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Suzano divulga oito oportunidades de trabalho em Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, por meio da Plataforma de Oportunidades da empresa.

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global em bioprodutos de origem renovável, está com oito novos processos seletivos abertos para atuação nas unidades de Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS). As oportunidades contemplam diferentes áreas, incluindo produção industrial, silvicultura, manutenção, operações florestais e programas de aprendizagem.

Para Ribas do Rio Pardo, há oportunidades para os cargos de Gerente de Silvicultura, Aprendiz de Produção, Operador(a) de Máquina de Usinagem I, Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos), Analista de Manutenção Pleno, Mecânico(a) I e Operador(a) de Máquinas Florestais. Já em Três Lagoas, há uma vaga para Consultor(a) de Produção Secagem.

As inscrições estão abertas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, deficiência e/ou orientação sexual, e podem ser realizadas por meio da Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/).

Confira abaixo a lista completa das vagas disponíveis e os respectivos prazos de inscrição. Nas páginas, é possível consultar os pré-requisitos, atribuições e benefícios oferecidos pela empresa.

Ribas do Rio Pardo

Gerente de Silvicultura – inscrições até 05/02/2026: Página da vaga | Gerente de Silvicultura

Aprendiz de Produção – inscrições até 08/02/2026: Página da vaga | Aprendiz de Produção

Operador(a) de Máquina de Usinagem I – inscrições até 08/02/2026: Página da vaga| Operador(a) de Máquina de Usinagem I

Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos) – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos)

Analista de Manutenção Pleno – inscrições até 09/02/2026: Página da vaga | Analista de Manutenção Pleno

Mecânico(a) I – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Mecânico (a) I 

Operador(a) de Máquinas Florestais – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Operador(a) de Máquinas Florestais

Três Lagoas

Consultor(a) de Produção Secagem – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Consultor(a) de Produção Secagem

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). A Suzano reforça que todos os processos seletivos são gratuitos, sem a cobrança de qualquer valor para garantir a participação, e que as vagas oficiais estão abertas a todas as pessoas interessadas. Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

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Três Lagoas mantém protagonismo no comércio exterior em 2025 e se destaca na exportação de celulose

Três Lagoas encerrou o ano de 2025 reafirmando sua posição de destaque no comércio exterior, com desempenho expressivo nas exportações e saldo comercial amplamente positivo. Os dados fazem parte da Retrospectiva 2025 do Observatório do Comércio Exterior, elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEDECTI), por meio da Diretoria de Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade.

De acordo com o levantamento, o município alcançou US$ 3,05 bilhões em exportações, com crescimento de 5,8% em relação ao ano anterior. O volume exportado ultrapassou 2,7 milhões de toneladas, resultado que consolida Três Lagoas como um dos principais polos exportadores industriais de Mato Grosso do Sul e do Vale da Celulose.

As importações somaram US$ 415,8 milhões, registrando crescimento de 1,2%, o que resultou em um saldo comercial positivo de US$ 2,63 bilhões. O desempenho evidencia a força da base produtiva local e o alto valor agregado da pauta exportadora do município.

O grande destaque das exportações foi a celulose, responsável por mais de 90% do valor total exportado, reforçando o papel estratégico do setor florestal-industrial na economia local. Outros produtos, como soja processada, papel e cartão, também contribuíram para a diversificação, ainda que em menor escala.

A China manteve-se como o principal destino das exportações de Três Lagoas, absorvendo a maior parte do volume e do valor exportado. Países como Holanda, Estados Unidos, Itália e Argentina também estão entre os principais parceiros comerciais do município, demonstrando a inserção consolidada da produção local em mercados globais.

O Observatório do Comércio Exterior é uma ferramenta estratégica que permite o acompanhamento contínuo dos fluxos de exportação e importação, subsidiando políticas públicas, atração de investimentos e planejamento econômico.

“A Retrospectiva 2025 confirma que Três Lagoas segue em trajetória de crescimento sustentável, com forte integração ao comércio internacional e papel relevante no desenvolvimento econômico regional e estadual”, afirmou Frank Moraes, diretor de Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade.

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Integração pecuária-floresta fortalece produção rural sustentável no RS

Integração pecuária-floresta fortalece sustentabilidade e reduz emissões.

Na região Central do Rio Grande do Sul, árvores e animais dividem o mesmo espaço em um sistema que garante equilíbrio e vantagens para o produtor e para a natureza. O silvipastoril, que integra pecuária e floresta, melhora o conforto dos rebanhos, protege o solo e auxilia na manutenção da qualidade da pastagem durante o ano todo. Após assistir a uma reportagem de televisão, Derli Monteiro decidiu implantar o sistema em São Francisco de Assis. A iniciativa gerou bons resultados, e hoje o produtor rural mantém piquetes de 25×200 metros em uma área de 13 hectares, onde cerca de 60 animais fazem o pastejo rotativo.

“O sistema silvipastoril é bastante eficiente e resiliente, e é fácil de se manejar. O seu Derli, por exemplo, consegue ter uma lotação alta de animais na área, com retorno sempre garantido”, comenta o extensionista da Emater/RS-Ascar, Mauro Bruno.

Os benefícios da integração podem ser observados no manejo do gado de leite, de corte e até de ovinos. O sombreamento reduz o estresse térmico dos animais no verão, já no inverno a floresta ajuda a proteger contra os efeitos da geada. A cobertura vegetal também diminui a suscetibilidade à erosão, auxilia na incorporação de matéria orgânica no solo e melhora a infiltração da água. E o produtor vê vantagem financeira com a possibilidade de diversificação da renda a partir da venda de madeira.

Outro produtor que decidiu apostar na integração pecuária-floresta é Laurindo Beling, de Agudo. Depois de décadas cultivando eucalipto, ele implantou uma área de dois hectares de silvipastoril por incentivo da Emater/RS-Ascar. O resultado deu tão certo que o trabalho foi premiado na Feira da Floresta, em 2017, tornando-se uma referência na região.

“Eu achei que não podia fazer mais nada, e veio a minha premiação. Daí de tanto que eu gostei, falei com a Emater e marcamos mais dois hectares. Agora eu não paro mais”, celebra o produtor.

Segundo a extensionista da Emater/RS-Ascar Luana Tironi, o trabalho desenvolvido por Beling é referência no município. “A gente fica muito contente e incentiva outros produtores a aderirem, porque o sistema dá um resultado muito produtivo”, avalia.

MITIGAÇÃO DOS IMPACTOS DOS GASES DE EFEITO ESTUFA

Além de contribuir para o conforto térmico dos animais e a manutenção da produtividade da pecuária, o sistema silvipastoril garante ganhos ambientais, dentre os quais está o auxílio no sequestro de carbono, reduzindo os impactos dos gases de efeito estufa.

“A implantação de árvores é uma das formas mais eficientes de se sequestrar carbono para neutralizar os efeitos dos gases de efeito estufa. O sistema também possibilita incorporar matéria orgânica no solo, o que resulta ainda na melhoria da infiltração de água no solo”, afirma o extensionista Gilmar Deponti.

Considerando as características da propriedade da família de Laurindo Beling, como a quantidade de árvores e a velocidade com que elas crescem, Deponti calcula que um hectare de floresta consegue compensar a emissão de metano liberado por cerca de 10 bovinos. Na prática, isso significa que aproximadamente 15 árvores são suficientes para neutralizar as emissões de um único animal.

“Quando analisamos esses números, percebemos o quanto é fácil a agropecuária ser positiva em termos de acumulação de carbono, e não em geração de gases de efeito estufa. Basicamente, trabalhando com o plantio de árvores”, enfatiza.

A integração entre lavoura, pecuária e floresta é inclusive uma das ações que compõem o projeto ABC+, da Emater/RS-Ascar. A iniciativa interna da Instituição está ligada ao Plano de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (ABC+ RS), realizado no Estado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

“No ABC+ trabalhamos algumas práticas de produção sustentável que visam melhorar a produtividade, melhorar a eficiência das atividades e, como consequência, melhorar o balanço da emissão de gases de efeito estufa”, explica o coordenador do projeto na Emater/RS-Ascar, Elder Dal Prá.

ESTUDO AVALIA BENEFÍCIOS AMBIENTAIS DO SISTEMA

A prática é também objeto de pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com a Emater-RS/Ascar e outras instituições. O estudo envolve professores e estudantes de graduação e contará com coletas em Agudo, São Francisco de Assis, Dilermando de Aguiar e Cacequi, incluindo as propriedades de Monteiro e Beling.

O docente da UFSM e coordenador da pesquisa, Jorge Farias, ressalta que dentre as soluções baseadas na natureza, o plantio de florestas é a melhor alternativa para retirar carbono da atmosfera e mitigar os efeitos do aquecimento global. “Nosso estudo, basicamente, está voltado para isso, mostrar que o produtor rural pode melhorar a sua produtividade, o conforto dos animais, melhorar a sua renda e contribuir com a sociedade global a partir do plantio de florestas”, reforça.

De acordo com o professor, a pesquisa analisa diferentes aspectos, que vão desde o crescimento das árvores até o estudo sobre quanto o plantio continuado de florestas está fixando carbono no solo a partir da decomposição de matéria orgânica.

O extensionista Gilmar Deponti completa destacando a importância de pesquisas como essa para o desenvolvimento de soluções sustentáveis na agricultura. “Quanto mais a gente conhece o assunto, mais a gente percebe o quanto é fascinante trabalhar com esses números, e o quanto isso pode ajudar até mesmo a esclarecer para a sociedade que o agronegócio é viável, inclusive na questão dos gases de efeito estufa, com um balanço muito favorável”, finaliza.

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Inmet emite novo alerta e aponta risco de incêndios florestais em estados sob onda de calor

Em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, a umidade relativa do ar varia entre 20% e 30%, o que aumenta o risco do fenômeno.

Áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, já afetadas pela onda de calor que atinge a região, entraram em alerta amarelo do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) nesta quarta-feira (4), às 10h05, por baixa umidade relativa do ar. Nesses locais, o índice varia entre 20% e 30%.

Incêndios florestais podem ocorrer devido à baixa umidade relativa do ar.
Incêndios florestais podem ocorrer devido à baixa umidade relativa do ar
Foto: Canva/ND Mais
Áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, já afetadas pela onda de calor que atinge a região, entraram em alerta amarelo do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) nesta quarta-feira (4), às 10h05, por baixa umidade relativa do ar. Nesses locais, o índice varia entre 20% e 30%.

Há baixo risco de incêndios florestais e de problemas à saúde, mas o órgão ainda assim mantém o aviso. As regiões afetadas são:

  • Serrana;
  • Sudoeste Rio-grandense;
  • Noroeste Rio-grandense;
  • Oeste Catarinense;
  • Centro Ocidental Rio-grandense;
  • Sudeste Rio-grandense;
  • Nordeste Rio-grandense;
  • Centro Oriental Rio-grandense;
  • Metropolitana de Porto Alegre.

Fonte: ND Mais

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Pena por incêndios florestais pode subir para 10 anos de prisão

Projeto que tramita em caráter conclusivo prevê ainda penas específicas para incêndios em APPs e em Unidades de Conservação.

A pena para quem comete incêndios em florestas ou vegetação nativa deve aumentar, podendo chegar a até 10 anos de prisão. É o que prevê o Projeto de Lei 3577/24, do deputado Júnior Mano (PSB-CE), que acaba de ser aprovado na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

Atualmente, a pena para incêndio em mata ou floresta é de reclusão de dois a quatro anos, além de multa. Pelo novo texto, a pena passará a ser de dois a cinco anos de reclusão e multa, quando houver dano ambiental relevante ou risco de propagação para vizinhos.

O projeto ainda prevê que a punição pode chegar de três a sete anos de reclusão se o incêndio ocorrer durante o período oficial de emergência ambiental federal com restrições ao uso do fogo. E nos casos mais graves, que envolvam morte de vítimas, prejuízo econômico expressivo ou comprovação de ação intencional, a pena poderá chegar a até 10 anos de prisão.

Áreas de preservação
Áreas protegidas também são citadas no projeto de lei, podendo ter penas agravadas em ⅓ em caso de incêndios em Áreas de Preservação Permanente (APP) e dobradas em Unidades de Conservação de Proteção Integral, como parques nacionais.

A proposta, que pretende alterar a Lei de Crimes Ambientais, tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, mas ainda será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição, Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agro Estadão

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