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Valor de produção da silvicultura cresce 27,1%

Em 2021, a arrecadação atingiu o recorde de R$ 30,1 bilhões

Dados da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2021, divulgados hoje (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostram que o valor da produção florestal chegou ao recorde de R$ 30,1 bilhões, com alta de 27,1% e produção em 4.884 municípios. Já a extração vegetal avançou 31,5%, atingindo um valor de produção de R$ 6,2 bilhões.

Segundo o instituto, o valor da produção de florestas plantadas continua a superar o da extração vegetal desde o ano 2000. A silvicultura manteve a trajetória de crescimento retomada em 2020 (alta de 21,3% em relação a 2019) com aumento de 26,1%, alcançando R$ 23,8 bilhões em 2021.

O gerente de Agropecuária do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, explica que os produtos florestais tiveram grande valorização no ano passado e que este aumento está relacionado à alta do dólar e, também, à volta da produção das indústrias. “A alta mais expressiva ocorreu no valor de produção florestal (27,1%). Desse valor, grande parte (79,3%) vem da silvicultura, ou florestas plantadas, enquanto a extração vegetal responde por 20,7%”, destaca.

Guedes ressalta que a participação da silvicultura no valor de produção do setor cresce a cada ano, enquanto a do extrativismo vegetal cai, o que não significa que a extração esteja diminuindo e, sim, que o valor dos produtos da silvicultura está crescendo. “Porém, em 2021, em termos proporcionais, a silvicultura até diminuiu 0,7% no valor da produção, ao passo que houve um aumento do extrativismo que passou a responder por 20,7% do valor total”, aponta o gerente.

Área de eucalipto chegou a 7,3 milhões de hectares em 2021
Foto: CNA-Senar

Área 

No ano passado, segundo o levantamento do IBGE, houve redução de 1,4% nas áreas de florestas plantadas no país, que equivale a 138,9 mil hectares. A área total da silvicultura é de 9,5 milhões de hectares, dos quais, 76,9% (7,3 milhões) são de eucalipto, usado na indústria de celulose. Juntos, eucalipto e pinus foram responsáveis pela cobertura de 96% das áreas cultivadas com florestas plantadas para fins comerciais no Brasil.

O Sudeste foi a única região com crescimento na área plantada da silvicultura, em 2021, com aumento de 30,7 mil hectares (0,9%). No Sul, onde estão 31,9% das áreas de florestas plantadas com pinus e eucalipto no país, houve redução de 2,7%.

Produtos

Dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), do Ministério da Economia, mostram que a celulose ocupou o nono lugar no ranking das exportações totais do do Brasil em 2021 (2,4%). O país é o maior exportador mundial do produto, com 16,2 milhões de toneladas em 2021.

A participação dos produtos madeireiros segue preponderante no setor, com 95,6% do valor da produção florestal. O valor da produção dos produtos madeireiros com origem em áreas plantadas cresceu 23,7%, enquanto na extração vegetal o aumento foi de 37,9%. “Esses resultados ratificam a tendência de crescimento dos madeireiros oriundos da silvicultura e mostram um grande aumento nos madeireiros da extração em 2021”, afirma Guedes.

Houve crescimento do valor da produção em todos os grupos, sendo mais acentuado na madeira em tora que aumentou 26,3%. O valor da produção da madeira destinada à fabricação de papel e celulose cresceu 24,4%; o carvão vegetal, 21,8%; e a lenha, 16,2%.

Apesar da retração na série histórica, a extração vegetal teve alta no valor gerado em 2019 (6,9%), 2020 (6,3%) e em 2021 (31,5%). Enquanto os produtos madeireiros respondem pela quase totalidade do valor da produção da silvicultura, na extração vegetal esse grupo representa 63,5%, seguido pelos alimentícios (29,9%), ceras (4,7%), oleaginosos (1,3%) e outros (0,5%).

Fonte: IBGE

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Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura no MS atingiu R$ 50,9 milhões em 2021

Os dados da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura – PEVS 2021 – divulgados nesta quinta-feira (22/9), apontam que em 2021 o valor de produção obtido por meio da extração vegetal em Mato Grosso do Sul apresentou aumento de 40,9% em relação ao ano passado, chegando ao montante de R$ 50,9 milhões.

No ano anterior o valor total foi de R$ 36,1 milhões.

Dos nove grupos de produtos que compõem a extração vegetal na pesquisa, o Mato Grosso do Sul registrou produção em dois, sendo Alimentação e Madeira (incluindo carvão).

Segundo o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – o grupo dos produtos madeireiros teve a maior participação no valor de produção do extrativismo (99,6%). O Valor principal veio do carvão vegetal (R$ 38,0 milhões), que havia registrado R$ 28,5 milhões em 2020 (aumento de 33,6%).

Também apresentou crescimento no volume de produção (23,1%), totalizando 60,7 mil toneladas em 2021 e 49,3 mil toneladas em 2020. A madeira em tora registrou o segundo maior valor de produção do grupo em 2021 (R$ 11,3 milhões). Se comparado a 2020 (R$ 5,6 milhões), o aumento no valor foi de 103,1%.

Dentre os alimentícios, houve ligeira queda no valor da produção, indo de R$ 200 mil em 2020, para R$ 197 mil em 2021. Dentre os produtos extraídos, destaque para as 20 toneladas de pequi, uma a mais que o produzido em 2020, porém, com a queda no valor da produção, vindo de R$ 41 mil em 2020 para R$ 39 mil em 2021.

Fonte: Dourados News

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A nova moda é sustentável: já imaginou vestir celulose?

Em 2021, entrou em operação na América do Sul a primeira linha de fabricação de celulose de mercado sem utilização de combustíveis fósseis.

Essa fábrica foi desenhada no conceito fóssil fuel free, e é uma das maiores plantas do mundo não necessitando de nenhum outro combustível que não biomassa proveniente de florestas certificadas.

O feito é um marco histórico, e ouso afirmar que é uma questão de tempo até que outras empresas introduzam tecnologias similares em suas unidades industriais já em operação, visando não só eliminar o expressivo impacto ambiental proveniente da emissão de carbono em suas operações, mas também a dependência e incertezas relacionadas às oscilações de preços de mercado de óleo combustível e derivados.  

O setor de celulose e papel acompanha o movimento com relevantes conquistas históricas como, por exemplo: processos de cozimentos de alto rendimento, fechamento do circuito de efluentes hídricos, eliminação do cloro elementar no branqueamento, sistemas de tratamento de gases odoríferos, dentre outros. Todos esses feitos de aplicação de novas tecnologias ocorreram nas últimas três décadas e posicionaram a indústria brasileira em um status privilegiado de competitividade não apenas com custos, mas em uma posição de vanguarda no quesito sustentabilidade.

O processo de fabricação de celulose no Brasil é reconhecido pelas melhores práticas de manejo florestal do mundo. Produzimos 100% de nossa celulose por meio de florestas sustentáveis e certificadas. Dados recentes da Embrapa apontam que apenas 1,2% da área disponível no país é utilizada para florestas plantadas. 

Em termos de processos industriais, dispomos de circuitos bem fechados, com aproveitamento dos principais fluxos internos de processo. O consumo de água para fabricação de celulose, assim como a geração de efluentes, tem diminuído significativamente ao longo dos últimos anos, com o desenvolvimento de equipamentos e processos mais eficientes em termos ambientais.

O impacto das emissões gasosas também tem sido reduzido, por meio dos sistemas de abatimento de alta eficiência e aproveitamento desses fluxos para fabricação de outros subprodutos, tais como metanol e ácido sulfúrico.

Hoje, podemos dizer que a fabricação de fibras celulósicas produzidas no Brasil é o “estado da arte” em termos de qualidade, custo competitivo e práticas sustentáveis.

Em um mundo hiperconectado, consciente e com consumidores cada vez mais influentes nos rumos das economias e empresas, não é difícil prever que as fibras celulósicas irão expandir suas aplicações de uma maneira e velocidade que nunca vimos antes.

Em conjunto com a substituição do plástico, um dos grandes potenciais para crescimento da indústria de papel e celulose está relacionado com a substituição de fibras para fabricação de tecidos, que hoje tem produção mundial estimada em cerca de 300 milhões de toneladas.

No passado, as fibras mais utilizadas pela indústria têxtil eram de origem vegetal ou animal. Com o aumento da demanda global, mas com as limitações de capacidade produtiva desses materiais e seus altos custos de obtenção, o mercado buscou alternativas e as fibras sintéticas, provenientes da indústria petrolífera, tais como acrílico, poliamida, poliéster, polipropileno, aramida e elastano, são responsáveis por cerca de 70% do consumo industrial mundial.

Em 2017, um relatório da Fundação Ellen MacArthur intitulado “A new textiles economy: Redesigning fashion’s future” (“Uma nova economia têxtil: Redesenhando o futuro da moda”) apontou que essa indústria pode ser considerada a segunda mais poluente do planeta, não só pelos atuais meios de obtenção de matéria-prima, processos de fabricação, mas também devido ao desperdício, ao baixo índice de reciclagem e à falta de alternativas de disposição final do lixo têxtil. Por exemplo, é mencionado no estudo que a cada segundo uma quantidade equivalente a um caminhão de lixo têxtil é incinerada ou descartada em aterros.

Neste contexto extremamente complexo e urgente de soluções sustentáveis, a fibra proveniente de celulose está se tornando um elemento importante da produção têxtil em todo o mundo. 

A tecnologia de fabricação de tecidos a partir de fibra celulósica não é nova, mas os recentes desenvolvimentos resultaram em uma espécie de ressurgimento. Assim como no caso do plástico, a indústria têxtil já apresenta alternativas viáveis para substituição da matéria-prima atualmente utilizada por fontes renováveis celulósicas.

Em 2022, a LD Celulose iniciou as operações no Brasil da primeira unidade de fabricação de fibras celulósicas com o propósito único de fornecer matéria-prima para a indústria têxtil. Reforço: não é pouco!

Considerando nossa história e conquistas, a demanda prevista para o consumo de fibras, atual maturidade das tecnologias disponíveis, apelo ambiental e potencial de crescimento competitivo do setor de papel e celulose no país, não há como não ser otimista com um futuro promissor, limpo e sustentável para todos. 

E não se surpreenda se na etiqueta da próxima roupa importada que comprar estiver escrito “100% natural cellulose fibers made in Brazil from certified forests and sustainable processes”.

Artigo de Fernando Scucuglia – Diretor de Celulose e Energia da Valmet na América do Sul

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Bracell anuncia Programa de Recuperação Ambiental que abrange 47 municípios do estado de SP

Na semana que se comemora o Dia da Árvore, companhia apresenta projeto com previsão de cultivo de mais de 190 mil mudas nativas em 2022

A Bracell, líder global na produção de celulose solúvel e parte do Grupo RGE, reforça suas ações de sustentabilidade e anuncia, na semana de comemoração ao Dia da Árvore – celebrado no dia 21 de setembro –, seu Programa de Recuperação Ambiental.

Com ações voltadas ao plantio de espécies nativas em antigas áreas de pastagens e o enriquecimento de espaços em início de regeneração natural, a companhia irá recuperar mais de 3.000 hectares nos próximos anos, em áreas que abrangem 47 municípios do estado de São Paulo. O Programa de Recuperação está contemplado nas ações do Compromisso Um-Para-Um, iniciativa inédita no setor de celulose brasileiro lançada pela Bracell. Nestas áreas, a companhia está recompondo a vegetação nativa e ampliando os benefícios à biodiversidade.

Em 2022, a companhia deu início ao plantio de mais de 100 hectares, com a previsão de plantio de mais de 190 mil mudas nativas. Além disso, iniciou dois importantes projetos recuperação nas áreas de nascentes da Bacia do Rio Pardo – uma das fontes de abastecimento do município de Botucatu –, com o plantio de 62.000 mudas nativas e também nas áreas de nascentes do Rio Batalha, localizado no município de Agudos, totalizando aproximadamente 17.000 mudas plantadas.

A Bracell também foi responsável por identificar, por meio do monitoramento de fauna realizado entre 2020 e 2021, nove espécies ameaçadas de extinção no município de Botucatu, sendo oito mamíferos e uma ave. Entre essas espécies estão o gato-do-mato-pequeno, lobo-guará, onça-parda e tamanduá-bandeira. Ao todo, 232 espécies entre as classes répteis, anfíbios, mamíferos, peixes e aves foram registradas e, desse total, 35 possuem algum grau de endemismo, ou seja, cuja distribuição se restringe a uma determinada área. 

Além do benefício relacionado à restauração das áreas, o Programa de Recuperação Ambiental da Bracell irá sequestrar mais de 360 mil toneladas de CO²eq da atmosfera, impactando positivamente toda a sociedade.

“Essas iniciativas socioambientais reforçam o nosso compromisso com a política que chamamos de 5Cs, que segue o propósito de que tudo o que faz deve ser bom para o país, o clima, as comunidades e os clientes, pois assim será bom também para a Bracell”, afirma Márcio Nappo, vice-presidente de Sustentabilidade e Comunicação Corporativa da Bracell.

Compromisso Um-Para-Um

A Bracell lançou o “Compromisso Um-Para-Um”, uma iniciativa inédita no setor de celulose brasileiro, que contribuirá com a conservação das áreas de vegetação nativa em tamanho igual às áreas de plantio. Para cada um hectare plantado de eucalipto, a Bracell se compromete com a conservação de um hectare de área nativa. A meta será alcançada até o final de 2025.

Além da conservação de áreas nativas existentes nas áreas de produção da Bracell, o compromisso vai apoiar a conservação em áreas públicas e a recuperação de áreas degradadas por meio de parcerias com governos e outras instituições. Também vai atuar na prevenção e combate a incêndios florestais, ao desmatamento e furto de madeira nativa, caça ilegal e captura de animais silvestres.

Sobre a Bracell  

A Bracell é uma das maiores produtoras de celulose solúvel e celulose especial do mundo, com duas principais operações no Brasil, sendo uma em Camaçari, na Bahia, e outra em Lençóis Paulista, em São Paulo. Além de suas operações no Brasil, a Bracell possui um escritório administrativo em Cingapura e escritórios de vendas na Ásia, Europa e Estados Unidos. 

Sobre a RGE 

A RGE Pte Ltd gerencia um grupo de empresas com operações globais de manufatura baseadas em recursos naturais. As atividades vão desde o desenvolvimento e a colheita de recursos sustentáveis, até a criação de diversos produtos com valor agregado para o mercado global. O compromisso do grupo RGE com o desenvolvimento sustentável é a base de suas operações. Todos os esforços estão voltados para o que é bom para a comunidade, bom para o país, bom para o clima, bom para o cliente e bom para a empresa. A RGE foi fundada em 1973 e seus ativos atualmente ultrapassam US$ 25 bilhões. Com mais de 60.000 funcionários, o grupo tem operações na Indonésia, China, Brasil, Espanha e Canadá, e continua expandido para envolver novos mercados e comunidades. www.rgei.com.

Fonte: Bracell

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Paper Excellence apoia programa de formação de Engenheiros Florestais

Fabricante de papel e celulose levará técnicos e executivos para auxiliar no treinamento de recém formados no PPGF 2023

Recém-formados em Engenharia Florestal de todo Brasil já podem se inscrever de forma gratuita no principal programa de vivência e capacitação da área, o Programa de Preparação de Gestores Florestais (PPGF). Promovido pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF), o PPGF 2023 terá este ano o apoio da Paper Excellence, uma das maiores produtoras de papel e celulose do mundo e acionista da Eldorado Brasil. Participando pela primeira vez como patrocinadora, a Paper já confirmou que levará alguns de seus executivos com ampla experiência no setor florestal para ministrar os treinamentos com os futuros engenheiros. As inscrições para o processo seletivo vão até o dia 28 de outubro no site www.ipef.br/ppgf.

Em 2023 será realizada a 12ª edição do PPGF. Até então, 210 engenheiros e engenheiras florestais se capacitaram pelo programa. Segundo o IPEF, a grande maioria dos profissionais já está trabalhando em empresas privadas, instituições públicas e também como autônomos. “A Paper Excellence tem em seu DNA a formação das pessoas. Oferece várias bolsas de estudos nas regiões onde tem unidades fabris, além de cursos profissionalizantes, como o Paper Lab no Brasil, um laboratório com cursos de informática, economia circular e empreendedorismo”, diz Claudio Cotrim, diretor-presidente da Paper Excellence no Brasil.

A edição de 2023 do PPGF será dividida em quatro etapas. Além do processo seletivo, os participantes passam por treinamentos e vivências, aprendendo sobre temas como gestão de pessoas, sustentabilidade e finanças. Na parte de visitas técnicas, os recém formados têm a oportunidade de conhecer as operações florestais in loco e vivenciar a dinâmica das empresas. Por fim, passam pelo desafio de encerramento, quando poderão demonstrar as competências, aprendizados e vivências aos representantes das empresas patrocinadoras.

Para participar do processo seletivo, os candidatos devem ter graduação em Engenharia Florestal e ter terminado o curso entre os meses de fevereiro de 2022 até o início do PPGF 2023. Os postulantes às vagas não podem estar cursando pós-graduação ou ter algum vínculo empregatício durante a realização do Programa.

De acordo com o IPEF, a proposta é justamente aproximar os Engenheiros Florestais recém-formados de professores, pesquisadores e profissionais com grande experiência que atuam em grandes empresas do setor florestal, como a Paper Excellence.

Difusão de conhecimento e apoio à qualificação profissional são princípios enraizados na cultura da Paper desde que desembarcou no Brasil como acionista da Eldorado Celulose, em 2017. A empresa também oferece a jovens e adultos acesso gratuito ao PaperLab, um laboratório de qualificação profissional inaugurado no Distrito Federal. Em 2020, também estruturou um programa de fabricação e comercialização de máscaras para costureiras de Três Lagoas (MS).

Fonte: Paper Excellence

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APRE apresenta propostas do setor florestal para o governo do Estado

A diretoria da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) recebeu, nesta segunda-feira (26), o governador do Paraná, Ratinho Junior, candidato à reeleição. O encontro serviu para apresentar propostas do setor para os próximos anos. Além de Ratinho Junior, participaram da reunião o secretário de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara; o presidente e o diretor executivo da APRE, Zaid Nasser e Ailson Loper, respectivamente; Afonso Mehl, da Berneck; José Sawinski Junior, da WestRock; Paulo Tonetto, da Agroflorestal Riograndense; Fábio Brun, da RMS do Brasil; Álvaro Scheffer, da Águia Florestal; Gilson Geronasso, da Remasa Florestal; e Darlon Orlamunder de Souza, da Klabin.

No início do encontro, Zaid Nasser fez uma breve apresentação para contextualizar a APRE e o setor florestal. Ele citou que a Associação completa, em 2022, 54 anos de história e conta, hoje, com 45 empresas da cadeia produtiva florestal, além de 11 instituições de ensino e pesquisa. Dos 9,88 milhões de hectares plantados no Brasil, o Paraná detém 1,17 milhões, sendo 714 mil hectares de florestas de pinus, a maior área dessa espécie no país, e 450 mil hectares de eucalipto. Os dados atualizados farão parte do novo Estudo Setorial da APRE, que será lançado em breve.

“Esses números mostram a importância do setor para a economia do Estado e o potencial para manter e aumentar a base florestal. Um dado expressivo que chamou a atenção do governador é que o Paraná está em terceiro lugar em área plantada do Brasil. Se convertermos as áreas degradadas em florestas, podemos chegar ao segundo lugar. Ou seja, temos área para expansão. E é importante reforçar que, quando falamos em expansão, não estamos falando em abrir novas áreas para plantio, mas, sim, converter áreas que não têm aptidão para agricultura, tornando-as áreas florestais”, destacou o presidente da APRE.

Outro ponto importante citado por Nasser e reconhecido por Ratinho Junior é sobre o desenvolvimento social e econômico das cidades no entorno das florestas e das indústrias, especialmente aquelas no interior do Estado. Ele reforçou que a atividade florestal, além de ser sustentável e cuidar do meio ambiente, ajuda a aumentar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios, muitos deles pequenos, em que a única atividade é voltada para esse setor.

“A indústria vem para desenvolver a região, com investimentos de caráter profissional e social e em infraestrutura. Com isso, surgem novos empregos e, para muitos trabalhadores, novas profissões. Temos, ainda, investimento tecnológico, com aprimoramento da mão de obra para outros setores; e investimento em infraestrutura, já que, muitas vezes, o acesso nas estradas rurais é difícil e há uma grande dificuldade para manutenções regulares – ou seja, o setor atua de forma positiva nesse sentido, dando melhor acesso às estradas e garantindo segurança, com melhor trafegabilidade. É importante citar, ainda, que as empresas florestais mantêm inúmeros programas para oferecer qualidade de vida à população”, apontou.

Na avaliação de Ratinho Junior, o setor florestal é um segmento de grande importância para o Estado e, hoje, o Paraná é uma grande potência em reflorestamento e em indústrias ligadas a essa cadeia.

“É um setor que colabora muito para a geração de emprego, para o crescimento do PIB do Estado e também para o desenvolvimento econômico regional. Hoje, tivemos a oportunidade de conversar com os representantes das empresas e conhecer, inclusive, outros tipos de matéria-prima produzidos pelo setor, até para a indústria de cosmético, por exemplo. Isso pode ser um potencial de atração de investimentos de empresas do Brasil e de fora aqui para o Estado. Tudo isso colabora para que, cada vez mais, o Paraná continue sendo um Estado sustentável e que tem um projeto de reflorestamento e de colaboração com o meio ambiente e com o setor produtivo”, afirmou.

Segundo o governador, o encontro na APRE foi bastante produtivo e ele percebeu que o setor “está motivado, exportando muito, gerando divisas para o Paraná. E que também tem projeto de expansão de reflorestamento e de novas indústrias no Estado”. Para ele, essa aproximação entre o poder público e iniciativa privada é uma excelente oportunidade para o governo entender de que forma pode colaborar para que o setor continue crescendo.

“Queremos que a Secretaria de Agricultura esteja mais próxima do setor florestal, bem como a Secretaria do Meio Ambiente. Além disso, temos um projeto de infraestrutura, que, inclusive, foi discutido na reunião de hoje, no sentido de melhorar as estradas vicinais, para que possam atender a parte logística e até evitar que caminhões com cargas pesadas trafeguem pelas rodovias asfaltadas do Estado, o que ajuda na manutenção dessas rodovias. Existe uma série de programas importantes que queremos avançar nos próximos anos”, garantiu.

Por fim, Zaid Nasser avaliou que o encontro com o governador e o secretário Norberto Ortigara foi bastante produtivo e serviu para reforçar a importância da atividade para a economia do Estado.

“Essa interlocução entre o setor e o governo é muito importante. Os próximos passos serão estreitar ainda mais essa relação e ampliar o espaço para o diálogo. Devemos continuar trabalhando nesse sentido, para discutirmos desafios e soluções. Quanto mais trouxermos o governo estadual para perto, mais avanços poderemos conquistar”, finalizou.

Fonte: APRE

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Tecnologia é destaque para comitiva que visitou a fábrica Ponsse na Finlândia

Grupo de 59 brasileiros foi até a sede da Ponsse, em Vieremä, visitou a fábrica, áreas de colheita, escolas e também a EPEC, subsidiária de tecnologia para conhecer as novidades da empresa

Entre os dias 28 de agosto a 3 de setembro, a Ponsse Brasil, junto com seus parceiros Timber e Sotreq, levaram uma comitiva de 59 pessoas para uma viagem à Finlândia. O objetivo foi aproximar ainda mais os clientes da marca ao desenvolvimento de novos produtos, além de proporcionar ver de perto os lançamentos mais recentes. 

A primeira parada foi na fábrica da Ponsse, em Vieremä, na Finlândia. Lá a comitiva brasileira pôde entender todo o processo de produção dos produtos dentro da fábrica e as tecnologias envolvidas para entregar um produto confiável e de qualidade.

Nos dias seguintes, o grupo visitou áreas de colheita florestal, escola de formação florestal, o centro logístico da Ponsse e a EPEC, subsidiária da Ponsse que desenvolve as soluções tecnológicas da empresa. Depois, juntamente com comitivas de outros países, os brasileiros também visitaram a FinnMETKO, uma das mais importantes feiras florestais do mundo, onde puderam ver de perto os lançamentos mais recentes da empresa, entre eles o conceito PONSSE EV1, um forwarder totalmente elétrico, e ainda o PONSSE Scorpion Giant, o maior harvester da marca. 

“Nosso objetivo é estar sempre ao lado de nossos clientes e desenvolver em conjunto soluções para o setor. Nada melhor que uma visita in loco para apresentar os  novos produtos e serviços digitais que a Ponsse lançou para o mercado recentemente, disse o gerente de vendas e marketing da Ponsse Brasil, Rodrigo Marangoni.

Para o diretor de operações da Reflorestadores Unidos SA, Cassiano De Zorzi, conhecer  toda tecnologia envolvida, processos de fabricação e montagem mostrou os avanços que a Ponsse vem trazendo ao mercado. “Uma das coisas mais interessantes que achamos foi a visita à EPEC. Nesta visita pudemos ter a dimensão  da estratégia da empresa para se manter no patamar que está. Me chamou muito a atenção o desenvolvimento tecnológico dos equipamentos. O Forwarder elétrico é a materialização do que estou falando”, destacou. 

O coordenador de suprimentos florestais da Adami SA, Vlademir Matarello, salientou o desenvolvimento de produtos com alta eficiência energética, e que, por sua vez, demandam mão de obra especializada, destacando a necessidade de formação específica, como a escola florestal que foi visitada . “O alto nível de tecnologia que a Ponsse tem aplicado nos equipamentos, face às tendências de mercado; máquinas automatizadas ou semi-automatizadas, como já é possível observar nos harvesters; e bem como o lançamento do veículo elétrico na operação florestal, trazem uma nova tendência para o mercado florestal mundial e nesse contexto o mercado brasiliero não pode ficar fora”. 

Daniel Carvalho de Moura, Diretor da Plantar, também destacou a tecnologia como ponto forte da visita. Para ele, os novos desenvolvimentos e também a capacidade dos novos equipamentos foram destaque.

“O foco no cliente é um importante pilar dentro da Ponsse e é com base nos relatos de campo que criamos as inovações, sempre apostando no desenvolvimento sustentável do setor. Por isso, oportunidades como essa são extremamente importantes para troca de conhecimentos e relacionamento”, disse Rodrigo

Fonte: Ponsse

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Suzano compartilha em vídeo avanços nas obras da sua nova fábrica em Ribas do Rio Pardo (MS)

O mês de setembro marca o início da montagem dos primeiros pilares das Caldeiras de Recuperação e de Força, além do plantio de um “cinturão verde” em torno da nova fábrica.

As obras de construção da nova fábrica de celulose da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS), seguem o cronograma com importantes avanços registradas até o mês de setembro. O andamento das frentes de trabalho pode ser conferido em novo vídeo divulgado pela empresa por meio do link https://bit.ly/3PIDPLG.

O principal destaque do período foi o início da montagem eletromecânica, com a instalação dos pilares das Caldeiras de Recuperação e de Força, onde será gerada a energia elétrica limpa e renovável para a operação da fábrica. Destaca-se ainda o início da montagem da laje do tanque da Estação de Tratamento de Água (ETA), entre outros.

No vídeo, também é possível conferir o andamento da construção de gruas na Finlândia para servir às futuras operações industriais. O material ainda registra o início do plantio do “cinturão verde” que irá rodear a nova fábrica e ações sociais nos assentamentos de Ribas do Rio Pardo, como a implantação de apiário e a oficina sobre sistema agroflorestal para novos agricultores familiares.

Projeto Cerrado

Anunciado em maio de 2021 e confirmado pelo Conselho de Administração da Suzano no início de novembro do mesmo ano, o Projeto Cerrado receberá investimento total de R$ 19,3 bilhões e, no pico das obras, deverá gerar cerca de 10 mil empregos diretos. Prevista para entrar em operação no segundo semestre de 2024, a nova fábrica – que será a unidade mais competitiva da Suzano –, vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial, e movimentando toda a cadeia econômica da região.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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Setor de base florestal planta 1,5 milhão de árvores por dia no Brasil

Além da área produtiva, indústria conserva mais 6,05 milhões de hectares

A Indústria Brasileira de Árvores – Ibá divulga a atualização do número de árvores produtivas cultivadas pelo setor. Diariamente, a indústria florestal realiza o plantio de 1,5 milhão de árvores para fins industriais como eucalipto, pinus, teca, entre outras espécies.

As árvores cultivadas pelo setor de base florestal brasileiro são plantadas, colhidas e replantadas, comumente, em áreas antes degradadas. Ao todo, são 9,55 milhões de hectares destinados para produção, o que dá origem a mais de 5.000 bioprodutos essenciais para a vida da sociedade como embalagens de papel, livros, cadernos, tecidos, fraldas, máscaras cirúrgicas, pisos laminados e painéis de madeira. Itens de matéria prima renovável, recicláveis e biodegradáveis.

Ciente de seu compromisso com o planeta e o meio ambiente, o setor vai além do cuidado com o cultivo das árvores produtivas. As companhias de base florestal destinam 6,05 milhões de hectares para conservação, uma área maior do que o estado do Rio de Janeiro.

Em uma técnica moderna de manejo, chamada mosaico florestal, as companhias intercalam plantios produtivos com áreas de mata nativa. Referência para o mundo, este sistema auxilia na regulação do fluxo hídrico, na fertilização do solo e na preservação da biodiversidade, uma vez que são criados verdadeiros corredores ecológicos.

Todo este trabalho promove o uso da terra de modo inteligente e sustentável . Assim, o setor de árvores cultivadas também desponta como um dos vetores de mitigação das mudanças do clima, como explica Paulo Hartung, presidente da Ibá. “Não há meio mais eficiente de sequestrar gás carbônico da atmosfera do que a fotossíntese vegetal. Deste modo, as árvores cultivadas pelo setor, tanto nas áreas de produção quanto de conservação da indústria florestal, removem e estocam 4,5 bilhões de toneladas de CO2 equivalente. Também é importante lembrar que o carbono também fica imobilizado nos produtos do setor, o que os torna alternativas ambientalmente amigáveis a materiais de matéria-prima fóssil”, comenta o executivo.

Para marcar esta data e o número de 1,5 milhão de árvores produtivas plantadas todos os dias no Brasil, a Ibá preparou um vídeo institucional e uma série especial de vídeos de colaboradores do setor explicando a importância de diferentes espécies.
Para saber mais como o setor de árvores cultivadas: Cuida da águaCuida da biodiversidadeCuida do clima
  
SOBRE A IBÁA Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas, do campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 47 empresas e 10 entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas – painéis de madeira, pisos laminados, celulose, papel, florestas energéticas e biomassa -, além dos produtores independentes de árvores plantadas e investidores institucionais. Saiba mais em www.iba.org.

Fonte: Ibá

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O maior Fórum sobre Carvão Vegetal do Brasil foi um sucesso!

Maior evento sobre carvão vegetal do Brasil bate recorde de participantes e alcança desde o pequeno produtor às grandes empresas!

A sexta edição do Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal, evento promovido pela SIF, se encerrou na última quarta-feira (21), reunindo mais de 400 pessoas, 137 empresas do setor florestal, 13 universidades e 7 associações brasileiras, durante os dias 20 e 21 de setembro, no Centro de Convenções e Eventos (AMMG), em Belo Horizonte-MG.

O evento abrangeu desde o pequeno produtor, dentre eles, produtores comtemplados pelo Projeto Siderurgia Sustentável interveniado pela SIF e desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em parceria com o Laboratório de Painéis e Energia da Madeira (LAPEM – UFV) até as maiores empresas do setor florestal produtoras de carvão vegetal.

O VI Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal contou com a presença de inúmeros profissionais, estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e entusiastas da matéria-prima do momento para a produção de energia, o carvão vegetal. Palestras, painéis empresariais, apresentação de trabalhos científicos, stands e premiações tomaram conta dos dois dias de evento, além de muito networking entre todos os presentes!

sif, ufv, sociedade de investigações florestais

Professora Cássia Carneiro, coordenadora do VI Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal

Grandes referências do setor florestal estiveram conosco em 4 painéis:

– MERCADO

Painel moderado pelo Sebastião Valverde, professor e chefe do Departamento de Engenharia Florestal da UFV e Diretor Geral da SIF. Os temas abordados contemplaram desde a preocupação com o apagão florestal às perspectivas do mercado siderúrgico para o carvão vegetal, os desafios e as oportunidades do carvão vegetal na produção de ligas metálicas e a contribuição do carvão vegetal na descarbonização da economia.

As palestras foram realizadas por nomes de peso: Adriana Maugeri (AMIF), Fausto Varella (Sindifer), Átila Benito (MINASLIGAS), Rogério Acayaba (MINASLIGAS) e Fábio Marques (Plantar Carbon).

Painel Mercado no VI Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal

– MATÉRIA-PRIMA E PROCESSO

A professora Cássia Carneiro (DEF – UFV) e Coordenadora do LAPEM, moderou o painel matéria-prima e processo. Este painel tratou de temas como o desempenho de Corymbia e bambu para a produção de carvão vegetal, bem como a produção de carvão vegetal a partir de resíduos de manejo sustentável da Amazônia. Além disso, aspectos do processo, como automação de fornos, resfriamento, materiais construtivos e tendências na produção de carvão vegetal sustentável foram temas discutidos pelos palestrantes Gleison dos Santos (UFV), Rodrigo Nascimento (SIF), Prof. Thiago de Paula Protásio (UFRA), Túlio Jardim Raad (Carboraad), José Maria de Paula (ArcelorMittal), Ézio Vinícius dos Santos (Aperam), Wellington Almeida (Gelf Siderurgia), Celso Dotta (D&A Consultoria)

Painel Matéria-prima e Processo no VI Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal

– COPRODUTOS

O painel moderado pela Iara Demuner, professora do Departamento de Engenharia Florestal da UFV, discutiu temas que envolvem alternativas para mitigar emissões de gases do efeito estufa, os desafios e oportunidades do extrato pirolenhoso e do alcatrão vegetal, geração termelétrica com gás de pirólise, dentre outros temas como a carbonização contínua e sistemas móveis de produção de carvão vegetal contando com a presença de Augusto Valência (Biomtec), Adriana Vilela (EPB), José Dilcio Rocha (EMBRAPA), Daniel Barcellos (Silveira), Lucas Freitas (Vallourec), Fernando Latorre (Latorre Consultoria) e Osvane Abreu (Fahre).

Painel Coprodutos no VI Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal

– ESG

Moderado pelo Leonardo Chagas, Gerente Florestal da Saint-Gobain PAM Bioenergia e membro do Conselho Fiscal da SIF. Neste painel, foram apresentadas práticas ESG na cadeia produtiva de carvão vegetal com Márcia Silva de Jesus (IBÁ) e aspectos do mercado de carbono e a produção de carvão vegetal com Pedro Figueiredo (NET). Nívea Vieira, consultora social, dialogou sobre a redução da desigualdade de gênero na produção de carvão vegetal, Câncio Andrade (ASIFLOR) apresentou estratégias para a transferência de tecnologias para os pequenos e médios produtores de carvão e Roosevelt Almado (GERDAU) finalizou o painel expondo os desafios do setor e as formas de vencê-los, visando uma produção sustentável.

Painel ESG no VI Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal

Além dos painéis, foram exibidos 39 trabalhos científicos sobre os mais diversos temas, desde alternativas para a secagem artificial da madeira até o resfriamento do carvão vegetal. Os melhores trabalhos foram premiados em 6 categorias:

CATEGORIA MATÉRIA-PRIMA: A segregação de resíduos madeireiros da Amazônia melhora a produtividade de fornos de alvenaria?

Michael Douglas Roque Lima; Irislane Vieira Santos; Elvis Vieira dos Santos; Paulo Ricardo Gherardi Hein; Paulo Fernando Trugilho; Thiago de Paula Protásio

CATEGORIA PROCESSO: Curvas de carbonização e qualidade do carvão vegetal de híbrido de Corymbia citriodora x Corymbia torelliana

Francisco Damião Rodrigues Martins; Ricardo José Tauffer Barros; Camila Batista da Silva Lopes¹; Evanderson Luis Capelete Evangelista; Dandara Paula da Silva Guimarães; Pedro Augusto Teixeira de Oliveira

CATEGORIA DESENVOLVIMENTO: Finos de carvão vegetal como alternativa de reforço para matrizes poliméricas

Fabíola Martins Delatorre; Allana Katiussya Silva Pereira; Álison Moreira da Silva; Gabriela Fontes Mayrink Cupertino; Tayná Rebonato Oliveira; Ananias Francisco Dias Júnior

CATEGORIA COPRODUTO: Secagem e pré-pirólise da madeira utilizando os gases combustos do queimador

Camila Batista da Silva Lopes; Ricardo José Tauffer Barros; Evanderson Luis Capelete Evangelista; Luiza Assis Ribeiro; Pedro Augusto Teixeira de Oliveira; Francisco Damião Rodrigues Martins

CATEGORIA SUSTENTABILIDADE: Combustão espontânea de carvões vegetais?

Bruna Duque Guirardi; Amanda Romagnia de Oliveira; Letícia Costa Peres; João Felipe Fernandes de Souza; Benedito Rocha Vital; Angélica de Cássia Oliveira Carneiro

CATEGORIA APRESENTAÇÃO EM BANNER:

Técnica para a separação de carvão vegetal de madeira de nativa e de eucalipto

Welliton Lelis Cândido; Gabriela Ferreira da Silva; Êmilly Wakim de Almeida; Benedito Rocha Vital; Angélica de Cássia Oliveira Carneiro, Raquel Júlia Cipriano dos Santos

O VI Fórum Nacional sobre Carvão Vegetal é pegada neutra! Contribuindo com as metas globais de enfrentamento as mudanças climáticas, serão plantadas 11 árvores, neutralizando o equivalente da produção de gases de feito estufa emitidos durante o evento (1,99 toneladas de CO2). O processo de quantificação e neutralização das emissões de carbono do Fórum foi realizado pelo projeto Neutralize.

Fonte: SIF

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