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Resultados de 2025 da Dexco revelam bom desempenho na divisão madeira

Para a jovem, a presença feminina em áreas técnicas e industriais ainda carrega simbolismo. “É importante ver que as mulheres estão conquistando espaço em setores que antes pareciam distantes. Isso amplia horizontes para quem está começando”, acrescenta.

O avanço na participação feminina também se reflete em outras trajetórias. Em Três Lagoas, a história de Brucely Durutea dos Santos, de 48 anos, ilustra um movimento de retorno e recomeço profissional. Após experiências em áreas como frigorífico, enfermagem e atividades florestais, ela ingressou na Suzano em setembro de 2025 como Ajudante de Viveiro.

“Trabalhar me trouxe independência e a possibilidade de reorganizar minha vida. Consegui planejar novos objetivos e retomar projetos que estavam parados”, relata. Segundo ela, o emprego também impactou diretamente sua autoestima. “O trabalho devolve a sensação de pertencimento e autonomia”, relata Brucely.

Trabalho estruturado

As contratações integram um conjunto de iniciativas voltadas à ampliação da participação feminina nas operações industriais e florestais, incluindo programas de qualificação profissional com vagas afirmativas para mulheres e ações de preparação para o mercado de trabalho.

“O crescimento da participação feminina nas nossas operações é resultado de um trabalho estruturado para ampliar oportunidades no estado. Temos investido em formação técnica e em ambientes cada vez mais inclusivos, que permitam às mulheres desenvolver carreira na indústria”, afirma Angela Aparecida dos Santos, gerente executiva de Gente e Gestão da Suzano.

Atualmente, a Suzano concentra em Mato Grosso do Sul mais de 9 mil postos de trabalho diretos, entre colaboradores próprios e terceiros, distribuídos nas operações industriais e florestais. Desse total, 1.327 são ocupados por mulheres, refletindo o avanço gradual da presença feminina nas atividades da companhia no estado.

Em um setor historicamente marcado pela predominância masculina, a ampliação da presença feminina nas unidades industriais e viveiros florestais sinaliza uma transformação gradual no perfil da mão de obra da cadeia de base florestal no estado, ampliando o debate sobre equidade de gênero e acesso ao mercado de trabalho técnico e industrial.

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Suzano amplia presença feminina e encerra 2025 com 556 mulheres contratadas em MS

Contratações representam 30% das admissões no estado e refletem avanço gradual da participação feminina na indústria de base florestal.

Quando vestiu o uniforme da Suzano pela primeira vez, em maio do ano passado, a paranaense Vitória Gomes Valenga, de 19 anos, iniciava sua trajetória profissional na indústria de celulose em Mato Grosso do Sul. Natural de Ponta Grossa (PR), ela se mudou com a família para Ribas do Rio Pardo (MS) após o pai passar a atuar na unidade da companhia e, poucos meses depois, conquistou sua primeira oportunidade no mercado de trabalho como Mecânica de Manutenção I.

A história de Vitória faz parte de um movimento mais amplo. Ao longo de 2025, a Suzano, maior produtora mundial de celulose, contratou 556 mulheres no estado, o equivalente a 30% das 1.868 admissões realizadas nas unidades de Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo – uma nova profissional integrada à empresa, em média, a cada 16 horas.

De acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose de Mato Grosso do Sul (Sinpacems), o setor registrou 3.985 admissões no período. As contratações da Suzano correspondem a 47% desse total, reforçando a relevância da companhia na dinâmica de geração de empregos da cadeia de celulose no estado.

Após se instalar em Ribas do Rio Pardo, Vitória ingressou no curso Técnico em Papel e Celulose, promovido pela Suzano em parceria com o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). Meses depois, participou do processo seletivo e foi contratada. “Entrar na Suzano foi a minha primeira oportunidade profissional. Eu não tinha experiência, mas fui muito bem acolhida. Hoje tenho independência financeira e planos de crescer na carreira”, afirma.

Para a jovem, a presença feminina em áreas técnicas e industriais ainda carrega simbolismo. “É importante ver que as mulheres estão conquistando espaço em setores que antes pareciam distantes. Isso amplia horizontes para quem está começando”, acrescenta.

O avanço na participação feminina também se reflete em outras trajetórias. Em Três Lagoas, a história de Brucely Durutea dos Santos, de 48 anos, ilustra um movimento de retorno e recomeço profissional. Após experiências em áreas como frigorífico, enfermagem e atividades florestais, ela ingressou na Suzano em setembro de 2025 como Ajudante de Viveiro.

“Trabalhar me trouxe independência e a possibilidade de reorganizar minha vida. Consegui planejar novos objetivos e retomar projetos que estavam parados”, relata. Segundo ela, o emprego também impactou diretamente sua autoestima. “O trabalho devolve a sensação de pertencimento e autonomia”, relata Brucely.

Trabalho estruturado

As contratações integram um conjunto de iniciativas voltadas à ampliação da participação feminina nas operações industriais e florestais, incluindo programas de qualificação profissional com vagas afirmativas para mulheres e ações de preparação para o mercado de trabalho.

“O crescimento da participação feminina nas nossas operações é resultado de um trabalho estruturado para ampliar oportunidades no estado. Temos investido em formação técnica e em ambientes cada vez mais inclusivos, que permitam às mulheres desenvolver carreira na indústria”, afirma Angela Aparecida dos Santos, gerente executiva de Gente e Gestão da Suzano.

Atualmente, a Suzano concentra em Mato Grosso do Sul mais de 9 mil postos de trabalho diretos, entre colaboradores próprios e terceiros, distribuídos nas operações industriais e florestais. Desse total, 1.327 são ocupados por mulheres, refletindo o avanço gradual da presença feminina nas atividades da companhia no estado.

Em um setor historicamente marcado pela predominância masculina, a ampliação da presença feminina nas unidades industriais e viveiros florestais sinaliza uma transformação gradual no perfil da mão de obra da cadeia de base florestal no estado, ampliando o debate sobre equidade de gênero e acesso ao mercado de trabalho técnico e industrial.

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Para Riedel, obra na MS-316 representa transformação do Vale da Celulose

Governador ressaltou que os investimentos vão ampliar a competitividade econômica local.

A ordem de serviço para a pavimentação da rodovia MS-316, assinada na manhã deste sábado (7), é considerada pelo governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), um marco da transformação do Vale da Celulose. Durante a assinatura do início da obra, o progressista ainda ressaltou que os investimentos vão ampliar a competitividade econômica local.

O governador Eduardo Riedel assinou ordem de serviço para pavimentação de 38 quilômetros da rodovia MS-316, em Mato Grosso do Sul. A obra, orçada em R$ 143 milhões, conectará a ponte sobre o Rio Indaiá Grande até a área urbana de Chapadão do Sul, beneficiando a região do Vale da Celulose. O projeto é considerado estratégico para atender à demanda logística da fábrica de celulose Arauco em Inocência. Além da pavimentação, foram autorizadas obras de infraestrutura urbana, sinalização viária e melhorias no Aeródromo Municipal, totalizando investimentos de R$ 5,9 milhões na região.

“A MS-316 é um sonho antigo de toda essa região. Essa estrada significa segurança para as famílias, conforto no deslocamento e mais competitividade para quem produz aqui”, afirmou em Inocência, cidade a 337 quilômetros de Campo Grande.

O lote 3 da obra prevê implementação de 38 quilômetros de pavimentação no trecho que começa na ponte sobre o Rio Indaiá Grande, no limite entre Inocência e Chapadão do Sul, e segue até o início da área urbana do município. A empresa Engenharia e Comércio Bandeirantes Ltda será a responsável pela obra de R$ 143 milhões.

A pavimentação da rodovia é considerada estratégica para atender à demanda logística gerada pela instalação da fábrica de celulose da empresa Arauco em Inocência. A obra deverá facilitar o escoamento da produção, reduzir custos de transporte e melhorar as condições de tráfego para moradores, produtores rurais e empresas que utilizam a via.

“Talvez a MS-316 seja uma das obras mais emblemáticas, não só para Inocência, mas para toda essa região enorme do estado que está passando por uma transformação. Então é muito bom a gente ver o Mato Grosso do Sul nessa franca transformação. O governo do estado tem trabalhado muito para viabilizar isso, não só para Inocência, mas para todos os municípios”, completou.

O governador ainda autorizou obras de infraestrutura urbana e logística. Com investimento de R$ 2,4 milhões do programa MS Ativo – Municipalismo I, serão beneficiadas a Avenida Pantanal, a Rua João Barbosa e a Avenida Albertina Garcia Dias.

O pacote para Inocência inclui ainda obras de sinalização viária e reordenamento do tráfego, que serão executadas pelo Detran-MS, com investimento de R$ 717,5 mil. As intervenções contemplam implantação de mão única em algumas vias, reforço da sinalização vertical e horizontal e melhorias na rotatória localizada no cruzamento da Rua Benevenuto Garcia Dias com a Avenida Juraci Luís Castro.

O projeto prevê 1.148 m² de sinalização horizontal, instalação de 170 placas e construção de travessias elevadas nas avenidas Alexandre Batista Garcia, Três Lagoas e na Rua Duca Valadão.

Aeródromo – Riedel também assinou a implantação do balizamento noturno no Aeródromo Municipal, com recursos de R$ 2,8 milhões. O sistema permitirá operações aéreas noturnas ou em condições de baixa visibilidade, conforme normas da Agência Nacional de Aviação Civil e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo.

O projeto inclui também a instalação do PAPI (Precision Approach Path Indicator), equipamento visual que orienta os pilotos sobre o ângulo correto de descida durante a aproximação para pouso.

A iniciativa integra o Plano Logístico Aeroviário de Mato Grosso do Sul, que prevê R$ 250 milhões em investimentos, dos quais R$ 140 milhões já foram aplicados entre 2023 e 2025 na modernização de aeródromos e equipamentos de segurança no Estado.

Fonte: Campo Grande News

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BID Invest impulsiona o maior investimento privado do Paraguai para desenvolver o primeiro polo industrial florestal sustentável

A operação financiará infraestrutura essencial para a construção do parque industrial da companhia e da futura fábrica de celulose.

O BID Invest aprovou um financiamento de até US$ 165 milhões para a Paracel S.A., destinado ao desenvolvimento de um polo industrial florestal sustentável no Paraguai. O projeto prevê gerar cerca de 7.000 empregos diretos e indiretos.

O financiamento, voltado à construção de infraestrutura essencial, é um elo fundamental para criar as condições necessárias para consolidar a cadeia de valor florestal no Paraguai e facilitar o desenvolvimento da fábrica de celulose e de novas indústrias ligadas ao setor madeireiro.

A operação, anunciada no contexto das Reuniões Anuais do Grupo BID em Assunção, reafirma o compromisso do BID Invest com o crescimento do Paraguai e com o fortalecimento do setor privado como motor do desenvolvimento econômico na América Latina e no Caribe. O financiamento combina recursos próprios do BID Invest com capital mobilizado de terceiros, refletindo o interesse de investidores internacionais no projeto.

“Projetos como a Paracel mostram o potencial do setor privado para impulsionar crescimento, emprego e desenvolvimento regional no Paraguai”, disse o presidente do Grupo BID, Ilan Goldfajn. “O Grupo BID, por meio do BID Invest, contribui para criar as condições e apoiar investimentos que fortalecem a base produtiva do país e abrem novas oportunidades de desenvolvimento.”

“Este projeto reflete o potencial do Paraguai para atrair investimentos industriais em grande escala”, afirmou James Scriven, CEO do BID Invest. “Nosso financiamento contribuirá para o desenvolvimento de infraestrutura-chave para esse polo industrial florestal e ajudará a mobilizar capital privado para um dos investimentos mais importantes da história do país.”

“A aprovação deste financiamento representa um passo fundamental para o desenvolvimento da fábrica de celulose como polo industrial que estamos construindo no Paraguai”, destacou Per Olofsson, chairman da Paracel. “Após desenvolver uma ampla base florestal competitiva e certificada segundo padrões internacionais, com mais de 90 milhões de árvores plantadas, a Paracel se consolidou como referência em manejo florestal sustentável. O apoio do BID Invest agora nos dá os recursos para avançar com a fábrica de celulose e, ao mesmo tempo, consolidar a cadeia de valor florestal no país, com impacto direto na geração de empregos, na atração de novos investimentos industriais e no desenvolvimento sustentável da região norte do Paraguai.”

A estrutura permitirá avançar por fases na construção da infraestrutura estratégica necessária para o desenvolvimento do polo industrial florestal.

O projeto contempla a construção de ativos-chave, como porto e terminal fluvial, linhas de transmissão de energia, vias de acesso e infraestrutura logística. Esses investimentos permitirão melhorar a conectividade da região, reduzir custos logísticos e facilitar a instalação de novas atividades industriais ligadas ao setor florestal.

O projeto também impulsionará o desenvolvimento econômico do norte do país. Localizado no departamento de Concepción, uma região com alto potencial produtivo e abundantes recursos florestais, o polo industrial aproveitará vantagens competitivas do Paraguai, como acesso à energia renovável, logística competitiva e o regime de Zona Franca, fortalecendo a competitividade do setor florestal paraguaio e ampliando sua inserção em mercados regionais e internacionais.

A operação se apoia nos padrões ambientais, sociais e de governança que a Paracel já implementa de forma consistente, alinhados às melhores práticas internacionais. Nesse contexto, o BID Invest participa do projeto acompanhando sua implementação com um Plano de Ação Ambiental e Social, além de iniciativas voltadas ao fortalecimento institucional, eficiência energética e resiliência, reforçando uma abordagem de sustentabilidade integrada desde o início.

Esse financiamento faz parte da estratégia do BID Invest de mobilizar capital privado para projetos que impulsionem o crescimento econômico, gerem empregos formais e fortaleçam a integração do Paraguai nas cadeias de valor regionais e globais.

Fonte: Paracel

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Grupo Index leva inovação tecnológica à Mais Floresta ExpoRibas com o EyeForest

Grupo apresenta soluções e plataforma digital voltadas à gestão e inteligência florestal.

O Grupo Index confirmou presença na Mais Floresta ExpoRibas, evento que reúne empresas, especialistas e lideranças do setor florestal em Mato Grosso do Sul. A participação reforça a atuação histórica da empresa junto às principais companhias da cadeia de base florestal que operam no estado.

Segundo Marcelo Schmid, sócio-diretor do Grupo Index, a presença no evento reflete a importância estratégica que o estado conquistou no cenário nacional da silvicultura.

“O Estado de Mato Grosso do Sul se tornou uma potência da indústria de base florestal, motivo de orgulho para o nosso setor e para a sociedade brasileira. O Grupo Index tem satisfação de trabalhar há muitos anos para várias empresas do estado, por isso não poderíamos deixar de participar de um evento tão significativo para a região e para o setor”, afirma.

De acordo com o executivo, as expectativas para o encontro são positivas, especialmente diante do grande interesse de clientes e parceiros.

“Nas últimas semanas tenho conversado com vários clientes que já confirmaram presença na feira. Nossa expectativa é muito boa e esperamos fechar muitos negócios durante o evento”, destaca.

Tecnologia e experiência de mais de cinco décadas

Durante a feira, o Grupo Index pretende apresentar ao público a combinação entre sua experiência de mais de cinco décadas no setor florestal e as novas soluções tecnológicas que vêm sendo incorporadas às operações da empresa.

“Vamos apresentar toda a experiência e o know-how de 55 anos do Grupo Index, agora potencializados pela tecnologia do nosso ecossistema digital, o EyeForest”, explica Schmid.

Segundo ele, a integração entre conhecimento técnico e inovação digital representa uma nova etapa na atuação da empresa.

“Aliando tradição e conhecimento à tecnologia, queremos transformar florestas em dados e dados em bons negócios. Esse é o nosso lema. O Grupo Index agora é ‘powered by EyeForest’”, ressalta.

Espaço para diálogo e oportunidades de negócios

Na avaliação do executivo, feiras e encontros do setor desempenham um papel fundamental para o fortalecimento da cadeia florestal, especialmente em um mercado cada vez mais dinâmico.

“Durante a correria do dia a dia muitas vezes não temos tempo para parar e discutir mercado, soluções e oportunidades. Os eventos permitem que o setor se encontre e converse um pouco longe da rotina”, afirma.

Por isso, o Grupo Index estará presente com estande próprio no evento.

“Estaremos com um stand na feira e queremos promover muitas conversas sobre aquilo que fazemos de melhor: desenvolver soluções para empresas de base florestal aliadas à tecnologia”, completa.

Mato Grosso do Sul segue como polo de expansão da celulose

Sobre o cenário atual do setor, Schmid avalia que Mato Grosso do Sul continuará sendo um dos principais polos de crescimento da indústria florestal no Brasil nos próximos anos.

“Embora o estado já despontar como um dos principais produtores de celulose do país, ainda esperamos um crescimento significativo, com a conclusão das obras da Arauco, a construção da fábrica da Bracell e outros projetos que devem surgir”, afirma.

Segundo ele, esse movimento tende a gerar impactos positivos para toda a economia regional.

“Os próximos anos devem trazer mais renda, empregos, oportunidades e novos negócios para o estado e para a sociedade sul-mato-grossense. E também momentos de celebração e amizade, como os que teremos em Ribas do Rio Pardo durante a feira”, conclui.

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