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Mais 2 rodovias do Vale da Celulose vão a leilão este ano, garante Riedel

Ligando Água Clara, Inocência e Paranaíba, trechos são estratégicos para o escoamento da produção.

Previstas no Plano Estadual de Parcerias 2026, as rodovias estaduais MS-377 e MS-240 vão a leilão na B3, na Bolsa de Valores de São Paulo (SP), ainda este ano. A expectativa do governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), é que, até o fim do seu mandato, as empresas privadas já estejam à frente da gestão dos novos trechos no Vale da Celulose.

O governo de Mato Grosso do Sul planeja realizar o leilão das rodovias estaduais MS-377 e MS-240 na Bolsa de Valores de São Paulo ainda este ano. As vias, que conectam Água Clara a Inocência e Inocência a Paranaíba, são estratégicas para o setor de celulose, ligando-se à BR-262 com acesso a Minas Gerais e São Paulo. A MS-377, que margeia a construção da nova fábrica da Arauco em Inocência, já apresenta sinais de desgaste devido ao intenso tráfego de veículos pesados. O governo estadual anunciou investimentos emergenciais de R$ 30 milhões para recuperação de trechos críticos da rodovia, enquanto aguarda sua concessão à iniciativa privada.

A MS-377 liga Água Clara a Inocência, já a MS-240 faz a ligação entre Inocência e Paranaíba. As rotas são estratégicas para o setor de celulose, conectando a BR-262, com acesso a Minas Gerais e São Paulo.

“Até o final do ano, a gente leva para a B3 a concessão. A previsão é que, no fim do ano, a MS-377 e a MS-240, que liga até Paranaíba, já estejam concessionadas”, disse Riedel, nesta sexta-feira (6), durante o lançamento da pedra fundamental do ramal da ferrovia que ligará a planta do Projeto Sucuriú, da Arauco, em Inocência, à malha ferroviária nacional.

A empresa chilena iniciou, no ano passado, a construção da fábrica de celulose à margem da MS-377. O trecho de cerca de 130 quilômetros da rodovia estadual é caminho para o transporte de matéria-prima e produção de outras fábricas já instaladas no Estado.

Pela MS-377 também circulam veículos com maquinário e material de construção, e, com o fluxo pesado, ela já apresenta sinais de “exaustão”, com elevação na lateral e fissuras no pavimento. O trecho mais desgastado, com buracos e remendos, está localizado próximo de Inocência.

A demanda adicional de veículos pesados também levou o governo a contratar a recuperação de parte da MS-377, diante da deterioração de trechos. “A MS-377 tem uma primeira ação do Governo do Estado agora, de caráter emergencial. Esse acesso aqui tem essa intervenção, e tem também lá a segunda entrada. São cerca de R$ 30 milhões”, completou o governador.

Rota da Celulose – No ano passado, o governo fez a concessão da Rota da Celulose, que abrange trechos das rodovias MS-040, MS-338 e MS-395, além das federais BR-262 e BR-267, formando um corredor logístico para escoamento da produção industrial e agropecuária do Estado.

Informações: Campo Grande News

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Vale da Celulose impulsiona investimentos e consolida Mato Grosso do Sul como polo global do setor

Crescimento industrial, infraestrutura logística e novos aportes fortalecem economia e geração de empregos no Estado.

Mato Grosso do Sul vive uma transformação econômica acelerada a partir da expansão da cadeia produtiva da celulose, que vem impulsionando o desenvolvimento de diversos municípios e posicionando o Estado entre os principais polos globais do setor. A região oficialmente denominada Vale da Celulose reúne territórios estratégicos voltados à produção de eucalipto, bioprodutos e celulose, tornando-se referência nacional e internacional em produção florestal e industrial.

O reconhecimento institucional desse protagonismo ocorreu em 2025, quando o governador Eduardo Riedel sancionou a lei que oficializa o nome “Vale da Celulose” para a região, destacando sua relevância econômica e social para Mato Grosso do Sul.

A base florestal plantada segue em expansão contínua e deve crescer cerca de 40% até 2028, alcançando aproximadamente 2,5 milhões de hectares. O avanço fortalece a produção sustentável e amplia a inserção do Estado no mercado global de celulose. O impacto econômico também se reflete no emprego: apenas no primeiro semestre de 2025, mais de 27 mil postos formais foram gerados em municípios como Água Clara, Bataguassu, Inocência, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas, consolidando o setor como um dos principais motores de renda no interior.

Um dos marcos recentes desse processo foi o leilão da Rota da Celulose, realizado em maio de 2025 na Bolsa de Valores de São Paulo. O projeto prevê a concessão de mais de 870 quilômetros de rodovias estaduais e federais, incluindo trechos das BR-262, BR-267 e das MS-040, MS-338 e MS-395, com foco na modernização da malha viária, aumento da segurança e melhoria do escoamento da produção florestal e industrial.

Inicialmente, o Consórcio K&G foi declarado vencedor ao apresentar maior desconto financeiro. No entanto, após a desclassificação, o Governo do Estado convocou o segundo colocado, o Consórcio Caminhos da Celulose, ligado à XP Infra. A decisão foi homologada em setembro de 2025, consolidando a concessão que prevê cerca de R$ 10,1 bilhões em investimentos privados e a implantação de até 12 praças de pedágio.

No fim de 2025, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou pedido de suspensão do leilão apresentado por uma das empresas envolvidas, mantendo o resultado do certame. A decisão considerou o interesse público e ressaltou que uma eventual paralisação poderia atrasar obras e melhorias fundamentais para a logística estadual.

A assinatura do contrato da Rota da Celulose marca um passo decisivo para a modernização da infraestrutura logística sul-mato-grossense. A concessão formaliza a parceria entre o Governo do Estado e o Consórcio Caminhos da Celulose, responsável pela administração de cerca de 870 quilômetros de rodovias estratégicas para o transporte da produção florestal, industrial e agrícola. O projeto contempla recuperação total das estradas, duplicações, implantação de acostamentos, dispositivos de segurança viária, passagens de fauna, áreas de descanso e sistemas modernos de atendimento aos usuários.

O avanço logístico também ganhou reforço com o anúncio de um investimento federal de R$ 2,8 bilhões para a construção de uma ferrovia voltada ao escoamento da produção de celulose no Vale da Celulose. O novo trecho integra a logística multimodal do Estado, conectando áreas produtivas aos principais corredores de exportação e reduzindo gargalos, custos de transporte e impactos ambientais.

Além disso, o Governo do Estado anunciou a restauração de rodovias estratégicas, como a MS-377, atendendo à expansão produtiva em regiões como Três Lagoas e Inocência e fortalecendo a integração viária da área que mais cresce no setor florestal.

Com a combinação de investimentos públicos e privados, o Vale da Celulose deixa de ser apenas um centro regional de produção e se consolida como pilar estratégico da economia de Mato Grosso do Sul. A integração entre agricultura florestal, indústria de base, infraestrutura e logística sustenta a perspectiva de crescimento contínuo, posicionando a região como um dos vetores mais dinâmicos do desenvolvimento socioeconômico do Estado e do Brasil.

Informações: Capital News

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Arauco lança Pedra Fundamental da Ferrovia do Projeto Sucuriú

A primeira shortline do Brasil após o novo marco regulatório inaugura capítulo para a logística sustentável do setor de celulose.

A Arauco celebrou, nesta sexta-feira (6), o lançamento da Pedra Fundamental da Ferrovia do Projeto Sucuriú, em Inocência (MS). O evento reuniu, em um marco histórico para o setor e para a infraestrutura logística do país, executivos da companhia, o prefeito de Inocência, Antonio Ângelo Garcia dos Santos, o Toninho da Cofap, Paulo Hartung, presidente executivo da IBÁ, Guilherme Theo, diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Senadora Tereza Cristina, Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, Ministro dos Transportes, Renan Filho, além de parceiros como AFRY, Castilho, Comexport, Construcap, EPYA, GBMX, Randon, Rumo e Wabtec.

A adoção do modal ferroviário trará ganhos expressivos para a operação e para o Estado. “Essa shortline representa um marco dentro do novo arcabouço regulatório ferroviário brasileiro. Um modelo moderno, que amplia a capacidade logística do país, fortalece a integração com as malhas nacionais e cria condições reais para novos investimentos privados em infraestrutura”, comenta Carlos Altimiras, presidente da Arauco Brasil. “Quando falamos em conectar, falamos de algo maior do que infraestrutura. Falamos em levar o Brasil, o Mato Grosso do Sul e a cidade de Inocência ao mundo. De transformar um território produtivo em referência global, capaz de inserir a celulose brasileira de forma competitiva nos principais mercados internacionais”, finalizada o executivo.

A nova ferrovia permitirá reduzir até 94% das emissões de CO₂ e eliminar aproximadamente 190 viagens por dia de caminhões das rodovias, fortalecendo a segurança e consolidando um modelo logístico mais sustentável e eficiente.

Com investimento estimado em R$ 2,4 bilhões, o projeto terá 26 locomotivas, 721 vagões e capacidade para transportar até 9.600 toneladas por composição — uma solução moderna, tecnológica e alinhada ao DNA inovador do Projeto Sucuriú.  “Hoje, ao lançarmos a Pedra Fundamental dessa linha férrea, mostramos que sonhos bem planejados saem do papel, e quando saem do papel, movem desenvolvimento, sustentabilidade e futuro”, reforça Alberto Pagano, diretor de Logística e Suprimentos da Arauco Celulose Brasil.

O traçado contempla 45 quilômetros de linha férrea, além de 9 quilômetros dentro da fábrica, seguindo paralelamente às rodovias MS-377 e MS-240 até a conexão com a Rumo Malha Norte. A obra deve gerar aproximadamente mil postos de trabalho, e tem previsão de ser concluída ao final de 2027, alinhado ao início das operações da fábrica.

Desenvolvimento integrado

Para Pedro Palma, CEO da Rumo, “a visão de longo prazo da Arauco e a confiança depositada na Rumo com esta conexão ao corredor ferroviário de exportação pelo Porto de Santos contribuem para alavancar a competitividade e a sustentabilidade da cadeia produtiva da celulose. Desta forma, o país reforça seu protagonismo global neste mercado e o estado de Mato Grosso do Sul se consolida com o maior exportador, por meio de uma solução logística eficiente, segura e de baixo carbono”.

Guilherme Theo Sampaio, diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), afirma que “projetos bem estruturados e uma regulação bem feita trazem tudo o que o investidor, nacional ou estrangeiro, busca: estabilidade, previsibilidade e segurança jurídica. E isso significa integração multimodal, tornando o Brasil eficiente ‘da porteira para dentro’ e ‘da porteira para fora’. Quem ganha com isso é o Brasil e os brasileiros”.

Na opinião do Ministro dos Transportes, Renan Filho, “a ferrovia significa uma nova rota para o desenvolvimento. É a reintegração do Estado do Mato Grosso do Sul com a malha ferroviária nacional. Hoje é um dia marcante para o Estado, para o país e para a Arauco, e eu tenho muito felicidade de estar aqui”.

Já o governador Eduardo Riedel ressalta que “este é um grande projeto, fruto de um Estado que possui um ambiente de negócios que atrai investimentos privados e que governa com uma visão clara de desenvolvimento e crescimento”. Segundo ele, “o Governo do Estado continuará sendo parceiro de Inocência e da Arauco para viabilizar essa infraestrutura que consolida o Mato Grosso do Sul como protagonista global no setor de florestas plantadas e transforma o imenso potencial da nossa região em oportunidades reais para a população.”

O prefeito Antônio Ângelo, enfatiza a união de esforços entre o setor público e privado como o motor do desenvolvimento regional: “Quero destacar a importância das parcerias que tornaram este projeto possível. O diálogo com a Arauco, com o Governo do Estado, com o Governo Federal e com as demais instituições envolvidas foi fundamental para que este marco se tornasse realidade. Quando há cooperação, os projetos saem do papel. Em breve, veremos locomotivas e vagões cruzando este território, não apenas como símbolo de progresso, mas como parte de uma história que avança com muito trabalho e responsabilidade.”

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Pastagens degradadas recuam 52% em MS com mudança no manejo e expansão da ILPF

Tecnologia, crédito rural e sistemas integrados puxam recuperação do solo.

Mato Grosso do Sul conseguiu reduzir de forma significativa a área de pastagens degradadas nos últimos anos, em um movimento puxado menos por discurso e mais por investimento, tecnologia e mudança no manejo da pecuária.

Mato Grosso do Sul registrou uma redução significativa de 52% nas áreas de pastagens degradadas entre 2010 e 2024, passando de 6,2 milhões para 2,9 milhões de hectares, segundo dados do MapBiomas analisados pela Semadesc. A transformação foi impulsionada por investimentos em tecnologia e mudanças no manejo da pecuária.A recuperação das áreas foi possível graças à adoção de sistemas produtivos mais intensivos, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, que ocupa 3,6 milhões de hectares no estado. O governo disponibilizou mais de R$ 500 milhões em 2024 através do Fundo Constitucional do Centro-Oeste para projetos de correção do solo e recuperação de pastagens.

Dados do MapBiomas analisados pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) indicam que as áreas de pastagens com baixo vigor caíram de 6,2 milhões de hectares em 2010 para 2,9 milhões em 2024, uma redução de cerca de 52% no Estado.

O problema, histórico em regiões de pecuária extensiva, sempre esteve ligado ao uso intensivo do solo sem reposição de nutrientes, baixa taxa de lotação animal e manejo inadequado, cenário agravado por solos arenosos e longos períodos de estiagem. Em 2023, ainda havia cerca de 4,7 milhões de hectares de pastagens degradadas passíveis de recuperação, segundo o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas.

A virada começou com a adoção mais ampla de tecnologias e sistemas produtivos mais intensivos, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, que hoje já ocupa mais de 3,6 milhões de hectares em Mato Grosso do Sul. A lógica é simples: produzir mais na mesma área, reduzir a pressão por abertura de novas fronteiras agrícolas e recuperar o solo ao mesmo tempo.


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El Niño eleva risco de incêndios florestais em Mato Grosso do Sul

Fenômeno deve intensificar calor e irregularidade de chuvas, com alerta ao Pantanal.

A influência do fenômeno climático El Niño em Mato Grosso do Sul deve aumentar significativamente o risco de incêndios florestais ao longo deste ano, especialmente nos biomas do Cerrado, da Mata Atlântica e, de forma mais crítica, no Pantanal. O fenômeno altera o regime de chuvas, as temperaturas e o padrão dos ventos, criando condições favoráveis à propagação do fogo.

No Estado, o El Niño atua de maneira direta, elevando as temperaturas e provocando irregularidades nas precipitações. Em 2026, inclusive, há previsão de temperaturas mais elevadas durante o período de inverno. Diante desse cenário, o Governo do Estado mantém uma estrutura de resposta considerada estratégica, que inclui monitoramento tecnológico, atuação terrestre e aérea, além de bases avançadas para ações rápidas de prevenção e combate aos focos de incêndio.

Segundo a meteorologista Valesca Fernandes, do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec), a situação tende a se agravar nos próximos meses, reflexo das chuvas abaixo da média registradas até janeiro. “Mesmo com a mudança do cenário a partir de fevereiro, quando alguns municípios já ultrapassaram a média de chuva do mês, o estado ainda permanece em alerta”, explicou.

De acordo com Valesca, o trimestre de fevereiro a abril apresenta condições de neutralidade climática, mas há indícios de retorno do El Niño no segundo semestre. “Esse cenário pode favorecer temperaturas acima da média e a ocorrência de ondas de calor”, afirmou. Ela acrescenta que o período seco coincide com fatores críticos. “Altas temperaturas, baixa umidade do ar e ondas de calor formam um conjunto de condições que intensificam o risco de incêndios florestais.”

Os dados utilizados no monitoramento climático são consolidados a partir de informações de 48 municípios, com apoio da Semadesc, Inmet, ANA e Cemaden. A previsão geral aponta que o próximo período seco será marcado por chuvas irregulares e abaixo da média histórica, reforçando a necessidade de ações preventivas contínuas em todo o território sul-mato-grossense.

Informações: Capital News

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Celulose consolida força econômica em 2025 e amplia protagonismo de MS para 2026

Resultados financeiros, novos projetos e investimentos bilionários reforçam Três Lagoas e região como eixo estratégico do setor.

O setor de celulose segue como um dos pilares da indústria brasileira em 2025, sustentado por resultados financeiros robustos, eficiência operacional e novos investimentos de grande porte a partir de 2026. Em Mato Grosso do Sul, especialmente em Três Lagoas e municípios do entorno, o segmento consolida sua posição estratégica com impactos diretos na geração de empregos, na arrecadação e na expansão da cadeia florestal-industrial.

Desempenho recente do setor

Mesmo diante de oscilações nos preços internacionais, a celulose mantém competitividade apoiada em escala produtiva, disciplina de custos e forte inserção no mercado externo. O segmento continua entre os mais relevantes da indústria nacional, com foco especial nas exportações para Ásia e Europa.

Entre as empresas acompanhadas pelo mercado estão Suzano, Klabin, Dexco, Eldorado Brasil Celulose, além de novos projetos liderados por Arauco e Bracell no Estado.

Suzano

Data de referência: 3º trimestre de 2025.

A Suzano registrou vendas de aproximadamente 3,6 milhões de toneladas de celulose e papel, com crescimento anual próximo de 20%. O custo caixa de produção ficou em torno de R$ 801 por tonelada, enquanto o EBITDA ajustado do segmento alcançou cerca de R$ 5,2 bilhões.

A unidade instalada no município de Três Lagoas, está entre as maiores do mundo e tem papel central na economia local, com reflexos diretos sobre empregos, logística, cadeia florestal e arrecadação.

Klabin

Data de referência: projeções e análises de mercado de 2025.

Estimativas indicam crescimento aproximado de 13% no EBITDA em comparações recentes, impulsionado pelo aumento de volumes e pela eficiência operacional. A receita líquida projetada supera R$ 12 bilhões. Mesmo sem planta em Três Lagoas, a empresa influencia preços, contratos e estratégias do setor em Mato Grosso do Sul.

Dexco

Data de referência: análises setoriais de 2025.

A Dexco apresenta desempenho estável no segmento de base florestal, com resultados ligados à demanda por madeira, painéis e celulose. A atuação da companhia fortalece fornecedores e prestadores de serviços ligados à cadeia florestal no Estado.

Eldorado Brasil Celulose

Data de referência: 2º e 3º trimestres de 2025.

Em 2025, a Eldorado apresentou resultados expressivos. No segundo trimestre, o lucro líquido foi de R$ 751 milhões, com EBITDA ajustado de aproximadamente R$ 811 milhões. No terceiro trimestre, o lucro líquido alcançou R$ 458 milhões, com EBITDA ajustado em torno de R$ 604 milhões e margem superior a 40%.

A fábrica localizada em Três Lagoas opera com capacidade próxima de 1,8 milhão de toneladas de celulose por ano, acima do previsto no projeto original. A operação movimenta a economia local por meio da geração de empregos diretos e indiretos, impulsionando os setores de silvicultura, transporte, logística e serviços industriais.

Arauco

Projeto Sucuriú – Inocência (MS)

Situação: em obras

Data de referência: 2025

A Arauco conduz em Inocência a implantação do Projeto Sucuriú, considerado o maior complexo de celulose em linha única do mundo. O investimento estimado é de aproximadamente US$ 4,6 bilhões, com capacidade produtiva prevista entre 3,5 e 3,8 milhões de toneladas de celulose por ano após a conclusão.

Durante o pico das obras, o projeto deve empregar até 14 mil trabalhadores, com estimativa de cerca de 6 mil empregos diretos e indiretos na fase de operação. Mesmo antes do início das operações, o projeto já movimenta a economia regional, gerando empregos, demandando serviços, ampliando a infraestrutura e fortalecendo a cadeia florestal em municípios vizinhos, incluindo Três Lagoas.

Bracell MS

Projeto industrial – Bataguassu (MS)

Situação: fase de implantação

Data de referência: 2025

A Bracell anunciou investimento estimado em cerca de US$ 4 bilhões para a instalação de uma nova fábrica de celulose em Bataguassu. A unidade terá capacidade produtiva prevista de aproximadamente 2,8 milhões de toneladas por ano.

Durante a fase de construção, a expectativa é de geração de cerca de 10 mil empregos, com aproximadamente 3 mil postos diretos e indiretos na fase operacional. O projeto deve ampliar a base industrial do leste sul-mato-grossense, atrair fornecedores, fortalecer a logística e gerar oportunidades de trabalho, com efeitos indiretos sobre a economia de Três Lagoas e região.

Com plantas em operação e novos projetos em implantação, Mato Grosso do Sul consolida-se como um dos principais polos de celulose do mundo. A concentração de investimentos, empregos e produção fortalece o desenvolvimento regional e posiciona Três Lagoas como referência nacional do setor.

Perspectivas

A expectativa para os próximos anos é de manutenção da relevância do setor, com atenção à evolução dos preços internacionais, aos custos de produção e à maturação dos novos projetos industriais. Para Três Lagoas e região, o cenário confirma a celulose como eixo estruturante da economia.

A indústria de celulose no Brasil não é apenas um pilar da economia nacional; é um ecossistema bilionário em constante expansão, com investimentos projetados em mais de R$ 100 bilhões na próxima década. O epicentro desse crescimento, o Vale da Celulose em Mato Grosso do Sul, concentra os maiores players globais, uma vasta cadeia de fornecedores e milhares de profissionais. No entanto, este gigante carece de um elo de comunicação centralizado e estratégico que conecte seus diversos agentes e traduza sua importância para a sociedade.

Informações: Vale Celulose / Hoje Mais

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20 mil vagas de emprego: gigante chilena abre contratações em massa para megafábrica no Brasil

Construção da megafábrica de celulose já emprega 7 mil pessoas em pequena cidade do MS e empresa pretende dobrar oportunidades em 2026.

A megafábrica de celulose da Arauco começou a ser construída em Inocência, Mato Grosso do Sul, em 2025. Segundo a empresa chilena, a obra já emprega 7 mil pessoas atualmente, número que deve dobrar no primeiro semestre de 2026.

A Arauco prevê que o complexo industrial vai gerar 20 mil empregos ao todo, sendo 14 mil na fase de obras e 6 mil empregos quando entrar em operação, nas áreas de industrial, florestal e operações de logística.

Batizado de Projeto Sucuriú, a construção da megafábrica no Brasil é estimada em $ 4,6 bilhões (cerca de R$ 25 bilhões), maior investimento da história da companhia chilena. O complexo deve entrar em operação até o fim de 2027.

A megafábrica no Brasil terá capacidade produtiva de 3,5 milhões de toneladas de celulose de mercado por ano. Desse volume, entre 95% e 98% serão destinados à exportação, principalmente para China, Europa e América do Norte.

Gigante da celulose aposta em capacitação para megafábrica no Brasil

A Arauco defende que a megafábrica no Brasil deve impulsionar o desenvolvimento econômico e social da região, com aumento da renda, arrecadação de impostos e atração de novos investimentos em infraestrutura, transporte e energia.

Em parceria com o Senai, empresa chilena promove cursos de capacitação para a megafábrica no BrasilFoto: Divulgação/Senai/ND

Em parceria com o Senai, empresa chilena promove cursos de capacitação para a megafábrica no Brasil

Foto: Divulgação/Senai/ND

Em parceria com o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), a empresa lançou a iniciativa “Abrace este Projeto”, que oferece cursos técnicos em eletrotécnica e mecânica em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. O objetivo é capacitar a mão de obra para a indústria de celulose.

Outra parceria, com o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), abre vagas em capacitações de hospedagem e alimentação para moradores de Inocência e do distrito de São Pedro. São 27 cursos nas áreas de saúde, hospedagem e gastronomia, como camareira, higiene e manipulação de alimentos.

Conheça o Projeto Sucuriú em números

Fundada em em 1979, a Arauco está entre as maiores empresas globais de celulose e produtos de madeira, com cerca de 1 milhão de hectares de florestas plantadas na América do Sul.

A companhia atende aproximadamente 5 mil clientes nos cinco continentes e mantém plantas industriais em 11 países. Também atua em bioenergia, produção de energia limpa e geração de créditos de carbono.

Presente no Brasil desde 2002, a empresa emprega mais de 3 mil colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais no país, localizadas em Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR), Piên (PR), Araucária (PR) e Montenegro (RS).

O que esperar da megafábrica no Brasil:

  • Investimento: U$ 4,6 bilhões (ou R$ 25 bilhões)
  • Capacidade produtiva: 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano
  • Empregos no pico da obra: 14 mil
  • Empregos na operação: 6 mil nas áreas industrial, florestal e logística
  • Área florestal: 400 mil hectares de plantação de eucalipto
  • Autossuficiência energética: 400 MW de energia limpa, dos quais 200 MW excedentes serão injetados no sistema elétrico nacional

Informações: ND Mais

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Suzano divulga oito oportunidades de trabalho em Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, por meio da Plataforma de Oportunidades da empresa.

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global em bioprodutos de origem renovável, está com oito novos processos seletivos abertos para atuação nas unidades de Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS). As oportunidades contemplam diferentes áreas, incluindo produção industrial, silvicultura, manutenção, operações florestais e programas de aprendizagem.

Para Ribas do Rio Pardo, há oportunidades para os cargos de Gerente de Silvicultura, Aprendiz de Produção, Operador(a) de Máquina de Usinagem I, Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos), Analista de Manutenção Pleno, Mecânico(a) I e Operador(a) de Máquinas Florestais. Já em Três Lagoas, há uma vaga para Consultor(a) de Produção Secagem.

As inscrições estão abertas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, deficiência e/ou orientação sexual, e podem ser realizadas por meio da Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/).

Confira abaixo a lista completa das vagas disponíveis e os respectivos prazos de inscrição. Nas páginas, é possível consultar os pré-requisitos, atribuições e benefícios oferecidos pela empresa.

Ribas do Rio Pardo

Gerente de Silvicultura – inscrições até 05/02/2026: Página da vaga | Gerente de Silvicultura

Aprendiz de Produção – inscrições até 08/02/2026: Página da vaga | Aprendiz de Produção

Operador(a) de Máquina de Usinagem I – inscrições até 08/02/2026: Página da vaga| Operador(a) de Máquina de Usinagem I

Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos) – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos)

Analista de Manutenção Pleno – inscrições até 09/02/2026: Página da vaga | Analista de Manutenção Pleno

Mecânico(a) I – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Mecânico (a) I 

Operador(a) de Máquinas Florestais – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Operador(a) de Máquinas Florestais

Três Lagoas

Consultor(a) de Produção Secagem – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Consultor(a) de Produção Secagem

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). A Suzano reforça que todos os processos seletivos são gratuitos, sem a cobrança de qualquer valor para garantir a participação, e que as vagas oficiais estão abertas a todas as pessoas interessadas. Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

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Três Lagoas mantém protagonismo no comércio exterior em 2025 e se destaca na exportação de celulose

Três Lagoas encerrou o ano de 2025 reafirmando sua posição de destaque no comércio exterior, com desempenho expressivo nas exportações e saldo comercial amplamente positivo. Os dados fazem parte da Retrospectiva 2025 do Observatório do Comércio Exterior, elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEDECTI), por meio da Diretoria de Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade.

De acordo com o levantamento, o município alcançou US$ 3,05 bilhões em exportações, com crescimento de 5,8% em relação ao ano anterior. O volume exportado ultrapassou 2,7 milhões de toneladas, resultado que consolida Três Lagoas como um dos principais polos exportadores industriais de Mato Grosso do Sul e do Vale da Celulose.

As importações somaram US$ 415,8 milhões, registrando crescimento de 1,2%, o que resultou em um saldo comercial positivo de US$ 2,63 bilhões. O desempenho evidencia a força da base produtiva local e o alto valor agregado da pauta exportadora do município.

O grande destaque das exportações foi a celulose, responsável por mais de 90% do valor total exportado, reforçando o papel estratégico do setor florestal-industrial na economia local. Outros produtos, como soja processada, papel e cartão, também contribuíram para a diversificação, ainda que em menor escala.

A China manteve-se como o principal destino das exportações de Três Lagoas, absorvendo a maior parte do volume e do valor exportado. Países como Holanda, Estados Unidos, Itália e Argentina também estão entre os principais parceiros comerciais do município, demonstrando a inserção consolidada da produção local em mercados globais.

O Observatório do Comércio Exterior é uma ferramenta estratégica que permite o acompanhamento contínuo dos fluxos de exportação e importação, subsidiando políticas públicas, atração de investimentos e planejamento econômico.

“A Retrospectiva 2025 confirma que Três Lagoas segue em trajetória de crescimento sustentável, com forte integração ao comércio internacional e papel relevante no desenvolvimento econômico regional e estadual”, afirmou Frank Moraes, diretor de Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade.

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Integração pecuária-floresta fortalece produção rural sustentável no RS

Integração pecuária-floresta fortalece sustentabilidade e reduz emissões.

Na região Central do Rio Grande do Sul, árvores e animais dividem o mesmo espaço em um sistema que garante equilíbrio e vantagens para o produtor e para a natureza. O silvipastoril, que integra pecuária e floresta, melhora o conforto dos rebanhos, protege o solo e auxilia na manutenção da qualidade da pastagem durante o ano todo. Após assistir a uma reportagem de televisão, Derli Monteiro decidiu implantar o sistema em São Francisco de Assis. A iniciativa gerou bons resultados, e hoje o produtor rural mantém piquetes de 25×200 metros em uma área de 13 hectares, onde cerca de 60 animais fazem o pastejo rotativo.

“O sistema silvipastoril é bastante eficiente e resiliente, e é fácil de se manejar. O seu Derli, por exemplo, consegue ter uma lotação alta de animais na área, com retorno sempre garantido”, comenta o extensionista da Emater/RS-Ascar, Mauro Bruno.

Os benefícios da integração podem ser observados no manejo do gado de leite, de corte e até de ovinos. O sombreamento reduz o estresse térmico dos animais no verão, já no inverno a floresta ajuda a proteger contra os efeitos da geada. A cobertura vegetal também diminui a suscetibilidade à erosão, auxilia na incorporação de matéria orgânica no solo e melhora a infiltração da água. E o produtor vê vantagem financeira com a possibilidade de diversificação da renda a partir da venda de madeira.

Outro produtor que decidiu apostar na integração pecuária-floresta é Laurindo Beling, de Agudo. Depois de décadas cultivando eucalipto, ele implantou uma área de dois hectares de silvipastoril por incentivo da Emater/RS-Ascar. O resultado deu tão certo que o trabalho foi premiado na Feira da Floresta, em 2017, tornando-se uma referência na região.

“Eu achei que não podia fazer mais nada, e veio a minha premiação. Daí de tanto que eu gostei, falei com a Emater e marcamos mais dois hectares. Agora eu não paro mais”, celebra o produtor.

Segundo a extensionista da Emater/RS-Ascar Luana Tironi, o trabalho desenvolvido por Beling é referência no município. “A gente fica muito contente e incentiva outros produtores a aderirem, porque o sistema dá um resultado muito produtivo”, avalia.

MITIGAÇÃO DOS IMPACTOS DOS GASES DE EFEITO ESTUFA

Além de contribuir para o conforto térmico dos animais e a manutenção da produtividade da pecuária, o sistema silvipastoril garante ganhos ambientais, dentre os quais está o auxílio no sequestro de carbono, reduzindo os impactos dos gases de efeito estufa.

“A implantação de árvores é uma das formas mais eficientes de se sequestrar carbono para neutralizar os efeitos dos gases de efeito estufa. O sistema também possibilita incorporar matéria orgânica no solo, o que resulta ainda na melhoria da infiltração de água no solo”, afirma o extensionista Gilmar Deponti.

Considerando as características da propriedade da família de Laurindo Beling, como a quantidade de árvores e a velocidade com que elas crescem, Deponti calcula que um hectare de floresta consegue compensar a emissão de metano liberado por cerca de 10 bovinos. Na prática, isso significa que aproximadamente 15 árvores são suficientes para neutralizar as emissões de um único animal.

“Quando analisamos esses números, percebemos o quanto é fácil a agropecuária ser positiva em termos de acumulação de carbono, e não em geração de gases de efeito estufa. Basicamente, trabalhando com o plantio de árvores”, enfatiza.

A integração entre lavoura, pecuária e floresta é inclusive uma das ações que compõem o projeto ABC+, da Emater/RS-Ascar. A iniciativa interna da Instituição está ligada ao Plano de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (ABC+ RS), realizado no Estado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

“No ABC+ trabalhamos algumas práticas de produção sustentável que visam melhorar a produtividade, melhorar a eficiência das atividades e, como consequência, melhorar o balanço da emissão de gases de efeito estufa”, explica o coordenador do projeto na Emater/RS-Ascar, Elder Dal Prá.

ESTUDO AVALIA BENEFÍCIOS AMBIENTAIS DO SISTEMA

A prática é também objeto de pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com a Emater-RS/Ascar e outras instituições. O estudo envolve professores e estudantes de graduação e contará com coletas em Agudo, São Francisco de Assis, Dilermando de Aguiar e Cacequi, incluindo as propriedades de Monteiro e Beling.

O docente da UFSM e coordenador da pesquisa, Jorge Farias, ressalta que dentre as soluções baseadas na natureza, o plantio de florestas é a melhor alternativa para retirar carbono da atmosfera e mitigar os efeitos do aquecimento global. “Nosso estudo, basicamente, está voltado para isso, mostrar que o produtor rural pode melhorar a sua produtividade, o conforto dos animais, melhorar a sua renda e contribuir com a sociedade global a partir do plantio de florestas”, reforça.

De acordo com o professor, a pesquisa analisa diferentes aspectos, que vão desde o crescimento das árvores até o estudo sobre quanto o plantio continuado de florestas está fixando carbono no solo a partir da decomposição de matéria orgânica.

O extensionista Gilmar Deponti completa destacando a importância de pesquisas como essa para o desenvolvimento de soluções sustentáveis na agricultura. “Quanto mais a gente conhece o assunto, mais a gente percebe o quanto é fascinante trabalhar com esses números, e o quanto isso pode ajudar até mesmo a esclarecer para a sociedade que o agronegócio é viável, inclusive na questão dos gases de efeito estufa, com um balanço muito favorável”, finaliza.

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