A Arauco também está solicitando autorização do Estado para construir um ramal ferroviário de 47 km de Inocência até a Ferronorte
A direção da empresa Arauco em reunião juntamente com o governador Eduardo Riedel, nesta terça-feira (3) discutiu o cronograma da obra e projetos de infraestrutura que serão feitos em Inocência. A obra que terá um investimento de R$ 28 bilhões tem a previsão para começar em 2025.
De acordo com o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), o cronograma (obra) está na fase de licença ambiental, e previsão que em fevereiro ou março já seja concedida e as obras poderão começar.
“Neste momento o Imasul está fazendo uma discussão sobre a licença prévia, houve audiência pública e deve encaminhar daqui 30 dias para CECA (Conselho Estadual de Controle Ambiental). Esta aprovação é fundamental para dar prosseguimento ao projeto”, disse.
Moradia e ramal ferroviário
A Arauco também está solicitando autorização do Estado para construir um ramal ferroviário de 47 km de Inocência até a Ferronorte.
O prefeito de Inocência, Antônio Ângelo Garcia, anunciou na reunião que já conseguiu uma área de 55 hectares, que vai contar com recursos do Estado, que vai ser utilizada no futuro pela Arauco para construir mais de 700 casas na cidade.
Desta forma Mato Grosso do Sul se consolida como o estado que mais recebe investimentos privados na área florestal e de celulose em todo Brasil. Somando os investimentos da Arauco em Inocência e a construção da fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo, chegam-se a quase R$ 50 bilhões no setor de celulose. “Isto consolida MS como o Vale da Celulose”, destaca Verruck.
Fonte: Midiamax















daninhas, e puderam escolher entre três modelos de restauração para implantar em uma área de aproximadamente 1 hectare. Caixas de abelhas nativas sem ferrão também foram distribuídas como mais uma opção de geração de renda, além da realização de treinamentos e a disponibilização de uma cartilha com orientações silviculturais para implantação e manejo inicial das unidades demonstrativas.
Durante esse período, cerca de 60 pessoas, entre produtores rurais e técnicos extensionistas, foram capacitados no entendimento dos modelos de recuperação: 1) araucária, erva-mate e bracatinga; 2) araucária, erva-mate, mais seis espécies florestais nativas e 3) araucária, bracatinga e bracatinga arapoti.
iniciativas como essa. “Para nós, é extremamente gratificante estar ao lado da Embrapa na realização de um projeto que alinha geração de renda à conservação ambiental e que, com isso, promove o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais. Sabemos que, como uma empresa líder em energia renovável, a conservação da biodiversidade não só precisa integrar um dos nossos compromissos com o meio ambiente, mas também estar entre as principais estratégias do nosso negócio”, comenta a executiva.
Além das URTs, o projeto também contemplou a instalação de coleções genéticas. Foram coletados mais de 70 mil pinhões de 118 árvores em diversas regiões de ocorrência da araucária no Paraná e produzidas cerca de 4.000 mudas, que foram plantadas em áreas da Embrapa, em Colombo e Ponta Grossa/PR. Segundo a pesquisadora Valderês Sousa, da Embrapa Florestas, “estas coleções genéticas ajudam a garantir a manutenção da espécie, uma vez que são conservadas árvores “filhas” de diversas regiões de ocorrência”. 




