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Conheça 5 árvores centenárias que contam a história do Brasil

Com exemplar presente desde o descobrimento do País, árvores centenárias estão presentes em áreas de conservação ambiental do setor de árvores cultivadas, que hoje somam 6 milhões de hectares no Brasil

Neste 21 de setembro é comemorado o Dia da Árvore. A data, exclusiva do território brasileiro, foi escolhida por anteceder a chegada da primavera no Hemisfério Sul, que costuma se iniciar entre os dias 22 e 23 do mesmo mês. Para celebrar o dia e trazer reflexões sobre a preservação ambiental, listamos cinco exemplares centenários de árvores que estão presentes em áreas de conservação do setor de árvores cultivadas e são fragmentos da história do País.

O setor, que produz mais de 5 mil bioprodutos, conserva hoje no Brasil mais de 6 milhões de hectares de mata nativa, uma extensão maior que o estado do Rio de Janeiro. As árvores selecionadas integram programas de preservação mantidos pelas empresas associadas à Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).

A entidade representa cerca de 50 empresas produtoras de mais de 5 mil bioprodutos, como papel, celulose, painéis de madeira, embalagens e copos de papel, entre outros, a partir de árvores que são plantadas, colhidas e replantadas exclusivamente para fins industriais. Além disso, é um setor que tem forte representação no PIB brasileiro, com uma receita bruta de R$ 244,6 bilhões em 2021.

Conheça algumas das árvores centenárias presentes em áreas de conservação do setor de árvores cultivadas:

1. Copaíba (Copaifera langsdorffii)

Divulgação/Eucatex

Ao todo, há 28 espécies de copaíbas catalogadas no mundo, que podem atingir 40 metros de altura, 4 metros de diâmetro e viver até 400 anos. As espécies que vivem no Brasil são produtoras de óleo-resina, elemento bastante usado na produção de cosméticos e pela indústria farmacêutica, e está presente em diversos produtos, como sabonetes, xampus, cremes e pomadas. O óleo-resina também pode ser utilizado na fabricação de tintas e vernizes.

Localizada na cidade de Bofete, no interior do estado de São Paulo, há uma Copaíba centenária, de nome científico Copaifera langsdorffii. A árvore se encontra em um trecho de floresta nativa da Fazenda Santa Terezinha, mantida pela indústria Eucatex.

No caso da árvore centenária da Eucatex, ela é uma espécie de mata atlântica. A empresa realiza temporadas de visitação por meio de seu Programa de Educação Ambiental (PEA), no qual convida alunos da rede pública de ensino de Bofete para conhecerem a Fazenda Santa Terezinha e, assim, se encantarem pessoalmente com esse exemplar imponente de copaíba.

2. Cumixava (Micropholis crassipedicellata)

Divulgação/Suzano

Essa árvore, em particular, sobreviveu ao período extrativista da década de 1940. Ela foi apelidada de Árvore Mãe pela comunidade local, por ser uma das árvores mais antigas da Trilha da Cachoeira e por abrigar uma grande diversidade de espécies em sua copa, como micro-orquídeas, musgos, bromélias, além de vários insetos.

Ela está localizada entre as cidades de Mogi das Cruzes e Bertioga, no estado de São Paulo, está localizada mais uma árvore centenária: uma Cumixava (Micropholis crassipedicellata), preservada no Parque das Neblinas, área de preservação da Suzano.

3. Pequi-preto, pequiá (Caryocar edule)

Divulgação/Veracel

Árvore mais antiga desta lista, o pequi-preto possui mais de 600 anos, segundo pesquisadores. Esse exemplar centenário se encontra na Costa do Descobrimento, zona turística do estado da Bahia que reúne praias, baías, recifes de coral, manguezais e rios navegáveis. Para visitá-lo, basta comparecer à RPPN Estação Veracel, reserva particular do patrimônio natural de Mata Atlântica no Nordeste brasileiro, mantida pela Veracel Celulose.

Chamado de pequi-preto ou pequiá (Caryocar edule), essa é uma espécie ameaçada, o que demanda políticas de conservação. Pode variar de porte médio a grande, com altura entre 20 e 30 metros.

No caso do exemplar centenário, estima-se que ele já existia quando o navegante português Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, no ano de 1500. Ele possui 30 metros, o que corresponde a um prédio de 10 andares e, para abraçá-lo, é necessário reunir mais de 10 pessoas.

4. Pequi (Caryocar spp)

AdobeStock

Presente no cerrado e na mata atlântica, o pequi é uma espécie com muita importância econômica, social e ambiental, já que a extração de seu fruto é a principal atividade de comunidades locais.

A diversidade de uso do fruto do pequizeiro é que faz ele ser importante em economias regionais. Ele está presente na fabricação de licores, óleos e manteigas, além de poder ser cozido diretamente com outros alimentos, o que faz com que esteja presente na gastronomia brasileira.

Além do consumo humano, seus frutos também são ingeridos por diversas espécies da fauna, o que contribui para a dispersão das sementes e sua conservação na natureza.

O estado do Mato Grosso do Sul possui três árvores centenárias em áreas de preservação mantidas pela Eldorado Brasil. A Pequi (Caryocar spp) é a mais conhecida, por conta do consumo de seu fruto. Seu nome é de origem da língua Tupi e significa “pele espinhenta”.

5. Pinheiro-brasileiro / Pinheiro-do-Paraná (Araucaria angustifolia)

Divulgação/Arauco

Presente no sul e no sudeste do Brasil, o Pinheiro-brasileiro, também conhecido como Pinheiro-do-Paraná ou apenas Araucaria (Araucaria angustifólia) é considerado ameaçado de extinção nos níveis federal e estadual, e possui indivíduos distintos do sexo feminino e masculino. As do sexo feminino florecem o ano todo, já as do sexo masculino florecem apenas de agosto a janeiro.

Uma curiosidade é que se estiver “sozinha”, a Araucaria não se reproduz, ou seja, é necessário que se tenha um número plural de árvores de ambos os sexos para que as sementes produzidas possam dar continuidade à espécie

A polinização é predominantemente anemocórica, ou seja, feita pelo vento. Após dois anos, as suas pinhas amadurecem. Aves como gralha-azul e papagaio-charão também auxiliam na dispersão de sementes, que são ricas em proteínas e são apreciadas na gastronomia do sul do país.

Em área de proteção da Arauco no Paraná, no bioma da Mata Atlântica, há um imponente exemplar centenário de Araucaria.

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O privilégio de cultivar árvores

Por Marcos Sacco, gerente sênior Florestal da Bracell Bahia

A celebração pelo Dia da Árvore, neste 21 de setembro, tem um simbolismo especial para o setor de base florestal brasileiro. Dentre as muitas possibilidades de abordagem deste tema, quero falar do privilégio que é trabalhar diretamente com árvores plantadas e nativas todos os dias, porque elas nos ensinam muito sobre equilíbrio e diversidade, inspiram pesquisas para aprimorar nossas atividades e nos despertam para um universo de possibilidades de negócios sustentáveis capazes de atender a bilhões de pessoas.

Muito além de suas funções ambientais, as árvores têm papel crucial na sociedade, tendo influenciado as ocupações humanas em diversas regiões, a linguagem, as artes, a indústria, a arquitetura, a culinária, a medicina… A lista de utilidades e curiosidades não tem fim, mas muitas espécies de árvores, sim, tiveram fim ou estão em vias de desaparecer. Devido à exploração descontrolada, bastantes delas foram extintas ou entraram em risco de extinção.

Para usufruir de modo perene dessa fantástica fonte de matéria-prima, é preciso lidar com ela com responsabilidade, conhecer as tantas – e já identificadas – especificidades das árvores e estar aberto a descobrir tantas outras quantas elas tenham a nos revelar. E este é um desafio aceito pelos pesquisadores e pela indústria do setor florestal. Felizmente, ao analisar historicamente a demanda mundial por madeira, nosso entendimento é o de que o futuro do planeta está nas árvores plantadas, contribuindo para que as matas nativas sejam poupadas e pesquisadas para o bem da vida no planeta.

Para ser uma fonte renovável não basta que ela seja simplesmente passível de ser plantada e colhida. Para ser renovável, ela precisa ser manejada de modo sustentável sem que isso implique, em qualquer tempo, no esgotamento do ecossistema. É com esta consciência que o setor florestal cultiva 9 milhões de hectares no Brasil, investe em pesquisa, tecnologia e inovação e se posiciona como uma atividade econômica altamente sustentável. O segmento fornece matéria-prima para mais de 5 mil produtos, gera 1,3 milhão de empregos e atrai novos negócios, promovendo o bem-estar social e a proteção do meio ambiente.

Com um olhar atento e sistemático sobre as árvores nativas e suas complexas relações com outras formas de vida ao seu redor, aprendemos e aplicamos este conhecimento nas operações florestais de modo que celebrem, o ano inteiro, as múltiplas potencialidades das árvores. Um exemplo disso é uma iniciativa da Bracell, uma das líderes mundiais do setor de celulose solúvel: o Compromisso Um-para-Um, por meio do qual nos comprometemos a alcançar, até 2025, um hectare de mata nativa conservada em nossas propriedades e em áreas públicas para cada hectare de eucalipto plantado pela empresa. Sim, porque, para nós, as árvores não são apenas um negócio, são uma paixão que, literalmente, cultivamos todos os dias.

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Sbaraini Agropecuária desponta entre as principais empresas de plantio florestal na região Oeste do Paraná

As amplas áreas de florestas autóctones no Oeste do Paraná desempenharam papel crucial no início da exploração da madeira na região, no fim do século 19. Neste cenário, a Sbaraini Agropecuária/SA Ind. Com. conquistou notoriedade na região de Cascavel, consolidando uma das primeiras empresas do segmento florestal da região e colocando o Oeste do Paraná no mapa da exportação de madeira industrial. Hoje, a empresa responde pela maior porção de plantio de pinus da região de Cascavel e desponta entre as principais do mercado florestal do estado.

Com mais de 283 hectares de plantio de pinus em propriedades localizadas nos municípios de Cascavel, Céu Azul e Ibema, a empresa registrou aumento de 30% na produção de madeira industrial nos últimos três anos. Por meio de investimento de R$100 milhões, a empresa ampliou as áreas de plantio de pinus, mirando na produção sustentável de produtos como resina e terebintina, além da própria madeira. “Conquistando espaço importante no mercado florestal, a Agropecuária/SA Ind. Com. vem consolidando significativa participação no sustento da economia local e desempenhando papel importante no avanço econômico e social, por meio também da geração de oportunidades de trabalho nos municípios onde atua”, afirma Eduardo Sbaraini, diretor industrial.

Parcerias – segundo levantamento da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre), a produção de madeira de pinus cresceu mais de 7% no Paraná entre 2020 e 2022, passando de 23,3 milhões para 24,8 milhões de metros cúbicos de madeira em toras da espécie. Acompanhando o crescimento, a Sbaraini firmou parcerias com pequenos, médios e grandes produtores no processo de expansão florestal da companhia. Segundo a empresa, a iniciativa tem sido uma excelente opção para proprietários gerarem renda, complementarem o portfólio produtivo e trazerem novos empregos e desenvolvimento para a região.

“O produtor usa parte das terras para plantar pinus e receber benefícios em troca. É uma maneira segura de diversificação de renda com atividades agropecuárias complementares, com bom retorno financeiro, direito a assistência técnica e consultoria para certificações que garantem o manejo sustentável das florestas”, afirma Sbaraini.

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Bracell e a SOS Mata Atlântica realizam plantio de 77 mil árvores nativas

Iniciativa da empresa de celulose reforça suas práticas em sustentabilidade. Ação contemplou os municípios de Botucatu, Agudos e Piratininga

Uma iniciativa da Bracell, líder global na produção de celulose solúvel, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, organização ambiental brasileira, resultou no plantio de 77 mil árvores do bioma Mata Atlântica em áreas de parceiros da companhia nos municípios de Botucatu, Agudos e Piratininga. Por meio do Programa Florestas do Futuro, executado pela Fundação, a Bracell iniciou a restauração florestal de matas ciliares, contribuindo com a proteção dos recursos hídricos das nascentes das áreas contempladas.

Marcela Trecenti Capoani, coordenadora de Meio Ambiente Florestal da Bracell em São Paulo, destaca que a ação contribui na proteção das Áreas de Preservação Permanente e, consequentemente, contribuir para a regulação hídrica. “Temos o compromisso com a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva. As técnicas empregadas no manejo florestal, desde o plantio à colheita, visam a preservação dos recursos naturais e hídricos, essenciais para a qualidade e produtividade florestal” diz.

A ação teve início em 2022 e a fase de plantio foi concluída neste ano. No município de Botucatu foram plantadas 61.975 mudas, já em Agudos foram 10.025 e, em Piratininga, 5.000 mudas, totalizando o plantio de 77 mil árvores da Mata Atlântica, que é o bioma mais devastado do Brasil e considerado um dos 10 ecossistemas-bandeira para a restauração florestal no mundo pela Década da Restauração de Ecossistemas.

“A restauração da floresta nas margens dos rios e córregos é extremamente importante. A floresta protege a água e também o caminho da fauna até ela. Junto com a Bracell estamos restaurando 30 hectares de matas ciliares (o equivalente a 30 campos de futebol) e já conseguimos perceber novas plantas surgindo nas áreas, o que é um dos primeiros sinais de regeneração da floresta. Esse é o caminho que desejamos para toda a Mata Atlântica – a recuperação do bioma”, afirma Ana Beatriz Liaffa, coordenadora de Restauração Florestal da Fundação SOS Mata Atlântica.

João Augusti, gerente de Sustentabilidade da Bracell, reforça que “ações como esta, da Bracell, têm um papel bastante relevante no fomento à sustentabilidade, contribuindo para disseminação das boas práticas de restauração nas regiões onde atua e, por consequência, criando sinergia com outras iniciativas e trazendo benefícios para as cidades, como a melhora da qualidade do clima, umidade e ar. Acreditamos que o trabalho em conjunto potencializa os resultados das ações e a parceria com a SOS Mata Atlântica será um catalisador importante para fomentarmos a iniciativa nesses municípios”.

Sobre a Bracell
A Bracell é uma das maiores produtoras de celulose solúvel e celulose especial do mundo, com duas principais operações no Brasil, sendo uma em Camaçari, na Bahia, e outra em Lençóis Paulista, em São Paulo. Além de suas operações no Brasil, a Bracell possui um escritório administrativo em Cingapura e escritórios de vendas na Ásia, Europa e Estados Unidos. www.bracell.com

Sobre a SOS Mata Atlântica
A Fundação SOS Mata Atlântica é uma ONG ambiental brasileira. Atua na promoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica por meio do monitoramento do bioma, produção de estudos, projetos demonstrativos, diálogo com setores públicos e privados, aprimoramento da legislação ambiental, comunicação e engajamento da sociedade.

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Pesquisadores estão usando a castanheira para recuperar floresta

Estudos estão sendo realizados em cultivos de castanheiras implantados em áreas que antes eram pastagens degradadas

Pesquisas da Embrapa em plantios de castanheira-da-amazônia (Bertholletia excelsa) indicam que a espécie é eficiente para a recuperação de solos degradados em áreas nas quais a floresta foi retirada.

Trata-se de um resultado bastante promissor para a recomposição florestal desse bioma, onde existem atualmente mais de 5 milhões de hectares de solos que precisam ser restaurados.

Outra vantagem observada é que as castanheiras são capazes de produzir frutos por mais de 40 anos com pouco ou quase nenhum aporte de nutrientes.

Além de contribuir para a preservação, esses cultivos podem ajudar a gerar renda e emprego para os povos da floresta, com a geração de serviços ambientais.

Os estudos estão sendo realizados em cultivos de castanheiras implantados em áreas que antes eram pastagens degradadas no estado do Amazonas.

“A capacidade de crescimento demonstrada pela castanheira comprova que ela tem uma estratégia fisiológica totalmente adaptada a esses tipos de solos”, afirma o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental (AM) Roberval Lima, que realiza estudos silviculturais com essa espécie. 

O embasamento para uso da castanheira na recuperação de áreas degradadas ganha ainda mais força com estudos sobre emissão de gases a partir do solo, processo também chamado de respiração do solo, e que consiste em um conjunto de fenômenos bioquímicos, envolvendo temperatura, umidade, nutrientes e níveis de oxigênio, influenciados por fatores naturais e ações humanas.

As pesquisas compararam a capacidade de respiração do solo e a emissão de gases em diferentes ecossistemas, conforme os modos de uso da terra no bioma. 

Uma das conclusões é que os plantios de castanheiras apresentam níveis de melhoria na qualidade do solo que mostram tendência de recuperação das características químicas, físicas e presença de microrganismos.

Segundo o pesquisador, os solos em plantios de castanheiras apresentam qualidade 50% superior à de áreas de pastagem degradadas.

Foram realizados estudos comparando o fluxo de gases a partir do solo em ecossistema de floresta natural, em pós-floresta (após a corte da floresta) e em cultivos como os plantios de castanheira.

“Os resultados apontam que, sob os plantios de castanheiras, o solo está se recuperando com uma tendência massiva próxima a de uma floresta natural”, destaca.

Antes pasto degradado, hoje o maior plantio de castanheira do mundo

Um dos locais de realização do estudo foi a Fazenda Aruanã, localizada no município de Itacoatiara, no estado do Amazonas, onde se encontra hoje o maior plantio de castanheiras do mundo, com cerca de 1,3 milhão de árvores.

Essa área plantada de 3 mil hectares, em um total de 12 mil, substituiu a de pasto degradado.

“O projeto da Fazenda Aruanã é um bom exemplo de como recuperar uma área degradada na Amazônia. Na década de 1970, alguns empreendedores de São Paulo vieram para a região com a intenção de aproveitar os recursos de incentivo fiscal para projetos agropecuários. Anos depois, eles verificaram que a pastagem estava se degradando. Com a indicação de técnicos, iniciaram o plantio de castanha-do-brasil, também conhecida como castanha-do-pará, ou castanha-da-amazônia”, conta Lima.

O pesquisador realiza pesquisas na Fazenda Aruanã desde a década de 1990, visando aprimorar o manejo silvicultural e o sistema de produção para  frutos e madeira. “Hoje essa área está completamente restaurada com uma espécie florestal, gerando bastantes benefícios do ponto de vista ambiental, como recuperação do solo e atração da fauna, além de vantagens econômicas”, constata.

Fonte: Canal Rural

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O mapa off-road que a Suzano desenvolveu para mapear as estradas de Ribas do Rio Pardo-MS

Ribas do Rio Pardo tem exatamente o tamanho de um importante país do Oriente Médio chamado Kuwait, que é o 10º maior produtor de petróleo do mundo: pouco mais de 17 mil quilômetros quadrados. E foi toda essa área que, nos últimos meses, o time de Geoprocessamento da Suzano analisou, com o auxílio de imagens de satélite, para construir um mapeamento completo de todas as estradas que cruzam o município.

O resultado do trabalho foi entregue à prefeitura e ficará à disposição para auxiliar a administração municipal na gestão de seu imenso território. Além disso, os mapas desenvolvidos serão utilizados para otimizar as rotas do transporte de eucalipto entre as fazendas e a nova fábrica da empresa.

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Portal da transformação

Assim que chegarem à futura fábrica, os caminhões carregados com as toras de eucalipto (tritrens e hexatrens) terão de passar por uma portaria especial, chamada de Portaria Madeira, onde serão pesados em balanças de 60 metros de comprimento e com capacidade para até 300 toneladas.

O volume corresponde a cerca de 50 elefantes africanos juntos – o peso médio do animal macho adulto é de seis toneladas. Com dois equipamentos instalados na entrada e outros dois na saída dos veículos, será possível pesar até 13 caminhões por hora.

Em seguida, os caminhões serão pré-lavados para a retirada de impurezas da matéria-prima, com a ajuda de “chuveirões 3D”. Essa etapa aumenta a qualidade da lavagem da madeira e melhora todo o processo de transformação do eucalipto em celulose.

Você sabia?

A Suzano presta assistência veterinária a famílias com aptidão agropecuária na região de Ribas do Rio Pardo. Por meio do projeto Vaca Móvel, a empresa qualifica as famílias dos assentamentos Mutum e Avaré a elevarem os níveis de qualidade para produção e comercialização de leite. Já o projeto Rufião Móvel oferece melhoramento genético para que os rebanhos se adequem à atividade leiteira.

Além de os rebanhos aumentarem a quantidade de leite disponível em cada ordenha, as famílias conseguem colocar um produto mais competitivo no mercado, o que contribui para a geração de renda na região.

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Suzano disponibiliza Resumo Público do Plano de Manejo Florestal em MS

Publicação reúne as práticas adotadas pela companhia abordando os aspectos sociais, ambientais e econômicos de suas operações florestais no Estado e pode ser acessado pelo link Suzano – Documentos

Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, disponibilizou o Resumo Público do Plano de Manejo Florestal referente ao ano de 2022 com as práticas de manejo florestal adotadas pela empresa em Mato Grosso do Sul.  A publicação, que pode ser acessada pelo link Suzano – Documentos,  vem ao encontro do compromisso da Suzano com a transparência, visando informar a sociedade em geral – poder público, comunidades vizinhas, além de colaboradores e prestadores de serviços – sobre a forma como administra os seus recursos florestais, as boas práticas de manejo adotadas pela empresa e as ações voltadas para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento socioeconômico nas regiões onde mantém operações.

Com atuação em nove municípios sul-mato-grossenses (Água Clara, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Brasilândia, Inocência, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas), a Suzano mantém hoje uma base florestal de 599.996 hectares em Mato Grosso do Sul. Deste total, 143.129 hectares são exclusivamente para a conservação da biodiversidade. Além disso, 436,7 mil hectares de florestas plantadas contam com as principais certificações nacionais e internacionais, como FSCª, PEFC e CERFLOR, atestando as práticas sustentáveis adotadas pela empresa.

De acordo com Leonardo Giusti, gerente Executivo de Operações Florestais em Mato Grosso do Sul, o objetivo do manejo florestal é aliar produtividade elevada com a conservação da biodiversidade. “A Suzano acredita que é possível produzir e seguir preservando nossos recursos naturais. Temos um direcionador que diz que só é bom para nós se for bom para o mundo e unir desenvolvimento e sustentabilidade faz bem para os negócios, para o meio ambiente e para toda a comunidade ao entorno.  Neste Resumo Público do Plano de Manejo Florestal, a Suzano apresenta informações importantes sobre as atividades florestais da região, incluindo nossas estratégias de manejo visando a conservação da biodiversidade, hoje um dos principais compromissos da empresa”, destaca Giusti.

Produção e conservação ambiental

De acordo com o Resumo do Plano de Manejo Florestal MS, somente no ano de 2022, a Suzano colheu 12,684 milhões de m³ de eucalipto para abastecer as duas fábricas em operação em Três Lagoas. Todo o processo, do plantio à colheita, respeita as características da região e utiliza sistemas eficientes que contam com equipamentos de última geração.

A companhia ainda mantém programas de monitoramento da qualidade do ar, da água e de conservação de biodiversidade. Nas florestas da Suzano em Mato Grosso do Sul, já foram catalogadas mais de 1,4 mil espécies diferentes de animais e plantas.

Em todo o País, a Suzano possui uma área de mais 1,4 milhões de hectares de florestas plantadas e 1 milhão de hectares de florestas preservadas, concentradas nos estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Tocantins, Pará e Piauí.

Informações adicionais, dúvidas e sugestões que possam surgir durante a leitura do Resumo Público do Plano de Manejo da Suzano MS devem ser enviadas para o e-mail suzanoresponde@suzano.com.br ou pelo telefone 0800 022 1727.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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Suzano abre 204 vagas para atender operações do viveiro de mudas em Ribas do Rio Pardo (MS)

As pessoas interessadas poderão se inscrever no processo seletivo durante o evento Você na Suzano, que ocorrerá das 8h às 14 horas deste sábado (23/09) no Centro Social de Ribas do Rio Pardo.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está abrindo 204 vagas para a função de ajudante de viveiro visando atender à demanda das operações do novo viveiro de mudas que está construindo em Ribas do Rio Pardo (MS). As contratações estão previstas para ocorrer entre novembro deste ano e janeiro de 2024. As pessoas interessadas poderão se inscrever no processo seletivo durante o evento Você na Suzano, que ocorrerá das 8h às 14 horas deste sábado (23/09) no Centro Social de Ribas do Rio Pardo, localizado na Rua Geraldo Bunazar Alves, número 42, vila Nossa Sra. da Conceição.

Na ação, colaboradores da Suzano estarão à disposição para fornecer informações sobre a empresa, os requisitos mínimos para se candidatar às vagas e os benefícios oferecidos a quem for selecionado(a). De acordo com Maurício Miranda, diretor de engenharia da Suzano responsável pela construção da nova fábrica da Suzano no município, a iniciativa visa tornar mais acessível o ingresso na empresa a moradores de Ribas do Rio Pardo, pois leva as oportunidades disponíveis até a comunidade, apostando sobretudo na diversidade e inclusão, com destaque na disponibilização de vagas para mulheres e PcD (pessoas com deficiência).

“A Suzano desempenha um importante papel de fomentar a empregabilidade nas comunidades em que está inserida e regiões onde possui operações, sempre em linha com o nosso direcionador que diz que ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’. Por meio de ações como o Você na Suzano, as pessoas interessadas têm contato direto com nossos colaboradores e podem conhecer detalhes sobre as vagas que disponibilizamos e os benefícios de trabalhar na companhia. Além disso, ao oferecermos mais de 200 vagas voltadas à comunidade rio-pardense, estamos gerando emprego e renda aqui no município e, dessa forma, contribuindo fortemente para o desenvolvimento local”, ressalta Maurício.

Para concorrer a uma das 204 vagas para ajudante de viveiro, que serão preenchidas gradativamente até janeiro de 2024, as pessoas interessadas precisam ter o Ensino Fundamental incompleto e serem maiores de 18 anos. As pessoas selecionadas contarão com uma série de benefícios como planos de saúde e odontológico, cartão alimentação, auxílio creche para colaboradoras com filhos, auxílio para famílias com filhos PcD, auxílio farmácia, entre outros. As inscrições podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual.

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

Viveiro de mudas

Com capacidade para produzir 35 milhões de mudas de eucalipto por ano que vão atender à demanda do maciço florestal de sua nova fábrica, a estrutura será uma das mais modernas e sustentáveis da companhia, ocupando uma área de cerca de 21 hectares e terá área construída de 111 mil metros quadrados. A conclusão total das obras está prevista para meados de 2024, quando também entra em operação a nova fábrica da Suzano em construção no município (até junho do próximo ano).

Além de propiciar a matéria-prima essencial para os produtos da Suzano, as árvores representam um grande símbolo de renovação para a companhia e, por meio do novo viveiro de mudas, a empresa tem a garantia de que o ciclo de plantio da base florestal será cada vez mais produtivo e sustentável. A estrutura ainda contará com equipamentos bioecológicos que serão capazes de garantir uma operação altamente tecnológica e sustentável, será também alimentada por energia renovável e contará com processos automatizados de irrigação que serão definidos por ação humana, mas acionadas por sistema eletrônico.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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Veja como estão as obras hoje e como vai ficar a nova fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo-MS

Suzano compartilha vídeo com comparativo entre 3D e estágio atual das obras da fábrica em Ribas do Rio Pardo (MS)

Com uso de recursos de vídeo e um projeto digital, é possível vislumbrar o futuro da obra finalizada da nova fábrica de Ribas do Rio Pardo

As obras de construção da nova fábrica de celulose da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS) seguem o cronograma com importantes avanços. O time de Engenharia do empreendimento produziu um vídeo comparativo entre o projeto 3D da futura fábrica e as imagens do atual estágio das diversas frentes de trabalho e ilhas de processo. O material pode ser acessado pelo link https://bit.ly/video-status-obra.

Com uso de recursos de vídeo e projeto digital, é possível vislumbrar o futuro da obra finalizada da nova fábrica. A apresentação conduz os observadores por um tour pelas representações digitais das estruturas que farão parte do complexo industrial que está sendo erguido. As imagens 3D então são contrapostas com o estado atual das frentes de trabalho na nova fábrica.

Projeto Cerrado

Anunciado em maio de 2021 e confirmado pelo Conselho de Administração da Suzano no início de novembro do mesmo ano, o Projeto Cerrado receberá investimento total de R$ 22,2 bilhões e, atualmente no pico da obra, está gerando cerca de 10 mil empregos diretos. Prevista para entrar em operação em junho de 2024, a nova fábrica – que será a unidade mais competitiva da Suzano –, vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial, e movimentando toda a cadeia econômica da região.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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Espírito Madeira: Exposição ‘Design + Arquitetura’ revela o encanto da madeira como material de inspiração

A Exposição “Design + Arquitetura” será um dos destaques imperdíveis da “Espírito Madeira – Design de Origem”, Feira que acontecerá de 14 a 16 de setembro, em Venda Nova do Imigrante (ES). O espaço único celebra a madeira como um material vivo, inspirador e versátil, capaz de unir o passado e o futuro, a natureza e a inovação, a tradição e a criação.

Com a participação de 18 talentosos criadores, o espaço proporciona um ambiente único para explorar a interseção entre o trabalho manual, artístico e artesanal com processos industriais. A exposição foi planejada em cocriação pela designer e curadora Jacqueline Chiabay e pela arquiteta e produtora cultural Angela Gomes, com apoio dos idealizadores da Feira, o visionário empresário Antônio Nicola e Paula Maciel.

Aqui, o design e a arquitetura que reverenciam a madeira, a arte e o artesanato harmonizam-se com o universo natural, transcendendo a mera funcionalidade. Eles incorporam a poesia da criação e a essência de quem os molda, estabelecendo uma conexão profunda entre a humanidade, a cultura e a própria natureza“, destaca Angela, uma das curadoras.

Destacando o valor do artesanato e da arte na decoração de interiores

A exposição também destaca a importância do artesanato e da arte na decoração de interiores, ressaltando como esses elementos agregam valor e competitividade ao mercado comercial. Cada vez mais, a decoração de interiores busca incorporar a humanização e a identidade nos espaços, sejam eles residenciais, comerciais ou corporativos.

“O artesanato representa a tradição cultural e a história de uma sociedade, preservando técnicas antigas e conhecimentos passados de geração em geração, valorizando o trabalho manual, o cuidado com os detalhes e a conexão emocional entre o criador e o objeto, criando laços especiais entre as pessoas e os produtos”, ressalta a designer e curadora Jacqueline Chiabay.

Destaques da Exposição “Design + Arquitetura”

– Celma Martins (Guarapari):
Utiliza madeira de naufrágio e descarte de estaleiros em montagens manuais, em colaboração com Renato Imbroisi e Jacqueline Chiabay.

– Romario Stones (Cachoeiro de Itapemirim):Trabalha com rochas ornamentais usando métodos manuais e maquinário industrial, com cocriação de Jacqueline Chiabay.

– Valdete Reis (Rio Novo do Sul):Transforma palha de café triturada em revestimento de MDF, em colaboração com Jacqueline Chiabay.

– Assis Marcenaria (Diogo Carlos Assis, Vila Velha):Produz marcenaria artesanal com peças feitas com renda de bilro em homenagem às rendeiras da Barra do Jucu do Coletivo Barra de Renda, em cocriação com Jacqueline Chiabay.

– Gina Abreu (Vitória):Cria cerâmica artesanal artística e representa a Cerames – Associação de Ceramistas do ES.

– Gabriel Santiago (Vitória):
Realiza marchetaria artística em folha de madeira.

Designers, arquitetos e criativos em destaque

Além disso, a exposição “Design + Arquitetura” apresenta uma seleção de designers, arquitetos e criativos que exploram a madeira e outros materiais em suas criações. O design e a arquitetura buscam associar funcionalidade e estética em seus projetos, que não apenas atendam às necessidades práticas, mas também inspirem emoções e vivências positivas.

O design contemporâneo e sustentável explora novos materiais e tecnologias para criar soluções inovadoras que melhoram a qualidade de vida e resolvem problemas complexos, considerando o impacto ambiental, a eficiência energética e a harmonia com o entorno, criando espaços e objetos que coexistem de forma equilibrada com a natureza. Confira:

– Angela Gomes (Studio Daus – Design, Arquitetura, Urbanismo Sustentáveis): Arquiteta urbanista com mestrado em Artes e doutorado em Geografia, Angela Gomes é diretora de criação do Studio Daus e consultora em arquitetura e design do Sebrae/ES.

– Jacqueline Chiabay (Couros e Tramas, Arte Pura Design):À frente da Couros e Tramas, Jacqueline reutiliza retalhos de couro da indústria da moda. Também atua na Arte Pura Design, empresa de consultoria em design.

– Ludson Zampirolli (CF Rochas): Formado em Design, Ludson coordena projetos de renomados arquitetos e designers de interiores na CF Rochas.

– Rubens Szpilman:Artista plástico e designer conhecido por seus objetos em resina de poliéster e trabalhos sustentáveis.

– Natalia Scarpati: Arquiteta e designer de móveis autorais, com experiência internacional em Barcelona.

– Isabela Castello:Designer de produto em marcenaria, cria esculturas que combinam a força da madeira com a geometria das formas.

– Antônio Nicola (Nicola Marcenaria):A Nicola Marcenaria une técnica, sensibilidade e curiosidade na criação de projetos personalizados.

– Vívian Chiabay:Artista e designer de objetos em recorte a laser, madeira e outros materiais.

– Clovis Aquino: Aquarelista, arquiteto e artista plástico com experiência internacional.

– Jocimar Nalesso: Artista com graduação em Pedagogia e Artes Plásticas, dedica-se a investigar espaços vazios e memórias em suas obras.

– Amanda Lobos (@maisdeumlobo):
Ilustradora e designer freelancer premiada e reconhecida internacionalmente.

A Feira

A “Espírito Madeira – Design de Origem 2023” vai reunir conhecimento, criatividade e cultura da madeira. Um evento que promete cativar a todos que buscam se aprofundar na essência da madeira e na riqueza de sua expressão criativa. A expectativa é receber cerca de 3.000 visitantes por dia, que terão acesso mais de 80 estandes com expositores.

A organização está a cargo do Montanhas Capixabas Convention & Visitors Bureau, com correalização da Câmara Setorial Moveleira (Findes). Além disso, conta com o apoio da Prefeitura de Venda Nova, Aderes, Amunes, Sebrae/ES, Sistema Faes/Senar/Sindicatos, Ufes (Departamento de Ciências Florestais e da Madeira) e tem o patrocínio da Placas do Brasil.

O objetivo da “Espírito Madeira” é conectar toda a cadeia produtiva, desde o produtor florestal até o design, envolvendo diversos profissionais do setor, como arquitetos, designers, engenheiros e empresários, além de atrair grandes stakeholders do mercado e empresas de outros Estados.

Com 44 especialistas confirmados, o evento será um caldeirão de conhecimento e inovação e já é considerado o maior do setor produtivo de madeira do Brasil.

Serviço:
“Espírito Madeira- Design de Origem 2023”

Data:14 a 16 de setembro
Local:“Polentão”, em Venda Nova do Imigrante (ES)
Programação geral e credenciamento:https://espiritomadeira.com.br/
*Instagram: @espiritomadeiraoficial

Quem são?

MONTANHAS CAPIXABAS CONVENTION & VISITORS BUREAU

É uma entidade com sede no município de Domingos Martins, sem fins lucrativos, criada para promover desenvolvimento sustentável no turismo da região de montanhas do Espírito Santo. Atualmente, o trade regional é representado por 380 empreendimentos em dez municípios (Afonso Cláudio, Alfredo Chaves, Brejetuba, Castelo, Conceição do Castelo, Domingos Martins, Laranja da Terra, Marechal Floriano, Vargem Alta e Venda Nova do Imigrante).

Fundado em 2006, a partir de uma aliança da iniciativa privada com o poder público, o Montanhas Capixabas teve o apoio de grandes parceiros como o Espírito Santo Convention & Visitors Bureau, Federação Brasileira de Conventions & Bureau, Governo do Estado do Espírito Santo e Sebrae-ES.

A missão é desenvolver o turismo sustentável, adotando ações que promovam seu arranjo turístico em nível estadual, nacional e internacional, que gerem oportunidades de negócios para seus mantenedores e associados e fomentem o desenvolvimento de toda a região.

A atual diretoria conta com Valdeir Nunes (diretor-presidente), Ana Venturim Porto (diretora financeira), Sergio Rodrigues Dias Filho (diretor técnico) e Leandro Carnielli (presidente do Conselho Curador). Saiba mais em www.montanhas.capixabas.org.br.

PLACAS DO BRASIL S.A.

Empresa brasileira genuinamente capixaba, especialista na produção e comercialização de painéis de MDF de alta qualidade, oriundos de florestas de eucalipto 100% renováveis. Localizados no município de Pinheiros, Norte do Espírito Santo, ocupa uma área total de 665 mil m², com cerca de 200 mil m² de área construída. Com uma estrutura contemporânea e equipamentos de última geração, a capacidade de produção é de 30 mil m³/mês de painéis de MDF naturais e 12 mil m³/mês de painéis de MDF revestidos. Saiba mais em: https://placasdobrasil.com.br/.

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