
Porto de Rio Grande (RS) terá R$ 24 bilhões em investimentos em celulose e logística de exportação
O ministro de Portos e Aeroportos participou, nesta terça-feira (20), ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, de cerimônia no Porto de Rio Grande (RS), que marcou o anúncio do contrato de adesão do Terminal de Uso Privado (TUP), vinculado ao Projeto Natureza, da CMPC, além da assinatura de contratos do Programa Mar Aberto, voltados à renovação da frota de apoio marítimo.
O empreendimento portuário e logístico prevê investimentos de aproximadamente R$ 24 bilhões, destinados à implantação de uma nova unidade industrial de celulose em Barra do Ribeiro (RS) e à estruturação da logística de exportação. Já os contratos do Programa Mar Aberto somam R$ 2,8 bilhões em investimentos para a construção de embarcações, com impacto direto na indústria naval e na logística marítima do país.
Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo está trabalhando para recolocar o Porto de Rio Grande no centro do desenvolvimento do país. “A gente quer criar todas as condições para que esse porto volte a funcionar com toda a força possível. Porto forte significa emprego, renda, indústria funcionando e comida chegando mais barata na mesa do povo. Quando o Estado investe, a economia cresce, o Brasil exporta mais e quem trabalha sente a diferença na vida real”, declarou.
Para o ministro Silvio Costa Filho, o projeto consolida o Porto de Rio Grande como um ativo estratégico para o crescimento econômico do país. “Estamos promovendo um salto de eficiência logística, que reduz custos, amplia a capacidade de escoamento da produção e fortalece a competitividade das exportações brasileiras. Ao integrar hidrovias e porto, criamos um ambiente mais atrativo para investimentos, geramos emprego e renda e ampliamos a participação do Brasil nos mercados internacionais”, afirmou.
O Projeto Natureza deve impactar mais de 75 municípios no Rio Grande do Sul e gerar cerca de 12 mil postos de trabalho durante as obras e aproximadamente 1,5 mil após sua conclusão. Com a ampliação da produção, a expectativa é de um escoamento superior a 4,3 milhões de toneladas de celulose por ano, o que motivou a implantação de dois novos Terminais de Uso Privado no estado, em Rio Grande e Barra do Ribeiro, com investimentos estimados em R$ 1,4 bilhão.
O TUP do Porto de Rio Grande terá capacidade de movimentar até 9 milhões de toneladas por ano, a partir do 11º ano de operação, com infraestrutura para armazenagem de cerca de 194 mil toneladas e operação simultânea de dois navios. A operação do terminal deve gerar mais de 400 empregos diretos e cerca de 2.100 indiretos, além de aproximadamente 1.500 postos de trabalho durante a fase de construção. O contrato de adesão foi assinado em 7 de janeiro de 2026.
Durante o evento, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, destacou a relevância do empreendimento para a economia estadual. “Estamos diante do maior investimento privado já realizado no estado. Esta área, que esteve parada desde 2014, passa agora a cumprir uma função estratégica no transporte de celulose, com reflexos diretos na economia gaúcha”, afirmou.
Programa Mar Aberto
A cerimônia também incluiu a assinatura de contratos do Programa Mar Aberto, iniciativa da Petrobras voltada à renovação da frota de apoio marítimo. Ao todo, os contratos somam R$ 2,8 bilhões para a construção de cinco navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores, com potencial de geração de mais de 9 mil postos de trabalho diretos e indiretos. As embarcações serão operadas pela Transpetro e construídas em estaleiros do Rio Grande do Sul, Amazonas e Santa Catarina.
“Esse movimento está alinhado à estratégia do governo federal de reconstrução da indústria naval e offshore brasileira. A Petrobras cumpre seu papel como empresa indutora do desenvolvimento, ampliando investimentos, fortalecendo a logística e contribuindo para o crescimento sustentável do país”, afirmou Magda Chambriard, presidente da Petrobras.
Ainda em Rio Grande, a programação incluiu a entrega de 1.276 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades, reforçando a integração entre investimentos em infraestrutura logística, desenvolvimento regional e políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Bracell abre vagas de emprego para Camaçari e Alagoinhas; veja como se candidatar
Líder mundial na produção de celulose solúvel, a Bracell oferece seis vagas de emprego para quem deseja ingressar no setor florestal na Bahia, sendo duas exclusivamente voltadas para profissionais com deficiência (PCD). As oportunidades são para as cidades de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, e Alagoinhas, no Litoral Norte da Bahia. Os interessados devem acessar o site www.bracell.com.br e clicar na aba “Carreiras e Pessoas”, em seguida em “Vagas Abertas”.
As oportunidades para a fábrica da Bracell no Polo Industrial de Camaçari são para condutor de empilhadeira; analista de suporte júnior, com ensino superior completo na área de TI (ciência da computação, redes ou cursos similares); e assistente administrativo de RH. Essas duas últimas vagas são destinadas para PCD.
Para a sede administrativa da empresa em Alagoinhas, há três oportunidades: pesquisador II, com formação superior em engenharia florestal, agronomia ou áreas afins e pós-graduação (especialização, mestrado ou doutorado) em sua área de conhecimento ou correlatas; instrutor II, com formação técnica ou superior e experiência em operação de máquinas florestais (Harvester e Forwarder); e comprador sênior, com graduação completa em engenharia, administração, economia ou áreas correlatas, pós-graduação ou MBA em gestão de suprimentos, logística, negócios ou áreas afins e inglês avançado.
Os candidatos selecionados receberão salários alinhados às atribuições dos cargos, além de um conjunto de benefícios que inclui plano de saúde e odontológico, transporte fretado, alimentação na unidade, vale-alimentação, auxílio-escola para dependentes elegíveis, prêmio de férias e seguro de vida em grupo.
A empresa oferece ainda participação no Programa de Participação nos Resultados (PPR) da Bracell e auxílio-educação, conforme a função, o que reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento e a qualificação contínua.
Além das vagas abertas, a Bracell segue investindo na atração de profissionais para a área florestal e mantém aberto o cadastro de seu banco de talentos destinado a mulheres nas áreas de operação e manutenção, além de pessoas com deficiência. As inscrições devem ser feitas pelo site www.bracell.com, na seção “Carreiras e Pessoas”, acessando a opção “Banco de Talentos”. O cadastro não garante contratação imediata, mas permite que a empresa conheça o perfil profissional dos candidatos para futuras seleções.
Informações: Acorda Cidade

Madeira superforte que pode substituir o aço é criada por cientistas
Pesquisadores da Universidade de Nanquim, na China, desenvolveram uma técnica inovadora capaz de ampliar de forma significativa a resistência mecânica da madeira, abrindo novas possibilidades para o uso desse material em aplicações estruturais.
O estudo, publicado no Journal of Bioresources and Bioproducts, descreve um método de autodensificação que a transforma em um material mais robusto, sem a necessidade de processos industriais de alto consumo energético.
Madeira superforte
O procedimento resulta em uma madeira com desempenho superior em tração, flexão e resistência a impactos, superando tanto a natural quanto materiais densificados por métodos tradicionais. Diferentemente desses processos, a técnica não exige prensagem a quente, reduzindo o consumo de energia e tornando o método mais eficiente ambientalmente.
O avanço atende a uma limitação estrutural conhecida da madeira: apesar de ser renovável, econômica e de baixo impacto ambiental, sua aplicação é restrita pela resistência relativamente baixa à tração. Essa fragilidade está ligada à microestrutura do material, cujas fibras de celulose e lignina apresentam lúmens — canais internos ocos para transporte de seiva — que diminuem a densidade e comprometem a resistência mecânica.
A técnica de autodensificação atua justamente sobre essa fragilidade estrutural.
- Primeira etapa – remoção parcial da lignina: A madeira é fervida em uma solução de hidróxido de sódio e sulfito de sódio, tornando sua estrutura mais flexível para o processo de densificação.
- Segunda etapa – preenchimento dos lúmens: O material é imerso em uma solução de cloreto de lítio e dimetilacetamida, que provoca a expansão da celulose e da lignina remanescente, preenchendo os canais internos ocos.
- Terceira etapa – secagem controlada: A madeira é deixada para secar ao ar por cerca de dez horas. Durante esse período, ocorre uma retração uniforme, preservando praticamente o comprimento original da peça.
- Comparação com métodos tradicionais: Ao contrário da madeira comprimida convencional, que pode apresentar deformações dimensionais, a madeira autodensificada mantém melhor sua forma, resultando em uma peça mais estável e resistente.
A estrutura final é mais compacta e homogênea, o que explica o aumento significativo das propriedades mecânicas observadas em testes laboratoriais. Com o avanço da tecnologia, a madeira autodensificada pode substituir materiais mais caros e pesados, como metais, especialmente na construção civil, ampliando seu potencial como material de alto desempenho que alia resistência estrutural e sustentabilidade.
Informações: Tribuna de Minas

Calor extremo e incêndios florestais deixam 19 mortos no Chile
Mais de 20 mil hectares foram destruídos até o momento.
Incêndios florestais no Chile deixaram pelo menos 19 pessoas mortas, informaram autoridades nesta segunda-feira (19), enquanto o governo realizava retiradas em massa e combatia quase duas dezenas de incêndios exacerbados pelo calor intenso e ventos fortes.
Embora as condições climáticas durante a noite tenham ajudado a controlar alguns incêndios, os maiores ainda estavam ativos, com condições adversas previstas para o dia todo, disse o ministro da Segurança, Luis Cordero, em uma coletiva de imprensa.
“A projeção que temos hoje é de altas temperaturas”, declarou Cordero, e a principal preocupação era que novos incêndios fossem provocados em toda a região.
Partes do centro e do sul do Chile estavam sob alertas de calor extremo, com previsão de temperaturas de até 37 graus Celsius.
Até o final do domingo, a agência florestal Conaf do Chile informou que os bombeiros estavam combatendo 23 incêndios em todo o país, sendo os maiores nas regiões de Ñuble e Bío Bío, onde o presidente Gabriel Boric declarou estado de catástrofe.
Mais de 20 mil hectares foram destruídos até o momento, com o maior incêndio ultrapassando 14 mil hectares nos arredores da cidade de Concepción.
O incêndio de rápida propagação atingiu as cidades de Penco e Lirquen no fim de semana, destruindo centenas de casas e matando várias pessoas, e as autoridades ainda estão avaliando os danos.
Tanto o Chile quanto a Argentina começaram o ano novo com ondas de calor que continuaram em janeiro. No início deste mês, incêndios florestais ocorreram na Patagônia argentina, queimando cerca de 15 mil hectares.
Informações: Agência Brasil

Feira Mais Floresta 2026: Mato Grosso do Sul se consolida como polo de inovação florestal
O setor florestal de Mato Grosso do Sul, em constante expansão e com um papel cada vez mais vital na economia brasileira, prepara-se para sediar um dos eventos mais estratégicos do calendário: a Feira Mais Floresta 2026. Marcado para ocorrer de 18 a 21 de março de 2026, dentro da grandiosa ExpoRibas 2026, em Ribas do Rio Pardo, o evento promete ser o epicentro de discussões, inovações e, acima de tudo, negócios que impulsionarão o futuro florestal do estado e do país. A Mais Floresta emerge como uma plataforma crucial para conectar os elos dessa cadeia produtiva, desde os produtores rurais até as indústrias de alta tecnologia.
A essência da Mais Floresta reside na sua proposta de ser um ambiente dinâmico de conhecimento, tecnologia e relacionamento. Ao unir empresas, profissionais, instituições de ensino e prestadores de serviço, a feira visa não apenas promover a troca de experiências e a formação de parcerias estratégicas, mas também enfrentar um dos maiores desafios do setor: a carência de mão de obra qualificada. É um espaço desenhado para capacitar e impulsionar uma nova geração de profissionais, garantindo que o crescimento da floresta seja acompanhado pelo desenvolvimento humano e tecnológico.
Para os expositores, a oportunidade é ímpar. Não se trata apenas de apresentar produtos e serviços, mas de se integrar a uma rede que pensa e molda o futuro da silvicultura. A feira é o palco ideal para demonstrar o que há de mais moderno em máquinas, equipamentos e tecnologias florestais, fortalecendo marcas e contribuindo ativamente para a construção de um ecossistema mais robusto e inovador. A Mais Floresta é, portanto, um convite para ser parte ativa da vanguarda da sustentabilidade e do progresso.
O evento é direcionado a todos que trabalham com o setor florestal, sejam eles fornecedores, compradores, produtores de tecnologia ou aqueles que acreditam no potencial transformador desse mercado. Com uma programação que contemplará palestras sobre qualificação de mão de obra, estandes e oportunidades de networking, a Mais Floresta será o ponto de encontro onde quem produz, quem fornece, quem compra e quem transforma se unem em prol do desenvolvimento sustentável. É a chance de viver uma experiência imersiva e fazer parte do futuro florestal do Brasil.
Se sua empresa busca expandir sua atuação, divulgar sua marca ou apoiar esse movimento que está redefinindo o Mato Grosso do Sul como referência florestal, a Mais Floresta oferece espaços estratégicos para exposição e patrocínio. Não perca a chance de reservar seu lugar na maior feira florestal da região em 2026. Para mais informações sobre como se tornar um expositor ou patrocinador e garantir sua presença neste evento promissor, entre em contato diretamente com Aline Brandão, através do e-mail comercial@maisfloresta.com.br e whats: 34-99164-3122. O futuro é florestal, e ele começa no dia 18 de março.

Suzano inaugura Centro de Tecnologia Operacional Industrial na unidade de Mogi
Novo espaço permite acompanhar, em tempo real, a fabricação de itens de higiene, cuidados pessoais e soluções para o lar.
A Suzano, produtora mundial de celulose e referência na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, inaugurou um Centro de Tecnologia Operacional (CTO), na Unidade de Mogi das Cruzes. O espaço irá monitorar, em tempo real, as operações das sete fábricas de bens de consumo da companhia no País, responsáveis pela produção de itens como papel higiênico, lenço facial, fralda, papel toalha, guardanapo, entre outros.
Inaugurado no último mês, o CTO foi criado para padronizar indicadores, antecipar falhas e aprimorar a gestão industrial por meio do monitoramento contínuo das operações. A estrutura integra dados, processos e indicadores das sete unidades em uma única plataforma, ampliando a eficiência e a confiabilidade dos sistemas produtivos. O espaço permite análises sobre produção, qualidade, perdas e confiabilidade, garantindo maior agilidade na tomada de decisões.
“O CTO amplia a confiabilidade dos processos e nos traz percepções importantes para tornar nossas operações ainda mais assertivas, ao integrar tecnologia, dados e pessoas. Com isso, fortalecemos a eficiência, aumentamos a segurança e avançamos para um modelo industrial mais sustentável e inteligente, capaz de gerar e compartilhar cada vez mais valor para a companhia e para o planeta”, afirma Reginaldo Duarte, gerente de Qualidade, Meio Ambiente e Estratégia, da Suzano.
Segundo Reginaldo, a nova estrutura ainda está em operação assistida. Após o período de comissionamento, ou seja, a fase inicial em que são realizados testes e ajustes para garantir que todos os sistemas funcionem conforme o planejado, além do suporte remoto às demais fábricas, o centro vai promover maior integração entre as equipes, que poderão acompanhar, por meio de telas interativas, a mesma visão operacional da sala de Mogi das Cruzes.
“O CTO consolida e analisa dados de equipamentos, processos e indicadores em uma visão única e em tempo real. Além do monitoramento, a sala integra manutenção, performance industrial e indicadores de negócio, permitindo avaliar impactos cruzados, desenvolver automações e aplicar análises preditivas de forma unificada”, completa Reginaldo.
Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br

Celulose movimentada por hidrovias no RS atinge 1,9 milhão de toneladas em 2025
A movimentação de cargas por hidrovias no Rio Grande chegou a cerca de 1,9 milhão de toneladas em 2025, com crescimento de 11,76% em relação ao ano anterior, quando foi de aproximadamente 1,7 milhão de toneladas, de acordo com dados do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) divulgados na sexta-feira (16) pelo Ministério de Portos e Aeroportos (Mpor). Produzido pela Companhia Manufatureira de Papéis e Papelões (CMPC), em Guaíba, o produto é transportado em barcaças pela hidrovia do Atlântico Sul, formada pelos rios Jacuí e Guaíba, canais e pela Lagoa dos Patos e que liga a cidade a Rio Grande, de onde é exportada pelo porto local.
Segundo o Mpor, a celulose é a principal carga movimentada no terminal gaúcho, por onde, em 2023, foram exportadas cerca de 1,62 milhão de toneladas de celulose. A China foi o principal destino, seguida pelos Estados Unidos, pela Itália, pelos Emirados Árabes Unidos e pela Coreia do Sul. De acordo com a pasta, as barcaças levam a celulose de Guaíba a Rio Grande e na volta transportam toras de madeira a partir de Pelotas.
O secretário nacional de Hidrovias e Navegação do Ministério de Portos e Aeroportos, Otto Burlier, explicou que o crescimento do uso da hidrovia é resultado do aumento da produção e da exportação de celulose e da reorientação logística feita após as enchentes de 2024, que impediram o transporte por estradas e ferrovias. “As hidrovias cumprem papel estratégico em situações de crise climática, aumentam a resiliência do sistema logístico e reduzem riscos operacionais”, afirmou.

Indústria de papel em SC atualiza políticas de sustentabilidade e inclusão
Empresa revisou políticas para melhorar a preservação ambiental e a inclusão de pessoas.
Empresa que se destaca pela governança em ESG, a Irani Papel e Embalagens comunica que realizou uma atualização em políticas na área. Adotou nova política de sustentabilidade e lançou as diretrizes para a política de Inclusão e Diversidade. A companhia, que tem atuação nacional, mas a sua maior fábrica de papel fica em Vargem Bonita, Santa Catarina, revela que ampliou o total de compromissos assumidos.
Para o diretor de Pessoas, Estratégia e Gestão da Irani, Fabiano Alves de Oliveira, a atualização da política de sustentabilidade e o estabelecimento de políticas de inclusão e diversidade reforçam o compromisso da companhia em evoluir continuamente. Segundo ele, isso é colocar as pessoas e o desenvolvimento responsável no centro da estratégia da companhia.
– Buscamos sempre evoluir. Essas diretrizes ampliam nossa capacidade de promover um ambiente inclusivo, inovador e ético, alinhado às expectativas da sociedade e aos desafios de um mercado cada vez mais consciente – explica Fabiano de Oliveira.
Ao adotar nova política de sustentabilidade, a Irani amplia diretrizes para as regras socioambientais. A ênfase é o desenvolvimento sustentável.
– Além de estabelecer novos compromissos estamos fortalecendo práticas que orientam decisões, comportamentos e relações em toda a cadeia de valor. Esse movimento consolida a Irani como uma empresa preparada para crescer de forma sustentável, com responsabilidade social, respeito à diversidade e visão de longo prazo – afirma o executivo.
Veja regras ambientais e sociais que devem ser seguidas pela Irani Papel e Embalagens:
– Gerar valor por meio de um modelo de negóciosque equilibre crescimento econômico, responsabilidade socioambiental e retorno admirável sobre o capital investido.
– Assegurar a satisfação dos clientespor meio da oferta de produtos e serviços com Foco Do Cliente.
– Colocar o cliente no centro da estratégia, assegurando que produtos, serviços e inovações reflitam qualidade, confiança e propósito sustentável.
– Usar os recursos de forma sustentável, preservando o meio ambiente, reduzindo os impactos ambientais e promovendo a economia circular e de baixo carbono.
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– Garantir o suprimento sustentável de matérias-primas, com base em práticas responsáveis de manejo florestal e de cadeia de custódia, com respeito à biodiversidade e ao meio ambiente.
– Atuar de forma proativa frente às mudanças climáticas, reduzindo emissões de Gases de Efeito Estufa e outros mecanismos regulados
e voluntários de mercado de carbono, fortalecendo a resiliência dos negócios e contribuindo para o alcance de descarbonização.
– Proporcionar condições de trabalho seguras e saudáveis, prevenindo lesões e agravos à saúde relacionadas ao trabalho, por meio da eliminação de perigos e redução de riscos à segurança e ao bem-estar de colaboradores e fornecedores, permitindo a consulta e a participação dos trabalhadores e de seus representantes em temas relacionados à saúde e segurança no trabalho.
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– Assegurar a integridade e o respeito aos direitos humanos, promovendo diversidade e inclusão em nossa cadeia de valor.
– Promover investimentos sociais e o desenvolvimento das comunidades, por meio de parcerias e investimentos que estimulem cidadania, educação, cultura e geração de oportunidades sustentáveis.
– Integrar a estratégia da Companhia aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) assumidos, alinhando propósito, desempenho e transparência.
– Adotar práticas de governança ética e responsável, assegurando transparência, conformidade e tomadas de decisão que promovam o crescimento e rentabilidade dos negócios de forma sustentável.
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– Promover a melhoria contínua e o atendimento aos requisitos legais e outros requisitos aplicáveis aos negócios da Companhia, por meio de Sistema de Gestão Integrado.
A política de Diversidade visa estabelecer diretrizes para promoção da inclusão, diversidade e acessibilidade, apoiando decisão em todas as instâncias organizacionais:
– Promover um ambiente inclusivo, garantindo que todas as pessoas sejam tratadas com respeito, independentemente de suas características individuais, crenças, identidades ou origens.
– Valorizar a individualidade, reconhecendo e celebrando as diferenças como fonte de inovação, aprendizado e fortalecimento da cultura organizacional.
– Assegurar igualdade de oportunidades na Companhia.
– Prevenir e combater preconceitos, vieses, discriminações e assédios, não tolerando qualquer comportamento que viole a integridade das pessoas.
– Investir em acessibilidade para construir ambientes físicos e digitais inclusivos.
– Promover o desenvolvimento contínuo de um ambiente de Segurança Psicológica.
– Definir metas claras e mensuráveis de diversidade e inclusão, alinhadas ao planejamento estratégico da Companhia.
– Assegurar que todas as ações e iniciativas relacionadas à diversidade e inclusão estejam alinhadas à legislação vigente
Informações: NSC Total

Bracell compra florestas de eucalipto da Duratex em São Paulo
Estratégia é aumentar oferta de matéria-prima para abastecer unidade inaugurada em 2021 em Lençóis Paulistas, no interior de São Paulo.
A Bracell, uma das maiores produtores de celulose do mundo, controlada pelo grupo de Singapura Royal Golden Eagle, está comprando parte da produção de eucalipto da brasileira Duratex. A empresa brasileira é o braço de produção de madeira do Grupo Dexco, que atua na fabricação e comercialização de painéis de madeira destinados ao setor de construção civil e à indústria moveleira, além de uma divisão de produtos de metais e louças sanitárias.
Em tese, a Duratex fornece a matéria-prima necessária para o grupo Dexco, seu controlador. Contudo, a negociação com a Bracell vai funcionar como forma de captação de recursos para as atividades da empresa. A operação consiste na venda de madeira em pé, que ainda não foi colhida das fazendas administradas pela Duratex e será utilizada pela Bracell para fabricação de celulose, em sua unidade em Lençóis Paulistas, no interior de São Paulo.
O volume de madeira adquirido e o valor do total do negócio não foram revelados. No entanto, a responsabilidade pela colheita da floresta de eucalipto da Duratex ficará sob a responsabilidade da Bracell, bem como o transporte da madeira. As florestas estão instaladas em fazendas nas cidades de Bofete, Angatuba Buri e Itapetininga.
A compra do eucalipto pela Bracell representa uma oportunidade da empresa otimizar sua base de suprimento de madeira e demonstra o acirramento da disputa por matéria-prima com concorrentes como Suzano, Klabin e Arauco. Estimativas do mercado indicam que a Bracell já possua cerca de 275 mil hectares plantados com eucalipto em São Paulo.
A fábrica da Bracell em Lençóis Pauslitas começou a ser construída em 2019 com investimento de R$ 15 bilhões. A unidade entrou em operação em 2021 com capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas de celulose solúvel ou até 3 milhões de toneladas de celulose kraft por ano. Há pouco mais de um ano, a empresa voltou seus olhos para Mato Grosso do Sul, atrás de novas áreas de eucalipto para construir uma nova fábrica.
A companhia anunciou um investimento de R$ 20 bilhões para levantar uma nova planta no município de Bataguassu, com capacidade para produzir 2,8 milhões de toneladas de celulose por ano. Para abastecer a fábrica de Mato Grosso do Sul, estima-se que a Bracell já tenha aproximadamente 50 mil hectares de eucalipto plantados.
Informações: Isto É Dinheiro

Portugal reforça combate ao fogo com 12 milhões para novas máquinas de gestão de combustível
O Governo português, através do Ministério da Agricultura e Mar e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), lançou um novo aviso de apoio financeiro que promete dar um impulso significativo à gestão dos espaços rurais. Com uma dotação global de 12,1 milhões de euros provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o programa “MAIS Floresta: Reforço de Capacidade de Atuação” foca-se na modernização do parque de máquinas e equipamentos destinados à silvicultura e à redução do risco de incêndio.
Este incentivo financeiro assume a forma de uma subvenção não reembolsável e dirige-se especificamente a micro, pequenas e médias empresas que atuam em Portugal Continental. As entidades que operam nas áreas da silvicultura, exploração florestal e serviços de apoio podem beneficiar de um financiamento que chega aos 150 mil euros por candidatura, permitindo a renovação tecnológica necessária para enfrentar os desafios da limpeza e manutenção das florestas nacionais.
A lista de investimentos elegíveis é abrangente e foca-se na eficácia operacional. O apoio permite a aquisição de tratores preparados para operações florestais, alfaias mecânicas para gestão de combustível e trituradores de ramos e galhos. Uma das novidades é a inclusão de máquinas telecomandadas, equipamentos de alta tecnologia que permitem realizar a gestão de carga de combustível em terrenos de difícil acesso ou com declives acentuados, aumentando substancialmente a segurança dos operadores e a produtividade das intervenções.
As empresas interessadas devem preparar os seus processos para o período de submissão, que decorre entre o dia 2 de fevereiro e as 18:00 de 15 de março de 2026. As candidaturas são efetuadas por via eletrónica através do portal do ICNF. Dado que o concurso pode encerrar antecipadamente caso a dotação financeira se esgote antes do prazo final, a organização e submissão atempada dos projetos torna-se um fator crítico para o sucesso das PME que pretendem reforçar a sua capacidade de atuação no terreno.
Informações: Portal Sapo

Tecnologia e sustentabilidade transformam a silvicultura e impulsionam o setor de papel e celulose no Brasil
Mais do que crescer em escala, o setor vive uma revolução tecnológica e sustentável que começa na floresta e se estende até o produto final.
O setor de papel e celulose se consolidou como um dos pilares estratégicos da economia brasileira. Em 2023, a indústria gerou cerca de US$ 10,3 bilhões em divisas, respondendo por aproximadamente 3% das exportações nacionais. Com investimentos previstos acima de R$ 105 bilhões até 2028, o segmento avança para uma nova fase de expansão produtiva, liderada por grandes players como Bracell, Arauco e Suzano. Mais do que crescer em escala, o setor vive uma revolução tecnológica e sustentável que começa na floresta e se estende até o produto final.
Inovação na base florestal: eficiência começa nos viveiros
A transformação do setor tem início nos viveiros de mudas, etapa decisiva para a produtividade das florestas plantadas. Tradicionalmente, a construção e operação desses viveiros eram realizadas de forma fragmentada, com diferentes fornecedores e cronogramas pouco integrados. Para superar esse gargalo, o modelo Turn Key vem ganhando espaço no setor.
Nesse formato, toda a implantação, do projeto conceitual à entrega final, é conduzida de forma integrada. Empresas adotam esse modelo para alinhar layout, infraestrutura, irrigação, automação e equipamentos desde o início. O resultado é expressivo: ganhos de produtividade entre 20% e 40% em comparação com projetos convencionais, além de maior previsibilidade de custos e prazos.
O projeto conceitual torna-se peça-chave nesse processo, pois coordena equipes multidisciplinares e garante que todas as áreas técnicas operem sob as mesmas premissas, reduzindo retrabalhos e aumentando a eficiência operacional.
Automação: mais produtividade com menos recursos
A automação deixou de ser tendência e passou a ser requisito competitivo. Viveiros altamente tecnologizados conseguem otimizar o uso de água, energia e mão de obra, ao mesmo tempo em que elevam a qualidade das mudas. Estudos indicam que viveiros automatizados alcançam índice de sobrevivência de mudas de até 84,5%, enquanto estruturas não automatizadas ficam em torno de 60%.
Outro ponto estratégico é a escolha do sistema de produção. A miniestaquia (clonagem), embora demande maior investimento inicial e domínio técnico, especialmente com a implantação de minijardins clonais, proporciona florestas mais uniformes, previsíveis e altamente produtivas. Já o sistema via sementes apresenta menor custo inicial e maior lucratividade no curto prazo, mas com maior variabilidade genética e produtiva. A decisão depende do modelo de negócio, da escala do projeto e dos objetivos de longo prazo da empresa.
Sustentabilidade e certificação: exigência do mercado global
A sustentabilidade é hoje um dos principais vetores de competitividade do setor. Empresas brasileiras têm se destacado por soluções alinhadas à bioeconomia. A Klabin, por exemplo, investe na substituição de plásticos por embalagens biodegradáveis à base de celulose. Já a Suzano mantém compromissos ambientais robustos, como a meta de remover ou evitar 40 milhões de toneladas de CO? da atmosfera até 2025.
Nesse contexto, as certificações florestais são fundamentais. Programas como o CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), com reconhecimento internacional pelo PEFC, atestam que o manejo florestal segue critérios ambientais, sociais e econômicos rigorosos. Essas certificações são voluntárias, mas essenciais para acesso aos mercados mais exigentes, e incluem regras como a proibição do uso de organismos geneticamente modificados em plantações comerciais.
A indústria de celulose no Brasil não é apenas um pilar da economia nacional; é um ecossistema bilionário em constante expansão, com investimentos projetados em mais de R$ 100 bilhões na próxima década. O epicentro desse crescimento, o Vale da Celulose em Mato Grosso do Sul, concentra os maiores players globais, uma vasta cadeia de fornecedores e milhares de profissionais. No entanto, este gigante carece de um elo de comunicação centralizado e estratégico que conecte seus diversos agentes e traduza sua importância para a sociedade.
Informações: Hoje Mais / Vale Celulose

Komatsu reforça portfólio florestal em 2025 e prepara avanço para o Full Tree em 2026
Lançamentos apresentados em 2025 reforçam eficiência, conectividade e sustentabilidade, enquanto a empresa prepara a expansão para o sistema Full Tree em 2026.
A Komatsu Forest encerrou 2025 com um pacote robusto de lançamentos voltados ao setor florestal, consolidando sua presença no segmento de colheita mecanizada (CTL) e preparando o terreno para uma nova fase de expansão em 2026. Os destaques do ano foram o novo Forwarder 895 e os harvesters sobre esteira PC210F e PC220F, apresentados ao mercado durante eventos como o Show Florestal.

Segundo Eduardo Nicz, diretor-presidente da Komatsu no Brasil, os lançamentos de 2025 refletem uma estratégia clara: elevar a produtividade das operações florestais, reduzir custos por metro cúbico produzido e oferecer melhores condições de trabalho aos operadores, especialmente em regiões remotas.
Forwarder 895 inaugura nova geração no baldeio de madeira
Principal lançamento da Komatsu Forest em 2025, o Forwarder 895 foi totalmente redesenhado com foco em eficiência operacional, robustez e ergonomia. Desenvolvido em parceria com clientes, o equipamento entrega maior capacidade de carga e otimização do baldeio, resultando no menor custo por m³ da categoria, segundo a fabricante.
Entre os diferenciais do novo forwarder estão o tanque de 500 litros, sistema hidráulico otimizado, versões 6WD e 8WD, nova grua 205F, rotator GX reforçado, chassi traseiro e caixa de carga redesenhados, além da integração com a plataforma Smart Forestry. O modelo também se destaca pela elevada intercambiabilidade de componentes, com 78% de peças compatíveis, o que reduz custos de manutenção e facilita a gestão de frota.
“Cada detalhe desse projeto foi pensado para oferecer uma operação mais produtiva, econômica e sustentável. É tecnologia aplicada diretamente à redução de custos e ao aumento de eficiência no campo”, destaca Nicz.
Harvesters PC210F e PC220F ampliam eficiência na colheita
Outro avanço importante em 2025 foi a introdução dos novos harvesters sobre esteira PC210F e PC220F, que representam uma evolução da consagrada PC200F. Ambos os modelos foram concebidos para enfrentar condições severas de trabalho, com foco em maior força de trabalho, menor consumo de combustível e alta confiabilidade.

A PC210F conta com motor de 165 HP, certificado Proconve MAR-1, estrutura reforçada e tecnologias embarcadas como Komtrax e Smart Forestry, que permitem monitoramento inteligente da operação. O modelo combina características da máquina base com adaptações florestais, oferecendo um equilíbrio entre desempenho, robustez e eficiência energética.
Já a PC220F apresenta configurações exclusivas que ampliam sua produtividade. O harvester possui cabine florestal certificada, assento com suspensão a ar, câmera traseira, sistema de supressão de incêndio, proteção antitérmica e do ventilador, sistema de troca de calor e baixo nível de ruído interno. O maior vão livre do solo e as sapatas mais largas garantem excelente capacidade de transpor obstáculos, reduzindo riscos de danos ao equipamento em ambientes florestais complexos.

Tecnologia, conectividade e sustentabilidade no centro da estratégia
As inovações apresentadas em 2025 estão diretamente alinhadas às metas globais de sustentabilidade da Komatsu. De acordo com Nicz, a empresa trabalha com três pilares fundamentais: benefício ao operador, eficiência para o negócio e responsabilidade ambiental.
A automação e a conectividade permitem reduzir fadiga, minimizar erros operacionais e ajustar automaticamente as máquinas para otimizar a produção. As máquinas conectadas enviam dados em tempo real para centrais de inteligência, possibilitando manutenção preditiva, correção de manobras e antecipação de paradas.
“Fazer mais com menos é sustentabilidade. Produzir mais em menos tempo, com menor consumo de diesel e menor custo de manutenção, reduz diretamente o impacto ambiental”, afirma o executivo.
No âmbito global, a Komatsu estabeleceu metas ambiciosas de redução de emissões: 50% menos carbono até 2030 em relação a 2010, com o objetivo de alcançar neutralidade total até 2050. Um marco importante dessa jornada foi atingido em 2023, quando a fábrica da Komatsu Forest em Umeå, na Suécia, alcançou produção neutra em carbono, apoiada por energia solar em larga escala e aquecimento geotérmico.
2026: foco no Full Tree e na mecanização da silvicultura
Após consolidar sua oferta no segmento CTL em 2025, a Komatsu Forest direciona seus esforços em 2026 para a expansão no sistema Full Tree. O principal lançamento previsto é o Skidder 6×6 da TimberPro, que será apresentado para trabalhar juntamente com os recém lançados Feller Bunchers da Timber Pro.
Além disso, a companhia tem direcionado investimentos significativos para a silvicultura, especialmente em função da escassez de mão de obra em áreas remotas. “Nosso foco é mecanizar atividades que ainda são manuais e automatizar processos já mecanizados, oferecendo melhores condições de trabalho e reduzindo a dependência de pessoas em tarefas pesadas e expostas ao sol”, explica Nicz.
Nos próximos cinco anos, a maior parte dos investimentos da Komatsu Forest estará concentrada no desenvolvimento de plantadeiras florestais e novas tecnologias para a silvicultura, ampliando ainda mais a atuação da empresa além da colheita.
Cliente no centro do desenvolvimento tecnológico
O relacionamento próximo com o mercado é outro pilar da estratégia da Komatsu. Inspirada na cultura japonesa, a empresa adota o conceito de GEMBA, que significa estar no campo, onde as coisas acontecem. Essa filosofia orienta o desenvolvimento de novas soluções a partir da escuta ativa dos clientes.
“Estar próximo do cliente, entender suas dores e trazer esses inputs para dentro de casa é essencial para desenvolver tecnologias realmente aplicáveis”, afirma Nicz. Segundo ele, a combinação entre a cultura japonesa, a gestão sueca da Komatsu Forest e a flexibilidade da operação brasileira cria um ambiente favorável à inovação.
Com lançamentos consistentes em 2025 e uma agenda clara para 2026, a Komatsu Forest reforça seu posicionamento como uma das protagonistas da mecanização florestal no Brasil, apostando em tecnologia, sustentabilidade e eficiência para atender às demandas de um setor em constante evolução.



