
2026 chega com projetos em andamento das Gigantes da celulose
Investimentos da Arauco, Suzano, CMPC, Bracell e Klabin ampliam capacidade produtiva e reforçam liderança do Brasil no setor de florestas e celulose.
O setor de celulose no Brasil vive um novo ciclo de expansão industrial. Cinco das maiores empresas do segmento como Arauco, Suzano, CMPC, Bracell e Klabin, anunciaram planos que somam aproximadamente R$ 105 bilhões em investimentos até 2028, incluindo construção de novas fábricas, ampliação de unidades industriais e projetos em fase de licenciamento ambiental.
O movimento reforça a posição do Brasil como um dos principais produtores mundiais de celulose , impulsionado pela produtividade das florestas plantadas, escala industrial e competitividade logística.
Além de ampliar a capacidade produtiva da indústria de celulose , os investimentos gerarão empregos durante a fase de construção das plantas industriais, fortalece as cadeias logísticas e consolida novos polos de produção ligados ao setor florestal.

Mato Grosso do Sul se consolida como polo da celulose
Uma parcela significativa desses investimentos está concentrada em Mato Grosso do Sul , estado que vem se consolidando como um dos principais polos globais da indústria de celulose.
Nos últimos anos, grandes empresas anunciaram projetos industriais que ampliam a presença do setor na região, com destaque para a nova fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo, o Projeto Sucuriú da Arauco em Inocência e o empreendimento em análise da Bracell em Bataguassu .
A expansão fortalece a cadeia produtiva regional, que envolve florestas plantadas, transporte ferroviário, logística portuária e exportação de celulose para mercados internacionais .
Veja os destaques de cada empresa;
Empresa: Suzano
Status: unidade já em operação
Projeto: fábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo (MS)
Investimento: cerca de R$ 22 bilhões
Capacidade produtiva: aproximadamente 2,55 milhões de toneladas por ano
A nova unidade da Suzano em Ribas do Rio Pardo é considerada uma das maiores linhas únicas de produção de celulose do mundo. O projeto ampliou significativamente a presença da empresa no Centro-Oeste e reforçou o protagonismo de Mato Grosso do Sul no setor global de celulose.
A companhia também avalia novos projetos de expansão industrial , acompanhando o crescimento da demanda global por fibras sustentáveis.
Empresa: Arauco
Status: em construção
Projeto: Projeto Sucuriú
Localização: Inocência (MS)
Investimento estimado: cerca de US$ 4,6 bilhões (aprox. R$ 25 bilhões)
Capacidade prevista: cerca de 3,5 milhões de toneladas por ano
A empresa chilena Arauco iniciou a construção de sua primeira fábrica de celulose no Brasil . O empreendimento representa um dos maiores investimentos industriais do setor e deverá transformar a região em um novo polo produtivo.
O início das operações está previsto para 2027 .
Empresa: Bracell
Status: projeto em fase de licenciamento ambiental
Projeto: nova fábrica de celulose
Localização: Bataguassu (MS)
Situação: aguardando licenças ambientais
Previsão de decisão: até maio
Investimento estimado: cerca de R$ 16 bilhões
A nova unidade industrial será instalada às margens da BR-267, a aproximadamente nove quilômetros do centro urbano de Bataguassu, representando um investimento de R$ 16 bilhões, um dos maiores do país na iniciativa privada.
Empresa: CMPC
Status: expansão industrial
Localização: Barra do Ribeiro (RS)
Projeto: Projeto Natureza
Investimento estimado: cerca de 25 bilhões
A multinacional CMPC vai investir R$ 25 bilhões em uma nova planta industrial e um terminal portuário no Rio Grande do Sul. A fábrica terá capacidade para produzir 2,5 milhões de toneladas de celulose branqueada de eucalipto por ano, gerando 12 mil empregos durante a construção e 1,5 mil na operação.
Empresa: Klabin
Status: expansão industrial
Localização: Piracicaba (SP)
Projeto: Projeto Figueira
Investimento: cerca de R$ 1,6 bilhão
A Klabin, maior produtora de papéis para embalagem do Brasil, anunciou que está concluindo um investimento de R$ 1,6 bilhão em sua unidade de Piracicaba, SP, fortalecendo sua posição no mercado.
A Klabin segue ampliando a capacidade produtiva e modernizando suas plantas industriais, mantendo a estratégia de crescimento no segmento de celulose, papel e embalagens sustentáveis .
Brasil amplia liderança global na produção de celulose
O conjunto de projetos confirma a confiança das grandes empresas no potencial brasileiro para expansão da indústria de celulose e base florestal.
Com florestas de eucalipto altamente produtivas, escala industrial e crescente competitividade logística, o país deverá ampliar sua participação no mercado internacional nos próximos anos.
Os investimentos anunciados reforçam a tendência de consolidação do Brasil como um dos principais centros globais de produção e exportação de celulose.+
Informações: Hoje Mais / Vale Celulose

Logística de gigantes: Projeto Sucuriú mobiliza portos de Santos e Paranaguá
Equipamentos vindos da China pesam mais de 300 toneladas, e a operação do transporte rodoviário avança rumo à Inocência (MS).
O Projeto Sucuriú, da Arauco, considerado o maior empreendimento de celulose em etapa única do mundo, alcançou novos marcos com a chegada – no Brasil – de componentes vitais fornecidos pela multinacional finlandesa Valmet. Em uma complexa logística, peças estratégicas desembarcaram nos portos de Paranaguá (PR) e Santos (SP). A jornada dos equipamentos avança agora pelo modal rodoviário, rumo ao canteiro de obras, em Inocência, município do estado de Mato Grosso do Sul.
A entrega mais recente e de maior porte ocorreu no Porto de Santos (SP), com o desembarque do Balão da Caldeira. Considerado o coração do sistema de geração de vapor, o equipamento é o componente mais pesado da caldeira de recuperação. Trata-se de um vaso único, com 32 metros de comprimento, 3,15 metros de largura, 3,81 metros de altura e 312 toneladas. O transporte marítimo entre a China e o Brasil levou cerca de 45 dias.
“O balão da caldeira é um dos equipamentos mais importantes da ilha de recuperação. Ele concentra a geração de vapor que sustenta a operação industrial. Receber e preparar a instalação de um componente dessa magnitude, é um marco técnico e logístico que comprova o alto nível de engenharia, planejamento e integração do nosso time”, destaca Fábio Moreira, gerente de projetos da Valmet.
A movimentação da carga envolveu um comboio de aproximadamente dez veículos, incluindo uma carreta especial com 28 linhas de eixo e três cavalos de tração. A operação conta ainda com escolta particular, apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), além do suporte das concessionárias de rodovias.
“O balão será instalado a quase 90 metros de altura. Dois guindastes de 750 toneladas serão necessários para o içamento. Esse é um desafio extraordinário de engenharia e construção — mais um marco que caracteriza megaprojetos como o Sucuriú. Quando içado, marcará oficialmente o início da montagem das partes de pressão do equipamento que será a maior caldeira de recuperação química do mundo”, comenta Claudinei Santos, diretor de engenharia e implantação do Projeto Sucuriú.
O Porto de Paranaguá (PR) também recebeu dois separadores de topo, com 65 toneladas e 6,60 metros de altura cada, são as peças com maior altura que serão transportadas no projeto. Esses equipamentos são essenciais para o processo de cozimento da celulose, pois realizam a separação dos cavacos de madeira do licor de cozimento no digestor.
“Para 2026, está previsto um fluxo contínuo de operações logísticas até o final do ano. Mais de 150 peças de grande porte — como filtros e espelhos de evaporação — ainda devem passar pelos portos brasileiros com destino a Mato Grosso do Sul”, comenta Claudinei, sobre as peças fornecidas pela Valmet.
Devido às dimensões das cargas, é preciso utilizar carretas especiais com plataforma e linha de eixo, solução que reduz a altura total e facilita as manobras ao longo do percurso. A logística para esse equipamento também exige escolta obrigatória, com apoio da PRF, da PRE, da Copel, das concessionárias de rodovias e de batedores.
“O próximo grande marco já está definido: serão os filtros da WLP (White Liquor Plant). A chegada desses equipamentos reflete um progresso significativo no cronograma, e a sinergia entre Valmet e Arauco, com entregas estratégicas para o projeto, de acordo com o cronograma da obra”, ressalta Thiago Brandalize, gerente de projetos da Valmet.
Papel da Valmet no Projeto Sucuriú
A Valmet mantém uma parceria estratégica de longo prazo com a Arauco, fornecendo tecnologias, automação e serviços para as indústrias da companhia. O Projeto Sucuriú representa um marco para o setor, com foco em eficiência operacional e sustentabilidade.
A colaboração envolve soluções avançadas de automação e serviços de manutenção. A multinacional finlandesa implementa sistemas de automação e controle DNA/IQ, fundamentais para a otimização dos processos industriais, garantindo maior eficiência, estabilidade operacional e qualidade da produção.
Além da tecnologia, o escopo inclui um contrato abrangente de serviços, que assegura a confiabilidade e o desempenho contínuo dos equipamentos ao longo de seu ciclo de vida, desde o planejamento até a execução, com fornecimento de peças e suporte técnico especializado.

UNA Florestal aposta em Tecnologia, gestão e excelência para transformar e expandir o mercado de mudas florestais
Estratégia conecta produção de mudas, logística e gestão aplicada ao campo para elevar o padrão de projetos florestais.
Em um setor cada vez mais pressionado por eficiência, padronização e decisões técnicas baseadas em dados, a UNA Florestal tem construído sua trajetória apostando em um modelo que integra gestão estratégica, técnica de campo e inovação aplicada à realidade operacional dos viveiros para transformar a silvicultura brasileira.
Segundo Augusto Massaro, sócio-diretor da empresa, a UNA nasceu a partir de uma leitura clara das lacunas existentes no setor.
“A UNA Florestal surgiu para responder a dores reais da operação florestal, como a falta de padronização em viveiros, dificuldades de gestão, decisões técnicas pouco orientadas por dados e a crescente demanda por mão de obra qualificada”, afirma.
Desde sua concepção, a proposta foi ir além do modelo tradicional de fornecimento de mudas.
“O mercado precisava de algo além do convencional. Precisava de inteligência aplicada ao campo”, resume Augusto.
Gestão técnica e sustentabilidade como partes do mesmo sistema


O modelo de atuação da UNA Florestal foi estruturado a partir da convergência entre experiência prática, uso de tecnologias e uma visão estratégica voltada à sustentabilidade produtiva. Na empresa, eficiência técnica e responsabilidade ambiental não são tratadas como objetivos isolados.
“Estruturamos um sistema em que produtividade e sustentabilidade se fortalecem mutuamente, com base em métodos técnicos consolidados, planejamento, monitoramento contínuo e tomada de decisão orientada por indicadores”, explica o executivo.
A padronização de processos na produção de mudas, logística e gestão de viveiros reduziu a variabilidade operacional e aumentou a previsibilidade dos resultados no campo. Ao transformar conhecimento técnico em protocolos claros e replicáveis, o modelo fortalece a base dos projetos florestais e contribui para ganhos consistentes de eficiência e qualidade.
Além disso, a UNA desenvolve soluções sob medida para diferentes realidades operacionais, integrando ferramentas digitais, softwares de gestão e metodologias próprias.
“Cada projeto é único. Nossa atuação é personalizada, adaptada às condições edafoclimáticas, ao objetivo do cliente e ao nível tecnológico da operação”, destaca Augusto.
Diferenciais na gestão e comercialização de mudas
No mercado de mudas florestais, a UNA se diferencia ao atuar como gestora estratégica de todo o ciclo produtivo.

“Não somos apenas fornecedores. Atuamos como parceiros técnicos de longo prazo, apoiando na escolha da genética mais adequada para cada área, na produção das mudas e no acompanhamento técnico até a formação da floresta.
Um dos pontos críticos do setor — a logística de mudas — recebe atenção especial. O planejamento integrado garante que o material chegue ao campo no momento correto e em condições ideais, reduzindo perdas e aumentando a taxa de sucesso dos plantios.
Escala, qualidade e atuação nacional
A atuação em diferentes regiões e as parcerias técnicas com viveiros permitem à UNA ganhar escala sem abrir mão da qualidade.
“Construímos um modelo descentralizado, mas tecnicamente padronizado, que garante adaptação regional, escala de produção, eficiência logística e confiabilidade nas entregas”, explica Augusto.

Hoje, a empresa conta com mais de 80 viveiros mapeados, mais de 10 parceiros fixos, presença em todos os estados brasileiros e atuação internacional no Paraguai.
Crescimento acelerado e impacto no setor
Em 2026, a UNA Florestal completa três anos de atividade com crescimento médio superior a 100% ao ano. Ainda no primeiro ciclo operacional, a empresa licenciou seu primeiro material genético, o clone SI0520, em parceria com a SINÓBRAS.

Outro destaque está na atuação em viveiros de pesquisa, onde a empresa participa diretamente da condução de mais de 1.000 clones experimentais. Com uma equipe multidisciplinar, a UNA Florestal oferece consultoria baseada em três pilares: técnico, regulatório e gestão, atuando desde a adequação às normas do MAPA até a melhoria da eficiência operacional.
Próximos passos: escala com impacto
O futuro da UNA Florestal é orientado por escala, eficiência e inovação.
“Nosso objetivo para 2026 é fornecer 50 milhões de mudas, mantendo excelência genética, padronização operacional e ampliando nossa atuação no Brasil e no Paraguai”, projeta Augusto.


Mais do que crescer em volume, a empresa busca ampliar seu impacto no setor.
“Queremos conectar florestas, pessoas, tecnologia e genética de ponta para fortalecer o ecossistema florestal de forma sustentável e colaborativa”, conclui.

Expoforest 2027 é lançada em Mogi Guaçu e promete movimentar o setor florestal mundial
Maior feira florestal dinâmica do planeta será realizada dentro de uma fazenda de eucaliptos no segundo semestre de 2027
Foi lançada nesta terça-feira (3), em Mogi Guaçu, a sexta edição da Expoforest, considerada a maior feira florestal dinâmica do mundo. O anúncio oficial ocorreu durante evento realizado no Soberano Eventos, reunindo representantes do setor, empresários e convidados.
A programação teve início às 8h, com credenciamento e café de boas-vindas, seguida de apresentações sobre o histórico da feira e o panorama do setor de base florestal, no qual o Brasil ocupa posição de destaque mundial. Também houve espaço para empresas interessadas garantirem participação na edição de 2027. O encontro foi encerrado com visita técnica à fazenda de eucaliptos da empresa Sylvamo, onde a feira será realizada.
A Expoforest acontece a cada quatro anos e se diferencia por ser realizada dentro de uma floresta de eucaliptos, promovendo demonstrações reais de operações, com máquinas em atividade, sistemas de silvicultura, colheita mecanizada, transporte de madeira e produção de biomassa. O evento reúne profissionais do Brasil e do exterior em busca de inovação, tecnologia e oportunidades de negócios.
Na edição de 2023, realizada em Guatapará, a feira contou com 235 expositores, mais de 35 mil visitantes e representantes de 42 países. A estimativa foi de mais de R$ 1 bilhão em negócios fechados ou prospectados durante o evento.
O setor de base florestal é considerado estratégico para a economia e para o desenvolvimento sustentável. O Brasil possui 10,5 milhões de hectares de florestas plantadas e é o segundo maior produtor mundial de celulose, além de líder em exportações no segmento. Em 2024, o setor foi responsável por cerca de 6% do PIB Industrial do país e registrou receita bruta de R$ 240 bilhões.
Com a confirmação de Mogi Guaçu como sede da edição de 2027, a expectativa é de que o município receba milhares de visitantes e consolide ainda mais sua relevância no cenário do agronegócio e da indústria florestal.

Silvicultura de precisão: Bracell impulsiona a qualidade de mudas
A adoção das chamadas “janelas de plantio” na silvicultura de precisão permitiu aumento de 15% na qualidade das florestas e deverá refletir em ganho de produtividade para os plantios de eucalipto.
A Bracell consolidou, em 2025, um marco relevante na gestão florestal ao aplicar uma nova abordagem da silvicultura de precisão, com uma inovação no manejo, na escolha de melhores épocas de plantio na Bahia. O aperfeiçoamento, fruto de um estudo iniciado em 2023, trouxe ganhos significativos, incluindo um aumento de 15% na qualidade do cultivo, com redução da incidência de doenças, menor mortalidade e práticas de manejo adequadas, resultando no melhor desempenho no 1º ano.
Para determinar as melhores épocas de plantio foram instalados experimentos ao longo de todos os meses do ano, utilizando materiais genéticos representativos e em três regiões, com características ambientais diferentes contrastantes (condições de clima, tipo de solo e relevo). Após o 1º ano de avaliação, os resultados demonstraram forte potencial de aplicação em escala operacional.
A partir dessa evidência técnica, a equipe operacional estruturou, em julho de 2024, cenários mensais de plantio capazes de identificar o nível de compatibilidade de cada material genético conforme o período em que foi plantado. Dessa forma, por exemplo, clones suscetíveis à determinadas doenças apresentaram melhor desempenho em períodos pós inverno, com a redução das chuvas, tornando-se escapes às condições mais favoráveis para estas doenças.
Em contrapartida, o plantio de clones resistentes foi priorizado no início da estação chuvosa, buscando aumentar a sobrevivência, reduzir o uso de água e o custo de irrigação de plantio. A nova técnica permitiu direcionar cada clone para a “janela de plantio” mais adequada, considerando restrições climáticas, escape às principais doenças e condições ambientais específicas de cada regional de plantio da empresa. Isso elevou de forma consistente a qualidade dos plantios no 1º ano de desenvolvimento. Em 2025, toda a base de plantio da Bracell Bahia passou a seguir integralmente esse modelo, consolidando a aplicação da silvicultura de precisão, com a inovação do manejo, como ferramenta estratégica para aumentar a produtividade e reduzir perdas.
Wallison de Souza, gerente de Silvicultura na Bracell Bahia, destaca que a iniciativa já se posiciona como uma das ações mais impactantes na performance florestal recente da companhia. “Observamos uma correlação direta entre a qualidade da floresta aos 12 meses e a produtividade futura. Antes, enfrentávamos problemas recorrentes de plantio de clones em períodos que não potencializavam a performance da floresta, o que resultava em maior incidência de doenças, aumento da mortalidade e menor desempenho no primeiro ano. Com a introdução dessa técnica, conseguimos direcionar cada material genético para a sua melhor época e para o talhão mais adequado. Isso fez com que as plantas crescessem de forma mais saudável e consistente. Uma floresta de alta qualidade aos 12 meses representa, de forma muito clara, uma floresta mais produtiva no futuro. O ganho de 15% que alcançamos, até o momento, é extremamente representativo para a operação e evidencia o impacto positivo dessa mudança”, afirma.

Wallison de Souza, gerente de Silvicultura na Bracell na Bahia
Ele acrescenta ainda que a adoção dessa nova abordagem da silvicultura de precisão consolidou um novo patamar tecnológico na operação florestal. “Ao integrar dados climáticos, análises de solo e o comportamento dos materiais genéticos ao longo do ano, conseguimos transformar informação em decisão estratégica. Essa previsibilidade operacional nos permite planejar melhor, reduzir riscos e assegurar que cada hectare plantado atinja seu máximo potencial produtivo. Trata-se de uma inovação que não só fortalece a performance da floresta no curto prazo, mas também reforça os pilares de sustentabilidade, eficiência e competitividade que orientam o nosso planejamento de longo prazo”, conclui

Épocas de incêndios florestais estão começando a sobrepor pelo planeta; entenda perigo que isso representa
Estudo mostra que a crise climática está fazendo regiões diferentes do mundo queimarem ao mesmo tempo, reduzindo a possibilidade de cooperação internacional entre equipes de emergência.
A crise climática está alterando não apenas a intensidade dos incêndios florestais, mas também a capacidade global de resposta a eles. Reportagem publicada pelo The New York Times, com base em estudo divulgado na revista científica Science Advances, aponta que as temporadas de incêndios em diferentes regiões do planeta estão começando a ocorrer simultaneamente — o que pode limitar o compartilhamento internacional de brigadistas, aeronaves e equipamentos de combate ao fogo.
A pesquisa mostra que as condições climáticas extremas que favorecem incêndios, como ondas de calor, secas prolongadas e baixa umidade, estão ocorrendo em mais dias ao longo do ano. Como consequência, períodos historicamente alternados de queimadas passam a se sobrepor entre continentes.
Durante décadas, essa diferença sazonal permitiu uma espécie de cooperação global no enfrentamento das chamas. Em janeiro de 2025, quando incêndios atingiram a região de Los Angeles por semanas, Canadá e México enviaram bombeiros e apoio logístico. Em 2023, durante grandes queimadas na Espanha e em Portugal, países distantes, como a África do Sul, também contribuíram com equipes especializadas.
De acordo com o cientista climático Cong Yin, da Universidade da Califórnia em Merced e autor principal do estudo, essa dinâmica pode mudar rapidamente.
“Se a temporada de incêndios aumenta e começa a se sobrepor, a janela de oportunidade para que os países ajudem uns aos outros diminui”, afirmou ao jornal dos EUA.
De acordo com ele, as mudanças observadas estão diretamente associadas ao aquecimento global.
O compartilhamento internacional de recursos funciona como uma rede de segurança diante de grandes emergências ambientais. Quando diferentes regiões enfrentam incêndios simultaneamente, essa flexibilidade operacional desaparece, pressionando sistemas nacionais já sobrecarregados.
Diferentemente de pesquisas anteriores, focadas em países ou regiões específicas, o novo estudo analisou padrões globais de clima favorável ao fogo e identificou uma tendência consistente de expansão simultânea do risco. O resultado aponta para um cenário em que incêndios extremos podem ocorrer ao mesmo tempo na América do Norte, América do Sul, Europa e Oceania.
Para os pesquisadores, o avanço das temporadas de fogo transforma os incêndios florestais em um risco climático global, com impactos que ultrapassam fronteiras e desafiam a capacidade internacional de resposta a desastres.

Pesquisa do SFB atinge 99% de acerto na diferenciação entre a madeira pau-brasil nativa e de plantio
O método diferencia morfotipos e linhagens da madeira pau-brasil e pode ser uma ferramenta para auxiliar no combate ao comércio ilegal.
OServiço Florestal Brasileiro (SFB), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), desenvolveu, por meio do Laboratório de Produtos Florestais (LPF), uma pesquisa que consegue diferenciar, com eficiência, a origem da madeira de pau-brasil (Paubrasilia echinata), distinguindo as coletadas em florestas nativas daquelas provenientes de reflorestamento. O estudo foi apresentado nesta semana e é resultado de uma dissertação de mestrado do Instituto de Química da UnB.
No projeto, o aluno aplicou técnicas avançadas de análise química, como espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS) e espectrometria de massas por DART-TOF-MS. A primeira explora a interação da radiação infravermelha com a matéria. Já a segunda identifica substâncias “quebrando” suas moléculas e pesando cada pedaço da molécula para descobrir exatamente o que elas são, como se estivesse lendo a impressão digital química de um material.
Com o NIRS e utilizando 100 amostras reais provenientes de apreensão, chegou-se ao índice de acerto de 99% na distinção da madeira nativa e plantada, mas os dois métodos alcançaram índices de acerto maiores que 80% na diferenciação das linhagens genéticas.
Ao conseguir a diferenciação das origens, a técnica pode auxiliar em diversas ações importantes, como aumentar a segurança jurídica e técnica para produtores que investem no plantio da espécie, valorizar iniciativas legais de cultivo, especialmente de áreas de recuperação ambiental e regularização de passivos florestais, e contribuir no controle e fiscalização do comércio.
Com grande procura pelo mercado, o pau-brasil é principal matéria-prima utilizada na fabricação de arcos de violino de alto valor agregado no mercado internacional, porém desde 1992 é classificada como espécie ameaçada de extinção.

Licença para instalação de fábrica da Bracell em MS deve sair até maio
Unidade pode ser a sexta indústria de celulose no Estado, que concentra todas as fábricas na região leste.
A licença de instalação da fábrica da Bracell em Bataguassu deve ser emitida até maio deste ano. A indústria de celulose se prepara para implantar a unidade há quase um ano.
“A gente emitiu a licença prévia. Ainda falta alguns trâmites a serem realizados, mas acredito que até o final de abril ou começo de maio a gente deve entregar a instalação de licença de instalação da fábrica”, disse neste sábado (28) Jaime Verruck, titular da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).
A empresa pretende investir US$ 4 bilhões na unidade. A unidade terá capacidade produtiva de 2,8 milhões de toneladas de celulose, em uma área localizada a 15 quilômetros do perímetro urbano da cidade. A perspectiva é de gerar 10 mil empregos nas obras e 3 mil na operação.
Vale da Celulose
Se confirmada, esta será a 6ª fábrica de celulose instalada no Estado. A cadeia produtiva florestal já conta com quatro fábricas de celulose em operação, tendo iniciado a construção da quinta — da Arauco, em Inocência — e confirmado a sexta (Bracell).
MS já tem reconhecimento nacional como o “Vale da Celulose”, tendo 24% da produção nacional. Assim, o Estado já dispõe da segunda maior área cultivada de eucalipto e é o primeiro na produção de madeira em tora para papel e celulose. Mato Grosso do Sul também aparece como vice-líder em área plantada com árvores, ficando atrás apenas de Minas Gerais.
Informações: Midia Max

MPF recomenda suspensão de licenciamento de fábrica de celulose em Barra do Ribeiro (RS) por falta de consulta a indígenas
Objetivo é garantir o direito de Consulta Livre, Prévia e Informada de comunidades Mbyá Guarani potencialmente afetadas.
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou a suspensão imediata do licenciamento ambiental do “Projeto Natureza”, da empresa CMPC, em Barra do Ribeiro (RS), até que as comunidades indígenas locais sejam devidamente ouvidas. As recomendações foram expedidas ao Ministério dos Povos Indígenas (MPI), à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), visando garantir a realização da Consulta Livre, Prévia e Informada.
No documento enviado à Fepam, o MPF adverte para a necessidade de paralisação do processo de licenciamento ambiental. O órgão estadual foi orientado a não aceitar o Estudo do Componente Indígena (ECI) ou reuniões informais como substitutos da consulta formal exigida pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Além disso, a Fepam deve considerar os impactos sinérgicos do complexo produtivo – que envolvem a unidade fabril, o porto, a infraestrutura logística e a expansão florestal – e tornar sem efeito licenças prévias eventualmente concedidas, sem oitiva às comunidades indígenas potencialmente afetadas pelo empreendimento.
Simultaneamente, o MPF recomendou ao MPI e à Funai que coordenem o processo de consulta junto ao povo Mbyá Guarani. O MPF solicita que os órgãos federais apresentem, no prazo de 30 dias, um plano de trabalho metodológico elaborado em conjunto com as lideranças locais. A Funai e o MPI também foram orientados a oficiar à Fepam, formalizando o pedido de suspensão do licenciamento, e a adotar as conclusões da consulta indígena com caráter vinculante. Em caso de veto das comunidades ao projeto, os órgãos indigenistas deverão emitir parecer técnico desfavorável à viabilidade do empreendimento.
Impactos – O “Projeto Natureza” prevê a implantação de uma fábrica de celulose kraft e maquinário associado na Fazenda Barba Negra. De acordo com o Procedimento Administrativo instaurado no MPF, o projeto atua como vetor de expansão maciça do plantio de eucalipto no bioma Pampa. A documentação aponta a existência de, pelo menos, oito aldeias Mbyá Guarani na Área de Influência Direta e 18 na Área de Influência Indireta do complexo, que estão expostas a pressão fundiária, contaminação hídrica e impactos logísticos severos.
O procurador da República Ricardo Gralha Massia destaca que a Consulta Prévia, Livre e Informada (CLPI) é um direito fundamental garantido pela Convenção 169 da OIT. Segundo ele, esse processo de diálogo entre o Estado e os povos indígenas deve, obrigatoriamente, respeitar a cultura e os protocolos de cada comunidade antes de qualquer decisão que afete seus territórios e modos de vida.
Situação semelhante, caracterizada pela ausência desse procedimento legalmente exigido, ocorreu recentemente em relação a um aterro sanitário em Viamão (RS), relembra o procurador. Em decisão que reforça a proteção aos direitos dos povos originários, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) acolheu liminarmente pedido em recurso do MPF e determinou a suspensão de qualquer ato decisório no licenciamento ambiental enquanto a consulta não for realizada.
Informações: MPF

Com R$ 131 bi em investimentos até 2030, celulose deve puxar PIB de 1,2% de MS
Setor concentra maior volume de investimentos privados do Centro-Oeste; produção deve crescer 17% em 2026.
Impulsionada por investimentos da ordem de R$ 131 bilhões até 2030, a indústria de celulose assume em 2026 o protagonismo da economia de Mato Grosso do Sul. Após um ano em que a agropecuária sustentou a expansão do PIB estadual acima da média nacional, será o avanço do setor industrial – especialmente da celulose – que deve garantir o crescimento neste ano – conforme projeções da Tendências Consultoria ao Campo Grande News.
A indústria de celulose deve liderar a economia de Mato Grosso do Sul em 2026, impulsionada por investimentos de R$ 131 bilhões até 2030. O setor projeta crescimento de 17% no próximo ano, revertendo a retração de 1,3% registrada em 2025.O PIB sul-mato-grossense deve crescer 1,2% em 2026, abaixo da média nacional de 1,6%. O estado concentra o maior volume de investimentos privados do Centro-Oeste, com oito grandes projetos de celulose em andamento, incluindo empreendimentos da Suzano, Arauco, Bracell e Paper Excellence.
Segundo a previsão, o PIB sul-mato-grossense, que tem crescimento estimado em 4,3% em 2025, deve apresentar uma taxa menor este ano, de 1,2%, ficando abaixo da média nacional e na última posição entre os estados do Centro-Oeste.
No cenário nacional, a expectativa é de que a alta do PIB brasileiro desacelere de 2,3% em 2025 para 1,6% em 2026. Os dados oficiais de 2025 serão divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (3), às 9h.
Dentro desse contexto, a celulose deve crescer 17% em 2026, revertendo a retração de 1,3% registrada em 2025, de acordo com análise da economista Camila Saito, sócia da Tendências, em entrevista ao Campo Grande News. No ano passado, o desempenho da indústria estadual foi ainda mais negativo, com queda acumulada de 13%, puxada principalmente pelos biocombustíveis e pela própria celulose.
“O resultado foi puxado principalmente pelo setor de biocombustíveis, que registrou forte retração, além da celulose, que apresentou leve recuo de 1,3%.”
Para este ano, a expectativa é ainda de recuperação da indústria de biocombustíveis – que deve crescer 8% sobre 2025 – e, sobretudo, de um cenário mais positivo para a celulose, impulsionado pela entrada em operação do Projeto Cerrado, da Suzano, uma das maiores e mais modernas fábricas do mundo.
“Com isso, projetamos um crescimento de 17% na produção de celulose em 2026, no âmbito estadual. Esse avanço tende a ter impacto relevante sobre a indústria como um todo e contribuir de forma positiva para o PIB do Estado”, analisa Camila Saito.
Maior volume de investimentos privados do Centro-Oeste
O estudo da Tendências, ao qual o Campo Grande News teve acesso, aponta que Mato Grosso do Sul concentra o maior volume de investimentos privados projetados para o Centro-Oeste entre 2024 e 2030, com aportes estimados em R$ 131 bilhões, impulsionados por projetos da Suzano, Arauco, Bracell e Paper Excellence.
Foram mapeados dez projetos na região, dos quais oito estão em território sul-mato-grossense, a maioria no Vale da Celulose. O levantamento também identificou investimentos nas áreas de mineração, petróleo e biocombustíveis.

Fonte: Tendências Consultoria
Agro ainda pesa, mas perde força em 2026
A previsão inicial da Tendências para o PIB estadual é inferior à estimativa do primeiro relatório Resenha Regional do Banco do Brasil deste ano, que projeta alta de 1,9% em 2026, após avanço de 5,4% em 2025. Ambas as projeções indicam desempenho acima da média nacional no ano passado.
Pelas estimativas da Tendências, o crescimento do PIB estadual no ano passado (4,3%) foi impulsionado pela expansão de 18,3% do agronegócio, especialmente soja, milho e carne bovina. A expectativa para 2026 é de um leve recuo de 1,0%.
A economista destaca a vocação econômica do estado e o peso expressivo da agropecuária no PIB que é 26%, bem acima da média nacional (7%). A indústria responde por 22,3% no PIB, liderada por alimentos (40%), papel e celulose (35%) e biocombustíveis, principalmente etanol (20%). Comércio e serviços concentram 51,7% da atividade econômica.
“O Estado tem essa forte vocação na agroindústria; com uma resiliência um pouco maior, tem uma dinâmica diferente da do país como um todo”, disse a economista.
A retração do agronegócio este ano é puxada pela queda nos abates bovinos, após vários anos consecutivos de crescimento expressivo. Isso decorre principalmente da menor disponibilidade de animais prontos para abate e do aumento da retenção de fêmeas para recomposição dos rebanhos.
Apesar da retração do agronegócio, o nível de atividade permanece elevado em termos históricos. Trata-se de um ajuste após um período de forte expansão, e não de uma reversão estrutural.
Avanço da celulose no PIB industrial
Com a ampliação da capacidade instalada, a tendência é de que, no médio prazo, a celulose amplie sua participação no parque industrial do estado, já que o setor apresenta desempenho acima da média industrial. Atualmente, responde por 35% da indústria estadual, segundo pesos oficiais do IBGE baseados na estrutura de 2022 (PIN). Eventual atualização depende de revisão dos dados pelo instituto.
Na esteira do cenário nacional, o PIB do Centro-Oeste, segundo cálculos ainda não consolidados, deve ter desacelerado de 3,9%, no ano passado, para 1,9%, em 2026, sob a influência negativa da agropecuária, especialmente da produção de carne bovina. Mesmo assim, a taxa deve ficar acima da média nacional.
As estimativas são positivas para a produção de grãos (com exceção do arroz), além da indústria, mercado de trabalho e comércio. Mesmo com ritmo menor, o crescimento regional deve ser liderado por Mato Grosso, cujo PIB deve ter avançado 4,8% em 2025 e crescer 2,2% em 2026. Em Goiás, de 3,6% para 1,8%; e no Distrito Federal, de 3,3% para 2,1%.
Informações: Campo Grande News

Indústrias de celulose ofertam vagas em quatro cidades de MS
Está em busca de emprego? O setor de papel e celulose está com diversas oportunidades abertas em Mato Grosso do Sul. As vagas estão distribuídas em municípios da região do Bolsão e contemplam funções técnicas, operacionais e administrativas.
Conforme o Sinpacems (Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose de Mato Grosso do Sul), as vagas são oferecidas por empresas associadas, com chances para diferentes perfis profissionais e níveis de formação.
As oportunidades são da Eldorado Brasil, Suzano e Sylvamo, empresas que atuam desde a base florestal até os processos industriais de produção de celulose e papel no Estado.
Confira as vagas:
Eldorado Brasil Celulose
Três Lagoas
- Assistente administrativo II
- Jovem aprendiz administrativo
- Oficial cozinha (PcD)
Água Clara
- Mecânico / Mecânica I
- Motorista II (Pipa – Colheita Florestal)
Inscrições: https://vagaseldoradobrasil.gupy.io/.
Suzano
Camapuã
- Agente florestal
Ribas do Rio Pardo
- Operador(a) de máquinas florestais
- Motorista (caminhão-pipa)
- Operador(a) de área de secagem
- Operador(a) de painel de secagem
- Soldador(a)
Três Lagoas
- Operador(a) de painel de linha de fibras
- Operador(a) de abastecimento de madeira I (vaga exclusiva PcD – banco de talentos)
Inscrições: https://suzano.gupy.io/.
Sylvamo
Três Lagoas
- Ajudante prático
- Estagiário(a) de manutenção.
Inscrições: https://sylvamo.inhire.app/vagas.
Informações: Midia Max

Suzano recebe inscrições para processos seletivos até esta semana
A produtora de celulose Suzano, fabricante de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, está com processos seletivos abertos em Ribas do Rio Pardo. As oportunidades são para as áreas de manutenção industrial e operação de processos.
Conforme a empresa, para o cargo de operador(a) de painel de secagem, o período de inscrição segue aberto até a próxima segunda-feira (2), neste link aqui: Operador(a) Painel de Secagem.
Já para o processo seletivo para soldador(a) I, o prazo estende-se até quinta-feira (5), neste link aqui: Soldador(a) I.
Benefícios
Entre os benefícios oferecidos pela empresa, para a maior parte das vagas, estão: plano médico e odontológico, seguro de vida, vale-refeição ou refeitório e vale-alimentação, com vale-alimentação adicional no fim do ano.
Além disso, são oferecidos: renda extra por meio do programa de remuneração variável (anual), plataforma de saúde mental Wellz, plataforma de saúde física Wellhub e programa de gestantes “Bebê Saudável”, que disponibiliza acompanhamento gestacional através de contato telefônico e abordagens, além de kit personalizado.
Detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na plataforma de oportunidades da Suzano: https://suzano.gupy.io/.
Na página, também é possível acessar as vagas abertas em outras unidades da Suzano no país e se cadastrar no banco de talentos da empresa.



