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Agronegócio de MS cresceu 19% e celulose segue liderando o ranking de exportação

2025 também foi marcado por avanços logísticos. A retomada do contrato de concessão da BR-163/MS, agora sob gestão da Motiva, prevê R$ 16,6 bilhões em investimentos ao longo de 29 anos, com duplicações, faixas adicionais, viadutos e áreas de descanso.

Mato Grosso do Sul encerrou 2025 como um dos estados que mais avançaram no agronegócio brasileiro e Três Lagoas faz parte desse desenvolvimento, já que é a cidade que lidera o ranking quando o assunto é exportação. O setor foi impulsionado por uma safra recorde de 28 milhões de toneladas de soja e milho, recorde de abate de bovinos, crescimento de 19% no Valor Bruto da Produção e conquistas sanitárias que ampliam mercados.

O desempenho, aliado a investimentos em logística e à expansão de novas cadeias produtivas, consolidou o estado como referência nacional em produtividade, sustentabilidade e competitividade. Além de registrar crescimento expressivo em produção e exportações, o estado atraiu novas indústrias, o que fortaleceu seu papel estratégico no agronegócio brasileiro e abriu espaço para novas fronteiras produtivas.

A atuação integrada entre Famasul, Senar/MS, CNA, Governo do Estado e órgãos federais resultou em avanços estruturantes que fortaleceram as cadeias produtivas e ampliaram a competitividade do estado no cenário nacional e internacional. Confira alguns avanços que ocorreram em 2025.

PRODUÇÃO E PRODUTIVIDADE EM ALTA

A safra 2024/25 registrou crescimento expressivo. Somadas, a soja e o milho alcançaram 28 milhões de toneladas, aumento de 35% em relação ao ciclo anterior, garantindo ao estado o 5º lugar no ranking nacional. A produtividade do milho foi o grande destaque, com avanço de 62% frente à safra 2023/24, marcada por forte quebra e produção de apenas 8,4 milhões de toneladas.

Agronegócio de MS cresceu 19% e celulose segue liderando o ranking de exportação

Esse movimento foi impulsionado também pela chegada e expansão das indústrias de etanol de milho. Na safra atual, Mato Grosso do Sul produziu 1,58 bilhão de litros do biocombustível, crescimento de 58% e estímulo direto à demanda por grãos.

Outras cadeias despontam com força no estado. A citricultura avança com projeção de 30 mil hectares de laranja, enquanto o amendoim mantém ritmo acelerado, com área plantada de 43,5 mil hectares e produção estimada em 173,7 mil toneladas.

FLORESTAS PLANTADAS

O setor de florestas plantadas segue em grande expansão. A área de eucalipto superou 1,89 milhão de hectares, impulsionada pela expectativa de instalação de duas novas plantas industriais, sendo uma em Inocência e outra em Bataguassu, que devem ampliar a demanda por madeira nos próximos anos.

A adoção de práticas regenerativas e de manejo sustentável se intensificou em 2025. Sistemas integrados, rotação diversificada de culturas, manejo conservacionista do solo e estratégias de mitigação climática consolidaram uma agricultura mais resiliente e alinhada às exigências internacionais.

EXPORTAÇÕES E COMPETITIVIDADE EM ALTA

As exportações do agronegócio acumularam crescimento de 4% entre janeiro e novembro, com faturamento de US$ 9,2 bilhões. A celulose lidera as vendas externas, representando 31% da receita e somando US$ 2,84 bilhões, 20% acima de 2024.

Agronegócio de MS cresceu 19% e celulose segue liderando o ranking de exportação

Em seguida vêm a soja em grãos, com US$ 2,33 bilhões (25% do total), e a carne bovina, que cresceu 51% e chegou a US$ 1,70 bilhão, consolidando a força do setor.

INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA AVANÇAM COM NOVOS INVESTIMENTOS

O ano de 2025 também foi marcado por avanços logísticos. A retomada do contrato de concessão da BR-163/MS, agora sob gestão da Motiva, prevê R$ 16,6 bilhões em investimentos ao longo de 29 anos, com duplicações, faixas adicionais, viadutos e áreas de descanso.

Outro projeto estratégico é a Rota da Celulose, que abrange cerca de 870 km de rodovias federais e estaduais, com investimentos estimados em R$ 10 bilhões, conectando regiões produtoras aos corredores de exportação.

A confirmação do leilão da Hidrovia do Rio Paraguai para 2026 representa mais um passo para reduzir custos logísticos, enquanto melhorias em aeroportos regionais ampliam o escoamento de cargas de maior valor agregado.

Informações: Perfil News

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Qual foi a contribuição da celulose para o PIB brasileiro em 2025?

Estimativas indicam que o segmento de papel e celulose pode receber entre R$ 70 bilhões e R$ 100 bilhões em investimentos até 2028, com destaque para Mato Grosso do Sul, que se consolidou como o chamado “Vale da Celulose”.

A participação da indústria de celulose no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 ainda não foi divulgada de forma oficial e consolidada pelos órgãos responsáveis, como o IBGE ou pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).

Os dados disponíveis até o início de 2026 permitem, no entanto, traçar uma ordem de grandeza confiável, com base nos números mais recentes já publicados e no desempenho observado ao longo de 2024 e 2025.

O que dizem os dados mais recentes

Segundo os últimos levantamentos consolidados, em 2022, a cadeia de árvores plantadas que engloba celulose, papel, painéis, madeira processada e outros segmentos, respondeu por cerca de 1,3% do PIB brasileiro, segundo dados da Ibá.

Em 2023, esse percentual ficou próximo de 0,9% do PIB, de acordo com balanços setoriais divulgados por entidades do setor florestal.

Esse intervalo indica que, nos últimos anos, a contribuição direta da cadeia de árvores cultivadas tem oscilado em torno de 1% do PIB nacional, sem considerar os efeitos indiretos e induzidos sobre outros setores da economia.

Dentro dessa cadeia, a indústria de papel e celulose representa o núcleo econômico mais relevante. Em 2023, o setor registrou receita bruta estimada em cerca de R$ 260 bilhões, valor que corresponde, de forma aproximada, a 2% a 3% do PIB brasileiro quando se observa o valor bruto da produção industrial.

É importante destacar que esse percentual não aparece como dado oficial isolado nas contas nacionais, mas é amplamente utilizado em análises setoriais como uma estimativa de ordem de grandeza, baseada na escala produtiva, no faturamento e na participação do setor no PIB industrial.

O cenário de 2025: crescimento e protagonismo externo

Embora os dados consolidados do PIB de 2025 ainda não estejam disponíveis, os indicadores parciais apontam um ano de forte desempenho para a celulose:

– No primeiro semestre de 2025, o setor de árvores cultivadas respondeu por 4,8% das exportações totais do Brasil, em dólares, e por 9,7% das exportações do agronegócio.

– As exportações do setor somaram cerca de US$ 7,9 bilhões no período, impulsionadas principalmente pela celulose.

– O volume exportado de celulose cresceu 10,8%, alcançando aproximadamente 10,5 milhões de toneladas, com valor de US$ 5,37 bilhões no semestre.

Esses números reforçam o papel estratégico da celulose na geração de divisas e no equilíbrio da balança comercial brasileira em 2025.

Então, qual foi a contribuição da celulose ao PIB em 2025?

Com base nos dados disponíveis e nas tendências observadas, é possível afirmar que:

  • A cadeia de árvores cultivadas, liderada pela celulose, deve ter mantido uma participação próxima de 1% do PIB brasileiro em 2025, considerando apenas os efeitos diretos.
  • A indústria de papel e celulose, analisada pelo valor bruto da produção, provavelmente permaneceu na faixa de 2% a 3% do PIB, como estimativa, não como número oficial fechado.
  • Essas proporções são coerentes com o desempenho registrado em 2022 e 2023 e com o crescimento da produção, das exportações e dos investimentos ao longo de 2024 e 2025.

Vale da Celulose (Foto: Divulgação/Saul Schramm)

Investimentos e consolidação do “Vale da Celulose”

Outro fator que reforça a relevância econômica do setor é o volume de investimentos em curso. Estimativas indicam que o segmento de papel e celulose pode receber entre R$ 70 bilhões e R$ 100 bilhões em investimentos até 2028, com destaque para Mato Grosso do Sul, que se consolidou como o chamado “Vale da Celulose”.

O estado concentra grandes projetos industriais e uma expansão expressiva das florestas plantadas, reposicionando o Brasil como um dos principais polos globais de produção de celulose.

Apesar de ainda não existir um número oficial que isole a participação da celulose no PIB brasileiro em 2025, os dados mais recentes permitem afirmar que o setor segue como um dos pilares da economia nacional. A contribuição direta gira em torno de 1% do PIB, enquanto a indústria de papel e celulose, em termos de valor bruto, ocupa uma faixa estimada entre 2% e 3%, com tendência de crescimento sustentada por exportações robustas e investimentos de longo prazo.

O governo de MS projeta que a expansão do setor florestal e de novas fábricas de celulose no estado pode criar quase 100 mil novos empregos (cerca de 24 mil diretos e 69 mil indiretos) até 2032.

Indústrias como Suzano, Eldorado, Klabin, Bracell e Arauco atuam como âncoras de desenvolvimento regional, gerando vagas na área industrial, florestal, logística, serviços e construção civil durante as fases de implantação e operação.

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Governo de MS articula soluções para viabilizar fábrica de celulose da Bracell em Bataguassu

O secretário Jaime Verruck, da Semadesc, visitou na manhã e à tarde desta quinta-feira (8) o local das futuras instalações da fábrica de celulose da Bracell no município de Bataguassu, a sexta unidade industrial do segmento em Mato Grosso do Sul. A agenda incluiu reunião com a diretoria brasileira da multinacional para conhecer as principais demandas e desafios do empreendimento e buscar soluções conjuntas para viabilizar o projeto.

“Nós estivemos em Bataguassu e nos reunimos com toda a diretoria da Bracell, empresa que recentemente recebeu a licença prévia para a instalação de uma indústria de 2,5 milhões de toneladas de celulose no município. É a nossa sexta planta industrial, que vai começar a ser construída provavelmente ao longo deste ano, dependendo ainda da licença de instalação”, destacou o secretário.

Além de Verruck, participaram da visita o superintendente do Sebrae/MS, Cláudio Mendonça, o assessor de Logística da Semadesc, Eduardo Costa, e representantes da Bracell, entre eles Manoel Browne, diretor; Mauro Quirino, vice-presidente; Júlio Gama, vice-presidente institucional; Marcos Fabrício, diretor de projetos; e Bruno Madalena, gerente institucional.

A agenda teve início no escritório da MS Florestal, em Bataguassu, empresa do Grupo Bracell responsável pela gestão dos recursos florestais que vão abastecer a fábrica. Na ocasião, foram apresentadas as principais demandas da empresa. A Bracell também questionou sobre o andamento da licitação da Rota da Celulose, que prevê investimentos nas rodovias BR-262 e BR-267 e na MS-040.

“Discutimos as grandes questões que ainda envolvem a implantação dessa indústria. Tivemos a oportunidade de conhecer in loco onde será instalada a fábrica e de visualizar como será o acesso ao local. O município já está trabalhando na elaboração de um novo plano diretor, avaliando os impactos do crescimento com a implantação da indústria, e a Bracell está auxiliando nessa questão”, afirmou Verruck.

Segundo o secretário, a habitação aparece como um dos principais desafios diante do crescimento acelerado que o empreendimento deve provocar no município. “Uma das questões que a gente tem destacado, obviamente, é a habitação. Nós visitamos, junto com a Bracell, várias possíveis áreas para a construção de moradias, tanto por parte da empresa quanto do setor privado, visando exatamente atender ao crescimento da demanda. Nós sabemos que esse tem sido recorrentemente um desafio, as chamadas dores do crescimento, o desafio do Estado de Mato Grosso do Sul de ampliar a oferta de casas e, principalmente, de conjuntos habitacionais para atender ao aumento da demanda e do emprego”, completou.

Durante a visita, o superintendente do Sebrae/MS, Cláudio Mendonça, colocou à disposição o apoio do órgão e das entidades do Sistema S e federações para promover a capacitação de fornecedores locais que deverão atuar durante o período de obras da fábrica, com foco na priorização de empresas sul-mato-grossenses.

O secretário ressaltou a importância dessa estratégia para fortalecer a economia regional. “Essa é uma questão crucial: a qualificação e o atendimento a fornecedores locais. O superintendente do Sebrae, Cláudio Mendonça, esteve conosco e apresentamos a proposta do Encadear, que é um projeto do Governo do Estado em parceria com o Sebrae, que visa qualificar fornecedores para a obra da Bracell e também para o fornecimento continuado após o início das operações da indústria, que já aderiu ao programa”, explicou.

De acordo com Verruck, o Governo do Estado e o Sebrae vão iniciar reuniões para apresentar as demandas da empresa aos empresários locais e estruturar um amplo projeto de qualificação empresarial e formação de mão de obra. “Discutimos as necessidades em relação à mão de obra. O Sistema S, por meio do Senai e do Senac, vai apresentar um programa específico para as áreas florestal e industrial, assim como para toda a estrutura de comércio e serviços do município, que efetivamente sofrerá um grande impacto”, disse.

Sobre a Rota da Celulose, o secretário informou que o contrato com o Consórcio XP, vencedor da licitação, deve ser assinado até o fim de janeiro, com início das obras de melhoria previsto para março. As intervenções mais urgentes devem ser concluídas até dezembro de 2026. Diante das demandas apresentadas, Verruck anunciou a criação de um grupo de trabalho para buscar soluções integradas e reforçou o compromisso do Governo do Estado em apoiar o empreendimento.

Ainda pela manhã, o grupo visitou a área onde a fábrica será implantada, às margens da BR-267, a cerca de nove quilômetros de Bataguassu. A Licença Prévia que aprovou a localização e a estrutura básica do projeto foi ratificada em dezembro do ano passado pelo Conselho Estadual de Controle Ambiental (CECA). “Em março, a empresa deve receber a licença de instalação. Acho que esse será um marco importante dentro desse processo”, concluiu Jaime Verruck.

O projeto da Bracell em Bataguassu prevê investimento de R$ 16 bilhões, com geração de cerca de 12 mil postos de trabalho na fase de implantação e 2 mil empregos diretos na operação. A capacidade produtiva será de 2,92 milhões de toneladas anuais de celulose kraft na Composição A e mais 2,6 milhões de toneladas por ano de celulose kraft e celulose solúvel na Composição B. A unidade deverá consumir cerca de 12 milhões de metros cúbicos de eucalipto por ano e contará com sistemas de cogeração de energia, com caldeiras de recuperação, biomassa e turbogeradores, totalizando capacidade instalada de 462 MW.

João Prestes e Marcelo Armôa, Semadesc
Fotos: João Prestes

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Arauco compra vagões ferroviários por R$ 770 milhões para escoar celulose em MS

Contrato prevê entrega entre 2026 e 2027 e está ligado à nova fábrica em Inocência.

A Arauco Porto Brasil firmou um contrato estimado em R$ 770 milhões para a compra de vagões ferroviários que serão usados no escoamento da produção de celulose da nova fábrica em Inocência, no leste de Mato Grosso do Sul. Os equipamentos serão fornecidos pela Randoncorp, com participação operacional da Rumo.

A Arauco Porto Brasil investirá R$ 770 milhões na aquisição de vagões ferroviários da Randoncorp para escoar a produção de celulose da nova fábrica em Inocência, Mato Grosso do Sul. A operação contará com a participação da Rumo, com entregas programadas entre maio de 2026 e novembro de 2027. O projeto inclui a construção de um ramal ferroviário de 48 quilômetros, que conectará a unidade industrial à Malha Norte, com investimento total de US$ 4,6 bilhões. A ANTT autorizou a exploração por 99 anos, com expectativa de escoamento anual de 3,5 milhões de toneladas de celulose.

Segundo fato relevante divulgado ao mercado, o acordo prevê o fornecimento de um volume considerado relevante de vagões, com fabricação e entrega programadas entre maio de 2026 e novembro de 2027. O número exato de unidades não foi informado.

O contrato envolve a Arauco e conta com a interveniência das operadoras Rumo Malha Norte e Rumo Malha Paulista, responsáveis pela operação ferroviária que atenderá o empreendimento.

A compra dos vagões está diretamente ligada à implantação da nova fábrica de celulose da Arauco em Inocência, projeto que recebe investimento estimado em US$ 4,6 bilhões. Em novembro, a empresa obteve licença prévia para a construção do ramal ferroviário que conectará a unidade industrial à Malha Norte.

A autorização ambiental foi concedida pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e é válida até novembro de 2029. O projeto prevê a implantação de 48 quilômetros de trilhos, além de uma ponte de 269 metros e dois viadutos.

Em abril, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) autorizou a construção e a exploração do ramal ferroviário por um período de 99 anos. A expectativa é de escoamento anual de até 3,5 milhões de toneladas de celulose.

A licença ambiental impõe medidas de mitigação, como dispositivos para reduzir atropelamentos de fauna, monitoramento periódico de animais silvestres e recomposição das áreas impactadas pela obra.

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Já estão abertas as inscrições para o Programa de Estágio 2026 da Veracel

A Veracel, indústria de celulose com operação na região Sul da Bahia, está com inscrições abertas para o seu Programa de Estágio de 2026. Serão 31 vagas para atuar em diversas áreas da companhia. As candidaturas podem ser submetidas pelo site da empresa até o dia 11 de janeiro. O período de admissão está previsto para acontecer no início de março de 2026 e o período de estágio será de 12 meses.

Os estudantes precisam ter disponibilidade para estágio de 30 horas semanais, das 8h às 15h em formato presencial ou híbrido, para atuar em Eunápolis, na Bahia.  A preferência será para jovens que residam nos municípios da região. 

Todo o processo seletivo envolve o período de inscrições, que começa em 08/12 e vai até o dia 11 de janeiro, seguido pela triagem das pessoas candidatas. Quem for selecionado, passará por entrevistas com o setor de Recursos Humanos e com o gestor da área respectiva à sua candidatura ao longo do mês de janeiro. Finalizadas as entrevistas, as pessoas aprovadas passarão pelos processos de admissão e de assinatura do contrato de estágio, para ser iniciado a partir do mês de março.

Na Veracel, estamos comprometidos com a promoção de um ambiente de trabalho com respeito à dignidade, à diversidade e aos direitos humanos. Nossas ações são pautadas na sustentabilidade, no diálogo e na transparência, o que nos confere o título de uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil. Encorajamos candidaturas de pessoas de diferentes raças, etnias, deficiências, identidades e expressões de gênero, orientação sexual, idade, religião, convicção política, nacionalidade, estado civil, possuir filhos ou não, peso, ou qualquer outra característica que te torna único(a). Junte-se a nós para fazer parte de um time que celebra as diferenças! Será muito bem-vindo ou bem-vinda!

Como se candidatar: 

Acesse o site da Veracel e faça a sua inscrição.

Informações: O Xarope

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Exclusiva – Mais Floresta/ExpoRibas 2026: O hub de tecnologia que vai ditar o futuro do setor florestal brasileiro

Entre os dias 18 e 21 de março de 2026, Ribas do Rio Pardo (MS) será o palco de um evento de dimensões históricas que une o melhor do agronegócio, tecnologia e entretenimento. A grande aposta do município é a ExpoRibas 2026, que traz em seu coração a Mais Floresta: uma feira estritamente segmentada ao setor florestal, desenhada para ser o motor de inovação e o principal balcão de negócios da “capital da celulose”.

Enquanto a ExpoRibas celebra a diversidade econômica da região, abrangendo desde a pecuária tradicional até a crescente citricultura e produção de grãos, a Mais Floresta surge como o núcleo técnico especializado.

Lançamento da ExpoRibas 2026 / Reprodução

É dentro desse ecossistema integrado que empresas, fornecedores e profissionais se reunirão para apresentar o que há de mais moderno em maquinários, soluções tecnológicas e discussões estratégicas sobre o futuro da cadeia produtiva de florestas cultivadas.

Evento e município em transformação

Ribas do Rio Pardo vive um momento histórico. O município abriga hoje a maior fábrica de celulose em linha única do mundo, com investimentos que somam R$ 22 bilhões. Esse crescimento é sustentado pela maior área de floresta plantada do Brasil, superando 460 mil hectares de eucalipto.

Roberson Moureira / Reprodução

Para o prefeito Roberson Moureira, o evento é o marco dessa nova era:

“Ribas está se preparando para ser referência em tecnologia, inovação e conhecimento. Além da celulose, vemos a expansão da soja, milho e o surgimento do maior plantio de laranja do estado”, afirma o prefeito, destacando que o município ocupa o centro da Rota da Celulose e se beneficia diretamente da Rota Bioceânica.

Um balcão de negócios bilionário

O evento não é apenas festa. A infraestrutura foi planejada para fomentar parcerias entre gigantes do setor e fornecedores.

Gabriel Sell, diretor da empresa gestora da feira, revela que a expectativa de público é de 40 mil pessoas nos quatro dias. “A feira acomodará cerca de 45 empresas no setor Mais Floresta, além de outras 25 empresas de diversos segmentos”, afirma.

Além disso, a feira conta com o peso de parceiros como SEBRAE, SENAI, SENAR, FAMASUL e a Reflore.

De acordo com Gabriel, o grande objetivo será atrair investidores da construção civil, logística e agronegócio.

Soluções para o “gargalo” do setor

Para Paulo Cardoso, CEO da Paulo Cardoso Comunicações, a feira Mais Floresta ataca um dos maiores desafios da indústria atual: a qualificação profissional.

Paulo Cardoso

A Mais Floresta é uma oportunidade singular para todos os participantes. Para as empresas expositoras, em especial, o valor é imenso. Além de máquinas de ponta, equipamentos inovadores e as mais recentes soluções tecnológicas, teremos um foco crucial em um tema que hoje é um gargalo para a nossa indústria: a falta de mão de obra qualificada. Este evento será um espaço vital para discutir e buscar soluções para esse desafio, conectando talentos e abrindo caminhos para o desenvolvimento profissional”.

Com a cidade ocupando o posto de maior área de eucalipto plantada do país — mais de 460 mil hectares — e abrigando a maior planta de celulose do mundo , a integração entre a ExpoRibas e a Mais Floresta posiciona Ribas do Rio Pardo definitivamente na rota estratégica do mercado internacional e da Rota Bioceânica.

Lazer e negócios

Aliado aos negócios, o lazer garante o fluxo de visitantes. Com o slogan “ExpoRibas começou gigante”, o evento já confirmou shows de peso como Zé Felipe, Mato Grosso e Mathias e César Menotti e Fabiano, resultando na venda antecipada de todos os bangalôs. O rodeio e o parque de diversões completam a experiência.

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