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Pinus: o mais brasileiro entre os estrangeiros

*Artigo por Daniel Chies, Jose Mario Ferreira e Fabio Brun

O Brasil é mestre em melhorar o que vem de fora. O gado nelore, por exemplo, originário da Índia, tornou-se a principal raça bovina do país. A soja, hoje um dos produtos mais exportados, chegou por aqui em 1882, vindo da China. O milho veio do México, o trigo da Mesopotâmia. O Eucalipto veio da Oceania. E assim seguimos, cultivando com excelência o que um dia foi exótico.

No universo das plantas não comestíveis, o fenômeno se repete. Muitas flores e espécies ornamentais, por exemplo, que embelezam nossos jardins, são estrangeiras, mas tão queridas quanto as nativas. Quando passamos para a escala industrial, destacamos a árvore de pinus, uma estrangeira que encontrou no Brasil, especialmente na Região Sul, seu lar ideal.

O cultivo comercial do gênero Pinus começou no Brasil no final dos anos 1970, com um objetivo claro: fornecer madeira para a indústria. E deu certo. O pinus taeda, principal espécie utilizada, encontrou nas condições edafoclimáticas do Sul do país um ambiente perfeito para crescer com vigor. Graças ao melhoramento genético e à tecnologia florestal, o Brasil alcançou os melhores índices de produtividade do mundo para essa espécie.

Segundo o levantamento mais recente da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), em 2024 o país contava com 1,9 milhão de hectares de florestas plantadas de pinus. A Região Sul concentra cerca de 1,69 milhão de hectares, distribuídos entre Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A madeira de pinus está presente em nosso cotidiano de formas que muitas vezes passam despercebidas. Ela compõe papel, caixas de papelão, móveis, portas, brinquedos, utensílios domésticos e estruturas diversas. Os pellets de madeira, por exemplo, são uma fonte de energia renovável cada vez mais utilizada globalmente.

E não para por aí. A celulose extraída do pinus é usada em cápsulas de medicamentos, na indústria alimentícia e até na automobilística. Com a nanocelulose e a lignina, surgem aplicações inovadoras: superfícies impermeáveis, essências e até pele artificial. O potencial é imenso e estamos apenas no começo.

Em um mundo que exige soluções com menor impacto ambiental, as florestas plantadas para fins industriais se mostram uma alternativa viável e estratégica. Durante seu crescimento, as árvores de pinus capturam carbono da atmosfera, que permanece sequestrado nos produtos derivados por décadas ou até séculos.

Além disso, quase toda a área plantada na Região Sul possui certificações internacionais que garantem práticas rigorosas de responsabilidade social e ambiental. As empresas do setor preservam cerca de 30% da vegetação nativa nos três estados, demonstrando compromisso com o equilíbrio ecológico.

O pinus escolheu o Sul do Brasil para prosperar e foi bem acolhido. As empresas de silvicultura da região atuam com responsabilidade e visão de futuro, adotando práticas ambientais, sociais e de governança muito antes do termo ESG se tornar tendência. Por isso, a madeira de pinus brasileira é reconhecida internacionalmente pela sua qualidade e sustentabilidade.

Essa é uma história de sucesso que começou há décadas e continua a crescer, como as próprias árvores que a protagonizam. O pinus pode não ser brasileiro de origem, mas já é parte essencial do nosso presente e, com certeza, do nosso futuro.


*Daniel Chies é presidente da Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor), Jose Mario Ferreira é presidente da Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) e Fabio Brun é presidente da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas).

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Terminal EBLog da Eldorado Brasil Celulose recebe certificação internacional de segurança marítima

ISPS Code reconhece o compromisso da empresa com a segurança portuária e as melhores práticas operacionais no Porto de Santos

O Terminal EBLog, da Eldorado Brasil Celulose, recebeu a certificação ISPS Code (International Ship and Port Facility Security Code), o Código Internacional para a Proteção de Navios e Instalações Portuárias, estabelecido pela Organização Marítima Internacional (IMO). Na prática, o documento comprova que o terminal está em conformidade com os mais altos requisitos internacionais de segurança portuária. 

O código define padrões globais de segurança que todos os navios e terminais portuários implantados em áreas de comércio internacional devem seguir, caso do Porto de Santos. O objetivo é prevenir qualquer tipo de interferência que possa comprometer a segurança marítima. O reconhecimento foi alcançado após um trabalho minucioso e um processo rigoroso de etapas como a avaliação de segurança da instalação do terminal e a criação e implementação do Plano de Segurança da Instalação Portuária, entre outros critérios.

Para o diretor de Logística do Terminal EBLog, Flavio da Rocha Costa, o resultado é fruto da integração e dedicação de toda a equipe. “Essa certificação é uma vitória que devemos à nossa disciplina, disposição e alinhamento diários. O EBLog é um dos primeiros terminais do setor no Brasil a ter este certificado e isso demonstra a nossa capacidade de operar com eficiência, responsabilidade e total conformidade com as normas internacionais”, destaca Costa.

Com a certificação, o EBLog, que já é considerado um dos terminais mais modernos do mundo, se consolida como um dos mais seguros do Porto de Santos, contribuindo para o fortalecimento da logística sustentável e integrada da Eldorado Brasil.

O gerente de Logística do EBLog, Marcelo Falcão, enfatizou a importância do padrão de qualidade das operações. “O ISPS Code é um marco importante que reafirma a excelência da Eldorado nas suas entregas e garante ainda mais segurança para os colaboradores, parceiros e toda a cadeia logística”.

Sobre a Eldorado Brasil

A Eldorado Brasil Celulose, empresa do Grupo J&F, é reconhecida globalmente por sua excelência operacional e seu compromisso com a sustentabilidade, resultado do trabalho de uma equipe qualificada de mais de 5 mil colaboradores. Inovadora no manejo florestal e na fabricação de celulose, produz 1,8 milhão de toneladas de celulose de alta qualidade por ano, atendendo aos mais exigentes padrões e certificações do mercado internacional. Seu complexo industrial em Três Lagoas (MS) também tem capacidade para gerar energia renovável para abastecer uma cidade de 2,1 milhões de habitantes. Em Santos (SP), opera o EBLog, um dos mais modernos terminais portuários da América Latina, exportando o produto para mais de 40 países. A Companhia mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, inovação, competitividade e valorização das pessoas.

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COP 30: Arauco debate desafios de comunicar a sustentabilidade

Precisão, coragem e responsabilidade são fundamentais para todos os públicos, destaca executivo da companhia

Novembro de 2025 – O gerente de Comunicação e Relações Institucionais da Arauco, Diego Marques, participou, nesta sexta-feira, 14, do painel Os Desafios da Comunicação da Sustentabilidade, durante a COP 30 – 30ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima, em Belém (PA). Ele destacou a necessidade de “precisão, coragem e responsabilidade ao abordar um tema que define o futuro de todos nós”. O painel foi mediado por Cindy Correa, gerente de Comunicação Institucional da IBÁ (Indústria Brasileira de Árvores), associação que representa o setor de base florestal. 

Na opinião de Marques, a comunicação em sustentabilidade requer traduzir temas complexos em mensagens claras, sem distorções. Também exige construir confiança com base transparência, métricas e práticas reais. Por fim, deve conectar histórias a impactos concretos, mostrando resultados e transformações no território, na vida das pessoas e futuro do clima.

“A comunicação é um vetor de impacto: bem feita, ela aproxima, educa e engaja. Mal feita, gera ruído, ceticismo e retrocede avanços”, ressaltou o executivo, durante o evento global que reúne representantes de quase 200 países. De acordo com Marques, “a COP 30 é justamente o espaço para levar o debate de como comunicar com responsabilidade, precisão e coragem, um tema que define o futuro de todos nós”. 

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

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Komatsu avança na construção da nova unidade em Contagem e amplia investimentos em remanufatura

Projeto prevê três prédios principais até 2026 e cerca de R$ 42 milhões adicionais para o Centro de Remanufatura Komatsu Brasil

São Paulo, 14 de novembro de 2025 – A Komatsu, fabricante global de equipamentos para os segmentos de mineração, construção e florestal, avança, nas obras da sua nova sede em Contagem (MG), projeto estratégico para a Divisão de Mineração no País, e anuncia a ampliação de seu centro de remanufatura. O empreendimento, anunciado em janeiro de 2024, contou com investimento inicial de aproximadamente R$ 168 milhões e já está em fase de execução do prédio administrativo.

A unidade, que substituirá as operações hoje localizadas em Belo Horizonte e Lagoa Santa, será composta por três prédios principais: o administrativo, já em construção; o almoxarifado, com início de obras previsto para ainda este ano; e o prédio fabril, que abrigará o Centro de Recondicionamento de Componentes. A conclusão total está prevista para o segundo semestre de 2026. Com mais de 50 mil m² de área total, o espaço reunirá cerca de 750 colaboradores e trará sinergia logística e operacional ao atender clientes de todo o País.

Expansão do Centro de Remanufatura

Além do investimento inicial na obra principal, a companhia anuncia um aporte adicional de R$ 42 milhões para ampliar o Centro de Remanufatura Komatsu Brasil (Komatsu Remanufacturing Center Brazil). A expansão inclui a duplicação do galpão de workshop para cerca de 10 mil m² e a incorporação da remanufatura de motores e transmissões, que hoje é feita na fábrica da Komatsu em Suzano (SP). O novo escopo permitirá reformar componentes de tratores de esteira, escavadeiras hidráulicas e outros equipamentos fabricados no Japão, aproximando a operação dos clientes, reduzindo custos logísticos e facilitando visitas técnicas e reuniões presenciais.

“Com o Centro de Remanufatura em Minas Gerais, fortalecemos nossa capacidade de apoiar o crescimento da frota e de entregar valor agregado por meio da reutilização inteligente de componentes, prática alinhada às metas globais da Komatsu de eficiência, sustentabilidade e satisfação dos clientes”, destaca Ricardo Alexandre Vieira dos Santos, vice-presidente da Divisão de Equipamentos de Mineração da Komatsu.

Geração de empregos e capacitação

Durante a fase de construção, estima-se a geração de até 350 vagas temporárias. Em operação, a unidade reforçará o Komatsu Immersion Program (KIP), programa de capacitação realizado em parceria com o SENAI, que complementa a formação técnica com mais de 500 horas de treinamento prático em equipamentos e segurança.

Com as novas instalações em Contagem e os investimentos já realizados em Parauapebas (PA), a companhia prepara-se para atender à expansão prevista do setor de mineração nos próximos anos. “Estamos construindo a estrutura necessária para acompanhar o crescimento da demanda e oferecer ao mercado brasileiro um atendimento cada vez mais próximo, eficiente e de alto nível técnico”, afirma Santos.

Sobre a Komatsu

A Komatsu é uma empresa japonesa que atua na fabricação e no fornecimento de equipamentos, tecnologias e serviços para os mercados de mineração, construção, industrial e florestal. Há mais de um século, os equipamentos e serviços da Komatsu têm sido usados por empresas em todo o mundo para desenvolver infraestruturas modernas, extrair minerais fundamentais, manter florestas e criar tecnologias e produtos de consumo. Por meio de tecnologia e dados relevantes, a Komatsu entrega aos clientes mais segurança e aumento de produtividade, ao mesmo tempo que otimiza a performance das operações.

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Arauco reforça compromisso com agenda climática na COP 30

Companhia projeta futuro sustentável e apresenta case que reforça a bioeconomia como solução climática, em nível global

Novembro de 2025 – Em linha com o compromisso em manter operações sustentáveis, a Arauco, referência global em madeira, celulose e bioenergia, integra o grupo de empresas do setor de base florestal que participa da COP 30 – 30ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima, que acontece em Belém, no Pará, até 21 de novembro. Com a participação de quase 200 países, o evento reúne líderes mundiais, cientistas, executivos e membros da sociedade civil para discutir temas como transição energética, justiça climática, financiamento climático e proteção da Amazônia.

Entre as relevantes questões na agenda da COP 30 estão a redução nas emissões dos gases de efeito estufa e o uso de energias renováveis. Por sua matriz energética de base renovável, o setor florestal agrega expressivas contribuições para o controle do aquecimento global.

“A Arauco se insere ativamente neste contexto por manejar cultivos sustentáveis de eucalipto para o futuro abastecimento de nossa fábrica de celulose, em instalação no município de Inocência, no Mato Grosso do Sul. Esta unidade, a maior fábrica de celulose do mundo construída em etapa única, será autossuficiente na geração de energia elétrica e 100% livre do uso de combustíveis fósseis nas suas operações”, afirma Carlos Altimiras, presidente da Arauco Brasil.

Na opinião de Altimiras, “a COP 30 não é apenas uma importante vitrine para nosso setor, mas, também, uma oportunidade de participar das mais importantes discussões sobre políticas climáticas e de acessar todo um ecossistema de informações que estarão sendo compartilhadas nos painéis, seminários e encontros de negócios.”

A Arauco marca sua participação na COP 30 com uma comitiva composta por representantes chilenos e brasileiros, que acompanha o presidente Altimiras. A delegação inclui os executivos chilenos Soledad Vial, gerente de Sustentabilidade e Impacto, e Guillermo Olmedo, gerente de Meio Ambiente e Valor Social, que atuam ao lado dos representantes brasileiros Theófilo Militão, diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais, Betânia Vilas Boas, coordenadora de Sustentabilidade, Maíra Gonçalves Pereira, coordenadora de ESG e Diego Marques, gerente de Comunicação e Relações Institucionais. A composição da equipe na conferência evidencia o alinhamento estratégico da companhia em abordar as questões climáticas com uma perspectiva global e regional.

Bioeconomia e sustentabilidade em foco

No evento “Florestas, Madeira e Construção: Soluções Baseadas na Natureza para um Clima em Transformação”, realizado nesta quarta-feira (12) em paralelo à COP 30, foi lançado o novo relatório da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), intitulado “Brazil’s Forest Sector for the Climate”. A Arauco, associada da Ibá, foi uma das empresas em destaque com seu case de sucesso compartilhado, que demonstra como aliar excelência operacional à autogeração de energia e à redução de resíduos, reforçando a importância da bioeconomia como parte da solução da crise climática global.

Ao comentar sobre o destaque da empresa e a importância da bioeconomia, Altimiras compartilhou a visão da Arauco para o futuro:

“Temos uma história de sucesso com o Brasil, com operações sustentáveis e matéria-prima de fonte renovável, para produtos que melhoram a vida das pessoas. Partindo dessa base, nosso modelo de gestão representa uma plataforma de inovação contínua que projeta o legado de futuro da Arauco no cenário global. Ele confirma o papel crucial da companhia no desenvolvimento de soluções baseadas em recursos renováveis para as necessidades globais de baixo carbono. Em nossas fábricas de celulose e painéis, investimos continuamente em inovações que nos permitem não apenas mitigar emissões e reduzir drasticamente o consumo de água, mas também buscar a reutilização de praticamente 100% dos nossos resíduos”.

“Em síntese, o setor florestal demonstra um equilíbrio virtuoso: fornecemos produtos de base biológica e biodegradáveis para a sociedade, enquanto geramos valor através de práticas robustas de preservação, conservação e produção de energia limpa. É por tudo isso que temos certeza de estar no lado certo da equação climática”, completa.

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

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