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Incêndios devastam mais de 40 mil hectares de floresta na Patagônia argentina

Fogo iniciado de forma intencional ou por negligência já afetou milhares de hectares na província de Chubut.

Mais de 40 mil hectares de floresta foram devastados por incêndios na Patagônia argentina, segundo autoridades locais. Os focos de incêndio começaram em meados de dezembro de 2025 na província de Chubut, no extremo sul do país, causando graves prejuízos ambientais à região.

De acordo com Rubén Oliva, presidente da Federação de Bombeiros Voluntários da jurisdição, os incêndios tiveram origem em ações intencionais ou por negligência humana. “Já ultrapassamos os 40.000 hectares queimados até o momento, mas esse número está sendo constantemente atualizado”, afirmou Oliva à Sputnik.

Investigações forenses confirmaram o uso de acelerantes para propagar o fogo, informação já repassada à Justiça pelas autoridades locais.

Informações: Sputnik Brasil

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Rota da Celulose representa avanço em competitividade logística, destaca secretário

A Rota da Celulose – trechos rodoviários que compreendem 870 quilômetros de estradas estaduais e federais ligando Campo Grande à Costa Leste do Estado – teve o contrato de concessão firmado e o início das obras foi marcado por um ato no auditório da Governadoria, na manhã dessa segunda-feira (02). O consórcio Caminhos da Celulose, formado por sete empresas lideradas pela XP Investimentos, vai aplicar cerca de R$ 10 bilhões em melhorias no projeto, entre duplicação, construção de terceira pista, acostamento, reforma e readequação da cobertura asfáltica existente, infraestrutura e uma série de intervenções.

Para o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, a concessão da Rota da Celulose representa um avanço em competitividade logística que produzirá transformações profundas em Mato Grosso do Sul nos próximos anos. “Isso vai agilizar as viagens, permitir mais segurança nas vias, e vai, principalmente, atender a esse grande fluxo de atração de investimentos que foram realizados nos últimos anos. É fundamental que, através da logística, de investimentos em rodovias, que a gente mantenha a competitividade de nosso Estado”, afirmou Verruck.

O ato para celebrar o início das atividades do Consórcio Caminhos da Celulose trouxe a Mato Grosso do Sul a ministra do Planejamento, Simone Tebet, tendo em vista a parceria entre os Governos federal e estadual no projeto. Também os empresários Luiz Fernando De Donno e Rafael Fulanetti, da XP Investimentos. Estavam presentes, além do governador Eduardo Riedel, deputados federais e estaduais, senadores, secretários de Estado, empresários e prefeitos e vereadores das cidades impactadas pelo projeto.

Investimentos

A concessão compreende os trechos da BR-262, entre Três Lagoas e Campo Grande; da BR-267, entre Bataguassu e Nova Alvorada do Sul, e das MS-040, 338 e 395, entre Campo Grande e Bataguassu. São 870 quilômetros de rodovias pavimentadas que receberão melhorias pelos próximos 30 anos. O trecho de pouco mais de 100 quilômetros entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo, da BR-262, será duplicado. Serão construídas, ainda, faixas adicionais num total de 254 quilômetros e acostamento em outros 456 quilômetros de rodovias.

O sistema de pedageamento será no modelo Free Flow, em que o motorista paga por um aplicativo no fim da viagem, conferindo mais agilidade ao tráfego. Além disso, as rodovias serão monitoradas por 484 câmeras de segurança e a cada 60 quilômetros, no máximo, haverá um posto de atendimento aos viajantes. O consórcio se comprometeu, ainda, a construir contornos rodoviários, melhorar e fazer novos destacamentos policiais, instalar equipamentos de conectividade ao longo de todo percurso.

O governador Eduardo Riedel destacou o caráter eclético do investimento que uniu Estado e União, setores público e privado, numa grande “convergência de propósitos”. Riedel frisou que Mato Grosso do Sul já tem mais rodovias pavimentadas do que sem pavimentação em sua malha viária e disse que os projetos de pavimentação em andamento ou já contratados serão responsáveis por uma “transformação profunda” no Estado.

Texto: João Prestes
Fotos: Mairinco de Pauda

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Silvicultura contribui para segurança alimentar em Minas Gerais

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais informou que a relação entre florestas plantadas e produção de alimentos integra a cadeia produtiva do setor agroindustrial no estado. Além do fornecimento de matéria-prima para celulose, papel e carvão vegetal, as florestas plantadas são utilizadas como fonte de energia e insumo produtivo em diferentes etapas da produção de alimentos. Minas Gerais concentra a maior área de florestas plantadas do país, com 2,3 milhões de hectares, e a pasta aponta o fortalecimento da silvicultura como uma das prioridades do governo estadual, com foco também na contribuição para a segurança alimentar.

A Seapa, por meio da Superintendência de Fomento Florestal, desenvolve ações voltadas à ampliação das florestas produtivas, com ênfase na implantação em áreas de pastagens degradadas, com objetivo de recuperação ambiental. As iniciativas incluem apoio e fomento aos produtores florestais, articulação de parcerias públicas e privadas e interlocução para a superação de entraves à produção.

A superintendente de Fomento Florestal da Seapa, Taiana Arriel, afirmou que “o uso da madeira advinda das florestas plantadas é fundamental para garantir a segurança agroalimentar, preconizada pelos governantes globais, já que muitos alimentos que chegam à nossa mesa dependem da madeira em alguma fase do seu processo produtivo”. Segundo ela, cresce o uso da madeira de reflorestamento como fonte energética e insumo produtivo na agroindústria, especialmente no setor de alimentos. “A madeira e seus derivados, especialmente o cavaco de eucalipto e a lenha, são utilizados como biomassa para geração de energia térmica em laticínios, granjas, frigoríficos, usinas de beneficiamento e fábricas de ração animal”, declarou.

De acordo com a secretaria, o cavaco é empregado no aquecimento de caldeiras, na pasteurização do leite, na secagem de grãos, na esterilização de equipamentos e na climatização de granjas, substituindo combustíveis fósseis e reduzindo emissões de carbono. No meio rural, também é utilizado como cobertura do solo, no controle da erosão e na manutenção da umidade, com impactos sobre a produção agrícola e pecuária.

As florestas plantadas representam a maior cultura agrícola de Minas Gerais, com área superior a 2 milhões de hectares, e estão presentes em 811 dos 853 municípios do estado. Minas concentra 22% da área total de florestas plantadas do país, estimada em 10,3 milhões de hectares. A agroindústria florestal mineira mantém área de vegetação nativa equivalente a 40 vezes o tamanho de Belo Horizonte e, em média, cada habitante do estado corresponde a 187 árvores plantadas pela atividade florestal.

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Rota da Celulose: plano emergencial quer recuperar 150 km de rodovias estratégicas para setor em MS

Obras dos primeiros 100 dias já começaram pela MS-040 e incluem tapa-buracos, limpeza e reforço da sinalização.

O Consórcio Caminhos da Celulose iniciou, um plano emergencial de reparos em 150 quilômetros de rodovias da Rota da Celulose, em Mato Grosso do Sul. As ações fazem parte dos primeiros 100 dias da concessão, apresentados nesta segunda-feira (2), em Campo Grande.

O plano emergencial prevê serviços de tapa-buracos, limpeza das pistas e reforço da sinalização. Segundo o consórcio, as obras já começaram na MS-040, trecho considerado crítico para a segurança viária, e serão realizadas de forma distribuída em toda a malha concedida.

“São 150 quilômetros de recuperação distribuídos por toda a malha. Não é concentrado em um único trecho”, afirmou o diretor-presidente do Consórcio Caminhos da Celulose, Luiz Fernando de Donno. Segundo ele, os pontos atendidos foram definidos a partir de levantamentos técnicos.

Rodovias cruciais para cadeia da celulose

A concessão reúne 870 quilômetros de rodovias federais e estaduais, que concentram tráfego intenso de caminhões ligados à cadeia da celulose. O objetivo das intervenções emergenciais é melhorar as condições de tráfego e reduzir riscos de acidentes, enquanto os projetos estruturais de longo prazo são preparados.

O consórcio informou que já está instalado no estado, com sede em Campo Grande, e que prioriza a contratação de mão de obra local. “Nós já temos colaboradores contratados, e a prioridade é empregar trabalhadores da região”, disse De Donno.

De acordo com a concessionária, não há possibilidade de redução das obras previstas em contrato. A flexibilidade citada no edital se refere apenas a eventuais ampliações.

“A flexibilidade existe para o caso de crescimento do tráfego. Não há previsão de diminuir quilometragem”, explicou o diretor-presidente.

Concessão 870,3 km de rodovias

O contrato de concessão de 870,3 km de rodovias tem duração de 30 anos e prevê R$ 10,1 bilhões em investimentos. Entre as melhorias programadas ao longo do período estão duplicações, terceiras faixas, acostamentos, marginais e contornos urbanos.

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, destacou que projetos de infraestrutura exigem altos investimentos e dependem da parceria entre o poder público e a iniciativa privada.

“Logística é um dos investimentos mais caros do país. Ninguém faz nada sozinho. É fundamental a parceria entre o governo federal, os estados e a iniciativa privada para viabilizar obras desse porte”, afirmou.

O governo do estado afirmou que vai acompanhar e fiscalizar a execução da concessão, para evitar atrasos e descumprimento de obrigações contratuais.

O governador Eduardo Riedel destacou a importância da parceria entre os entes públicos e a iniciativa privada. “O Estado é parceiro, fiscaliza e garante que o usuário receba exatamente o que foi contratado”, afirmou.

As rodovias que fazem parte do projeto são:

  • BR-262: entre Campo Grande e Três Lagoas;
  • BR-267: entre Nova Alvorada do Sul e Bataguassu;
  • MS-040: entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo;
  • MS-338: entre Santa Rita do Pardo e o entroncamento com a MS-395;
  • MS-395: entre o entroncamento da MS-338 e Bataguassu.

A concessão prevê a duplicação de 115 quilômetros nas rodovias em até oito anos. A maior parte das obras será na BR-262, com 101,7 quilômetros de pista dupla, incluindo o trecho entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo e o contorno de Ribas do Rio Pardo. Já os 13,5 quilômetros restantes ficam na BR-267, perto da divisa entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, com obras previstas entre o sétimo e o oitavo ano da concessão.

Para o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, a concessão representa competitividade logística.

“Isso vai agilizar as viagens, permitir mais segurança nas vias, e vai, principalmente, atender a esse grande fluxo de atração de investimentos que foram realizados nos últimos anos. É fundamental que, através da logística, de investimentos em rodovias, que a gente mantenha a competitividade de nosso Estado”, afirmou Verruck.

Pedágio

A cobrança de pedágio só poderá começar após a conclusão das etapas iniciais previstas em contrato, o que deve ocorrer a partir do 12º mês de concessão.

O sistema adotado será o Free Flow, sem praças físicas. “O usuário não precisa parar. O pagamento poderá ser feito por tag ou pela plataforma digital da concessionária”, explicou De Donno.

A assinatura do contrato de concessão entre o governo do estado e o Consórcio Caminhos da Celulose está marcada para sexta-feira (6), em Inocência.

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União garante à Bracell energia na “porta da fábrica” em 2029

Governo do Estado pediu ao ONS oferta de energia e novos leilões para ampliar capacidade de transmissão em MS.

Autoridades do ONS (Operador do Sistema Nacional) asseguraram ao Governo do Estado e a dirigentes da Bracell que a empresa poderá contar com energia “na porta da fábrica” em 2029 para dar iniciar o processo de produção de celulose na unidade que construirá em Bataguassu.  Além dessa garantia, em reunião ocorrida no final da semana no Rio de Janeiro (RJ), foi assegurada a realização de um estudo técnico pela EPE ( Empresa de Pesquisa Energética) para mapear os gargalos no setor. Não há falta de energia para a expansão econômica em Mato Grosso do Sul, mas é preciso ampliar a rede de transmissão, para levar o insumo e também receber o excedente que grandes fábricas produzem em seu processo industrial.

O Operador do Sistema Nacional (ONS) garantiu à Bracell que a empresa terá energia disponível em 2029 para iniciar a produção de celulose em sua nova fábrica em Bataguassu, Mato Grosso do Sul. A construção do empreendimento, que demandará um investimento de R$ 16 bilhões, deve levar cerca de três anos e já possui licença prévia. Além da garantia de energia, foi anunciado um estudo técnico pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para identificar as necessidades de expansão da rede de transmissão na região. A Bracell precisará de 66 megawatts inicialmente, podendo gerar até 400 megawatts posteriormente, com a intenção de injetar 200 megawatts na rede. A falta de infraestrutura para transmissão de energia já havia sido destacada anteriormente, e novas tratativas estão sendo realizadas para resolver essa questão.LEIA AQUI

Segundo Jaime Verruck, titular da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), no caso da Bracell era necessária a garantia da oferta de energia para ativar a fábrica, que já conta com licença prévia, liberada no início de dezembro, e cuja construção deve durar cerca de 3 anos. O empreendimento, próximo ao Rio Paraná, representa um investimento de R$ 16 bilhões. A empresa também demanda rede de transmissão para vender ao sistema o excedente que produzirá quando a unidade estiver em operação, como ocorre em outras fábricas de celulose e usinas de álcool.

Pelos planos do ONS, o Estado encontra-se em cota zero nos leilões para ampliação de rede de transmissão, com precisão de oferta na região onde funcionaria a unidade da Bracell somente em 2032. Quando não há rede para receber, as indústrias perdem o excedente do que é gerado com a incineração de matéria-prima não utilizada na fábrica.

União garante à Bracell energia na "porta da fábrica" em 2029
Verruck: garantia de estudo para mapear demandas no Estado e oferta de energia para ativação de fábrica (Foto: Osmar Veiga)

Para o início de operação, a Bracell precisará de 66 megawatts, conforme Verruck, e depois, deverá gerar cerca de 400, com possibilidade de colocar cerca de 200 megawatts na rede de transmissão para consumo no país. Segundo Verruck, logo deve sair a outorga para a empresa ser atendida com o recebimento de energia e a parte da venda do excedente ainda envolverá mais tratativas. “Vamos ainda tentar resolver isso”.

A falta de oferta de linhas já tinha sido relatada em uma nota técnica no ano passado e também já foi tratada diretamente pelo governador Eduardo Riedel ao ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira. Com o anúncio de que a EPE fará um estudo técnico para mapear as necessidades de expansão no setor, fica uma expectativa de novos leilões da rede de transmissão em um espaço mais breve.

Quando revelou a pendência desse pedido, o secretário explicou que outras empresas fizeram investimentos para colocar o excedente nas linhas de transmissão disponíveis, como a Suzano, por exemplo, que criou rede até a subestação Mimoso, em Ribas do Rio Pardo, e a Arauco, que está construindo sua unidade em Inocência, fará um linhão até Ilha Solteira (SP), na divisa com o estado, mas também será preciso haver melhor condição de recebimento de oferta de energia. A Bracell teria que fazer uma linha de 155 km até Ivinhema, mas para isso, a capacidade de transmissão precisa ser ampliada para receber a energia e colocar no sistema gerido pelo ONS.

Nas informações divulgadas para o processo de licenciamento, a empresa informou que pretende utilizar 12 milhões de m³ de eucalipto por ano, com duas situações de fabricação, uma com celulose para papel, com capacidade total de 2.920.000 toneladas ao ano, em anos em que não haja parada geral de manutenção ou de 2.800.000 toneladas ao ano, nos anos com parada geral. A segunda composição será a produção de celulose para papel e também de celulose solúvel, com uma das linhas de fibras produzindo 1.460.000 toneladas ao ano de celulose kraft e a outra linha de fibras com 1.147.143 toneladas ao ano de celulose solúvel, totalizando 2.607.143 toneladas ao ano de celulose, em anos sem parada geral. Nos anos com parada geral, a produção de celulose solúvel será de 1.100.000 toneladas ao ano e mais 1.400.000 toneladas ao ano de celulose kraft, totalizando 2.500.000 toneladas.

Informações: Campo Grande News

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Veracel reforça excelência em gestão de pessoas com dupla conquista nacional em qualidade de vida e ambiente de trabalho

A Veracel Celulose consolida seu compromisso como uma organização de referência nacional em gestão e cuidado com pessoas. A companhia acaba de conquistar dois importantes reconhecimentos: foi eleita uma das Melhores Empresas para Trabalhar na categoria “Indústria”, pelo ranking da Great Place to Work (GPTW). Também foi certificada com o Prêmio Nacional de Qualidade de Vida (PNQV® 2025), recebendo a Prata na categoria Grande Empresa. As duas premiações reforçam, sob perspectivas complementares, o compromisso da Veracel com um ambiente corporativo saudável, inclusivo e alinhado às melhores práticas de gestão de pessoas.

No reconhecimento da GPTW, a Veracel figura entre as organizações industriais que oferecem os melhores ambientes de trabalho no país, segundo avaliação da consultoria internacional líder em análise de clima organizacional. A conquista soma-se a um histórico consistente: em 2024, a companhia celebrou sete anos consecutivos de certificação GPTW; no início de 2025 foi reconhecida como a 19ª melhor empresa de agronegócio para trabalhar no Brasil e alcançou a 4ª posição no ranking regional da Bahia entre as médias empresas.

Esses resultados atestam nosso compromisso com uma cultura corporativa humana, respeitosa e inspiradora. Estar presente recorrentemente nos rankings da GPTW demonstra que estamos no caminho certo, com ações concretas que fortalecem um ambiente de trabalho inclusivo e acolhedor”, destaca Cristiane Mello, gerente de Gente e Cuidado da Veracel.

Já o PNQV® 2025, promovido pela Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), reconhece organizações que transformam saúde, segurança e bem-estar em pilares estratégicos de sustentabilidade, desenvolvimento humano e impacto positivo na sociedade. Na 28ª edição da premiação, a Veracel foi certificada e recebeu o Prêmio Prata, reforçando a consistência de seus programas de saúde, bem-estar e autocuidado.

Tradicionalmente, o PNQV® destaca empresas modernas e de alta performance que adotam iniciativas inovadoras e integradas à evolução do ambiente corporativo. A nova certificação obtida pela Veracel confirma a maturidade de suas práticas e a relevância do seu modelo de gestão centrado nas pessoas.

Essa conquista reforça nosso compromisso com a promoção ativa da saúde e do bem-estar, bem como a evolução contínua dos nossos programas. É a validação de que cuidar das pessoas é um valor que traduzimos em ações diárias”, completa Cristiane.

Com a dupla premiação, a Veracel reafirma sua posição entre as principais empresas brasileiras comprometidas com o desenvolvimento humano, a qualidade de vida no trabalho e a construção de uma cultura que valoriza, escuta e coloca as pessoas no centro da estratégia.

Informações: ABAF

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Projeto Cacau com Florestas no Extremo Sul tem meta de contribuir com a retirada de mais de 800 pessoas da pobreza na Bahia

Com apoio da Suzano e Instituto Arapyaú, projeto promove o acesso a assistência técnica e potenciais recursos a produtores locais.

Região forte na produção de cacau, o Extremo Sul da Bahia será contemplado pelo projeto Cacau com Florestas no Extremo Sul, uma iniciativa que visa transformar a realidade socioeconômica de agricultores familiares e cacauicultores em diferentes estágios de produção, por meio de assistência técnica com potencial combinação de acesso ao crédito. O projeto é uma parceria entre a Suzano – empresa referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto – e o Instituto Arapyaú – organização filantrópica que fomenta iniciativas de desenvolvimento sustentável.

Conforme o gerente de Desenvolvimento Socioambiental da Suzano, André Becher, “a iniciativa surge para superar umas das barreiras que impede a maioria dos produtores de potencialmente acessar linhas de financiamento, uma vez que existe baixo acesso a assistência técnica e apenas 15% deles já conseguiram crédito, e as alternativas disponíveis hoje são inacessíveis ou inadequadas para pequenos produtores”.

O projeto irá fornecer assistência técnica de qualidade para as famílias enquanto o crédito, quando possível e viável, será conectado via Fundo Kawá, um mecanismo que combina capitais de diversas fontes para oferecer crédito direcionado a pequenos produtores de cacau. A assistência técnica é orientada para apoiar os produtores na melhoria da produtividade (adubação, calagem, insumos); adensamento e manejo eficiente dos cultivos; beneficiamento de cacau e agregação de valor.

O diferencial do projeto está no acompanhamento técnico direto aos produtores, que orienta decisões, organiza prioridades e garante resultados mais rápidos, sustentáveis e escaláveis. Somente no Extremo Sul da Bahia, a iniciativa espera retirar mais de 800 pessoas da pobreza com renda ampliada, produção fortalecida e cadeias sustentáveis de cacau.

O projeto tem atuação nos municípios de Alcobaça, Caravelas, Ibirapurã, Itamaraju, Lajedão, Medeiros Neto, Mucuri, Nova Viçosa, Prado, Teixeira de Freitas e Vereda. No entanto, há previsão de expansão para outros cinco municípios (Eunápolis, Belmonte, Itajimirim, Guaratinga e Porto Seguro).

A implementação do projeto se dará até 2027, conciliando a implementação de práticas sustentáveis de baixo custo (biocalda, adubação orgânica, controle alternativo de pragas) e o incentivo do cultivo consorciado com mandioca e hortaliças para gerar renda imediata.

O gerente da Suzano, André Becher, destaca que a empresa é parceira das comunidades e busca fortalecer o relacionamento ao construir, de forma participativa, soluções para geração de trabalho e renda. “Por meio dos nossos projetos com as comunidades vizinhas às nossas operações, buscamos promover geração de renda e fortalecer tecnicamente os produtores, criando oportunidades reais de autonomia financeira, qualidade de vida e empoderamento. Nosso compromisso é contribuir para a redução da pobreza e construir relações baseadas no diálogo aberto, respeito mútuo e parceria”, afirma.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br

Sobre o Instituto Arapyaú

O Instituto Arapyaú é uma organização filantrópica brasileira que fomenta e incuba redes e iniciativas estruturantes para promover o desenvolvimento justo, inclusivo e de baixo carbono do país. Visa a promoção de uma “agenda de natureza” a partir de uma perspectiva integrada entre pessoas, economia e clima. Mobiliza a sociedade civil, filantropia, academia e setores público e privado para promover redes transformadoras e implementar iniciativas estruturantes que criem soluções sistêmicas e escaláveis para desenvolvimento do país, com principal atuação nos territórios da Amazônia e no Sul da Bahia. Saiba mais em: https://arapyau.org.br/

Fonte: ABAF

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Silvicultura fortalece agroindústria e impulsiona sustentabilidade no campo em Minas Gerais

A silvicultura, antes associada principalmente à produção de celulose, papel e carvão vegetal, vem se consolidando como um elo estratégico entre o campo e a indústria alimentícia. Em Minas Gerais, estado com a maior área de florestas plantadas do Brasil, somando 2,3 milhões de hectares, o setor tem papel crescente na geração de energia, insumos produtivos e segurança alimentar.

O Governo de Minas tem priorizado o fortalecimento dessa cadeia, reconhecendo sua importância ambiental e econômica. A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), por meio da Superintendência de Fomento Florestal, atua na expansão das florestas produtivas — também chamadas de “florestas pensadas” —, com foco em áreas de pastagens degradadas, estimulando a recuperação ambiental e o aumento da produtividade rural.

Seapa incentiva expansão de florestas produtivas e uso sustentável da madeira

Entre as ações promovidas pela Seapa estão o apoio técnico e financeiro a produtores florestais, o fomento de parcerias entre o setor público e privado e a busca de soluções para gargalos produtivos.

Segundo Taiana Arriel, superintendente de Fomento Florestal da Seapa, a madeira proveniente de reflorestamento é essencial para o setor agroalimentar:

“O uso da madeira das florestas plantadas é fundamental para a segurança agroalimentar. Muitos alimentos dependem da madeira em alguma etapa do processo produtivo”, explica.

A superintendente destaca o crescimento do uso da biomassa florestal como fonte energética na agroindústria, especialmente em laticínios, granjas, frigoríficos, fábricas de ração e usinas de beneficiamento.

Biomassa florestal substitui combustíveis fósseis e reduz emissões

Os cavacos de eucalipto e a lenha são amplamente utilizados na geração de energia térmica, substituindo combustíveis fósseis e reduzindo as emissões de carbono. O cavaco é aplicado em caldeiras, pasteurização do leite, secagem de grãos e climatização de granjas, além de ter uso direto no campo para controle de erosão, manutenção da umidade do solo e aumento da fertilidade.

Além disso, a madeira de reflorestamento tem papel importante no bem-estar animal:

“O cavaco é usado como cama em granjas, aviários e estábulos, garantindo conforto térmico, higiene e produtividade”, explica Taiana.

O material também é empregado na produção de carvão vegetal industrial e ajuste de caldeiras de carbonização, suprindo indústrias alimentícias que demandam calor controlado em seus processos.

Avicultura mineira depende da madeira de reflorestamento

A avicultura, uma das principais atividades econômicas da região Centro-Oeste de Minas, é grande consumidora de madeira oriunda de florestas plantadas.

Segundo Ronam Antônio da Silva, líder de avicultura da JMC Agroindustrial, em São Sebastião do Oeste, a lenha é indispensável no início da criação das aves:

“Nas duas primeiras semanas de vida, o aquecimento com lenha de reflorestamento é essencial para o desenvolvimento saudável dos frangos”, afirma.

Taiana Arriel acrescenta que a demanda por madeira cresce rapidamente: uma agroindústria da região já consome cerca de 180 m³ de lenha por dia, e deve alcançar 560 m³ diários até 2030. Esse aumento reforça a importância de políticas públicas para garantir o abastecimento sustentável.

Produção florestal impulsiona economia e reduz impactos ambientais

Empresas locais, como a Madeiras Mata Verde, em Itapecerica, exemplificam a força do setor. Com 1.500 hectares de eucalipto plantado, a companhia colhe mensalmente 2.000 m³ de madeira, lenha e carvão vegetal.

De acordo com Paulo Moraes, fundador da empresa, a lenha representa 40% da produção e é destinada principalmente às granjas e abatedouros da região, enquanto o carvão abastece siderúrgicas e a madeira tratada é usada na construção civil e na agropecuária.

Minas Gerais lidera o setor de florestas plantadas no Brasil

A silvicultura é a maior cultura agrícola de Minas Gerais, com presença em 811 dos 853 municípios mineiros. O estado concentra 22% de todas as florestas plantadas do país, que totalizam 10,3 milhões de hectares.

Além de gerar renda e empregos, o setor protege uma área de vegetação nativa equivalente a 40 vezes o tamanho de Belo Horizonte. Cada mineiro possui, em média, 187 árvores plantadas pela agroindústria florestal, evidenciando o impacto positivo da silvicultura na sustentabilidade e na economia estadual.

Fonte: Portal do Agronegócio

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MS Florestal abre vagas em Santa Rita do Pardo e aposta na força da mão de obra local da região

A MS Florestal abriu novas oportunidades de trabalho para Santa Rita do Pardo e municípios da região, incluindo Três Lagoas. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 29 durante entrevista ao Café da Manhã, da 96 Caçula, com a coordenadora de Recrutamento da empresa, Helen Branício, que detalhou a ação presencial de contratação marcada para este sábado, dia 31.

Segundo a coordenadora, a iniciativa tem como principal objetivo fortalecer a mão de obra local e preparar a região para a expansão do setor florestal em Mato Grosso do Sul. “A nossa empresa só cresce no Estado e essa ação em Santa Rita do Pardo é justamente para dar oportunidade às pessoas da própria região, para que elas cresçam junto com a MS Florestal”, destacou.

Atualmente, a MS Florestal conta com cerca de 2.500 colaboradores diretos apenas em Mato Grosso do Sul, além de operações em estados como São Paulo e Bahia. O crescimento acelerado da empresa está diretamente ligado aos investimentos florestais e à perspectiva de novas fábricas de celulose na região leste do Estado.

A ação presencial acontece das 7h ao meio-dia, no Anfiteatro do Paço Municipal Geraldo Martins, em Santa Rita do Pardo. Estão sendo ofertadas vagas para auxiliar de campo, com atuação nas áreas de plantio e silvicultura. A oportunidade é voltada principalmente para moradores de Santa Rita do Pardo, mas pessoas de Três Lagoas e cidades vizinhas também podem participar do processo seletivo.

Durante a entrevista, Helen Branício explicou que o trabalho é realizado em ambiente aberto e exige disposição física, mas não é obrigatório ter experiência prévia. “Mesmo quem nunca trabalhou em campo passa por treinamento. Nós ensinamos, orientamos e preparamos o colaborador desde o início, com foco em segurança e qualidade”, ressaltou.

Além das vagas imediatas, a coordenadora também destacou outros programas da empresa, como o Programa de Desenvolvimento de Operadores e Mecânicos, que oferece formação profissional com contratação imediata em regime CLT, incluindo benefícios como plano de saúde, plano odontológico, participação nos lucros e programas de qualidade de vida.

Fonte: Rádio Caçula

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Câmara aprova endurecimento de penas para incêndios criminosos em vegetação

Comissão de Agricultura eleva punições em períodos de seca ou emergência ambiental, com agravantes para casos graves.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que aumenta as punições para quem provoca incêndios em florestas ou vegetação nativa, especialmente em períodos de seca ou emergência ambiental.

O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), ao Projeto de Lei 3577/24, apresentado pelo deputado Júnior Mano (PSB-CE). A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais para criar agravantes e esclarecer as regras, diferenciando ações criminosas de usos controlados do fogo por produtores rurais.

Atualmente, a pena para incêndio em mata ou floresta é de reclusão de dois a quatro anos, além de multa. Com o novo texto, a pena base passa a ser de dois a cinco anos de reclusão e multa, em casos com dano ambiental relevante ou risco de propagação para propriedades vizinhas.

A punição é elevada para três a sete anos de reclusão se o incêndio ocorrer durante período oficialmente declarado de emergência ambiental federal ou na vigência de restrições temporárias ao uso do fogo, devidamente divulgadas.

Em situações mais graves, a pena pode chegar a quatro a dez anos de reclusão se resultar em morte ou lesão corporal grave, prejuízo econômico expressivo, interrupção significativa de serviços públicos essenciais, como energia ou transporte, ou se for ação dolosa praticada por grupo de três ou mais pessoas.

O relator Alberto Fraga justificou que o texto busca equilibrar o rigor da lei, evitando imprecisões que pudessem gerar disputas judiciais ou afetar produtores que utilizam o fogo de forma técnica e controlada. O projeto esclarece que não é crime a prática de fogo controlado autorizada ou reconhecida pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo.

Nos casos de crime culposo, sem intenção, a pena é de detenção de seis meses a dois anos, com agravante aplicado apenas em situações de imprudência grave ou desrespeito às normas técnicas.

As penas ainda podem ser aumentadas se o crime ocorrer em áreas protegidas: de um terço até a metade em Áreas de Preservação Permanente (APP) e da metade até o dobro em Unidades de Conservação de Proteção Integral, como parques nacionais.

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações foram retiradas da Agência Câmara.

Fonte: Jornal de Brasília

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