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Suzano aprova emissão milionária de debêntures e reforça polo de celulose em Mato Grosso do Sul

Recursos poderão apoiar investimentos industriais, incluindo operações ligadas às fábricas de Três Lagoas.

A Suzano aprovou a realização de sua 12ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 179 milhões. A decisão foi tomada pelo conselho da companhia e prevê que os títulos sejam distribuídos por meio de oferta pública com registro automático.

De acordo com a ata da reunião, as debêntures serão da espécie quirografária e emitidas em série única. O valor nominal unitário será de R$ 1 mil na data de emissão, com prazo de vencimento de 15 anos.

A remuneração dos investidores será composta por juros remuneratórios prefixados, calculados sobre o valor nominal atualizado das debêntures. A taxa final será definida durante o processo de colocação dos títulos e formalizada posteriormente por meio de aditamento à escritura de emissão.

Segundo documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários, os recursos obtidos com a emissão poderão ser utilizados para reembolso de despesas ou gastos relacionados a projetos da companhia, conforme condições que ainda serão detalhadas.

Em Três Lagoas, a Suzano mantém duas grandes fábricas de celulose, consideradas entre as maiores do mundo. A presença industrial da empresa transformou o município em um dos principais polos globais do setor, e novos investimentos ou reforço financeiro da companhia costumam ter impacto direto na cadeia produtiva e na economia local

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Wood frame: casa popular em 63 horas e montagem em 1,5 hora

Fonte: Click Petróleo e Gás

casa popular entrou de vez no radar da construção industrializada com a aposta da Tecverde no wood frame, sistema que ganhou escala no Paraná e passou a ser apresentado como alternativa para reduzir prazo sem romper a lógica de custo da alvenaria. A promessa aparece de forma direta: uma casa popular em 63 horas, com montagem citada em 1,5 hora em etapas industriais.

Esse movimento chama atenção porque não se apoia apenas em velocidade. O modelo tenta reorganizar a obra como processo fabril, deslocando 75% das etapas para dentro da indústria, com controle de qualidade, padronização e menor geração de resíduos. Em vez de depender de quase tudo no canteiro, a proposta é fazer a construção chegar mais pronta ao terreno e reduzir o tempo gasto na montagem final.

Casa popular em wood frame ganha força com a Tecverde no Paraná, acelera a construção, mantém custo próximo da alvenaria e coloca a obra industrializada no centro do debate habitacional.

Tecverde surgiu em 2009 com a ideia de aplicar à construção uma lógica parecida com a da indústria automotiva.

O primeiro desafio foi encontrar uma tecnologia que reduzisse prazo e resíduos sem comprometer desempenho.

A solução veio da Alemanha, por meio do sistema wood frame, depois adaptado ao mercado brasileiro com paredes mais robustas para atender melhor ao perfil local.

Esse processo não aconteceu isoladamente. A operação teve apoio da Fiep e do SENAI-PR, além de um convênio com o Ministério da Economia de Baden-Württemberg para transferência de tecnologia.

Em 2010, a primeira fábrica foi inaugurada em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, no Paraná, com recursos de investidores, aporte da Finep e subsídio alemão.

A partir dali, a casa popular deixou de ser pensada apenas como obra tradicional e passou a ser tratada como produto industrializável.

Casa popular em wood frame ganha força com a Tecverde no Paraná, acelera a construção, mantém custo próximo da alvenaria e coloca a obra industrializada no centro do debate habitacional.

A ideia de uma casa popular em 63 horas chama atenção porque ataca o ponto mais sensível da obra de interesse social: o prazo.

Caio Bonatto afirma que uma casa pode ser montada em 1,5 hora e que um prédio de quatro pavimentos pode ser erguido em 10 dias. Em 2018, a empresa ainda recebeu prêmio por construir uma residência em 10 horas, com acabamentos, pronta para morar.

Os números não falam exatamente da mesma etapa, mas todos apontam na mesma direção: encurtar drasticamente o tempo da construção.

Esse ganho de velocidade só é possível porque 75% do processo fica em ambiente fabril. A incorporadora ou construtora recebe da Tecverde a estrutura da residência já montada, com paredes, tubulações internas e estrutura de telhado. Isso reduz improviso, encurta etapas no canteiro e torna a construção mais previsível. Para uma casa popular, essa previsibilidade pesa muito, porque atraso de obra costuma ampliar custo, travar entrega e pressionar financiamento.

O que o wood frame entrega além da velocidade

wood frame usado pela Tecverde combina  madeira estrutural de florestas plantadas com dupla secagem e tratamento com preservante químico. 

Madeira e plásticos

Sobre os perfis estruturais são aplicados OSB e membrana hidrófuga, enquanto o acabamento usa placas cimentícias na parte externa e gesso cartonado no interior.

O resultado buscado é unir durabilidade equivalente à de sistemas convencionais com melhor conforto térmico e acústico.

A proposta não é ser apenas rápida, mas manter padrão técnico comparável ao da alvenaria.

Há ainda um componente de rastreabilidade que reforça o discurso industrial. Por meio de QR Code no frame, é possível visualizar estruturas hidráulica e elétrica internas da parede e até identificar a origem dos materiais usados. Isso permite recall quando necessário e amplia o controle sobre o processo.

Em uma construção convencional, esse tipo de rastreamento é muito mais difícil. No caso da casa popular, o ganho está em transformar um produto historicamente marcado por improviso em algo mais controlado.

Como custo, resíduos e água entram na conta da construção

O custo para o proprietário fica similar ao da alvenaria financiada por programas sociais do governo. Isso é decisivo, porque a velocidade sozinha não resolveria nada se a casa popular saísse muito mais cara. 

Abastecimento e tratamento de águas

O que coloca o sistema no radar é justamente a combinação entre prazo curto e custo competitivo, algo que a Tecverde tentou sustentar ao longo do crescimento da operação.

Na dimensão ambiental, os números informados também são fortes. O processo reduz em 85% a geração de resíduos e em 90% o uso de recursos hídricos.

Estudos da empresa apontam que 13 mil toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas e 22,1 mil toneladas de resíduos deixaram de ser produzidos, em um total já acumulado de 130 mil metros quadrados construídos.

Na prática, o  wood frame aparece não apenas como atalho de prazo, mas como reorganização completa da construção em escala industrial.

Onde o Paraná entra na expansão e por que o financiamento foi decisivo

Paraná foi o ponto de partida dessa estrutura. Um ano depois da fundação, 34 empresas já estavam mobilizadas para fornecer matéria-prima e equipamentos, formando uma cadeia produtiva robusta no estado.

A capacidade de produção saltou de 34 casas em 2010 para 3,4 mil unidades por ano em 2018, com perspectiva de chegar a 4,2 mil após ampliação da fábrica.

Esse salto mostra que a casa popular em wood frame deixou de ser demonstração isolada e passou a operar em escala muito mais ambiciosa.

Outro ponto central foi o financiamento imobiliário. Em 2011, a regulamentação passou a permitir que bancos financiassem casas feitas com estrutura em wood frame.

Dois anos depois, o Ministério das Cidades autorizou a tecnologia da Tecverde para habitações de interesse social.

Sem essa homologação, a casa popular dificilmente teria espaço real no mercado. Velocidade industrial sem aceitação regulatória não vira política habitacional nem produto financiável.

A força dessa proposta está na combinação entre fábrica, padronização e escala. A casa popular em wood frame ganhou visibilidade porque a Tecverde conseguiu empurrar a construção para uma lógica mais industrial, com promessa de montagem muito rápida, custo próximo da alvenaria e redução importante de resíduos e consumo de  água.

No Paraná, esse modelo saiu do estágio experimental e passou a operar com cadeia produtiva, financiamento e homologação.

Ainda assim, o ponto mais relevante talvez seja outro: o sistema só chama tanta atenção porque toca numa ferida antiga da construção brasileira, marcada por obra lenta, desperdício e baixa previsibilidade.

Quando aparece uma casa popular em 63 horas, o impacto não está apenas no número, mas no contraste com o padrão histórico do setor.

Você acha que o wood frame tem chance real de ganhar espaço na casa popular brasileira ou a alvenaria ainda deve continuar dominando mesmo com esse avanço industrial?

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Saneamento acompanha avanço da celulose e reforça infraestrutura no Bolsão de MS

Investimentos da Sanesul em água e esgoto chegam a municípios estratégicos.

O rápido avanço da indústria de celulose no leste de Mato Grosso do Sul tem provocado transformações profundas na região do Bolsão. Ao mesmo tempo em que novas fábricas, empregos e empresas da cadeia florestal chegam aos municípios, cresce também a necessidade de ampliar a infraestrutura urbana para acompanhar esse novo ciclo de desenvolvimento.

O avanço da indústria de celulose no leste de Mato Grosso do Sul tem impulsionado transformações significativas na região do Bolsão, com a chegada de grandes empresas como Suzano, Eldorado Brasil e Bracell. Para acompanhar esse desenvolvimento, a Sanesul realiza investimentos expressivos em infraestrutura de saneamento em diversos municípios. Em 2026, cidades como Inocência e Ribas do Rio Pardo receberão investimentos superiores a R$ 13 milhões cada em sistemas de abastecimento de água. O estado se destaca nacionalmente no setor, com 100% de cobertura de água nas 68 cidades atendidas pela Sanesul e 75,15% de cobertura de esgoto, antecipando as metas do marco legal do saneamento.

Nesse cenário, os sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário se tornaram peças-chave para garantir que o crescimento econômico venha acompanhado de qualidade de vida para a população. É justamente nesse ponto que entram os investimentos conduzidos pela Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), que ampliam a estrutura de saneamento em cidades estratégicas da região.

Nos últimos anos, o Bolsão passou a concentrar alguns dos maiores investimentos da indústria de celulose no Brasil. A expansão do setor tem como protagonistas grandes grupos empresariais, como a Suzano, responsável pela nova megafábrica em Ribas do Rio Pardo, a Eldorado Brasil Celulose, instalada em Três Lagoas, e os projetos industriais da Bracell previstos para Inocência.

Com a chegada dessas indústrias, os municípios registram crescimento acelerado, com geração de empregos, aumento da arrecadação e forte movimentação econômica. O desenvolvimento também atrai novas empresas e amplia a demanda por serviços públicos, especialmente nas áreas de saneamento, habitação e mobilidade urbana.

Para acompanhar esse novo momento da região, a Sanesul mantém frentes de obras em diversas cidades. Ao todo, 49 municípios de Mato Grosso do Sul iniciaram 2026 com intervenções em andamento nos sistemas de água e esgoto.

No Bolsão, os investimentos no abastecimento de água beneficiam Água Clara, Chapadão do Sul, Ribas do Rio Pardo, Paranaíba, Três Lagoas e Inocência. As obras incluem modernização operacional, ampliação da capacidade de produção, reforço da segurança hídrica e melhorias na distribuição de água tratada.

Somente em 2026, estão previstos mais de R$ 13,1 milhões em investimentos no sistema de abastecimento de água de Inocência. Já em Ribas do Rio Pardo, o montante chega a R$ 13,9 milhões, voltado ao fortalecimento da infraestrutura hídrica do município.

Ampliação da rede de esgoto

Os investimentos também avançam na área de esgotamento sanitário. Obras em andamento contemplam Água Clara, Selvíria, Inocência e Aparecida do Taboado.

As intervenções incluem ampliação da rede de coleta, implantação de novas estruturas e modernização de sistemas de tratamento, com impacto direto na melhoria das condições sanitárias e ambientais das cidades.

Segundo o diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, os investimentos acompanham o ritmo de crescimento econômico das cidades.

“Estamos ampliando a rede de esgoto e modernizando sistemas de água em municípios que apresentam forte dinâmica econômica. O objetivo é assegurar qualidade de vida, proteção ambiental e segurança no abastecimento para a população”, afirma.

De acordo com ele, a estratégia segue o planejamento do Governo do Estado voltado ao fortalecimento dos municípios e à ampliação da infraestrutura urbana nas cidades atendidas pela companhia.

Mato Grosso do Sul entre os destaques do país

O avanço do saneamento básico tem colocado Mato Grosso do Sul em posição de destaque no cenário nacional.

Enquanto muitos centros urbanos brasileiros ainda enfrentam dificuldades na ampliação da cobertura de esgoto ou na regularidade do abastecimento de água, o modelo adotado no Estado tem permitido expandir os serviços de forma planejada.

Nas 68 cidades atendidas pela Sanesul, o abastecimento de água já é universalizado, alcançando 100% da população.

No esgotamento sanitário, a cobertura chegou a 75,15%, índice considerado elevado quando comparado a diversas regiões do país.

Esse desempenho resulta de um planejamento de longo prazo que combina investimentos próprios, parcerias e a execução simultânea de obras em diferentes regiões do Estado.

Atualmente, estão em andamento 36 obras voltadas à ampliação do esgotamento sanitário e outras 13 intervenções no sistema de abastecimento de água.

As obras fazem parte da estratégia estadual para antecipar as metas previstas no novo marco legal do saneamento, que determina que até 2033 os municípios brasileiros alcancem 99% da população com acesso à água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto.

Em Mato Grosso do Sul, a meta é avançar antes desse prazo, consolidando uma rede de saneamento capaz de acompanhar o crescimento das cidades, proteger os recursos hídricos e melhorar os indicadores de saúde pública.

Com investimentos espalhados por diferentes regiões — incluindo o Bolsão — o Estado busca garantir que o desenvolvimento econômico caminhe lado a lado com infraestrutura urbana e melhores condições de vida para a população.

Saneamento acompanha avanço da celulose e reforça infraestrutura no Bolsão de MS
Infraestrutura de água potável faz parte do conjunto de investimentos que moderniza o saneamento em Mato Grosso do Sul. (Foto Divulgação)

Fonte: Campo Grande News

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Nova diretoria da Abimci é eleita para a gestão do triênio 2026-2029

Representatividade e estratégia orientam os próximos três anos da entidade, fortalecendo atuação em um cenário de retomada da competitividade.

A Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci) elegeu, neste dia 11 de março, em Curitiba (PR), o empresário Roni Junior Marini como novo presidente. A eleição ocorreu durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), que também empossou o novo Conselho de Administração e o Conselho Fiscal da entidade para o triênio 2026-2029.

Marini sucede a Juliano Vieira de Araujo, que esteve à frente da associação nos últimos seis anos, período marcado por desafios com as novas dinâmicas do comércio internacional após a pandemia, com aumento nas políticas protecionistas e tarifárias por parte de importantes parceiros comerciais.

Ao assumir o cargo, o novo presidente destacou que a gestão se inicia em um momento de transição para o setor, após a recente redução das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros de madeira processada. “A redução das tarifas representa um sinal importante para a reorganização dos fluxos comerciais, mas o cenário ainda exige cautela e acompanhamento técnico permanente. Nosso foco será manter a defesa ativa dos interesses do setor e ampliar a competitividade da indústria brasileira”, afirmou Marini.

Entre as prioridades da nova gestão estão a defesa de interesses e a promoção do setor madeireiro e florestal, o monitoramento dos mercados nacional e internacional, o reforço em pautas prioritárias como logística e infraestrutura e a busca constante pela qualidade e padronização dos produtos de madeira processada nos segmentos representados pela Abimci.

Na área técnica, a entidade reforçará sua atuação no desenvolvimento dos programas de certificação e qualidade, alinhados às exigências dos mercados internos e externos. A promoção do uso da madeira em sistemas construtivos também permanece como uma das frentes prioritárias.

Durante o evento, foram lançados o Relatório de Gestão 2023-2026 e o Estudo Setorial 2026, que é a principal publicação da entidade. Também foram nomeados os novos coordenadores dos diversos comitês que compõem a Abimci.

Ao encerrar sua gestão, Juliano Vieira de Araujo destacou o fortalecimento institucional da associação ao longo dos últimos seis anos, tempo em que esteve à frente da entidade. “Enfrentamos um dos períodos mais desafiadores da história recente do setor, com intensa mobilização técnica e institucional. Ampliamos nossa capacidade de diálogo, fortalecemos nossa presença junto aos governos e consolidamos a união do setor em momentos críticos”, afirmou.

Conheça a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal da Abimci empossados para a gestão 2026-2029:

Presidente

Roni Junior Marini – Marini Indústria de Compensados Ltda.

Tesoureiro

José Carlos Januário – Indústria de Compensados Guararapes Ltda.

Primeiro Vice-Presidente

Amauri Eduardo Kollross – Madeireira EK Ltda.

Segundo Vice-Presidente
Daniel Berneck – Berneck S.A. Painéis e Serrados

Conselheiros Vice-Presidentes
Armando José Giacomet – Braspine Madeiras Ltda.

Danilo Comin Salvaro – Salvaro Indústria e Comércio de Madeiras Ltda.

Ettore Giacomet Basile – Millpar

Fábio Ayres Marchetti – Manoel Marchetti S/A

Guilherme Damiani Ranssolin – Randa Portas, Molduras e Compensados.

Ivan Tomaselli – STCP Engenharia de Projetos Ltda.

Luiz Alberto Sudati – Indústria de Compensado Sudati Ltda.

Luiz Alfredo Kasectari – Adami S.A. Madeiras

Luiz Daniel Woiski Guilherme – Sólida Brasil Madeiras Ltda.

Marco Antonio Balvedi – Sincol S.A. Indústria e Comércio

Conselho Fiscal – Titulares
Fabrício Antonio Moreira Neto – Ótima Portas & Compensados

Paulo Cavalcanti Neto – Somapar Sociedade Madeireira Paranaense Ltda.

Conselho Fiscal – Suplentes

Alexandre Simão Battistella – Serramad Indústria e Comércio de Madeiras Ltda.

Leonardo Souza De Zorzi – Global Prime Brasil Comercial Exportadora S.A.



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Aeropulver confirma presença na Mais Floresta ExpoRibas com tecnologia em drones agrícolas

A Aeropulver, empresa especializada em tecnologia de aplicação com drones agrícolas e integrante do Grupo Pulver Farm, confirmou participação na Mais Floresta ExpoRibas, reforçando sua aposta no crescimento do setor florestal em Mato Grosso do Sul e na expansão das tecnologias de aplicação aérea com drones.

Segundo Joanes Paulo, CEO da Pulver Farm, a presença no evento tem como objetivo aproximar soluções tecnológicas do público que atua diretamente no campo.

“A Mais Floresta ExpoRibas é um ambiente estratégico para apresentar tecnologias que aumentam a eficiência das operações no campo e aproximar inovação de quem realmente precisa dela no dia a dia das atividades agrícolas e florestais”, afirma.

A expectativa da empresa é fortalecer o relacionamento com produtores, empresas do setor florestal e parceiros estratégicos, além de demonstrar como a tecnologia de drones pode transformar a forma como as aplicações são realizadas.

Tecnologia de aplicação e soluções integradas

Durante a feira, a Aeropulver apresentará ao público soluções completas voltadas à aplicação agrícola e florestal com drones de alta performance da linha DJI Agriculture.

De acordo com Joanes Paulo, a proposta da empresa vai além da comercialização dos equipamentos.

“Nosso objetivo é oferecer um ecossistema completo de tecnologia para o produtor. Isso envolve os drones, os sistemas de preparo de calda, a aplicação de precisão e também todo o suporte técnico necessário para que a tecnologia seja implementada com segurança e eficiência”, explica.

A empresa também destaca o trabalho de capacitação de operadores e o acompanhamento técnico das operações como parte fundamental da adoção dessas soluções no campo.

Eventos que aproximam tecnologia e produtores

Para a Aeropulver, eventos como a ExpoRibas cumprem um papel importante no desenvolvimento do setor florestal e do agronegócio regional.

“Esses encontros são fundamentais porque promovem troca de conhecimento, aproximam empresas de tecnologia dos produtores e criam um ambiente de networking que impulsiona novos negócios e parcerias”, destaca o CEO.

Segundo ele, a presença de diferentes elos da cadeia produtiva em um mesmo espaço contribui para acelerar a adoção de soluções inovadoras no campo.

Crescimento do setor florestal impulsiona novas tecnologias

A empresa avalia que o avanço da silvicultura em Mato Grosso do Sul tem criado um ambiente favorável para a adoção de tecnologias de precisão.

“O crescimento das florestas plantadas, especialmente de eucalipto, aumenta a demanda por soluções que tragam mais eficiência operacional, redução de custos e maior precisão nas aplicações”, afirma Joanes Paulo.

Nesse cenário, os drones agrícolas vêm se consolidando como uma ferramenta estratégica, principalmente em grandes áreas, terrenos irregulares ou locais onde o acesso de máquinas tradicionais é limitado.

“A tecnologia de drones permite realizar aplicações com agilidade, precisão e menor impacto operacional, o que se torna um diferencial importante para operações florestais de grande escala”, conclui.

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