da CSU. Publicou na época mais de 20 trabalhos relacionados com o seu treinamento na CSU, na área de silvicultura e agrossilvicultura com plantações de curta rotação, principalmente Eucalyptus. Proferiu varias palestras nos Estados Unidos e no México tratando desse assunto, com o apoio da pesquisadora Lynn L. Wright do Oak Ridge National Laboratory – ORNL que tinha o suporte financeiro do Department of Energy – DOE, dos Estados Unidos da América do Norte. O seu trabalho mais importante na época foi uma publicação sobre os impactos técnicos, sociais e ambientais das florestas de curta rotação de Eucalyptus no Brazil.

Em 1994, iniciou um trabalho de suporte técnico para a Gutchess International Incorporated – GII, visando implantar no Brasil uma serraria que utilizasse o Eucalyptus como matéria prima para produção de madeira serrada de alto valor agregado. Este trabalho culminou com a parceria entre a GII e a Aracruz Celulose para o surgimento da empresa Aracruz Produtos Sólidos de Madeira, resultando na instalação da serraria hoje existente no município de Posto da Mata ao sul da Bahia. Hoje, esta serraria pertence à Weyerhaeuser e à Aracruz e produz madeira serrada de Eucalyptus, conhecida como LYPTUS, um novo conceito de madeira nobre, que é comercializada dentro do Brasil e também exportada para os Estados Unidos e Europa.

Em 1996, assumiu a Diretoria Científica da SIF que na época contava com 10 associadas, instituindo um trabalho de expansão e consolidação da entidade, deixando-a em 2002 com mais de 80 empresas participantes e co-participantes. Paralelamente, assumiu a Presidência do Centro Mineiro para Conservação da Natureza – CMCN cooperando na expansão para se tornar o Centro Brasileiro para Conservação da Natureza e Desenvolvimento Sustentável – CBCN (www.cbcn.org.br) com trabalhos executados na área florestal e ambiental para empresas privadas e prefeituras municipais.

Laércio tem sido um dos principais pesquisadores, orientadores de alunos de mestrado e doutorado e professores da agrossilvicultura no Brasil a partir da década de 80. Por essas razões, dedicou-se para a criação, a partir de 2001, da Sociedade Brasileira de Agrossilvicultura (www.sbag.org.br), da qual é o atual presidente, visando agregar e difundir os conhecimentos e o estado da arte existentes no Brasil nesta importante área do conhecimento.

Em 2002, foi indicado como Brazilian Team Leader do Task 30 da IEA Bioenergy (www.iea.org), pelo Ministério de Minas e Energia, quando promoveu um evento conjunto na cidade de Belo Horizonte na área de energia a partir da biomassa florestal
(http://www.fao.org/forestry/webview/media?mediaId=4581&langId=1). Foi ainda solicitado a criar e ser o presidente da Rede Nacional de Biomassa para Energia – RENABIO pelos Engenheiros do MME, Marcelo Khaled Poppe e Manoel Nogueira. A RENABIO (www.renabio.org.br), com sede em Viçosa, Minas Gerais é hoje uma referencia nacional e internacional na área de biomassa para energia, principalmente na área florestal.

Aposentou-se como Professor Titular na área e Silvicultura pelo Departamento de Engenharia Florestal da UFV, terminou a orientação dos seus últimos estudantes de pós graduação, como Professor Voluntário da UFV. Uma vez terminados sua missão e seu contrato, mudou-se para a cidade de Itu, São Paulo onde também residem o seu filho Luciano e sua família. Seu filho Luciano, bem como suas outras duas filhas, Juliana e Michelle são todos formados em engenharia florestal pela Universidade Federal de Viçosa. Ao contrário do que a maior parte dos amigos pode pensar, nunca houve qualquer pressão por parte do Professor Laércio para que seus filhos seguissem a carreira do pai. Foi uma coisa que aconteceu naturalmente. Afinal de contas na família ainda existem vários outros membros que são Engenheiros Florestais, uma carreira intimamente associada à família Couto.

Hoje, o Dr. Laércio Couto é Professor Adjunto da Faculdade de Florestas da Universidade de Toronto e Professor Associado da Universidade Federal do Mato Grosso e da Universidade Federal Rural do Pará, Consultor adhoc do CNPq, Embrapa, Finep e Capes, membro do Conselho Consultivo do CAMESA – Consortium for the Advancing of the Sustainability of Ecosystems in the Americas, presidente do CBCN, da RENABIO, da SBAG, e consultor florestal de diversas empresas que atuam nas suas áreas de especialidade.

De todas as suas atividades, o Professor Laércio tem um grande orgulho de ter dado sua contribuição para o estabelecimento da serraria da Aracruz no Sul da Bahia, que constituiu um marco no uso da madeira do Eucalyptus para produtos sólidos de madeira. Alem disso, ele tem um grande orgulho por ter introduzido muito fortemente no Brasil o ensino formal da Agrossilvicultura, em nível de graduação e pós-graduação e de ter escolhido principalmente o Eucalyptus como o componente florestal do sistema agro-florestal, na maioria dos seus estudos.

Atualmente, o Professor Laércio Couto, procura aliar estudos sobre florestas adensadas de Eucalyptus com agrossilvicultura e com produção de biomassa energética renovável no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País. Culturas como mandioca, mamona, soja, girassol, milho, sorgo, capim elefante e outras, fazem parte do elenco de componentes agrícolas e forrageiras que o Professor Laércio procura combinar com o Eucalyptus na busca de soluções socioeconômicas e ambientalmente corretas para suprir o Brasil e o mundo com energia renovável e alimentos.

O Professor Laércio orgulha-se também não só de ter sido um formador de Engenheiros Florestais, mas principalmente um formador de entusiasmados cidadãos e cidadãs, a quem procurou transmitir não só os conhecimentos técnicos, mas também os conceitos de cidadania e de compartilhamento para que nossa sociedade possa ter um desenvolvimento mais harmonioso e integrado. Laércio sempre valoriza bastante o seu networking com ex-alunos, ex-colegas, amigos de empresas e instituições nacionais e internacionais. Prova evidente de seu network é a ampla cooperação que possui com inúmeros acadêmicos e pessoal da iniciativa privada. Seus inúmeros trabalhos de pesquisa com diversificado número de co-autores é uma demonstração dessa grande rede de geração e difusão de conhecimentos que ele ajudou a criar.

Suas principais áreas de “expertise” são portanto as seguintes:
• agrossilvicultura;
• biomassa energética;
• conservação da natureza e desenvolvimento sustentável;
• silvicultura geral.


Publicação original em: https://www.eucalyptus.com.br/newspt_set07.html#nove / Os Amigos dos Eucalyptus – Por: Celso Foelkel.

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Por que o balanço de carbono da Suzano mostra o desafio do net zero

Empresa divulga pela primeira vez contabilidade de CO2 da cadeia completa; saldo é negativo mesmo com as remoções de áreas plantadas e conservadas

Para uma empresa que tem o plantio de árvores na base do negócio, mais precisamente 1,2 milhão de mudas por dia, seria razoável pensar que ela não precisaria se preocupar tanto com a pegada de carbono, já que árvores em pé removem gases da atmosfera. Mas, com quase 3 milhões de hectares de área plantada, a maior produtora de celulose do mundo mostra como alcançar o net zero é difícil.

A Suzano divulgou pela primeira vez seu balanço completo de gases de efeito estufa. O escopo 3, que contabiliza as emissões de fornecedores e clientes, agora está todo registrado – até 2023 esses dados eram parciais. Como previsto, ele pesou na conta.  

As emissões totais da Suzano somaram 22,3 milhões de toneladas em 2024. Só o escopo 3 responde por 87% delas. O fato de uma parte importante da atividade da Suzano remover mais carbono do que emite, porém, ajudou a reduzir o balanço nal – ou seja, após o desconto das remoções pelas árvores plantadas – para 16 milhões de toneladas no ano passado.

Nos chamados escopos 1 e 2, respectivamente o impacto climático das atividades diretas da empresa e da energia que ela utiliza, o saldo é negativo. A Suzano emite 3,9 milhões de toneladas de CO2 e remove 6,2 milhões. Uma parte desse “excedente” ela vende na forma de créditos de carbono.

“Tanto o eucalipto quanto as nossas reservas orestais capturam muito carbono. Se analisar só a emissão que parte da nossa indústria, isso já resolve [a pegada de carbono]. Mas na hora que você põe o escopo 3, não”, diz Marina Negrisoli, diretora de sustentabilidade da Suzano. Como são uma relação entre produção e emissões, a medida, porém, pode esconder altas no total.

A empresa possui 2,9 milhões de hectares de terras – cada hectare equivale a, mais ou menos, a área de um campo de futebol. Desses, 60% são de plantação de eucalipto e 40% são de orestas nativas na Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado. A empresa adquiriu uma série de ativos orestais nos últimos anos.

Calcular a pegada de carbono da cadeia de valor inteira de uma empresa não é tarefa fácil, mas é essencial para os planos de descarbonização da economia. Todos os setores têm enfrentado desaos para contabilizar e reduzir emissões que não estão sob sua responsabilidade direta.

No caso da Suzano, um dos principais vilões são os gases gerados por clientes industriais que usam a celulose para a fabricação de papel, por exemplo. O transporte e frete dessas compras e vendas também entram na conta das emissões da Suzano.

“Sempre falo para o meu time: ‘No dia em que todas as em que todas as empresas focarem no escopo 1, ninguém mais vai precisar olhar o escopo 2 e 3. No fim, o meu escopo 3 é o escopo 1 do meu fornecedor e do meu cliente”, diz Negrisoli. 

Com faturamento de R$ 47 bilhões no ano passado, a Suzano exporta para mais de 100 países e tem capacidade de produzir 13,4 milhões de toneladas de celulose por ano. 

Metas para a pegada de carbono

A companhia não tem metas públicas de redução de emissões de escopo 3, mas os planos incluem parcerias com clientes e fornecedores para incentivá-los na jornada de descarbonização de suas operações. Em parte da logística, por exemplo, existem projetos para contratar fornecedores que usam caminhões elétricos.

Ela vê a intensidade de carbono da sua celulose como um diferencial para descarbonizar operações “à frente” da sua cadeia industrial.

As metas de redução da empresa estão, hoje, focadas na própria operação. A Suzano assumiu dois grandes compromissos em relação aos escopos 1 e 2.

O primeiro é remover . Até agora, 73% foram removidas a partir do saldo de emissões de carbono da empresa, possível graças ao plantio de eucaliptos e a conservação e recuperação de áreas nativas. Em 2024, essas iniciativas somaram 6,3 milhões de toneladas removidas.

O segundo compromisso é reduzir a emissão de CO2 por tonelada de celulose em 15% até 2030. Metade dele foi alcançada, principalmente com a substituição de combustível fóssil na produção.

A nova fábrica em Ribas do Rio Pardo, em Mato Grosso do Sul, por exemplo, utiliza biomassa feita do próprio eucalipto para reduzir a pegada de carbono em 97%. O investimento na fábrica, Eucalipto protegido Mais do Reset 40 milhões de toneladas de CO2 entre 2020 até 2025 agora a maior da empresa, foi de R$ 22 bilhões.

Eucalipto protegido

Mudanças climáticas globais têm inuenciado o cultivo de eucalipto na Suzano.

“Elas não afetam só o eucalipto, mas também outros cultivos, como cana-de-açúcar. Os grandes vetores são a regularidade e a frequência do sol, da água e as ondas de calor”, explica Marina Negrisoli.

Para driblar secas, como a que afetou o país entre 2023 e 2024, uma das estratégias de curto prazo é conhecida como “mosaico de idade”. Ou seja, as árvores são plantadas em momentos diferentes, dividindo o crescimento e a demanda de água do solo ao longo dos anos.

No médio e longo prazo entram as orestas nativas em recuperação.

Além de garantir as remoções e gerar créditos, as têm impacto na produtividade do eucalipto. A oresta tende a proteger a entrada de pragas na plantação e garante a oferta de água no solo, essencial para o cultivo.

Numa perspectiva mais ampla, de recuperação de biomas, a principal iniciativa é a criação dos corredores ecológicos pelo Brasil, hoje separados por áreas degradadas e permitem a circulação da fauna.

“O grande problema da perda de biodiversidade do Brasil é a fragmentação dos polígonos de regeneração ou de conservação. Quando comparado com outros grandes territórios, ainda temos uma massa relevante de vegetação nativa. O ponto é a desconexão entre eles”, arma Negrisoli.

A meta é conectar 500 mil hectares pelo Brasil até 2030, até agora foram alcançados 150 mil impulsionado pela conexão entre o Parque do Descobrimento e o Monte Pascoal, ambos no sul da Bahia.

Informações: Capital Reset/Uol.

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Inovações no cultivo de seringueira: como aumentar a produtividade e sustentabilidade

*Artigo de Erivaldo José Scaloppi Junior.

São Paulo tem os seringais mais produtivos do mundo graças ao protagonismo do Instituto Agronômico (IAC), que desde meados do século XX endossou a seringueira como potencial para cultivo em “áreas de escape” e introduziu clones superiores, o que permitiu a liderança da produção paulista e a posterior expansão da cultura para o Brasil (Figura 1).

A base da heveicultura

Aumento de produtividade e qualidade são determinantes para a sustentabilidade das culturas. Nesse sentido, o melhoramento genético, por meio da obtenção de novas variedades, é a linha de pesquisa prioritária para almejar o sucesso.

Figura 1. Cronologia da seringueira no Instituto Agronômico (IAC)

Com o avanço do Programa de Melhoramento, o IAC tem desenvolvido vários clones com alto potencial produtivo, vigor e resistência às moléstias.

A experimentação em melhoramento de seringueira no IAC é desenvolvida no Centro de Seringueira e Sistemas Agroflorestais (CSSAF) em Votuporanga (SP).

Inovações

Dentre os mais recentes produtos tecnológicos em seringueira estão os clones da Série IAC 500. O potencial produtivo desses materiais pode ser visualizado na Figura 2. O clone IAC 502 (Figura 3) produziu 74% a mais do que o clone tradicional RRIM 600 na média de 11 anos de produção.

Além de mais produtivos, os clones de seringueira da Série IAC 500 são vigorosos e permitem a entrada em produção aos cinco anos, sendo que, na média, os seringais começam a produzir somente aos sete anos de idade (Figuras 4 e 5).

Assim, esses materiais permitem o retorno do investimento mais rápido aos heveicultores.

Figura 2. Potencial produtivo de borracha seca de clones de seringueira da Série IAC 500 em relação ao tradicional clone RRIM 600 no IAC CSSAF em Votuporanga (SP)

Figura 3. Seringueira clone IAC 502 no IAC CSSAF em Votuporanga (SP)

Figura 4Case de sucesso. Clone de seringueira IAC 502 apto para a sangria com pouco mais de quatro anos de plantio em Cardoso (SP). Proprietário: Sr. Januário Gorga Filho.

Figura 5Case de sucesso. Clone de seringueira IAC 502 já em sangria aos cinco anos de plantio em Cardoso (SP). Proprietário: Sr. Januário Gorga Filho.

Alta performance

Outros clones que vêm apresentando excelente performance é a Série IAC 400 (Figura 6). Entre os clones elites com grande destaque tem-se o IAC 418 (Figura 7), com potencial produtivo superior a 70%, na média de seis safras, em relação aos clones tradicionais.

Figura 6. Potencial produtivo de borracha seca de clones de seringueira da Série IAC 400 em relação ao tradicional clone RRIM 600 no IAC CSSAF em Votuporanga (SP)

Figura 7. Seringueira clone IAC 418 no IAC CSSAF em Votuporanga (SP)

Tecnologias

O IAC é o atual mantenedor de 37 clones de seringueira junto ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), no Registro Nacional de Cultivares (RNC).

A difusão de tecnologia é realizada pela ativa transferência de clones elite na forma de material propagativo (borbulhas), certificado de plantas matrizes junto aos produtores de mudas credenciados (Figura 8).

Figura 8. Processo de Transferência de Tecnologia em clones elites de Seringueira no Instituto Agronômico (IAC)

A ativa transferência de tecnologia institucional tem permitido o acesso aos produtos tecnológicos IAC pelo setor heveícola (Figura 9), que experimenta, na atualidade, mudança de paradigma em produtividade e qualidade.

A estimativa atual é que 80% dos novos plantios de seringueira são constituídos por clones IAC, especialmente com os clones IAC 502 e IAC 418.

Figura 9Case de sucesso. Adoção de Tecnologia IAC em clones de seringueira. Viveiro de mudas Geromel em Valentim Gentil (SP). Jardim clonal de seringueira clone IAC 418

O futuro logo ali

Clones elite e material propagativo IAC certificado são determinantes para o sucesso do negócio. Neste cenário próspero, a perenização da pesquisa e difusão de tecnologia no IAC permitirá a constante evolução em produtos e processos, que contribuirá para a sustentabilidade da heveicultura paulista e nacional.

Novos experimentos vêm sendo conduzidos e novos clones IAC têm apresentado grande potencial produtivo para inserção futura no sistema de produção paulista e brasileiro, através do IAC CSSAF na gestão de material propagativo.

É o Instituto Agronômico – IAC trabalhando em prol da heveicultura!

Conheça o portfólio de tecnologias IAC:

Plataforma IAC Bluein: https://bluein.iac.sp.gov.br/portfolio-iac/


*Erivaldo José Scaloppi Junior é Doutor em Produção Vegetal e pesquisador científico – Instituto Agronômico (IAC), Centro de Seringueira e Sistemas Agroflorestais.
erivaldo.junior@sp.gov.br

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Suzano fará 4º aumento em preços de celulose a partir de abril

A Suzano, maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, fará uma nova rodada de aumentos de preços de celulose em abril, a quarta seguida neste ano, informou a companhia nesta quinta-feira.

O preço da celulose vendida pela Suzano para clientes na Ásia vai subir em US$20 a tonelada, enquanto na Europa e na América do Norte o reajuste será de US$60 por tonelada em cada região.

A informação sobre os aumentos foi antecipada à Reuters por uma fonte e confirmada posteriormente pela Suzano.

Com o reajuste de abril, o preço da celulose da Suzano na Europa irá para US$1.280 a tonelada.

As ações da Suzano fecharam a quinta-feira em alta de 0,71%, enquanto o Ibovespa encerrou com avanço de 0,47%.

Informações: Terra.

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