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Presidente do SINPACEMS destaca crescimento do mercado de trabalho na cadeia da celulose durante a ExpoRibas 2026

Segundo dados apresentados, o setor reúne mais de 20 mil postos de trabalho.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose de Mato Grosso do Sul (SINPACEMS), Elcio Trajano Jr., participou nesta quinta-feira (19) da ExpoRibas 2026, onde ministrou uma palestra sobre o mercado de trabalho no setor de celulose. O evento, realizado entre os dias 18 e 21 de março, reúne lideranças, empresários, produtores e representantes do poder público para discutir o desenvolvimento econômico e as oportunidades na região.

Durante sua apresentação, Elcio destacou o papel estratégico da indústria de papel e celulose na transformação econômica de Mato Grosso do Sul. Atualmente, o setor já representa 10,7% do PIB estadual e lidera as exportações, com cerca de 5,8 milhões de toneladas enviadas ao exterior anualmente, o equivalente a 29,3% da balança comercial do Estado.

O presidente do SINPACEMS também enfatizou o impacto direto na geração de empregos. Segundo dados apresentados, o setor reúne mais de 20 mil postos de trabalho e foi responsável por quase 16 mil admissões em 2025, contribuindo para o crescimento de 20% nos empregos formais da indústria sul-mato-grossense na última década.

“A celulose é hoje um dos principais vetores de desenvolvimento do Estado, com forte geração de empregos, renda e oportunidades. Estamos vivendo um novo ciclo de industrialização, especialmente em regiões como Ribas do Rio Pardo, que passa por uma rápida transformação econômica”, afirmou.

Trajano chamou atenção ainda para os desafios do crescimento acelerado, especialmente no que diz respeito à qualificação profissional. A projeção do setor indica a criação de até 93 mil novos postos de trabalho até 2032, o que exige esforços coordenados entre empresas, governo e instituições de ensino.

Em entrevista durante o evento, o presidente do SINPACEMS detalhou as ações que vêm sendo conduzidas para enfrentar esse gargalo. Segundo ele, a falta de mão de obra qualificada é uma das principais dores do setor atualmente. “Vivemos um cenário de pleno emprego na região, o que gera muitas oportunidades. No entanto, ainda há escassez de profissionais preparados para ocupar essas vagas”, explicou.

Para enfrentar o problema, o sindicato atua diretamente com as empresas associadas e em parceria com a Fiems, por meio da estrutura do SESI e do SENAI, promovendo programas de formação e capacitação profissional. Além disso, a entidade mantém plataformas digitais com divulgação contínua de vagas, facilitando o acesso de trabalhadores às oportunidades disponíveis.

“Hoje, profissionais qualificados têm acesso às vagas e podem se candidatar diretamente às posições abertas nas empresas. Existem oportunidades em diversas cidades, não só nos grandes centros, mas também em regiões em expansão”, destacou.

Trajano também ressaltou o impacto dos novos investimentos industriais no Estado, como a instalação de uma nova fábrica de celulose em Inocência, que já gera mais de 8 mil empregos e deve abrir outras 5 mil vagas até o final do ano. “São oportunidades concretas, mas que exigem preparo. Para acompanhar esse crescimento, é fundamental investir em educação, infraestrutura, saúde e qualidade de vida nas regiões”, afirmou.

Entre os pontos abordados, destacou-se ainda a valorização da escolaridade no setor. Dados apresentados mostram que profissionais com ensino superior recebem, em média, R$ 537 a mais que aqueles com ensino médio, enquanto a diferença pode ultrapassar R$ 1,5 mil para quem possui mestrado. “A formação técnica e educacional é determinante para acompanhar o ritmo da industrialização e garantir competitividade”, reforçou.

A palestra também evidenciou a qualidade das oportunidades oferecidas pela cadeia da celulose, com salários competitivos, benefícios e boas condições de trabalho, refletidos nos altos índices de satisfação dos colaboradores nas principais empresas do setor.

Ao final, Elcio Trajano Jr. deixou uma reflexão ao público: “Estamos formando talentos na mesma velocidade em que a indústria cresce?”. Segundo ele, essa é a principal agenda estratégica para sustentar o desenvolvimento do Estado nos próximos anos.

A participação do SINPACEMS na ExpoRibas 2026 reforça o compromisso da entidade com o fortalecimento do setor, a geração de emprego e o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul.

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Sindicato de Carvão Vegetal de MS empossa nova diretoria durante a Expo Ribas 2026

O setor de carvão vegetal de Mato Grosso do Sul marcou um novo capítulo em sua história com a posse da nova diretoria do Sindicarv (Sindicato dos Produtores de Carvão Vegetal de MS).

O evento, realizado durante a Expo Ribas 2026 em Ribas do Rio Pardo, reuniu lideranças, especialistas e produtores para discutir o fortalecimento e a modernização da classe.

União e representatividade

A reativação do sindicato é vista como um passo essencial para preencher um vácuo de representação que afetou o setor nos últimos anos.

Para Moacir Reis, presidente Sindicarv, a expectativa é de que a nova gestão traga “união à classe, que tem alguém representando o setor” e que venha a oferecer “credibilidade a toda classe respeito ao estado”.

Thiago Sumaia, diretor do Sindicarv, reforçou o papel de suporte da entidade:

“A esperança do novo sindicato que vem a contribuir com todos os produtores que atua na área da produção de carvão vegetal. E juntamente com o governo do Estado, que a gente pode ter algum incentivo e melhorar cada dia mais”.

Desafios do mercado e concorrência com a celulose

O setor enfrenta um cenário complexo devido à escassez de madeira e à forte concorrência com as indústrias de celulose no estado.

Geraldo Reis, também diretor do sindicato, alertou para o “apagão” de consumo de madeira ocorrido entre 2015 e 2020, que desmotivou produtores. Ele destacou ainda as dificuldades logísticas e legislativas: “As licenças ambientais de supressão, carvoaria e tudo era de 4 anos, agora vai valer por 1 ano. Isso vai trazer uma desmotivação e um desencontro muito grande”.

O consultor especializado João Câncio acredita que o dinamismo da nova presidência pode superar esses entraves:

“O presidente do sindicato é uma pessoa muito dinâmica e com isso ele pode dar um dinamismo maior ao setor de carvão vegetal aqui no Mato Grosso. Aqui existe uma concorrência muito pesada que o setor de celulose no Vale da Celulose é quase inviável economicamente produzir carvão com a concorrência da celulose”.

Força econômica e sustentabilidade

Apesar dos desafios, os números do setor são expressivos.

José Otávio Brito, professor pela Esalq/USP, apresentou dados que mostram que a cadeia produtiva gera mais de 10.000 empregos diretos e movimenta cerca de 500 mil toneladas de carvão por ano.

Ele destacou a importância do carvão doméstico, que tem um valor agregado até cinco vezes maior que o siderúrgico e está ligado ao consumo de carne nobre no estado.

“O setor florestal vai ter um carvão vegetal cada vez mais envolvido no sistema de planejamento, de estratégia pro setor florestal no estado do Mato Grosso do Sul”.

Moacir Reis delineou as metas para sua gestão de três a quatro anos, focando na sustentabilidade e na transição para florestas plantadas.

“O setor tá muito ativo, muito vivo e imaginamos que a gente tem que fazer um trabalho, principalmente na questão socioambiental, para mudar um pouco a imagem do setor… Nós estamos migrando a produção de carvão vegetal de madeira nativa para a produção de carbono vegetal de floresta plantada, que é uma produção sustentável”.

Moacir concluiu enfatizando o potencial de MS para a produção do “aço verde”, ressaltando que o carvão vegetal é uma alternativa renovável e competitiva frente ao carvão mineral.

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Tempestade Kristin devasta florestas em Portugal e obriga indústria da celulose a se adaptar

Quarenta por cento da floresta de eucalipto foi afetada pelas tempestades. A indústria de celulose considera urgente retirar toda a madeira até junho para reduzir o risco de incêndios, enquanto os proprietários pedem apoio.

A tempestade Kristin destruiu áreas florestais do litoral até a fronteira com a Espanha. O setor madeireiro fala em um verdadeiro “cone de devastação”, enquanto os maiores grupos de celulose já começam a comprar madeira de menor diâmetro.

Trata-se de uma medida excepcional para dar suporte aos produtores das áreas atingidas.

A limpeza das áreas é considerada urgente, principalmente pelo risco de aumento na propagação de incêndios.

Produtores vivem momentos de angústia

Após um verão marcado por grandes incêndios e um inverno com tempestades intensas, os produtores florestais enfrentam um período de grande preocupação.

Apesar do cenário difícil, o setor busca transformar a crise em oportunidade. Esse movimento já pode ser observado na indústria, com o avanço no desenvolvimento de biomateriais. Um exemplo são as embalagens produzidas a partir de fibras de eucalipto, que podem ser de duas a seis vezes mais recicláveis.

Essa cadeia produtiva tem forte impacto econômico, representando cerca de 5% do PIB e 10% das exportações.

No total, o setor florestal movimenta mais de 13 bilhões de euros em volume de negócios.

Fonte: SIC Notícias / Traduzido por I.A

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Google anuncia Groundsource com a ambição de “prever o imprevisível” e evitar catástrofes

Yossi Matias, líder da Google Research, revela como a inteligência artificial está a criar um simulador da Terra, capaz de antecipar enchentes urbanas e combater incêndios florestais.

Yossi Matias, israelense, é vice-presidente de engenharia e pesquisa da Google e lidera a Google Research. Mal começamos a entrevista com ele, o cientista demonstrou conhecer, em detalhe, os desafios meteorológicos recentes em Portugal — informação essencial para quem lidera a resposta a crises em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. A Google já disponibilizava o Flood Hub, uma plataforma que prevê inundações em leitos de rios usando inteligência artificial, cruzando imagens de satélite e mapas de terreno. No entanto, o Groundsource, anunciado nesta quinta-feira, representa um salto qualitativo ao abordar o que até agora era invisível para as máquinas: as enchentes repentinas em áreas urbanas.

O coração dessa nova abordagem está no que Matias chama de “ciclo mágico da pesquisa”. Segundo o engenheiro, esse processo consiste em “ter uma curiosidade orientada pelo impacto, fazendo as perguntas que realmente importam”, resolvendo-as cientificamente e aplicando a solução na prática. O Groundsource utiliza o Gemini para analisar décadas de relatórios públicos, “transformando milhões de documentos em um banco de dados de alta qualidade”. Foram identificados mais de 2,6 milhões de eventos históricos de inundações em mais de 150 países, permitindo treinar modelos de inteligência artificial para prever desastres em áreas urbanas com até 24 horas de antecedência.

O trauma pessoal transformado em missão global

Essa metodologia resolve, segundo Matias, uma lacuna crítica de dados. O cientista lembra que, em 2018, a maioria dos especialistas dizia que a previsão de enchentes era “totalmente impossível” devido à complexidade das variáveis. Ainda assim, a equipe insistiu, começando com um projeto-piloto na Índia que protegia um milhão de pessoas, evoluindo para um modelo hidrológico global que hoje cobre dois bilhões de cidadãos.

A obsessão de Yossi Matias por sistemas de alerta nasceu de uma experiência pessoal. Há cerca de quinze anos, ele viveu de perto a ameaça de um incêndio florestal. Em meio à tensão, tentou buscar no Google informações úteis sobre o que fazer ou para onde fugir — e praticamente não encontrou nada. “Fiquei surpreso com a falta de informação”, recorda. “Sinto-me angustiado toda vez que leio sobre um desastre porque me lembro do que senti ao ver aquele grande incêndio.” Dessa sensação de impotência surgiu uma pequena equipe dentro da Google dedicada a melhorar as informações disponíveis durante crises. O objetivo virou uma espécie de bússola estratégica. A “minha Estrela Polar”, diz Matias, é simples: garantir que “ninguém seja pego de surpresa por um desastre natural”.

Prever para agir: do Alentejo à Nigéria

Segundo o pesquisador, a utilidade desses sistemas depende principalmente da confiança nas previsões. Por isso, ele cita um caso recente na Nigéria, onde o Flood Hub permitiu organizar uma evacuação antes que uma enchente atingisse regiões rurais remotas.

A expansão das previsões para o ambiente urbano com o Groundsource é “crucial porque é nessas áreas que a densidade populacional e a rapidez dos eventos tornam a resposta humana mais difícil”.

Quando perguntado se o Google Earth AI pode ajudar países como Portugal a lidar com incêndios florestais, o cientista respondeu que sim, explicando o projeto FireSat. Trata-se de um sistema de satélites desenvolvido em parceria com várias organizações internacionais. A ideia é colocar em órbita cerca de 50 satélites — um deles já foi lançado — capazes de observar cada ponto da Terra a cada 20 minutos. Essa resolução “permitirá detectar focos de incêndio tão pequenos quanto uma sala de aula”. Para o VP da Google, isso pode mudar completamente a forma como os incêndios são combatidos. O objetivo é claro: “conter muitos incêndios florestais antes mesmo de começarem”.

O polímata digital e o futuro da ciência

A visão da Google vai ainda mais longe. O cientista enxerga a inteligência artificial como um acelerador da descoberta científica. A empresa desenvolveu o AI Co-scientist, um sistema projetado para acelerar a pesquisa acadêmica. Ele é capaz de realizar revisões bibliográficas, gerar hipóteses e validar teorias em múltiplas áreas ao mesmo tempo. Para Matias, isso significa que cada estudante terá acesso a um “laboratório virtual” mais potente do que muitos centros de pesquisa. O AI Co-scientist atua como um “polímata no bolso”, conectando áreas como bioquímica, física e ciência dos materiais.

“A trajetória mais empolgante que vejo hoje é a aceleração da própria descoberta científica”, afirma o líder da Google Research. Matias rejeita a ideia de que a tecnologia reduzirá o número de cientistas. Pelo contrário, acredita que haverá mais pessoas fazendo ciência e formulando perguntas mais ambiciosas sobre doenças, energia e novos materiais. “O AI Co-scientist já está sendo usado para resolver problemas complexos de engenharia e matemática”, mas seu maior valor está na capacidade de democratizar o acesso à pesquisa de alto nível.

No entanto, essa aceleração tecnológica não elimina o fator humano. Pelo contrário: o pesquisador defende que o método científico e a ética são mais importantes do que nunca. A inteligência artificial deve ser vista como um “amplificador da engenhosidade humana”, cabendo aos pesquisadores definir o que é o bem comum e garantir que as máquinas operem de acordo com os valores da sociedade. O papel humano é definir o que é “bom” e qual deve ser o objetivo final da tecnologia. “Se parece bom para nós, é porque é bom”, conclui, em referência à frase de Duke Ellington.

Se o otimismo de Yossi Matias se confirmar, o tempo em que populações eram vítimas indefesas dos caprichos da natureza pode estar chegando ao fim. É um compromisso ambicioso, que envolve parcerias com a comunidade acadêmica e organizações internacionais. Para esse vice-presidente da Google, o progresso recente em áreas antes consideradas impossíveis nos dá motivos para acreditar que o “simulador da Terra” está mais próximo do que imaginamos.

Fonte: SIC Notícias / Traduzido por I.A

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MS já recebeu R$ 48,6 bilhões em investimentos no ‘Vale da Celulose’

Mato Grosso do Sul se tornou o ‘Vale da Celulose’ muito por conta dos investimentos, que somam R$ 48,6 bilhões, nas fábricas implantadas — ou em fase de obras — no Estado, nos últimos anos, conforme dados da Valor Econômico.

No mês passado, a Arauco colocou mais uma lajota neste trajeto rumo a um grande polo industrial em MS, com o lançamento da pedra fundamental da ferrovia, que vai ajudar a escoar a produção da fábrica — 47% concluída — até o porto de Santos (SP).

O investimento do Projeto Sucuriú é de US$ 4,6 bilhões — algo em torno de R$ 24,2 bilhões. Em obras desde o primeiro semestre de 2025, a fábrica deve começar a operar no segundo semestre de 2027. A ferrovia, que terá 45 km da planta industrial até a Malha Norte da Rumo (onde a celulose segue até Santos), tem investimentos de R$ 2,4 bilhões.

O projeto terá 26 locomotivas, 721 vagões e capacidade para transportar até 9,6 mil toneladas por composição. A previsão de conclusão é concomitante à fábrica, que terá capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose por ano.

Já o Projeto Cerrado, da Suzano, concluído em 2024 em Ribas do Rio Pardo, recebeu investimentos de R$ 22 bilhões e resultou na maior fábrica de celulose de eucalipto em linha única do mundo até o momento — com capacidade anual de 2,55 milhões de toneladas.

Com a maior fábrica de celulose do mundo, o ‘Vale da Celulose’ ajudou a elevar o patamar de competitividade dos projetos de toda a América do Sul.

5ª fábrica de celulose
Neste ano, ainda deve ocorrer o anúncio da quinta planta de celulose de Mato Grosso do Sul, pela Bracell. A companhia já conseguiu, em dezembro do ano passado, a licença prévia para a construção de uma unidade em Bataguassu.

A previsão de conclusão do projeto é o segundo semestre de 2028. Entretanto, alguns gargalos podem alterar esse prazo. Segundo a Valor Econômico, a ausência de uma rede de energia para abastecer a fábrica e escoar o excedente de energia gerada é o principal impasse atualmente.

A companhia aguarda o leilão de uma subestação localizada a 155 km da unidade, que deve ocorrer ainda este ano, para obter a autorização para implementação desse linhão.

Investimentos de R$ 16 bilhões
Com investimento estimado de R$ 16 bilhões, de acordo com o Relatório de Impacto Ambiental, a unidade terá duas linhas de produção, uma dedicada exclusivamente à celulose para papel (kraft) e outra com flexibilidade para produzir tanto kraft quanto celulose solúvel, usada na fabricação de fibras têxteis, cosméticos e alimentos.

Caso produza apenas kraft, a capacidade anual da planta pode chegar a 2,9 milhões de toneladas anuais; se optar pela flexibilidade de produzir celulose solúvel, a produção será de aproximadamente 2,6 milhões de toneladas.

Contando com este último investimento, o valor injetado pela ‘celulose’ no Estado chega a R$ 64,6 bilhões no Estado.

6ª fábrica de celulose
Outro projeto anunciado para o Estado é o de expansão da Eldorado. Esse é um plano antigo, suspenso pela disputa societária entre o grupo J&F, dos irmãos Batista, e a Paper Excellence. A briga acabou no ano passado, com a aquisição, pelos Batista, da fatia de 49,41% que a Paper detinha na produtora de celulose, ao preço de US$ 2,7 bilhões.

Segundo estimativas iniciais, a segunda linha deve exigir investimentos de US$ 5 bilhões, cerca de R$ 26,5 bilhões na cotação atual. Em meados do ano passado, a empresa renovou a licença ambiental com o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e elevou a capacidade do projeto, de 2,3 milhões para 2,6 milhões de toneladas anuais de celulose.

Esses dois investimentos previstos somam R$ 42,5 milhões. Se efetivarem, o total, num período de menos de 10 anos, alcança R$ 91,1 bilhões.

Projetos da América do Sul
Além das citadas, a chilena CMPC aguarda a aprovação para erger um projeto em Barra do Ribeiro (RS). Já o projeto da Paracel, no Paraguai, tem futuro mais incerto. Entretanto, a perspectiva de crescimento no consumo de celulose, especialmente na Ásia, e novos usos e aplicações da fibra sustentam o avanço de projetos no setor, na avaliação de Rafael Barisauskas, economista para América Latina na Fastmarkets, consultoria de preços especializada em commodities, ouvido pela Valor Econômico.

Os projetos na América do Sul são muito mais competitivos quando comparados à maioria das outras regiões do mundo, especialmente pela ampla oferta de madeira e pelo crescimento mais rápido das florestas de eucalipto — cerca de 7 anos na região, diante de 15 anos no Hemisfério Norte.

“No pior cenário, em que a demanda global cresça abaixo das expectativas, as novas capacidades na América do Sul provavelmente levarão concorrentes de custos mais elevados a sair do mercado”, diz Barisauskas.

Dentre os últimos grandes movimentos de expansão na região, aparece o Projeto Star, da Bracell, entregue em 2022 em Lençóis Paulista (SP), com aporte de R$ 15 bilhões.

Na região Sul, a outra chilena, a CMPC, também deu mais um passo no projeto de sua nova unidade de celulose no país, em Barra do Riberio (RS), ao assinar o contrato de concessão do terreno e construção de um TUP (Terminal de Uso Privado), no Porto de Rio Grande (RS). Foram firmados ainda contratos para a construção de novas embarcações. As iniciativas devem consumir cerca de R$ 3 bilhões do montante total para a construção da unidade.

A conclusão do projeto continua prevista para o segundo semestre de 2029. Com aporte estimado de US$ 4,6 bilhões — R$ 24,2 bilhões ao câmbio atual —, a unidade terá capacidade de produção de 2,5 milhões de toneladas por ano de celulose de eucalipto.

Em relação à base florestal, o executivo disse que a companhia já possui madeira plantada suficiente para rodar as duas fábricas no país por cinco anos. Além da nova unidade em Barra do Ribeiro, a empresa chilena já opera uma fábrica de celulose no município de Guaíba (RS), com capacidade anual de 2,4 milhões de toneladas de celulose de eucalipto.

Fonte: Mídia Max

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Segurança e saúde no trabalho florestal é destaque no Dia Internacional das Florestas 2026

No Brasil, a OIT aprimora a segurança e saúde no trabalho e fortalece o diálogo social no setor florestal.

GENEBRA (Notícias da OIT) – As florestas são importantes fontes de emprego e subsistência para milhões de pessoas em todo o mundo, apoiando a gestão sustentável das florestas, a produção de madeira e a proteção dos ecossistemas e da biodiversidade. No entanto, o setor florestal continua sendo um dos mais perigosos do mundo, no qual muitos trabalhadores e trabalhadoras enfrentam déficits significativos de trabalho decente, especialmente no que diz respeito à segurança e saúde no trabalho. A mudança do clima intensifica ainda mais esses riscos, tornando os esforços para melhorar as condições e práticas de trabalho mais urgentes do que nunca.

Para marcar o Dia Internacional das Florestas 2026, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) destaca iniciativas em andamento para fortalecer a segurança e saúde no trabalho (SST) e o diálogo social no setor, com foco no Brasil, uma das principais economias florestais do mundo.

No país, a OIT trabalha ativamente com governos, empregadores e trabalhadores para melhorar a SST e fortalecer o diálogo social por meio de iniciativas inovadoras, como o projeto Nossa Voz. A OIT também está avançando em esforços em parceria com o Pacto Global das Nações Unidas, reunindo empresas líderes e constituintes tripartites para promover o diálogo e a ação conjunta no setor.

Um marco importante para 2026 é o desenvolvimento de um pacto setorial para avançar na área de SST e na devida diligência em direitos humanos, juntamente com a promoção de outros princípios e direitos fundamentais no trabalho.

Nesse contexto, o Código de práticas da OIT sobre segurança e saúde no trabalho florestal, juntamente com os materiais de treinamento recentemente lançados para apoiar sua implementação, oferecem ferramentas setoriais essenciais para melhorar as condições de trabalho em um dos setores mais perigosos do mundo.

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UFSM desenvolve metodologias para gestão de florestas plantadas 

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) firmou um acordo de cooperação com a Associação Gaúcha de Plantadores de Florestas (Agaflor) para desenvolver estudos voltados à gestão econômica de florestas plantadas no Rio Grande do Sul. A parceria ocorre por meio do projeto “Desenvolvimento e validação de metodologias para gestão econômica e organizacional em florestas plantadas no Rio Grande do Sul”, coordenado pelo professor Jorge Antonio de Farias, do curso de Engenharia Florestal da UFSM. 

O projeto prevê a criação de metodologias para auxiliar produtores na definição de preços mínimos da madeira e no cálculo dos custos de produção de florestas plantadas. A proposta abrange espécies como pinus, eucalipto e acácia, utilizadas em diferentes segmentos da cadeia florestal, como produção de lenha, cavacos, toras para serraria, exportação e geração de energia.

Uma das questões abordadas pela pesquisa é a ausência de referências consolidadas de preços para a madeira. Diferentemente de produtos agrícolas como soja ou gado, cujos valores de mercado são amplamente divulgados, produtores florestais frequentemente têm dificuldade para avaliar se os preços oferecidos são adequados.

Além da análise econômica da produção, a pesquisa também busca desenvolver ferramentas para a organização do setor florestal em Arranjos Produtivos Locais (APLs). A iniciativa pretende considerar as características regionais do mercado e a diversidade das atividades relacionadas à silvicultura no estado. 

Segundo Farias, a aproximação entre universidade e sociedade permite direcionar a pesquisa para demandas concretas da atividade florestal. “A universidade ganha quando faz parceria com a sociedade como um todo e passa a entender exatamente o que a sociedade precisa”, afirma. 

De acordo com o coordenador, a falta de informações consolidadas sobre custos de produção e formação de preços ainda representa um desafio para produtores de florestas plantadas. A expectativa é que as metodologias desenvolvidas no projeto contribuam para ampliar a capacidade de planejamento e negociação dos produtores.  

Entre os resultados esperados estão a criação de ferramentas para análise de custos e precificação da madeira, além de orientações para fortalecer a cadeia produtiva florestal no Rio Grande do Sul.

Texto: Gabriela Alves. bolsista de jornalismo da Proinova / UFSM

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Rota da Celulose avança com plano de 100 dias e início de melhorias em rodovias

Concessão de R$ 10,1 bilhões prevê recuperação de 870 km e adoção de pedágio sem barreiras.

A concessionária Caminhos da Celulose apresentou ao governador Eduardo Riedel o andamento inicial e o planejamento dos primeiros 100 dias de operação da Rota da Celulose. A reunião ocorreu na sede da empresa, em Campo Grande (MS), com a presença de autoridades estaduais e equipe técnica.

O encontro teve como objetivo detalhar as ações já iniciadas nas rodovias MS-040, MS-338, MS-395, BR-262 e BR-267, além das próximas etapas previstas no contrato de concessão.

“Foi um momento de prestígio receber o governador e seus secretários. Uma oportunidade de atualizar sobre o andamento dos trabalhos da concessão e até fazer uma prestação de conta destes primeiros dias, já pontuando o que fizemos e o planejamento dos 100 dias, que inclusive apresentamos na assinatura do contrato”, afirmou o diretor-presidente da concessionária, Luiz Fernando De Donno.

Entre as primeiras ações destacadas estão a recuperação do pavimento, implantação de sinalização e reforço na segurança viária. Segundo a concessionária, mais de 30 empresas devem atuar simultaneamente nas rodovias para execução de serviços como roçada, instalação de defensas metálicas e melhorias na sinalização.

O objetivo, de acordo com a empresa, é gerar impacto imediato para motoristas e moradores da região, com ganhos em segurança e qualidade das vias.

“Foi definido o início do recapeamento nas rodovias durante o primeiro ano, dos 870 km de extensão, que serão recuperados, dando condição de segurança para população nas rodovias que fazem parte da concessão”, ponderou o secretario estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.

Entre as primeiras ações destacadas estão a recuperação do pavimento, implantação de sinalização e reforço na segurança viária. Segundo a concessionária, mais de 30 empresas devem atuar simultaneamente nas rodovias para execução de serviços como roçada, instalação de defensas metálicas e melhorias na sinalização.

O objetivo, de acordo com a empresa, é gerar impacto imediato para motoristas e moradores da região, com ganhos em segurança e qualidade das vias.

“Foi definido o início do recapeamento nas rodovias durante o primeiro ano, dos 870 km de extensão, que serão recuperados, dando condição de segurança para população nas rodovias que fazem parte da concessão”, ponderou o secretario estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.

Entre as inovações previstas está o sistema de pedágio “free flow”, que elimina praças físicas e permite fluxo contínuo de veículos, contribuindo para a redução de emissões de CO2 e maior fluidez no trânsito. O projeto também prevê monitoramento integral das rodovias, com 484 câmeras instaladas e sensores para controle de tráfego e velocidade.

De acordo com o cronograma, as ações iniciais nos primeiros 100 dias incluem a recuperação de dispositivos de segurança viária, como 1.680 metros de defensas metálicas, revitalização de 22,5 km de sinalização, instalação de 5 mil tachas refletivas e reposição de 490 placas.

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Sustentabilidade só começa na matéria-prima: por que o setor de papel precisa ir além da certificação

Por Cristiano Macedo*

O início de 2026 foi marcado por cenas tristes causadas por eventos climáticos extremos em cidades da Região Metropolitana de Curitiba. Os tornados que deixaram rastros de destruição em São José dos Pinhais e Piraquara têm um denominador comum com as enchentes de dois anos atrás em municípios do Rio Grande do Sul: as mudanças climáticas causadas, principalmente, pela emissão de gases do efeito estufa e pelo aquecimento do planeta.

Situações como estas nos mostram que não é mais apenas urgente tomar medidas de descarbonização nas cidades (e indústrias) brasileiras. Trata-se da única alternativa que temos se quisermos deixar um mundo melhor e mais seguro para as gerações futuras. Essa reflexão, que precisa ser seguida de planejamento rápido e ações concretas, começa dentro de casa. No caso do Grupo Technocoat e de outras companhias do setor de papel, ela começa dentro do desenvolvimento de produtos e da produção.  

O segmento, que trabalha com produtos de origem florestal, pode contar com as certificações como grandes aliadas. Selos como o FSC® (Forest Stewardship Council) atestam práticas sustentáveis e nos colocam em uma posição de destaque frente aos consumidores, cada vez mais informados e exigentes. O sistema internacional de certificação florestal garante o manejo responsável de florestas, por meio de um selo distintivo que indica a proteção da biodiversidade e respeito às comunidades.

Mas certificações são apenas o começo: elas devem ser vistas como oportunidades de autoconhecimento organizacional e de melhoria de processos, não apenas como uma marca no rótulo do produto ou o fim do compromisso com o meio ambiente. É necessário introjetar a sustentabilidade em toda a cultura organizacional, de forma mais alinhada com os princípios da agenda ESG – sigla em inglês para os pilares ambiental, social e governança que devem nortear os negócios.

Na Technocoat, por exemplo, estamos focados em reduzir nossas emissões de carbono internamente e, ao mesmo tempo, em diminuir o descarte incorreto de resíduos e incentivar a geração de renda por meio da reciclagem e da economia circular. Essa é uma das premissas da Technofibra, empresa que reflete a visão do Grupo de contribuir ativamente para esse processo, promovendo a reciclagem de embalagens longa vida (ELV), aparas de kraft e tubetes de papel. Assim, estamos transformando resíduos em novas oportunidades e reafirmando que a sustentabilidade e o crescimento podem e devem caminhar juntos.

Embalagens sustentáveis de papel com barreiras termoplásticas e alumínio podem ser separadas, recicladas e reintroduzidas na cadeia de consumo como uma nova fibra de papel. Mas para isso, cada vez mais, precisamos usar pesquisa, conhecimento e tecnologia. Só assim haverá ações concretas, além da certificação e dos discursos.

*Cristiano Macedo é CEO do Grupo Technocoat, empresa brasileira tradicional do setor papeleiro focada em soluções industriais e de sustentabilidade no mercado de papel e embalagens.

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Bracell reforça monitoramento hídrico com novos vertedouros em São Paulo e na Bahia

Empresa inaugura em 2025 duas novas instalações de monitoramento ambiental para medir quantidade e qualidade da água em florestas nativas Monitoramento em plantio de eucalipto na Bahia completa 30 anos em 2026.

A gestão responsável da água começa com algo simples: medir bem e sempre.  Sem dados confiáveis não é possível entender como a floresta influencia a quantidade de água que circula pela paisagem.

Uma das formas mais precisas para fazer isso é acompanhar pequenas bacias hidrográficas, onde é possível medir quanta água entra com a chuva e quanta sai pelos rios. Em 2025, a companhia inaugurou dois novos vertedouros – estruturas utilizadas para medir continuamente a vazão da água – em áreas de floresta nativa no interior de São Paulo e na Bahia. A iniciativa reforça uma rede de estudos que já acumula três décadas de medições.

Os novos vertedouros foram construídos na Estação Ecológica dos Caetetus (SP) e na RPPN Lontra (BA). Eles se somam ao monitoramento já realizado em áreas de plantio de eucalipto nos dois estados, permitindo comparar o comportamento da água em florestas plantadas e áreas naturais preservadas.

Na Bahia esse acompanhamento começou em 1996, na microbacia do rio Farje, em Araçás, e completa 30 anos em 2026, consolidando uma das séries de dados mais longos do setor florestal brasileiro.

Como funciona o vertedouro

O vertedouro é uma estrutura construída em concreto que permite medir, com precisão, o volume de água que escoa pelo rio de uma microbacia. Sensores instalados no local registram a altura da lâmina d’água, possibilitando calcular a vazão do rio. As áreas também contam com pluviômetros para o monitoramento da precipitação. Em conjunto com as informações de vazão, esses dados permitem estimar a quantidade de água utilizada pelas florestas. Além da quantidade de água a empresa também monitora a qualidade da água através de análises laboratoriais, medindo indicadores como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, sólidos em suspensão, cor e turbidez.

Na prática, o monitoramento permite comparar o comportamento hídrico de áreas de eucalipto com áreas de floresta nativa conservada, utilizadas como condição de referência ambiental.

“Os vertedouros nos permitem acompanhar, através da análise dos dados obtidos, se o manejo florestal está adequado do ponto de vista hídrico. Ao comparar áreas plantadas com áreas de floresta nativa conservada, conseguimos avaliar tanto a variação na quantidade quanto na qualidade da água ao longo do tempo e, se necessário, ajustar nossas práticas de manejo florestal. É uma ferramenta estratégica para garantir sustentabilidade no longo prazo”, afirma Geovanni Malatesta Barros, Especialista de P&D Florestal da Bracell.

Ciência e parceria de longo prazo

O monitoramento é realizado em parceria com o Programa Cooperativo de Monitoramento e Modelagem de Bacias Hidrográficas (PROMAB), coordenado pelo IPEF (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais) e liderado pelo professor Silvio Ferraz da ESALQ/USP. A recomendação técnica é que empresas mantenham microbacias pareadas, ou seja, uma com floresta plantada e outra com floresta nativa para que ocorra a comparação contínua dos dados.

Desde 1996, os dados coletados na microbacia são compilados anualmente e analisados pela equipe técnica do programa, permitindo à empresa acompanhar tendências, identificar impactos pontuais – como colheita ou fertilização – e aprimorar continuamente o manejo. As variáveis monitoradas pelos vertedouros são registradas a cada 15 minutos, complementadas por coletas de campo quinzenais e análises mensais da qualidade da água, garantindo robustez técnica e acompanhamento sistemático das condições hídricas ao longo do tempo.

Segundo o prof. Silvio Ferraz, líder científico do PROMAB, a Bracell tem sido um exemplo de investimento no monitoramento hidrológico para entender e ajustar o seu manejo florestal. “Estes dados são fundamentais tanto para a empresa conhecer o seu manejo florestal, para a sociedade como forma de comprovar cientificamente as condições de seus riachos, mas também para nós, cientistas, que estamos interessados em desenvolver tecnologias para o manejo sustentável”, destacou.

Água como indicador de manejo responsável

Além de atender boas práticas exigidas por certificações como, por exemplo, a CERFLOR, o monitoramento hídrico integra a estratégia ambiental da Bracell, alinhada aos compromissos de clima e sustentabilidade da companhia.

Segundo os relatórios mais recentes, os dados retratam que os indicadores de qualidade da água nas áreas monitoradas têm se mantido em níveis compatíveis com a referência de floresta nativa, reforçando que o manejo florestal adotado segue parâmetros técnicos adequados.

Ao investir em monitoramento contínuo e de longo prazo, a Bracell reforça seu compromisso com a gestão responsável dos recursos hídricos e com a construção de paisagens mais sustentáveis. A iniciativa está alinhada à Agenda Bracell 2030, que estabelece metas claras voltadas à ação climática, à conservação da biodiversidade e à promoção de práticas de manejo cada vez mais eficientes e baseadas em ciência. Em um cenário de mudanças climáticas, a companhia reafirma seu propósito de produzir de forma responsável, contribuindo para o equilíbrio ambiental nos territórios onde atua.

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