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Pesquisa ajuda sistemas ILPF a atender critérios de avaliação de impactos ambientais

A Fazenda Boa Vereda se transformou em uma Unidade de Referência Tecnológica (URT), tendo os seus resultados tecnológicos e socioambientais positivos como exemplo para outros empreendimentos.

Pesquisadores da Embrapa analisaram um estabelecimento de referência em Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) em relação à sustentabilidade, para servir de unidade demonstrativa de intensificação sustentável.

Para fazer esta análise de desempenho socioambiental da ILPF, adotada no empreendimento há 12 anos, eles utilizaram critérios de Avaliação de Impactos Ambientais (AIA), segundo o sistema de indicadores Ambitec-Agro, na Fazenda Boa Vereda, no município de Cachoeira Dourada, Goiás.

Segundo os pesquisadores, a meta foi oferecer, imediatamente a partir das AIA, recomendações de gestão ambiental fundamentadas em uma visão integrada do estabelecimento rural, além de verificar a hipótese de que a adoção de sistemas ILPF gera impactos tecnológicos e socioambientais positivos. “Tais avaliações cumprem importantes objetivos, como a proposição de boas práticas de manejo, a melhoria de eficiência produtiva, o controle da poluição e a minimização de impactos negativos”, dizem em publicação lançada recentemente.

O trabalho detalha um amplo conjunto de aspectos e indicadores, em abordagem multicritério, e se faz acompanhado do sistema operacional utilizado na obtenção de evidências em campo, análise, interpretação e comunicação dos índices de sustentabilidade, servindo como um instrumento de transferência metodológica e um guia para exercícios similares. “Com isso, contribui para a ampliação da base de informações para uma agropecuária sustentável, ambientalmente saudável, economicamente próspera, e socialmente favorável”, enfatizam.

O pesquisador Claudio Buschinelli, da Embrapa Meio Ambiente, primeiro autor do trabalho, explica que “as AIA se configuram como um conjunto de procedimentos adequados para a promoção da gestão ambiental dos estabelecimentos rurais e para a tomada de decisões quanto à adoção de inovações tecnológicas, que favoreçam o desempenho socioambiental das atividades produtivas, inclusive aquelas características da ILPF, visando atender a critérios de sustentabilidade”.

Ele informa que 153 ações de transferência de tecnologia foram conduzidas pela Fazenda Boa Vereda no decorrer dos últimos 12 anos, com foco em capacitações e atualizações de consultores, empresários, estudantes, extensionistas, funcionários de agências de fomento à pesquisa e ao crédito rural, pesquisadores, produtores rurais, professores, técnicos, dentre outros profissionais do setor agropecuário. “Estas atividades foram divididas em seis categorias: cursos, dias de campo e visitas técnicas, matérias jornalísticas, palestras, prêmios e vídeos institucionais.

Após a adoção de práticas de ILPF, a Fazenda Boa Vereda se transformou em uma Unidade de Referência Tecnológica (URT), tendo os seus resultados tecnológicos e socioambientais positivos como exemplo para outros empreendimentos. Devido a isso, a propriedade foi uma das nove vencedoras do ‘Climate Positive Leaders Program 2021’, uma iniciativa da Corteva Agriscience para reconhecimento a fazendeiros e pecuaristas, dedicada para projetar agricultores que adotam com sucesso uma ampla gama de sistemas e abordagens inovadoras, que apoiam de maneira exclusiva suas metas de produtividade, ao mesmo tempo em que protegem a terra e a água, práticas positivas para o clima.

De acordo com os pesquisadores, a adoção do sistema de ILPF na Boa Vereda surgiu da necessidade de diversificação produtiva da fazenda, que hoje planta soja, milho, milheto, eucalipto, capim e cria gado de corte, dada sua anterior dependência econômica exclusiva da pecuária extensiva e de baixo rendimento, importante fonte de renda na região no passado, e que nos anos recentes tem sido pressionada pela atividade canavieira, como consequência da instalação de usinas de açúcar e álcool na região.

Deste modo, eles informam que “a qualidade dos produtos tem sido em geral mantida, como é a prática corrente, mas com redução de exposição a resíduos químicos e com processamento da madeira como atividade de pós-colheita, sendo que em alguns casos a retirada da casca promove maior aporte de matéria orgânica nas áreas de produção”. Os pesquisadores ressaltam também que a carne produzida pelo rebanho no sistema ILPF está alinhada à denominação de Carne Carbono Neutro, marca conceitual de agregação de valor a esse produto, lançada pela Embrapa.

A pesquisa na URT contribui para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12, da agenda da Organização das Nações Unidas, com foco na meta 12.2 – “Até 2030, alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais”, ao prover recomendações de manejo para a gestão ambiental do estabelecimento rural, bem como oferecer um procedimento estruturado para registro, interpretação e comunicação de sustentabilidade.

Ambitec Agro

O Sistema de Avaliação de Impactos Ambientais de Inovações Tecnológicas Agropecuárias (Ambitec-Agro) visa auxiliar as instituições de P&D agropecuários na avaliação dos projetos de pesquisa, bem como produtores rurais e tomadores de decisão na escolha de melhores opções de práticas, formas de manejo e tecnologias voltadas ao desenvolvimento sustentável de atividades rurais.

Consiste de um conjunto de matrizes multicritério que integram indicadores do desempenho de inovações tecnológicas e práticas de manejo adotadas na realização de atividades rurais. Sete aspectos essenciais de avaliação são considerados: Uso de Insumos e Recursos; Qualidade Ambiental; Respeito ao Consumidor; Emprego; Renda, Saúde; e Gestão e Administração.

Os critérios e indicadores são construídos em matrizes de ponderação nas quais dados obtidos em campo, junto ao produtor/administrador do estabelecimento, são automaticamente transformados em índices de impacto expressos graficamente.

Os resultados das avaliações de impacto permitem, ao produtor/administrador, averiguar quais práticas de manejo promovem o desempenho de sua atividade. Aos tomadores de decisões, gestores e organizações, possibilitam a indicação de medidas de fomento ou controle da adoção de tecnologias, segundo planos de desenvolvimento local sustentável e, finalmente, proporcionam uma unidade de medida objetiva de impacto, auxiliando na qualificação, seleção e transferência de tecnologias agropecuárias.

“Tendo em vista a flexibilidade frente aos mais variados contextos produtivos encontrados no diverso meio rural brasileiro, a aplicação e consequente divulgação de tais métodos junto a estabelecimentos rurais de referência permitem, além da necessária confirmação do seu valor técnico, o exercício de promoção e comunicação sobre sistemas de produção que se demonstrem sustentáveis”, enfatiza o pesquisador Geraldo Stachetti Rodrigues, um dos desenvolvedores do método Ambitec-Agro.

São autores do Documentos 135 os pesquisadores Claudio Cesar de Almeida Buschinelli (Embrapa Meio Ambiente), Cristiane Aparecida Fioravante Reis, Alisson Moura Santos, Abílio Rodrigues Pacheco (Embrapa Florestas) e Geraldo Stachetti Rodrigues (Embrapa Meio Ambiente). A publicação está disponível para dowload aqui.

Fonte: Embrapa Meio Ambiente

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Produção de celulose é ESG por convicção

O crescimento de uma empresa precisa estar diretamente relacionado com sua capacidade e sua intenção em reduzir os riscos para o planeta. Quando essa premissa se torna um valor estratégico para uma companhia ela passa a ter uma visão mais segura de como se tornar um importante agente de transformação. 

Quando entendemos que nossos negócios dependem muito mais da natureza do que ela depende de nós, a urgência por ações de preservação e melhoria do meio ambiente passa a ser vital e traça a rota das nossas ações para um futuro cada vez mais sustentável. 

Na indústria da floresta, por exemplo, segundo a Associação IBÁ (Indústria Brasileira de Árvores), o Brasil planta cerca de 9 milhões de hectares de árvores para produtos que abastecem diversos segmentos como: Celulose e Papel, Siderurgia e carvão vegetal; Painéis de madeira e pisos laminados; Produtos sólidos de madeira entre outros. 

Desse total plantado, essas árvores conseguem absorver mais de 1,8 bilhão de toneladas de CO2eq¹ da atmosfera, o que mostra para o mundo que nossos modelos de manejo florestal se mostram sustentáveis e que faz nossas florestas terem um importante valor para nossos negócios e para o meio ambiente também no período que permanecem “em pé”. 

Mais que plantar florestas em um modelo sustentável e exemplar de manejo, essa indústria tem se ocupado em transferir esse valor estratégico da preservação do meio ambiente para os stakeholders. Isso porque o entendimento de que não há crescimento saudável se não ajudarmos nossos pares a crescerem juntos está cada vez mais evidente. Não haverá lucro sem impacto social e ambiental positivos. Quem não agir assim não vai sobreviver. 

Isso requer inovação e uma busca incansável por desenvolver produtos e serviços que falam com o propósito da empresa. Mas, antes mesmo de alcançar esse lugar é preciso estar atento em cada processo, cada serviço, com esse ‘olhar de propósito’. É nele que estão as melhorias que vão reduzir nosso consumo de recursos naturais e, principalmente, compartilhar esse aprendizado com nossos colaboradores, fornecedores, comunidades, governos, para gerar a transformação que buscamos para melhorar e tornar nossa sociedade mais justa para todos. 

É com essa diretriz que saímos focados em nos tornarmos um negócio de impacto positivo para nossos públicos e outros negócios. É papel das empresas devolver ao planeta parte do que ela lucra e isso só acontece quando ela se percebe no mundo e se melhora de dentro da fora. 

Plantar árvores e transformá-la em produtos para consumo de diversas naturezas tem se mostrado um bom negócio no mundo, mas o Brasil precisa aproveitar melhor suas vantagens de ter um clima e uma extensão territorial muito favoráveis em relação aos países de primeiro mundo. Precisamos lidar com isso da melhor forma e atender nossa vocação de ‘pulmão do mundo’. É nosso dever. 

Porém, é muito importante lembrar que é um setor que também tem raízes no progresso, apoio e disseminação do desenvolvimento da cultura de preservação. São inúmeros projetos que o setor realiza para mostrar que as árvores das nossas florestas certificadas não apenas nos servem produtos, mas verdadeiros laboratórios para testar e aproveitar da melhor forma toda essa força da natureza. 

Onde plantamos árvores, abrimos possibilidades infinitas de negócios a partir de produtos que elas nos fornecem e dos quais estendemos à comunidade de forma sustentável. Isso inclui a extração de mel, a cata dos frutos que ela dá, além de todo o conhecimento que o cultivo e a preservação no traz. 

O mais importante é que esse conhecimento não fica dos nossos portões para dentro. Entendemos o quanto é necessário que ele avance e seja compartilhado. Por isso, estamos nas escolas para enriquecer essa expansão de conhecimento, nos pequenos produtores que se utilizam das árvores para extração sustentável e responsável de seus subprodutos, nas comunidades, nos nossos fornecedores exigindo um compromisso mais alinhado com nossos valores, sempre com o intuito de levar conhecimento sobre o que aprendemos para aumentar a cultura da preservação e como isso pode ser um bom negócio. 

Não há possibilidade de vivenciarmos todas essas transformações sem nos transformarmos junto. É assim vamos nos consolidando cada vez mais ESG. Não por conveniência, mas sim por muita convicção.

Artigo de: Karin Neves, Diretora Jurídica, de Sustentabilidade e de Pessoas da Melhoramentos

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Suzano compartilha em vídeo avanços nas obras da nova fábrica em Ribas do Rio Pardo (MS)

O estaqueamento e as fundações de componentes das futuras operações industriais, como as máquinas extratoras de celulose e a caldeira de recuperação de força, são alguns dos destaques.

As obras de construção da nova fábrica de celulose da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS), seguem dentro do cronograma com importantes avanços registrados até o mês de junho. O andamento das frentes de trabalho pode ser conferido em novo vídeo divulgado pela empresa. Assista:

Dentre as etapas concluídas e entregues, alguns destaques são o estaqueamento e as fundações de dois componentes importantes para as futuras operações industriais: as máquinas extratoras de celulose e a caldeira de recuperação e de força, esta última que servirá para gerar o vapor necessário à produção de energia a partir de biomassa.

A finalização da lagoa pluvial I, um dos reservatórios que irá receber as águas das chuvas e da drenagem das atividades industriais para posterior reaproveitamento, é outro destaque. O vídeo também destaca uma importante marca do projeto: a comemoração de 5 milhões de horas trabalhadas sem acidentes com afastamento, além do andamento de ações nas operações florestais e dos programas sociais.

Projeto Cerrado

Anunciado em maio de 2021 e confirmado pelo Conselho de Administração da Suzano no início de novembro do mesmo ano, o Projeto Cerrado receberá investimento total de R$ 19,3 bilhões e, no pico das obras, deverá gerar cerca de 10 mil empregos diretos. Prevista para entrar em operação no segundo semestre de 2024, a nova fábrica – que será a unidade mais competitiva da Suzano –, vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial, e movimentando toda a cadeia econômica da região.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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A ArborGen concluiu sua revisão estratégica para os próximos anos

A ArborGen Holdings Limited (NZX: ARB) (a “Empresa” ou “ArborGen”) anuncia hoje que, como resultado de sua revisão estratégica realizada ao longo do último ano, o Conselho da ArborGen reorientou o negócio em seus principais mercados tradicionais e emergentes de alto crescimento no sul dos EUA e no Brasil, bem como nos novos e emergentes mercados de carbono de alto crescimento. Alinhada com essa estratégia reorientada, a ArborGen vendeu os seus negócios mais antigos na Austrália e Nova Zelândia em 30 de novembro de 2021 por NZ$ 22,25 milhões, fortalecendo substancialmente seu balanço patrimonial e proporcionando maiores oportunidades de investimento em cenários de crescimento direcionado. Portanto, a Companhia informa que a revisão estratégica iniciada em 30 de junho de 2021 foi concluída.

Principais mercados tradicionais de alto crescimento – Sul dos EUA

Enquanto em um prazo mais curto os efeitos de fluxo das tensões pandêmicas e geopolíticas provavelmente terão impacto na atividade da indústria, o principal mercado final da ArborGen, o mercado imobiliário dos EUA, é apoiado por fundamentos subjacentes muito fortes a longo prazo, particularmente:

  • Uma defasagem no estoque habitacional dos EUA resultante de anos de níveis inferiores de construções desde a crise financeira global,
  • Um envelhecimento do estoque de habitação dos EUA com a média de idade de uma casa ocupada pelo proprietário agora com mais de 40 anos, e
  • Forte demografia populacional com uma grande proporção de jovens adultos passando para a fase de compra da casa.Esses fortes fundamentos, por sua vez, apoiam o crescimento contínuo da demanda por produtos de madeira, e, a este respeito, espera-se que o sul dos EUA seja o maior beneficiário.

Além disso, as questões de acesso e fornecimento de madeira reduziram e continuarão a reduzir a produção de produtos de madeira no oeste do Canadá, o que levou muitas das principais empresas madeireiras canadenses a comprar ou construir novas serrarias no sul dos EUA. Os problemas de fornecimento de madeira na Europa Central também levarão à uma redução na produção de produtos de madeira. Com base nesses fatores, a Forest Economic Advisors está projetando um aumento mais forte na produção madeireira no sul dos EUA, prevendo um crescimento de 24% em relação à produção do ano passado para atingir 26,0 BBF1 até 20252.

Como o principal fornecedor comercial de mudas de pinus de genética avançada no sul dos EUA, a ArborGen acredita que está bem posicionada para alavancar esse crescimento. A ArborGen considera que está pronta para se beneficiar de mais de 20 anos de investimento no desenvolvimento dos melhores produtos de MCP do mercado, ampliando a oferta de genética avançada ao mesmo tempo que os clientes valorizam e migram de produtos OP para MCP, que proporcionam maior ganho.

Com as bases agora estabelecidas, o foco da ArborGen será a conversão contínua de clientes para mudas de maior valor à medida que nossos clientes percebam cada vez mais o potencial comercial de nossos produtos de genética avançada.

Em termos de oportunidades de investimento, há uma demanda crescente pelas mudas de MCP produzidas em tubetes (nossas mudas de maior valor), e, nesse sentido, o Conselho aprovou a expansão da capacidade interna de produção de mudas deste tipo em dois viveiros próprios, elevando efetivamente a produção interna em 60%, ou de 10 para 16 milhões de mudas por ano.

O presidente da ArborGen, David Knott Jr, disse que “Em vista da escala de nossas operações existentes, somos capazes de alavancar de forma econômica a infraestrutura em nossos viveiros de Belville, GA e Bullard, TX, para esse crescimento por menos de US$ 1 milhão. Os benefícios esperados do investimento são duplos — redução de custos devido ao aumento da eficiência de produção e maiores margens do volume adicional produzido. Os retornos esperados são muito animadores, com o retorno estimado dos investimentos de 1 a 2 anos. Espera-se que essa expansão esteja pronta para o ano fiscal de vendas de mudas de 2024, e também continuamos a ter um excelente relacionamento com nossos produtores de mudas em tubetes terceirizados.

Embora a ArborGen tenha capacidade produtiva suficiente para alavancar o crescimento após a queda na pandemia, a empresa continuará avaliando novas potenciais oportunidades de expansão em regiões alvo. Como sinal positivo, embora estejamos apenas no segundo mês da safra atual, já vendemos efetivamente todas as nossas mudas produzidas em tubetes para produtos MCP e nossas mudas de hardwood, e aproximadamente 85% de todas as mudas de MCP disponíveis.”

Mercados tradicionais emergentes de alto crescimento — Brasil

A ArborGen acredita que as bases do mercado no Brasil também são muito fortes, com aumento da demanda interna e da exportação, novas fábricas de celulose em construção e forte mercado de carvão vegetal resultante do aumento da demanda de minério de ferro, agora coletivamente fortalecendo a demanda local por eucalipto e pinus.

A ArborGen tornou-se um dos maiores fornecedores comerciais de mudas de eucalipto e pinus no mercado brasileiro, replicando sua estratégia americana de converter o mercado em produtos com genética superior no Brasil. O foco contínuo da ArborGen neste mercado emergente está começando a mostrar ganhos tangíveis. Consistente com isso, e como observado no anúncio dos resultados da Companhia no ano fiscal de 2022, a ArborGen adquiriu recentemente um viveiro de pinus com capacidade de produção de 8 a 10 milhões de mudas/ano, localizado em Canoinhas, Santa Catarina, Brasil, por R$ 4 milhões (US$ 0,7 milhão), para consolidar sua posição no mercado local de pinus. Além disso, a ArborGen planeja expandir sua capacidade interna de produção de eucalipto ainda este ano através do arrendamento de seu terceiro viveiro de eucalipto, que deverá aumentar a capacidade interna de eucalipto para quase 50 milhões de mudas por ano.

Como resultado de uma estimativa muito mais forte de preços e demanda para as mudas de eucalipto e pinus da ArborGen, os ganhos da ArborGen no Brasil devem ser superiores a US$ 1 milhão neste ano fiscal de 2023, materialmente superior ao resultado de equilíbrio registrado no ano fiscal de 2022, com um forte crescimento contínuo estimado daqui para frente.

Mercados globais emergentes e substanciais de carbono

Agora há um foco claro e crescente na importância da redução dos gases de efeito estufa globalmente, e as florestas têm um papel importante a desempenhar a medida que as árvores capturam dióxido de carbono, um dos principais gases de efeito estufa da atmosfera e o armazenam nos troncos, galhos, folhas e raízes.

A crescente ênfase no papel que as árvores podem desempenhar na compensação das emissões de carbono está criando novas oportunidades significativas para a ArborGen, com sua genética avançada e fortes canais para proprietários de terras florestais no sul dos EUA, posicionando-a de forma única para explorar essa oportunidade.

A ArborGen é uma importante participante deste espaço e está ativamente envolvida com vários registros de carbono e grandes empresas de carbono, participando no desenvolvimento de protocolos para a plantação florestal.

O CEO da ArborGen, Andrew Baum, disse que “Projetos de carbono baseados em floresta serão cada vez mais importantes na criação de novas demandas tanto para mudas de pinus quanto de hardwood. Os desenvolvedores de projetos de carbono estão ativamente buscando projetos de arborização e reflorestamento em larga escala no sul dos EUA e a ArborGen está ativamente envolvida com várias dessas empresas para fornecer mudas de pinus de genética avançada e mudas de hardwood. Esperamos fornecer mudas já esse ano, sendo esse o primeiro ano de um acordo de vários anos com pelo menos uma grande empresa de carbono.”

O Sr. Knott disse que “Estamos muito entusiasmados com o futuro da ArborGen. Refinamos a empresa, vendemos os negócios da Nova Zelândia e da Austrália, fortalecemos significativamente o balanço da ArborGen, e agora estamos bem posicionados para crescer em nosso negócio principal e novos mercados emergentes.

Para garantir o potencial de crescimento da Companhia nessas áreas, o Conselho está empenhado em aumentar os recursos, conforme necessário. Como parte de nossa revisão estratégica, o Conselho considerou todas as opções para destravar o valor em benefício de todos os acionistas, inclusive explorando a potencial venda de todas as ações da Companhia, mas concluiu por unanimidade que a melhor estratégia de maximização de valor para os acionistas é manter o curso. Gostaríamos de agradecer a todos os nossos acionistas pelo apoio contínuo, o que é muito apreciado.”

Escopo da revisão estratégica

Nos últimos 11 meses, o Conselho considerou todas as opções de desbloqueio de valor em benefício de todos os acionistas, desde o reinvestimento até a venda. A PwC avaliou o interesse em uma possível venda de todas as ações, ou todos ou alguns dos ativos da Companhia. Esse processo resultou na venda dos negócios da Austrália e Nova Zelândia mencionados acima. Embora uma série de manifestações de interesse tenham sido consideradas para todo o negócio, o Conselho concluiu que o valor seria maximizado

para os acionistas por meio do reinvestimento no negócio e progresso da estratégia conforme descrito acima.

Como parte do processo de revisão estratégica, o Conselho da ArborGen também considerou a possibilidade de uma oferta de ações nos EUA e concluíram que, no momento atual, os custos esperados de uma oferta de ações nos EUA superam os potenciais benefícios.

Quaisquer perguntas devem ser direcionadas a:

Sharon Ludher-Chandra
Secretária da Empresa e Diretora de Melhoria de Performance (com sede na Nova Zelândia)
E: info@arborgenholdings.com
Tel: +64 9 3569800

http://www.arborgenholdings.com ou e-mail info@arborgenholdings.com

1 Bilhões de metros cúbicos
2 Forest Economic Advisors 2nd Quarter 2022 Timber Quarterly Forecast

Fonte: ArborGen

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Senai oferece 80 vagas para curso em Mecânica de Máquinas Florestais para atender demanda da Suzano em Ribas do Rio Pardo (MS)

·      As inscrições para a qualificação podem ser feitas até o dia 31/07 por pessoas de todos os gêneros, sem distinção de idade, etnia, origem, classe social, formação, deficiência e orientação sexual.

·      Quem for selecionado receberá os seguintes benefícios: bolsa-auxílio no valor de R$ 1.400,00, alimentação no local e certificado de formação profissional.

·      O curso será ministrado em Ribas do Rio Pardo, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17 horas, com aulas práticas e teóricas.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está apoiando o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) na realização de um curso de qualificação profissional em Mecânica de Máquinas Florestais, em Ribas do Rio Pardo (MS). A formação visa anteder à futura demanda da empresa em suas operações florestais, especialmente na colheita de eucalipto, e serão oferecidas 80 vagas. As inscrições podem ser feitas atéo dia 31 de julho, preferencialmente pelo link https://bit.ly/Mecanico_ColheitaRibas, ou nos escritórios da Evoluir RH no município e também em Três Lagoas (MS).

O curso será ministrado em Ribas do Rio Pardo, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17 horas, com aulas práticas e teóricas. As pessoas que forem selecionadas receberão os seguintes benefícios: bolsa-auxílio no valor de R$ 1.400,00, alimentação no local e certificado de formação profissional. Para quem reside em outras cidades da mesma região, tem interesse na formação e for selecionada/a, a Suzano vai disponibilizar estadia em alojamento.

As inscrições para o curso são abertas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, etnia, origem, classe social, formação, deficiência e orientação sexual, desde que atendam a alguns pré-requisitos. “A Suzano se preocupa em garantir a igualdade de acesso às oportunidades, portanto, não há distinções em suas ações de qualificação profissional e nem nas contratações. Esse curso vai contribuir com o desenvolvimento de todas as pessoas que residem no município e na região”, afirma Angela Santos, gerente executiva de Recursos Humanos da Suzano.

Caso o interessado ou interessada não tenha acesso à internet para realizar a inscrição, poderá ir pessoalmente até uma das unidades da Evoluir RH, empresa parceira da Suzano que atuará na seleção para o curso e esclarecerá dúvidas, até o dia 31/07, em horário comercial, nos seguintes endereços.

  • Ribas do Rio Pardo – Rua Carlos Ancone, 496, Vista Alegre
  • Três Lagoas –Rua Paranaíba, 36, Centro.

Já quem reside em Água Clara poderá se dirigir até o escritório da Suzano, que fica na Avenida Benevenuto Ottoni, 495, Jardim São Judas Tadeu, para receber orientações sobre como se inscrever.

Requisitos

Para o curso de Qualificação Profissional em Mecânica de Máquinas Florestais, os pré-requisitos são: ter 18 anos completos ou mais, Ensino Fundamental completo e, preferencialmente, mas não obrigatório, CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias C ou D.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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ABAF apoia e participa da 9ª edição do Congresso Florestal Brasileiro

A Associação Baiana de Empresas de Base Florestal (ABAF) está apoiando a 9ª edição do Congresso Florestal Brasileiro (CFB) que acontece de 12 a 15/07. O evento será transmitido de Brasília (DF) com experiência virtualizada em plataforma especializada (online). Além disso, o diretor executivo da ABAF, Wilson Andrade, participa da sessão técnica “Sistemas agroflorestais, agroflorestas, ILPF e a gestão territorial, a regularização ambiental e o uso sustentável de produtos florestais”, em 13/07, das 16h30 às 20h30. Informações e inscrições: https://congressoflorestal-cfb.com.br/.

O CFB é um evento de cunho técnico, científico e político, que se propõe a fomentar o debate sobre o uso sustentável e gestão de florestas nativas e plantadas no país, incluindo os seus desdobramentos na indústria, serviços, comércio, economia, ciência & tecnologia, política, manejo, ordenamento e atuação profissional. A 9ª edição do CFB irá trazer à sociedade e aos profissionais, instituições e empresas que atuam no setor florestal, as inovações e atualizações científicas e tecnológicas, focadas nos desafios e nas oportunidades para a gestão, o uso sustentável, a conservação das florestas brasileiras e o desenvolvimento social.

O programa está organizado em painéis, sessões técnicas e exposição e apresentações de trabalhos técnicos e científicos, baseados nas políticas, planos e instrumentos estabelecidos, em especial, pelo Código Florestal, Lei de Gestão de Florestas Públicas, Política Agrícola para Florestas Plantadas, Política Nacional do Meio Ambiente, abordando soluções para os problemas atuais, como o uso sustentável dos recursos florestais por meio do manejo florestal e silvicultura, visando à sustentabilidade dos produtos e serviços a serem oferecidos à sociedade.

Em sua palestra, o diretor executivo da ABAF vai mostrar o potencial – sob o ponto de vista econômico, social e ambiental – do setor de florestas plantadas, bem como alguns exemplos exitosos de programas que visam contribuir para que este segmento cresça e se desenvolva.

“Trabalhamos por mais florestas, mais empresas, mais fornecedores, mais serviços e produtos florestais. A ABAF, em nome das associadas, desenvolve ações de impacto econômico, social e ambiental, a exemplo dos Dias de Campo (do Programa Mais Árvores Bahia)realizados em parceria com a CNA e do Programa Ambiente Florestal Sustentável (PAFS). Também por meio do Programa Ambiente Florestal Sustentável (PAFS) buscamos promover a diversificação e sustentabilidade das atividades rurais. O trabalho ainda se dá para a inclusão dos pequenos e médios produtores e processadores de madeira no setor – e seu uso múltiplo – para melhor atender a população, além de gerar emprego e renda”, declara Andrade.

Sua apresentação vai demonstrar também que o setor é um dos que mais preserva (ver dados abaixo) e vem estimulando também a restauração florestal que pode ter resultados econômicos e sociais, gerando renda para produtores rurais através da restauração produtiva.

“É preciso estimular o manejo florestal sustentável e todos que se esforçam nesse sentido devem ser compensados. Podemos encontrar este tipo de compensação através do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e no mercado de crédito de carbono. Além disso, áreas protegidas podem ser implementadas para dar renda extra, com mel, extrativismo e sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF), entre outros”.

Contribuições ambientais

O setor de base florestal planta 1 milhão de árvores todos os dias no Brasil. São 10 milhões de hectares produtivos, nos quais são plantadas, colhidas e replantadas árvores para entregar biossoluções à sociedade. Das árvores tudo se aproveita: tronco, casca, galhos, tocos, além de darem origem a outros produtos não madeireiros, como essências, resinas, mel etc.

A madeira cultivada é matéria-prima renovável de cerca de cinco mil produtos que usamos no nosso dia a dia. São produtos que possuem origem renovável, são recicláveis e biodegradáveis. E vão desde os mais evidentes, como papel e móveis, até produtos de beleza, medicamentos, alimentos e roupas. Outros, porém, estão sendo sempre desenvolvidos numa clara demonstração de investimento em inovação e tecnologia.

Esta área plantada corresponde a cerca de 1% do território do país, mas é responsável por 95% de toda a madeira produzida para fins industriais. Vale lembrar que os plantios florestais são feitos em áreas já antropizadas ou sem vocação agrícola para outras culturas, com zero desmatamento.

Com o uso da técnica de mosaico florestal, as empresas de base florestal intercalam estas áreas com finalidade industrial com mais 6 milhões de hectares destinados para conservação. Isto auxilia na manutenção de um solo fértil, no cuidado com a água e na preservação da biodiversidade. 

A Bahia está em sintonia com este cenário nacional. No estado são 618 mil hectares de plantações florestais e 330 mil hectares de florestas nativas destinadas à preservação ambiental. Por aqui são plantadas 250 mil árvores por dia.

As árvores cultivadas têm ainda um papel fundamental na mitigação da mudança do clima, especialmente por remover e estocar carbono nas florestas e nos produtos, além de evitar emissões ao prover produtos e serviços de origem renovável, em detrimento aos de origem fóssil ou não renovável. 

PAFS – O Programa Ambiente Florestal Sustentável (PAFS) é uma parceria com a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB). Trabalha diversos temas: Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF); Uso Múltiplo da Floresta Plantada/Programa Mais Árvores Bahia; Regulamentação Ambiental das Propriedades Rurais; Preservação dos Recursos Hídricos; Prevenção e Controle de Incêndios Florestais; Controle de Gado nas Áreas de Preservação; Combate ao Carvão Ilegal; e Programa Fitossanitário de Pragas.

Desde sua criação, as equipes do PAFS já percorreram mais de 380 mil quilômetros, realizaram 278 treinamentos em 234 comunidades, orientaram mais de 12 mil estudantes e produtores rurais de frutas, eucalipto, café, entre outras culturas e visitaram mais de 1.400 propriedades rurais no Sul e Extremo Sul da Bahia. O resultado tem sido positivo graças às parcerias feitas com o Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura (Seagri) e ADAB; Sindicatos Rurais da FAEB/Senar; Associação de Produtores de Café, Frutas, Pecuária; e Prefeituras, através de suas secretarias de agricultura e meio ambiente. 

Fonte: ABAF

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O papel do videomonitoramento na indústria de celulose

Por Sergio Fukushima, Business Development Manager da Axis Communications

O Brasil é o maior produtor de fibra de celulose curta do mundo e um dos maiores produtores de papel. Apesar de fazer parte da vida de todos, a indústria fornece muito mais do que apenas folhas, a celulose é utilizada na indústria têxtil para fabricação de tecido; na construção civil, como isolamento elétrico; na fabricação de biocombustível, entre outros. Com o desafio de atender tantos mercados de maneira efetiva, a tecnologia de áudio e vídeo IP entrou de vez em todas as etapas do processo para evitar falhas que interrompam a operação, um contratempo que representa um prejuízo milionário, e manter a qualidade do produto.

Na prática, o sistema de videomonitoramento oferece benefícios que vão além da segurança. Com câmeras posicionadas estrategicamente e analíticos de vídeo inteligentes, é possível monitorar máquinas de papel e secadores de celulose para detectar quebras de folhas, defeitos e qualquer outro incidente significativo à distância. Com equipamentos visuais e térmicos (IR), nenhuma condição de iluminação é um impeditivo para acompanhar a operação em tempo real.

Outra preocupação da indústria é o risco de explosões. Ambientes empoeirados como serrarias ou áreas que contêm materiais inflamáveis, qualquer fagulha pode significar um acidente. Por esse motivo, existem regulamentos rigorosos em relação às instalações industriais e fabris que detalham diferentes zonas dentro das quais apenas determinados equipamentos são certificados para serem utilizados, incluindo câmeras de vigilância. De forma simples, as câmeras à prova de explosão são colocadas em um invólucro resistente, geralmente feito de aço inoxidável ou alumínio, que elimina o risco de que qualquer possível faísca cause um acidente.

Assim, as câmeras de vídeo em rede são muito mais do que imagens ao vivo. Com o uso crescente de aprendizado profundo, os equipamentos detectam padrões, tendências e irregularidades. Por exemplo, se os colaboradores estão usando as roupas de proteção apropriadas ou até na detecção de princípios de incêndio. As imagens podem ser aprimoradas com integração de outros sensores, como de calor e térmicos, para detectar a temperatura do maquinário e assinalar se estão variando fora dos limites seguros e, se for o caso, reduzir ou desligar a energia automaticamente.

Hoje, a Indústria de Papel e Celulose aponta para uma fase de intenso crescimento. Cada vez mais, o plástico está sendo substituído pela celulose, como uma alternativa mais sustentável para embalagens, com um menor tempo de decomposição no meio ambiente. Deste modo, aumentar a produtividade, reduzir riscos e prejuízos, não é apenas um interesse adicional, mas uma tarefa fundamental. A tecnologia está pronta para colaborar e a medida que cresce o papel da celulose em diferentes mercados, se intensifica a necessidade de soluções inteligentes de áudio e vídeo para otimizar todas as etapas do processo.

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Sobre a Axis Communications

A Axis oferece soluções de segurança inteligentes para um mundo mais seguro e eficiente. Líder de mercado no segmento de vídeo em rede, a Axis está sempre na vanguarda do setor, graças ao lançamento contínuo de produtos de rede inovadores baseados em uma plataforma aberta e ao serviço de primeira classe que oferece aos clientes por meio de sua rede parceiros internacionais. A Axis está comprometida com relacionamentos de longo prazo com seus parceiros e disponibiliza os produtos de rede mais avançados e todo o conhecimento de que precisam para comercializá-los em mercados consolidados e em novos países.

Fundada na Suécia em 1984, a Axis tem mais de 3.646 funcionários próprios em mais de 50 países ao redor do mundo e é apoiada por uma rede internacional de mais de 90.000 parceiros.

Fonte: Axis Communications

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Paper Excellence finaliza acordo para compra da gigante norte americana Resolute

 Transação acelera a estratégia de crescimento da empresa e traz recursos complementares em produtos florestais e celulose

É a terceira aquisição anunciada pela companhia desde que acertou a compra da Eldorado Celulose, de Três Lagoas (MS), em 2017

O Grupo Paper Excellence, um dos maiores produtores de papel e celulose do mundo, acaba de anunciar a aquisição de todas as ações ordinárias da Resolute Forest Products Inc. (“Resolute”) (NYSE: RFP) (TSX: RFP), líder global na indústria de produtos florestais. A transação, realizada por meio da subsidiária Domtar Corporation, fortalece a estratégia de crescimento de longo prazo da Paper Excellence, complementando os negócios de celulose, papel e embalagens existentes e adicionando recursos em madeira serrada e tissue.

O acordo prevê a compra de US$ 20,50 por ação da companhia, cujo valor (Enterprise Value) é de US$ 2,7 bilhões. Com a transação, a Resolute acelera seu crescimento à medida que ganha acesso a mais ferramentas, capital e oportunidades para conquistar seus objetivos, em linha com os recursos oferecidos pelo Grupo Paper Excellence. A Resolute possui um time qualificado, ativos fortes e uma cultura de excelência que chamaram a atenção da companhia.

A aquisição é a terceira anunciada pela Paper desde que acertou a compra da Eldorado Celulose em 2017. Antes da Resolute, a companhia anunciou a compra bem-sucedida da Domtar no ano passado, a maior comerciante de papel para imprimir e escrever dos Estados Unidos. A transação ampliou o alcance global da Paper Excellence e expandiu a linha de produtos com novos tipos de papéis, sobretudo na América do Norte. Em 2019, a Paper já havia concluído a compra de 100% da canadense Catalyst Paper, incorporando ao seu ativo três unidades produtivas, um centro de distribuição e uma nova sede.

O histórico de aquisições mostra como a Paper Excellence tem priorizado investimentos nos países onde atua. No Brasil, a empresa planejava investir R$ 16 bilhões somente para a construção da segunda linha de celulose da Eldorado em  Três Lagoas (MS). O projeto, entretanto, está suspenso em razão da batalha judicial enfrentada com o Grupo J&F, que não aceitou a decisão do processo arbitral que deu vitória unânime à Paper pelo controle da Eldorado e tenta anular o resultado na Justiça.

Para a Resolute, a aquisição é boa para os funcionários e as comunidades onde a empresa opera. A companhia continuará crescendo de maneira consistente com valores fundamentais de responsabilidade, carinho e confiança.

Integrada a Paper Excellence, as empresas formarão uma companhia de produtos florestais diversificada, mais forte e resiliente, posicionada para competir em uma escala verdadeiramente global, com o compromisso de ser um parceiro de negócios confiável, dedicado à sustentabilidade e ao cuidado de suas pessoas e comunidades.

Sobre a Resolute Forest Products

A Resolute é líder global na indústria de produtos florestais com uma gama diversificada de produtos, incluindo celulose de mercado, tissue, produtos de madeira e papéis, que são comercializados em mais de 60 países. A empresa possui ou opera cerca de 40 instalações, além de ativos de geração de energia, nos Estados Unidos e Canadá. A Resolute certificou por terceiros 100% de suas florestas manejadas de acordo com padrões de manejo florestal sustentável reconhecidos internacionalmente. As ações da Resolute são negociadas sob o símbolo RFP na Bolsa de Valores de Nova York e na Bolsa de Valores de Toronto.

A Resolute recebeu reconhecimento regional, norte-americano e global por sua liderança em responsabilidade social corporativa e desenvolvimento sustentável, bem como por suas práticas de negócios. Visite www.resolutefp.com para obter mais informações.

Sobre Domtar

A Domtar é uma fornecedora líder de uma ampla variedade de produtos à base de fibra, incluindo papéis de comunicação, especiais e de embalagem, celulose de mercado e nãotecidos airlaid. Com aproximadamente 6.400 funcionários atendendo mais de 50 países ao redor do mundo, a Domtar é impulsionada pelo compromisso de transformar a fibra de madeira sustentável em produtos úteis nos quais as pessoas confiam todos os dias. O principal escritório executivo da Domtar fica em Fort Mill, Carolina do Sul e a Domtar faz parte do grupo de empresas Paper Excellence. Para saber mais, visite www.domtar.com.

Sobre o Grupo Paper Excellence

A Paper Excellence é uma holding de capital fechado que supervisiona unidades de negócios de papel e celulose individuais. Suas operações incluem a fabricação de celulose e papéis especiais, papéis para imprimir e escrever e embalagens, produzindo mais de 7 milhões de toneladas anualmente com uma força de trabalho de mais de 10.000 pessoas em suas quase 40 localidades nas Américas e Europa. Para obter mais informações sobre Paper Excellence, visite www.paperexcellence.com.

Fonte: Paper Excellence

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A Paper Excellence incentiva gestão de pessoas sendo um diferencial no mercado

Após realizar fusão com a empresa Eldorado, a Paper Excellence agrega valores no muno corporativo incentivando seus colaboradores

Fazer uma gestão eficiente de pessoal e auxiliar no desenvolvimento de novos talentos: essas são as principais funções do departamento de Recursos Humanos em uma empresa. A Paper Excellence esteve presente no 1º Fórum de Economia, e pode compartilhar seus conhecimento em uma entrevista, onde a auxilio dessas práticas aliadas a uma gestão de confiança de alto desempenho, são a peça chave para que uma das maiores empresas que recentemente realizou uma Fusão com  Eldorado Brasil, agregam nos valores e desempenhos de seus colaborares.
Desenvolver boas práticas para o setor de RH é fundamental porque ajuda a fomentar a cultura organizacional, contribuindo para o crescimento da instituição e ainda ser reconhecida no mercado de trabalho como uma empresa que pensa e realiza a diferença no dia-a-dia de seus colaboradores.


Mas de quais práticas estamos falando? Não é nada do outro mundo! São ações simples e fáceis de incorporar no dia a dia, que geram resultados em curto, médio e longo prazo. O Head de Operações Florestais, Luís Fernando Silva, comenta sobre os desafios da nova fusão, sendo uma empresa global que está crescendo em Mato Grosso do Sul, com uma produção elevada de seus produtos. E que com a chegada de novas oportunidades, a necessidade pelo busca de capacitação é primordial.

Confira nossa entrevista na integra:

Fonte: Paper Excellence


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Pesquisas mostram potencial da erva-mate além do chimarrão

Cerca de 200 compostos químicos que estão sendo estudados por diversos grupos de pesquisa no país

Esta planta nativa do Brasil e cultivada nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul possui cerca de 200 compostos químicos que estão sendo estudados por diversos grupos de pesquisa no país e até no exterior, entre eles o Laboratório de Tecnologia de Produtos Não-Madeireiros da Embrapa Florestas, coordenado pela pesquisadora Cristiane Helm.

Pesquisas realizadas em parceria com universidades:

1. Biofilme para revestimento de alimentos com alta atividade de água (exemplo: peixe)

– Película desenvolvida com extrato de erva-mate que indica a degradação (estado de conservação) da carne do pescado cru .

– Pesquisa realizada pela aluna de doutorado, Eduarda Muller, da FURB (Universidade de Blumenau), orientada pela professora Carolina Krebs e co-orientada pela pesquisadora Cristiane Helm, da Embrapa Florestas

– Escala TRL: 4

– Estágio de desenvolvimento: em busca de parceiros para desenvolvimento tecnológico

2. Secagem de erva-mate por microondas

– pesquisas indicam a melhor forma de secagem da erva-mate para que as enzimas oxidativas não degradem os compostos bioativos. Depois da secagem o produto mantém a cor verde e mantém os compostos fenólicos benéficos à saúde

– pesquisa realizada pela aluna de doutorado Jéssica Tomasi, da UFPR, orientada pelo professor Cícero Deschamps e co-orientada pelos pesquisadores Ivar Wendling e Cristiane Helm, da Embrapa Florestas

– Escala TRL 7

– Estágio de desenvolvimento: em busca de parceiros para desenvolvimento tecnológico

3. Esferas com extrato de erva-mate

– esferas em gel encapsuladas com extrato de erva-mate para uso como suplemento de compostos energéticos e bioativos em sucos, iogurtes, smoothies, para aproveitamento integral dos benefícios da erva-mate. Pesquisas indicam que alguns tipos de compostos bioativos, por exemplo: compostos fenólicos, ao entrar no sistema digestivo, não são absorvidos e perdem seu potencial. No entanto, se preservados e encapsulados até chegar no intestino, o organismo consegue absorver de forma completa. A encapsulação dos compostos do extrato de erva-mate com a formulação destas esferas permite isso

– pesquisa realizada pelo aluno de doutorado, Fernando Villaverde Cendon, da UFPR, orientado pelo professor Álvaro Mathias, e parceria da pesquisadora Cristiane Helm

– Escala TRL: 5

– Estágio de desenvolvimento: em busca de parceiros para desenvolvimento tecnológico

4. Farinha de erva-mate

– o processo de obtenção de farinhas é conhecido há séculos. Mas, para cada matéria-prima, é preciso estudar a melhor forma de produção e aproveitamento, secagem, granulometria, tempo de vida de prateleira, forma de armazenamento, aplicações e usos, aceitabilidade pelo consumidor, entre outros itens. A farinha de erva-mate é um produto obtido pela secagem adequada da erva-mate e uso da granulometria adequada também. A farinha pode ser utilizada como ingrediente alimentício em dietas específicas. Contém alto teor de fibras alimentares, minerais, compostos bioativos (fenólicos) e metilxantinas (cafeína e teobromina).

– pesquisa realizada pelo aluno de doutorado Leandro Vieira, da UFPR, orientado pela professora Katia Zuffellato e co-orientada pelos pesquisadores Cristiane Helm e Ivar Wendling, da Embrapa Florestas

Fonte: Embrapa Florestas

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