PÁGINA BLOG
Featured Image

Ponsse e Senai-SP ofertam curso gratuito de mecânico de máquinas florestais

As inscrições estão abertas para as turmas que se iniciam em janeiro. Serão ofertadas quatro turmas na cidade de Lençóis Paulista (SP) ao longo de 2022

A Ponsse e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), por meio da unidade de Lençóis Paulista (SP), ofertarão quatro turmas do curso de mecânico de máquinas florestais em 2022. Ao todo são 64 vagas gratuitas e abertas à toda comunidade. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas presencialmente no Senai. A seleção dos alunos será por ordem de chegada.

As aulas iniciam no dia 24 de janeiro e terão duração de seis meses. A expectativa é de que haja grande absorção dos novos profissionais pelo mercado local. “O setor florestal está crescendo muito em nossa região e com isso a demanda por profissionais especializados também”, relatou o diretor do Senai de Lençóis Paulista, Laerte Padilha Lozigia.

A Ponsse, marca finlandesa de máquinas de colheita florestal, também participará da formação dos novos alunos, por meio da palestra de abertura e ainda com aulas em formato de workshop que serão realizadas durante o curso. “Acreditamos na força da educação para a evolução da comunidade em que estamos inseridos. Esta é uma das ações que a Ponsse deve gerar em 2022 para as cidades onde temos unidades. Além disso, há a nossa demanda por esses profissionais e essa será uma oportunidade incrível para homens e mulheres de toda a região”, relatou o gerente de Gente & Gestão da Ponsse, Leandro Santos.

Para obter mais informações, os interessados devem procurar a unidade do Senai de Lençóis Paulista, na rua Aristeu Rodrigues Sampaio, 271, bairro Jardim das Nações, telefone (14) 3269-3969. As inscrições são gratuitas, bem como as mensalidades do curso.

Serviço
Curso gratuito de mecânico de máquinas florestais
Local: Senai de Lençóis Paulista
Inscrições até 20 de janeiro
Endereço: Rua Aristeu Rodrigues Sampaio, 271, bairro Jardim das Nações, Lençóis Paulista-SP
Telefone: (14) 3269-3969

Sobre a PONSSE

A Ponsse é um dos principais fabricantes de máquinas florestais do mundo e suas operações orientadas ao cliente ainda são guiadas pelos desejos e necessidades dos produtores florestais. A linha de produtos Ponsse abrange todas as soluções de colheita florestal sustentável, incluindo harvesters, forwarders e cabeçotes de harvester, além de serviços digitais e tecnologia de treinamento.
Todos os produtos Ponsse e seus principais componentes são projetados e fabricados nas unidades da própria marca. Isso mantém a empresa na vanguarda do desenvolvimento e garante que os produtos atendam aos requisitos específicos dos profissionais florestais.
Sediada na cidade de Vieremä, na Finlândia, possui operações no Brasil e América Latina há 15 anos. As máquinas florestais da Ponsse são usadas em todas as áreas importantes de colheita profissional no mundo, somando mais de 40 países.

Fonte: Ponsse Brasil

Featured Image

Bracell é pioneira na produção de celulose livre de combustíveis fósseis

Alinhada com as necessidades globais de sustentabilidade, nova fábrica contempla primeira gaseificação de biomassa em fábricas de celulose da América do Sul

A eliminação progressiva do uso sem restrições do carvão e dos subsídios ineficientes para os combustíveis fósseis foi um dos temas de destaque da COP 26, uma vez que esse foi o primeiro acordo climático da Conferência das Partes a fazer qualquer menção ao papel do carvão, petróleo e gás, os maiores contribuintes para a crise climática de origem humana. Apesar de algumas lacunas, a abordagem ao tema não deixou de ser uma inovação histórica, já que os combustíveis fósseis nunca tinham sido mencionados em um texto final da COP em mais de 25 anos de negociações.

Consciente de que a eliminação do uso de combustíveis fosseis é mais do que uma tendência ou apelo pela sustentabilidade, é um fator primordial para evitar que a crise climática se agrave e se aproxime de um cenário catastrófico, a Bracell, uma das maiores produtoras de celulose solúvel e celulose especial do mundo, traz em sua fábrica de nova geração (Projeto Star) em Lençóis Paulista, São Paulo, os mais avançados conceitos de controle ambiental e sustentabilidade e entre eles o total reaproveitamento da biomassa gerada na planta.

“Sabemos do nosso importante papel como indústria para contribuir com o desenvolvimento sustentável e, por isso, construímos a nova fábrica com a mais alta tecnologia para que já possa atuar livre de combustíveis fósseis. A partir da biomassa proveniente de floretas plantadas, produzimos o gás de síntese, ou Syngás, em nossos gaseificadores de biomassa para operar os fornos de cal. Dessa maneira, substituímos o uso de um combustível fóssil por um renovável, refletindo na nossa ambição de ser não apenas uma das maiores operações na produção de celulose solúvel, mas também uma referência nas questões de sustentabilidade. A maior e mais verde bioindústria de celulose do mundo” diz Pedro Stefanini, Diretor da Bracell São Paulo.

Além do uso de biomassa 100% renovável como matéria-prima para produção do biogás, a nova planta da Bracell emprega os mais avançados conceitos de controle ambiental e sustentabilidade, com foco na redução do desperdício e no baixo consumo de água. “A caldeira da fábrica tem seis precipitadores eletrostáticos para controlar a emissão de poeira – os precipitadores retêm os particulados do efluente gasoso da caldeira, reduzindo a quantidade lançada na atmosfera.

A captação de água da nova fábrica é feita no Rio Tietê, que fica a 22 km, assim como a descarga de efluentes. Portanto, foi construída uma adutora para transportar a água do rio até a Estação de Tratamento de Água (ETA). A água captada será tratada até que esteja em condições de ser utilizada no processo. Após o uso, essa água vai para o sistema de tratamento de efluentes, que tem três etapas: a primeira remove as fibras, a segunda trata a matéria orgânica e a terceira reduz nutrientes e cor. O tratamento terciário é um diferencial da Bracell, primeira empresa de São Paulo a adotar mais uma fase no tratamento dos efluentes antes de devolvê-los para o rio.

Outra preocupação da empresa diz respeito à geração e distribuição de energia elétrica limpa para as operações da planta. “Como o processo de produção de celulose gera sub-produtos que podem ser reaproveitados, tomamos a decisão de investir em tecnologia nos nossos ciclos de processos e construir uma nova subestação de energia como um recurso autossustentável a longo prazo. A SE 440kV tem capacidade instalada de transformação de 420MVA, suficientes para suprir as demandas da fábrica e permitir colocar no GRID nacional um excedente de energia na ordem de 180 a 200 MW, energia verde e de qualidade, capaz de atender 750 mil residências ou cerca de três milhões de pessoas” diz Stefanini.

Assista o vídeo e saiba mais

Sobre a Bracell

A Bracell é uma das maiores produtoras de celulose solúvel e celulose especial do mundo, com duas principais operações no Brasil, sendo uma em Camaçari, na Bahia, e outra em Lençóis Paulista, em São Paulo. Além de suas operações no Brasil, a Bracell possui um escritório administrativo em Cingapura e escritórios de vendas na Ásia, Europa e Estados Unidos. 

Sobre a RGE

A RGE Pte Ltd gerencia um grupo de empresas com operações globais de manufatura baseadas em recursos naturais. As atividades vão desde o desenvolvimento e a colheita de recursos sustentáveis, até a criação de diversos produtos com valor agregado para o mercado global. O compromisso do grupo RGE com o desenvolvimento sustentável é a base de suas operações. Todos os esforços estão voltados para o que é bom para a comunidade, bom para o país, bom para o clima, bom para o cliente e bom para a empresa. A RGE foi fundada em 1973 e seus ativos atualmente ultrapassam US$ 25 bilhões. Com mais de 60.000 funcionários, o grupo tem operações na Indonésia, China, Brasil, Espanha e Canadá, e continua expandido para envolver novos mercados e comunidades.

Fonte: Bracell

Featured Image

CMPC inicia obras de construção do maior projeto de sustentabilidade do RS


Local onde será instalada a nova Caldeira de Recuperação da unidade industrial de Guaíba recebe estaca inicial do BioCMPC


A CMPC iniciou no último dia 15 de dezembro as obras de construção do BioCMPC. O projeto  irá modernizar e tornar a planta industrial de Guaíba uma referência em sustentabilidade em nível global no setor de Celulose e Papel. Para marcar a data, foi colocada uma estaca na área em que ocorre a primeira obra dos trabalhos, onde será instalada a nova Caldeira de Recuperação. O equipamento será responsável por gerar economia de energia e redução da emissão de gases de efeito estufa.


“Este é um marco para nós, pois o BioCMPC é o maior investimento em sustentabilidade da história do Rio Grande do Sul. Com esse projeto, vamos melhorar nossa performance ambiental, otimizando o uso de água, ampliando a geração de energia limpa, reduzindo a emissão de gases, dentre outros. Outro importante benefício para a comunidade está na geração de postos de trabalho durante as obras”, explica Mauricio Harger, diretor-geral da CMPC no Brasil. Ele ressalta que a unidade de Guaíba já transforma 100% dos resíduos industriais em novos produtos, uma prática da economia circular que contribui na geração de aproximadamente 160 empregos na região.


A Nova Caldeira de Recuperação – O equipamento terá capacidade projetada para 1.900 tds/d (toneladas de sólidos secos por dia) e contará com vários recursos de alta eficiência para menor consumo de energia e elevada geração de vapor, tais como:• alto teor de sólidos secos no licor negro,• pré-aquecimento de ar de combustão,• tanque de água de alimentação utilizando toda pressão disponível,• recuperação de calor dos gases do tanque dissolvedor,• recuperação de calor dos gases de combustão da caldeira e• altos parâmetros de pressão e temperatura de vapor.
Para o projeto da nova caldeira de recuperação da unidade industrial de Guaíba, a Valmet, parceira responsável pela construção e instalação do equipamento, utilizou o que há de mais avançado nesta tecnologia, aplicando as melhores práticas de eficiência energética e seleção de materiais, segundo Felippe Rosa, gerente de Vendas para áreas de Recuperação e Energia da empresa. “A caldeira de recuperação é parte do caminho crítico do cronograma de um projeto como o BioCMPC, por possuir montagem vertical. Cumprir este marco importante, que é a primeira estaca da construção civil, no prazo acordado é um bom indicativo que iniciamos o projeto conforme o esperado.”


A entrega também inclui precipitadores eletrostáticos (ESP) feitos sob medida para as condições da caldeira de recuperação, atingindo baixíssimos níveis de emissões de material particulado. As cinzas da caldeira de recuperação serão tratadas com a tecnologia Ash Leaching Duo, que oferece fácil operação, maior eficiência e flexibilidade para maximizar a recuperação dos produtos químicos de cozimento.


Obras – Todas a intervenções e construções para implantação do BioCMPC também serão sustentáveis. Além da valorização de mão de obra e fornecedores locais, o canteiro de obras principal ficará distante da área da empresa, evitando gerar transtornos às comunidades vizinhas. Outro fator importante é sobre a mobilidade urbana da região, pois a circulação de pessoas, máquinas e equipamentos será feita preferencialmente pelo acesso privado da companhia junto à BR-116, reduzindo a possibilidade de interferências no trânsito. Os horários para realização das benfeitorias respeitarão os moradores locais, com atividades ocorrendo prioritariamente de segunda a sexta, das 8h às 18h. Outro diferencial está no tratamento dos resíduos gerados na construção. Todo esse material será reaproveitado e transformado em novos produtos. Medidas de controle serão implementadas para que não haja alterações ambientais na vizinhança.


O projeto – O BioCMPC prevê a implantação de importantes investimentos em modernização operacional, além de novas medidas de controle e gestão ambiental. O projeto contará com investimento de aproximadamente R$ 2,75 bilhões e a previsão é que sejam gerados cerca de 7,5 mil novos postos de trabalho durante a execução das obras. As 31 iniciativas que compõem o BioCMPC irão gerar um relevante ganho de performance para a unidade brasileira, por meio do aumento de aproximadamente 18% da capacidade produtiva, quando comparado aos resultados dos últimos 12 meses.

Fonte: Revista O Papel

Featured Image

Komatsu é reconhecida pelo Índice de Sustentabilidade Mundial da Dow Jones

Pelo segundo ano consecutivo, a Komatsu foi reconhecida no mercado internacional como uma das empresas mais sustentáveis do mundo, pelo Dow Jones Sustainability World Index (Índice de Sustentabilidade Mundial Dow Jones, em português). O ranking é desenvolvido pela S&P Global, uma das mais conceituadas consultorias de análise de negócios e investimentos, sediada nos Estados Unidos.

Para a composição do índice, empresas foram avaliadas de acordo com diversos indicadores em três áreas econômicas: desempenho, esforços de conservação ambiental e atividades sociais. Em 2021, um total de 2,5 mil empresas participaram da pesquisa, das quais 322 foram selecionadas – 35 empresas japonesas e 11 brasileiras figuram na lista.

No ano em que completa 100 anos, a Komatsu reforça seu comprometimento com a fabricação de produtos inovadores que contribuem com um futuro mais sustentável. “Esse importante reconhecimento está intrinsicamente alinhado às nossas sólidas práticas de gestão e transparência, e comprova nossos investimentos em pessoas, com o intuito de prosperarmos juntos, estabelecendo relação de confiança com nossos clientes e parceiros e oferecendo ao mercado mundial produtos de qualidade e tecnologia de ponta”, afirma Toshiro Okada, representante das Operações da Komatsu no Brasil.

O índice – o DJSI World é composto por iniciativas das maiores empresas do mundo, que se destacam pelo desempenho em sustentabilidade e adaptação às tendências de mercado, sendo capazes de criar valor para os acionistas e investidores em médio e longo prazos. O índice é uma referência mundial e auxilia nas tomadas de decisão em linha com negócios mais sustentáveis. A composição do Dow Jones Sustainability Index World em 2021 reúne 322 empresas de 29 países.

Sobre a Komatsu

A Komatsu é líder na fabricação e fornecimento de equipamentos, tecnologias e serviços para os mercados de mineração, construção, industrial e florestal. Há um século, os equipamentos e serviços da Komatsu têm sido usados por empresas em todo o mundo para desenvolver uma infraestrutura moderna, extrair minerais fundamentais, manter florestas e criar tecnologia e produtos de consumo. Por meio de tecnologia e dados relevantes, a Komatsu e sua rede de distribuidores entregam aos clientes mais segurança e aumento de produtividade, ao mesmo tempo que otimizam a performance das operações.

Fonte: Komatsu

Featured Image

Suzano elabora guia com destaques de Ribas do Rio Pardo-MS para colaboradores

Pensando em oferecer a melhor acolhida possível aos colaboradores do Projeto Cerrado, a Suzano elaborou o Guia de Acolhimento, material digital com informações uteis sobre o município de Ribas do Rio Pardo.

Nele tem dicas sobre os principais serviços, comércio local, infraestrutura hoteleira, gastronômica e turística do município. Um verdadeiro tour pela cidade que incentiva os colaboradores a conhecerem melhor a sede da futura maior fábrica de celulose do mundo e seu povo acolhedor.

Você sabia?

A área de implantação industrial da nova fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo é de 3,6 milhões de metros quadrados. Isso equivale a mais de 420 campos de futebol no padrão FIFA.

Suzano atua na proteção dos direitos de crianças, adolescentes e mulheres em Ribas do Rio Pardo

A Suzano mantém constante diálogo com as comunidades onde possui operações, promovendo e incentivando iniciativas que transformam para melhor as condições e a qualidade de vida das pessoas. Uma dessas iniciativas é o Programa Agente do Bem, que busca mobilizar os colaboradores e todos os setores da sociedade de Ribas do Rio Pardo para participar de ações de proteção dos direitos de crianças, adolescentes e mulheres no município – em parceria com a administração municipal, o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente e o Conselho Tutelar.

O programa conta ainda com a parceria institucional da Childhood Brasil, organização que atua na prevenção e no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes em grandes empreendimentos. Com a iniciativa, a Suzano pretende contribuir para fortalecer as ações de promoção dos direitos humanos na cidade, perpetuando um legado social que certamente se estenderá para muito além do período de construção da nova unidade da empresa no município.

Fonte: Suzano

Featured Image

CNA debate pautas do setor florestal

A Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na terça (14), para debater, entre outros temas, a participação do setor na COP-26 e o mercado de carbono.

O coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias, fez um balanço geral sobre a atuação da entidade na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP-26) e os resultados e expectativas do evento realizado em novembro, em Glasgow (Escócia).

“O setor foi muito bem representado e avançou nas negociações, mostrando o potencial de produção com sustentabilidade de diversas cadeias produtivas, entre elas a silvicultura. Cabe a nós nos organizarmos para que esses avanços se tornem vantagens competitivas no mercado externo”, afirmou.

Ele destacou pontos como iniciativas multilaterais, Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), mecanismos do Acordo de Paris, regras do mercado de carbono, financiamento e fundos internacionais, entre outros.

“Vamos buscar estruturação para o setor florestal entrar nesse mercado de carbono de forma definitiva. É uma ótima alternativa de renda que ajudaria a cobrir parte dos custos de produção”, disse o presidente da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, Walter Vieira de Rezende.

A pauta da reunião também abordou assuntos como conjuntura e perspectivas do mercado de carbono no setor florestal, levantamento da disponibilidade de insumos no setor florestal.

A assessora técnica da CNA, Eduarda Lee Lima, também apresentou a ação promocional do setor florestal, uma iniciativa da Confederação para mostrar a importância da silvicultura para o agronegócio nacional.

Fonte: CNA

Featured Image

Klabin é a primeira empresa brasileira a conquistar certificação internacional FSC® para licor preto e lignina kraft de pínus

Compostos químicos gerados a partir da madeira no processo produtivo da celulose são capazes de produzir bioenergia e substituir o uso de matérias primas de origem fóssil

A Klabin, maior produtora e exportadora de embalagens de papel e papéis para embalagem do Brasil, acaba de receber a certificação internacional FSC (Conselho de Manejo Florestal, em português), atestando a sustentabilidade da sua lignina Kraft de pínus e do licor preto, produtos das suas florestas de pínus, também certificadas pelo FSC, e utilizadas para fabricação de celulose e papel. É a primeira vez que uma companhia brasileira recebe a certificação de produtos que eram considerados, até então, como subprodutos do processo de fabricação de papel e celulose e que, a partir de agora, poderão ser utilizados para fins mais nobres.

Lignina Kraft de pínus certificada FSC pela APCER Brasil

A lignina é um dos maiores componentes da madeira e é extraída durante o processo de produção de celulose, contribuindo para a produção de vapor e energia nas fábricas. É também um composto que demonstra alto potencial de substituição de diversas matérias-primas de origem fóssil nos mais variados segmentos de mercado, como resinas, cosméticos e, até mesmo, fibra de carbono.

De acordo com Marcelo Muguet, coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da Klabin, a novidade vem sendo trabalhada há cinco anos e faz parte do programa de pesquisa e desenvolvimento da Companhia, que busca impulsionar a sustentabilidade por meio da inovação e que investe continuamente em estudos para novas soluções que gerem excelentes resultados ambientais e financeiros. “A lignina Kraft de pínus, que em seu estágio primário, ou seja, na própria natureza, oferece resistência e durabilidade às árvores, é uma excelente solução para geração de energia limpa e produtos mais sustentáveis para nosso dia-a-dia. E vale lembrar que, na nossa Planta Piloto de extração de Lignina Kraft, temos capacidade de geração de uma tonelada do composto por dia”, afirma.

“O manejo florestal responsável tem grande importância não apenas para o meio ambiente em si, mas também para a economia e o social”, diz Daniela Vilela, diretora executiva do FSC Brasil. “Por isso, investir em pesquisa e inovação, como fez a Klabin, é fundamental para maximizar esses benefícios e estimular a conservação”, acrescenta.

“A obtenção da certificação da cadeia de custódia da lignina kraft de pínus é resultado de um processo de inovação contínuo por parte da Klabin, que demonstra o porquê da empresa ser referência mundial em seu setor de atividade e sua capacidade de oferecer produtos diferenciados, sempre com base numa política de sustentabilidade que integra toda a cadeia produtiva e no respeito pelo meio ambiente”, afirma Alessandra Costa, diretora-executiva da APCER Brasil.

Licor preto da Companhia também foi certificado pelo FSC em mais uma parceria com o Imaflora

A certificação da lignina kraft de pínus é resultado do extenso trabalho exercido pela Klabin para a validação de todos os seus processos e produtos. Neste sentido, a Companhia também obteve a certificação FSC® para o licor preto produzido na unidade de Correia Pinto, em Santa Catarina.

Originado durante o processo de fabricação da celulose, o licor preto é um subproduto do cozimento da madeira de florestas plantadas. Conhecido como principal combustível de uma planta integrada de celulose e papel, possui em sua composição compostos orgânicos e inorgânicos que geram energia térmica e renovável para a indústria de celulose e papel, capaz de movimentar o processo produtivo nas caldeiras industriais da Companhia. Sua certificação foi um passo essencial para ter a certificação completa do processo, viabilizando sua utilização em soluções nobres, que vão além da geração de energia.

“A certificação da cadeia de custódia FSC® do licor preto é um importante avanço para que os novos produtos florestais que serão desenvolvidos cheguem aos consumidores com a garantia da origem socioambiental. Além disso, entendemos que a recuperação do licor preto, nesse inovador processo da Klabin de extração da lignina, dá foco ao potencial da economia circular como um tópico a ser cada vez mais integrado, somando com a certificação FSC®“, afirma Mariana Figur Seide, coordenadora da certificação de cadeias de custódia no Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

Fonte: FSC

Featured Image

Grupo Dexco pretende usar 100% da mão de obra de Botucatu para construção de fábrica

A construção da unidade do Grupo Dexco em Botucatu deverá ser ganhar ritmo em pouco tempo, com a realização da terraplanagem em 120 mil m² de terreno, dos quais 60 mil serão utilizados para a fase 1 da construção. A informação foi publicada nesta sexta-feira, 10, pelo Prefeito de Botucatu, Mário Pardini.

O Chefe do Executivo foi recebido pelo presidente executivo do Grupo Dexco, Antônio Joaquim e representantes da empresa. No local as obras da fábrica de Botucatu já tiveram início.

“Em 30 dias será realizado o trabalho de destoca do terreno, para então começar a terraplenagem de 120 mil m² de terreno, dos quais 60 mil serão utilizados para a fase 1 da construção e outros 60 mil estarão prontos para a duplicação da área fabril nos próximos anos”, escreveu Pardini.

De acordo com uma publicação de Pardini, a Dexco quer contar com 100% da mão de obra dessa nova unidade sendo de Botucatu. Já em 2022 serão divulgados todos os cargos que a empresa necessitará.

“Em julho de 2023, se Deus quiser, a Dexco estará funcionando em nossa Cidade, com a maior fábrica de cerâmica da América Latina. Estamos muito alegres e gratos a Deus por receber mais uma grande empresa em nossa Cidade”, finalizou Pardini.

A fábrica

A unidade atenderá as marcas Ceusa e Portinari, produzindo placas cerâmicas de grandes formatos, que podem ser utilizadas em bancadas e fachadas, substituindo chapas de mármore. A operação complementará a produção de revestimentos cerâmicos das quatro unidades da companhia localizadas no sul do Brasil, no estado de Santa Catariana nas cidades de Urussanga e Criciúma.

O prazo de construção é de aproximadamente dois anos. A Dexco estima a geração de 350 empregos diretos na região e planeja a entrega da primeira linha de produtos produzidos no local para 2023.

A Dexco atua no mercado através das marcas – Deca, Portinari, Hydra, Duratex, Ceusa e Durafloor.

Fonte: Acontece Botucatu

Featured Image

Floresta tropical recupera 80% do estoque de carbono e da fertilidade do solo

A regeneração natural é uma solução de baixo custo para mitigar mudanças climáticas

De forma inédita e com base em um dos maiores bancos de dados disponíveis sobre florestas tropicais no mundo, estudo publicado na revista Science mostra que a regeneração florestal recupera cerca de 80% do estoque de carbono, da fertilidade do solo e da diversidade de árvores em até 20 anos.

A pesquisa concluiu que a regeneração natural é uma solução de baixo custo para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e contribuir com a conservação da biodiversidade. Esses resultados decorrem de um processo de regeneração em áreas degradadas e não apenas da passagem do tempo nesses locais.

“É possível recuperar florestas tropicais por meio de processos naturais em tempo condizente com expectativas humanas. Porém, mesmo assim, é muito mais rápido destruir do que recuperar. Os resultados devem ser vistos com otimismo, mas também com responsabilidade”, diz à Agência FAPESP Pedro Brancalion, professor do Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP).

Brancalion e o pesquisador Frans Bongers, da Wageningen University (Países Baixos), estão entre os autores do artigo e também coordenam o projeto “Compreendendo florestas restauradas para o benefício das pessoas e da natureza – NewFor”, que tem o apoio da FAPESP no âmbito do Programa BIOTA.

“Outro ponto interessante do trabalho foi definir uma espécie de ‘ordem cronológica’ da recuperação das diversas funções das florestas tropicais, oferecendo subsídios para contribuir com projetos de restauração e de desenvolvimento sustentável previstos para a próxima década”, completa Brancalion, que também coordena o Laboratório de Silvicultura Tropical na Esalq-USP e é vice-coordenador do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica.

Em junho deste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou a Década da Restauração dos Ecossistemas (2021-2030) com o objetivo de inspirar e apoiar governos, empresas, organizações e sociedade civil para desenvolver iniciativas que revertam a degradação e protejam o meio ambiente.

Além disso, no mês passado, ao final da COP-26, a Conferência do Clima da ONU, os quase 200 países presentes assinaram um acordo para tentar garantir o cumprimento da meta de limitar o aquecimento global a 1,5° C. Estabeleceram a necessidade de neutralizar as emissões de CO2 até 2050, com compensação por reflorestamento e tecnologias de captura de carbono da atmosfera, mercado que também foi regulamentado.

“Saber em qual velocidade as florestas se recuperam é importante, por exemplo, para avaliar a viabilidade de investimentos em projetos de sequestro de carbono por meio da recuperação de áreas devastadas. É preciso entender a dinâmica de recuperação de cada função da floresta para que se possa balizar melhor as metas, tomar decisões mais corretas e, dependendo da situação, entender e monitorar quando uma floresta está em trajetória de recuperação aquém do esperado ou necessário para atingir certo objetivo”, explica o professor.

O artigo publicado na Science é resultado do trabalho de uma equipe internacional, a 2ndFOR, que envolve mais de cem pesquisadores de 18 países, incluindo o Brasil. A 2ndFOR é coordenada pelos professores Lourens Poorter, autor correspondente do artigo, Bongers, Masha van der Sande, todos da Wageningen University, e Catarina Jakovac, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O grupo analisou 12 atributos florestais de 77 locais, incluindo mais de 2.200 parcelas de florestas da América Central e do Sul, entre elas a Amazônia, e da África Ocidental. São apresentados quatro grupos de características da floresta relacionadas ao solo (densidade aparente, carbono e nitrogênio); ao funcionamento do ecossistema (espécies de árvore fixadoras de nitrogênio, densidade da madeira e área foliar específica); à estrutura da mata (biomassa acima do solo, diâmetro máximo das árvores e heterogeneidade estrutural) e à diversidade e composição de espécies.

Os cientistas concluíram que as florestas tropicais e seus solos são altamente resilientes, pois todos os atributos se recuperam em até 120 anos (ou 12 décadas) quando comparados com florestas conservadas.

Em geral, a recuperação mais rápida é a do solo (fertilidade), em menos de dez anos, e a do funcionamento do ecossistema, menos de 25 anos. Em seguida, em tempo intermediário, vem a recuperação da estrutura e diversidade da floresta, que ocorre entre 25 e 60 anos, enquanto as mais lentas são a retomada da biomassa acima do solo e da composição de espécies, que demoram mais de 120 anos.

“Um ponto importante é que a floresta tropical consegue recuperar o número de espécies de árvores, mas nem sempre a mesma composição [conjunto de espécies]. Nem todas as espécies presentes em matas conservadas recolonizam florestas regeneradas, algumas são mais sensíveis e podem desaparecer”, alerta Brancalion.

Desmatamento

Para o professor Poorter, além de ser essencial impedir o avanço do desmatamento, é preciso olhar para o potencial de recuperação das florestas secundárias (que crescem em áreas já devastadas) para atingir as metas de restauração de ecossistemas. “Elas fornecem benefícios globais para a mitigação e a adaptação às mudanças climáticas e para a conservação da biodiversidade, além de muitos outros serviços para a população local, como água, energia, madeira e produtos florestais não madeireiros”, disse o pesquisador, em entrevista para divulgar o trabalho.

Relatório publicado no início do ano pelo Global Forest Watch (com dados da Universidade de Maryland) revelou que os trópicos perderam 12,2 milhões de hectares de vegetação em 2020, sendo o Brasil o primeiro colocado. Desse total, 4,2 milhões de hectares (área equivalente à dos Países Baixos) foram em florestas primárias tropicais úmidas, importantes para o armazenamento de carbono e para a biodiversidade.

O documento apontou ainda que as emissões de CO2 resultantes da perda de florestas primárias equivalem às emissões anuais de 570 milhões de automóveis.

Atualmente, mais da metade das florestas tropicais do mundo não são antigas, das quais uma grande parte é secundária – na América Latina tropical, elas cobrem até 28% da área terrestre.

Em novembro, o mesmo grupo de pesquisadores já havia publicado na PNAS outro artigo, Functional recovery of secondary tropical forests, mostrando a recuperação funcional (características que determinam como as plantas se comportam, incluindo espessura da folha e densidade da madeira) das florestas tropicais secundárias.

O trabalho apontou que florestas secas e úmidas diferem em sua composição funcional em estágios iniciais de sucessão (como é chamado o processo de regeneração) e seguem caminhos diferentes ao longo do tempo. À medida que envelhecem, contudo, tornam-se mais semelhantes em relação às características funcionais.

Fonte: Agência Fapesp

Featured Image

Iniciativa da West Rock de economia circular transforma resíduos em geração de renda para pequenos agricultores

Parcerias para produção e distribuição de composto orgânico estimulam a economia local e beneficiam mais de 900 funcionários(as) com alimentação saudável.

Reduzir a geração de resíduos e regenerar sistemas naturais são algumas das soluções apontadas pelo conceito de economia circular para uma produção mais sustentável. E é com esse propósito que a WestRock, líder global em soluções únicas e sustentáveis em papel e embalagens de papelão ondulado, implementou, em sua Fábrica de Papel HyPerform® de Três Barras (SC), uma iniciativa que transforma resíduos da produção em um material rico para a agricultura, beneficiando pequenos produtores rurais de Santa Catarina e também funcionários(as) da unidade

A fábrica, que foi recentemente ampliada, é a maior produtora de papel kraft da América Latina, com capacidade de produzir mais de 1.900 toneladas por dia. Em linha com os 5Rs® de Sustentabilidade WestRock – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Regenerar e uma operação sustentável, a empresa direciona atualmente cerca de 97% dos resíduos para reuso, reaproveitamento, reciclagem ou coprocessamento.

A partir deste projeto, os seus resíduos orgânicos, como cinzas de caldeira, cascas de madeira e lodo da estação de tratamento de efluentes são encaminhados para a compostagem, que gera um composto orgânico rico em nutrientes, ideal para uso na agricultura, pois ajuda a regenerar o solo. Todo o material é distribuído gratuitamente à comunidade da região – de 2019 a meados de 2021, mais de 144 mil toneladas foram doadas a produtores rurais para o uso em hortas, pomares e na agricultura familiar. Ao todo, foram realizadas mais de 500 entregas a produtores rurais, beneficiando mais de 540 agricultores. O reuso desses materiais, além de evitar o envio de resíduos para aterros sanitários, possibilita a redução do uso de fertilizantes e defensivos agrícolas nas plantações das famílias beneficiadas – produtos, que, a longo prazo, podem impactar na qualidade do solo.

ECONOMIA CIRCULAR EM AÇÃO

Recentemente, o projeto iniciou uma nova etapa por meio de parcerias com Ambipar, Exal e Epagri – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, para ampliar seus benefícios ambientais, sociais e econômicos, a empresa estimulou o fechamento completo do ciclo, ao servir, em seus refeitórios, as verduras, legumes e hortaliças produzidas pelas mesmas famílias que recebem o composto orgânico.

Os benefícios da iniciativa são diversos: devido a qualidade dos alimentos cultivados com o condicionador de solo, é possível o aproveitamento integral, reduzindo o desperdício na preparação. Para funcionários(as), o uso de frutas, verduras e hortaliças orgânicas e sem defensivos agrícolas representa uma alimentação mais fresca e saudável. E, é claro, para os agricultores parceiros, a iniciativa contribui para o incremento da renda familiar, estimulando a economia e o desenvolvimento local. Todos os meses, cerca de 1,5 toneladas de hortifrutis são usadas para oferecer mais de 14 mil refeições, aos cerca de 900 trabalhadores da fábrica – das quais, 25% já estão sendo disponibilizadas pelos pequenos produtores rurais da região. “Essa parceria para nós foi muito boa, porque além da produtividade, a renda também melhorou”, afirma o produtor Pedro de Oliveira, que fornece 15 variedades de verduras para o refeitório da WestRock.

Cynthia Wolgien, diretora de Sustentabilidade e Comunicação Corporativa da WestRock Brasil, reforça que iniciativas de Economia Circular são cada vez mais encorajadas pela empresa: “Não há mais espaço para o crescimento que não seja sustentável. É nosso papel estimular a redução da geração de resíduos e do uso de recursos naturais, buscando uma operação cada vez mais eficiente e regenerativa. Por meio de uma iniciativa de circularidade, que contou com um trabalho em rede e o engajamento de diversos parceiros, conseguimos estender os benefícios da ação para nossa comunidade, funcionários(as) e para o planeta. Um projeto no qual todos ganham, nos enche de orgulho e nos motiva a ir além”, conclui.

Sobre a West Rock

A WestRock é parceira de seus clientes para fornecer soluções únicas e sustentáveis em papel e embalagens que impulsionem seus negócios. São 50.000 funcionários que apoiam os clientes ao redor do mundo em mais de 320 operações e escritórios na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Saiba mais em WestRock

Fonte: West Rock

Anúncios aleatórios