O Grupo Jacto anuncia a compra da SOLO Kleinmotoren GmbH (“SOLO” ), empresa alemã de de pulverizadores manuais, motorizados e movidos a bateria. Produz, ainda, sopradores e máquinas de corte.
Com clientes em mais de 70 países, a SOLO possui fábricas na Alemanha e nos EUA, bem como linha de montagem na China. Além disso, mantém centros de distribuição no Chile e na Nova Zelândia.
A aquisição faz parte da estratégia de crescimento do Grupo Jacto, que nasceu e mantém sede em Pompéia. Representa uma combinação de valores centrais das duas empresas: compromisso com a inovação, foco no cliente e excelência.
A SOLO vai manter sua marca e seu portfólio, desenvolvido ao longo de 77 anos de avanços em tecnologias agrícolas.
“Esse movimento vai permitir que a Jacto e SOLO acessem mercados complementares com melhores produtos e serviços em todo o mundo”, diz Ricardo Nishimura, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Jacto. Preveem, ainda, condições ideais para novos desenvolvimentos, produção e distribuição.
Com uma história de 77 anos e presença nos cinco continentes, o Grupo Jacto atua nos segmentos agrícola, tecnologias de aplicação de polímeros, transporte e logística. Além disso, em movimentação e armazenamento, equipamentos para limpeza e médico-hospitalar.
Pena poderá ser aumentada, passando de reclusão de 2 a 4 anos para reclusão de 3 a 6 anos e multa, conforme prevê o projeto de Lei (PL) 3330/24
A Câmara dos Deputadosnesta segunda-feira (2) deu um importante passo na luta contra a criminalidade ambiental ao aprovar um projeto de lei que endurece as penas para aqueles que provocam incêndios em florestas e outras formas de vegetação. A proposta, que ainda aguarda análise do Senado, prevê um aumento significativo na pena de reclusão, passando de 2 a 4 anos para 3 a 6 anos, além da aplicação de multas. Além disso, o texto estabelece que os infratores ficarão impedidos de contratar com o poder público por cinco anos após o trânsito em julgado da sentença. O relator do projeto, deputado Patrus Ananias (PT-MG), enfatizou que a medida busca uma penalização mais adequada para os crimes ambientais, abrangendo responsabilização penal, administrativa e econômica dos infratores.
A criminalidade ambiental tem impactos profundos no desenvolvimento econômico sustentável, agravando desigualdades sociais e prejudicando a saúde pública devido à emissão de poluentes e à destruição de ecossistemas essenciais. Nesse cenário, a intervenção do direito penal é vista como uma medida necessária e proporcional para desestimular essas práticas e garantir a reparação dos danos causados. O projeto, no entanto, faz uma ressalva importante ao não prever punição para casos de queima controlada e prescrita, nem para usos tradicionais e adaptativos que visem o manejo ambiental adequado.
A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Senado para que possa entrar em vigor. A expectativa é que, com a aprovação, haja um desestímulo significativo às práticas de incêndio criminoso, contribuindo para a preservação ambiental e a promoção de um desenvolvimento mais sustentável. A medida é vista como um passo crucial na luta contra a criminalidade ambiental no país, reforçando o compromisso com a proteção dos recursos naturais e a saúde do planeta.
A nova era das construções de madeira: mais rápidas, sustentáveis e eficientes — mas com um gargalo que ainda trava o Brasil
Diante da crescente urgência climática e da necessidade global de descarbonizar a economia, a madeira surge como uma das soluções mais eficazes e sustentáveis para transformar a construção civil. No Brasil, a produção de madeira engenheirada cresceu 160% nos últimos cinco anos, e a tendência é de que o setor continue se expandindo, com projeções de aumento de 115% na produção mundial até 2034, segundo o Instituto Brasileiro da Madeira e das Estruturas de Madeira (Ibramem).
Esse crescimento reflete uma mudança estrutural no setor, que passa a enxergar na madeira não apenas um material estético ou tradicional, mas uma ferramenta estratégica para enfrentar os desafios ambientais e produtivos do futuro.
Madeira engenheirada: tecnologia, eficiência e sustentabilidade
A chamada madeira engenheirada — obtida a partir do processamento industrial da madeira — apresenta vantagens expressivas.
A técnica envolve a colagem de fibras em direções específicas para aumentar sua resistência estrutural, eliminar imperfeições como trincas e facilitar o encaixe das peças no canteiro de obras.
Esse tipo de madeira, proveniente de florestas plantadas, é considerado o único material de construção 100% renovável. Além disso, a produção é pautada por compensação ambiental, tornando o processo mais sustentável do que o uso de concreto ou aço.
“De toda a cadeia construtiva, a madeira é o único material renovável. A indústria da construção civil e manutenção dos prédios é o maior emissor de CO₂ do planeta. Se você pegar os carros, aviões, navios etc., eles emitem menos da metade do que a indústria civil emite. A nossa responsabilidade de olhar para a edificação como um produto sustentável é enorme, por isso temos apostado nesse material”, afirma Marcelo Aflalo, engenheiro, designer e presidente do Núcleo de Referência em Tecnologia da Madeira.
Obras mais rápidas e com menor impacto ambiental
Além do apelo ambiental, a construção com madeira apresenta vantagens práticas. Segundo a presidente do Ibramem, Ângela do Valle, o uso da madeira engenheirada pode reduzir o tempo de execução da obra em até 40%, com um rígido controle de qualidade, já que os componentes são produzidos em fábrica e levados prontos para montagem no local.
“A construção com madeira permite obras mais rápidas, com redução de até 40% no tempo de execução, e oferece um controle rigoroso de qualidade. Tecnologias como o CLT (Cross Laminated Timber) e o MLC (Madeira Lamelada Colada) já viabilizam construções seguras, sustentáveis e em larga escala”, afirma.
Essas tecnologias já são aplicadas em diversos países da Europa e América do Norte, onde edifícios de múltiplos andares estão sendo erguidos com madeira de alta performance.
Exemplos internacionais inspiram setor no Brasil
No exterior, o destaque vai para o edifício Mjøstårnet, localizado na Noruega. Com 85,4 metros de altura e 18 andares, ele é considerado o prédio mais alto do mundo construído inteiramente em madeira.
“Esperamos que essa construção inspire outros a escolher soluções mais ecologicamente corretas nos próximos anos”, declarou Morten Kristiansen, CEO da Moelven Industrier ASA, empresa responsável pelo projeto.
Desafios brasileiros: mão de obra e políticas públicas
Embora os avanços sejam promissores, o Brasil ainda enfrenta gargalos importantes para consolidar a madeira como protagonista na construção civil.
Segundo Fábio Brun, presidente da Associação Paranaense das Empresas da Base Florestal (APRE Florestas), o país precisa superar a falta de mão de obra qualificada e a ausência de políticas públicas de incentivo.
“Falta de mão de obra qualificada, de competência técnica, tanto da parte que envolve a arquitetura como a engenharia, e de políticas públicas específicas que incentivem as construções em madeira. São alguns dos gargalos que o setor precisa enfrentar e vencer”, afirma Brun.
Madeira no design: versatilidade e estética sustentável
Se na construção a madeira ainda busca espaço, no design de interiores ela já é amplamente utilizada e valorizada. O arquiteto Raphael Wittmann destaca a madeira como um elemento escultórico, que traz aconchego, beleza e personalidade aos ambientes.
“Com ela, podemos elaborar portas amplas, com texturas naturais e com acabamentos sofisticados que entregam também a questão da arte. É um elemento que não apenas cumpre um papel prático, mas também adiciona calor e identidade ao ambiente”, afirma.
Na marcenaria planejada, o material também cumpre papel de destaque, garantindo funcionalidade, durabilidade e personalização.
“Essa estratégia não apenas melhora a funcionalidade dos ambientes, mas também assegura a durabilidade dos móveis, fazendo dela uma opção inteligente para quem busca otimização e praticidade em projetos de interiores”, complementa Wittmann.
Crédito: TV Cultura.
O fortalecimento do uso da madeira na construção civil sinaliza uma nova fase para o setor: mais sustentável, eficiente e alinhada aos objetivos ambientais globais. Com investimento em capacitação, inovação e políticas públicas, o Brasil pode liderar essa transformação.
A escassez de mão de obra operacional já é um desafio conhecido do setor florestal. Para manter as operações em pé, muitas empresas têm recorrido a trabalhadores de outras regiões, especialmente em grandes polos como o Mato Grosso do Sul. Mas essa solução emergencial carrega consigo uma série de consequências, e uma delas merece atenção urgente: a fragilidade da cultura de segurança.
Grande parte desses trabalhadores chega com o perfil de atuação por safra. Passam três ou quatro meses e retornam para suas cidades de origem. A consequência é uma rotatividade altíssima, que impede a consolidação de práticas fundamentais. E isso impacta diretamente na segurança das operações.
A verdadeira cultura de segurança não nasce em treinamentos formais, mas sim no dia a dia, com tempo, convivência, repetição e senso de pertencimento. É construída quando o colaborador se sente parte, entende o propósito da operação e desenvolve maturidade para identificar riscos, proteger a si e cuidar dos colegas.
Mas hoje não temos tempo para isso. Estamos lidando com equipes temporárias que mal chegam a fixar raízes. E nesse cenário, o que era cultura se torna protocolo. O colaborador vai embora antes mesmo de absorver o que realmente importa.
E o mais preocupante: se esse tempo não basta para criar cultura, é tempo mais do que suficiente para que um acidente aconteça.
O cenário exige urgência e estratégia. A alta rotatividade pressiona os times de segurança e de operação a adotarem estratégias de proteção que não dependam exclusivamente da maturidade comportamental dos profissionais. A gestão integrada de dados, o uso de tecnologias que mitiguem riscos críticos e a manutenção de multiplicadores de cultura passam a ser essenciais, ainda mais quando o tempo de convivência é escasso.
Estamos diante de um novo cenário. E ele exige novas soluções.
*Geraldo Dias é técnico em Agropecuária (UFV – Campus Florestal), e administrador (Unopar). Possui mais de 12 anos de experiência na área florestal, atuando como supervisor de colheita, transporte e silvicultura em empresas multinacionais certificadas. Trabalhou em desenvolvimento de soluções tecnológicas, mecanização, gestão de recursos humanos, e treinamento de equipes, com foco em melhorias operacionais, sustentabilidade e segurança.
Estudo realizado com 40 marcas usuárias apontou que as embalagens de papel têm ganhado relevância e tem espaço para salto ainda maior
As embalagens de papel estão avançando na preferência dos brand owners e têm atributos que lhes permitem pensar em crescer ainda mais. Esta á uma das conclusões da 2ª edição da pesquisa Percepções & Oportunidades para Embalagens de Papel, encomendada por Empapel e Two Sides Brasil, realizada pela Quórum Brasil.
O levantamento, que atualiza os dados de 2019, contou com a participação de 87 profissionais que atuam em 40 empresas de diversos segmentos, como alimentos, farmacêutico, têxtil, automotivo, higiene e limpeza, brinquedos, cosméticos, entre outros. O objetivo foi fazer um panorama atual sobre o comportamento e as preferências das empresas em relação às embalagens sustentáveis.
Entre os principais achados da pesquisa, chama a atenção a mudança no perfil dos decisores sobre os tipos de embalagens adotadas nas companhias. Em 2019, as áreas de suprimentos e desenvolvimento de embalagens eram as mais influentes nesse processo. Hoje, a partir das entrevistas realizadas no segundo semestre de 2024, quem ganhou protagonismo são os departamentos de qualidade e marketing, sinalizando que as decisões agora também envolvem atributos de desempenho e imagem da marca.
“Está claro que, para além do atributo de sustentabilidade, as embalagens de papel têm ganhado espaço como um veículo de comunicação de marca e transmissão de valor. A digitalização tem impulsionado este movimento e aquela embalagem que era vista como mera necessidade para armazenamento e transporte, hoje torna-se, cada vez mais, uma ferramenta de aproximação entre marca e cliente”, comenta o Embaixador José Carlos da Fonseca Jr., presidente-executivo da Empapel.
Outro ponto de destaque é o avanço da presença de embalagens de papel nas empresas. Ao serem questionadas sobre os tipos de embalagens que costumam utilizar, houve crescimento na menção a materiais como papel, papelcartão e papelão ondulado. O uso de papel passou de 62% para 65%, papelcartão foi de 57% para 60% e papelão ondulado, de 65% para 70%. Embora não representem participação de mercado, os dados indicam uma valorização crescente desses materiais.
Fabio Mortara, presidente de Two Sides Brasil, destaca a comparação dos dados desta pesquisa com os daquela publicada em 2020, que revela o crescimento de oportunidades para as embalagens de papel. “Qualidade, como mostra a pesquisa, é o principal requisito dos compradores de embalagens e isso se coloca como o desafio maior para toda a indústria de papel, cartão e papelão.
A sustentabilidade se mantém como um fator-chave na escolha das embalagens. A associação entre papel e atributos sustentáveis, como reciclabilidade e biodegradabilidade, foi amplamente reforçada pelos participantes. Além disso, 27% dos entrevistados afirmaram considerar a substituição do material atualmente utilizado por uma alternativa mais sustentável. No entanto, 59% apontaram a necessidade de mais informações para tomar decisões mais assertivas.
A pesquisa confirma o crescimento da consciência ambiental nas empresas e aponta para um futuro no qual o papel deve ganhar ainda mais espaço como aliado da sustentabilidade e da comunicação com o consumidor.
Sobre a Empapel
A Empapel, Associação Brasileira de Embalagens em Papel, surge em 2020 no lugar da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) – que desde 1974 representou aquele segmento. Com a ambição de ir além do papel ondulado, a entidade tem como missão ser reconhecida como uma associação que transforma o diferencial ambiental das embalagens de papel.
A Empapel quer promover uma ampliação de mercados e de oportunidades de negócios para seus associados, além de alcançar protagonismo em soluções para embalagens.
Sobre Two Sides
Fundada em 2008, Two Sides é uma iniciativa global, sem fins lucrativos, que divulga os atributos únicos, sustentáveis e atraentes do papel e das embalagens de papel, bem como esclarece equívocos comuns sobre seus impactos ambientais. Two Sides é uma colaboração de empresas de celulose, papel, embalagens, gráficas, editoras, jornais e revistas e opera na Europa, América do Norte e do Sul, África do Sul, Austrália e Nova
Concurso irá premiar reportagens escritas, de vídeo e áudio que joguem luz sobre o setor de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração
São Paulo, junho de 2025 – Pelo segundo ano consecutivo, a Ibá lança seu Prêmio de Jornalismo, com o objetivo de estimular e reconhecer a cobertura jornalística de qualidade relacionada ao setor de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração.
Em 2025, assim como no ano passado, serão quatro as categorias para inscrição: vídeo, áudio, texto e veículo setorizado. Uma reportagem será premiada por categoria, recebendo o valor de R$ 5 mil, além de troféu e certificado. Haverá ainda uma menção honrosa no valor de R$ 3 mil.
Para concorrer, trabalhos podem ser enviados até o dia 1º de outubro pelo formulário de inscrição disponível no site da Ibá (www.iba.org/premio). As reportagens devem respeitar alguns critérios básicos, entre eles, ser publicada em um veículo de imprensa entre o dia 1º de janeiro de 2025 até o término das inscrições. O edital com todas as regras também está disponível no site da Ibá.
Banca de jurados
Assim como no ano passado, o Prêmio Ibá de Jornalismo conta com uma banca avaliadora de peso, formada por especialistas renomados de diversas áreas. São eles Leão Serva, José Otávio Brito e Cindy Correa.
Leão Serva é diretor Internacional de Jornalismo, correspondente em Londres da TV Cultura e professor de Ética Jornalística na ESPM-SP. Escritor, é autor de “Jornalismo e Desinformação” (Senac, 2001) e “A Fórmula da Emoção na Fotografia de Guerra” (SESC, 2021), entre outras obras.
José Otávio Brito é professor titular sênior da USP (Universidade de São Paulo), no Campus Luiz de Queiroz, em Piracicaba (SP), do qual já foi prefeito. Foi diretor-executivo do Ipef (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais), atuou como professor associado visitante na Université Henry Poincaré, de Nancy (França), e academic visitor, no Imperial College of London, na Inglaterra.
Cindy Correa é especialista em gerenciamento de crise e Comunicação 360º. Comanda a equipe de Comunicação da Ibá. Já atuou na Gazeta Mercantil, Valor Econômico, Revista Ferroviária e Viagem e Turismo. Comunicóloga formada na Faculdade Cásper Líbero, tem pós-graduação em Marketing na ESPM-SP, MBA Executivo no EADA Espanha em Gestão em Negócios e está cursando um mestrado em Sustentabilidade.
A Ibá também relançará nas próximas semanas o Guia de Cobertura, com o objetivo de apoiar jornalistas interessados em realizar reportagens. No manual, é possível encontrar os principais dados sobre a indústria de árvores cultivadas, definições de termos técnicos, explicações para equívocos comuns e referências de fontes que podem ser ouvidas em apurações.
Em seu primeiro ano, o Prêmio Ibá recebeu mais de 100 reportagens enviadas por profissionais de 17 estados de todas as regiões do país. A maioria das inscrições foi feita na categoria escrita (62), seguida por TV (28), veículo especializado (11) e áudio (7). Entre as reportagens premiadas, houve trabalhos de grandes veículos nacionais, assim como de filiadas, jornais e rádios regionais.
O setor brasileiro de árvores cultivadas é uma potência da bioeconomia global. Planta, colhe e replanta em mais de 10 milhões de hectares, além de preservar 6,9 milhões de hectares em áreas nativas. Trata-se de uma agroindústria que faz uso inteligente da terra, respeita a natureza e cuida das pessoas.
Sobre a Ibá
A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas para fins industriais e de restauração, do campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 50 empresas e 10 entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas – painéis de madeira, pisos laminados, celulose, papel, florestas energéticas e biomassa -, além dos produtores independentes de árvores plantadas e investidores institucionais.
A J&F realizou o pagamento à vista de R$ 15 bilhões para adquirir a totalidade das ações da Eldorado Brasil Celulose detidas pela Paper Excellence
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou sem restrições a compra pela J&F da participação antes detida pela Paper Excellence na Eldorado Celulose. O acordo, que colocou fim a uma briga entre as partes que se estendia desde 2018, foi firmado no mês passado.
A J&F realizou o pagamento à vista de R$ 15 bilhões para adquirir a totalidade das ações da Eldorado Brasil Celulose detidas pela Paper Excellence.
A medida encerrou todas as ações judiciais e arbitrais em curso referentes ao caso, no Brasil e no exterior.
O negócio de venda da Eldorado Brasil Celulose começou em 2017 com uma transação amigável entre o grupo brasileiro J&F e o indonésio Paper Excellence, mas no ano seguinte se tornou uma bilionária disputa corporativa que só terminou em 15 de maio.
O cerne da disputa envolveu a validade do contrato de compra e venda e a transferência do controle acionário da Eldorado.
Várias decisões judiciais e arbitrais foram proferidas ao longo dos anos, com resultados diferentes.
A Paper Excellence buscou judicialmente a concretização da compra, enquanto a J&F tentou anular o acordo.
Empresa especializada em silvicultura busca profissionais para diversas funções e atendimentos acontecem ainda nesta semana
Mato Grosso do Sul, junho de 2025 – Em um movimento que promete aquecer o mercado de trabalho local, a MS Florestal promove nesta semana um mutirão de contratações em Nova Alvorada do Sul. A iniciativa visa preencher diversas vagas abertas na empresa, que está em plena expansão de suas operações na região e busca reforçar seu quadro de colaboradores com profissionais de diferentes perfis e qualificações.
As entrevistas acontecem na Rua Antônio Carlos Barbosa, nº 1195, Anexo da Assistência Social, durante as manhãs de quarta-feira, dia 4, e quinta-feira, dia 5 de junho, com distribuição de senhas das 7h às 10h, no horário local. Já na sexta-feira, dia 6, o espaço será destinado exclusivamente à realização dos exames admissionais dos candidatos aprovados.
As oportunidades são para quem deseja atuar como auxiliar de campo, executando atividades operacionais essenciais para o plantio e a manutenção das florestas; motorista, responsável pelo transporte de materiais, mas especificamente de água em caminhão pipa; operador de máquinas, com atuação direta na condução de maquinário pesado e manejo do solo; técnico de operações, para execução e monitoramento de atividades técnicas nas áreas florestais; e mecânico, responsável pela manutenção preventiva e corretiva dos veículos e equipamentos da companhia.
Os contratados contarão com uma série de benefícios, como plano de saúde, plano odontológico, acesso ao Wellhub — plataforma de bem-estar e atividades físicas —, auxílio farmácia, seguro de vida, transporte fretado, vale-alimentação e refeição fornecida pela empresa.
Serviço
O quê? Ação de Recrutamento e Seleção da MS Florestal em Nova Alvorada do Sul
Quando? 04 e 05 de junho (quarta e quinta-feira), 7h às 10h, no horário local.
Como? Levar currículo para contratação de auxiliar de campo, motorista, operador ou operadora de máquinas, técnico de operações florestais e mecânico.
Sobre a MS Florestal
A MS Florestal é uma empresa sul-mato-grossense que fortalece as atividades de operação florestal do Grupo RGE no Brasil, um conglomerado global com foco na manufatura sustentável de recursos naturais. Especializada na formação de florestas plantadas e na preservação ambiental, além do desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atua, a MS Florestal participa de todas as etapas, desde o plantio do eucalipto até a manutenção da floresta. Para mais informações, acesse: www.msflorestal.com
O Boletim Estatístico Mensal da EMPAPEL aponta que o Índice Brasileiro de Papelão Ondulado (IBPO)caiu 3,6% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para 151,4 pontos(2005=100).
Em termos de volume, a expedição de caixas, acessórios e chapas de papelão ondulado alcançoude 340.025 toneladas no mês. Apesar da queda, esse é o segundo maior volume expedido, entreos meses de abril, ficando atrás apenas de 2024 (352.862 ton.).
Por dia útil, o volume de expedição foi de 14.168 toneladas, uma alta de 4,4% na comparaçãointeranual, em que abril de 2025 registrou dois dias úteis a menos do que em 2024 (24×26 diasúteis).
Nos dados livres de influência sazonal, o Boletim Mensal de abril registrou alta de 0,6% no IBPO, para 158,0 pontos, equivalentes a 353.976 toneladas. Na mesma métrica, a expedição por dia útil foi de 14.749, uma alta de 4,7% na comparação com o mês anterior.
Todos os dados contidos neste relatório têm fonte EMPAPEL. Para maiores informações entre em contato com empapel@empapel.org.br.
Acordo Banco Mundial e Instituto Fórum do Futura sela esta meta
São Paulo – O Brasil já domina avançadas tecnologias de produção que oferecem um alimento mais nutritivo, mais saudável, produzido com menos insumos químicos, com maior resistência às mudanças climáticas, impacto mínimo sobre a natureza e custo de produção inferiores aos de métodos convencionais – o que pode significar um preço menor para o consumidor. Esta constatação motivou o Banco Mundial e o Fórum do Futuro a organizarem, em 25 de junho, em Washington, o Workshop “A Liderança do Brasil nas Transformações do Sistema Alimentar Global”.
Para encaminhar este debate, as duas instituições criaram um grupo de reflexão e proposição envolvendo perto de 200 colaboradores, cujos principais representantes estarão reunidos, a partir de amanhã, em São Paulo, para estruturar o Planejamento Estratégico dessa missão. Serão discutidas quatro temáticas principais. Na FIESP, amanhã, a conceituação, a institucionalização e o reconhecimento pela cidadania urbana do papel revolucionário da Agricultura Tropical Regenerativa. Na sexta-feira, no auditório do Banco do Brasil da Avenida Paulista, os temas: Inteligência Artificial e Soberania, Autodeterminação e Gestão segura de dados do Agro Tropical; Comunicação Estratégica, a conversão de Ciência e Tecnologia em causa do interesse da humanidade; e Inclusão Social, Digital e Tecnológica de produtores rurais tropicais.
UM NOVO CICLO DE INOVAÇÕES
Os eventos foram inspirados pelo Professor Roberto Rodrigues, Presidente do Conselho Consultivo do Fórum do Futuro. Para o Presidente da Instituição, Paulo Afonso Romano, “trata-se de um marco na proposta do criador do Agro Tropical e do Fórum do Futuro, Alysson Paolinelli, que preconizava a necessidade de iniciarmos um novo ciclo de transformações na cadeia produtiva do alimento”. Cesar Borges de Sousa, CEO do Fórum do Futuro e liderança empresarial em inovações tecnológicas para o setor, afirma: “o Brasil é capaz de mais do que dobrar a produção de alimentos sem derrubar uma única árvore, mas o mundo não sabe disso”.
Nos eventos de São Paulo, será apresentada também a nova Diretora Administrativa e Financeira do Fórum do Futuro, Nathalia Borges Pires, também sócia da Falconi Consultoria, substituindo Rodrigo Rodrigues, um dos mais reputados consultores do Agro brasileiro. Nathalia chega ao Fórum com a missão de organizar as bases da gestão de um Think Tank que tem o propósito de representar o Agro sustentável do Brasil em escala global. E, claro, de rejuvenescer os quadros do Instituto e de ampliar a participação feminina.