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Florestas plantadas: o futuro da bioeconomia

Artigo de Zaid Ahmad Nasser*

No dia 21 de setembro, comemora-se o Dia Mundial da Árvore, data criada para conscientizar a população sobre a importância dessa que é uma das maiores riquezas naturais que temos, fundamental para o meio ambiente e para a sociedade. No setor florestal, a preocupação com o futuro do planeta está sempre presente, e a atividade é pautada na sustentabilidade. Entendemos que, além da contribuição direta como fonte de insumo para os mais diversos fins, as árvores plantadas são um fator-chave para a redução da pressão sobre a necessidade de extração de madeira de áreas nativas.

É importante destacar que, aqui, os plantios florestais são distribuídos em mosaicos, alternando o cultivo de floresta plantada com área de floresta nativa. Isso quer dizer que a preservação e a conservação de matas nativas acontecem no entorno das áreas plantadas, com a formação de extensos corredores ecológicos. Ou seja: a expansão da base florestal ocorre somente onde não há mata nativa. Onde a floresta nativa existe, ela fica preservada, mantendo as características das espécies vegetais e animais para conservação e reprodução; reduzindo o impacto ambiental; e contribuindo para a conservação dos solos e produção e manutenção de água.

No Paraná, um dado bastante significativo pode exemplificar: para cada hectare de área plantada, existe mais um hectare de floresta nativa destinada à preservação. Há imóveis rurais no Estado em que o percentual utilizado para plantios de florestas de uso comercial chega a somente 38% do imóvel, e grande parte permanece com a vegetação nativa preservada. Portanto, sob a ótica do uso do solo x preservação, o Paraná se mostra com mais áreas preservadas do que plantadas com espécies de uso comercial, como o pinus e o eucalipto. Esses números mostram que, mais do que cumprir o que a legislação exige, as empresas de base florestal estão alinhadas com o que se espera de empresas éticas e comprometidas com a sociedade. Por isso, tenho convicção de falar que o setor florestal paranaense é a atividade que mais preserva o meio ambiente.

Mas, além de falar sobre preservação, precisamos destacar também a importância das árvores no combate às mudanças climáticas, já que a atual situação exige uma atenção especial com o meio ambiente e com os recursos naturais. Esse assunto está em alta no mundo inteiro, e é cada vez mais evidente a necessidade de se repensar o sistema econômico global. Nesse contexto, a bioeconomia surgiu como um conceito para enfrentar desafios, abordando as causas profundas do uso insustentável dos recursos naturais e buscando equilibrar o valor econômico e o bem-estar social com o meio ambiente e a sustentabilidade. E qual setor terá destaque nessa discussão? O florestal, sem dúvida!

As árvores são essenciais nessa discussão e a madeira é o futuro, pois é o material que tem mínimo impacto ambiental por ser renovável, contribui para retenção de CO² na atmosfera, entre outros inúmeros benefícios. Inclusive, o relatório “Produtos florestais na bioeconomia global”, em tradução livre, lançado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), apontou que o desenvolvimento econômico a partir do uso sustentável da floresta é a chave para as mudanças necessárias e urgentes, começando com a substituição de produtos fósseis por produtos provenientes de florestas plantadas.

O consumidor final está cada vez mais buscando a sustentabilidade, e isso é um grande estímulo para o setor florestal. São novas oportunidades. Temos percebido também o reconhecimento mundial da sociedade, do consumidor na ponta, de que a atividade florestal é sustentável. É importante citar que o setor de florestas plantadas está de olho no futuro, sempre buscando desenvolver novas tecnologias que agreguem valor ao produto florestal. Nanocelulose, tecido, cápsula de remédio, curativo e até glitter à base de celulose são alguns exemplos.

Mas, apesar de toda essa discussão, há um setor com enorme potencial para a madeira e que ainda pouco a utiliza: o da construção civil. Segundo um estudo divulgado pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), ao utilizar a madeira como material construtivo, a emissão de gases de efeito estufa pode ser reduzida em 31%, quando comparada com uma obra convencional. E esse material ainda diminui o desperdício em 30% e reduz em até 80% o uso de energia elétrica. Do outro lado, temos números alarmantes: de acordo com a organização não-governamental World Wide Fund for Nature (WWF), a construção civil é responsável por 47% das emissões de gases de efeito estufa; o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apontou que as edificações respondem por 40% do consumo global de energia; estima-se que esse setor consuma entre 40 e 75% dos recursos existentes; e, no Brasil, a construção gera aproximadamente 25% do total de resíduos da indústria e 60% do lixo sólido das cidades.

E precisamos ir além, falando também sobre déficit habitacional. Atualmente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que há mais de 7,5 milhões de famílias que moram em residências precárias ou improvisadas. Para garantir habitação para todos, o governo brasileiro precisaria investir, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), R$ 76 bilhões por ano para promover políticas públicas de moradia.

Para melhorar todos esses cenários, a solução é fácil: investir em construções limpas, com matérias-primas renováveis, e a alta demanda habitacional do país é uma excelente oportunidade de crescimento para o setor. Um sistema construtivo como o wood frame, por exemplo, que é inovador, sustentável e ágil, possibilita que a obra seja 50% mais rápida. Além disso, qualquer coisa pode ser construída com madeira hoje. Na Universidade de British Columbia, no Canadá, existe um alojamento de 53 metros e 18 andares, o prédio de madeira mais alto da atualidade. Na Noruega, está em construção um edifício de 85 metros. E, no Japão, há a previsão de construção de uma torre com 350 metros.

Então, por que a discussão não avança? O que identificamos nessa jornada em prol da construção sustentável é que a principal barreira ainda é a falta de conhecimento. Crenças populares, como a relação de que casas de madeira são inferiores, para a população de baixa renda; dificuldade de inserir o assunto na academia; e normatização foram tópicos que nos chamaram a atenção.

Para que a construção sustentável seja realidade no Brasil, precisamos ultrapassar essas barreiras. O primeiro passo é investir em informação. Por que a madeira, conhecida pelos franceses como biomaterial, não é integrante da nossa cultura construtiva? Precisamos utilizar mais esse material fantástico, que é usado em larga escala no mundo inteiro, e que é excelente para o contexto ambiental em que estamos vivendo. A madeira é um ótimo isolante; é esteticamente bonita; ecologicamente correta; tem estruturas rápidas de construir, o que reduz tempo de obra, custos, desperdício; e muitas outras vantagens. Essas construções limpas, sustentáveis, serão fundamentais para o nosso futuro, e precisamos apostar em fontes renováveis para alinhar produção e consumo.

Também devemos aproveitar a nossa capacidade de produzir madeira, já que desenvolvemos uma das melhores silviculturas do mundo. Quando falamos em crescimento anual das árvores plantadas, o Brasil possui os melhores índices – em comparação com outros países que possuem como base a produção florestal, somos líderes, podendo chegar a um crescimento até sete vezes maior. O Paraná também segue nessa linha e é referência em termos de produtividade.

Por todas as informações aqui destacadas, reforçamos que o setor florestal é o protagonista da bioeconomia e tem potencial para fazer a diferença. Nos últimos 20 anos, as empresas têm trabalhado fortemente para aproveitar mais a madeira, aumentando a produtividade, com investimento em tecnologia e genética, e diminuindo impactos. Estamos focados em gerar crescimento econômico e desenvolvimento socioambiental, além de soluções para a nova economia. Somos uma indústria que tem o compromisso com o desenvolvimento sustentável, por meio de ações focadas nas pessoas, no meio ambiente e na prosperidade das comunidades.

*Zaid Ahmad Nasser é presidente da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) e diretor do Grupo The Forest Company. Profissional com mais de 15 anos de experiência no setor, é formado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR); pós-graduado em Engenharia e Segurança do Trabalho e Engenharia de Logística; e possui MBA em Gestão Estratégica de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fonte: APRE

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Restauração florestal, plantios de eucalipto e conservação da biodiversidade ganham destaque no Sul da Bahia

Empresa de celulose planta mais de 16 milhões de árvores por ano. Plantio exerce papel fundamental para o sequestro de CO2 no Sul da Bahia

No Dia da Árvore, celebrado em 21 de setembro, a Veracel mantém seu compromisso permanente de conservação da biodiversidade da região em que atua, o Sul da Bahia, com ações de educação e conservação ambiental, prevenção a incêndios florestais, incentivo a pesquisas científicas, entre outras ações. Os números traduzem a importância das ações: são 16.393.982 árvores de eucalipto plantadas para fins industriais e outras 177.286 árvores nativas para restauração, totalizando 16.571.268 mudas em 2021. O plantio comercial de eucalipto foi da espécie Eucalyptus urograndis, e o das nativas englobou cerca de 30 espécies distintas por hectare restaurado.

“É importante destacar que tanto o eucalipto dos plantios comerciais quanto as árvores nativas usadas na restauração exercem um papel fundamental para o sequestro de carbono da atmosfera, minimizando os efeitos das mudanças climáticas”, diz Virginia Londe de Camargos, coordenadora de Estratégia Ambiental e Gestão Integrada da Veracel. “Se eu pudesse dar um conselho para as pessoas, eu diria: plantem árvores”, conclui a coordenadora.

O manejo florestal da Veracel é 100% certificado, e seus processos de produção são altamente responsáveis, o que propicia a conservação dos recursos naturais. A empresa possui mais de 100 mil hectares de área destinada à conservação ambiental e é guardiã da maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de Mata Atlântica do Nordeste brasileiro, a Estação Veracel, que recebeu o reconhecimento de Serviços Ecossistêmicos pela conservação da biodiversidade do Forest Stewardship Council® – FSC® C017612, emitido no Brasil pela certificadora Imaflora. Além disso, a RPPN está entre as 20 áreas do mundo com maior número de animais e de espécies arbóreas.

Além de manter a RPPN Estação Veracel, a companhia faz restauração florestal de 400 hectares por ano em áreas que anteriormente eram pastagens, propiciando a formação de corredores ecológicos que possam conectar fragmentos florestais de Mata Atlântica no seu território de atuação. Restaurar significa plantar árvores para restabelecer florestas naturais. Para isso, a Veracel considera uma lista das espécies que podem ser usadas e utiliza cerca de 30 espécies por hectare de restauração.

 

Plantio de eucalipto e de árvores nativas

Para cada hectare de área plantada, a Veracel destina 1 hectare de área para preservação e conservação ambiental. Em 200 mil hectares, cerca de 100 mil são de plantio de eucalipto e 100 mil são de áreas destinadas à vegetação nativa.

A empresa já plantou cerca de 7.500 hectares de restauração, com espécies nativas, totalizando mais de 5 milhões e 800 mil mudas de nativas desde o início do Programa de Restauração, iniciado em 1994. Esse processo já conectou aproximadamente 65 mil hectares de florestas naturais na região. Isto significa proteção para a circulação da fauna entre as áreas naturais, disponibilidade de recursos alimentares e água, além da troca genética que garante a manutenção das espécies.

Os plantios em mosaicos, onde o eucalipto é mantido no platô e as áreas dos vales são destinadas à conservação ambiental, trazem benefícios mútuos. Nesse modelo, há uma quantidade grande de interações entre insetos e plantas, colaborando para o controle de pragas e doenças nos plantios de eucalipto e fornecendo a proteção para a circulação da fauna.


Amigos da Fauna

Outro ponto interessante é que o Programa Amigos da Fauna, da Veracel, tem mostrado que a floresta de eucalipto é usada pela fauna para deslocamento, funcionando como um corredor entre um fragmento e outro, dando cobertura vegetal e segurança para o deslocamento e a circulação dos animais. A Veracel incentivou seus colaboradores a fotografar a fauna presente nas áreas da empresa, tanto nativas quanto em área de plantio, e 70% das fotos recebidas foram tiradas dentro dos plantios de eucalipto.


Árvore é árvore

Por ser uma árvore de crescimento rápido e própria para o uso comercial, o eucalipto fornece a madeira necessária para a produção de celulose e papel que usamos no nosso dia a dia, contribuindo para a conservação da Mata Atlântica.

Além disso, os dois tipos de árvore exercem o mesmo papel na natureza: precisam de água, fazem fotossíntese, realizam o sequestro de CO2 (retirada de carbono da atmosfera) e, portanto, minimizam os efeitos das mudanças climáticas. Hoje se sabe que o sequestro do CO2 é maior no momento de crescimento mais intenso, que são os primeiros anos de vida das árvores, tanto de nativas quanto de eucalipto. A floresta nativa, num dado momento, se autoproduz, isto é, ela já não tem mais excesso de CO2, porque o que sequestra equivale ao que emite para sua sobrevivência, atingindo um equilíbrio.

A manutenção da quantidade e da qualidade de água ocorre onde há árvores – o eucalipto consome água para viver tal qual as árvores de espécies nativas. Estudos de monitoramento de microbacias hidrográficas nas áreas da Veracel, realizados há 16 anos, mostram que há um equilíbrio na disponibilidade de água existente entre as microbacias que possuem plantio de eucalipto e as com vegetação nativa. As árvores contribuem ainda para a amenização das temperaturas e purificação do ar (menos poluição e melhor qualidade do ar).

“Portanto, eucalipto é árvore, eucalipto é vida e poupa a mata nativa”, lembra Virginia.

Curiosidade histórica

Na RPPN Estação Veracel há exemplares que datam cerca de 800 anos, segundo pesquisadores, e provavelmente presenciaram a chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil. A Estação Veracel é uma floresta natural no bioma Mata Atlântica que foi reconhecida pelo ICMbio como RPPN, visando à conservação da floresta perpetuamente.

 

Sobre a Veracel Celulose

A Veracel Celulose celebra 31 anos de atuação em 2022. Com a fábrica em Eunápolis, no Sul da Bahia, a companhia integra operações florestais, industriais e de logística em mais 10 outros municípios da região. Responsável pela produção de 1,1 milhão de toneladas de celulose/ano, 100% da madeira de eucalipto utilizada no processo produtivo é certificada ou controlada em conformidade aos princípios e critérios de padrões normativos internacionais FSC e CERFLOR. Com 50% de participação cada, seus acionistas são duas grandes operadoras no setor de celulose e papel em âmbito internacional: a brasileira Suzano e a sueco-finlandesa Stora Enso.

A Veracel é considerada como uma das melhores empresas para se trabalhar na Bahia, de acordo com o selo Great Place to Work (GPTW). Além dos mais de 100 mil hectares de área protegida ambientalmente, é guardiã da maior Reserva Particular do Patrimônio Natural de Mata Atlântica do Nordeste brasileiro, a Estação Veracel, que recebeu o Certificado de Serviços Ecossistêmicos do Forest Stewardship Council® – FSC® C017612, emitido no Brasil pela certificadora Imaflora.

Além dos contratos de parceria com produtores locais, totalizando mais de 20 mil hectares, a Veracel possui 3.191 empregos diretos e cerca de 16 mil beneficiados pelas iniciativas de educação, saúde e geração de renda, desenvolvidas nos últimos anos.

Ser responsável, inspirar pessoas e valorizar a vida é o nosso propósito!

Fonte: Veracel Celulose

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Encapp 2022 potencializa a interação entre empresas e prospecção de novos negócios

O Encapp (Encontro da Cadeia Produtiva da Porta) que aconteceu entre os dias 14 e 16 de setembro, em Curitiba (PR), se consolidou como um ponto de encontro entre fornecedores da cadeia produtiva da porta e fabricantes do produto, assim como, uma importante vitrine de lançamentos de soluções e tecnologias. O evento, que neste ano integrou a Semana Internacional da Madeira, recebeu 2698 visitantes, resultado 80% superior ao da última edição realizada em 2019.

“O Encapp é um encontro e oportunidade estratégica para atualização sobre as novidades tecnológicas e lançamentos de produtos que as empresas fornecedoras da cadeia produtiva da porta desenvolvem. Isso é possível graças ao público altamente especializado que visita o Encontro e participa das Rodadas de Negócios”, afirmou Paulo Pupo, superintendente da Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente), entidade realizadora do Encapp por meio do PSQ-PME (Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações).

A realização do Encapp junto à Lignum Latin America proporcionou uma melhor integração do segmento de portas em uma feira que abrange outros segmentos do setor industrial madeireiro. “Nos três dias do evento, tivemos também aumento significativo de público visitante, o que proporcionou mais prospecção de negócios para os expositores”, avaliou o superintendente da Abimci.

Os expositores do Encapp também participaram de forma exclusiva da Rodada de Negócios, realizada nos dias 15 e 16 de setembro. Cerca de 120 pessoas, entre fabricantes de portas e fornecedores da cadeia estiveram presentes.  “A sinergia proporcionada entre as duas pontas da cadeia é sempre uma oportunidade única para a apresentação das novidades e soluções desenvolvidas para o segmento de portas”, afirmou Paulo Pupo.

A quinta edição do Encapp contou com 21 empresas expositoras – Allparts, Baioni&Nyegray, CPI Tegus, Effisa, Eucatex, Gell Techno Solutions, Gran.Casa, Hexacell, Jowat, Lamiecco, Mafercon, Pado, Perfilisa, Primer Brasil, Profile do Brasil, Roverplastik, Sauerland, Senai Arapongas, SPS Tecnologia Ambiental, Tecbril, Tito Ferramentas -, que apresentaram seus lançamentos, novas tecnologias e soluções construtivas, em uma área de 400 m², exclusivamente destinada à prospecção de novos negócios.

Percepção dos expositores

A realização do Encapp junto à Lignum Latin America foi destacada por algumas empresas expositoras, caso da Effisa, que participa do Encontro desde a primeira edição. “Ficamos surpresos em relação ao número de visitantes e compreendemos que a realização conjunta dos eventos possibilitou a integração de toda a cadeia, desde a colheita de madeira até o acabamento final dos produtos”, avaliou Tiago Correa da Rosa, gerente comercial da empresa.

O gerente técnico da Mafercon, Edson Fabio Cividini, corrobora com a avaliação. “Esta foi nossa terceira participação e nos surpreendeu a alta visitação, o que nos permitiu a realização de muitos contatos e novos negócios”.

Para a Hexacell, a realização desta edição do Encapp, permitiu a potencialização de oportunidades. “Conseguimos construir relacionamento até mesmo com empresas expositoras e visitantes da Lignum que encontramos sinergia”, afirmou o diretor Fabiano Ulian.

O diretor comercial da CPI Tegus, Marcelo Gama, contou que a empresa ficou muito satisfeita com a feira. “Como sempre, recebemos um público muito qualificado. Vejo que foi uma grande sacada a realização conjunta com a Lignum porque o evento ficou mais robusto”.

A Primer Brasil, considerou assertiva a organização do Encapp junto à Lignum. “O movimento voltado para o Encapp ocorreu mais intensamente, sem contar que nós como empresários pudemos ampliar nossas oportunidades de negócios”, disse a diretora administrativa, Daniele Campagnin.

A Gell Techno Solutions estreou nesta edição do Encapp e para Joel Rosa, engenheiro de produção da empresa, a participação permitiu proximidade com os clientes. “O relacionamento próximo junto aos clientes foi muito positivo, assim como a prospecção de novos”, analisou.

O Encontro também foi positivo para a SPS Tecnologia Ambiental. “Participamos pela primeira vez desta importante rede de integração da cadeia produtiva da porta. Para nossa empresa foi uma experiência fantástica porque tivemos a oportunidade de apresentar nossas soluções para empresas nacionais e da américa latina”, afirmou Percy Stork, diretor da empresa.

Para a Eucatex o Encapp é muito produtivo para o segmento de produção de portas. “Isso porque promove uma integração entre fornecedores e fabricantes possibilitando assim a realização de novos negócios”, disse Alexandre Katsukake, Gerente de Produto Indústria e Revenda.

Rodada de Negócios

Na Rodada de Negócios, os expositores do Encapp tiveram contato direto com as 21 empresas fabricantes de portas de madeira que fazem parte do PSQ-PME. Este diferencial do Encapp foi apontado pelo gerente comercial da Allparts, Ulises Pereira. “A rodada de negócios foi muito positiva e percebo que a cada edição ela se profissionaliza mais. Os fabricantes vêm abertos para escutar e interagir, o que nos proporciona bons negócios que serão concretizados nos próximos meses”.   

A consolidação da Rodada de Negócios também foi destacada por Keni Pacheco, gerente comercial da Lamiecco. “Percebemos que nesta edição, a Rodada de Negócios teve maior participação dos decisores de compras das empresas fabricantes de portas. Isto agiliza muito o processo de venda”, avaliou.

O gerente de construtora da Pado, Robson Duarte da Silva, vê o Encapp e a Rodada de Negócios como um workshop. “Os contatos que acontecem durante o Encontro e a Rodada de Negócios permitem a melhoria de nossos produtos e o desenvolvimento de novas ideias porque temos contato direto com os profissionais das indústrias de portas”.

O CEO da Profile do Brasil, Gilmar Pedro Bampi, vê a Rodada de Negócios como uma ação estratégica para a empresa. “Avalio sempre a quantidade de viagens que seriam necessárias pelo país inteiro para visitar todas as empresas que estão aqui. A Rodada de Negócios completa perfeitamente a feira e é uma inovação para o mercado porque coloca na mesma sala todos os fornecedores que também são concorrentes”.

Fonte: ABIMCI

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Veracel promoveu encontro com parceiros florestais em Eunápolis

Primeiro encontro pós-pandemia estreita diálogo com produtores rurais

A Veracel Celulose promoveu ontem, dia 21, o Encontro dos Parceiros Florestais. O primeiro encontro presencial realizado pós-pandemia teve o objetivo de ampliar o diálogo entre a empresa e os produtores. “Este encontro é para que possamos ter um ambiente aberto e de confiança que contribua para a tomada de decisões”, disse Caio Zanardo, diretor-presidente da Veracel.

Zanardo iniciou sua fala fazendo uma reflexão sobre o cenário político atual, da situação climática mundial e do pós-pandemia. “Trouxe esse cenário para que possamos pensar juntos. Conhecer a realidade do dia a dia é importante”, disse. O diretor-presidente falou ainda sobre o propósito da Veracel, destacando que a empresa integra um ecossistema e “não quer crescer sozinha”. “Queremos inspirar, valorizando a potencialidade da região em relação às pessoas”, ressaltou, ao falar da abertura das inscrições do Programa Jovem Aprendiz Veracel 2022, que vai oferecer 40 vagas nos cursos de Assistente Administrativo e Auxiliar de Fibra Celulósica para jovens da região, com o propósito de desenvolver a mão de obra local.

Durante o encontro, os parceiros florestais da Veracel puderam conhecer e tirar dúvidas sobre novas tecnologias que estão sendo utilizadas pela empresa no plantio de eucalipto a fim de conseguir maior aproveitamento do solo e maior produtividade das florestas plantadas. Atento à apresentação sobre as novas tecnologias, o produtor florestal Robson Costa concorda que a tecnologia é uma grande aliada que oferece maior segurança e agilidade na medição das áreas, por exemplo.

Na oportunidade, Caio Zanardo apresentou aos parceiros florestais o novo diretor Florestal da Veracel, Márcio Veiga. Há dez anos atuando como diretor Administrativo-Financeiro na Veracel, Márcio Veiga tem uma experiência de 20 anos em empresas do setor de celulose e papel no Brasil e no exterior. “Minha meta é perpetuar nosso negócio de forma sustentável. Tenho confiança no time, e temos parceiros fortes na região”, destacou Márcio.


Aliança para o plantio de eucalipto


O programa Aliança da Veracel é direcionado a produtores rurais de municípios do Sul da Bahia que tenham interesse em fazer parceria florestal para o cultivo de eucalipto em suas propriedades. O programa conta com quatro opções de parceria: arrendamento de terra, fomento, compra de terra e compra futura da madeira de eucalipto.

Como um bom negócio para o produtor, o cultivo de eucalipto é uma alternativa para diversificar e ampliar a renda, além de desenvolver a região.

Presente no evento, a produtora florestal Tarcilia Sartorio, proprietária de uma fazenda em Porto Seguro, contou que já está no terceiro ciclo de plantio de eucalipto em sua propriedade e que o programa florestal da Veracel deu uma segurança financeira para a família. “Aprendemos muito sobre a questão ambiental. Espero que possamos estreitar mais o diálogo dos produtores com a Veracel. Eu acredito na perpetuidade deste negócio”, disse Tarcilia.

 
Sobre a Veracel Celulose

A Veracel Celulose celebra 31 anos de atuação em 2022. Com a fábrica em Eunápolis, no Sul da Bahia, a companhia integra operações florestais, industriais e de logística em mais 10 outros municípios da região. Responsável pela produção de 1,1 milhão de toneladas de celulose/ano, 100% da madeira de eucalipto utilizada no processo produtivo é certificada ou controlada em conformidade aos princípios e critérios de padrões normativos internacionais FSC e CERFLOR. Com 50% de participação cada, seus acionistas são duas grandes operadoras no setor de celulose e papel em âmbito internacional: a brasileira Suzano e a sueco-finlandesa Stora Enso.

A Veracel é considerada como uma das melhores empresas para se trabalhar na Bahia, de acordo com o selo Great Place to Work (GPTW). Além dos mais de 100 mil hectares de área protegida ambientalmente, é guardiã da maior Reserva Particular do Patrimônio Natural de Mata Atlântica do Nordeste brasileiro, a Estação Veracel, que recebeu o Certificado de Serviços Ecossistêmicos do Forest Stewardship Council® – FSC® C017612, emitido no Brasil pela certificadora Imaflora.

Além dos contratos de parceria com produtores locais, totalizando mais de 20 mil hectares, a Veracel possui 3.191 empregos diretos e cerca de 16 mil beneficiados pelas iniciativas de educação, saúde e geração de renda, desenvolvidas nos últimos anos.

Ser responsável, inspirar pessoas e valorizar a vida é propósito da empresa.

Fonte: Veracel

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Semana Internacional da Madeira mostrou a força do setor

Série de eventos, realizados na capital paranaense, integrou o setor industrial madeireiro e proporcionou análises do cenário atual e futuro do mercado

Durante os dias 13 e 16 de setembro, o setor industrial madeireiro esteve reunido em Curitiba (PR) para os eventos da Semana Internacional da Madeira. A programação contou com os eventos técnicos Woodtrade Brazil, Wood Protection e ProWood, além das feiras Lignum Latin America e Encapp (Encontro da Cadeia Produtiva da Porta). A Semana, que teve apoio master da Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente), permitiu aos participantes, a discussão de pautas essenciais para o desenvolvimento e avaliações do mercado, abordou sobre o suprimento de madeira, gargalos logísticos, questões legais e oportunidades para os produtos madeireiros brasileiros.

“A quarta edição da Semana Internacional da Madeira permitiu a integração da cadeia produtiva. Encontros como este, que permitem ampla troca de informações são essenciais para o momento desafiador que vivemos, onde enfrentamos novas barreiras comerciais, questionamentos sobre o abastecimento e suprimento de matéria-prima, mudanças nas políticas públicas e mais exigências em relação à certificação de produtos. A Abimci acredita que as agendas tratadas são essenciais para a definição das estratégias das empresas e servem como base para a tomada de decisões”, avaliou o presidente da Abimci, Juliano Vieira de Araujo. 

Os eventos

O Woodtrade Brazil, evento que abriu a Semana Internacional da Madeira e contou com excelente participação dos empresários e de vários elos da cadeia produtiva, permitiu a discussão sobre as condições de competitividade, as perspectivas, o potencial e os desafios do mercado para os diversos produtos madeireiros e florestais. Em seu encerramento, contou com a apresentação do jornalista e apresentador Augusto Nunes, que falou sobre cenários econômicos e políticos no Brasil. O evento foi organizado pela Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente), FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) e Malinovski.

Também na Fiep, ocorreram a Wood Protection – Conferência Sul-Americana de Tecnologias para Proteção de Madeira; e a ProWood – Conferência Internacional de Tecnologias para a Indústria da Madeira. Juntas, as duas conferências tiveram cerca de 200 participantes. Como parte do Encapp, também foram realizadas, Rodadas de Negócios, exclusivas para expositores do Encontro e empresas fabricantes de portas de madeira que fazem parte do PSQ-PME (Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações). O encontro proporcionou a realização de negócios e ampliação de network.

Os participantes da Semana também puderam acompanhar a realização da quarta edição da Lignum Latin America, organizada pela Malinovski, e da quinta edição do Encapp, realizado pela Abimci por meio do PSQ-PME. Os dois eventos reuniram expositores que apresentaram tecnologias e soluções para a cadeia produtiva da madeira. Estiveram presentes nos eventos visitantes de 20 Estados da federação e de outros 14 países (Argentina, Bahamas, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Dinamarca, Estados Unidos, Finlândia, Itália, Japão, Paraguai, Portugal e Uruguai).

Fonte: ABIMCI

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Suzano está com três processos seletivos para atender suas operações em Três Lagoas (MS)

As inscrições podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, cor, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está com três processos seletivos abertos para atender suas operações florestais e industriais, em Três Lagoas (MS).  As inscrições podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, cor, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa.

Para participar do processo seletivo de Auxiliar de Infraestrutura de Viveiro, as pessoas interessadas precisam ter Ensino Fundamental completo; experiência básica em Operações Florestais, NR 35 (Trabalho em Altura) e formação ou conhecimento em Mecânica. As inscrições seguem abertas até o preenchimento da vaga, pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/auxiliar-infraestrutura-viveiro/63068aa224e796602a7182ca?utm_source=website

Já as pessoas interessadas na vaga de Consultor(a) de Qualidade I, precisam ter: formação completa em Engenharia Química, Química ou áreas relacionadas; conhecimento em estatística para análise de qualidade; experiência no setor de celulose e papel ou outros setores químicos na área de qualidade e inglês avançado ou fluente (desejável). Será considerado um diferencial ter pós-graduação na área de celulose. As inscrições seguem abertas até o dia 30 de setembro, pelo site: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/consultora-qualidade-i/632dee5ed5983ec64e7d3a08?utm_source=website

Ainda para Três Lagoas, a Suzano está com vaga para Supervisor(a) de Manutenção II – Oficina Mecânica. Os pré-requisitos para participar são: formação Superior completa, preferencialmente nas áreas de Engenharia Mecânica, Mecatrônica, Produção ou afins; experiência intermediária comprovada em manutenção industrial (3 anos); experiência comprovada em Oficina Industrial de grande porte (3 anos); experiência comprovada com gestão de pessoas; conhecimento avançado da aplicação da Metodologia Lean (Green Belt, será um diferencial), experiência consolidada em planejamento e controle de manutenção e seus KPIs; experiência em condução de Paradas Programadas e Parada Geral em Fábricas de Celulose e experiência comprovada na utilização do sistema SAP-PM, Power BI, PI e planilhas eletrônicas (Pacote Office).  Pós-graduação ou MBA relacionado a Manutenção e inglês técnico para leitura serão considerados diferenciais para a vaga. As inscrições seguem abertas até o preenchimento da vaga, pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/supervisora-manutencao-ii-oficina-mecanica/6329b9b62e88c68725125c23?utm_source=website    

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://jobs.kenoby.com/Suzano).  Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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Suzano contrata 129 profissionais formados(as) do seu programa de qualificação técnica industrial em Ribas do Rio Pardo (MS)

• Os(as) novos(as) colaboradores(as) que atuarão na fábrica que a Suzano está construindo no município representam 65% da turma de 197 novos técnicos e técnicas certificados pelo Senai no final de agosto deste ano.

• Com 54 mulheres e 97 pessoas pardas e negras, a turma tem a diversidade como uma de suas marcas, além de ter 63% de pessoas de Ribas do Rio Pardo e 35% de outras cidades do Mato Grosso do Sul.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, já contratou 129 profissionais formados(as) do primeiro ciclo do Programa de Qualificação Técnica para a Operação Industrial da empresa em Ribas do Rio Pardo (MS). Os novos colaboradores que atuarão na fábrica que a Suzano está construindo no município representam 65% da turma de 197 novos técnicos e técnicas certificados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no final de agosto deste ano, para atuar nas áreas de eletrotécnica, mecânica, automação e química.

Além de ser composta majoritariamente por pessoas de Ribas do Rio Pardo (63%, contra 35% de outras cidades do Mato Grosso do Sul e apenas 2% de outros estados), a nova turma tem a diversidade como uma de suas principais marcas: são 54 mulheres e 97 pessoas pardas e negras. Os(as) profissionais contratados(as) passarão por uma imersão na unidade da Suzano em Três Lagoas e, em 2023, começarão a atuar na futura fábrica da empresa em Ribas do Rio Pardo.

De acordo com Angela Aparecida dos Santos, gerente executiva de Recursos Humanos da Suzano no Mato Grosso do Sul, a contratação de formados(as) nos cursos oferecidos na cidade pelo Senai, em parceria com a Suzano, reforçam um importante compromisso da empresa com a comunidade rio-pardense. “A qualificação profissional de moradores do município e a oferta de oportunidades de trabalho sempre com um olhar local são nossas prioridades. Queremos que essas pessoas encontrem na empresa um ambiente propício para se desenvolver e trilhar uma trajetória de sucesso”, conclui.

Persistência e afinidade

A rio-pardense Sabrina Prado, de 23 anos, é uma das novas auxiliares de Manutenção contratadas pela empresa graças ao seu desempenho de destaque no curso de mecânica industrial e conta que, por ser mulher e ter se graduado em outra área, enfrentou muitas opiniões contrárias à sua escolha. “Muitas pessoas próximas não concordavam que mecânica era para mim, falavam que era melhor investir na minha área de graduação mesmo eu nunca tendo trabalhado nela. Isso não me desanimou, só me fez persistir no curso. Foi assim que conquistei a vaga para trabalhar na Suzano e estou gostando muito”, afirma.

Também Auxiliar de Manutenção recém-contratado pela Suzano, Eduardo Brito, de 26 anos, formou-se no curso técnico de Automação Industrial do programa e conta que foi o interesse em saber como as coisas funcionam que o levou a buscar a oportunidade. “Isso vem desde a infância, desmontando brinquedos e até o relógio do meu pai. O curso técnico confirmou minha afinidade com a Automação e foi onde aprendi muito como profissional e ser humano”, conta. Paralelamente, o jovem cursa a faculdade de Engenharia de Controle e Automação e vê a vaga na empresa como o início da construção de uma carreira sólida no município.

Programa de Qualificação Técnica

O Programa de Qualificação Técnica para a Operação Industrial da Suzano contou com sete turmas divididas em duas frentes: uma aberta em novembro do ano passado com participantes que concluíram o Ensino Médio, mas nunca haviam feito um curso técnico, e outra aberta em março deste ano com pessoas que já haviam feito algum curso técnico. Os cursos de formação foram ministrados pelo Senai no próprio município de Ribas do Rio Pardo, de segunda a sexta-feira, com oito horas diárias de capacitação entre aulas práticas e teóricas.

Todos os novos e novas técnicas realizaram os cursos gratuitamente e ainda receberam benefícios como bolsa-auxílio de R$ 1,5 mil e alimentação no local, entre outros. A expectativa da empresa de contratar ao menos 50% dos(as) formados(as) para trabalharem nas operações da nova fábrica foi superada, representando 65% do total de profissionais que concluíram os cursos. Os demais estão preparados para atuar no mercado em Ribas do Rio Pardo ou em outras regiões.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br.

Fonte: Suzano

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Rodada de Oportunidades do fórum Brasil Agroflorestal estima movimentar R$ 80 milhões em negócios

Uma rodada de negócios realizada pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL Bahia) deve movimentar mais de R$ 80 milhões. Essa é a expectativa dos participantes do encontro, que envolveu empresários e produtores rurais do extremo-sul da Bahia. A rodada fez parte da programação do Fórum Brasil Agro Florestal, realizado pela Associação dos Produtores de Eucalipto do Extremo Sul da Bahia (ASPEX), em Eunápolis, entre os dias 21 e 23 de setembro.

“A rodada teve a missão de arregimentar os contatos realizados ao longo do Fórum Brasil Agro Florestal e transformá-los em oportunidades de futuras parcerias comerciais. Trata-se de uma iniciativa relevante para a ampliação dos negócios e, como isso, o desenvolvimento econômico da região”, destacou a gerente do IEL na região Sul do Estado, Fernanda Moreira.

Patrocinadora do evento, a Veracel foi uma das empresas participantes da rodada. “Toda vez que a gente tem a oportunidade de estar olho a olho, frente a frente, trazendo as pessoas para conhecer a nossa empresa, tem um valor intrínseco muito grande de confiança e relacionamento. Acredito que o evento da Aspex foi muito positivo para pensar no futuro e traçar ações positivas para seguir desenvolvendo a nossa região”, avaliou o presidente da Veracel, Caio Eduardo Zanardo.

O empresário Giliard dos Santos Vieira, do centro automotivo Auto GV Eletrônicos, também avaliou positivamente a iniciativa. “Fiquei muito satisfeito porque a rodada de negócios tende a ajudar muito a nossa empresa. Os encontros de negócios contribuíram para que pudéssemos conhecer diferentes fornecedores e ampliar a nossa rede de contatos”, comentou.

Fonte: IEL

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Oportunidades de negócios em florestas de eucalipto são debatidas no sul do estado da Bahia

Fórum Brasil Agroflorestal vai reunir entre os dias 21 a 23 de setembro, no município de Eunápolis (BA), produtores rurais, empresas e profissionais que atuam no setor

O potencial de crescimento do setor agroflorestal, as pessoas e o clima são só alguns dos atrativos que tornam a Bahia o 4º estado em plantios de eucalipto no país. Com 618 mil hectares para fins comerciais, investir no plantio de eucalipto representa uma alternativa de negócios para proprietários rurais no Sul da Bahia. Além dessa área plantada, as empresas preservam outros 330 mil hectares de florestas nativas.

As oportunidades e novas tecnologias para agroflorestas serão debatidas no primeiro evento regional do setor agroflorestal pós-pandemia. Promovido pela Veracel Celulose e Associação dos Produtores de Eucalipto do Extremo Sul da Bahia (ASPEX), o Fórum Brasil Agroflorestal vai reunir entre os dias 21 a 23 de setembro, no município de Eunápolis (BA), produtores rurais, empresas e profissionais que atuam no setor florestal baiano.

“No momento em que cresce a demanda por matérias-primas renováveis no Brasil e no mundo, há espaço para o desenvolvimento. A Bahia precisa estar preparada para atrair parte dos novos investimentos, que estão previstos para o setor nos próximos três anos – cerca de R$ 60 bilhões segundo a Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ). Isso será importante para atender à crescente demanda por produtos de madeira, com a geração de empregos qualificados, capacitações, tecnologia, renda, impostos e contribuições ambientais”, destaca o ceo da Veracel, Caio Zanardo.

Com unidade instalada na região da Costa do Descobrimento, no Sul da Bahia, a fábrica em Eunápolis da Veracel gera, atualmente, 3 mil postos de trabalho e produz 1,1 milhão de toneladas de celulose/ano, sendo 100% da madeira de eucalipto utilizada no seu processo produtivo certificada ou controlada, em conformidade aos princípios e critérios de padrões normativos internacionais Certificado de Serviços Ecossistêmicos do Forest Stewardship Council (FSC) e  a Certificação de Manejo Florestal CERFLOR. Mais 16 mil pessoas são beneficiadas pelas iniciativas de educação, saúde e geração de renda desenvolvidas pela empresa nos últimos anos. Leia mais na entrevista completa.

Qual a contribuição da Veracel para o desenvolvimento da região Sul da Bahia?

A atuação da Veracel representa um forte impulso para o Sul baiano. Com uma produção de 1,1 milhão de toneladas de celulose ao ano, a geração de mais de 3 mil empregos locais e a contribuição de R$ 132 milhões anuais em tributos, os reflexos e impactos positivos da companhia para o território vão muito além. Investimos no último ano, 11 milhões na área social.

A empresa adota também o Programa Suprimentos Sustentável para processo de compras e contratações, com eliminação de barreiras para fornecedores locais de pequeno e médio portes. Em 2021, as compras e contratação de serviços locais representaram R$745 milhões. 

Por meio de seu programa de parceiros florestais, a Veracel expande os benefícios da silvicultura para mais de uma centena de proprietários rurais do Sul da Bahia, proporcionando renda por um longo período e a compra da produção garantida. Em 2021, cerca da metade da madeira utilizada como matéria-prima pela companhia foi proveniente de parceiros florestais, com contratos totalizando mais de 20 mil hectares.

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Como a empresa enxerga o potencial da Bahia em relação a atração de novos investimentos?

A Veracel vê com otimismo o futuro econômico do estado. Um exemplo é o investimento de R$ 95 milhões que estamos fazendo da construção da rodovia BA 658, de 25 quilômetros, com uma ponte sobre o Rio Jequitinhonha.  A estrada apoiará a formação do corredor logístico de transporte com a região de Pindorama e deverá favorecer o aumento do fluxo turístico regional, devido à redução da distância entre os municípios de Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Belmonte e Canavieiras e do fluxo turístico proveniente da região entre Ilhéus e Itacaré, em direção a Santa Cruz Cabrália e Porto Seguro.

Do efetivo de funcionários envolvidos no projeto, mais de 80% é mão de obra local, contratada nos municípios ao redor do projeto, o que representa geração de renda na economia local, com a contratação de restaurante, transporte, lavanderia, fornecedores de material de consumo e de construção.

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Onde estão as principais oportunidades para o setor?

A Bahia tem enorme potencial para o setor de celulose. Segundo dados da ABAF, são plantadas 250 mil árvores por dia no estado. O setor é responsável por gerar 230 mil empregos na Bahia, é referência nas exportações, no uso de inovação e tecnologia, em investimentos em programas socioambientais e na preocupação com o desenvolvimento das comunidades do entorno das suas operações.

A ABAF lançou, em de agosto deste ano, a proposta Plano Bahia Florestal 2023-2033, que tem como principais objetivos a atração de novos investimentos para ampliar e fortalecer a cadeia produtiva de florestas plantadas no estado, a intensificação do uso múltiplo da madeira e a maior inclusão dos pequenos e médios produtores e processadores de madeira na Bahia. 

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Como lidar com as críticas pelo impacto negativo da produção de monocultura em extensas áreas territoriais?

Com informação e esclarecimento. O eucalipto, longe de ser vilão, contribui para a conservação da Mata Atlântica. Para cada hectare de área de eucalipto plantado, a Veracel destina 1 hectare de área para preservação e conservação ambiental. Em 200 mil hectares de suas plantações, cerca de 100 mil são de plantio de eucalipto e 100 mil são de áreas destinadas à vegetação nativa.  

A empresa faz restauração florestal de 400 hectares por ano em áreas que anteriormente eram pastagens, propiciando a formação de corredores ecológicos que possam conectar fragmentos florestais de Mata Atlântica no seu território de atuação.

Restaurar significa plantar árvores para restabelecer florestas naturais. Tanto o eucalipto dos plantios comerciais quanto as árvores nativas usadas na restauração das florestas exercem papel fundamental para o sequestro de carbono da atmosfera, minimizando os efeitos das mudanças climáticas.

Quais o resultado alcançado com as áreas de restauração florestal? 

A Veracel já plantou cerca de 7,5 mil hectares de restauração, com espécies nativas, totalizando mais de 5,8 milhões de mudas de nativas desde o início do Programa de Restauração, iniciado em 1994. Esse processo já conectou aproximadamente 65 mil hectares de florestas naturais na região.

O manejo florestal da Veracel é 100% certificado e a empresa também é guardiã da maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de Mata Atlântica do Nordeste brasileiro, a Estação Veracel, que recebeu o reconhecimento de Serviços Ecossistêmicos pela conservação da biodiversidade do Forest Stewardship Council® – FSC® C017612, emitido no Brasil pela certificadora Imaflora.

Além disso, a RPPN está entre as 20 áreas do mundo com maior número de animais e de espécies arbóreas. Tudo isso significa proteção para a circulação da fauna entre as áreas naturais, disponibilidade de recursos alimentares e água, além da troca genética que garante a manutenção das espécies.

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Como atrair pequenos produtores ou agricultores familiares e mudar essa visão negativa quanto ao impacto? 

Também com informação e esclarecimento, mostrando que plantar eucalipto com a Veracel é um ótimo negócio e dando opções para os pequenos produtores.

Para isso, a empresa tem o Projeto Aliança, que conta com quatro modalidades de negócios: arrendamento, fomento, compra futura e compra da terra. Oferecemos todo o apoio e assistência técnica de que os produtores necessitam. 

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Que novas tecnologias e avanços no manejo o setor vem apostando para enfrentar mudanças climáticas e melhorar a competitividade?

Na Veracel, a tecnologia é utilizada para impulsionar aplicações de ciência de dados, idealizar tendências e prever eventos potenciais. Fazemos a integração dos dados da produção do eucalipto, desde as mudas até seu uso na fábrica, incluindo informações sobre a incidência de pragas e doenças e crescimento da floresta.

A ferramenta gera recomendações precisas. O uso de imagens de satélites e de inteligência artificial permite, por exemplo, detectar perda de cobertura vegetal, que pode ser causada por pragas, como formigas ou lagartas desfolhadoras, derrubada de árvores e outros tipos de danos nas florestas.

Utilizamos informações de mais de 5 mil equipamentos e de vários sistemas para acompanhar processos, além de identificar, analisar e indicar soluções para problemas antes que eles aconteçam. Inteligência artificial, indicadores de performance e Big Data fazem parte do aparato tecnológico embarcado na Sala de Confiabilidade 4.0 – um ambiente criado dentro da empresa para concentrar essa operação.

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Que outras inovações a empresa tem apostado para melhorar sua competitividade no mercado de celulose? 

Em outra frente de ação, a companhia adotou um conjunto de melhorias nos processos de produção que resultou na redução do uso de gás natural. Isso contribuiu para diminuir ainda mais a emissão de gases de efeito estufa da empresa, que já atua com 95,3 % de combustíveis não fósseis de biomassa em sua matriz energética.

A Veracel utiliza energia limpa em seus processos de produção, por meio do uso do bagaço da cana de açúcar e do caroço do açaí. Até o licor gerado durante a produção de celulose e resíduos, como fibras e cascas não utilizadas do eucalipto, são insumos de energia para a sua fábrica.

Outra inovação da empresa foi a produção de um inimigo natural que é predador das lagartas desfolhadoras, um dos principais parasitas das plantações de eucalipto. O mosquito Tetrastichus howardi faz parte da estratégia de sanidade florestal da empresa e complementa as ações de forma biológica e sustentável. O inseto é dispersado nas plantações com uso de drones, tecnologia esta que está com patente requerida pela Veracel.

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Quais os impactos e transformações que a pandemia provocou no setor? 

O setor teve um papel fundamental no combate aos efeitos da disseminação da Covid-19 e sua importância foi evidenciada. Por outro lado, a pandemia acelerou mudanças estruturais. Houve a redução de algumas demandas – por papel de imprimir e escrever, por exemplo – e o impacto positivo no segmento de tissue, devido ao aumento da demanda por produtos de higiene pessoal.

Houve também um aquecimento do mercado de embalagens devido à demanda por produtos considerados essenciais, como os alimentos e bebidas, higiene, limpeza e produtos farmacêuticos.

O comércio eletrônico também evoluiu, o que favoreceu o setor com o consumo por embalagens para essas entregas. Então, de modo geral, o setor de celulose não sofreu grandes impactos com a pandemia. A produção de celulose continuou crescendo para atender a demanda do mercado brasileiro e do mercado internacional.

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Diante dessas mudanças, o que é tendência e desafio para o setor? 

O Brasil já é o maior exportador de celulose do mundo. Fica em segundo lugar apenas quanto à produção, perdendo para os Estados Unidos. O país tem todas as ferramentas para se tornar cada vez mais protagonista no setor. Investimentos em inovações tecnológicas são essenciais.

Mesmo após o controle da pandemia, seguimos atentos à saúde e bem-estar dos nossos funcionários e da comunidade, devido à nova realidade imposta pela pandemia à sociedade. Desejamos manter e avançar no planejamento estratégico da empresa e na questão da sustentabilidade. E seguiremos na busca constante pela redução do consumo de recursos naturais, principalmente o de água, além de manter sempre em alta prioridade a cultura da segurança entre os colaboradores próprios e terceirizados. 

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O que ainda é gargalo e qual o caminho para superar essas barreiras?  

A escassez de madeira, devido à crescente demanda por madeira industrial, sem dúvida é um gargalo para o setor que pode frear a expansão do mercado de celulose. O aumento da demanda é acompanhado de aumento dos custos de colheita e transporte, elevando o custo da madeira. Portanto, a oferta limitada de madeira e os preços ascendentes podem frear a expansão do setor nos próximos anos.

O caminho para lidar com essas questões é ter uma visão de longo prazo, e a Veracel está bem-posicionada nesse sentido. Hoje somos autossuficientes e trabalhamos com um horizonte de planejamento de 28 anos, por isso que estamos ampliando a nossa base florestal plantada, a fim de criar opções para o nosso futuro, otimizar os processos de produção, melhorar a eficiência e a capacidade de produção e investir em inovação e tecnologia.

QUEM É

Caio Zanardo é diretor-presidente da Veracel Celulose. Formado em Engenharia Florestal pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, Zanardo Possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e cursou Advanced Strategy Management no International Institute for Management Development (IMD) Business School, em Lausanne, na Suíça. Foi presidente da Florestar (Associação Paulista dos Produtores, Fornecedores e Consumidores de Florestas Plantadas). Também passou pela Votorantim Papel e Celulose, pela Fibria e pela Suzano, onde gerenciou operações florestais e projetos estratégicos das empresas, além de ter atuado com inovação.

EVENTO BRASIL AGROFLORESTAL

21 a 23 de setembro, em Eunápolis (BA)

Programação

. 21/09 (quarta-feira): abertura às 19h, na sede da Loja Maçônica Fraternidade 5 de novembro, com a palestra magna Parcerias de valor, futuros de sucesso, por Caio Zanardo, diretor-presidente da Veracel.

. 22/09: palestras, exposição de produtos e rodada de negócios. Destaque para a palestra Dinheiro em árvore? Plantar eucalipto é um bom negócio, por de José Henrique do Nascimento Junior, gerente de Negócios e Administração de Terras na Veracel Celulose.

23/ 09: dia de campo em área de florestas da Veracel.

Inscrições e informações

. As palestras dos dias 21 e 22 serão transmitidas ao vivo pela internet para todo o Brasil e a América Latina. Para participar das palestras presenciais e online do Brasil Agroflorestal é preciso fazer a inscrição gratuita no site http://aspexba.com.br/brasil-agroflorestal/.
 

Fonte: Veracel

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Fórum Brasil Agroflorestal apresenta novas tecnologias e oportunidades de negócios

Primeiro evento regional do setor agroflorestal pós-pandemia reunirá produtores rurais, empresas e profissionais de 21 a 23 de setembro em Eunápolis

Eunápolis, 20 de setembro de 2022 – Com patrocínio da Veracel Celulose e promoção da Associação dos Produtores de Eucalipto do Extremo Sul da Bahia (ASPEX), de amanhã a sexta-feira será realizado em Eunápolis o Fórum Brasil Agroflorestal, com a participação de produtores rurais, empresas e profissionais do agronegócio. Haverá palestras, rodada de negócios e exposição de produtos. O encontro será na sede da Loja Maçônica Fraternidade 5 de Novembro.

A abertura oficial será nesta quarta, dia 21, às 19 horas, quando também acontecerá a palestra “Parcerias de valor, futuros de sucesso”, com o diretor-presidente da Veracel. No dia 22, serão realizadas palestras pela manhã e à tarde. Ao final do dia, haverá uma rodada de oportunidades de negócios com produtores rurais e empresas, finalizando com um espaço para networking. O dia 23 será dedicado a atividades de campo em área da Veracel, com os produtores participantes do evento.

Brasil Agroflorestal é o primeiro evento regional relevante para a silvicultura pós-pandemia. O encontro vai apresentar novas tecnologias e avanços no manejo para enfrentar as mudanças climáticas e melhorar a competitividade. Também será uma oportunidade para os produtores rurais do Sul da Bahia fazerem negócios.

“É um evento de produtor rural para produtor rural, e a Veracel se engajou nessa iniciativa como patrocinadora, palestrante e âncora. Além de compartilhar conhecimento, debater tendências e desafios do setor, vamos reencontrar centenas de parceiros florestais depois de três anos sem atividades presenciais”, diz Caio Zanardo, diretor-presidente da Veracel Celulose.

“Os associados da ASPEX são moradores do Extremo Sul da Bahia e geram emprego, renda e investimento diretamente em seus municípios de atuação. Estamos realizando este evento para reunir toda a cadeia produtiva florestal, para debates e ampliação da rede florestal, com grande impacto para toda a região e para o Estado da Bahia”, afirma Francisco Tercílio, presidente executivo da ASPEX.

Destaques

No dia 22, um dos destaques será a palestra “Dinheiro em árvore? Plantar eucalipto é um bom negócio”, que será proferida às 10h30 pelo gerente de Negócios e Administração de Terras na Veracel Celulose, José Henrique do Nascimento Junior.

E, a partir das 18h, será realizada a Rodada de Oportunidades, atividade que promoverá reuniões de negócios entre produtores rurais/empresários e empresas, com ofertas e demandas de serviços e produtos. Será uma oportunidade para os participantes realizarem vários contatos em um mesmo local, otimizando tempo e aumentando as oportunidades de bons negócios. As reuniões serão encontros rápidos, objetivos e programados para facilitar a aproximação e o intercâmbio comercial e tecnológico entre os parceiros, melhorando o relacionamento comercial. Para quem não puder estar presente, haverá também salas online para reuniões virtuais. A Veracel será uma das empresas-âncora dessa rodada, que terá mediação do IEL (Instituto Euvaldo Lodi).

As palestras dos dias 21 e 22 serão transmitidas ao vivo pela internet para todo o Brasil e a América Latina. Para participar das palestras presenciais e online do Brasil Agroflorestal é preciso fazer a inscrição gratuita no site http://aspexba.com.br/brasil-agroflorestal/.

Para mais informações sobre a Rodada de Oportunidades e inscrição: (73) 99902-4571 ou pelo e-mail tamirisfls@fieb.org.br.

Fonte: Veracel

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