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Papel de nota fiscal feito de madeira elimina contaminantes perigosos

Sabe aqueles cupons fiscais e recibos de banco, impressos em um papel amarelo, que você guarda como documento, mas cujos dados já desapareceram quando você mais precisa deles?

Estamos falando da impressão térmica, na qual o calor desencadeia uma reação entre um corante incolor e um revelador, produzindo texto escuro onde o papel termal é aquecido.

Mas não é só o sumiço do texto que incomoda: O papel térmico é feito com componentes químicos que se espalham pela água, pelo solo e pelos seres humanos. Durante décadas, os principais responsáveis por essa contaminação foram o bisfenol A (BPA) e, mais recentemente, o bisfenol S (BPS). Ambos podem afetar organismos vivos, interferindo na sinalização hormonal, e ambos são detectados no meio ambiente e em pessoas que manuseiam recibos com frequência.

Tom Nelis e colegas da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), na Suíça, demonstraram agora que dá para fabricar papel térmico a partir de derivados de madeira, juntamente com um sensibilizador derivado de açúcares vegetais, virtualmente eliminando os riscos ambientais e de saúde das versões atuais.

“Nós desenvolvemos formulações de papel térmico – comumente encontradas em produtos do dia a dia, como recibos de pagamento, etiquetas de embalagens, passagens aéreas etc. – feitas a partir de moléculas de origem vegetal que apresentam níveis de toxicidade muito baixos ou inexistentes,” resumiu o professor Jeremy Luterbacher, que ganhou fama ao desenvolver um método para extrair lignina de plantas de forma barata, evitando sua destruição.

Papel térmico feito de madeira elimina contaminantes perigosos

Os materiais podem ser feitos de biomassa não comestível, incluindo grama.
[Imagem: Tom Nelis et al. – 10.1126/sciadv.adw9912]

Mais barato e mais seguro

O trabalho se baseia na lignina, o ingrediente natural da madeira que dá suporte e rigidez às árvores, mas que também contém grupos químicos que podem funcionar como reveladores de cor.

Para isolar a lignina, uma tarefa desafiadora por si só, a equipe desenvolveu um método de extração controlada, denominado “fracionamento sequencial assistido por aldeídos”, para produzir polímeros de lignina de cor clara com menos grupos escuros, que absorvem a cor e podem interferir na impressão. Sua composição química também permitiu uma boa mistura na camada térmica, um pré-requisito fundamental para a reatividade adequada.

Para tornar a lignina reativa às temperaturas de impressão, a equipe adicionou um sensibilizador, um composto que derrete quando aquecido e ajuda o corante e o revelador a interagirem. Em vez de usar sensibilizadores convencionais à base de petróleo, eles testaram a diformilxilose, uma molécula feita a partir do xilano, um açúcar encontrado nas paredes celulares das plantas. Em seguida, aplicaram as misturas resultantes como revestimentos finos sobre o papel e as testaram usando aquecimento controlado e impressoras comerciais.

O papel térmico à base de lignina produziu imagens impressas nítidas, com valores de densidade de cor na mesma faixa apresentada pelo papel térmico comercial. Os revestimentos permaneceram estáveis quando armazenados perto de uma janela por meses, e os logotipos impressos permaneceram legíveis após um ano. Embora o contraste da imagem ainda seja inferior ao do papel comercial totalmente otimizado, o desempenho se igualou ao dos papéis térmicos à base de BPA.

Os testes de segurança também mostraram uma clara vantagem, já que os reveladores de lignina apresentaram atividade semelhante à do estrogênio de duas a quatro ordens de magnitude menor que a do BPA. O sensibilizador à base de açúcar não apresentou perfil estrogênico ou de toxicidade nas condições testadas.

Bibliografia:

Artigo: Sustainable Thermal Paper Formulation Using Lignocellulosic Biomass Fractions
Autores: Tom Nelis, Manon Rolland, Claire L. Bourmaud, Etiënne L. M. Vermeirssen, Ghezae Tekleab, Harm-Anton Klok, Jeremy S. Luterbacher
Revista: Science Advances
DOI: 10.1126/sciadv.adw9912

Informações: Inovação Tecnológica

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Silvicultura de precisão eleva produtividade do setor florestal

A silvicultura brasileira vive uma transformação estrutural impulsionada pela adoção intensiva de tecnologia em todas as etapas do ciclo produtivo. Conhecida como silvicultura de precisão, essa abordagem combina genética avançada, sensoriamento remoto, automação, análise de dados e inteligência artificial para planejar, implantar, conduzir e colher florestas plantadas com alto nível de controle técnico.

Segundo o diretor executivo da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas), Ailson Loper, a prática já está consolidada no Paraná e representa uma mudança profunda na forma de produzir.

“A silvicultura de precisão é o uso coordenado de todas as tecnologias disponíveis para maximizar a produtividade e garantir a sustentabilidade. Hoje, conseguimos trabalhar em escalas cada vez menores, chegando ao nível da árvore individual”, afirma.

Genética avançada e viveiros altamente tecnológicos

O processo começa muito antes do plantio, nos viveiros clonais e pomares de sementes, onde a base genética das florestas é definida. Técnicas como polinização controlada, embriogênese somática, hibridação e clonagem são utilizadas para garantir maior vigor, sanidade e adaptação das mudas às condições locais.

A automação já está presente nesses ambientes, com sistemas que controlam irrigação, nutrição e temperatura em tempo real. O uso de bioinsumos e inimigos naturais reduz a dependência de defensivos químicos e fortalece o equilíbrio ecológico desde a fase inicial.

“Cada muda é resultado de um planejamento preciso, sustentado por dados de solo, clima, relevo e material genético”, destaca Loper.

Plantio orientado por dados e microplanejamento

Ao chegar ao campo, a implantação florestal segue um planejamento altamente detalhado. Mapas de produtividade, análises de solo, modelos altimétricos e dados climáticos são integrados para definir a espécie e o clone mais adequados a cada área.

A silvicultura de precisão rompe com o modelo tradicional baseado apenas no hectare e passa a operar em microtalhões, ajustando práticas de manejo conforme a variabilidade do terreno. Sensores, estações meteorológicas e softwares de planejamento espacial orientam o uso eficiente de água, fertilizantes e insumos, aumentando o índice de sobrevivência das mudas e reduzindo perdas.

Monitoramento remoto e inteligência artificial no manejo

Após o plantio, o monitoramento da floresta é sustentado por drones equipados com sensores multiespectrais, câmeras térmicas e radares de alta resolução. Essas ferramentas permitem identificar falhas de plantio, estresse hídrico, pragas e áreas de baixa produtividade com elevada precisão.

As informações são processadas em plataformas digitais que geram mapas de vigor, biomassa e alertas operacionais. “Hoje, a tomada de decisão no setor florestal é cada vez mais baseada em evidências. A inteligência artificial nos permite antecipar riscos climáticos, ciclos de pragas e ajustar o manejo de forma muito mais assertiva”, explica Ailson Loper.

Colheita de alta precisão

Durante o ciclo de crescimento, operações como poda, desbaste e manejo de pragas são definidas a partir de modelos de crescimento e prognoses produtivas. Máquinas florestais modernas, com sistemas automatizados, executam essas atividades com menor impacto ao solo e maior segurança operacional.

Na colheita, a mecanização atinge seu ponto máximo. Harvesters e forwarders são máquinas florestais que trabalham em conjunto na colheita mecanizada. O harvester corta, desgalha e secciona a árvore em toras, enquanto o forwarder transporta essas toras processadas. Elas operam com sistemas embarcados de georreferenciamento e otimização de sortimentos, permitindo que cada árvore seja processada de forma precisa, reduzindo perdas e aumentando o rendimento industrial. Centros de comando integrados coordenam rotas, cronogramas e sequências de corte.

Uma tendência que já é realidade no setor florestal

O volume de dados gerado ao longo de todo o ciclo florestal alimenta sistemas de modelagem preditiva e mineração de dados, que orientam decisões estratégicas de longo prazo. Para a APRE Florestas, a silvicultura de precisão não é uma promessa futura, mas uma prática já consolidada nas empresas do setor. 

“Estamos produzindo mais, com menor impacto ambiental e com base em conhecimento científico. Esse é o novo paradigma da silvicultura brasileira e ele já está presente nas empresas de base florestal no Paraná”, conclui Ailson Loper

Informações: Minuto Rural

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Projeto propõe arranha céu de madeira em Tóquio com 350 metros e 70 andares, usando 185 mil m³ de madeira para armazenar carbono, reduzir emissões em até 60% e reposicionar a engenharia do Japão

Em Tóquio, a Sumitomo Forestry propôs uma torre de 350 metros com grande volume de madeira para armazenar carbono e diminuir emissões da construção, provocando debate técnico e chamando atenção do setor.

A ideia de arranha céu de madeira deixou de ser apenas curiosidade e passou a entrar no radar de engenheiros e urbanistas por um motivo direto: emissões.

A construção civil responde por uma fatia relevante das emissões globais, principalmente por causa do cimento, do aço e da energia usada nas obras, o que transforma cada grande prédio em um tema climático, além de urbano.

Nesse cenário, a madeira engenheirada aparece como alternativa porque mantém na estrutura o carbono que as árvores já capturaram durante o crescimento, funcionando como uma forma de armazenamento por décadas.

O que é o W350 Project e por que ele virou assunto em Tóquio

O caso que mais se aproxima dessa proposta é o W350 Project, um conceito de arranha céu de madeira com 350 metros de altura planejado para o centro de Tóquio, no Japão.

A proposta chama atenção por unir dois pontos raros em um mesmo projeto: altura extrema e uso massivo de madeira como material estrutural.

Se for construído, o W350 Project pode se tornar o prédio de madeira mais alto do mundo e também o edifício mais alto do Japão, segundo descrições do conceito.

Como a estrutura mistura madeira e aço para chegar aos 350 metros

O projeto foi pensado como uma torre híbrida, combinando madeira e aço em um sistema estrutural voltado para suportar cargas elevadas e ventos fortes em grande altura.

A estrutura prevê colunas e vigas em timber, com aço atuando no travamento em um sistema do tipo braced tube, solução usada para dar rigidez e estabilidade a edifícios muito altos.

Outro detalhe que mais chamou atenção é o visual proposto: grandes varandas com vegetação, criando a imagem de uma floresta vertical no meio da cidade.

Os números do projeto, 185 mil m³ de madeira e o que essa escala revela

A torre é descrita com 70 andares e um volume estimado de cerca de 185 mil m³ de madeira, o que deixa claro o tamanho do desafio técnico e logístico.

Esse número também reforça por que o tema entrou no centro do debate sobre construção sustentável. Quanto maior a estrutura, maior o potencial de reduzir emissões quando se troca parte do concreto e do aço por madeira engenheirada.

Especialistas citam que cada tonelada de madeira pode manter armazenado até cerca de 1,8 tonelada de CO₂, já capturado pelas árvores durante o crescimento.

Por que madeira pode funcionar como cofre de carbono em vez de emitir como concreto

A lógica do chamado “armazenamento de carbono” é simples, mas poderosa: enquanto concreto e aço costumam estar associados a emissões relevantes no ciclo de produção, a madeira carrega carbono que já foi absorvido.

Na prática, esse carbono fica retido na estrutura por décadas, desde que o material continue em uso, transformando o edifício em uma espécie de cofre de carbono urbano.

Estudos citados por especialistas apontam que substituir concreto por madeira em edifícios de múltiplos andares pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 50% a 60%, dependendo do tipo de construção e do método aplicado.

Projeto propõe arranha céu de madeira em Tóquio com 350 metros e 70 andares, usando 185 mil m³ de madeira para armazenar carbono, reduzir emissões em até 60% e reposicionar a engenharia do Japão

Vantagens, desafios e o que isso sinaliza para a engenharia em 2026

Entre as vantagens apontadas para o uso de madeira engenheirada estão menor pegada de carbono, boa performance térmica, menor peso estrutural e montagem mais rápida com elementos pré fabricados.

Por outro lado, existem desafios importantes. O custo inicial ainda pode ser mais alto do que o de um prédio convencional e, no caso do W350 Project, estimativas apontam que o valor pode chegar perto do dobro.

Também entram na conta as exigências de normas rígidas contra incêndio e a necessidade de garantir manejo florestal sustentável, para evitar que a solução ambiental se transforme em um novo problema.

O que pode acontecer agora é uma aceleração desse tipo de conceito em projetos reais, impulsionada por tendências de 2026 que combinam inovação, sustentabilidade e tecnologia, com uso de materiais de baixo carbono e ferramentas digitais como BIM e gêmeos digitais para otimizar obras complexas.

No fim, a proposta do W350 Project chama atenção por inverter a lógica da construção em altura: em vez de uma torre vista apenas como consumo de recursos e emissões, o projeto tenta transformar o prédio em um grande estoque de carbono no meio de Tóquio.

Informações: Click Petróleo e Gás

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Suzano seleciona trabalhadores em duas cidades de MS

Inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem ou etnia.

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, está com cinco processos seletivos abertos em diferentes áreas para atender suas operações em Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS). As inscrições são destinadas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, deficiência e/ou orientação sexual, e podem ser realizadas por meio da Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/).

Para Ribas do Rio Pardo, há oportunidade para o cargo de Supervisor(a) de Manutenção (Planejamento e Controle de Manutenção). Já em Três Lagoas, estão abertas vagas para Aprendiz Administrativo, Analista de Manutenção Industrial Sênior (Preditiva e Lubrificação), Analista de Projeto Pleno (Projetista), e Consultor(a) de Manutenção (Controle Avançado de Processos).

Segue a lista completa dos processos seletivos da Suzano em andamento no estado e os respectivos links para inscrições. Nas páginas, é possível consultar os pré-requisitos de cada vaga, detalhamento da função e benefícios ofertados pela empresa.

Ribas do Rio Pardo – Supervisor(a) de Manutenção – (Planejamento Controle Manutenção) – inscrições até 25/01/2026: Página da vaga | Supervisor(a) de Manutenção (Planejamento Controle Manutenção

Três Lagoas – Analista de Projeto Pleno – (Projetista) – inscrições até 25/01/2026: Página da vaga | Analista de Projeto Pleno (Projetista)

Analista de Manutenção Industrial Sênior – (Preditiva e Lubrificação) – inscrições até 26/01/2026: Página da vaga | Analista de Manutenção Industrial Sênior (Preditiva e Lubrificação)

Consultor(a) de Manutenção – (Controle Avançado de Processos) – inscrições até 26/01/2026: Página da vaga | Consultor(a) de Manutenção (Controle Avançado de Processos)

Aprendiz Administrativo – inscrições até 14/02/2026: Página da vaga | Aprendiz Administrativo

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). A Suzano reforça que todos os processos seletivos são gratuitos, sem a cobrança de qualquer valor para garantir a participação, e que as vagas oficiais estão abertas a todas as pessoas interessadas. Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa

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Consórcio liderado pela XP assume Rota da Celulose no fim de janeiro

Termo de transferência deve ser assinado na terça-feira (27) e a cobrança de pedágio começa até 1 ano após o cumprimento de exigências.

As rodovias federais e estaduais que integram a Rota da Celulose em Mato Grosso do Sul serão entregues à iniciativa privada neste mês e, no início de fevereiro, o governo do Estado de Mato Grosso do Sul e a concessionária, a XP Investimentos, pretendem realizar um evento para marcar a transferência dos ativos para a empresa vencedora da concorrência realizada no ano passado.

A assinatura do termo de transferência dos ativos está prevista para terça-feira, segundo informou o governador Eduardo Riedel (PP). Após essa formalização, a XP Investimentos passa a ser responsável por 870,3 quilômetros de rodovias federais e estaduais na região leste do Estado.

Os trechos que ficarão sob responsabilidade da XP são os da BR-262, entre Campo Grande e Três Lagoas; da MS-040, entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo; da MS-338, entre Santa Rita do Pardo e Bataguassu; e da BR-267, entre Bataguassu e Nova Alvorada do Sul.

A companhia sob controle da XP Investimentos que administrará o conjunto de quatro rodovias receberá um nome semelhante ao do conjunto de rodovias denominado no edital do leilão: “Caminhos da Celulose”.

MS-040 é uma das rodovias que integram a Rota da Celulose

O contrato entre a XP Investimentos e o governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do escritório de parcerias estratégicas (EPE), prevê investimentos de mais de R$ 10 bilhões nas rodovias ao longo dos próximos 30 anos.

Entre os investimentos previstos ao longo da concessão estão a duplicação de 115 km de rodovias, 245 km de terceiras faixas, 38 km de contornos urbanos e 12 km de vias marginais, além da criação de 22 passagens de fauna e 20 alargamentos de pontes.

“As primeiras obras serão as adequações de sinalização, pavimento, construção de serviços de atendimento ao usuário, entre outras melhorias”, explicou ao Correio do Estado o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel.

PEDÁGIO

O contrato prevê que a Rota da Celulose só passe a cobrar pedágio depois de atender a todas as exigências contratuais para tal. 

Até o início das cobranças, as rodovias sob responsabilidade da XP terão de apresentar padrões mínimos de regularidade do pavimento; sinalização horizontal e vertical em conformidade com as normas vigentes, inclusive com elementos retrorefletivos; revisão completa dos sistemas de drenagem, com ausência total de trechos com empoçamento de água; correção de todos os aterros da rodovia, de modo a zerar qualquer risco de deslizamento; além da adoção de práticas de manutenção permanente, como roçada das margens da rodovia e correção do pavimento.

O cumprimento de todas essas exigências deve fazer com que o usuário das rodovias já perceba uma grande diferença ao trafegar por elas.

Depois que as exigências forem cumpridas, a Rota da Celulose instalará o sistema de pedágio no modelo free flow, um sistema eletrônico que elimina praças físicas e cancelas e permite que os veículos passem sem parar, com a cobrança feita automaticamente por pórticos que leem tags ou placas (OCR) e registram a passagem e o trecho percorrido.

Serão 12 pórticos de cobrança, e o valor da tarifa variará de R$ 5,15 por veículo ou eixo a até R$ 16,55.

O consórcio Caminhos da Celulose, que vai administrar as rodovias, é composto pelas empresas XP Infra V Fundo de Investimento em Participações (FIV), CLD Construtora, Ética Construtora, Distribuidora Brasileira de Asfalto, Conter Construções e Comércio e Conster Construções e Terraplanagem.

As obras de duplicação devem ter início no segundo ano da concessão, já com a cobrança de pedágio em vigor. O contrato prevê que as duplicações na BR-262, em um trecho de 86 km entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo, e de 3,2 km próximo a Três Lagoas, estejam concluídas até o sexto ano da concessão.

O trecho de duplicação da BR-267, entre Bataguassu e o Rio Paraná, com extensão de 13,5 quilômetros, deve começar no sétimo ano da concessão e ser concluído no oitavo ano.

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Arauco lança dia 5 a pedra fundamental de ramal ferroviário em Inocência

No evento, a organização também promoverá uma visita às obras da futura fábrica de celulose da empresa.

A Arauco Brasil realizará, no dia 5 de fevereiro, a cerimônia de lançamento da pedra fundamental do ramal ferroviário do Projeto Sucuriú, em Inocência, Mato Grosso do Sul. O evento marca o início de uma das principais obras de logística vinculadas ao novo complexo industrial da empresa, que inclui a maior fábrica de celulose construída em etapa única. O ramal ferroviário, exclusivo para a unidade industrial, representa um investimento de US$ 4,6 bilhões e terá capacidade para transportar 3,5 milhões de toneladas de fibra curta por ano. A obra, prevista para ser concluída no segundo semestre de 2027, é a primeira “shortline” ferroviária após o Novo Marco Regulatório das Ferrovias, instituído em 2021. Além disso, a Arauco firmou contrato de R$ 770 milhões para aquisição de vagões ferroviários, que serão utilizados no escoamento da produção. O projeto consolida Inocência como um novo polo industrial e logístico do setor florestal no estado.

O evento está marcado para ocorrer das 9h às 12h e marca oficialmente o início de uma das principais obras de logística vinculadas ao novo complexo industrial da companhia no país.

Na ocasião, também será promovida uma visita às obras da futura fábrica de celulose da empresa, considerada a maior do mundo construída em etapa única.

O ramal ferroviário atenderá com exclusividade à unidade industrial da Arauco, que representa a entrada da companhia chilena no segmento de celulose no Brasil. O projeto prevê investimento de US$ 4,6 bilhões na construção de uma planta com capacidade produtiva de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta por ano.

Trata-se da primeira “shortline” ferroviária a ser implantada após o Novo Marco Regulatório das Ferrovias, instituído em dezembro de 2021.

Por meio do novo trecho, 100% da produção da fábrica será transportada até o pátio da RMN (Rumo Malha Norte), de onde os trens seguirão diretamente para o Porto de Santos (SP), para exportação aos mercados internacionais.

A previsão é de que as obras do ramal sejam concluídas no segundo semestre de 2027.

Investimentos em logística – Recentemente, a Arauco Porto Brasil firmou contrato estimado em R$ 770 milhões para a aquisição de vagões ferroviários que serão utilizados no escoamento da produção de celulose da unidade de Inocência. Os equipamentos serão fornecidos pela Randoncorp, com participação operacional da Rumo.

De acordo com fato relevante divulgado ao mercado, o acordo prevê o fornecimento de um volume considerado significativo de vagões, com fabricação e entregas programadas entre maio de 2026 e novembro de 2027. O número exato de unidades não foi informado.

A compra dos vagões está diretamente ligada à implantação da nova fábrica de celulose e à estruturação do corredor logístico ferroviário que ligará a planta industrial à Malha Norte.

Em novembro, a Arauco obteve licença prévia para a construção do ramal ferroviário. Já em abril de 2025, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) autorizou a construção e a exploração da ferrovia por um período de 99 anos.

A expectativa é de que o sistema permita o escoamento anual de até 3,5 milhões de toneladas de celulose, consolidando Inocência como um novo polo industrial e logístico do setor florestal em Mato Grosso do Sul.

Com a cerimônia da pedra fundamental, a empresa dá início oficial a mais uma etapa estratégica do Projeto Sucuriú, considerado um dos maiores investimentos privados já realizados no Estado.

Informações: Campo Grande News

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ONU alerta para custos invisíveis dos incêndios florestais em 2025

Segundo análise da agência sobre o tema, os incêndios florestais queimaram cerca de 390 milhões de hectares em todo o mundo em 2025, mas os maiores impactos socioeconômicos ultrapassaram largamente os danos segurados.

De acordo com dados apresentados pelo Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres, Undrr,  os desastres naturais causaram prejuízos globais estimados em US$ 224 bilhões, no ano passado, dos quais apenas US$ 108 bilhões estavam cobertos por seguros.

Os incêndios florestais destacaram-se como uma das ações mais destrutivas com impactos que vão muito além das perdas imediatas à economia e outros setores.

Los Angeles, o caso mais caro

O evento mais dispendioso do ano foi o incêndio, de janeiro de 2025, na região de Los Angeles, que afetou cerca de 23 mil hectares, matou 30 pessoas e gerou prejuízos estimados em US$ 53 bilhões, segundo a Munich Re, com US$ 40 bilhões cobertos por seguros.

Em comparação, o terremoto de magnitude 7,7 em Mianmar, em março, levou à morte de 4,5 mil pessoas e gerou US$ 12 bilhões de prejuízos.

O Undrr ressalta que uma parte significativa dos impactos ainda está por mensurar.

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Um prédio de um banco pega fogo em Los Angeles, Califórnia

África concentra maior área ardida

Em termos globais, mais de metade da área total queimada em 2025 localizou-se em África, com cerca de 246 milhões de hectares afetados.

Estas áreas, em grande parte não seguradas, são habitadas por milhões de pessoas que dependem de meios de subsistência ligados à terra e que enfrentam perdas económicas, ambientais e culturais significativas.

A Austrália teve uma das maiores proporções do território afetada por incêndios em 2025. 

Exposição crescente 

Segundo o Undrr, as perdas associadas a incêndios florestais têm custado à economia cerca de US$ 170 milhões a mais por ano desde 1970, em grande parte devido à expansão de moradias povoamentos em zonas de risco. 

Nas últimas duas décadas, o número de pessoas nessas áreas subiu mais de 40%.

Apesar disso, o risco associado aos incêndios florestais continua pouco quantificado em muitos países. 

Indicadores como perdas anuais médias ou perdas máximas prováveis estão frequentemente ausentes ou incompletos, levando a que este risco seja subvalorizado no planeamento financeiro e nas decisões de investimento.

Custos invisíveis 

Segundo o Undrr, os dados de perdas seguradas ocultam impactos de longo prazo, como a degradação de ecossistemas, a perda de meios de subsistência, a interrupção de serviços essenciais e efeitos prolongados na saúde pública. 

A exposição aos incêndios está associada a doenças respiratórias e cardiovasculares, bem como a impactos indiretos na mortalidade.

As queimadas são também identificadas como o principal fator de perda global de cobertura florestal, afetando ecossistemas, recursos hídricos e a resiliência ambiental. 

A degradação de bacias hidrográficas e o aumento do risco de cheias e deslizamentos de terras são apontados como consequências frequentes após grandes incêndios.

Tornar visíveis os impactos totais

O Undrr defende que a forma como os riscos são medidos influencia diretamente a forma como são geridos. 

A organização destaca a necessidade de melhorar a recolha de dados, incluindo impactos indiretos e de longo prazo, para apoiar políticas públicas, planeamento orçamental e estratégias de redução do risco de desastres.

Segundo a análise, reconhecer e quantificar os custos invisíveis dos incêndios florestais é um passo essencial para compreender plenamente o impacto destes eventos e para preparar respostas mais eficazes a riscos futuros.

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Setor florestal de Mato Grosso registra alta de 5% na geração de empregos formais em 2025

Impulsionado pelo cultivo de teca e eucalipto, o segmento alcançou a marca de 1.018 novas vagas entre janeiro e novembro, sinalizando o aquecimento do reflorestamento no estado.

As florestas plantadas em Mato Grosso consolidaram um novo patamar de empregabilidade em 2025, transformando o ritmo das colheitas em postos de trabalho. Entre janeiro e novembro, o setor gerou 1.018 empregos formais, um salto de 5% na comparação com o mesmo intervalo de 2024. O aquecimento reflete a maturidade de projetos florestais que agora alimentam desde a exportação de luxo até a matriz energética das biorrefinarias.

Os dados, consolidados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que o contingente de profissionais no segmento chegou a 1.690 trabalhadores. Mais do que números isolados, o avanço de 1,81% no estoque total de empregos indica uma musculatura maior do setor para enfrentar as variações econômicas do agronegócio.

“Ampliamos em 1,81% o número de empregos formais até aqui, num sinal de que a atividade está aquecida, apesar de todos os desafios”, avalia o presidente da Associação dos Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta), Fausto Takizawa.

Viveiros e extração sinalizam ciclo completo
A dinâmica de contratações revela que Mato Grosso vive um momento duplo: a renovação das florestas e a aceleração da colheita. O saldo positivo de 22 novas vagas tanto na produção de mudas quanto na extração de madeira mostra que o setor está investindo no futuro enquanto monetiza o passado. Atualmente, os viveiros já respondem por 20% de toda a mão de obra do segmento, com 330 postos ativos.

Para a Arefloresta, essa paridade nas contratações entre quem planta e quem extrai é o melhor termômetro para a saúde do mercado. “As mudas sinalizam que o investimento no futuro do reflorestamento continua sendo feito, e a extração de madeira nos mostra que muitos produtores já estão colhendo suas safras”, detalhou Takizawa.

Protagonismo da teca e do eucalipto
No topo da pirâmide de empregabilidade está a teca. Por ser uma madeira nobre que exige manejo intensivo ao longo de seus 20 anos de ciclo, ela concentra 36% das vagas (605 postos). Destinada quase integralmente ao mercado externo, a espécie ocupa 68 mil hectares no estado e produziu 198 mil m³ de toras para processamento em 2024, conforme dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já o eucalipto atua como a engrenagem energética do estado. Com um ciclo mais curto, de sete anos, a espécie é o pilar de sustentação das indústrias de etanol de milho, fornecendo biomassa em larga escala. Com a maior área plantada (174 mil hectares), o cultivo de eucalipto sustenta 488 empregos diretos, tendo entregue 4,4 milhões de m³ de lenha em 2024 para suprir a demanda industrial mato-grossense.

Informações: Canal Rural

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Nova malha ferroviária da celulose em MS reposiciona logística, reduz custos e fortalece rota até o Porto de Santos

A iniciativa reflete a consolidação de Mato Grosso do Sul como um dos maiores polos globais de celulose e responde à necessidade de substituir gradualmente o transporte rodoviário em longas distâncias, especialmente em trajetos superiores a mil quilômetros.

A implantação de uma nova malha ferroviária dedicada ao transporte de celulose em Mato Grosso do Sul representa uma mudança estrutural na logística do setor florestal. Com destaque para o Projeto Sucuriú, da Arauco, o Estado passa a priorizar o modelo ferroviário como principal estratégia de escoamento da produção até o Porto de Santos (SP), em um movimento alinhado à expansão industrial, à redução de custos logísticos e às metas ambientais do setor.

A iniciativa reflete a consolidação de Mato Grosso do Sul como um dos maiores polos globais de celulose e responde à necessidade de substituir gradualmente o transporte rodoviário em longas distâncias, especialmente em trajetos superiores a mil quilômetros.

Estudos e projeções do setor indicam que o transporte ferroviário pode proporcionar redução de até 50% no custo do frete em comparação ao modal rodoviário em distâncias próximas a 1.000 km, além de maior previsibilidade operacional. No caso do projeto da Arauco, está prevista a utilização de trens dedicados, com até 100 vagões, exclusivos para o transporte de celulose.

Do ponto de vista ambiental, a migração para os trilhos pode resultar em redução estimada de até 94% nas emissões de gases de efeito estufa, além de diminuir significativamente o fluxo de caminhões pesados nas rodovias. No Projeto Sucuriú, a expectativa é de retirada de cerca de 7 mil viagens de caminhão por mês, o que também contribui para a segurança viária e a conservação da infraestrutura rodoviária regional.

Investimentos e impacto econômico

O investimento total anunciado pela Arauco no Projeto Sucuriú é de aproximadamente US$ 4,6 bilhões, valor que corresponde a uma parcela relevante da economia estadual quando comparado ao PIB de Mato Grosso do Sul (base 2021). Durante a fase de implantação, as estimativas apontam para picos de 14 mil a 17 mil empregos, com estabilização posterior em torno de 6 mil a 7 mil postos diretos e indiretos na etapa operacional.

Esses números reforçam o papel da ferrovia não apenas como solução logística, mas como vetor de desenvolvimento regional, articulando indústria, serviços, infraestrutura e geração de renda.

A nova estratégia logística envolve a construção de ramais ferroviários privados, conectados à malha nacional existente:

  • Ramal da Arauco: entre 47 km e 48 km, ligando a fábrica em Inocência (MS) à Malha Norte, operada pela Rumo;
  • Ramal da Eldorado: cerca de 97 km, conectando Três Lagoas a Aparecida do Taboado;
  • Trajeto ferroviário total até Santos: estimado em aproximadamente 1.050 km entre Inocência e o litoral paulista;
  • Malha Oeste: projeto de relicitação prevê a reativação e modernização de cerca de 600 km dentro de MS, ligando Corumbá a Mairinque (SP), com potencial para ampliar o escoamento de celulose e minérios;
  • Expansão da Malha Norte: a ampliação em 743 km, no Mato Grosso, reforça o Porto de Santos como principal hub logístico do Centro-Oeste.

Em fevereiro, está previsto o lançamento da pedra fundamental do ramal ferroviário da Arauco, que terá terminal integrado dentro da própria planta industrial em Inocência, marcando o início físico da implantação dessa nova rota logística.

Terminais portuários e estratégia em Santos

Toda a produção de celulose de Mato Grosso do Sul tem como destino o Porto de Santos, onde as principais empresas do setor, Eldorado, Suzano, Bracell e Arauco, possuem terminais próprios ou projetos em implantação, estratégia que garante escala, eficiência e controle da operação portuária.

O terminal da Arauco será voltado a navios do tipo break bulk, com capacidade estimada entre 50 mil e 80 mil toneladas por embarque. Já o projeto da Bracell (STS14A) prevê a construção de um armazém com 44.590 m² e capacidade estática de 126 mil toneladas de celulose. A logística também se integra ao mega terminal ferroviário da Rumo, em Rondonópolis, que consolida cargas do Centro-Oeste rumo ao litoral paulista.

Com a ferrovia assumindo papel central no escoamento da produção, Mato Grosso do Sul avança para um novo modelo logístico, mais eficiente, sustentável e competitivo. A combinação entre grandes projetos industriais, ramais ferroviários dedicados e terminais portuários especializados cria um corredor estratégico alinhado às exigências do mercado internacional.


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Suzano restaura mais de 1,7 mil hectares de Mata Atlântica no Estado de São Paulo

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, registrou a restauração de mais de 1,7 mil hectares de Mata Atlântica em 2024. O dado integra o Resumo Público do Plano de Manejo Florestal 2025 da Unidade de Negócio Florestal de São Paulo (UNF-SP), documento que consolida informações sobre conservação ambiental, manejo florestal, segurança, monitoramento e relacionamento com comunidades em 114 municípios de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde se concentram mais de 98% das áreas manejadas pela companhia. O documento completo está disponível no site da Suzano no link: https://bit.ly/4qlmjjI.

“Nosso propósito de renovar a vida a partir da árvore reflete o compromisso em desenvolver soluções sustentáveis com base em recursos renováveis. A restauração ecológica realizada em 2024 integra práticas contínuas de manejo florestal responsável, fundamentais para equilibrar produtividade, conservação ambiental e relacionamento com comunidades. O Resumo Público do Plano de Manejo é uma ferramenta central para garantir transparência e orientar os próximos ciclos”, afirma Mariana Appel, gerente de Sustentabilidade na Suzano.

A UNF-SP administra uma base florestal de aproximadamente 382 mil hectares, dos quais 143 mil hectares são destinados exclusivamente à conservação da biodiversidade, o equivalente a 37% das áreas florestais da empresa. As ações de restauração priorizaram Áreas de Preservação Permanente (APP), com suporte de tecnologias avançadas, como o Sistema LiDAR (Light Detection and Ranging), que realiza o escaneamento da superfície terrestre e gera modelos tridimensionais da vegetação, permitindo caracterização precisa da estrutura e do uso do solo. O monitoramento é reforçado por imagens de satélite, sobrevoos com drones e inspeções periódicas em campo conduzidas por equipes especializadas.

Áreas de Alto Valor de Conservação e monitoramento da fauna

A companhia mapeou 23 Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVC), que somam mais de 10 mil hectares e reúnem atributos ambientais, sociais e de serviços ecossistêmicos considerados críticos, como ecossistemas raros, recursos hídricos essenciais e habitats de espécies ameaçadas, além de locais com relevância cultural e comunitária.

O Plano também apresenta resultados do Programa de Monitoramento de Fauna, que registrou em 2024 240 espécies de aves, 47 de mamíferos, 20 de anfíbios e 4 de répteis, incluindo espécies ameaçadas como muriqui-do-sul, onça-parda e mico-leão-preto. Para proteger esses habitats, a Suzano mantém brigadas especializadas em combate a incêndios florestais, sistema de monitoramento via satélite e 19 torres equipadas com câmeras de alta definição para vigilância contínua.

Manejo sustentável e impacto social

O manejo florestal responsável, adotado pela UNF-SP, busca equilibrar produtividade e preservação ambiental, assegurando a continuidade dos serviços ecossistêmicos e a sustentabilidade do negócio. Toda a produção é baseada em plantios renováveis de eucalipto, com rastreabilidade garantida pelas certificações FSC® e PEFC (NBR 14789), assegurando conformidade com padrões internacionais de manejo florestal.

Além dos aspectos ambientais, o manejo florestal responsável também gera impactos sociais positivos. Em 2024, a companhia investiu em projetos que beneficiaram 70 municípios e mais de 960 localidades, com foco em educação, geração de renda e inclusão produtiva. No mesmo período, a UNF-SP foi responsável pela geração de mais de 4.500 empregos diretos e indiretos, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico regional.

A divulgação do Resumo Público reforça o compromisso da Suzano com a transparência e a melhoria contínua, sendo um elemento fundamental para a manutenção das certificações FSC® (FSC-C009927) e PEFC (PEFC/28-23-26). Esses selos asseguram que o manejo florestal atende a rigorosos critérios ambientais, sociais e trabalhistas, promovendo a proteção da biodiversidade, o uso responsável dos recursos hídricos, condições seguras de trabalho e o diálogo permanente com as comunidades.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br  

Informações: SB 24 horas

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