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Três Lagoas sobe para 2ª posição em valor de produção da silvicultura no Brasil

Três Lagoas alcançou R$ 579 milhões em 2024, puxado pela expansão do eucalipto e da celulose

O setor florestal brasileiro registrou em 2024 um recorde de R$ 44,3 bilhões em valor de produção, segundo levantamento da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), do IBGE. O resultado representa alta de 16,7% em relação a 2023 e confirma a força da silvicultura, responsável por 84,1% do total.

Entre os destaques nacionais está Três Lagoas, que passou da sexta para a segunda posição no ranking dos municípios com maior valor de produção da silvicultura. O município alcançou R$ 579,2 milhões, resultado impulsionado pela madeira em tora destinada à fabricação de papel e celulose, que respondeu por 98,1% da produção local. Foram 5,6 milhões de metros cúbicos produzidos, crescimento de 159,6% em um ano.

O gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, explica que Mato Grosso do Sul tem sido protagonista na expansão das florestas plantadas, favorecido pelo clima e pela disponibilidade de terras. O estado passou da sétima para a quinta posição nacional em valor de produção, com R$ 3,4 bilhões, alta de 56,3% em relação a 2023.

Crédito: TVC Três Lagoas.

Além de Três Lagoas, outros municípios sul-mato-grossenses se destacaram entre os maiores produtores do país. Brasilândia ficou em quarto lugar, com R$ 452,1 milhões; Ribas do Rio Pardo ocupou a sexta posição, com R$ 414,5 milhões; Água Clara aparece em nono, com R$ 344 milhões; e Campo Grande entrou na lista, em 19º, com R$ 267 milhões. Juntos, esses municípios reforçam o protagonismo do estado no setor.

Em termos de área plantada, Mato Grosso do Sul soma 1,45 milhão de hectares, ficando em segundo lugar no Brasil, atrás apenas de Minas Gerais. Ribas do Rio Pardo lidera com 381,6 mil hectares, seguido por Três Lagoas, com 301,9 mil hectares, Água Clara (159,2 mil), Brasilândia (145,2 mil), Selvíria (101,8 mil) e Inocência (76,6 mil). O eucalipto responde por 99,5% do total cultivado no estado.

No campo da lenha, Chapadão do Sul alcançou a quarta posição nacional, com R$ 55,1 milhões em valor de produção. Já na produção de carvão vegetal, Dois Irmãos do Buriti lidera o ranking estadual, seguido por Ribas do Rio Pardo e Água Clara. Inocência também se destaca na produção de outros derivados, como folhas de eucalipto, que alimentam a cadeia de óleos e resinas.

Em nível nacional, Minas Gerais segue na liderança da silvicultura, com R$ 8,5 bilhões em valor de produção, seguido pelo Paraná, com R$ 6,3 bilhões. Mato Grosso do Sul aparece em segundo lugar em área plantada, respondendo por 14,7% da produção nacional.

A pesquisa aponta que a celulose mantém trajetória de expansão. Em 2024, as exportações do produto somaram 10,6 bilhões de dólares, aumento de 33,2% frente a 2023. O Brasil é hoje o maior produtor e exportador mundial, com crescimento sustentado desde 2019.

Com Três Lagoas consolidada como polo de papel e celulose, a tendência é que a cidade siga ampliando sua participação no setor florestal. O avanço do eucalipto e as fábricas já instaladas, além das previstas para a região, reforçam a importância do município e da região Costa Leste para a economia nacional e para a balança comercial brasileira. Três Lagoas lidera o ranking de exportações em Mato Grosso do Sul, tendo a celulose como o principal produto exportado.

Informações: RCN67.

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Suzano abre quatro processos seletivos para suas operações em Ribas do Rio Pardo (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, está com quatro processos seletivos abertos em diferentes áreas para suas operações em Ribas do Rio Pardo (MS). As inscrições estão abertas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, deficiência e/ou orientação sexual, e podem ser feitas por meio da Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/).

Em Ribas do Rio Pardo estão abertas quatro oportunidades. As vagas disponíveis são para Auxiliar de Produção – Secagem, Operador(a) de Logística Florestal III, Assistente Administrativo II – Torre de Controle Florestal e Retificador(a) Corrente.

Segue a lista completa dos processos seletivos da Suzano em andamento e os respectivos links para inscrições. Nas páginas, é possível consultar os pré-requisitos de cada vaga, detalhamento da função e benefícios ofertados pela empresa.

Ribas do Rio Pardo

Auxiliar de Produção – Secagem – inscrições até 28/09/2025: Página da vaga | Auxiliar de Produção – Secagem

Operador(a) de Logística Florestal III – inscrições até 29/09/2025: Página da vaga | Operador(a) de Logística Florestal III

Assistente Administrativo II – Torre de Controle Florestal – inscrições até 30/09/2025: Página da vaga | Assistente Administrativo II – Torre de Controle Florestal

Retificador(a) Corrente – inscrições até 03/10/2025: Página da vaga | Retificador(a) Corrente

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). A Suzano reforça que todos os processos seletivos são gratuitos, sem a cobrança de qualquer valor para garantir a participação, e que as vagas oficiais estão abertas a todas as pessoas interessadas. Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em:suzano.com.br.

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Suzano doa mais de 700 mudas de ipês à Prefeitura de Ribas do Rio Pardo (MS)

Iniciativa integra o Programa de Educação Ambiental da empresa e promove a arborização urbana em parceria com o município, reforçando o compromisso com a consciência socioambiental e a melhoria da qualidade de vida da comunidade

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos a partir do eucalipto e maior produtora mundial de celulose, realizou a entrega de mais de 700 mudas de ipês – árvore símbolo de Mato Grosso do Sul – à Prefeitura de Ribas do Rio Pardo (MS), em cerimônia realizada no Centro Histórico, na manhã da sexta-feira (26/09). A iniciativa integra as ações do Programa de Educação Ambiental (PEA) da empresa e reforça o compromisso com a consciência socioambiental e a melhoria da qualidade de vida da comunidade.

A solenidade, que faz parte das comemorações da semana do Dia da Árvore, foi aberta à população e contou com a presença de autoridades locais, lideranças da Suzano, estudantes da rede municipal de ensino, representantes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Também participaram alunos do curso Tecnólogo em Silvicultura, apoiado pela companhia, que auxiliaram no plantio simbólico de algumas das mudas doadas.

“A Suzano acredita que, a cada oportunidade de plantar uma árvore, estamos trabalhando para construir um futuro melhor para a comunidade e para o planeta. Além de estarmos contribuindo para uma cidade mais verde e arborizada, podemos ensinar às novas gerações a importância das árvores e do meio ambiente. Em linha com o nosso direcionador que diz que ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’, ações como a entrega das mudas à Prefeitura de Ribas do Rio Pardo reforçam nosso compromisso com a sustentabilidade e a preservação da biodiversidade”, afirma Maria Carolina Zonete, diretora de Operações Florestais da Suzano.

Conexão árvores e Educação

Como parte de seu compromisso público, a Suzano segue ampliando sua atuação em projetos educacionais em Mato Grosso do Sul, com iniciativas que aliam aprendizado, engajamento comunitário e sustentabilidade. O destaque é o Programa Guardiões da Floresta, que atua em escolas de Ensino Fundamental, realizando abordagens diretas e impactando pessoas com temas voltados à prevenção de incêndios florestais e práticas sustentáveis.

Além disso, em março deste ano, a companhia firmou parceria com a Prefeitura de Ribas do Rio Pardo para implantar o Programa de Estratégia da Educação, que estabelece metas como aumento da frequência escolar, melhoria do aprendizado, elevação da taxa de conclusão do ensino fundamental e médio e maior inserção de jovens em cursos técnicos e no mercado de trabalho, ferramentas que colaboram com a retenção escolar e formação técnica profissionalizante.

Em Mato Grosso do Sul, a companhia mantém 1,136 milhão de hectares de áreas florestais, dos quais 327 mil hectares são destinados exclusivamente à conservação da biodiversidade, reforçando sua atuação em equilíbrio com o meio ambiente e com as pessoas. Além disso, a empresa está implantando um corredor ecológico na região e, dentro das suas áreas produtivas, está intercalando faixas de eucalipto com nativas ou recuando parte do plantio para inserir uma faixa de vegetação nativa. Esses são os modelos biodiversos que permitem a passagem da fauna e interligação das áreas de conservação.

Essa estratégia integra uma das metas de longo prazo da companhia, que visa conectar 500 mil hectares de matas nativas por meio de corredores de biodiversidade nos biomas da Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica até 2030. Desde o início das operações da companhia em Mato Grosso do Sul, já foram mais de 1,2 mil hectares de áreas nativas restauradas ou em processo de restauração pela companhia.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br

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Setembro Amarelo: Eldorado Brasil reforça programas de saúde e bem-estar

Iniciativas de prevenção e cuidado físico e mental têm resultados expressivos entre os colaboradores

A Eldorado Brasil Celulose reforça seu compromisso com a saúde e o bem-estar dos colaboradores no mês dedicado à valorização da vida e à prevenção ao suicídio: o Setembro Amarelo. A empresa mantém um conjunto de programas que vão além das exigências legais e que já mostram resultados significativos na qualidade de vida das equipes.

“O objetivo é estabelecer uma relação de confiança entre os colaboradores e os programas atuam de maneira preventiva e estimulam a saúde e a qualidade de vida, podendo gerar mudança comportamental na pessoa e impactar também na família”, afirma a médica da área de Saúde e Bem-Estar da Eldorado Brasil Celulose, Lara Trevizan Perez.

Em vigor desde maio deste ano, antes mesmo da atualização da NR01 (que trouxe às empresas maior compromisso sobre a gestão de riscos psicossociais entre os colaboradores), o Cuidadosamente é um dos programas de saúde de destaque da Eldorado Brasil. Em 2023 o programa atendeu 112 pessoas e registrou um total de 2.456 dias de afastamento por absenteísmo. Já em 2024, o número de colaboradores atendidos cresceu para 161, mas com uma expressiva redução de 39% nos dias de afastamento, caindo para 1.491 dias.

Segundo a Dra. Lara, o sucesso do Cuidadosamente está na escuta qualificada, realizada tanto na indústria quanto no campo, permitindo acolhimento e direcionamento adequados. Além dos exames periódicos e controles exigidos por lei, o programa se diferencia ao incluir questões emocionais, oferecendo suporte e encaminhamento profissional. Um exemplo é a parceria com o Zenklub, plataforma disponibilizada pela Eldorado para agendamento de sessões com psicólogos, que contou com a adesão de 39 colaboradores no último ano.

Para o analista de Controle do Pátio Madeira, Angelino Adolpho Domingos Neto, que participa do programa desde agosto de 2025, o Cuidadosamente foi decisivo para iniciar o cuidado com sua saúde mental. “Sofria com insônia e crises de ansiedade e o acolhimento que recebi fez toda a diferença. Ter a atenção, o profissionalismo e a empatia da equipe com a minha história me deram tranquilidade para me abrir e começar o tratamento”, afirmou Neto.

Ele fala sobre os benefícios do programa no cotidiano. “Hoje, percebo o quanto isso impacta no meu dia a dia. Um boa noite de sono faz com que eu chegue mais disposto, descansado e preparado para os desafios. O Cuidadosamente mostra que a Eldorado valoriza as pessoas para além dos resultados, cuidando de nós dentro e fora do ambiente de trabalho. Isso é o que diferencia uma empresa que busca resultados e entende que o colaborador é a peça fundamental da engrenagem”, completou Neto.

A integração entre os programas da empresa também é outro ponto a ser destacado. O Movimente-se, por exemplo, já envolveu 68 pessoas em suas atividades, com 6 em acompanhamento ativo atualmente. Entre os resultados, está a história inspiradora de uma colaboradora que, a partir da iniciativa, adotou o ciclismo como prática regular.

O Programa No Ritmo Certo, queacompanha a saúde cardiovascular e metabólica, apresenta números expressivos. Em 2024, entre os 68 participantes 56% reduziram a gordura visceral, 56% aumentaram a massa muscular e 52% diminuíram a gordura corporal.

O Saúde do Homem e da Mulher, criado em dezembro de 2024, também apresentou impacto positivo em poucos meses, com exames preventivos que permitiram descartar suspeitas de doenças e reforçaram a importância do diagnóstico precoce e o oferecimento de suporte adequado ao tratamento e intervenções quando necessário. Este ano foi detectado um câncer de mama precoce em mulher, 32 alterações de PSA com quatro suspeitas de câncer e duas suspeitas de câncer de mama em homens. Todas foram investigadas e descartadas por exames confirmatórios. 

Já o Programa Gerar, dedicado às colaboradoras gestantes, garantiu que 100% delas realizassem ao menos sete consultas de pré-natal em 2024, sem registros de abortos espontâneos ou partos prematuros. Todas as participantes também estavam com o calendário vacinal atualizado.

Outro avanço está no Programa Postura e Bem-Estar, voltado à prevenção de doenças osteomusculares. O número de participantes saltou de 451 em 2023 para 980 em 2024. Com a ampliação das ações ergonômicas, os afastamentos somaram 12.220 dias no último ano, frente a 8.892 no período anterior.

Sobre a Eldorado Brasil

A Eldorado Brasil Celulose, empresa do Grupo J&F, é reconhecida globalmente por sua excelência operacional e seu compromisso com a sustentabilidade, resultado do trabalho de uma equipe qualificada de mais de 5 mil colaboradores. Inovadora no manejo florestal e na fabricação de celulose, produz 1,8 milhão de toneladas de celulose de alta qualidade por ano, atendendo aos mais exigentes padrões e certificações do mercado internacional. Seu complexo industrial em Três Lagoas (MS) também tem capacidade para gerar energia renovável para abastecer uma cidade de 2,1 milhões de habitantes. Em Santos (SP), opera o EBLog, um dos mais modernos terminais portuários da América Latina, exportando o produto para mais de 40 países. A Companhia mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, inovação, competitividade e valorização das pessoas.

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Assembleia Legislativa aponta 10 mil demissões no Paraná em 60 dias por causa da crise no setor madeireiro

Audiência pública reunindo deputados, lideranças e representantes do governo debate impactos das tarifas norte-americanas no setor madeireiro paranaense

O Paraná é o estado brasileiro mais afetado pelo tarifaço norte-americano às importações. De acordo com estimativas do setor madeireiro, as empresas já somam 6 mil demissões e, se a situação perdurar por mais 60 dias, esse número pode se elevar para 10 mil demissões.

A Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) realizou nesta segunda-feira, dia 29 de setembro, uma audiência pública para discutir os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos ao setor de madeira e derivados. O encontro reuniu deputados, lideranças empresariais e representantes do governo estadual.
De acordo com as entidades que representam o setor madeireiro, entre elas Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) e a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), o cenário enfrentado pelas empresas paranaenses é preocupante. Enquanto até julho deste ano as tarifas estavam em 10%, saltaram para 50% após medidas unilaterais dos Estados Unidos.

Além dos empregos, o maior risco é a substituição do Brasil por outros fornecedores internacionais. Se não houver negociação até o final deste ano, o Brasil provavelmente será substituído no mercado e reverter esse quadro será bem difícil.

Medidas emergenciais e pressão política

O secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, destacou que o governo estadual tem buscado alternativas para mitigar os impactos imediatos da taxação. Entre elas, a liberação de créditos de ICMS e a proposta de autorizar o Estado a comprar créditos das empresas, que deve ser encaminhada à Assembleia Legislativa nos próximos dias.

O deputado estadual Artagão Júnior, presidente do Bloco da Madeira na ALEP, ressaltou a importância da união política em torno do tema. “Esse movimento político provocado pela Assembleia Legislativa do Paraná veio para impactar, para agregar forças. Nós podemos contar com mais de 300 parlamentares em Brasília para que essa pressão reverbere lá”, declarou.

Pleitos do setor

Além da crítica às tarifas americanas, representantes do setor madeireiro também pediram isonomia tributária para produtos de madeira usados na construção civil. “Nós competimos com 36% de tributo contra 1% do Minha Casa, Minha Vida. O que pedimos é apenas isonomia”, defendeu Alvaro Luiz Scheffer, membro da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE).

A audiência terminou com o compromisso de manter a mobilização política no estado e em Brasília, pressionando o governo federal para avançar nas negociações comerciais. Enquanto isso, o governo estadual deve enviar à ALEP projetos para criar medidas de apoio emergencial às empresas do setor.

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Produção florestal do país cresce 16,7% e chega a R$ 44,3 bi em 2024

Setor florestal ultrapassa R$ 44 bilhões, com destaque para a silvicultura e liderança de Minas Gerais

As florestas brasileiras, sejam naturais ou plantadas, geraram produção econômica de R$ 44,3 bilhões em 2024. Esse valor representa crescimento de 16,7% em relação ao ano anterior. Já em comparação com 2019, a produção mais que duplicou, chegando a 140% de aumento.

Os dados fazem parte da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento do valor de produção pode ser explicado pela associação de mais extração e preços de venda mais altos.

O levantamento mostra que a silvicultura responde por 84,1% (R$ 37,2 bilhões) da produção econômica florestas, enquanto os demais 15,9% (R$ 7 bilhões) tem atribuição ao extrativismo vegetal. Desde 1998, a produção silvícola supera a extrativa.

Silvicultura é a produção retirada de áreas plantadas, enquanto o extrativismo se refere a áreas naturais, como matas e florestas. O gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Barreto Guedes, ressalta que nem toda forma de extração vegetal é ilegal.

“Muito do extrativismo são extrações autorizadas”, diz.

Distribuição regional

A pesquisa aponta que 4.921 dos 5.570 municípios brasileiros registraram produção florestal. Em termos regionais, o Sul e o Sudeste concentram 65,7% da produção florestal.

  • Sudeste: 34,7%
  • Sul: 31%
  • Centro-Oeste: 13,5%
  • Norte: 11,1%
  • Nordeste: 9,7%

Dessa maneira, com uma produção de R$ 8,5 bilhões em 2024, Minas Gerais responde por 22,8% do total produzido pelo país e ocupa o topo do ranking entre as unidades da federação, seguida pelo Paraná, com R$ 6,3 bilhões (17% do total nacional).

Entre os municípios, a lista tem a liderança da cidade paranaense General Carneiro, com R$ 674,4 milhões. O ranking segue com Três Lagoas (MS), João Pinheiro (MG), Brasilândia (MS) e, bem como, Buritizeiro (MG). Todos alcançam a posição de destaque por causa da produção proveniente de áreas plantadas.

Atividade madeireira

A produção econômica da silvicultura é quase que toda (98,3%) de atividade madeireira. Dentro desse grupo, a produção de papel e celulose tem a maior participação:

  • Madeira em tora para papel e celulose (40,1%)
  • Madeira em tora para outras finalidades: (24,5%)
  • Carvão vegetal: (21,4%)
  • Lenha: (12,2%)
  • Outros: (1,7%)

A produção de madeira em tora para papel e celulose foi recorde em 2024, chegando a 122,1 milhões de metros cúbicos (m³). Dessa forma, são números que ajudam o Brasil ser campeão mundial em exportação de celulose ─ principal matéria-prima da indústria de papel. Desde 2022, o país superou o Canadá.

Em 2024, o Brasil vendeu para o exterior 19,7 milhões de toneladas, gerando US$ 10,6 bilhões. Os principais destinos foram China (43,7%), Estados Unidos (15,8%), Itália (8,8%) e, portanto, Países Baixos (8,3%).

De acordo com o IBGE, o Brasil alcançou tal posição de destaque na produção de celulose “devido às condições climáticas e de solo favoráveis para o crescimento rápido de florestas, aliadas a investimentos em práticas sustentáveis, que o tornam altamente competitivo no mercado internacional”.

Além disso, a celulose é um dos 700 produtos que ficaram de fora da lista do tarifaço imposto pelos Estados Unidos em agosto de 2025, que impõe taxa de até 50% em cima de parte das exportações brasileiras.

Área plantada

A área de floresta plantada para silvicultora no Brasil chega a 9,9 milhões de hectares (ha), em 3.552 municípios. Para ter dimensão, é praticamente o tamanho do estado de Pernambuco. Nesse sentido, dessa área, 77,6% são dedicados ao cultivo do eucalipto, à frente de pinus (18,6%) e outras espécies (3,8%).

O eucalipto é a madeira utilizada em praticamente toda obtenção de carvão vegetal (98,4%), 86,9% da lenha e 87,4% para papel e celulose.

O analista Carlos Alfredo Guedes aponta que essa preferência se explica por características da espécie, incluindo o tempo necessário para cultivo.

“O eucalipto tem muita diversidade de uso e um crescimento muito rápido, em torno de sete a oito anos. Se adaptou muito bem aqui em solo brasileiro, se adaptou muito bem ao clima”. Afirma Guedes, comparando com o pinus, que leva de dez a 12 anos para a colheita.

Minas Gerais é o estado com maior área de eucalipto plantado, com 2,1 milhões de ha, ou seja, é como se houvesse um Sergipe de eucalipto dentro de Minas.

Já o município com maior floresta plantada da espécie é Ribas do Rio Pardo, no Mato Grosso do Sul. São 380,7 mil ha, quase duas vezes a área da cidade de São Paulo.

Extrativismo vegetal

No extrativismo vegetal, a atividade madeireira também é a predominante, com 65,6% dos R$ 7 bilhões gerados. Em seguida, o outro grupo de destaque, formado pelos produtos alimentícios, respondem 28,6% do valor gerado (R$ 2,0 bilhões).

Dentro desse grupo, o açaí representa a metade(50,9%). Em seguida figuram erva-mate (26%) e castanha-do-pará (9,7%).

“O açaí amazônico é coletado de uma palmeira nativa regional, concentrando 92,9% de sua extração na região Norte. Em 2024, essa produção foi de 247,5 mil toneladas”, frisa o IBGE.

O Pará registrou a maior produção de açaí, com 168,5 mil toneladas (68,1% do total nacional). Dos dez municípios com maiores volumes, oito são paraenses.

Além disso, Limoeiro do Ajuru, no nordeste do estado, ostenta o título de maior produtor brasileiro, com 20,2% de tudo extraído de açaí no país em 2024.

Já a extração de erva-mate, concentrada na região Sul, alcançou produção de 377,4 mil toneladas em 2024. O Paraná é o campeão nacional, com 85,8% da produção brasileira. Por fim, o município com maior volume extraído foi o paranaense São Mateus do Sul, representando 17,2% do extraído no país.

Informações: Folha de Vitória.

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Três Lagoas e Brasilândia colocam MS no pódio da produção florestal

Expansão do eucalipto faz do estado destaque nacional, com Três Lagoas em 2º e Brasilândia em 3º lugar

A pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que duas cidades de Mato Grosso do Sul estão entre as líderes nacionais em produção florestal em 2024. Três Lagoas ocupa a 2ª posição do ranking e Brasilândia aparece em 3º lugar, ambas impulsionadas pelo plantio de eucalipto destinado à indústria de celulose.

O levantamento aponta que a produção econômica das florestas brasileiras chegou a R$ 44,3 bilhões em 2024, crescimento de 16,7% em relação ao ano anterior. Entre os municípios, a liderança é da cidade paranaense General Carneiro, com R$ 674,4 milhões. Logo depois aparecem Três Lagoas, João Pinheiro em Minas Gerais, Brasilândia e Buritizeiro também em Minas Gerais.

Em Três Lagoas, a presença da Eldorado Brasil Celulose consolidou o município como a capital da celulose e garante posição de destaque no cenário nacional. Já em Brasilândia, o avanço das florestas plantadas de eucalipto se conecta à expectativa de instalação da nova fábrica da Bracell em Bataguassu, cidade vizinha.

Esse movimento transforma Mato Grosso do Sul em um dos maiores polos florestais e industriais do país, reforçando sua importância no mercado global de celulose.

Produção concentrada no eucalipto

Segundo o IBGE, 77,6% das florestas plantadas no Brasil são de eucalipto. A espécie é preferida pela indústria por crescer rápido, em média de sete a oito anos, e garantir uso diversificado em carvão, lenha, papel e celulose.

No estado, além de Três Lagoas e Brasilândia, Ribas do Rio Pardo se destaca por ter a maior área contínua de eucalipto do Brasil, com 380,7 mil hectares, quase o dobro do território da cidade de São Paulo.

Exportação recorde

O setor de silvicultura respondeu por 84,1% da produção florestal brasileira em 2024, equivalente a R$ 37,2 bilhões. A maior fatia vem da madeira em tora para papel e celulose, que atingiu volume recorde de 122,1 milhões de metros cúbicos.

Com esse desempenho, o Brasil manteve a liderança mundial na exportação de celulose. Foram 19,7 milhões de toneladas vendidas ao exterior em 2024, com receita de US$ 10,6 bilhões. A China foi o principal destino, seguida por Estados Unidos, Itália e Países Baixos.

Informações: Campo Grande News.

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Santa Catarina é o segundo estado que mais produz pinhão do Brasil, diz IBGE

Aumento foi de 23,5% em relação aos dados divulgaods em 2023

Santa Catarina é o segundo estado do Brasil que mais produz pinhão do Brasil, com aumento de 23,5% em comparação com os dados de 2023. A informação faz parte do levantamento da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), com dados de 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã desta quinta-feira (25).

A pesquisa da PEVS contempla informações referentes à quantidade e ao valor da produção decorrentes de processos de exploração de florestas plantadas para fins comerciais (silvicultura) e sobre a exploração dos recursos vegetais naturais (extrativismo vegetal). Os dados são obtidos pelo Agente de Coleta do IBGE, por meio da aplicação de um questionário em cada cidade do Brasil.

De acordo com o IBGE, o estado catarinense registrou um aumento de 23,5% na produção da semente entre 2023 e 2024. Em todo o Brasil, foram produzidos 13,5 mil toneladas de pinhão, sendo 3,7 toneladas em Santa Catarina. Painel, na Serra, lidera a produção no Estado, com 600 toneladas.

Com esse aumento, Santa Catarina subiu da terceira para a segunda produção nacional de pinhão, apenas abaixo da produção do Paraná, com 4.780 toneladas.

São Joaquim e Bom Jardim da Serra (450 toneladas) ocupam o segundo lugar no Estado e
o sétimo no país, com aumentos de 50 e 250 toneladas, respectivamente. No valor da produção, Painel (R$ 3,6 milhões) é o terceiro do país, enquanto São Joaquim (R$ 2,0 milhões) é o oitavo.

Já as plantações de pinus representam 18,6% de total de florestas plantadas, com Santa Catarina tendo a segunda maior área do Brasil com 627,8 mil hectares. No Estado, Santa Cecília, na Serra, é a segunda cidade do Brasil com maior área de cultivo. Bom Jesus, no Oeste, aparece na terceira posição.

No Brasil

No cenário nacional, o destaque está para a produção brasileira de madeira em tora para papel e celulose foi recorde em 2024, atingindo 122,1 milhões de metros cúbicos. O segundo maior volume da série histórica ocorreu em 2023, quando foram registrado 113,0 milhões.

Além disso, o Brasil passou a ser o maior produtor de celulose do mundo em 2022, ultrapassando o Canadá. O país tem uma posição de destaque global devido às suas condições climáticas e de solo favoráveis para o crescimento rápido de florestas, aliadas a investimentos em práticas sustentáveis, que o tornam altamente competitivo no mercado internacional.

Informações: NSC Total.

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MM 2025: Klabin chega ao topo após investir R$ 30 bilhões e apostar em diversificação

Empresa, no entanto, encara desafios econômicos e geopolíticos, como a guerra comercial iniciada pelos EUA

Investimento e diversificação foram os principais fatores apontados por Cristiano Teixeira, presidente do gigante de celulose Klabin, para o destaque da companhia no setor de papel e celulose em 2024. Com receita de 19,6 bilhões de reais, um crescimento de 9% em relação a 2023, a empresa celebrou um ciclo de investimentos que transformou suas operações, segundo o executivo.

Para Teixeira, não há fórmula mágica, somente uma estratégia de longo prazo focada em resultados. Para ele, a Klabin colhe os frutos de um robusto plano de investimentos iniciado há cinco anos, quando a empresa aplicou cerca de 30 bilhões de reais. “O segredo do ano passado foi um grande ciclo de investimentos, com muito foco em diversificação, que é o nosso diferencial em relação a qualquer concorrente, não só no Brasil, mas no mundo”, diz o CEO.

Agora, a empresa se encontra em um momento de consolidar suas operações e otimizar as novas unidades. O foco, segundo Teixeira, está na integração dessas novas capacidades de produção, como a planta de Piracicaba, que abriga uma das fábricas mais modernas de papelão ondulado do mundo, e na manutenção de seu modelo sustentável de manejo florestal.

“O que a Klabin terá agora é um crescimento de receita. Nossa produtividade é a maior do mundo, e isso é fruto de décadas de investimento em práticas ambientais e florestais sustentáveis”, afirma.

Embora os resultados de 2024 tenham sido positivos, este ano e o próximo apresentam novos desafios para a Klabin. Segundo o CEO, a expansão fiscal do Brasil, que, embora benéfica no curto prazo pelo ganho de renda, pode levar a uma eventual recessão mais adiante, é uma preocupação para o executivo. Além disso, a guerra comercial em curso, liderada pelos Estados Unidos, reforça a cautela — mas também pode ter um efeito colateral positivo.

“Não importamos nem exportamos para os EUA, mas competimos em diversas geografias. Nesse contexto, embora seja uma situação desafiadora, a perda de credibilidade dos EUA como parceiro comercial tem beneficiado a Klabin em várias regiões”, diz Teixeira.

Informações: Exame.

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Eldorado Brasil é reconhecida como uma das empresas que melhor se comunicam com jornalistas na categoria Agronegócio

O prêmio reforça a comunicação transparente da empresa como pilar estratégico para a reputação e a competitividade no agronegócio

A Eldorado Brasil, uma das empresas mais competitivas e inovadoras do setor de celulose, foi reconhecida pela 15ª Pesquisa Empresas que Melhor se Comunicam com Jornalistas na categoria Agronegócio.

O reconhecimento reflete a importância do diálogo transparente entre empresa e imprensa, cada vez mais estratégico e essencial para os negócios. A indicação das empresas é feita de forma espontânea por jornalistas de todo o Brasil.

Para Elcio Trajano Jr., Diretor de Rh, Sustentabilidade e Comunicação da Eldorado Brasil, esse reconhecimento tem um significado especial:

“Receber este prêmio é motivo de grande orgulho para todos nós. Desde o início de nossas operações, mantemos as portas abertas para os profissionais de imprensa, seja no campo, na fábrica ou no nosso terminal portuário. Nossos executivos estão preparados para este diálogo porque acreditamos que transparência e proximidade são essenciais. Nestas ocasiões podemos falar sobre inovação, tecnologia, sustentabilidade, competitividade e, principalmente, sobre a valorização das nossas pessoas. Manter essas relações significa reafirmar o nosso compromisso com o interesse público e com a forma responsável como conduzimos nossos negócios.”

A VISÃO DOS JORNALISTAS

Esse reconhecimento está atrelado ao olhar atento dos jornalistas que, ao longo dos anos, testemunham a postura transparente e o diálogo aberto da empresa com os profissionais.

Um deles é Ricardo Ojeda, proprietário do Perfil News, de Três Lagoas. Conhecedor do setor florestal em Mato Grosso do Sul, Ojeda acompanhou o crescimento da Eldorado desde a fase de construção da fábrica. – “Desde os primórdios, a comunicação é a ponte que une a sociedade como um todo. Por isso, informar com responsabilidade é tão essencial. Nesse sentido, é justo enaltecer o time de Comunicação da Eldorado Brasil, sempre disponível e pronto para nos abastecer com informações claras e precisas, fortalecendo nossa conexão e garantindo que estejamos sempre bem-informados.”

Para Natalie Nanini, Diretora de Jornalismo do Sistema Santa Cecília de Comunicação e apresentadora do programa Porto & Negócios, de Santos, a qualidade do relacionamento com a equipe de comunicação é determinante para o resultado editorial:

“A comunicação é feita por gente, eu sempre defendo isso! Quando se trata do diálogo claro entre assessores e veículo, ter profissionais qualificados, que entendam o nosso ritmo faz toda diferença no resultado do trabalho. Todas as coberturas que fiz envolvendo a Eldorado Brasil Celulose tiveram completo respaldo da Comunicação e transparência durante todas as etapas do processo. O resultado foram programas especiais que informaram de maneira clara, acessível, não só para o segmento, mas sobretudo para quem é de fora, o cidadão comum. Se comunicar bem é valor agregado de valor intangível e fortalece a marca.”

O mesmo sentimento é compartilhado pelo Anderson Viegas, jornalista e proprietário do portal Made in MS, de Campo Grande. Para ele, a comunicação da Eldorado se diferencia por ir além do simples atendimento às demandas da imprensa, atuando como parceira na construção de pautas mais completas e relevantes:

“O atendimento que a empresa presta à imprensa reflete a própria cultura da Eldorado. As demandas são tratadas sempre de maneira muito transparente e recebem respostas rápidas e propositivas, que, além de atenderem às necessidades das reportagens, oferecem alternativas para aprofundar e ampliar os temas, seja no aspecto produtivo, no campo ou na indústria, ou ainda nas dimensões ambiental e social. É essa eficiência na comunicação que aproxima a companhia da imprensa e mantém o interesse constante por novas pautas.”

Profissionais de imprensa destacam a transparência e o diálogo que renderam à Eldorado o reconhecimento como uma das empresas que melhor se comunicam com a imprensa.

SOBRE A ELDORADO BRASIL

A Eldorado Brasil Celulose, empresa do Grupo J&F, é reconhecida globalmente por sua excelência operacional e seu compromisso com a sustentabilidade, resultado do trabalho de uma equipe qualificada de mais de 5 mil colaboradores. Inovadora no manejo florestal e na fabricação de celulose, produz 1,8 milhão de toneladas de celulose de alta qualidade por ano, atendendo aos mais exigentes padrões e certificações do mercado internacional. Seu complexo industrial em Três Lagoas (MS) também tem capacidade para gerar energia renovável para abastecer uma cidade de 2,1 milhões de habitantes. Em Santos (SP), opera o EBLog, um dos mais modernos terminais portuários da América Latina, exportando o produto para mais de 40 países. A Companhia mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, inovação, competitividade e valorização das pessoas.

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