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Suzano registra recorde de vendas e ganho de eficiência operacional em 2025

Receita alcançou R$ 50 bilhões e custo caixa atingiu menor patamar anual desde 2021.

Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, divulga hoje o balanço referente ao quarto trimestre de 2025 (4T25) e ao fechamento do ano com recorde anual no volume de vendas e na receita. Além disso, registrou queda no custo caixa de produção de celulose no período, o que comprova a eficiência operacional da empresa.

As vendas de celulose e diferentes tipos de papéis atingiram 14,2 milhões de toneladas, alta de 15% em relação a 2024. O resultado foi impulsionado sobretudo pelo forte ritmo de produção da fábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo (MS), em operação a partir de julho de 2024, e das unidades de papéis localizadas nos Estados Unidos. Como resultado, a receita líquida anual da Suzano alcançou o patamar recorde de R$ 50 bilhões em 2025.

O foco consistente da companhia em eficiência e controle de custos também contribuiu para uma queda relevante no custo caixa de produção de celulose. Excluindo paradas, o indicador anual ficou em R$ 817 por tonelada, no menor patamar anual desde 2021.

A eficiência operacional também contribuiu para que a Suzano registrasse geração de caixa operacional de R$ 13,9 bilhões em 2025, mesmo diante de um cenário de preços menos favorável no mercado global. O Ebitda ajustado anual somou R$ 21,7 bilhões. Na última linha do balanço, o resultado ficou positivo em R$ 13,4 bilhões.

A alavancagem financeira, medida pela relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado, encerrou dezembro de 2025 em 3,2 vezes em dólar, com leve queda em relação ao índice de 3,3 vezes registrado no fechamento do terceiro trimestre.

“Seguimos focados em eficiência operacional, gestão de custos e geração de caixa. Diante de condições de mercado desafiadoras ao longo de 2025, com o preço da celulose em patamares inferiores à média histórica, estes resultados refletem a consistência e a disciplina da nossa execução com o objetivo de ampliarmos nossa competitividade”, afirma o presidente da Suzano, Beto Abreu.

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LD Celulose supre demanda energética com energia mais limpa e redução de emissões, por meio do uso de gás natural

A LD Celulose, joint venture entre a austríaca Lenzing e a brasileira Dexco, anuncia o início da operação de fornecimento de gás natural liquefeito (GNL) realizada pela Edge, empresa do Grupo Cosan. A iniciativa rompe barreiras geográficas e leva gás natural a regiões sem acesso à malha de gasodutos — entre elas, o Triângulo Mineiro, onde está localizada a planta da LD Celulose.

Pelo acordo, a LD Celulose receberá 100 mil m³/dia de gás natural equivalente, garantindo o suprimento de energia do forno de cal e reforçando o compromisso da companhia com eficiência, competitividade e sustentabilidade.

A operação logística conduzida pela Edge conecta o Terminal de Regaseificação de GNL de São Paulo (TRSP), na Baixada Santista, ao interior de Minas Gerais por meio de modal rodoviário. 

A companhia também opera frota própria de caminhões equipados com tanques de duplo isolamento para manter o GNL a -162°C durante longos percursos. Na planta da LD Celulose foi instalada uma Unidade Autônoma de Regaseificação (UAR) interligada à rede interna, assegurando fornecimento contínuo de gás natural.

A iniciativa marca o começo da oferta estruturada de gás natural da Edge para indústrias localizadas fora da malha de gasodutos (mercado off-grid), abrindo uma nova rota de desenvolvimento industrial e de descarbonização no país.  “Este é um modelo pioneiro que leva gás natural liquefeito por transporte rodoviário a partir de um terminal de GNL conectado ao mercado global, garantindo segurança de suprimento, escala e flexibilidade para acompanhar o crescimento da demanda industrial e do transporte pesado”, afirma Demétrio Magalhães, CEO da Edge. “Com essa operação, aceleramos a maturidade da infraestrutura de gás no Brasil e ampliamos o acesso a uma energia mais competitiva e sustentável, chegando a regiões onde o gás natural nunca esteve disponível.”

“Para a LD Celulose, este acordo é estratégico e consolida ainda mais nosso pilar de sustentabilidade”, afirma Silvio Costa, CEO da LD Celulose. “Somos uma empresa responsável e conectada às necessidades do mundo moderno, atenta a processos em que o uso sustentável dos insumos é aplicado com rigor. Esta parceria segue este princípio, reforçando nossos investimentos em uma matriz energética mais econômica e limpa, que se soma às demais iniciativas relacionadas à sustentabilidade”, finaliza.

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ExpoAcotepac 2026: Valmet apresenta eficiência operacional e novas soluções para o mercado latino-americano

Multinacional finlandesa traz soluções tecnológicas que visam reduzir o impacto ambiental das operações, aliando sustentabilidade e alto rendimento.

Nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro, acontece, em Cali, na Colômbia, a 34ª edição do Congresso Internacional & ExpoAcotepac, organizado pela Associação Colombiana de Técnicos da Indústria de Celulose, Papel e Cartão. Consolidado como um dos mais importantes eventos da América Latina para o mercado de papel, o foco da Valmet está em tecnologias de descarbonização, redução do impacto ambiental e otimização de processos na fabricação de tissue e papel cartão.

Nesse contexto, a Valmet, líder global em tecnologias, automação e serviços para a cadeia de valor de papel, cartão e tissue, leva ao debate técnico soluções que contribuem para mitigar o impacto ambiental das operações, sem comprometer a competitividade. Entre os destaques, estão novas abordagens para vestimentas de máquinas de papel — componentes essenciais projetados para diminuir o consumo de energia e água —, tecnologias de aplicação por cortina para ajustes mais precisos para packaging, e a oferta única do mercado, que fornece soluções completas para fabricantes e convertedores de tissue, desde o cavaco até o produto final, além do lançamento do novo processo de gofragem, o Warm-up Next.

“A Valmet tem um compromisso forte com o mercado colombiano, oferecendo um portfólio completo de máquinas, soluções e serviços para todos os portes de convertedores e produtores de papel e celulose, incluindo as pequenas e médias empresas que são uma parte importante do cenário industrial local. Estamos prontos para impulsionar a eficiência, a sustentabilidade e aprimorar a qualidade do produto de cada cliente”, ressalta Hector Rios, Diretor das Regiões México & Caribe da Valmet.

A multinacional finlandesa estará presente nos estandes 11, 12, 28 e 29, com sua equipe de especialistas, para apresentar as principais soluções e tecnologias. Com o mais abrangente portfólio de produtos e serviços do setor, a Valmet reúne expertise e inovação ao longo de toda a cadeia produtiva do papel e tissue. Essa abordagem fortalece uma parceria estratégica sólida, capaz de gerar novas oportunidades de negócios e de aprimorar o atendimento ao cliente, com flexibilidade, qualidade do produto e agilidade, independentemente do porte ou das necessidades de cada operação.

Paralelamente à feira, a Valmet realizará três apresentações no congresso internacional. Os conteúdos abordarão a oferta global e integrada para clientes de papel e tissue, além de estratégias, tecnologias e tendências que vêm moldando o setor. 

Confira os temas de 2026 que serão apresentados no Salão Ritz, do Hotel Dann Carlton:

Quarta-feira (25/2), às 14h30 

Combinação única na fabricação e conversão de tissue: do pioneirismo ao alto rendimento

Palestrante: Joselino Júnior, Executivo de Contas da Valmet 

Quinta-feira (26/2), às 10h45

Próximos passos para reduzir o impacto ambiental das vestimentas para máquinas de papel 

Palestrante: Williams Marcelo Verdugo Campos, Gerente de Produto da Valmet

Sexta-feira (27/2), às 9h

Aplicador (Sizer) em nip duro com aplicação por cortina 

Palestrante: Claudio Vitali, Gerente de Vendas e Tecnologia da Valmet

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Suzano reverte prejuízo e lucra R$ 116 mi no 4º tri; mantém restrição sobre produção

A Suzano (SUZB3) divulgou nesta terça-feira queda no resultado operacional do quarto trimestre sobre o mesmo período de 2024, em um desempenho praticamente em linha com o esperado pelo mercado, segundo dados da LSEG.

A companhia, maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, ainda afirmou em fato relevante que manterá neste ano volume de produção de celulose de mercado cerca de 3,5% menor do que a capacidade nominal anual, sustentando estratégia adotada em meados do ano passado.

“Essa decisão fundamenta-se na avaliação de que a retomada do volume marginal não proporcionaria retorno adequado para a companhia”, afirmou a Suzano.

A empresa afirmou que a queda no Ebitda na comparação anual deveu-se em parte à depreciação do dólar ante o real e à queda do preço líquido médio da celulose. A empresa compensou os efeitos em parte com aumento no volume vendido e um custo caixa menor, atingindo o nível mais baixo desde o final de 2021.

Segundo a Suzano, o custo caixa do quarto trimestre de produção de celulose, um importante indicador do setor, caiu 3,6%, para R$778 por tonelada, sem incluir efeitos de parada de manutenção. Incluindo as paradas, o custo caixa do quarto trimestre foi 8% menor que um ano antes, a R$809 por tonelada.

A empresa teve lucro líquido de R$116 milhões, revertendo prejuízo de R$6,7 bilhões sofrido no quarto trimestre de 2024, apoiada em parte em efeitos cambiais que impactam o resultado financeiro.

A receita líquida somou R$13,1 bilhões, queda anual de 8%. A empresa vendeu 3,4 milhões de toneladas de celulose no quarto trimestre, alta de cerca de 4% sobre um ano antes, mas o preço médio foi 8% menor na mesma comparação.

Analistas, em média, esperavam que a Suzano apresentasse faturamento de R$12,5 bilhões no quarto trimestre.

A companhia terminou dezembro com alavancagem financeira de 3,2 vezes em dólares ante 2,9 vezes no final de 2024.

Informações: InfoNews

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