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Resultados de 2025 da Dexco revelam bom desempenho na divisão madeira

Para a jovem, a presença feminina em áreas técnicas e industriais ainda carrega simbolismo. “É importante ver que as mulheres estão conquistando espaço em setores que antes pareciam distantes. Isso amplia horizontes para quem está começando”, acrescenta.

O avanço na participação feminina também se reflete em outras trajetórias. Em Três Lagoas, a história de Brucely Durutea dos Santos, de 48 anos, ilustra um movimento de retorno e recomeço profissional. Após experiências em áreas como frigorífico, enfermagem e atividades florestais, ela ingressou na Suzano em setembro de 2025 como Ajudante de Viveiro.

“Trabalhar me trouxe independência e a possibilidade de reorganizar minha vida. Consegui planejar novos objetivos e retomar projetos que estavam parados”, relata. Segundo ela, o emprego também impactou diretamente sua autoestima. “O trabalho devolve a sensação de pertencimento e autonomia”, relata Brucely.

Trabalho estruturado

As contratações integram um conjunto de iniciativas voltadas à ampliação da participação feminina nas operações industriais e florestais, incluindo programas de qualificação profissional com vagas afirmativas para mulheres e ações de preparação para o mercado de trabalho.

“O crescimento da participação feminina nas nossas operações é resultado de um trabalho estruturado para ampliar oportunidades no estado. Temos investido em formação técnica e em ambientes cada vez mais inclusivos, que permitam às mulheres desenvolver carreira na indústria”, afirma Angela Aparecida dos Santos, gerente executiva de Gente e Gestão da Suzano.

Atualmente, a Suzano concentra em Mato Grosso do Sul mais de 9 mil postos de trabalho diretos, entre colaboradores próprios e terceiros, distribuídos nas operações industriais e florestais. Desse total, 1.327 são ocupados por mulheres, refletindo o avanço gradual da presença feminina nas atividades da companhia no estado.

Em um setor historicamente marcado pela predominância masculina, a ampliação da presença feminina nas unidades industriais e viveiros florestais sinaliza uma transformação gradual no perfil da mão de obra da cadeia de base florestal no estado, ampliando o debate sobre equidade de gênero e acesso ao mercado de trabalho técnico e industrial.

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Suzano amplia presença feminina e encerra 2025 com 556 mulheres contratadas em MS

Contratações representam 30% das admissões no estado e refletem avanço gradual da participação feminina na indústria de base florestal.

Quando vestiu o uniforme da Suzano pela primeira vez, em maio do ano passado, a paranaense Vitória Gomes Valenga, de 19 anos, iniciava sua trajetória profissional na indústria de celulose em Mato Grosso do Sul. Natural de Ponta Grossa (PR), ela se mudou com a família para Ribas do Rio Pardo (MS) após o pai passar a atuar na unidade da companhia e, poucos meses depois, conquistou sua primeira oportunidade no mercado de trabalho como Mecânica de Manutenção I.

A história de Vitória faz parte de um movimento mais amplo. Ao longo de 2025, a Suzano, maior produtora mundial de celulose, contratou 556 mulheres no estado, o equivalente a 30% das 1.868 admissões realizadas nas unidades de Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo – uma nova profissional integrada à empresa, em média, a cada 16 horas.

De acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose de Mato Grosso do Sul (Sinpacems), o setor registrou 3.985 admissões no período. As contratações da Suzano correspondem a 47% desse total, reforçando a relevância da companhia na dinâmica de geração de empregos da cadeia de celulose no estado.

Após se instalar em Ribas do Rio Pardo, Vitória ingressou no curso Técnico em Papel e Celulose, promovido pela Suzano em parceria com o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). Meses depois, participou do processo seletivo e foi contratada. “Entrar na Suzano foi a minha primeira oportunidade profissional. Eu não tinha experiência, mas fui muito bem acolhida. Hoje tenho independência financeira e planos de crescer na carreira”, afirma.

Para a jovem, a presença feminina em áreas técnicas e industriais ainda carrega simbolismo. “É importante ver que as mulheres estão conquistando espaço em setores que antes pareciam distantes. Isso amplia horizontes para quem está começando”, acrescenta.

O avanço na participação feminina também se reflete em outras trajetórias. Em Três Lagoas, a história de Brucely Durutea dos Santos, de 48 anos, ilustra um movimento de retorno e recomeço profissional. Após experiências em áreas como frigorífico, enfermagem e atividades florestais, ela ingressou na Suzano em setembro de 2025 como Ajudante de Viveiro.

“Trabalhar me trouxe independência e a possibilidade de reorganizar minha vida. Consegui planejar novos objetivos e retomar projetos que estavam parados”, relata. Segundo ela, o emprego também impactou diretamente sua autoestima. “O trabalho devolve a sensação de pertencimento e autonomia”, relata Brucely.

Trabalho estruturado

As contratações integram um conjunto de iniciativas voltadas à ampliação da participação feminina nas operações industriais e florestais, incluindo programas de qualificação profissional com vagas afirmativas para mulheres e ações de preparação para o mercado de trabalho.

“O crescimento da participação feminina nas nossas operações é resultado de um trabalho estruturado para ampliar oportunidades no estado. Temos investido em formação técnica e em ambientes cada vez mais inclusivos, que permitam às mulheres desenvolver carreira na indústria”, afirma Angela Aparecida dos Santos, gerente executiva de Gente e Gestão da Suzano.

Atualmente, a Suzano concentra em Mato Grosso do Sul mais de 9 mil postos de trabalho diretos, entre colaboradores próprios e terceiros, distribuídos nas operações industriais e florestais. Desse total, 1.327 são ocupados por mulheres, refletindo o avanço gradual da presença feminina nas atividades da companhia no estado.

Em um setor historicamente marcado pela predominância masculina, a ampliação da presença feminina nas unidades industriais e viveiros florestais sinaliza uma transformação gradual no perfil da mão de obra da cadeia de base florestal no estado, ampliando o debate sobre equidade de gênero e acesso ao mercado de trabalho técnico e industrial.

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Para Riedel, obra na MS-316 representa transformação do Vale da Celulose

Governador ressaltou que os investimentos vão ampliar a competitividade econômica local.

A ordem de serviço para a pavimentação da rodovia MS-316, assinada na manhã deste sábado (7), é considerada pelo governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), um marco da transformação do Vale da Celulose. Durante a assinatura do início da obra, o progressista ainda ressaltou que os investimentos vão ampliar a competitividade econômica local.

O governador Eduardo Riedel assinou ordem de serviço para pavimentação de 38 quilômetros da rodovia MS-316, em Mato Grosso do Sul. A obra, orçada em R$ 143 milhões, conectará a ponte sobre o Rio Indaiá Grande até a área urbana de Chapadão do Sul, beneficiando a região do Vale da Celulose. O projeto é considerado estratégico para atender à demanda logística da fábrica de celulose Arauco em Inocência. Além da pavimentação, foram autorizadas obras de infraestrutura urbana, sinalização viária e melhorias no Aeródromo Municipal, totalizando investimentos de R$ 5,9 milhões na região.

“A MS-316 é um sonho antigo de toda essa região. Essa estrada significa segurança para as famílias, conforto no deslocamento e mais competitividade para quem produz aqui”, afirmou em Inocência, cidade a 337 quilômetros de Campo Grande.

O lote 3 da obra prevê implementação de 38 quilômetros de pavimentação no trecho que começa na ponte sobre o Rio Indaiá Grande, no limite entre Inocência e Chapadão do Sul, e segue até o início da área urbana do município. A empresa Engenharia e Comércio Bandeirantes Ltda será a responsável pela obra de R$ 143 milhões.

A pavimentação da rodovia é considerada estratégica para atender à demanda logística gerada pela instalação da fábrica de celulose da empresa Arauco em Inocência. A obra deverá facilitar o escoamento da produção, reduzir custos de transporte e melhorar as condições de tráfego para moradores, produtores rurais e empresas que utilizam a via.

“Talvez a MS-316 seja uma das obras mais emblemáticas, não só para Inocência, mas para toda essa região enorme do estado que está passando por uma transformação. Então é muito bom a gente ver o Mato Grosso do Sul nessa franca transformação. O governo do estado tem trabalhado muito para viabilizar isso, não só para Inocência, mas para todos os municípios”, completou.

O governador ainda autorizou obras de infraestrutura urbana e logística. Com investimento de R$ 2,4 milhões do programa MS Ativo – Municipalismo I, serão beneficiadas a Avenida Pantanal, a Rua João Barbosa e a Avenida Albertina Garcia Dias.

O pacote para Inocência inclui ainda obras de sinalização viária e reordenamento do tráfego, que serão executadas pelo Detran-MS, com investimento de R$ 717,5 mil. As intervenções contemplam implantação de mão única em algumas vias, reforço da sinalização vertical e horizontal e melhorias na rotatória localizada no cruzamento da Rua Benevenuto Garcia Dias com a Avenida Juraci Luís Castro.

O projeto prevê 1.148 m² de sinalização horizontal, instalação de 170 placas e construção de travessias elevadas nas avenidas Alexandre Batista Garcia, Três Lagoas e na Rua Duca Valadão.

Aeródromo – Riedel também assinou a implantação do balizamento noturno no Aeródromo Municipal, com recursos de R$ 2,8 milhões. O sistema permitirá operações aéreas noturnas ou em condições de baixa visibilidade, conforme normas da Agência Nacional de Aviação Civil e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo.

O projeto inclui também a instalação do PAPI (Precision Approach Path Indicator), equipamento visual que orienta os pilotos sobre o ângulo correto de descida durante a aproximação para pouso.

A iniciativa integra o Plano Logístico Aeroviário de Mato Grosso do Sul, que prevê R$ 250 milhões em investimentos, dos quais R$ 140 milhões já foram aplicados entre 2023 e 2025 na modernização de aeródromos e equipamentos de segurança no Estado.

Fonte: Campo Grande News

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BID Invest impulsiona o maior investimento privado do Paraguai para desenvolver o primeiro polo industrial florestal sustentável

A operação financiará infraestrutura essencial para a construção do parque industrial da companhia e da futura fábrica de celulose.

O BID Invest aprovou um financiamento de até US$ 165 milhões para a Paracel S.A., destinado ao desenvolvimento de um polo industrial florestal sustentável no Paraguai. O projeto prevê gerar cerca de 7.000 empregos diretos e indiretos.

O financiamento, voltado à construção de infraestrutura essencial, é um elo fundamental para criar as condições necessárias para consolidar a cadeia de valor florestal no Paraguai e facilitar o desenvolvimento da fábrica de celulose e de novas indústrias ligadas ao setor madeireiro.

A operação, anunciada no contexto das Reuniões Anuais do Grupo BID em Assunção, reafirma o compromisso do BID Invest com o crescimento do Paraguai e com o fortalecimento do setor privado como motor do desenvolvimento econômico na América Latina e no Caribe. O financiamento combina recursos próprios do BID Invest com capital mobilizado de terceiros, refletindo o interesse de investidores internacionais no projeto.

“Projetos como a Paracel mostram o potencial do setor privado para impulsionar crescimento, emprego e desenvolvimento regional no Paraguai”, disse o presidente do Grupo BID, Ilan Goldfajn. “O Grupo BID, por meio do BID Invest, contribui para criar as condições e apoiar investimentos que fortalecem a base produtiva do país e abrem novas oportunidades de desenvolvimento.”

“Este projeto reflete o potencial do Paraguai para atrair investimentos industriais em grande escala”, afirmou James Scriven, CEO do BID Invest. “Nosso financiamento contribuirá para o desenvolvimento de infraestrutura-chave para esse polo industrial florestal e ajudará a mobilizar capital privado para um dos investimentos mais importantes da história do país.”

“A aprovação deste financiamento representa um passo fundamental para o desenvolvimento da fábrica de celulose como polo industrial que estamos construindo no Paraguai”, destacou Per Olofsson, chairman da Paracel. “Após desenvolver uma ampla base florestal competitiva e certificada segundo padrões internacionais, com mais de 90 milhões de árvores plantadas, a Paracel se consolidou como referência em manejo florestal sustentável. O apoio do BID Invest agora nos dá os recursos para avançar com a fábrica de celulose e, ao mesmo tempo, consolidar a cadeia de valor florestal no país, com impacto direto na geração de empregos, na atração de novos investimentos industriais e no desenvolvimento sustentável da região norte do Paraguai.”

A estrutura permitirá avançar por fases na construção da infraestrutura estratégica necessária para o desenvolvimento do polo industrial florestal.

O projeto contempla a construção de ativos-chave, como porto e terminal fluvial, linhas de transmissão de energia, vias de acesso e infraestrutura logística. Esses investimentos permitirão melhorar a conectividade da região, reduzir custos logísticos e facilitar a instalação de novas atividades industriais ligadas ao setor florestal.

O projeto também impulsionará o desenvolvimento econômico do norte do país. Localizado no departamento de Concepción, uma região com alto potencial produtivo e abundantes recursos florestais, o polo industrial aproveitará vantagens competitivas do Paraguai, como acesso à energia renovável, logística competitiva e o regime de Zona Franca, fortalecendo a competitividade do setor florestal paraguaio e ampliando sua inserção em mercados regionais e internacionais.

A operação se apoia nos padrões ambientais, sociais e de governança que a Paracel já implementa de forma consistente, alinhados às melhores práticas internacionais. Nesse contexto, o BID Invest participa do projeto acompanhando sua implementação com um Plano de Ação Ambiental e Social, além de iniciativas voltadas ao fortalecimento institucional, eficiência energética e resiliência, reforçando uma abordagem de sustentabilidade integrada desde o início.

Esse financiamento faz parte da estratégia do BID Invest de mobilizar capital privado para projetos que impulsionem o crescimento econômico, gerem empregos formais e fortaleçam a integração do Paraguai nas cadeias de valor regionais e globais.

Fonte: Paracel

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Grupo Index leva inovação tecnológica à Mais Floresta ExpoRibas com o EyeForest

Grupo apresenta soluções e plataforma digital voltadas à gestão e inteligência florestal.

O Grupo Index confirmou presença na Mais Floresta ExpoRibas, evento que reúne empresas, especialistas e lideranças do setor florestal em Mato Grosso do Sul. A participação reforça a atuação histórica da empresa junto às principais companhias da cadeia de base florestal que operam no estado.

Segundo Marcelo Schmid, sócio-diretor do Grupo Index, a presença no evento reflete a importância estratégica que o estado conquistou no cenário nacional da silvicultura.

“O Estado de Mato Grosso do Sul se tornou uma potência da indústria de base florestal, motivo de orgulho para o nosso setor e para a sociedade brasileira. O Grupo Index tem satisfação de trabalhar há muitos anos para várias empresas do estado, por isso não poderíamos deixar de participar de um evento tão significativo para a região e para o setor”, afirma.

De acordo com o executivo, as expectativas para o encontro são positivas, especialmente diante do grande interesse de clientes e parceiros.

“Nas últimas semanas tenho conversado com vários clientes que já confirmaram presença na feira. Nossa expectativa é muito boa e esperamos fechar muitos negócios durante o evento”, destaca.

Tecnologia e experiência de mais de cinco décadas

Durante a feira, o Grupo Index pretende apresentar ao público a combinação entre sua experiência de mais de cinco décadas no setor florestal e as novas soluções tecnológicas que vêm sendo incorporadas às operações da empresa.

“Vamos apresentar toda a experiência e o know-how de 55 anos do Grupo Index, agora potencializados pela tecnologia do nosso ecossistema digital, o EyeForest”, explica Schmid.

Segundo ele, a integração entre conhecimento técnico e inovação digital representa uma nova etapa na atuação da empresa.

“Aliando tradição e conhecimento à tecnologia, queremos transformar florestas em dados e dados em bons negócios. Esse é o nosso lema. O Grupo Index agora é ‘powered by EyeForest’”, ressalta.

Espaço para diálogo e oportunidades de negócios

Na avaliação do executivo, feiras e encontros do setor desempenham um papel fundamental para o fortalecimento da cadeia florestal, especialmente em um mercado cada vez mais dinâmico.

“Durante a correria do dia a dia muitas vezes não temos tempo para parar e discutir mercado, soluções e oportunidades. Os eventos permitem que o setor se encontre e converse um pouco longe da rotina”, afirma.

Por isso, o Grupo Index estará presente com estande próprio no evento.

“Estaremos com um stand na feira e queremos promover muitas conversas sobre aquilo que fazemos de melhor: desenvolver soluções para empresas de base florestal aliadas à tecnologia”, completa.

Mato Grosso do Sul segue como polo de expansão da celulose

Sobre o cenário atual do setor, Schmid avalia que Mato Grosso do Sul continuará sendo um dos principais polos de crescimento da indústria florestal no Brasil nos próximos anos.

“Embora o estado já despontar como um dos principais produtores de celulose do país, ainda esperamos um crescimento significativo, com a conclusão das obras da Arauco, a construção da fábrica da Bracell e outros projetos que devem surgir”, afirma.

Segundo ele, esse movimento tende a gerar impactos positivos para toda a economia regional.

“Os próximos anos devem trazer mais renda, empregos, oportunidades e novos negócios para o estado e para a sociedade sul-mato-grossense. E também momentos de celebração e amizade, como os que teremos em Ribas do Rio Pardo durante a feira”, conclui.

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Brasil recupera 15 milhões de hectares de pastagens degradadas com integração lavoura-pecuária-floresta

Fonte: Click Petróleo e Gás

O Brasil implementou o Plano ABC e recuperou 26,8 milhões de hectares de pastagens degradadas usando integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto e restauração de solos que aumentam retenção de água e biodiversidade microbiana.

O Brasil lançou em 2010 o Plano ABC — Agricultura de Baixo Carbono — tornando-se o primeiro grande país emergente a assumir metas explícitas de mitigação de gases de efeito estufa no setor agrícola. A iniciativa surgiu como resposta ao enorme passivo ambiental acumulado pela agropecuária brasileira, especialmente relacionado às áreas de pastagens degradadas. Estima-se que o país possua aproximadamente 100 milhões de hectares de pastagens degradadas, o equivalente a cerca de 57% das pastagens existentes no território nacional. Esse conjunto de áreas representa o maior passivo ambiental do setor agropecuário brasileiro e, ao mesmo tempo, uma das maiores oportunidades de recuperação produtiva e ambiental da agricultura mundial.

Pastagens degradadas são áreas que perderam a capacidade de sustentar produção adequada de biomassa e de suportar lotação animal eficiente. Esse processo geralmente ocorre devido ao manejo inadequado do solo, sobrepastejo prolongado, ausência de fertilização e falta de rotação produtiva. O resultado é um solo compactado, com erosão ativa, baixa infiltração de água e microbiomas empobrecidos, fatores que reduzem a produtividade e aumentam emissões de carbono.

O Plano ABC foi concebido justamente para reverter esse cenário por meio da adoção de tecnologias agrícolas sustentáveis capazes de restaurar a fertilidade do solo e reduzir emissões de gases de efeito estufa.

Recuperação de pastagens supera metas e alcança 26,8 milhões de hectares restaurados

Entre 2010 e 2018, a implementação das políticas previstas no Plano ABC permitiu recuperar aproximadamente 26,8 milhões de hectares de áreas degradadas, número que ultrapassou em 179% a meta original estabelecida para o período.

A meta inicial previa recuperar 15 milhões de hectares até 2020. O resultado obtido demonstrou a viabilidade da recuperação produtiva de grandes extensões de terra degradada quando combinada com crédito rural direcionado e adoção de tecnologias agrícolas sustentáveis.

O programa concentrou investimentos em sete tecnologias principais:

  • recuperação de pastagens degradadas
  • sistema de plantio direto
  • integração lavoura-pecuária-floresta
  • fixação biológica de nitrogênio
  • florestas plantadas
  • tratamento de dejetos animais
  • adaptação da produção agrícola às mudanças climáticas

A recuperação de pastagens foi responsável por cerca de 51% dos recursos contratados, enquanto o sistema de plantio direto representou aproximadamente 30% dos investimentos.

No total, os financiamentos vinculados ao programa somaram cerca de US$ 5,96 bilhões entre 2013 e 2021, permitindo que tecnologias de agricultura de baixo carbono fossem implementadas em aproximadamente 39 milhões de hectares.

Segundo estimativas do governo brasileiro, essas práticas resultaram em redução potencial de 193,67 milhões de toneladas de CO₂ equivalente entre 2010 e 2020, reforçando o papel do setor agrícola na mitigação das mudanças climáticas.

Integração lavoura-pecuária-floresta expande rapidamente e alcança mais de 17 milhões de hectares

Entre as tecnologias promovidas pelo Plano ABC, uma das mais importantes é a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Esse sistema produtivo combina diferentes atividades agrícolas na mesma área por meio de rotação, consórcio ou sucessão de culturas.

A ILPF permite integrar produção agrícola, criação de gado e plantio de árvores, criando sinergias ecológicas e produtivas que aumentam a eficiência do uso da terra.

Entre 2015 e 2020, a área ocupada por sistemas integrados cresceu rapidamente no Brasil. A extensão estimada passou de cerca de 11,5 milhões de hectares para algo entre 15 e 17,4 milhões de hectares em 2020.

Os estados com maior adoção desse modelo incluem Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Existem quatro principais modalidades de integração produtiva:

  • lavoura-pecuária (agropastoril)
  • lavoura-pecuária-floresta (agrossilvopastoril)
  • pecuária-floresta (silvopastoril)
  • lavoura-floresta (silvoagrícola)

Entre 2010 e 2015, cerca de 5,96 milhões de hectares manejados sob ILPF sequestraram aproximadamente 21,8 milhões de toneladas de CO₂ equivalente, valor comparável à retirada de 4,7 milhões de automóveis das ruas por um ano.

Sistema de plantio direto já cobre mais de 40 milhões de hectares no Brasil

Outra tecnologia central do Plano ABC é o sistema de plantio direto. Nesse modelo agrícola, o solo não é revolvido por arados ou grades, permanecendo protegido por uma camada de resíduos vegetais conhecida como palhada.

Atualmente o sistema cobre mais de 40 milhões de hectares no Brasil, representando mais de 60% da área total destinada à produção de grãos.

A técnica começou a ser desenvolvida no Sul do país nas décadas de 1970 e 1980 como resposta à rápida degradação dos solos agrícolas causada pela mecanização intensiva.

O plantio direto exige rotação de culturas e manutenção constante de cobertura vegetal. No Brasil, gramíneas forrageiras como braquiária tornaram-se fundamentais nesse sistema devido à sua capacidade de produzir grande volume de biomassa.

Essas plantas são usadas tanto como alimento para o gado quanto como cobertura protetora do solo durante o período entre safras.

Recuperação do solo pode aumentar retenção de água em até 2,5 vezes

A restauração de solos degradados tem efeitos diretos na capacidade de retenção de água e na resiliência das lavouras diante de períodos de seca.

Experimentos demonstram que solos enriquecidos com matéria orgânica podem aumentar significativamente sua capacidade de armazenar água. Um estudo clássico mostrou que a incorporação de 7,6 centímetros de composto orgânico a 15 centímetros de profundidade aumentou a retenção de água em 2,5 vezes quando comparada a solos arenosos degradados.

Solos com 4% de matéria orgânica podem reter mais que o dobro de água em comparação a solos com apenas 1%. Isso ocorre porque a matéria orgânica possui partículas carregadas que atraem moléculas de água por forças eletrostáticas.

Em média, cada aumento de 1% no teor de matéria orgânica pode permitir que o solo armazene até 20 mil galões adicionais de água por acre. Esse efeito reduz o escoamento superficial, diminui erosão, melhora infiltração e aumenta a recarga hídrica dos sistemas agrícolas.

Microbioma do solo restaurado pode abrigar até 10 mil espécies por grama

A recuperação do solo também restaura um dos ecossistemas mais complexos do planeta: o microbioma do solo. Um solo saudável pode conter até 10 bilhões de células microbianas e cerca de 10 mil espécies diferentes em apenas um grama de terra. Essa diversidade é essencial para manter os ciclos biogeoquímicos que sustentam a fertilidade do solo.

Os microrganismos realizam funções fundamentais, incluindo:

  • reciclagem de nutrientes
  • fixação biológica de nitrogênio
  • produção de fitohormônios
  • decomposição de matéria orgânica
  • supressão de doenças
  • aumento da resistência das plantas ao estresse hídrico

Estudos conduzidos na Amazônia indicam que o desmatamento pode reduzir mais de 60% da diversidade microbiana do solo, comprometendo a saúde do ecossistema agrícola.

Recuperação de pastagens pode evitar expansão da fronteira agrícola

A recuperação de áreas degradadas também pode reduzir a necessidade de expansão agrícola sobre áreas naturais.

Estimativas indicam que recuperar 12 milhões de hectares de pastagens degradadas poderia gerar produção adicional equivalente a 17,7 milhões de bovinos, sem necessidade de abertura de novas áreas.

Além disso, apenas cerca de 1% dos municípios brasileiros concentra aproximadamente 25% das pastagens degradadas, o que facilita o direcionamento de políticas públicas, assistência técnica e crédito rural.

Plano ABC+ amplia metas e busca restaurar mais de 70 milhões de hectares até 2030

Em 2021 o governo brasileiro lançou uma nova fase do programa, denominada Plano ABC+. O objetivo é expandir significativamente as metas de recuperação ambiental e intensificação produtiva sustentável.

Entre as metas estabelecidas até 2030 estão:

  • recuperação de 30 milhões de hectares de pastagens degradadas
  • implementação de 10 milhões de hectares de sistemas integrados
  • expansão do plantio direto em mais 12,58 milhões de hectares
  • ampliação de florestas plantadas em 4 milhões de hectares
  • adoção de bioinsumos em 13 milhões de hectares
  • implantação de sistemas irrigados em 3 milhões de hectares

No total, o plano busca atingir 72,68 milhões de hectares com tecnologias de agricultura de baixo carbono até 2030.

Agricultura de baixo carbono brasileira torna-se referência internacional

O modelo brasileiro de agricultura de baixo carbono tem atraído atenção internacional. O país aderiu em 2016 à Iniciativa 20×20, comprometendo-se a restaurar 22 milhões de hectares de terras degradadas até 2030.

Parte desse compromisso será cumprida por meio do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), que prevê restaurar 12 milhões de hectares com reflorestamento e regeneração natural. Os 10 milhões de hectares restantes devem ser recuperados por meio das tecnologias agrícolas do Plano ABC, incluindo sistemas integrados e recuperação de pastagens.

O financiamento dessas iniciativas envolve recursos públicos, bancos nacionais, instituições multilaterais e fundos internacionais voltados para conservação ambiental.

Intensificação sustentável mostra que é possível produzir mais sem desmatamento

A experiência brasileira demonstra que é possível aumentar a produção agropecuária sem expandir a área agrícola. Entre 2000 e 2013, a produtividade agrícola do país cresceu 105,6%, impulsionada por inovação tecnológica e melhoria de práticas agrícolas.

No mesmo período, a produtividade da pecuária aumentou 172%, enquanto a área total de pastagens diminuiu cerca de 16%.

Esses resultados indicam que tecnologias como ILPF, plantio direto e recuperação de pastagens degradadas podem permitir que o Brasil continue expandindo sua produção agrícola sem ampliar significativamente a pressão sobre ecossistemas naturais.

A recuperação de solos degradados transforma um dos maiores passivos ambientais da agropecuária brasileira em uma das principais oportunidades climáticas do setor agrícola mundial.

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MS Florestal abre novo ciclo de contratações para trainees

Além de entrevistas a empresa fará uma exposição de maquinários na praça do município de 11 a 13 de março.

A MS Florestal, empresa sul-mato-grossense do Grupo RGE, anuncia a abertura de um novo ciclo de contratações voltado para a formação de profissionais no município de Água Clara. As vagas são para Operador Trainee e Mecânico e o programa é direcionado a candidatos que possam residir em Água Clara. 

Como parte das ações de mobilização, a empresa promoverá uma exposição presencial de máquinas Harvester nos dias 11, 12 e 13 de março na praça do município, facilitando o acesso da comunidade às informações e aproximando a comunidade à realidade da silvicultura.

Para participar do processo seletivo, os interessados devem possuir ensino fundamental completo, CNH categoria B (podendo ser a provisória) e disponibilidade para trabalhar em turnos, escalas e viagens. Para as vagas de mecânico, são valorizadas noções básicas em manutenção diesel, máquinas pesadas ou curso técnico na área, enquanto para a operação, é desejável, mas não obrigatório, experiência prévia com máquinas como tratores de pneus ou esteiras.

Os candidatos aprovados serão contratados como Trainee pela MS Florestal e deverão ter disponibilidade integral para participar do programa de capacitação.

Com um quadro superior a 2,3 mil colaboradores diretos no estado, a MS Florestal oferece um dos pacotes de benefícios mais competitivos do setor, incluindo planos médico e odontológico, auxílio farmácia, seguro de vida, cartão alimentação, refeição no local, participação nos lucros (PLR) e suporte ao bem-estar via programas como o Wellhub e o Levemente.

Auxiliar de Serviços Gerais em Viveiro – Além das oportunidades de formação técnica, a MS Florestal está com um processo seletivo aberto para o cargo de Auxiliar de Serviços Gerais no viveiro, também em Água Clara. Para essa vaga, os interessados devem comparecer para entrevistas presenciais no dia 10 de março de 2026, das 08h às 11h, no escritório da empresa localizado na Rua Gabriel Ferreira Domingues, 355.

Para as vagas de Operador Trainee e Mecânico, cadastrar currículo no link: http://forms.gle/a2i1b15aHsU7f6cUA

Para a vaga de Auxiliar de Serviços Gerais no viveiro, enviar currículo no WhatsApp: (67) 99963-5230

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Gigante de 300 toneladas chega ao canteiro e marca avanço decisivo do Projeto Sucuriú em Inocência

Equipamento de 300 toneladas, considerado o coração da fábrica de celulose, chega ao canteiro do Projeto Sucuriú após quase três meses de complexa operação logística entre China e Mato Grosso do Sul.


A peça, fabricada na China, percorreu aproximadamente 45 dias de transporte marítimo até o Brasil e mais 48 dias de deslocamento rodoviário até o interior sul-mato-grossense

Por: Notícias do Cerrado

A implantação da futura fábrica de celulose do Projeto Sucuriú, em Inocência, no Mato Grosso do Sul, alcançou neste fim de semana um de seus marcos técnicos mais relevantes. Após uma complexa operação logística internacional, chegou ao canteiro de obras o balão da Caldeira de Recuperação Química, componente considerado estratégico para o funcionamento da planta industrial.

A peça, fabricada na China, percorreu aproximadamente 45 dias de transporte marítimo até o Brasil e mais 48 dias de deslocamento rodoviário até o interior sul-mato-grossense, em uma operação considerada uma das mais desafiadoras da fase de implantação do empreendimento.

Com 32 metros de comprimento, 2,6 metros de diâmetro e cerca de 300 toneladas, o equipamento é o componente mais pesado da futura caldeira e exigiu uma logística especial para seu transporte terrestre. A operação mobilizou uma carreta de grande porte equipada com 28 linhas de eixo, além de três cavalos mecânicos de tração, responsáveis por garantir estabilidade e segurança durante todo o trajeto.

O deslocamento foi acompanhado por equipes técnicas especializadas e contou com coordenação integrada entre autoridades de trânsito, concessionárias de rodovias e equipes de engenharia, garantindo precisão operacional em cada etapa da jornada até o canteiro de obras em Inocência.

O “coração” de uma fábrica de celulose

Mais do que um desafio logístico, a chegada do equipamento representa um marco técnico crítico na construção da unidade industrial. A Caldeira de Recuperação Química é considerada o coração de uma fábrica de celulose, responsável por recuperar produtos químicos utilizados no processo produtivo, gerar vapor para as operações industriais e contribuir diretamente para a autossuficiência energética da planta.

Esse sistema é fundamental para a eficiência e sustentabilidade do processo de produção de celulose, permitindo que grande parte da energia necessária para o funcionamento da fábrica seja gerada dentro da própria unidade industrial.

Marco semelhante ao vivido por Ribas do Rio Pardo

A chegada de grandes equipamentos industriais costuma representar momentos simbólicos na implantação de fábricas de celulose. Situação semelhante foi registrada durante a construção da planta da Suzano em Ribas do Rio Pardo, quando a movimentação de estruturas gigantes mobilizou a logística regional e chamou atenção pela magnitude das operações.

No caso do Projeto Sucuriú, a chegada do balão da caldeira sinaliza que o empreendimento avança para uma fase cada vez mais intensa da montagem industrial.

Engenharia e logística integradas

Segundo equipes técnicas envolvidas na operação, o sucesso da movimentação foi resultado de um planejamento detalhado e da atuação integrada das áreas de engenharia, suprimentos, logística e construção, além da parceria com a Valmet, empresa responsável por tecnologias industriais no setor de celulose.

Cada etapa da operação foi conduzida com rigor técnico e protocolos rigorosos de segurança, considerados indispensáveis em operações que envolvem cargas superdimensionadas e de alto valor estratégico.

A chegada do equipamento reforça o ritmo de avanço do Projeto Sucuriú, que deve consolidar Inocência como um novo polo da indústria de celulose no Brasil, repetindo no leste de Mato Grosso do Sul um movimento de desenvolvimento industrial semelhante ao observado recentemente em Ribas do Rio Pardo.

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Suzano atinge recorde com mais de 5,8 mi de toneladas de celulose embarcadas

Volume movimentado nos terminais da empresa corresponde a 58,8% de toda a celulose exportada via Porto.

A Suzano, maior produtora mundial de celulose, quebrou novo recorde histórico ao alcançar a marca de 5,8 milhões de toneladas de celulose embarcadas em seus terminais no Porto de Santos em 2025, um aumento de 41% em comparação a 2024 (4,1 milhões de toneladas).

O número colabora diretamente para os resultados do setor no mercado externo: a exportação de celulose fechou 2025 com alta de 21%, totalizando 9,9 milhões de toneladas. Deste total, 58,8% foram de celulose da Suzano, de acordo com dados do Porto de Santos.

“Esses recordes consecutivos são frutos de uma busca constante para melhorar a nossa eficiência operacional, investimentos robustos na modernização e ampliação dos nossos terminais portuários, aliados à determinação e comprometimento da nossa equipe. Na Suzano, temos um direcionador que diz que ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’ e, ao ampliarmos a nossa capacidade logística, estamos contribuindo para o fortalecimento da economia nacional e, principalmente, para a geração de trabalho e renda em todas as regiões em que mantemos operações”, destaca Renan Volpatto, gerente executivo de Logística da Suzano.

Os terminais T32 e DPW – este último operado pela empresa DP World –, no Porto de Santos, são responsáveis pelo escoamento da produção das três fábricas da companhia em Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo (MS), que somam uma capacidade produtiva de 5,8 milhões de toneladas de celulose/ano, e de Jacareí (SP), com capacidade para produzir 1,1 milhão de toneladas ao ano.

Além disso, o último recorde registrado pela empresa ocorreu em dezembro de 2025, quando a Suzano alcançou o volume de 481 mil toneladas de celulose embarcadas em um único mês.

Dessa maneira, esse desempenho representa um crescimento de 2,6% em relação ao recorde anterior, registrado em maio do mesmo ano, quando foram embarcadas 469 mil toneladas de celulose.

Investimentos nos terminais

Portanto, para dar vazão ao alto volume de produção, os dois terminais passaram por obras de obras para ampliação e modernização.

Dessa forma, as obras integraram um amplo pacote de investimentos em logística da empresa, o que possibilitou o aumento da capacidade média de movimentação de carga anual do complexo portuário em 43,48%, passando de 4,6 milhões de toneladas para 6,6 milhões de toneladas anuais de celulose. E incrementou também a capacidade estática em cerca de 42%, saltando de 162 mil toneladas para 230 mil toneladas aproximadamente.

Além dos terminais portuários, os investimentos também englobaram ampliação e melhorias no modal ferroviário, responsável pelo transporte de toda a produção das fábricas da Suzano para os terminais em Santos. “Com os investimentos nos terminais portuários e modal ferroviário, reforçamos nosso compromisso com soluções logísticas mais sustentáveis e eficientes. O uso da ferrovia representa a nossa estratégia de otimizar o escoamento e reduzir as emissões de gases, contribuindo diretamente para o meio ambiente e para combater as mudanças climáticas”, conclui Renan.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável.

Desse modo, os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis.

Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br.

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Obras da maior fábrica de celulose da Arauco avançam em Mato Grosso do Sul

Projeto de R$ 25 bilhões deve começar a operar em 2027 e prevê milhares de empregos durante a fase de construção.

As obras da maior fábrica de celulose do grupo Arauco avançam em ritmo acelerado no município de Inocência, no interior de Mato Grosso do Sul. O empreendimento representa um dos maiores investimentos privados já realizados no Estado.

Com aporte estimado em R$ 25 bilhões, o projeto deve iniciar as operações em setembro de 2027. Durante a fase de construção, a previsão é de geração de aproximadamente 14 mil empregos, entre vagas diretas e indiretas.

A instalação da nova unidade de celulose deve impulsionar o desenvolvimento econômico da região, fortalecendo cadeias produtivas, ampliando oportunidades de trabalho e atraindo novos investimentos para o Estado.


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