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Projeto Cacau com Florestas no Extremo Sul tem meta de contribuir com a retirada de mais de 800 pessoas da pobreza na Bahia

Com apoio da Suzano e Instituto Arapyaú, projeto promove o acesso a assistência técnica e potenciais recursos a produtores locais.

Região forte na produção de cacau, o Extremo Sul da Bahia será contemplado pelo projeto Cacau com Florestas no Extremo Sul, uma iniciativa que visa transformar a realidade socioeconômica de agricultores familiares e cacauicultores em diferentes estágios de produção, por meio de assistência técnica com potencial combinação de acesso ao crédito. O projeto é uma parceria entre a Suzano – empresa referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto – e o Instituto Arapyaú – organização filantrópica que fomenta iniciativas de desenvolvimento sustentável.

Conforme o gerente de Desenvolvimento Socioambiental da Suzano, André Becher, “a iniciativa surge para superar umas das barreiras que impede a maioria dos produtores de potencialmente acessar linhas de financiamento, uma vez que existe baixo acesso a assistência técnica e apenas 15% deles já conseguiram crédito, e as alternativas disponíveis hoje são inacessíveis ou inadequadas para pequenos produtores”.

O projeto irá fornecer assistência técnica de qualidade para as famílias enquanto o crédito, quando possível e viável, será conectado via Fundo Kawá, um mecanismo que combina capitais de diversas fontes para oferecer crédito direcionado a pequenos produtores de cacau. A assistência técnica é orientada para apoiar os produtores na melhoria da produtividade (adubação, calagem, insumos); adensamento e manejo eficiente dos cultivos; beneficiamento de cacau e agregação de valor.

O diferencial do projeto está no acompanhamento técnico direto aos produtores, que orienta decisões, organiza prioridades e garante resultados mais rápidos, sustentáveis e escaláveis. Somente no Extremo Sul da Bahia, a iniciativa espera retirar mais de 800 pessoas da pobreza com renda ampliada, produção fortalecida e cadeias sustentáveis de cacau.

O projeto tem atuação nos municípios de Alcobaça, Caravelas, Ibirapurã, Itamaraju, Lajedão, Medeiros Neto, Mucuri, Nova Viçosa, Prado, Teixeira de Freitas e Vereda. No entanto, há previsão de expansão para outros cinco municípios (Eunápolis, Belmonte, Itajimirim, Guaratinga e Porto Seguro).

A implementação do projeto se dará até 2027, conciliando a implementação de práticas sustentáveis de baixo custo (biocalda, adubação orgânica, controle alternativo de pragas) e o incentivo do cultivo consorciado com mandioca e hortaliças para gerar renda imediata.

O gerente da Suzano, André Becher, destaca que a empresa é parceira das comunidades e busca fortalecer o relacionamento ao construir, de forma participativa, soluções para geração de trabalho e renda. “Por meio dos nossos projetos com as comunidades vizinhas às nossas operações, buscamos promover geração de renda e fortalecer tecnicamente os produtores, criando oportunidades reais de autonomia financeira, qualidade de vida e empoderamento. Nosso compromisso é contribuir para a redução da pobreza e construir relações baseadas no diálogo aberto, respeito mútuo e parceria”, afirma.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br

Sobre o Instituto Arapyaú

O Instituto Arapyaú é uma organização filantrópica brasileira que fomenta e incuba redes e iniciativas estruturantes para promover o desenvolvimento justo, inclusivo e de baixo carbono do país. Visa a promoção de uma “agenda de natureza” a partir de uma perspectiva integrada entre pessoas, economia e clima. Mobiliza a sociedade civil, filantropia, academia e setores público e privado para promover redes transformadoras e implementar iniciativas estruturantes que criem soluções sistêmicas e escaláveis para desenvolvimento do país, com principal atuação nos territórios da Amazônia e no Sul da Bahia. Saiba mais em: https://arapyau.org.br/

Fonte: ABAF

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Silvicultura fortalece agroindústria e impulsiona sustentabilidade no campo em Minas Gerais

A silvicultura, antes associada principalmente à produção de celulose, papel e carvão vegetal, vem se consolidando como um elo estratégico entre o campo e a indústria alimentícia. Em Minas Gerais, estado com a maior área de florestas plantadas do Brasil, somando 2,3 milhões de hectares, o setor tem papel crescente na geração de energia, insumos produtivos e segurança alimentar.

O Governo de Minas tem priorizado o fortalecimento dessa cadeia, reconhecendo sua importância ambiental e econômica. A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), por meio da Superintendência de Fomento Florestal, atua na expansão das florestas produtivas — também chamadas de “florestas pensadas” —, com foco em áreas de pastagens degradadas, estimulando a recuperação ambiental e o aumento da produtividade rural.

Seapa incentiva expansão de florestas produtivas e uso sustentável da madeira

Entre as ações promovidas pela Seapa estão o apoio técnico e financeiro a produtores florestais, o fomento de parcerias entre o setor público e privado e a busca de soluções para gargalos produtivos.

Segundo Taiana Arriel, superintendente de Fomento Florestal da Seapa, a madeira proveniente de reflorestamento é essencial para o setor agroalimentar:

“O uso da madeira das florestas plantadas é fundamental para a segurança agroalimentar. Muitos alimentos dependem da madeira em alguma etapa do processo produtivo”, explica.

A superintendente destaca o crescimento do uso da biomassa florestal como fonte energética na agroindústria, especialmente em laticínios, granjas, frigoríficos, fábricas de ração e usinas de beneficiamento.

Biomassa florestal substitui combustíveis fósseis e reduz emissões

Os cavacos de eucalipto e a lenha são amplamente utilizados na geração de energia térmica, substituindo combustíveis fósseis e reduzindo as emissões de carbono. O cavaco é aplicado em caldeiras, pasteurização do leite, secagem de grãos e climatização de granjas, além de ter uso direto no campo para controle de erosão, manutenção da umidade do solo e aumento da fertilidade.

Além disso, a madeira de reflorestamento tem papel importante no bem-estar animal:

“O cavaco é usado como cama em granjas, aviários e estábulos, garantindo conforto térmico, higiene e produtividade”, explica Taiana.

O material também é empregado na produção de carvão vegetal industrial e ajuste de caldeiras de carbonização, suprindo indústrias alimentícias que demandam calor controlado em seus processos.

Avicultura mineira depende da madeira de reflorestamento

A avicultura, uma das principais atividades econômicas da região Centro-Oeste de Minas, é grande consumidora de madeira oriunda de florestas plantadas.

Segundo Ronam Antônio da Silva, líder de avicultura da JMC Agroindustrial, em São Sebastião do Oeste, a lenha é indispensável no início da criação das aves:

“Nas duas primeiras semanas de vida, o aquecimento com lenha de reflorestamento é essencial para o desenvolvimento saudável dos frangos”, afirma.

Taiana Arriel acrescenta que a demanda por madeira cresce rapidamente: uma agroindústria da região já consome cerca de 180 m³ de lenha por dia, e deve alcançar 560 m³ diários até 2030. Esse aumento reforça a importância de políticas públicas para garantir o abastecimento sustentável.

Produção florestal impulsiona economia e reduz impactos ambientais

Empresas locais, como a Madeiras Mata Verde, em Itapecerica, exemplificam a força do setor. Com 1.500 hectares de eucalipto plantado, a companhia colhe mensalmente 2.000 m³ de madeira, lenha e carvão vegetal.

De acordo com Paulo Moraes, fundador da empresa, a lenha representa 40% da produção e é destinada principalmente às granjas e abatedouros da região, enquanto o carvão abastece siderúrgicas e a madeira tratada é usada na construção civil e na agropecuária.

Minas Gerais lidera o setor de florestas plantadas no Brasil

A silvicultura é a maior cultura agrícola de Minas Gerais, com presença em 811 dos 853 municípios mineiros. O estado concentra 22% de todas as florestas plantadas do país, que totalizam 10,3 milhões de hectares.

Além de gerar renda e empregos, o setor protege uma área de vegetação nativa equivalente a 40 vezes o tamanho de Belo Horizonte. Cada mineiro possui, em média, 187 árvores plantadas pela agroindústria florestal, evidenciando o impacto positivo da silvicultura na sustentabilidade e na economia estadual.

Fonte: Portal do Agronegócio

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MS Florestal abre vagas em Santa Rita do Pardo e aposta na força da mão de obra local da região

A MS Florestal abriu novas oportunidades de trabalho para Santa Rita do Pardo e municípios da região, incluindo Três Lagoas. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 29 durante entrevista ao Café da Manhã, da 96 Caçula, com a coordenadora de Recrutamento da empresa, Helen Branício, que detalhou a ação presencial de contratação marcada para este sábado, dia 31.

Segundo a coordenadora, a iniciativa tem como principal objetivo fortalecer a mão de obra local e preparar a região para a expansão do setor florestal em Mato Grosso do Sul. “A nossa empresa só cresce no Estado e essa ação em Santa Rita do Pardo é justamente para dar oportunidade às pessoas da própria região, para que elas cresçam junto com a MS Florestal”, destacou.

Atualmente, a MS Florestal conta com cerca de 2.500 colaboradores diretos apenas em Mato Grosso do Sul, além de operações em estados como São Paulo e Bahia. O crescimento acelerado da empresa está diretamente ligado aos investimentos florestais e à perspectiva de novas fábricas de celulose na região leste do Estado.

A ação presencial acontece das 7h ao meio-dia, no Anfiteatro do Paço Municipal Geraldo Martins, em Santa Rita do Pardo. Estão sendo ofertadas vagas para auxiliar de campo, com atuação nas áreas de plantio e silvicultura. A oportunidade é voltada principalmente para moradores de Santa Rita do Pardo, mas pessoas de Três Lagoas e cidades vizinhas também podem participar do processo seletivo.

Durante a entrevista, Helen Branício explicou que o trabalho é realizado em ambiente aberto e exige disposição física, mas não é obrigatório ter experiência prévia. “Mesmo quem nunca trabalhou em campo passa por treinamento. Nós ensinamos, orientamos e preparamos o colaborador desde o início, com foco em segurança e qualidade”, ressaltou.

Além das vagas imediatas, a coordenadora também destacou outros programas da empresa, como o Programa de Desenvolvimento de Operadores e Mecânicos, que oferece formação profissional com contratação imediata em regime CLT, incluindo benefícios como plano de saúde, plano odontológico, participação nos lucros e programas de qualidade de vida.

Fonte: Rádio Caçula

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Câmara aprova endurecimento de penas para incêndios criminosos em vegetação

Comissão de Agricultura eleva punições em períodos de seca ou emergência ambiental, com agravantes para casos graves.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que aumenta as punições para quem provoca incêndios em florestas ou vegetação nativa, especialmente em períodos de seca ou emergência ambiental.

O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), ao Projeto de Lei 3577/24, apresentado pelo deputado Júnior Mano (PSB-CE). A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais para criar agravantes e esclarecer as regras, diferenciando ações criminosas de usos controlados do fogo por produtores rurais.

Atualmente, a pena para incêndio em mata ou floresta é de reclusão de dois a quatro anos, além de multa. Com o novo texto, a pena base passa a ser de dois a cinco anos de reclusão e multa, em casos com dano ambiental relevante ou risco de propagação para propriedades vizinhas.

A punição é elevada para três a sete anos de reclusão se o incêndio ocorrer durante período oficialmente declarado de emergência ambiental federal ou na vigência de restrições temporárias ao uso do fogo, devidamente divulgadas.

Em situações mais graves, a pena pode chegar a quatro a dez anos de reclusão se resultar em morte ou lesão corporal grave, prejuízo econômico expressivo, interrupção significativa de serviços públicos essenciais, como energia ou transporte, ou se for ação dolosa praticada por grupo de três ou mais pessoas.

O relator Alberto Fraga justificou que o texto busca equilibrar o rigor da lei, evitando imprecisões que pudessem gerar disputas judiciais ou afetar produtores que utilizam o fogo de forma técnica e controlada. O projeto esclarece que não é crime a prática de fogo controlado autorizada ou reconhecida pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo.

Nos casos de crime culposo, sem intenção, a pena é de detenção de seis meses a dois anos, com agravante aplicado apenas em situações de imprudência grave ou desrespeito às normas técnicas.

As penas ainda podem ser aumentadas se o crime ocorrer em áreas protegidas: de um terço até a metade em Áreas de Preservação Permanente (APP) e da metade até o dobro em Unidades de Conservação de Proteção Integral, como parques nacionais.

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações foram retiradas da Agência Câmara.

Fonte: Jornal de Brasília

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Setor madeireiro de MT cresce 2,8% em 2025 e movimenta R$ 3,17 bilhões, aponta Cipem

O mercado da madeira em Mato Grosso registrou crescimento de 2,8% em 2025 na comparação com o ano anterior, com movimentação financeira de R$ 3,17 bilhões. Os dados são do Centro de Estudos Econômicos e Exportadores de Madeira do Mato Grosso (Cipem) e englobam vendas no mercado estadual, interestadual, exportações e comercialização de madeira em lotes. Em volume, a produção totalizou 16,4 milhões de metros cúbicos no período.

O mercado interestadual foi o principal destino da produção, respondendo por R
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es,oquecorrespondeaUS 115,01 milhões, enquanto a venda de matéria-prima movimentou R$ 232,58 milhões.

Na comparação com 2024, o desempenho do setor apresentou comportamentos distintos. O mercado interestadual cresceu 18,89% e se consolidou como principal destino do setor. Já as exportações recuaram 10,5% e o mercado estadual teve queda de 7,92%.

Apesar do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos, que elevou a taxação de produtos de madeira para até 305%, as exportações para o país apresentaram crescimento de 22,05%, passando de US$ 13,7 milhões em 2024 para US$ 16,7 milhões em 2025. No entanto, a guerra comercial com os Estados Unidos prejudicou a exportação de madeira de maior valor agregado, concentrando as vendas em produtos de menor valor agregado, segundo o Cipem, o que elevou os preços médios praticados no mercado internacional.

A inclusão de espécies como Ipê e Cumaru na CITES — convenção internacional que regula o comércio de espécies ameaçadas — deve ter impacto na comercialização dessas madeiras, afetando principalmente produtores que atuam no mercado internacional. Segundo o Cipem, a mudança pode gerar novos desafios para o setor, exigindo adaptações na cadeia produtiva e no cumprimento de normas ambientais.

O Cipem também apontou que o segmento de beneficiamento respondeu por 52% do valor total do setor, com destaque para painéis e compensados. A participação da indústria moveleira no total foi de 18%.

O estudo indica que a produção de madeira em tora cresceu 4,1%, totalizando 8,5 milhões de metros cúbicos, enquanto a produção de madeira processada caiu 1,3%, somando 7,9 milhões de metros cúbicos. A área de florestas plantadas no estado alcançou 3,2 milhões de hectares.

Entre os principais desafios apontados pelo relatório estão a necessidade de investimento em infraestrutura logística, regularização fundiária e combate ao desmatamento ilegal. O Cipem recomendou políticas públicas para incentivar a agregação de valor e a formalização da cadeia produtiva.

Para 2026, a entidade projeta crescimento moderado, condicionado a políticas comerciais e investimentos em tecnologia e manejo florestal.

Fonte: Agro Olhar

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Sede da maior obra de MS, Inocência tem o 2º melhor saldo de empregos no estado

Município impulsionado por megafábrica de celulose ficou atrás apenas de Campo Grande na geração de vagas.

Sede da maior obra em andamento em Mato Grosso do Sul, o município de Inocência, distante 331 quilômetros de Campo Grande, registrou o segundo melhor saldo de geração de empregos formais em 2025. A cidade criou 2.349 vagas com carteira assinada no acumulado do ano, ficando atrás apenas de Campo Grande, que liderou o ranking estadual.

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em todo o Estado, o saldo foi positivo em 19.756 postos de trabalho, resultado de 419.472 admissões e 399.716 desligamentos ao longo de 2025. No país, foram criados 1,27 milhão de empregos formais no mesmo período.

O avanço de Inocência está diretamente ligado à implantação da megafábrica de celulose da empresa chilena Arauco, prevista para entrar em operação em 2027. Com cerca de 8 mil habitantes, o município viu sua população dobrar em poucos meses, chegando a aproximadamente 16 mil pessoas, entre moradores e trabalhadores envolvidos nas etapas iniciais do empreendimento.

A expectativa é de que entre janeiro e fevereiro deste ano outros 6 mil trabalhadores cheguem à cidade para o início da fase mais intensa das obras. No pico da construção, por volta de 2027, a população pode alcançar entre 27 mil e 28 mil pessoas, um crescimento estimado em 3,5 vezes em curto espaço de tempo.

Inicialmente prevista para 2028, a inauguração da unidade foi antecipada para 2027. O investimento também foi ampliado, passando de US$ 3,5 bilhões para US$ 4,6 bilhões, o equivalente a mais de R$ 25 bilhões. A fábrica terá capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano, sendo considerada a maior do mundo implantada de uma só vez.

Em MS, todos os cinco grandes setores da economia registraram saldo positivo em 2025. A Construção liderou a geração de vagas, com 5.873 novos postos, seguida por Serviços (4.835), Indústria (4.536), Comércio (3.258) e Agropecuária (1.256).

A maioria das vagas foi ocupada por homens, com saldo de 11.048 postos, enquanto as mulheres registraram 8.708. Trabalhadores com ensino médio completo concentraram o maior número de contratações, com 15.121 vagas. Já os jovens entre 18 e 24 anos formaram o grupo com melhor desempenho, somando 14.174 novos postos.

Além de Inocência e Campo Grande, os municípios com melhor saldo de empregos em 2025 foram Dourados (1.859), São Gabriel do Oeste (1.341) e Três Lagoas (1.272).

A logística da obra da Arauco também contribui para o aquecimento do mercado de trabalho. A entrega de materiais e equipamentos deve mobilizar cerca de 60 mil caminhões, com equipamentos fornecidos pela empresa finlandesa Valmet. No auge das obras, cerca de 14 mil pessoas devem atuar na construção. Após o início das operações, a estimativa é de geração de aproximadamente 6 mil empregos diretos e indiretos, envolvendo a fábrica, a logística e a produção de eucalipto.

Fonte: Campo Grande News

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Kolecti leva a análise multiespectral ao centro do controle de qualidade florestal

Controle de qualidade baseado em dados amplia eficiência e competitividade.

Após um ciclo de profunda transformação e investimentos em parcerias globais — como a união estratégica com a Nova Spectra — a Kolecti consolidou sua missão de ser o elo inteligente entre o campo e a indústria. Existimos para que o acaso não tenha lugar na floresta.

Em um setor cada vez mais orientado por eficiência, previsibilidade e sustentabilidade, o controle de qualidade deixou de ser apenas uma etapa operacional para se tornar um diferencial estratégico na cadeia florestal. É nesse contexto que a Kolecti vem ganhando protagonismo ao aplicar a análise de imagem multiespectral — tecnologia já consolidada em mercados internacionais — às demandas específicas de sementes, viveiros e indústrias florestais no Brasil.

A empresa atua de forma integrada em reprodução florestal, polinização suplementar  tecnologias internacionais com inteligência artificial para mapeamentos de pomares e a análise multiespectral, entregando soluções inovadoras e sustentáveis para o setor agroflorestal, com dados confiáveis que apoiam decisões estratégicas e a eficiência operacional.

Da avaliação visual aos dados objetivos

Segundo a engenheira agrônoma e gerente da Kolecti, Andreza Cerioni, a principal mudança trazida pela análise multiespectral está na ruptura com métodos baseados exclusivamente na avaliação visual humana.

“Na prática, o que muda é agilidade, precisão e padronização. O controle de qualidade passa a ser automatizado por imagem multiespectral, o que aumenta a eficiência da operação e dá muito mais segurança na tomada de decisão”, explica.

O equipamento utilizado pela Kolecti, o VideometerLab, captura imagens em até 19 comprimentos de onda diferentes. Cada pixel da imagem carrega um conjunto completo de informações espectrais que, combinadas a softwares e modelos estatísticos, transformam imagens em dados quantitativos.

“Essas informações permitem identificar características que o olho humano não consegue enxergar. A imagem deixa de ser apenas visual e passa a ser uma fonte robusta de dados”, resume Andreza.

Figura 2. VideometerLab4 com opção autofeeder analisando sementes de pinus.

Apesar do alto nível de automação, Andreza ressalta que a análise multiespectral não é uma solução genérica ou padronizada. Cada aplicação exige o desenvolvimento de um projeto específico, com construção de modelos estatísticos e calibração da tecnologia de acordo com o problema a ser resolvido.

“Não é uma tecnologia pronta. Para gerar valor real, é preciso entender o processo do cliente, identificar as variáveis críticas e desenvolver modelos que traduzam aquelas imagens em respostas confiáveis. É justamente nesse ponto que ciência e campo se encontram”, explica.

Gargalos históricos na produção de sementes florestais

A aplicação da tecnologia se mostra especialmente relevante diante dos gargalos enfrentados por viveiros e produtores florestais, sobretudo no Sul do Brasil, onde a produção de sementes de pinus é central para o setor.

Entre os principais desafios estão a presença de sementes vazias dentro dos lotes, sementes inviáveis ou com baixa velocidade de germinação, problemas de dormência e questões fitossanitárias que comprometem a uniformidade das mudas.

“Esses fatores reduzem a eficiência produtiva e aumentam perdas ao longo do processo. A análise multiespectral permite identificar esses problemas de forma rápida, não destrutiva e padronizada”, destaca Andreza.

Ao utilizar diferentes comprimentos de onda, uma única imagem é capaz de mapear diversos parâmetros do material analisado, reduzindo a necessidade de múltiplos testes, mão de obra altamente especializada e laboratórios distintos para cada tipo de análise.

Figura 3. Imagem RGB e transformada utilizando componentes multiespectrais de sementes de pinus cheias e vazias.

Controle de qualidade ao longo de toda a cadeia florestal

Para Julio César Soznoski, fundador e diretor da Kolecti, a demanda por padronização baseada em dados se estende por toda a cadeia florestal, indo muito além dos viveiros.

Na prática, a Kolecti utiliza equipamentos de análise óptica e espectral para avaliar sementes e materiais vegetais de forma não destrutiva, permitindo identificar fissuras internas, ataques de insetos, deterioração de tecidos e variações fisiológicas ainda invisíveis a olho nu. Essas informações são aplicadas tanto em programas de melhoramento genético quanto no beneficiamento e na padronização de lotes”, afirma.

No setor industrial, a tecnologia também tem aplicações diretas na competitividade. Na indústria de papel e celulose, por exemplo, o monitoramento multiespectral permite avaliar parâmetros como relação celulose/lignina, homogeneidade da fibra e teor de umidade.

Figura 4. Análise de cor e granulometria de papel. Imagem RGB (esquerda), sob componente multiespectral (centro) e comparação do espectro de dois papéis superbrancos (direita).

“Quando a indústria conhece com precisão a qualidade da fibra que está entrando no processo, consegue calibrar o digestor de forma muito mais eficiente, reduzindo consumo de químicos e energia. Isso impacta diretamente o custo por tonelada de celulose produzida”, explica Soznoski.

Parcerias que elevam o padrão tecnológico

A atuação da Kolecti está diretamente ligada à parceria com a Videometer, empresa dinamarquesa referência mundial em análise multiespectral, e com a Nova Spectra, representante oficial da tecnologia na América Latina.

Segundo Soznoski, a incorporação de equipamentos que são padrão-ouro em laboratórios europeus elimina incertezas técnicas e eleva o nível de precisão disponível no mercado brasileiro. Já a Nova Spectra garante agilidade operacional, calibração adequada dos sensores e suporte no processamento de grandes volumes de dados, fator decisivo para atender grandes grupos do setor florestal.

“Essa parceria vai além da comercialização de equipamentos. Ela viabiliza escala, confiabilidade e aplicações que antes não eram possíveis no Brasil”, resume.

Tecnologia explicada: enxergar além do visível

Thomas Michelon, fundador e diretor da Nova Spectra, explica que a grande diferença do VideometerLab está na profundidade da análise.

“Uma câmera comum enxerga o mundo em três bandas — vermelho, verde e azul. O Videometer captura 19 bandas, incluindo ultravioleta e infravermelho próximo. É como observar o mesmo objeto sob 19 perspectivas diferentes, o que amplia drasticamente a capacidade de identificação e classificação de materiais florestais”, compara.

Figura 5. Imagem RGB e transformata utilizando componentes multiespectrais de sementes com e sem a presença de fusarium.

Muitas características relevantes dos materiais florestais não estão nas cores visíveis, mas nessas faixas invisíveis ao olho humano. É nelas que se encontram informações cruciais para diferenciar sementes, fibras ou biomateriais aparentemente iguais.

O conceito de “amostras digitais”

Outro avanço trazido pela tecnologia é o conceito de “sementes digitais”. Cada semente analisada gera um registro completo de imagem e dados, armazenado em banco de dados.

“A amostra física se degrada com o tempo. Já a informação digital permanece. Isso permite rastreabilidade, comparação histórica, contraprovas e maior transparência no controle de qualidade”, explica Michelon.

Esse histórico digital transforma a informação em um ativo estratégico, ampliando a confiabilidade, a rastreabilidade e o valor do produto ao longo do tempo

Escala, automação e futuro do setor

Para operações de grande escala, a opção Autofeeder automatiza a alimentação das amostras, permitindo análises de 100 a 300 gramas em poucos minutos. O resultado é um fluxo contínuo de dados, compatível com as demandas industriais.

Na avaliação de Michelon, a análise multiespectral é um caminho sem volta para o setor florestal e agrícola, especialmente diante da escassez de mão de obra especializada.

“Depois de treinado, o sistema exige pouca manutenção, gera resultados consistentes e se torna parte do conhecimento da empresa. É um investimento que se perpetua”, afirma.

Ciência aplicada ao negócio florestal

Para a Kolecti, o futuro passa menos pela venda de equipamentos e mais pela consolidação de uma nova lógica de gestão baseada em dados.

“Não se trata apenas de entregar sementes ou análises, mas de garantir que cada semente plantada e cada árvore colhida expressem o máximo de seu potencial biológico e econômico”, conclui Soznoski.

Ao unir rigor científico, tecnologia de ponta e aplicabilidade prática, a Kolecti se posiciona como um elo estratégico entre ciência e campo, ajudando o setor florestal brasileiro a avançar em eficiência, competitividade e sustentabilidade.

Saiba mais sobre a Kolecti no site.

Entre em contato pelo: contato@kolecti.com.br ou (48) 99692-0229.

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Agro brasileiro tem novas oportunidades de investimento com o Fundo Comum de Commodities

O objetivo do Fundo é apoiar projetos em commodities que ajudem a criar emprego, aumentar a renda familiar, reduzir a pobreza e melhorar a segurança alimentar em regiões menos desenvolvidas.

O empresário e economista Wilson Andrade participa, de 2 a 5/2/2026, de nova reunião do Conselho Consultivo (CC) do Fundo Comum de Commodities (CFC) da Organização das Nações Unidas (ONU), sediado em Amsterdam (Holanda).

No encontro serão analisados 12 novos projetos de commodities como avocado, grãos, café, arroz, abacate, castanhas, cacau, além de 5 empresas de microfinanciamento, dos países: Nigéria, Zimbábue, Nicarágua, Sri Lanka, Tanzânia, Peru, Gana, Costa do Marfim, Índia e Uganda.

O CFC (www.common-fund.org) é formado por 104 países-membros com a missão de apoiar o desenvolvimento econômico, social e ambiental, através de incentivos a commodities em todo o mundo.

O CC é composto por nove especialistas eleitos pelos países-membros indicados e eleitos que têm a função de definir prioridades para o Fundo, analisar, aprovar e acompanhar projetos que lhe são apresentados.

Em 2025, o CC do CFC da ONU examinou e aprovou 20 novos projetos da Colômbia, Egito, Guatemala, Honduras, Paquistão, Quênia, Ruanda, Serra Leoa, Tanzânia e Zâmbia; que envolvem as atividades de: tilápia, castanhas, pimenta, borracha, frutas, café, cacau, vegetais e óleos vegetais, e fundos de investimentos.

Na ocasião, Wilson Andrade foi também eleito vice-presidente do CC, entidade da qual foi indicado como conselheiro em 2017/2018 e foi presidente do CC em 2019/2020.

“Aprovamos três fundos que provêm o fomento direto para os pequenos produtores, além da assistência técnica e comercial.

Essa tendência vem aumentando e pode ser um ótimo exemplo para as pequenas propriedades e de agricultura familiar.

É preciso aproveitar experiências como essas de projetos financeiros para os negócios e regiões mais necessitadas do Brasil, como é o caso do semiárido nordestino.

Tenho especial interesse nos projetos que viabilizam investimentos nas commodities em parceria com outros fundos ou agências de desenvolvimento de menor porte em diversas regiões do mundo.

Essas parcerias viabilizam um efeito multiplicador dos investimentos e possibilitam uma troca de experiência desses fundos menores com o CFC no trato com as empresas, cooperativas e produtores demandantes de financiamento”, declarou.

Os projetos que serão analisados em fevereiro de 2026 terão um aporte de US$ 20 milhões do CFC, englobam US$ 60 milhões em investimentos que vão beneficiar as commodities das quais dependem 37 países ao redor do mundo. Segundo a ONU, estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas dependem diretamente do comércio de commodities ao redor do mundo. Isso inclui agricultores, trabalhadores da indústria extrativa e outras pessoas cujos meios de subsistência estão ligados ao setor.

Segundo a ONU, estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas dependem diretamente do comércio de commodities ao redor do mundo.

Isso inclui agricultores, trabalhadores da indústria extrativa e outras pessoas cujos meios de subsistência estão ligados ao setor.

“O agronegócio baseado nas commodities gera, em todo mundo, um bom percentual da economia total.

Todavia, há a preocupação no que diz respeito à melhor distribuição dos resultados da atividade com commodities entre os diferentes elos das cadeias produtivas.

É preciso corrigir a distribuição atual de rendimento dos resultados das commodities.

Por exemplo, o preço de um quilo de café no mercado consumidor final é exponencial e exageradamente maior que o preço ao produtor na base da cadeia produtiva.

Por isso é importante que nos preocupemos em apoiar o financiamento de projetos que favoreçam a verticalização das cadeias produtivas, com inclusão de tecnologias e inovações que permitam a melhor distribuição de rendimentos das atividades”, declarou Andrade que tem forte atuação na área internacional defendendo o agronegócio da Bahia e do Brasil.

Lamentando que nenhum projeto foi apresentado pelo Brasil em 2025, o empresário reforça a esperança de que no próximo edital – abril de 2026 – o país esteja representado.

“Com isso se amplia a oportunidade de financiamento para pesquisas e projetos de desenvolvimento de commodities na Bahia e no Brasil.

Já participamos da aprovação de um projeto da Bahia que recebeu apoio de US$ 1,5 milhão para a área de cítricos no semiárido da Bahia”, informou.

Para Andrade, com a presença de um brasileiro no CC, a Bahia e o Brasil ganham pelo acesso às informações e pela maior interação entre os países no desenvolvimento de commodities.

“A Bahia e o Brasil precisam se internacionalizar mais e este esforço tem que ser conjunto entre o Governo e a iniciativa privada.

E não apenas pela possibilidade de financiamento do Fundo, mas pelas oportunidades com outras fontes da ONU e de países-membros, aos quais podemos levar as demandas do nosso agronegócio – o setor que mais ajuda o Brasil a crescer”.

Parceria – Desde que se tornou membro do CC do CFC, Andrade firmou parceria com a Unijorge e a Comissão de Comércio Exterior e Relações Internacionais da Associação Comercial da Bahia (Comex-ACB) que visa a divulgação da oportunidade, capacitação de projetistas e acompanhamento e estímulo de projetos locais.

O serviço é prestado com o apoio de entidades empresariais (Faeb, Fieb, Fecomércio, ACB, Aiba, Abrapa, ABAF, Assocafé, sindicatos industriais, sindicatos rurais, cooperativas etc.), de agentes de desenvolvimento (bancos, Desenbahia, Sebrae, fórum das pequenas empresas da SDE, câmaras setoriais etc.), de agentes governamentais (Seagri, SDE, SDR etc.), na área nacional (CNI, CNA, CNC, academias, institutos de pesquisas, consultorias especializadas em projetos agro etc.), entre outros.

“Este apoio e divulgação são compromissos extra que temos com o CFC”, acrescenta Andrade.

O CFC – Instituição financeira intergovernamental autônoma estabelecida no âmbito da ONU e tem 104 Estados-membros, dentre estes o Brasil.

Sua visão e missão incluem: contribuir para o crescimento social e econômico, o desenvolvimento sustentável, o acesso aos alimentos e a integração dos países em desenvolvimento com os mercados internacionais e regionais através da adição de valor sustentável a commodities e cadeias de valor relacionadas, sempre de forma convergente aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU.

Espera-se que o CFC seja um parceiro líder na operacionalização de atividades para commodities em países em desenvolvimento.

O CFC seleciona, aprova e apoia cerca de 40 projetos por ano e tem uma média de empréstimo de US$ 60 milhões anuais.

São propositores elegíveis: instituições públicas e privadas, instituições de desenvolvimento bilaterais e multilaterais, cooperativas, organizações de produtores, pequenas e médias empresas, empresas de transformação e comercial e instituições financeiras locais.

Os projetos devem ser financeiramente sustentáveis, escaláveis e com amplo impacto no desenvolvimento das partes interessadas nas cadeias de valor das commodities.

Devem criar emprego, especialmente para jovens e mulheres; aumentar a renda familiar; reduzir a pobreza; melhorar a segurança alimentar e criar colaboração efetiva e econômica entre produtores, indústrias, governos, organizações da sociedade civil e outros interessados em commodities.

WILSON ANDRADE

Partner nacional do Grupo AG Capital, ativos fiscais e previdenciários; Diretor-executivo da Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF); Presidente do Conselho de Comércio Exterior e Cooperação Internacional (COMEX) da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB); Diretor para o Nordeste da FinnCham (Câmara de Comércio Brasil-Finlândia); Vice-presidente (Presidente em 2017/2020) do Conselho Consultivo (CC) do Fundo Comum de Commodities (CFC) da Organização das Nações Unidas (ONU/Amsterdã); Presidente do Grupo Intergovernamental de Fibras Naturais da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO); Presidente da Câmara Setorial de Fibras Naturais do Ministério da Agricultura (MAPA); Cônsul Honorário Emérito da Finlândia no Brasil (desde 2008); Membro Nato (Conselheiro há 50 anos) da Associação Comercial da Bahia (ACB); ex-Presidente da ACB por dois mandatos (1981/1985) e ex-Presidente (2019/2025) do Conselho Superior da ACB; Príncipe da Casa Real de Savalou, no Benin (existente desde 1557); Presidente da International Natural Fiber Organization (INFO–Holanda); Presidente do Sindicato das Indústrias de Fibras Naturais da Bahia (Sindifibras); e Comendador da Ordem do Mérito da Bahia (autorizado e entregue pelo Governador Antônio Carlos Magalhães, em 1981).

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