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Braskem e Veolia se unem para implementar projeto de biomassa de eucalipto em Alagoas

O projeto de energia renovável será implantado em Marechal Deodoro (AL), garantirá o fornecimento de vapor por 20 anos e criação mais de 400 empregos diretos durante a fase de construção e aproximadamente 100 postos de trabalho na operação

Braskem e Veolia assinaram um acordo de R$ 400 milhões de investimento para produzir energia renovável com o uso de vapor a partir de biomassa de eucalipto em Alagoas. O projeto vai gerar 900 mil toneladas de vapor/ano, durante 20 anos, o que significará a redução de emissões de aproximadamente 150 mil toneladas de CO2 por ano. Além disso, ele vai criar mais de 400 empregos diretos durante a fase de construção e aproximadamente 100 postos de trabalho na operação (pós-obra).

Prevista para iniciar operações em 2024, a planta em Marechal Deodoro (AL) irá gerar um impacto socioambiental positivo para a região e para o país e está em linha com a estratégia global de desenvolvimento sustentável local e com o propósito de transformação sustentável das companhias. 

“Sendo a referência mundial para a transformação ecológica, a Veolia tem o compromisso de aumentar a implementação de soluções sustentáveis existentes e criar as soluções do futuro com nossos clientes. A parceria com a Braskem é a prova disso: duas companhias que se unem para liderar com ações as transformações que o mundo e o país necessitam”, destaca o CEO da Veolia Brasil, Pedro Prádanos. 

A nova planta de produção de vapor, que promoverá um avanço expressivo da matriz energética para fontes sustentáveis na operação da Braskem em Alagoas, é um grande passo para avançar em dois dos sete macro-objetivos de sustentabilidade da companhia, na dimensão de combate às mudanças climáticas: redução de 15% das emissões de gases de efeito estufa até 2030, e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. “O projeto de biomassa de eucalipto introduz uma nova forma sustentável de gerar energia renovável dentro das operações da Braskem. Em parceria com a Veolia, iremos contribuir de forma importante com nosso plano de sustentabilidade. Teremos uma redução de um terço das emissões de gases de efeito estufa na nossa operação em Alagoas, com base nas emissões de 2020”, explica Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. 

“O projeto contribuirá de modo relevante para o desenvolvimento social e regional do Estado de Alagoas. Dinamizará negócios, e criará oportunidades de emprego em nossas instalações e de nossos parceiros, contribuindo para a economia do Estado”, explica Helcio Colodete, diretor industrial de Braskem em Alagoas.

Um projeto ecoeficiente


Com foco na sustentabilidade, mas também na ecoeficiência e na produtividade, a solução visa atender à demanda de vapor necessária para a operação contínua e de alta performance da petroquímica. Para atingir esse objetivo, a Veolia será a responsável pelo gerenciamento da maior parte do projeto, incluindo o processo de gestão agroflorestal de mais de 5.5 mil hectares de eucalipto, a concepção do projeto de engenharia e a construção das usinas de processamento de biomassa e de produção de vapor, além da operação e manutenção de toda a instalação durante os 20 anos do contrato. A Braskem realizará investimentos internos para adequar o complexo de Marechal Deodoro ao novo arranjo termoelétrico.

Também, para garantir os altos padrões de eficiência e qualidade das duas companhias, a iniciativa abrange processos alinhados à transformação digital e à indústria 4.0. Com a implementação do Hubgrade, solução da Veolia que integra ferramentas digitais e expertise humana para monitorar e analisar em tempo real a operação, o projeto garante a otimização da performance e melhoria contínua no desempenho das instalações e no consumo energético.

“Ao cumprir com a demanda de vapor necessária para o funcionamento ininterrupto de seus processos de produção, este projeto atenderá às necessidades de operação e, ao mesmo tempo, aos desafios de sustentabilidade em gestão de energia da Braskem”, finaliza o CEO da Veolia Brasil. 

Sobre a Veolia
O grupo Veolia atua para ser a empresa de referência da transformação ecológica. Presente nos cinco continentes com quase 179 mil colaboradores, o Grupo concebe e implementa soluções úteis e concretas para a gestão de água, resíduos e energia, que contribuem para mudar radicalmente o jogo. Com suas três atividades complementares, a Veolia contribui para o desenvolvimento do acesso aos recursos, à preservação e renovação dos recursos disponíveis. 

Em 2020, o grupo Veolia levou água potável para 95 milhões de habitantes e saneamento para 62 milhões, produziu cerca de 43 milhões de MWh e valorizou 47 milhões de toneladas de resíduos. Veolia Environnement (Paris Euronext: VIE) realizou em 2020 um faturamento consolidado de 26,010 bilhões de euros. https://www.veolia.com/latamib/pt

Sobre a Braskem – Com uma visão de futuro global, orientada para as pessoas e para a sustentabilidade, a Braskem está engajada em contribuir com a cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Os 8 mil Integrantes da petroquímica dedicam-se diariamente para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico. A Braskem possui DNA inovador e um completo portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha, a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

Fonte: TNH1

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Em alerta para estiagem, Reflore-MS inicia preparação para incêndios florestais no estado

A Reflore-MS realizou a primeira reunião na tarde desta terça-feira (15) com a presença de 18 empresas do setor florestal

A estiagem prolongada em 2021 fez com diretores da Reflore-MS – Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas de Mato Grosso do Sul – fizessem a primeira reunião preparativa já nesta terça-feira (15).  Apesar de o período crítico de incêndios florestais ser nos meses julho, agosto e setembro, a ideia é iniciar a preparação o quanto antes.

O presidente da Reflore-MS, Junior Ramires, informou que o governo do Estado adquiriu uma aeronave para ajudar no monitoramento das regiões mais propícias a incêndios. De acordo com Ramires, o governador Reinaldo Azambuja disse que mais uma aeronave será adquirida antes do período crítico chegar, ou seja, mais um avião será comprado até o final do primeiro semestre deste ano.

Ano passado, o governo do Estado chegou a anunciar um investimento de R$ 53 milhões exclusivamente para o combate a incêndios florestais. Além disso, o Corpo de Bombeiros capacitou 151 homens do efetivo do Estado para o trabalho na guerra contra o fogo. Este ano, os investimentos são de R$ 56,6 milhões. A nova aeronave custou R$ 14 milhões. Também foram adquiridos dezenas de veículos (caminhonetes e lanchas), que serão distribuídos entre os municípios. Na Reflore-MS, Junior Ramires destacou que 18 empresas estão empenhadas em fazer um trabalho exaustivo de prevenção. Ele disse, ainda, que as empresas estão treinando brigadistas para o combate ao fogo.

Segundo Junior Ramires, o trabalhador que lida com a terra sempre se preocupou com as questões climáticas – sejam elas relacionadas a secas ou a chuvas excessivas. No entanto, com as mudanças climáticas sendo constatadas numa velocidade jamais vista, Ramires deixou claro que os cuidados devem ser permanentes e devem durar o ano inteiro, principalmente nos períodos mais secos e de temperaturas elevadas.

A preocupação – tanto dos empresários da silvicultura (plantio de florestas), quanto do governo do Estado – se dá por razões da magnitude que o setor de florestas plantadas alcançou em Mato Grosso do Sul. Hoje, são quase 1,2 milhão de hectares plantados com florestas de eucalipto para a produção de celulose, papel, compensados, madeira para móveis, pallets, cavaco para indústria siderúrgica transformar ferro-gusa em aço, além de outros produtos.

Ano passado, o setor exportou o equivalente a US$ 1,5 bilhão para todo o mundo, com destaque para China, União Europeia e Estados Unidos. Atualmente, o setor emprega 120 mil trabalhadores – entre oportunidades diretas e indiretas. Investimentos privados bilionários vêm sendo feitos no Estado, como a implantação de uma nova fábrica em Ribas do Rio Pardo, pela Suzano, além da manutenção industrial em Três Lagoas e Água Clara.

Para Junior Ramires, a participação cada vez forte do setor de florestas plantadas na economia de Mato Grosso do Sul motiva toda a preparação mais intensa, além de uma preocupação constante do governo do Estado. Ramires destacou, ainda, que as empresas investiram em equipamentos de última geração para o combate a incêndios. “Em 2020, tivemos uma área de 20 mil hectares atingida por incêndios. Queremos evitar isso”, observou Ramires.

Fonte: Reflore-MS

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IDR-Paraná e Embrapa orientam produtores sobre combate à praga da erva-mate

A broca é uma das principais pragas dos ervais, podendo matar a planta. Orientação é fazer um bom manejo para manter o erval saudável e adotar o controle biológico.

A broca-da-erva-mate (Hedypathes betulinus), conhecida também como besouro corintiano, é uma das principais pragas que ataca os ervais. As larvas do besouro constroem galerias no tronco da erveira, impedindo a circulação normal da seiva, prejudicando o desenvolvimento da planta e podendo acarretar até mesmo a morte do pé. É justamente a partir do mês de fevereiro que a broca aparece no erval, o que exige do produtor uma reação imediata para o controle da praga.

Especialistas do IDR-Paraná e da Embrapa alertam que ervais bem manejados, cultivados em solos bem nutridos e sombreados, têm mais defesa contra a broca da erva-mate. As duas entidades vêm fazendo uma campanha de esclarecimento junto aos produtores sobre o controle da broca no Paraná.

O extensionista Jonas Bianchin, engenheiro florestal do IDR-Paraná de Tunas do Paraná, informa que a broca é registrada em toda a região de produção da erva-mate. Segundo ele, os besouros aparecem em dois períodos: em novembro, quando emergem os filhotes, e em fevereiro, época de acasalamento dos insetos.

Ele destaca que é comum os produtores desprezarem a praga. “Se o produtor pensar que uma planta leva até cinco anos para iniciar a produção e a broca pode comprometer uma erveira, a perda para o ele é significativa”, alerta.

O adulto da broca é um besouro que mede, aproximadamente, 2,5 cm de comprimento, com o corpo de coloração geral preta, recoberto por pelos brancos, daí o inseto ser conhecido como “corintiano”. Durante o processo de broqueamento, a larva vai compactando atrás de si a serragem, que lhe serve de proteção.

MANEJO E CONTROLE – Segundo Bianchin, o impacto da praga é menor nos ervais bem manejados. Árvores sombreadas e que recebem periodicamente adubação orgânica ou química têm maior resistência ao ataque da broca. O extensionista recomenda que os ervais sejam adubados a cada ciclo de colheita, ou 18 meses, para repor os nutrientes do solo.

Um problema recorrente nas áreas de erva-mate é o uso indevido de herbicidas não autorizados para a cultura. “Muitos produtores usam o glifosato para combater o mato, o que é proibido por lei. Esse produto acaba matando o mato e os inimigos naturais da broca, favorecendo a sua multiplicação”, explica Bianchin. O uso indevido de agrotóxicos causa um desequilíbrio do ambiente e favorece o aparecimento de pragas, alerta.

CONTROLE BIOLÓGICO – Suzete Penteado, do Embrapa Florestas, ressalta que uma forma eficiente de controlar a broca nos ervais é fazer o controle biológico. A pesquisadora diz que atualmente existe um produto desenvolvido justamente para controlar a broca da erva-mate. Trata-se do Bovemax, um fungo que ataca os insetos adultos da praga, produto que tem registro no Ministério da Agricultura.

O fungo provoca a morte dos insetos, que quando o besouro entra em contato com a superfície da planta onde foi aplicado o Bovemax. A penetração dos esporos do fungo ocorre principalmente nos pontos frágeis do corpo do inseto, causando a sua morte em aproximadamente 20 dias.

Após este período, o fungo cobre o corpo do inseto e o deixa com uma aparência esbranquiçada. Nesta fase os insetos contaminados passam a transmitir o fungo para insetos sadios, ampliando o controle da praga.

A eficácia do produto depende da sua correta utilização. Suzete orienta que sejam feitas duas aplicações, uma em novembro e outra em fevereiro. Bianchin ressalta que muitos produtores, na falta do Beauveria bassiana, usam produtos à base de fungos parecidos, o que não dá o resultado esperado. Ele reafirma que somente o Bovemax foi desenvolvido especificamente para combater a broca das erveiras.

Fonte: PIÁ

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Serviço Florestal capacita novos instrutores do Inventário Florestal Nacional

Profissionais passam por capacitação para treinar as equipes que farão a coleta de dados do IFN

Serviço Florestal Brasileiro (SFB) concluiu, na última sexta-feira (11), o treinamento de novos instrutores do Inventário Florestal Nacional (IFN). O propósito do SFB é capacitar servidores para instruir as equipes de campo que darão continuidade às coletas de dados biofísicos e socioambientais do IFN, a fim de implementar o Inventário Florestal Nacional no Brasil.

O curso, ministrado por instrutores credenciados na metodologia do IFN, teve a duração de uma semana, e contou com os módulos teórico e prático. O coordenador-geral de Inventário e Informações Florestais, Humberto Mesquita, destacou a importância da formação de novos instrutores para o andamento da implementação do inventário: “Entraremos em um novo ciclo de coleta de dados do IFN em diversos biomas. Temos lotes sendo coletados na Amazônia, e planejamos concluir a coleta no Cerrado e avançar na Mata Atlântica e na Caatinga, além de iniciar a coleta do Pantanal. A inclusão de novos instrutores é essencial para capacitar as equipes que irão percorrer o Brasil e coletar os dados diretamente das florestas”.

Na parte teórica, os capacitados se aprofundaram quanto à metodologia do inventário, seus manuais de campo e formulários. A parte prática foi ministrada no Jardim Botânico de Brasília, e recebeu visita do diretor-geral do Serviço Florestal, Pedro Neto, e da diretora de desenvolvimento florestal do SFB, Lizane Soares. A diretora enfatizou a importância dos dados levantados pelo IFN para implementação de políticas públicas no setor florestal: “É um levantamento aprofundado, em larga escala e feito de forma sistemática. Os dados produzidos pelo IFN são um valioso instrumento de suporte e orientação para os governos e a sociedade no desenvolvimento e implementação de políticas de manejo e conservação das florestas”

Foram abordadas todas as etapas do levantamento de dados do IFN, como o planejamento do trabalho em campo, as técnicas adequadas de coleta dos dados biofísicos, o armazenamento e destinação das amostras coletadas, além dos dados socioambientais, levantados por meio de entrevistas com os moradores das proximidades das florestas.

O diretor Pedro Neto ressalta a necessidade de conhecer as florestas para aprimorar a utilização correta dos recursos florestais: “Produzir informações sobre as nossas florestas é a melhor forma de valorizá-las, de potencializar o seu uso, além de subsidiar a formulação de políticas que estimulem a utilização sustentável de seus recursos, permitindo a geração de oportunidades com a manutenção das florestas em pé”.

Sobre o IFN

O Inventário Florestal Nacional (IFN) é uma iniciativa coordenada pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Em todo o país, equipes vão a campo medir as árvores, analisar sua saúde e vitalidade, coletar amostras do solo e de material botânico, entre outros aspectos. O objetivo é conhecer não só a quantidade dos recursos florestais, como também, o estado de conservação e a biodiversidade das florestas.

Além disso, são realizadas entrevistas com moradores do entorno das áreas pesquisadas sobre sua relação com a floresta e o uso dos recursos, como frutos, cascas, madeira, bambu, entre outros. O levantamento de dados em campo já passou por 26 unidades da federação e foi concluído em 18, totalizando 51% de todo o território nacional.

Saiba mais sobre o IFN: https://www.florestal.gov.br/inventario-florestal-nacional/ 

Fonte: SFB

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Plataforma Pau-Brasil vai agilizar exportações de produtos da biodiversidade

Iniciativa, proposta pela CNI, elimina documentos em papel do processo de importação e exportação ao integrar sistemas de registro de produtos do Ibama com o Portal Único de Comércio Exterior

Confederação Nacional da Indústria (CNI) comemora o lançamento recente da Plataforma de Anuência Única do Brasil (Pau-Brasil), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Fruto de três anos de negociações, a iniciativa cuida do registro de produtos da biodiversidade brasileira para importação e exportação, principalmente madeira nativa.

Ela integra os sistemas de Licenças Cites (Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção) e Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais), do Ibama, com o Portal Único de Comércio Exterior (Siscomex), do Ministério da Economia. Em 2019, a CNI entregou ao Ibama a publicação Gestão de Riscos nos Órgãos Anuentes do Comércio Exterior Brasileiro: uma avaliação da indústria, que apontava a necessidade de aperfeiçoamento desse processo.

De acordo o gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, a expectativa é que a digitalização do procedimento permita ganhos de agilidade e reduza de custos com a eliminação de papéis do processo. 

Plataforma Pau-Brasil vai agilizar exportações de produtos da biodiversidade


“A plataforma traz avanços na agenda de facilitação do comércio ao garantir ao usuário mais eficácia administrativa, ao governo uma melhor gestão da informação e efetividade nas auditagens das mercadorias e à sociedade maiores garantias de conformidade de produtos e mais transparência no acesso às informações”, afirma Davi Bomtempo.


Para a gerente de Comércio Exterior da CNI, Constanza Negri, a plataforma trouxe uma evolução importante do lado as exportações, mas é preciso integrar os sistemas do Ibama aos módulos de importação e de pagamento centralizado de taxas ao Portal Único de Comércio Exterior.

Plataforma Pau-Brasil vai agilizar exportações de produtos da biodiversidade


“Avanços na agenda de facilitação de comércio são prioritários para a indústria e para a melhoria da competitividade do país”, afirma.


Com a melhoria na gestão de riscos de produtos para exportação, o Ibama tem mais condições de se integrar ao Programa Operador Econômico Autorizado (OEA), da Receita Federal, que é outro pleito da CNI. Essa adesão permite que operadores confiáveis do comércio exterior possam contar com celeridade nos seus despachos de mercadorias.

Cerca de 35 mil produtos de madeira nativa são exportados por ano em todo o Brasil. A maior parte deles saem dos quatro principais portos que ficam nos estados do Pará, Paraná, Santa Catarina e Amazonas, por onde passam mais de 90% dos produtos da biodiversidade exportados.Editoria:

Fonte: CNI

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Exportações de produtos florestais somaram US$ 1,5 bilhão em 2021 em MS

Estado comercializou 4,1 milhões de toneladas; China é responsável por 52% das vendas

A exportação de produtos florestais de Mato Grosso do Sul fechou o ano de 2021 em US$ 1,508 bilhão, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O volume produzido foi de 4,149 milhões de toneladas, sendo a celulose majoritariamente responsável por 98,76% das mercadorias, seguida por papel e madeira com 1,24%. Este é o assunto do #MercadoAgropecuário desta segunda-feira (14).

Em comparação com 2020, o faturamento com as comercializações foi 10,8% menor, já que no ano anterior a soma total foi de US$ 1,691 bilhões. O volume exportado também teve uma queda de 9,39%, com o total 4,579 milhões de toneladas vendidas no mesmo período.

“Essa redução ainda pode ser reflexo de um cenário de instabilidade devido à pandemia da Covid-19, haja vista que o consumo de papel é um indicador secundário da atividade econômica”, explica o consultor técnico do Sistema Famasul, Clovis Tolentino.

Em 2021, a China se manteve como o principal destino dos produtos florestais de Mato Grosso do Sul com uma participação de 52,8%, seguida pelos Estados Unidos, com 15,4% e Itália com 8,5%. Ao longo do ano, os produtos florestais locais foram exportados para 71 países e foram responsáveis por 24,2% das principais comercializações da agropecuária no estado.

Eucalipto – Mais de 1,1 milhão de hectares de área plantada concentrada predominantemente da costa leste de Mato Grosso do Sul. A produção é liderada por Três Lagoas com 23,4%, seguido por Ribas do Rio Pardo e Água Clara, com 19% e 11,7% respectivamente.

Fonte: Famasul

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