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Bracell lança iniciativa de preservação de áreas de vegetação nativa em MS

A Bracell, empresa de produção de celulose solúvel da RGE estabeleceu meta de sustentabilidade para a preservação da biodiversidade em Mato Grosso do Sul. A companhia lançou hoje (16) o “Compromisso Um para Um”, uma iniciativa inédita no setor de celulose brasileiro, que contribuirá com a conservação das áreas de vegetação nativa em tamanho igual às áreas de plantio. Para cada um hectare plantado de eucalipto no Estado, a Bracell se compromete com a conservação de um hectare de área nativa. A meta será alcançada até o final de 2025. Em Mato Grosso do Sul a empresa se instalou em 2021 e tem 50 mil hectares de plantio de eucaliptos.

Nesta terça-feira, os representantes da Bracell Márcio Nappo, vice-presidente de Sustentabilidade e Comunicação Corporativa e Leonardo Genofre, gerente de Relações Institucionais, estiveram em audiência com o governador do Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja e o secretário de Estado de Produção, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar (Semagro) Jaime Verruck, apresentando o “Compromisso Um para Um”, reforçando os benefícios para o Estado e todo Brasil.

Em 2021, a companhia expandiu suas operações florestais para o Estado, marcado pelo início das atividades de plantio, operação de colheita e transporte de madeira. Uma sede administrativa está sendo instalada em Campo Grande e, no município de Água Clara a Bracell implantou uma unidade operacional com o objetivo de dar todo suporte às equipes em campo, e suas operações devem contribuir para o desenvolvimento econômico, além de gerar oportunidades de trabalho diretos e terceirizados na região.

Para o governador do Estado, a vinda da empresa em Água Clara reforça o compromisso do Estado em gerar emprego e renda nos municípios e transformar o Estado em um grande produtor florestal.

“O grupo atende nossa meta de expansão florestal mas o mais importante é fazer isso do ponto de vista de sustentabilidade. Pelo projeto a Bracell pretende que para cada hectare que eles produzirem de floresta eles vão preservar um hectare”, salientou.

O secretário de Meio Ambiente, Jaime Verruck salientou a importância desta lógica de preservação. “Eles pretendem fazer isso por meio de aquisição ou manutenção de parque, aquisição de áreas para parque. A meta do grupo é fazer 50 mil hectares. Eu considero uma meta positiva e ambiciosa. Então, imagina o seguinte, eles vão fazer os 20% de APP e reserva legal. Eles já têm uma meta sempre de preservar 30% dentro das propriedades arrendadas e agora vão buscar esse 70% fora dentro dos biomas”, explicou Verruck.

“O Compromisso Um para Um é um passo importante da Bracell em sua estratégia de sustentabilidade e está totalmente alinhado com os valores da companhia. Seguimos nosso propósito de que tudo o que fazemos deve ser bom para o país, o clima, as comunidades e os clientes, pois só assim será bom também para a Bracell”, afirma Márcio Nappo.

Atualmente, a proporção entre áreas cultivadas da companhia e áreas de conservação é de 0,56. “Esta iniciativa inédita é importante porque amplia a área de atuação da empresa na conservação da biodiversidade para além das nossas áreas de operação. Adotamos esse compromisso de forma permanente. Assim, caso a companhia aumente as áreas de plantio de eucalipto após 2025, proporcionalmente, será ampliado também o total de áreas conservadas, de forma a manter o Compromisso Um para Um”, detalhou Nappo. O investimento inicial previsto é de R$ 12 milhões, um valor que pode aumentar caso a empresa amplie as áreas de plantio.

Além da conservação de áreas nativas existentes nas áreas de produção da Bracell, o compromisso é de que a empresa apoie a conservação em áreas públicas e a recuperação de áreas degradadas por meio de parcerias com governos e outras instituições. Também vai atuar na prevenção e combate a incêndios florestais, ao desmatamento e furto de madeira nativa, caça ilegal e captura de animais silvestres.

Outro elemento central na estratégia da Bracell para proteger a biodiversidade é a constituição de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs). Nessas áreas de conservação de domínio privado são permitidas apenas atividades de pesquisa científica, educação ambiental e visitação turística. A Bracell possui quatro RPPNs, totalizando mais de 3 mil hectares de proteção integral da vegetação nativa, fauna e flora. Entre estas, destaca-se a RPPN Lontra, que recebeu o título de Reserva Avançada da Biosfera da Mata Atlântica pela Unesco e abriga centenas de espécies da fauna e flora silvestres, muitas delas raras e ameaçadas de extinção.

Parcerias

Diversas parcerias já estão sendo firmadas para alcançar a meta um para um. Recentemente, a Bracell assinou um termo de compromisso com a Fundação Florestal de São Paulo para patrocinar ações de proteção em 66 mil hectares de matas nativas, que incluem áreas relevantes da Mata Atlântica e do Cerrado Paulista. Também assinou com a Secretaria de Meio Ambiente da Bahia (Sema) um termo de cooperação mútua para executar ações conjuntas voltadas à proteção da biodiversidade em Unidades de Conservação (UCs) de Mata Atlântica no estado, como os Cânions do Subaé e a bacia do rio Subaúma. O objetivo é atuar em parcerias que contribuam para a conservação e a manutenção das UCs e preservarem o patrimônio natural, protegendo espécies endêmicas, raras e ameaçadas de extinção da fauna e da flora, e os recursos hídricos, garantidos pelas formações florestas.

A companhia também firmou parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica na qual apoiará ações para promover a restauração da Mata Atlântica em Áreas de Preservação Permanente (APP) e áreas de Reserva Legal, contribuindo para a formação de corredores ecológicos, conectividade de fragmentos remanescentes e preservação de recursos hídricos.

Somado a isso, a Bracell, que desde 2021 é associada ao Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), aderiu, em abril, às nove metas do Compromisso Empresarial Brasileiro para a Biodiversidade, iniciativa alinhada com a estratégia de sustentabilidade e que visa a reforçar a importância das boas práticas para a proteção da biodiversidade.

“Todas estas ações e parcerias firmadas fazem parte dos primeiros passos que estamos dando em direção à nossa meta. A companhia fará um balanço do compromisso e dos seus resultados anualmente, que serão verificados por uma auditoria independente e reportados no relatório de sustentabilidade da Bracell, disponível no site da empresa, que reúne informações de todas as nossas iniciativas”, finaliza Nappo.

Participou também da agenda o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Rocha.

Sobre a Bracell

A Bracell é uma das maiores produtoras de celulose solúvel e celulose especial do mundo, com duas principais operações no Brasil, sendo uma em Camaçari, na Bahia, e outra em Lençóis Paulista, em São Paulo. Além de suas operações no Brasil, a Bracell possui um escritório administrativo em Cingapura e escritórios de vendas na Ásia, Europa e Estados Unidos.

Fonte: Bracell

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Pragas florestais são tema de evento com indústrias

O evento faz parte da programação paralela do 34º Congresso Brasileiro de Zoologia

O que o manejo de javalis no Brasil, o controle biológico em plantios florestais e as ferramentas para monitoramento e controle de pragas têm a ver com o desenvolvimento da indústria no Paraná? Parece difícil associar temas de um debate científico aos desafios do setor produtivo. Mas estes são os três principais assuntos que estão unindo universidades, pesquisadores e profissionais da zoologia a setores da indústria do estado na I Conferência “Zoologia na Indústria, novas tecnologias e perspectivas no auxílio à cadeia produtiva”. O evento faz parte da programação paralela do 34º Congresso Brasileiro de Zoologia, que acontece de 22 a 25 de agosto, no Campus da Indústria, do Sistema Federação das Indústrias do Paraná, em Curitiba.

A Embrapa Florestas está na articulação do encontro sobre controle biológico de pragas florestais, que acontece no dia 24/08, a partir de 15h. Esta pauta entrou nas prioridades porque plantios de eucalipto e pinus no Paraná, utilizados pela indústria madeireira, moveleira e de celulose e papel, sofrem ameaça constante pragas florestais, especialmente alguns insetos como vespas, formigas e pulgões, e até de alguns mamíferos. No evento, serão debatidas tecnologias de controle biológico e seu impacto na cadeia de base florestal. 

Durante os três dias de evento, a conferência terá palestras e reuniões técnicas sobre temas pré-selecionados, de interesse do setor produtivo, relacionados a diferentes áreas da Zoologia. A intenção é estimular ações integradas que contribuam para levar conhecimento a gestores de empresas sobre desafios ligados a fatores naturais que impactam o dia a dia das indústrias.

Para Carlos Valter Martins Pedro, presidente do Sistema Fiep, o evento será uma grande oportunidade principalmente para algumas áreas ligadas ao agronegócio. “Este é um serviço importante que estamos disponibilizando para a indústria do nosso estado. Queremos iniciar com a formação de grupos de trabalho que vão poder compartilhar experiências a partir do conhecimento adquirido nas universidades para aplicação na rotina de algumas cadeias produtivas”, reforça.

Já para Luciane Marinoni, presidente da Sociedade Brasileira de Zoologia, também membro titular do departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e responsável pelo Congresso, falta comunicação entre quem produz conhecimento e quem aplica. “Se a academia não puder produzir conhecimento, realizar pesquisas, a indústria será com certeza afetada. Por isso estamos trazendo o setor para a programação do evento para que possamos trabalhar juntos”, justifica. “Empresários terão especialistas disponíveis para tratarem de assuntos de seu interesse. E a academia poderá levar suas demandas ao conhecimento deles, que poderão contribuir, por exemplo, na captação de recursos e no direcionamento de pesquisas em áreas que impactam diretamente seus negócios.”, alerta a professora.

Para este debate inicial, entre setor produtivo e especialistas, foram elencados três temas prioritários que vão nortear reuniões técnicas da conferência. Um deles é o de pragas florestais. Outro tema é o manejo e controle de javalis. A ameaça mais significativa dessa espécie exótica ao meio ambiente e ao agronegócio é de ordem sanitária, por serem agentes causadores e transmissores de diversas doenças que afetam a suinocultura industrial, outras espécies e até a saúde humana. 

Além de sua agressividade e facilidade de adaptação, a reprodução descontrolada de javalis e a ausência de predadores naturais resultam em uma série de impactos ambientais e socioeconômicos, principalmente para pequenos agricultores. Considerados invasores, eles causam perda da biodiversidade em escala global e representam um desafio para a conservação dos recursos naturais.

Para fechar a conferência, serão apresentadas experiências com uso de novas ferramentas para monitoramento e controle de pragas em plantações de cereais. Haverá apresentação de cases de sucesso, como por exemplo, o uso de drones em plantações de trigo no Rio Grande do Sul, que monitoram e verificam o momento mais apropriado para fazer o controle biológico de afídeos (pulgões). Essa técnica pode ser empregada em outras áreas da agroindústria paranaense.

Após cada palestra, haverá uma reunião técnica restrita entre representantes dos setores de interesse da indústria, afetados pela temática apresentada, e pesquisadores da área, no intuito de expor os problemas, desafios, verificar oportunidades e desenvolver potenciais soluções. Convidados do Sistema Fiep interessados em participar das reuniões técnicas serão isentos do custo de inscrição para a Conferência. Mas é preciso fazer a confirmação da presença pelo e-mail ariane.hinca@sistemafiep.org.br porque as vagas são limitadas.

*** No site www.cbzoo.com.br é possível encontrar a programação completa. O formulário de participação está disponível aqui e mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: alvo@alvoeventos.com.br ou pelo telefone (45) 3025-2121. 

Fonte: Agrolink

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Suzano abre inscrições para o Programa de Trainee 2023

Vem ser a Cara do Futuro disponibilizará 31 vagas em todo o Brasil para áreas florestais, industriais e corporativas da companhia

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está com inscrições abertas para o seu Programa de Trainee 2023, o Vem ser a Cara do Futuro. Alinhado ao compromisso da companhia em ser cada vez mais diversa e plural, o processo seletivo irá considerar todos os cursos e instituições e o idioma inglês não será critério de avaliação. As pessoas interessadas poderão se inscrever até o dia 9 de setembro via link https://www.suzano.com.br/traineesuzano/.

O processo seletivo será 100% online e, ao todo, serão disponibilizadas 31 vagas para atuar nas cidades de São Paulo (SP), Limeira (SP), Suzano (SP), Santos (SP), Imperatriz (MA), Aracruz (ES), Três Lagoas (MS), Ribas do Rio Pardo (MS) e Mucuri (BA).  Para participar, as pessoas candidatas devem ter formação entre dezembro de 2020 e dezembro de 2022, sem nenhuma pendência acadêmica, como TCC ou horas complementares. As vagas são para atuar nas áreas industriais, florestais e corporativas. 

A seleção para o programa contará com seis etapas principais. Em setembro, serão realizados os testes de fit cultural, e no mês seguinte as pessoas passarão por duas dinâmicas, sendo a primeira voltada para análise de soft skills, e a segunda voltada para as hard skills. Em seguida, haverá um momento não eliminatório com a liderança da companhia. Por fim, em novembro haverá a etapa final com apresentações para a diretoria da Suzano.

Com previsão de início das atividades da nova turma de talentos em janeiro de 2023, a empresa oferece benefícios diversos, como remuneração competitiva com o mercado, assistência médica e odontológica, seguro de vida, vale alimentação e vale-refeição (ou refeitório nas unidades industriais), vale-transporte (ou fretado nas unidades industriais), previdência privada, entre outros. 

Além disso, há também o subsídio de 50% em cursos de idioma conforme necessidade da área, em linha com a proposta da companhia de desconsiderar o inglês como critério de seleção, tornando o processo mais diverso e plural. Ainda, todas as pessoas selecionadas passam por um amplo Plano de Desenvolvimento e obtêm uma visão global da companhia e dos seus diferentes negócios, além de receberem treinamentos personalizados para cada trilha, seja ela corporativa, industrial ou florestal.

“A Suzano busca profissionais que queiram ser protagonistas de suas carreiras, visando uma alta performance e crescimento, e que sonham em gerar impacto positivo no mundo a partir de uma atuação responsável e empática. Abraçamos a diversidade e acreditamos que a pluralidade nos fortalece com a soma de diferentes ideias, origens e personalidades, por isso buscamos pessoas que se identificam com os nossos valores”, afirma Leonardo Mutti, gerente de Gente e Gestão da Suzano. 

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br.

Fonte: Suzano

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Caravana ILPF passa por três cidades de Mato Grosso do Sul

A Caravana Integração-La-Pecuária- Favorecer Longoesta (ILPF) produtores, técnicos da assistência rural, estudantes, pesquisadores e autoridades da semana em Mato Grosso do Sul: três cidades de Mato Grosso do Sul (10/8), Dourados Andradina (10/8), 8) e Campo Grande (8/11). Em Nova Anddina, 153 pessoas são Mateus à palestra técnica sobre o Sistema Mateus e os desafios do ILPF para o MS. Como palestras foram ministradas pelo pesquisador Júlio Cesar Salton, da Embrapa Agropecuária Oeste, e pela professora Rienni de Paula Queiroz, do IFMS. 

Em Dourados, a atividade foi realizada na manhã de quinta-feira, 11 de agosto, no auditório e nos campos experimentais da Embrapa Agropecuária Oeste. Na ocasião, os profissionais da assistência técnica especializada participaram da adoção, uma ferramenta agropecuária de avaliação e adoção de tecnologias. Em Campo Grande, foi realizado no Sindicato Rural, o painel com o tema “ILPF e Mercado de carbono”. A atividade aconteceu na quinta-feira, 11 de agosto, às 19hs e contornou mais de 120 participantes inscritos.

Foram Publicados na Agricultura e Ciência Proferidas por: Rogério Bere superintendente da Ciência Pro Tecnologia, Produção e MS Roberto Giolo de Almeida, pesquisador da Embrapa Gado de Corte; Miguel Tadeu Gonçalves Cadini, gerente de Negócios Florestais, da empresa Suzano Papel e Celulose; Renato Rodrigues, diretor para América Latina da empresa Regrow e André Dobashi, presidente da Aprosoja/MS.     

ILPF no Brasil – é uma tecnologia de produção agropecuária com grande potencial de efeito estufa e seque de estufa de gases de carbono pelo solo e biomassa, além socioambienta de uma série de outros benefícios econômicos. A implementação dos sistemas ILPF de acordo com as características de cada região 
 

Metas – Segundo estimativas para a safra 2020/202 da ILPF, uma área ocupada Rede com os sistemas ILPF no Brasil corresponde a 17,4 milhões de hectares. A Rede ILPF tem o propósito de ampliar essa área para 35 milhões de hectares até 2030, além de diversificar os sistemas de produção e aumentar a representatividade dos componentes florestais desses sistemas.
A Rede ILPF atualmente apoia uma rede com 16 Unidades de Referência Tecnológica (URT) e 12 Unidades de Referência Tecnológica e Pesquisa (URTP), entre os biomas brasileiros e participantes da participação de 22 Unidades de Pesquisa da Embrapa
 

Saiba Mais – O evento é uma realização da Rede ILPF e Embrapa que pretende levar informações e ampliar a área ILPF no Brasil, realizar diagnósticos regionais sobre a situação da ILPF em diversas regiões produtoras do país. A expedição técnica, composta por especialistas, vai percorrer mais de dez estados brasileiros entre os anos de 2022 e 2023.

Entre as principais atividades que serão realizadas pela equipe da caravana estão: dias de campo, palestras, visitas, capacitações, oficinas institucionais e técnicas aos diversos atores do agronegócio e diagnósticos sobre a situação da ILPF nas regiões.

Representantes da Rede ILPF, Bradesco, Cocamar, John Deere, Soesp, Syngenta, Embrapa e empresas apoiadas regionais e locais acompanhadas como atividades da Caravana ILPF, nas regiões onde o projeto é desenvolvido.

Fonte: Embrapa Florestas

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 Sylvamo estende licença e benefícios parentais para profissionais da companhia 

A Sylvamo, a Empresa de Papel do Mundo, estende benefícios parentais, tanto para os pais biológicos, como para adotivos. As novas políticas da empresa oferecem mais tempo para as mães biológicas se recuperarem do parto e os pais cuidarem de seus filhos.

A mudança inclui licença maternidade de até seis meses para as mães e 20 dias para os pais. Além disso, ambos têm até seis dias de folga remunerada para acompanhamento do filho nas consultas médicas e vacinas no primeiro ano.

”Sabemos que a chegada de um filho é um marco e representa uma nova fase cheia de desafios. É fundamental olhar para todas as realidades e garantir que os profissionais tenham os primeiros cuidados com a criança, seja por conta do aleitamento materno e saúde ou para uma adaptação no novo núcleo familiar”, comenta Ana Tasca, diretora de Recursos Humanos da Sylvamo 

A Sylvamo também apresenta outros benefícios para as mães da companhia. As profissionais que desempenham funções administrativas têm a possibilidade de trabalhar em regime home office no último mês de gestação e no primeiro ano de vida do bebê. Para as que atuam na área operacional, em turno rotativo, é feita uma adaptação da rotina para que assumam a transição para o trabalho administrativo durante o último mês de gestação e, por até dois meses, após o retorno da licença-maternidade.

Sobre a Sylvamo 

Sylvamo (NYSE: SLVM) é a empresa mundial de papel, com fábricas na Europa, América Latina e América do Norte. Nossa visão é ser o empregador, fornecedor e o investimento preferido. Transformamos recursos renováveis em papéis dos quais as pessoas dependem para educação, comunicação e entretenimento. Com sede em Memphis, no Tennessee, empregamos mais de 7.500 profissionais. As vendas líquidas de 2021 foram de US$ 3,5 bilhões.  

Fonte: Sylvamo

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Setor de florestas elabora plano para impulsionar mercado brasileiro de remoções de carbono na COP 27

Regulamentação das transações envolvendo certificados de remoções de CO2e é próximo desafio do encontro do clima

Empresas, pesquisadores e lideranças da silvicultura brasileira estão se mobilizando para incluir o potencial de remoção de carbono das florestas plantadas brasileiras nas discussões sobre esse novo mercado na COP 27, previstas para novembro, no Egito. A conferência terá como um de seus objetivos fundamentais a implementação dos artigos 6.2 e 6.4 do Acordo de Paris, que tratam das negociações de certificados de remoções de CO2e entre países para o cumprimento de suas NDCs – em português, Contribuição Nacionalmente Determinada, que reúne as metas do país para conter o aquecimento global, bem como para as organizações compensarem suas emissões. 

Atualmente os créditos de remoção de carbono das florestas plantadas são cada vez mais reconhecidos como grande esperança contra o aquecimento global, pois a redução de emissões se mostrou insuficiente para limitar o aumento das temperaturas em 1,5ºC neste século. Novas tecnologias de remoção estão sendo desenvolvidas e certificadas, e o CO2e comprovadamente removido por empresas ambientalmente engajadas começou a ser negociado recentemente como crédito, a um preço a partir de 100 euros por tonelada.

Em encontro recente intitulado “Diálogos sobre Silvicultura de Carbono”, organizado pelo Instituto de IPEF – Pesquisa e Estudos Florestais em Piracicaba (SP), a Aperam BioEnergia foi convidada a apresentar seu case de sucesso no mercado de carbono. Localizada no Vale do Jequitinhonha (MG), a unidade florestal da Aperam South America fez recentemente a primeira venda de uma empresa brasileira no mercado de remoções de CO2e. 

O Engenheiro Florestal da Aperam BioEnergia, Mario Melo, foi um dos palestrantes. Com o tema “Certificação de Carbono em Florestas Plantadas”, ele apresentou as ações inovadoras e inéditas da unidade, uma parceira fundamental da Aperam South America em sua jornada de sustentabilidade. “Graças às florestas da BioEnergia, a empresa se tornou a primeira do mundo em seu segmento a atingir a neutralidade entre emissões e remoções de carbono nos escopos 1 e 2”, lembrou o engenheiro. 

Mario também ressaltou o pioneirismo da BioEnergia com o contrato de comercialização de carbono celebrado com a canadense Invert Inc., abrindo as portas desse novo negócio para o Brasil. Devido às estratégias de sustentabilidade, tecnologias e processos, a Aperam BioEnergia comprovou ter removido 1.100 toneladas de CO2e da atmosfera com a aplicação de uma biomassa conhecida como Biochar no solo de suas florestas plantadas, que retém o dióxido de carbono por centenas de anos. O Biochar é uma parte do carvão vegetal produzido na unidade com a madeira das florestas renováveis de eucalipto. Por sua granulometria, não é aproveitado na siderúrgica, em Timóteo, como carvão vegetal para a produção do Aço Verde Aperam. “Nossa experiência gerou muito interesse porque esse é um mercado ainda pouco explorado, no qual o Brasil tem um potencial incrível”, disse Mario Melo.

Além de cases de sucesso e apresentação de estudos de carbono, o encontro organizado pelo IPEF definiu um plano de ação. Foi criado um grupo técnico permanente, com representantes das empresas associadas ao IPEF e a Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), além de convidados especiais. 

O grupo vai elaborar um documento científico, no formato executivo, tendo como base os resultados de vários trabalhos já promovidos no Brasil, no âmbito dos Programas Cooperativos do IPEF e instituições parceiras. O objetivo da publicação é levar os números e estudos relevantes sobre o setor para a COP 27.

Segundo Mario Melo, o IPEF possui um banco de dados extenso de estudos realizados ao longo dos anos, porém não estava sendo aplicado em inventários de carbono das empresas do setor. O engenheiro explica que, hoje, para fatores chaves que influenciam diretamente as remoções de carbono, são utilizados dados e padrões do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), que na maioria dos casos não retrata a realidade das florestas plantadas e nativas do Brasil. 

“A ideia principal é reunir esses dados e fazer um padrão Brasil vinculado ao IPCC, de acordo com região, clima, relevo etc, para explorarmos nosso real potencial de remoções”.

Hoje no Brasil não temos políticas claras para isso, a ideia é montar um documento técnico e levar para os órgãos públicos, Ministério do Meio Ambiente, para ser discutido na COP 27. Colocar o setor florestal brasileiro em pauta na COP 27.

Entenda a silvicultura de carbono

Diferentemente de outros setores, onde o carbono faz uma viagem apenas de ida para a atmosfera, as florestas funcionam como uma via de mão dupla, absorvendo carbono enquanto crescem ou se mantêm, e soltando quando degradadas ou desmatadas. 

Um estudo (https://www.nature.com/articles/s41558-020-00976-6) publicado em 2021 pela Global Forest Watch em parceria com o World Research Institute descobriu que as florestas do mundo emitem em média 8,1 bilhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera todos os anos por conta de desmatamento e degradação, e absorvem 16 bilhões de toneladas de CO2e por ano. 

O estudo aponta que, ”em nenhum setor, a natureza de duas dimensões do fluxo de carbono da floresta é tão aparente quanto nas florestas manejadas, que são cortadas e replantadas para produzir madeira”. 

Nessas áreas de manejo florestal, algumas porções de árvores são colhidas em intervalos planejados, resultando em emissões de carbono, enquanto outras são deixadas para crescer, absorvendo carbono”, explicou o WRI, em artigo.

Segundo o instituto, o que define se essas florestas serão fonte ou sumidouro de carbono é como elas são manejadas – quanto tempo entre cada ciclo de colheita, quanto da floresta é cortada, a idade das árvores e a área total a ser calculada. E é nesse quesito, o manejo, que o Brasil tem construído uma história de sucesso.

No Brasil, o setor cultiva hoje para fins industriais 9,55 milhões de hectares de florestas renováveis, boa parte em áreas que já foram degradadas. Por outro lado, destina 6,05 milhões de hectares para conservação de florestas nativas, segundo o Instituto Brasileiro de Florestas.  

Juntas, as duas áreas estocam 1,88 bilhão de CO2e. Portanto, além de evitar emissões, como ocorre no desmatamento, a indústria florestal remove e estoca carbono, tornando-se uma das principais esperanças do mundo contra o aquecimento global.

Fonte: Aperam

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Inscrições Abertas para o Encapp 2022

Já estão abertas as inscrições para a quinta edição do Encapp (Encontro da Cadeia Produtiva da Portas) que acontece entre os dias 14 e 16 de setembro, em Curitiba (PR). As inscrições gratuitas podem ser feitas até o dia 05/09, no site do evento: www.encapp.com.br  

O Encapp é o principal evento da cadeia produtiva da porta do país e tem como objetivo promover o network entre fabricantes e fornecedores do segmento de portas de madeira. Nesta edição, o Encapp acontece junto à Lignum Latin America, na Semana Internacional da Madeira. A mudança proporcionará mais visibilidade para as empresas expositoras e complementará a Semana com um importante segmento industrial madeireiro.

Entre os expositores do Encapp 2022 estão fabricantes e fornecedores de núcleos de portas, adesivos, ferragens, ferramentas, espumas para fixação, tintas, vernizes, vedações, revestimentos, máquinas e equipamentos. A lista completa de empresas pode ser vista abaixo:

·         Allparts

·         Baioni&Nyegray

·         CPI Tegus

·         Effisa

·         Eucatex

·         Gran.Casa

·         Hexacell

·         Jowat

·         Lamiecco

·         Mafercon

·         Pado

·         Perfilisa

·         Primer Brasil

·         Profile do Brasil

·         Roverplastik

·         Sauerland

·         Senai Arapongas

·         SPS Tecnologia Ambiental

·         Tecbril

·         Tito Ferramentas   

O Encapp realizado pela Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente) por meio do PSQ-PME (Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações), conta com os seguintes apoios institucionais: ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), ACR (Associação Catarinense Reflorestadores), Apre (Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal), Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso), FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), Senai-PR (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Estado do Paraná), Sinduscom (Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Ibirama) e SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). Além disto, os seguintes veículos de imprensa também apoiam o evento: B.Forest, Madeira Total, Mais Floresta e Revista Referência.

Para mais informações acesse: www.encapp.com.br

Fonte: ABIMCI

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Plano ABC+ entra em vigor em setembro

Começará a vigorar – a partir de 1º de setembro – o Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (ABC+) para o período 2020-2030. A portaria que detalha a política setorial – criada para reduzir emissões de carbono pelo setor agropecuário brasileiro por meio de incentivos e fomentos a tecnologias ambientais – foi publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (11) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Segundo o ministério, o plano ABC+ tem como meta “promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos, considerando uma gestão integrada da paisagem rural”.

Metas
Entre as metas projetadas até o ano de 2030 está a de ampliar, em 30 milhões de hectares, as áreas destinadas à adoção de práticas para recuperação de pastagens degradadas; em 12,58 milhões de hectares as áreas voltadas à adoção de sistemas de plantio direto; e em 10,10 milhões de hectares as áreas com adoção de sistemas de integração.

O governo prevê, também a ampliação, em quatro milhões de hectares, da área a ser destinada à adoção de florestas plantadas; em 13 milhões de hectares a área com adoção de bioinsumos; em três milhões de hectares, a região com adoção de sistemas irrigados; em 208,40 milhões de metros cúbicos a adoção de manejo de resíduos da produção animal; e em cinco milhões os bovinos em terminação intensiva.

Ao “estimular a adoção de sistemas, práticas, produtos e processos de produção sustentáveis”, o plano ABC+ pretende diminuir vulnerabilidades e aumentar a resiliência dos sistemas de produção agropecuários, conservando recursos naturais e aumentando a biodiversidade e a estabilidade climática dos sistemas produtivos.

Fonte: Agrolink

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Em parceria com FGV-IBRE, Ibá lança caderno de Emprego e Renda, com impactos sociais positivos da atividade de base florestal

Levantamento inédito da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), em parceria com FGV-IBRE, indica que o setor de base florestal gera 2,8 milhões de oportunidades no país. O relatório Emprego e Renda no Setor de Árvores Cultivadas está disponível no site da Ibá e mapeia o valor gerado para a cadeia produtiva e comunidades onde as companhias estão inseridas. Das 2,8 milhões de oportunidades no Brasil, 536,4 mil são entre empregos diretos, 1,5 milhão indiretos e 805,4 mil de oportunidades e rendas induzidos. Para estes trabalhadores, presentes nos mais de 1.000 municípios em que o setor atua, é gerada uma renda que somou R$ 122,7 bilhões.

O Caderno conta com nove histórias de pessoas que tiveram oportunidades a partir da influência do setor de árvores cultivadas nas suas regiões. Cases de qualificação profissional, desenvolvimento socioeconômico nas comunidades, geração de trabalho e renda na agricultura familiar, ações de reflorestamento entre outros projetos ganham luz e mostram caminhos voltados à sustentabilidade. Associadas Ibá que participam do relatório com seus cases são Cenibra, Eldorado Brasil, Ibema, Melhoramentos, Norflor, Suzano, Sylvamo e WestRock.

Acesse aqui o estudo completo.

Fonte: IBÁ

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Novas versões dos softwares SIS da Embrapa e suas contribuições para o manejo florestal de precisão

Este foi um dos assuntos do 9º Workshop Embrapa Florestas/Aprepa, no dia 03 de agosto, entrada pelo pesquisador Edilson de Oliveira, da Embrapa Florestas, palestrante do  Painel 2, sobre Planejamento Florestal avançado. 

O pesquisador mostrou os avanços em modelagem matemática e análise econômica incorporada aos simuladores de crescimento e produção florestal da Sis, SisILPF e Planin, da Embrapa. Edilson de Oliveira apresentou os novos gráficos gerados pelos softwares , como os custos e acumuladores do Planin, bem como as variáveis ​​básicas para o gerenciamento de precisão. Ele fez um gráfico especial com o número de recursos que podem ser compensados ​​para árvores de si mesmos, incluindo os aninhados de emissão de animais de animais de nenhum sistema.  

Na apresentação, o pesquisador apresentou dez livros publicados pela Embrapa, livros sobre pinus, cedro-autraliano, eucalipto-autraliano, eugno-africano e aucteca, que receberam aplicações para aplicativos até silvicultura de precisão. A utilização por segmentos demonstra sua importância e amplitude de usos.


Saiba mais sobre os softwares da série Sis
Os softwares contemplam espécies dos gêneros Pinus e Eucalyptus , além de acácia-negra, araucária, bracatinga, cedro-australiano, mogno-africano e teca. Eles aumentarão informações que permitirão otimizar a produção a renda do produtor. Fáceis de operar, os programas auxiliares como tomada de decisão sobre quando, quanto como desbastar, e quando fazer a colheita final. Os sistemas indicam o crescimento e produção das árvores e possibilitam simular vários desbastes, gerando para cada um e para a colheita final, uma tabela de produção por classes de diâmetro. Além disso, são fornecidos os volumes de madeira por tipos de utilização industrial, tendo por base as dimensões de toras conforme o usuário indicado.

Os softwares são utilizados por empresas/instituições em diversas atividades, especialmente com o manejo e a floresta da floresta, de assistência técnica rural, institutos ambientais, cooperativas, secretarias municipais, associações e associações e têm usado os sistemas para dar assistência técnica e auxiliar na implementação de universidades de incentivo ao reflorestamento e técnicas de reflorestamento, em atividades de centros, pesquisa e extensão, por consultorias, profissionais autônomos e produtores ações de forma independente ou por meio da assistência técnica

Por ano, em média, são feitos quatro mil downloads dos softwares da série pelo link https://www.cnpf.embrapa.br/software/ , um número que permanece alto com o passar dos anos, segundo a análise do pesquisador.

O 9º Workshop é uma realização da APRE e da Embrapa Florestas, com patrocínio de Becomex, Lavoro/Florestal, e Trimble; e apoio da Abimci, Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor), Sistema Fiep, Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná (Fupef), Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), Universidade Federal do Paraná (UFPR) ), Unicentro Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Fonte: Embrapa Florestas

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