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Prefeitura de Três Lagoas e Arauco Celulose anunciam investimento de R$ 2,3 milhões na saúde pública

Foi realizada, na tarde desta terça-feira, 24 de março, uma solenidade para formalizar a parceria entre a Prefeitura de Três Lagoas e a Arauco Celulose do Brasil S.A., na qual foi anunciado um investimento de R$ 2,3 milhões na rede pública de saúde do Município.

O aporte, que integra ações vinculadas ao Plano Básico Ambiental (PBA) do Projeto Sucuriú, foi formalizado junto ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), e tem como objetivo ampliar e fortalecer os serviços realizados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e o Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé.

Para consultas, exames e procedimentos especializados, o investimento será de R$ 1.809.999,96, e a Arauco será responsável pela contratação dos prestadores de serviços: ao Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, a Oftalmolaser – Clínica de Cirurgia e Diagnósticos do Oeste Paulista Ltda e a Clínica da Lagoa.

A iniciativa contempla a realização de exames de média e alta complexidade, além de reduzir o tempo de espera para esses atendimentos. Segundo o gerente de Comunicação e Relações Institucionais da Arauco Brasil, Diego Marques, “é um privilégio fortalecer a saúde em Três Lagoas, garantindo agilidade no diagnóstico e maior fluidez nas filas de média e alta complexidade do município”. Destacou Diego.

Complementando as ações, o Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé também foi contemplado com a entrega de equipamentos avaliados em R$ 489,3 mil, destinados ao fortalecimento da assistência de média e alta complexidade.

Para o prefeito de Três Lagoas, Dr. Cassiano Maia, o investimento representa um avanço significativo para o município. “Com esse aporte, fortalecemos a nossa rede de saúde e avançamos na redução das filas, garantindo mais agilidade e qualidade no atendimento à população”, destacou.

A secretária municipal de Saúde, Juliana Salim, também agradeceu a parceria e afirmou que esse tipo de suporte de empresas privadas é fundamental para que o município avance cada vez mais.

Na solenidade, estiveram presentes Diego Marques, gerente de Comunicação e Relações Institucionais da Arauco Brasil; Paulo Pastori, coordenador de Meio Ambiente da Arauco Brasil; Juliana Dias, analista de Desempenho Social da Arauco Brasil; Rafael Alex Barbosa, chefe do Escritório Regional do Imasul de Três Lagoas; Delia Villamayor Javorka, chefe da Unidade de Suporte Técnico ao Licenciamento Ambiental do Imasul; Isabella Noémia de Castro Alves, representante da Clínica da Lagoa; Dr. Douglas Luiz Pereira, representante da Oftalmolaser; Marcos Calderon, representante do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora; Juliana Salim, secretária municipal de Saúde; e os vereadores Sirlene e Sargento Rodrigues.

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Arauco recebe locomotivas e avança na implantação de ferrovia própria em Mato Grosso do Sul

Estrutura logística inédita vai escoar produção da futura fábrica de celulose e reduzir impactos ambientais.

A implantação do Projeto Sucuriú, em Inocência, ganhou um novo capítulo com a chegada das primeiras locomotivas que irão operar na ferrovia própria da indústria. A iniciativa marca um avanço estratégico na estrutura logística da futura fábrica de celulose, considerada uma das maiores do mundo em construção em etapa única.

Ao todo, serão 26 locomotivas do modelo ES44, fabricadas pela Wabtec, que vão compor a operação da EF-A35, ferrovia com 45 quilômetros de extensão, além de 9 quilômetros internos na área industrial. A linha conectará a planta da Arauco à Malha Norte, operada pela Rumo, garantindo o transporte direto até o Porto de Santos. 

A proposta logística deve transformar o escoamento da produção, com capacidade anual de 3,5 milhões de toneladas de celulose. A escolha pelo modal ferroviário também traz ganhos ambientais e operacionais: a expectativa é evitar cerca de 190 viagens diárias de caminhões e reduzir em até 94% as emissões de CO₂ em comparação ao transporte rodoviário.

Segundo o diretor de Logística e Suprimentos da empresa, a estrutura própria garante mais previsibilidade e eficiência. “A ferrovia vai atender à demanda com segurança, qualidade e pontualidade nas entregas”, afirmou.

Além disso, a EF-A35 representa um modelo ainda pouco explorado no país: uma ferrovia diretamente integrada a um projeto industrial, com potencial de influenciar novos investimentos no setor após o novo marco ferroviário brasileiro.

Tecnologia e sustentabilidade

As locomotivas da série Evolution contam com motores de alta eficiência, capazes de operar com biocombustíveis, além de sistemas digitais avançados que monitoram a operação em tempo real e aumentam a segurança. A tecnologia também contribui para a redução no consumo de combustível e na emissão de poluentes. 

Projeto bilionário

O Projeto Sucuriú marca a entrada da Arauco no setor de celulose no Brasil, com investimento estimado em US$ 4,6 bilhões. A fábrica está sendo construída em uma área de 3.500 hectares e deve iniciar as operações no fim de 2027.

Durante a fase de obras, a expectativa é gerar mais de 14 mil empregos. Após o início das atividades, cerca de 6 mil postos devem ser mantidos nas áreas industrial, florestal e logística.

A proposta também prevê ações de monitoramento ambiental contínuo, com foco na preservação da biodiversidade local e no desenvolvimento sustentável da região.

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Celulose em alta: produtores repassam preços em março e já sinalizam novo aumento

Fonte: Eu Quero Investir

O cenário, segundo o relatório do banco, é de equilíbrio estruturalmente mais apertado entre oferta e demanda.

Os preços da celulose estão subindo — e o mercado já precifica mais aumentos pela frente. Participantes do LatAm Pulp & Paper Day, evento anual realizado pelo Bradesco BBI em São Paulo na última terça-feira (24), confirmaram a implementação bem-sucedida dos reajustes de março e sinalizaram novos repasses previstos para abril. O cenário, segundo o relatório do banco, é de equilíbrio estruturalmente mais apertado entre oferta e demanda, com fundamentos que sustentam a tendência de alta no curto e médio prazos.

O pano de fundo global ajuda a explicar o movimento. O conflito no Oriente Médio pressiona custos logísticos e industriais, funcionando como um suporte adicional para os preços. Na Ásia, a escassez de cavacos de madeira agrava o descompasso entre oferta e demanda, encarecendo a matéria-prima.

Mesmo com a crescente integração vertical da indústria chinesa — que produz mais celulose internamente —, a demanda da China segue surpreendendo positivamente, segundo o Bradesco BBI. O sentimento pós-Shanghai Pulp Week, maior evento do setor no mundo, também foi descrito como construtivo.

Hedge relevante de exposição ao petróleo

No evento, Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) apresentaram suas leituras do momento. A Suzano reforçou postura conservadora: foco em redução de desembolsos operacionais, hedge relevante de exposição ao petróleo e tendência de menores investimentos após 2026. A Klabin, por sua vez, destacou o ciclo de alta intacto para a celulose de fibra curta, com estoques baixos e impacto moderado do encarecimento logístico global sobre suas operações.

O cenário de pressão sobre madeira no Brasil também foi tema central das discussões. O avanço de novos projetos, a competição por fibra e os limites à expansão de área plantada criam um ambiente de oferta restrita que, na visão dos participantes, deve persistir.

Com esse conjunto de fatores, o Bradesco BBI mantém recomendação de compra tanto para as ações da Suzano quanto para as units da Klabin KLBN11. Para o banco, disciplina financeira, integração eficiente e capacidade de navegar ciclos de custo elevado colocam as duas companhias entre as mais bem posicionadas do setor para capturar a continuidade da tendência de alta nos preços da celulose.


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Produção de celulose em Minas Gerais registra crescimento de 10,1% em 2025

Expansão é impulsionada por grandes fabricantes e aumento das exportações; setor lidera avanço industrial no estado.

A indústria de celulose, papel e produtos de papel em Minas Gerais apresentou crescimento de 10,1% em 2025, segundo levantamento da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O desempenho representa o segundo maior avanço entre os setores pesquisados, atrás apenas da produção de veículos automotores, que subiu 12,1%.

Grandes empresas impulsionam o crescimento do setor

O vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel e Papelão de Minas Gerais, Antônio Baggio, destacou que o aumento da produção está fortemente ligado à expansão das exportações de grandes fabricantes, como a Cenibra e a LD Celulose.

A Cenibra atua em Belo Oriente, no Vale do Rio Doce, produzindo celulose branqueada de fibra curta de eucalipto, enquanto a LD Celulose opera em Indianópolis, no Triângulo Mineiro, com produção de celulose solúvel.

Crescimento também atinge médias e pequenas empresas

Além das grandes empresas, empresas de porte intermediário registraram aumento de 3% na produção, enquanto as pequenas indústrias do setor cresceram 2% em 2025.

O resultado evidencia uma expansão consistente em diferentes segmentos da cadeia produtiva, consolidando Minas Gerais como um polo relevante na indústria de celulose e papel no Brasil.

Setor se beneficia de demanda internacional

O avanço da produção reflete não apenas a capacidade industrial do estado, mas também a alta demanda internacional, principalmente para exportações. O desempenho das grandes fabricantes sugere que Minas Gerais continua a se posicionar como fornecedor estratégico de celulose para mercados globais.

A expectativa para os próximos anos é que investimentos em tecnologia e ampliação da capacidade produtiva mantenham o crescimento do setor, contribuindo para geração de empregos e fortalecimento da economia regional.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesquisa e educação se unem em oficina sobre florestas e sustentabilidade na Embrapa

Aprender sobre a natureza ganha um novo significado quando o cenário é o próprio universo da pesquisa florestal. Com esse intuito, a Embrapa Florestas, em Colombo (PR), transformou-se, no dia 17 de março, em um laboratório vivo para cerca de 50 crianças, durante a oficina e visita técnica “Florestas e Sustentabilidade”. A atividade compõe o projeto “Integração de processos de restauração e conservação florestal como parte da silvicultura urbana em um trecho do rio Belém, Curitiba, PR”. Seu objetivo é recuperar a mata ciliar e proporcionar a melhoria ambiental da bacia hidrográfica no trecho próximo à escola dos estudantes.

Durante a programação, os alunos exploraram o Arboreto do Centro de Pesquisa e conheceram o Laboratório de Sementes Florestais. Entre os temas que mais despertaram a curiosidade estavam a identificação de espécies nativas; técnicas de restauração ambiental; a enxertia de araucária para a produção precoce de pinhão; a importância das abelhas na polinização e o controle biológico de formigas.

Para o supervisor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Florestas, Emiliano Santarosa, que coordenou tecnicamente a oficina, a iniciativa funciona como uma ponte vital entre a ciência e a sociedade. “Estas ações visam à integração entre a educação e a pesquisa científica, com ênfase na troca de conhecimentos sobre restauração florestal e a importância das florestas para sociedade, incluindo conhecimentos de silvicultura no meio urbano e meio rural”, explica Santarosa. 

A oficina contou com palestras dos pesquisadores da Embrapa Florestas Guilherme Schnell e Schuhli, Elisiane Queiroz e Elisa Serra Negra Vieira. O projeto amplo é coordenado pelos pesquisadores Annete Bonnet e Gustavo Curcio, sendo fruto de uma cooperação técnica entre a Embrapa Florestas, o Colégio Bosque dos Mananciais e o Instituto Federal do Paraná (IFPR) — este último representado pela coordenação do professor Gledson Bianconi. Segundo Annete Bonnet, essa interação dos alunos com os pesquisadores é profícua. “Em oportunidades como essa ambos vivenciam o poder da curiosidade e a satisfação que o conhecimento proporciona, estimulando interesses e responsabilidades com os recursos naturais que nos cercam e dos quais dependemos”.

Mais do que um dia de aprendizado prático, a iniciativa busca consolidar benefícios duradouros para a fauna e a flora locais ao engajar os estudantes em conceitos fundamentais, como a restauração ecológica com plantio de espécies nativas, a proteção dos recursos hídricos, a conservação do solo e a valorização da biodiversidade.

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Eldorado Brasil integra debate do setor e destaca energia renovável e soluções em economia circular

Projetos em biomassa e economia circular destacam a eficiência energética da companhia e marcam homenagem a executivo da empresa em evento do setor na América Latina.

A agenda de energia renovável e das soluções baseadas em economia circular esteve no centro das discussões do setor de celulose durante o Pulp Summit Latinoamérica 2026, com destaque para as iniciativas apresentadas pela Eldorado Brasil Celulose. No painel de executivos, o gerente geral Industrial da companhia, Marcelo Martins, destacou projetos voltados à eficiência operacional e ao melhor aproveitamento de recursos alinhados à estratégia de geração de valor a partir dos ativos florestais e industriais, O executivo também foi homenageado no evento, em reconhecimento à sua trajetória de 37 anos e à contribuição para o desenvolvimento da indústria no Brasil.

Entre os principais projetos citados no painel do evento está a Usina Termelétrica Onça Pintada (UTOP), em operação desde 2021, que utiliza biomassa de resíduos florestais para geração de energia. Instalada no complexo industrial de Três Lagoas (MS), a unidade tem capacidade de 50 MWh, suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 700 mil habitantes, contribuindo para a autossuficiência energética da companhia. Outro destaque é a planta de secagem de lodo biológico, que transforma resíduos do tratamento de efluentes em combustível, reduzindo o envio a aterros e ampliando a eficiência ambiental das operações.

A companhia também vem investindo em soluções inéditas no setor, como o sistema BFTEs (Bombas Funcionando como Turbinas com Efluentes), que gera energia a partir do reaproveitamento de efluentes tratados. “Mais do que gerar energia, buscamos extrair o máximo valor dos nossos recursos, com soluções que aumentem a eficiência operacional e mantenham as pessoas no centro do negócio e reforcem nosso compromisso com a sustentabilidade”, afirmou Marcelo Martins. Para o executivo, a combinação dessas iniciativas evidencia o compromisso da Eldorado em inovação e gestão eficiente de recursos. 

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Mais Floresta ExpoRibas se consolida como sucesso e reforça protagonismo do setor florestal em MS

A edição 2026 da Mais Floresta ExpoRibas confirmou o evento como um dos principais encontros do setor florestal no Brasil. Realizada em Ribas do Rio Pardo (MS), a feira reuniu empresas, especialistas e lideranças em um ambiente de negócios, inovação e troca de conhecimento, com forte participação do público e geração de oportunidades concretas.

Ao longo dos dias de programação, empresas destacaram a qualidade dos contatos realizados, o interesse do público e o avanço das tecnologias apresentadas, consolidando o evento como vitrine estratégica para o setor.

Tecnologia e inovação ganharam destaque na feira

Entre os destaques, a Aeropulver apresentou soluções em drones agrícolas de alta performance, com foco em eficiência operacional. A empresa levou ao evento o lançamento da DJI T-100, nova geração de drones para aplicações aéreas, além de misturadores de calda que garantiram maior precisão nas operações.

A All Drones também reforçou sua atuação no segmento, apresentando tecnologias voltadas à aplicação de defensivos, herbicidas e distribuição de sólidos, ampliando a eficiência das operações tanto em Mato Grosso do Sul quanto em outras regiões.

Já o Grupo Index apostou na transformação digital do setor, levando à feira a tecnologia EyeForest, que converte décadas de experiência em consultoria florestal em soluções baseadas em dados. A proposta foi clara: transformar florestas em informação e informação em decisão estratégica.

EyeForest / Grupo Index

Genética, nutrição e produtividade em foco

A Aperam participou com um portfólio voltado à alta performance florestal, destacando materiais genéticos de elevada produtividade, além de soluções relacionadas a crédito de carbono e tecnologias complementares para o setor.

Na mesma linha, a Forte Mudas apresentou clones de eucalipto reconhecidos pelo desempenho no campo, com materiais adaptados às condições do Mato Grosso do Sul, incluindo opções resistentes ao déficit hídrico e de alta produtividade.

Já a Sulboro reforçou a importância da nutrição florestal, com foco exclusivo no fornecimento de boro — micronutriente essencial para o desenvolvimento de culturas como eucalipto e pinus. A empresa apresentou soluções específicas para mitigar deficiências nutricionais que impactam diretamente a produtividade, como seca de ponteiro, quebra de galhos e fendilhamento de casca.

BorotopBorotop Plus e Borotop Gran da Sulboro

Capacitação e conhecimento técnico marcaram programação

Além da feira de negócios, a ExpoRibas se destacou pela programação técnica. O consultor Pedro Francio Filho, da Francio Soluções Florestais, ressaltou a importância da capacitação no campo, destacando que o evento ampliou o acesso ao conhecimento prático e aplicado à realidade das operações florestais.

A combinação entre conteúdo técnico, feira e programação cultural transformou o evento em uma experiência completa, fortalecendo o engajamento do público e ampliando seu alcance.

Empregabilidade e desenvolvimento regional entraram na pauta

Outro tema relevante abordado durante o evento foi a geração de empregos e a necessidade de qualificação profissional. Segundo Elcio Trajano Jr., presidente do Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose de Mato Grosso do Sul (Sinpacems), o estado vive um momento de pleno emprego no setor, impulsionado pelos novos investimentos industriais.

Elcio Trajano Jr

No entanto, ele alertou para a necessidade de formação de mão de obra qualificada para atender à crescente demanda, destacando iniciativas em parceria com instituições como SESI e SENAI para capacitação profissional.

Evento impulsionou negócios e fortaleceu o setor

De forma geral, a avaliação das empresas foi positiva, com destaque para a geração de negócios, fortalecimento de parcerias e troca de experiências.

A Mais Floresta ExpoRibas se consolidou, assim, como um evento estratégico para o setor florestal, acompanhando o crescimento acelerado de Mato Grosso do Sul e contribuindo diretamente para o desenvolvimento da cadeia produtiva.

Com uma combinação de tecnologia, conhecimento e networking, a feira reforçou seu papel como ponto de encontro essencial para quem atua ou deseja investir no setor florestal brasileiro.

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Balanço das exportações do setor florestal paranaense em 2025 demonstra impacto causado pelo tarifaço

Segmento de molduras teve queda de 61%, enquanto portas de madeira sofreram retração de 55% no comércio exterior.

As exportações do setor florestal do Paraná no ano de 2025 sofreram forte impacto com o tarifaço aplicado pelo governo norte-americano. Dados compilados pela Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) apontam forte retração, especialmente em produtos com forte dependência dos Estados Unidos.

É o caso do segmento de molduras, cuja exportação destinou-se principalmente ao mercado norte-americano (98%) em 2025, sendo atingido em cheio pelo tarifaço. Nesse segmento, houve queda de cerca de 61% em 2025, com valor total exportado de US$ 150 milhões no período, diante dos US$ 241 milhões em 2024.

Já no segmento portas de madeira, que destinou 95% do produto aos Estados Unidos em 2025, a retração atingiu 55%, totalizando US$ 57 milhões em 2025 comparando com os  US$ 88 milhões exportados no ano anterior.

Segundo o presidente da APRE Florestas, Fabio Brun, as consequências não foram apenas de ordem econômica, mas também social. Levantamentos do setor apontam a perda de 10 mil empregos ao longo do ano, especialmente no segundo semestre de 2025. “O ambiente de negócios mantém-se turbulento, o tarifaço continua sendo um grande desafio para as  empresas em 2026, que precisam direcionar sua estratégia de negócio, seu portfólio de produtos e buscar alternativas”, afirma.

Outros produtos também tiveram recuo, motivado pelo aumento da oferta e queda nos preços. Foi o caso da biomassa florestal, que sofreu redução de 38% nas exportações (de US$ 29 milhões em 2024 para US$ 21 milhões em 2025), seguida de compensado de pinus (-13%), totalizando US$ 488 milhões em exportações, e celulose (-11%), com valor exportado de US$ 364 milhões.

Contra a tendência geral, apenas quatro setores cresceram. São eles: serrado de folhosas, com valor exportado de US$ 17 milhões (+21,4%), móveis de madeira, com valor exportado de US$ 110 milhões (+11%), e papel, com valor exportado de US$ 841 milhões (+2,2%).

Levando-se em consideração todos os produtos florestais paranaenses, as exportações totalizaram US$ 2,3 bilhões em 2025, uma queda de cerca de 9% em relação aos US$ 2,5 bilhões registrados em 2024. Em valores absolutos, o recuo foi de cerca de US$ 226 milhões nas exportações do setor florestal paranaense. 

Participação do Paraná nas exportações brasileiras

A participação do estado nas exportações florestais brasileiras recuou de 15% em 2024 para 14,5% em 2025. O Paraná mantém participação expressiva nos setores de compensado de pinus (68% das exportações brasileiras) e molduras (62,5%), mesmo com as novas tarifas impostas pelo governo norte-americano. Por outro lado, no segmento papel, a participação subiu de 33% para 35% em 2025. 

Fabio Brun diz que a expectativa para 2026 é de cautela em relação ao crescimento do setor nas exportações. “Mais do que nunca, neste ano em que se completam 120 anos da chegada do pinus ao Brasil, é momento de reafirmar a importância estratégica das florestas plantadas e seu papel estratégico para a mitigação das mudanças climáticas”, diz o presidente da APRE Florestas.

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Suzano eleva preço da celulose em abril e ajusta valores globais

Reajuste atinge China, Europa e América do Norte e reforça tendência de alta no mercado internacional.

A Suzano anunciou um novo aumento no preço da celulose para abril, consolidando um movimento de alta no mercado global da commodity.

O reajuste atinge diferentes regiões estratégicas, como China, Europa e América do Norte, e reflete a recomposição de margens da indústria.

De acordo com informações divulgadas, os novos preços da celulose serão aplicados da seguinte forma:

  • China: US$ 820 por tonelada
  • Europa: US$ 1.020 por tonelada
  • América do Norte: US$ 1.300 por tonelada

Reajuste da celulose acompanha cenário global

O aumento do preço da celulose anunciado pela Suzano está alinhado com a tendência global de recuperação dos preços da matéria-prima. Nos últimos meses, produtores vêm promovendo reajustes sucessivos diante da melhora gradual da demanda, especialmente no mercado asiático.

A China, principal consumidora mundial de celulose, segue como fator determinante para a formação de preços. A retomada da atividade industrial no país tem sustentado a elevação dos valores internacionais.

Pressão de custos e recomposição de margens

Além da demanda, o reajuste da Suzano também considera fatores como custos logísticos, variação cambial e despesas operacionais. O movimento faz parte de uma estratégia das fabricantes para recompor margens após períodos de preços mais baixos.

O novo patamar de preços da celulose reforça a expectativa de um ciclo de valorização no curto prazo, embora o mercado ainda permaneça sensível a oscilações econômicas globais.

Impacto no setor de papel e embalagens

O aumento do preço da celulose tende a impactar diretamente a cadeia produtiva, incluindo indústrias de papel, papelão e embalagens. Parte desse custo pode ser repassada ao consumidor final, dependendo das condições contratuais e da dinâmica de cada mercado.

No Brasil, estados com forte presença da indústria florestal, como Mato Grosso do Sul, acompanham o movimento com atenção, devido à relevância econômica do setor.

Perspectivas para o mercado de celulose

A expectativa do setor é de manutenção da pressão altista nos preços da celulose, especialmente se a demanda asiática continuar aquecida e não houver aumento significativo na oferta global.

Analistas avaliam que novos reajustes podem ocorrer ao longo do ano, consolidando um cenário de recuperação para a indústria de celulose.

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Ferrovia própria e novas locomotivas fazem avançar projeto de celulose em MS

Estrutura em construção em Inocência deve conectar fábrica à Malha Norte e reduzir transporte rodoviário.

A implantação do projeto Sucuriú de celulose em Inocência, a 330 quilômetros de Campo Grande, avança com a chegada das primeiras locomotivas que irão operar em uma ferrovia própria, ainda em construção no leste de Mato Grosso do Sul.

A implantação do projeto de celulose em Inocência (MS) avança com a chegada das primeiras locomotivas que operarão em ferrovia própria. A linha férrea terá 45 quilômetros de extensão, além de 9 quilômetros dentro da área industrial, conectando a unidade à Malha Norte para escoamento até o Porto de Santos. O projeto, que deve iniciar operações no fim de 2027, foi dimensionado para movimentar 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano. A iniciativa representa um dos primeiros projetos de ferrovia privada após o novo marco legal do setor, aprovado em 2021, e promete reduzir significativamente o fluxo de caminhões nas rodovias da região.

A linha férrea, com cerca de 45 quilômetros de extensão — além de outros 9 quilômetros dentro da área industrial da Arauco — vai ligar a unidade produtiva à Malha Norte, corredor ferroviário utilizado para escoamento de cargas até o Porto de Santos (SP). A expectativa é que o sistema entre em operação junto com a fábrica, prevista para o fim de 2027.

A estrutura representa um dos primeiros projetos de ferrovia privada implantados no País após o novo marco legal do setor, aprovado em 2021, que ampliou a possibilidade de investimentos fora do modelo tradicional de concessões.

Logística voltada ao escoamento em larga escala

O projeto foi dimensionado para movimentar cerca de 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano. Para isso, a operação deve contar com uma frota de locomotivas e centenas de vagões, formando composições de grande porte.

A adoção do transporte ferroviário tem impacto direto na logística regional. A estimativa é de redução significativa do fluxo de caminhões nas rodovias, com potencial de retirar centenas de viagens diárias das estradas, além de diminuir emissões de gases de efeito estufa em comparação ao transporte rodoviário.

Integração entre indústria e ferrovia

A conexão direta entre a planta industrial e a ferrovia cria um modelo ainda pouco comum no Brasil: a integração entre produção e escoamento dentro do mesmo projeto. Esse formato busca reduzir gargalos logísticos e dar maior previsibilidade ao transporte da produção.

A nova linha também reforça o papel do modal ferroviário como alternativa para cargas de grande volume e longa distância, especialmente em regiões do interior do País com forte presença do setor florestal.

Tecnologia e segurança operacional

As locomotivas que irão operar no trecho fazem parte de uma nova geração voltada ao transporte de cargas pesadas. Os equipamentos contam com sistemas automatizados de controle de velocidade, monitoramento de operação e dispositivos de segurança capazes de atuar em situações de risco.

Também há previsão de uso de motores mais eficientes, com menor consumo de combustível e possibilidade de utilização de biocombustíveis, contribuindo para reduzir impactos ambientais da operação.

Projeto em expansão no leste do Estado

A fábrica em implantação é considerada um dos maiores investimentos industriais em andamento no Estado, com capacidade prevista de produção em larga escala.

As obras começaram com a fase de terraplanagem e seguem em etapas, envolvendo a construção da planta industrial, áreas florestais e infraestrutura logística associada — incluindo a ferrovia.

A expectativa é que o empreendimento amplie a movimentação econômica na região, com reflexos na geração de empregos e na dinâmica produtiva do leste sul-mato-grossense.

Fonte: Campo Grande News

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Seminário apresenta Integração Lavoura-Pecuária (ILP) como caminho para uma agropecuária de baixo carbono

Cerca de 70 profissionais puderam acompanhar apresentações e debater o potencial dos sistemas produtivos integrados, com diversificação, resiliência e sustentabilidade.

Embrapa Milho e Sorgo e a Cooperativa Central de Produtores Rurais (CCPR) realizaram o Seminário ILP: caminho para uma agropecuária de baixo carbono, diversificação, resiliência e sustentabilidade. Durante a manhã, os convidados foram recebidos no Auditório Renato Coimbra.

O chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Milho e Sorgo, Frederico Botelho, representando o chefe-geral, Vinícius Guimarães, deus as boas-vindas aos convidados e destacou que o evento faz parte do calendário de comemorações de aniversário de 50 anos da Unidade e traz informações do que pode ser importante para a região e para o Brasil.

“Pretendemos mostrar o potencial que a região Central de Minas tem para alavancar a produção de grãos e toda a agropecuária. Temos o real mercado para a produção com a fábrica de rações da CCPR. Estamos com grande oportunidade para produtores que queiram atuar com sistemas sustentáveis”, comentou Botelho. “Sabemos das dificuldades da região, especialmente na segunda safra, com a indisponibilidade hídrica. Continuamos com nossa missão de apoiar os produtores nos próximos 50 anos”.

O presidente da CCPR, Marcelo Candiotto, destacou o seminário como a primeira grande atividade após a assinatura da parceria entre a CCPR e a Embrapa. “Esse é o início de um trabalho que trará resultados para produtores e para a região Central Mineira.”

Candiotto e Botelho ressaltaram a parceria com o Sicoob e que a programação uniu os técnicos da CCPR e os pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo.

Feliciano Nogueira de Oliveira, superintendente de Inovação e Economia Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, cumprimentou os pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo e demais participantes. Ele destacou a crescente produção, produtividade e exportações mineiras. “Em 2024 e 2025, nosso estado teve mais exportações da agropecuária do que da mineração”.

Integração Lavoura-Pecuária

O pesquisador Ramon Alvarenga compartilhou experiências e aprendizados desenvolvidos ao longo de 21 anos de ILP na Embrapa Milho e Sorgo.

Na Unidade de Referência Tecnológica (URT), 22 hectares estão divididos em quatro glebas de 5,5 hectares, em que é feita a rotação dos cultivos a cada ano, já no sexto ciclo de rotação intensiva. Ramon explicou que a agropecuária intensiva busca reduzir riscos, aumentar a renda, a produção e a produtividade.

O pesquisador destaca a importância de fazer a recuperação do solo para dar sustentabilidade à produção. “A melhor época para isso é no final do período das chuvas, porque precisamos da umidade do solo para essas técnicas”. Ele recomenda eliminar sulcos de erosão, trilhos de gado, cupinzeiros, construir terraços, adequar estradas e adotar, necessariamente, o Sistema de Plantio Direto (SPD).

Ramon destaca que a ILP é uma estratégia intensiva, resiliente e sustentável de produção agropecuária. O pesquisador ainda salientou que, no momento, sistema resiliente e sustentável é aquele de baixo carbono. As experiências na URT da Embrapa Milho e Sorgo estão registradas no livro “Quinze anos de integração lavoura-pecuária e dez anos de integração lavoura-pecuária-floresta na Embrapa Milho e Sorgo, disponível para baixar gratuitamente. 

Potencialidade na região Central Mineira

A potencialidade da agropecuária da região Central Mineira foi apresentada pelo pesquisador Miguel Gontijo. Ele reuniu dados das áreas de culturas agrícolas, pastagens e silvicultura nos últimos anos e constatou aumento de culturas agrícolas temporárias em 125%, cerca de 2% de crescimento de pastagens e redução de silvicultura em 17%.

Mesmo com o aumento das culturas agrícolas temporárias, sua área total corresponde a cerca de 10% da área de pastagens na região. Ou seja, há um potencial muito grande de crescimento da agricultura. A conversão de 10% da área de pastagem poderia dobrar a de agricultura.

Nos últimos anos, com valorização no preço de grãos, maior acesso a créditos e avanços tecnológicos, a tendência tem sido de incremento na produção agrícola. Miguel destacou o exemplo da Fazenda Lagoa dos Currais, onde houve recuperação de pastagens degradadas com Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. “É possível sair de um ambiente de baixa produtividade para um ambiente de alta produtividade com correção de fertilidade de solo, uso de insumos, fazendo bem feito”, ressalta o pesquisador.

Agropecuária de Baixo Carbono

Os desafios da agricultura diante das mudanças climáticas foram apresentados pelo pesquisador Arystides Silva, que também demonstrou respostas para esses problemas.

Ele explicou como a agricultura pode ser uma grande aliada na redução dos Gases de Efeito Estufa (GEE): com a adoção de práticas e tecnologias que visam reduzir as emissões desses gases e, ao mesmo tempo, aumentar o sequestro de carbono no solo. “Esse é o conceito de Agricultura de Baixo Carbono”, afirmou o pesquisador.

A adoção dessas práticas parte da gestão estratégica da propriedade rural. “É preciso ter conhecimento do solo: compreender sua variabilidade e características; fazer o planejamento da adubação e do uso de insumos; escolher as culturas; definir coberturas vegetais. Essa organização permite identificar áreas com maior potencial para sistemas integrados ILP ou ILPF, ampliando a eficiência produtiva”.

Arystides também apresentou os programas Milho Baixo Carbono e Sorgo Baixo Carbono e convidou a conhecer os portais que apresentam esses trabalhos.

Programação da tarde

No segundo momento do Seminário, na impossibilidade de realizar o Dia de Campo previamente planejado devido às condições climáticas, os convidados estiveram no auditório do Núcleo de Biologia Aplicada (NBA). Ênio Gomes, da Brevant Sementes, apresentou o tema “Milho consorciado com capim: diversificação dos sistemas de produção”.

Décio Karam, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, tratou de “cultivo intercalar de forrageira na cultura da soja: resiliência e posicionamento estratégico”. “O cultivo intercalar antecipado permite reduzir o risco climático, pois aproveita melhor a água das chuvas que ocorrem antes da colheita da soja. Com isso, melhora a qualidade do solo, diminui a presença de plantas daninhas, reduz a perda de água por evaporação e mantém a temperatura do solo mais amena. Esses efeitos combinados tornam o sistema mais equilibrado e contribuem para maior estabilidade produtiva ao longo das safras”, disse o pesquisador.

Márcia Silveira, pesquisadora da Embrapa Milho e Sorgo, falou acerca do “Componente pecuário na ILP: pecuária de Baixo Carbono”. “Práticas sustentáveis como  Integração Lavoura-Pecuária favorecem o aumento da produção, consequentemente da renda do produtor, e um balanço adequado entre as emissões de gases inerente aos animais e o sequestro de carbono fruto da cobertura vegetal que contribui para incorporação de matéria orgânica no solo, mantendo carbono no sistema”, explicou Márcia. 

E, encerrando as apresentações, Byron Ladeira, da CCPR, comentou sobre o componente pecuário: vaca de leite – cria de corte na ILP. Esta estratégia busca transformar a cria da pecuária leiteira em um ativo de melhor valor agregado, visando a eficiência e a rentabilidade da fazenda leiteira.

Sorgo na alimentação humana

Os produtos servidos na pausa para lanche da manhã foram produzidos pelas Produtoras de derivados do sorgo de Abaeté e região, tendo o sorgo como ingrediente básico. Quibe, empada, bolos e biscoitos formaram um cardápio farto e saboroso.

Suzano está com cinco processos seletivos abertos para Brasilândia, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)

Suzano abre 25 vagas para formação de jovens no setor florestal em Ribas

Iniciativa realizada em parceria com o Senai oferece formação técnica e primeira experiência profissional para jovens da cidade.

Jovens de Ribas do Rio Pardo (MS) têm uma nova oportunidade de qualificação profissional. A Suzano, maior produtora mundial de celulose, está com 25 vagas abertas para o Programa de Aprendiz na cidade, iniciativa realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) que combina formação técnica e experiência prática no setor florestal. O programa integra as ações da companhia voltadas à formação profissional e ao desenvolvimento local, com foco na geração de oportunidades para jovens da região.

As vagas são para a qualificação profissional em Mecânico(a) de Máquinas Florestais, com atividades realizadas na unidade da Suzano em Ribas do Rio Pardo. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 31/03, por meio da página: https://suzano.gupy.io/jobs/10928974

Para participar do processo seletivo, é necessário ter entre 18 e 22 anos completos até o final da seleção; estar cursando ou já ter concluído o Ensino Médio (com conclusão obrigatória até o término do curso); residir em Ribas do Rio Pardo (MS); e ter disponibilidade para participar das atividades presenciais, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Pessoas com deficiência não possuem limite de idade para participar.

“O Programa de Aprendiz é uma importante porta de entrada para jovens que estão iniciando sua trajetória profissional. A iniciativa combina formação técnica e experiência prática, favorecendo o desenvolvimento de habilidades e a geração de oportunidades nos setores industrial e florestal na região. Além disso, o programa contribui para atender à demanda crescente por qualificação profissional no município, impulsionada pelo desenvolvimento econômico da região”, destaca Rafael de Carvalho Marçal, gerente de Gente e Gestão da Suzano em Ribas do Rio Pardo.

 Benefícios

Os(as) jovens selecionados(as) participarão de atividades teóricas e práticas ao longo do curso, com a oportunidade de vivenciar o dia a dia das operações da companhia. As aulas serão ministradas pelo Senai, com apoio de lideranças da Suzano e equipes especializadas.

Além de bolsa-auxílio compatível com o mercado durante a formação, os(as) aprendizes também terão direito a benefícios como plano de saúde, seguro de vida, alimentação na fábrica, transporte fretado e/ou vale-transporte (para localidades sem fretado), além de acesso a iniciativas de bem-estar, como TotalPass e Wellz. Todos(as) os(as) participantes aprovados(as) receberão certificado emitido pelo Senai ao final da qualificação.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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