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Controle biológico da Bracell reforça atuação sustentável no manejo de pragas

Comprometida com a sustentabilidade em todas as suas operações, a Bracell, uma das líderes na produção de celulose solúvel, investe de forma contínua em pesquisa e desenvolvimento, aplicando alta tecnologia em equilíbrio com o meio ambiente. Aliado a isso, a empresa aposta no controle biológico, utilizando o Manejo Integrado de Pragas (MIP), que consiste em um conjunto de ferramentas para controle de pragas (insetos que causam danos econômicos ao agricultor ou à sociedade). Trata-se de uma técnica que utiliza inimigos naturais (outros insetos) e microrganismos (fungos, bactérias ou vírus) que atuam sobre as pragas que precisam ser combatidas nos plantios de eucalipto.

É tendência mundial priorizar o uso de agentes biológicos no controle de pragas, mesmo que os defensivos modernos utilizados hoje na atividade florestal sejam seguros e não prejudiquem o ambiente, plantas, animais ou pessoas. Barbara Puretz, Pesquisadora Florestal da Bracell SP, explica que o controle biológico utilizado pela companhia é focado no aumento da população de inimigos naturais que já ocorrem naturalmente nas plantações de eucalipto. “Esses insetos e microrganismos já existem, só que em vários casos, a quantidade não é suficiente para controlar uma praga que venha aparecer. Então, na área de Pesquisa & Desenvolvimento Florestal, criamos em laboratório uma grande quantidade de inimigos naturais e, em seguida, liberamos em locais que podem ter problemas com pragas”, explicou Barbara.

Barbara Puretz reforça ainda que, este é um modo seguro, sustentável e que reduz o uso de defensivos. A companhia conta com um corpo técnico que atua na proteção das florestas de eucalipto, desde as mudas até a colheita das árvores adultas, reduzindo potenciais perdas de produtividade. Por meio dos resultados de pesquisas, a equipe aplica técnicas inovadoras, garantindo a manutenção da saúde dos plantios, combatendo pragas como o Psilídeo de Concha, Percevejo Bronzeado, lagartas desfolhadoras, dentre outros.

A Bracell participa ainda de projetos cooperativos na área de pragas e doenças com instituições importantes, como a Universidade Estadual Paulista (UNESP), além de grandes centros de pesquisa, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Floresta) e Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF). Essas ações reforçam ainda mais o compromisso da companhia com práticas sustentáveis de manejo do eucalipto.

Sobre a Bracell

A Bracell é uma das maiores produtoras de celulose solúvel e celulose especial do mundo e conta com operações no Brasil nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Pernambuco. Além de suas operações no Brasil, a Bracell possui um escritório administrativo em Singapura e escritórios de vendas na Ásia, Europa e Estados Unidos. A Bracell também é signatária do Pacto Global e dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs) da ONU Mulheres. www.bracell.com

Fonte: Bracell

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Tecnologia no campo: 3 pontos para a agricultura brasileira avançar com mais conectividade 

Artigo de Alexandre Alencar, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da divisão de Agricultura da Hexagon

O avanço da conectividade no campo tem trazido, ao longo dos anos, benefícios importantes para o agronegócio brasileiro. O que antes demandava o envolvimento de mais pessoas e de muito mais tempo, hoje é realizado não só com mais agilidade, mas também com mais eficiência. A gestão remota das atividades no campo, com salas de controle que funcionam quase como uma torre de operações de um aeroporto, monitorando o trabalho de diversos  tipos de máquinas e caminhões, ajuda a tomar decisões de forma mais rápida e eficaz, o que consequentemente melhora a produtividade e os rendimentos do setor como um todo. Mas, para que tudo isso seja possível, os equipamentos instalados nas máquinas precisam de acesso à internet, e a realidade brasileira, quando se trata de conectividade, está longe de ser a ideal. 

Hoje, 73% das propriedades rurais brasileiras ainda não estão conectadas à rede de internet, de acordo o Ministério da Agricultura e a associação ConectarAgro. Na prática, a conectividade permite que o equipamento no campo consiga mandar dados o mais rápido possível, de preferência em tempo real, para as salas de controle. Isso garante que as aplicações possam ser mantidas rodando e processando o tempo todo com informações atualizadas. No passado, quando não tínhamos nenhum tipo de cobertura de sinal, era comum utilizar um dispositivo de coleta de dados no equipamento, geralmente um pen drive, para armazenar as informações e descarregá-las depois. Infelizmente, essa alternativa ainda é comum em muitas localidades, o que torna o processo mais lento e suscetível a erros, afetando o tempo de reação das empresas na resolução de problemas.

Apesar das limitações que a infraestrutura do país ainda impõe na atividade agrícola, a tecnologia tem ajudado a garantir recordes de produtividade. Abaixo, elenco três pontos de tendência no setor que já têm mostrado avanços, e que podem ganhar mais impulso com investimentos em conectividade.

Uso de imagens e inteligência artificial

Muitas atividades, que antes eram executadas de forma puramente presencial, hoje são aceleradas pelo uso de imagens. Voos por drone, por exemplo, captam dados que ajudam a detectar doenças e pragas em diferentes culturas, apoiando a aplicação precisa de herbicidas e inseticidas. Nas áreas de floresta, já há robôs que são capazes de realizar a contagem de árvores de forma mais precisa e eficaz, diminuindo a margem de erro e gerando informações de melhor qualidade. Ainda nas plantações, imagens e sensores permitem o monitoramento do crescimento das plantas, utilizando esse acompanhamento como apoio para recomendações de aplicação de fertilizantes e necessidade de irrigação. Com ferramentas de automação e detecção também é possível percorrer áreas de floresta, detectar formigueiros e, depois, fazer o controle dos locais exatos para aplicação de formicidas.

Tecnologia de automação

O uso de automação plena ainda está longe de ser realidade, mas a tecnologia vem avançando bastante neste sentido. O piloto automático já dá mais autonomia para as máquinas, diminuindo o trabalho do operador, garantindo o alinhamento e minimizando a sobrepassagem durante operações como o plantio. No futuro veremos máquinas totalmente independentes da ação humana executando as operações. Isso não significa acabar com o emprego, mas sim aumentar a produção agrícola, já que as máquinas trabalham 24 horas por dia executando as operações tanto sob a luz do sol, como também à noite. Aumentar o investimento em automação significa tirar o esforço físico e transformar a ação do homem em esforço intelectual, para que ele trabalhe com decisões e deixe o trabalho pesado e monótono para as máquinas.

Agricultura mais sustentável

Como produzir gerando menor impacto para a natureza? A sustentabilidade tem sido também um desafio para a agricultura, e aqui a tecnologia tem um papel essencial. No momento em que o produtor utiliza uma ferramenta de automação para economizar na aplicação de um agroquímico, por exemplo, está reduzindo o impacto no meio ambiente. Utilizando menos produtos químicos, ele diminui a poluição dos lençóis freáticos e das fontes de água. Projetos inteligentes e tecnologias possibilitam minimizar esse impacto e assim contribuir para o meio ambiente. A agricultura deve saber usar bem as áreas que ela tem e recuperar as que não são utilizadas, sem invadir florestas nativas que permitem manter a condição natural do planeta de forma equilibrada. Assim, a missão da tecnologia passa também pela sustentabilidade.

Para avançar em todos esses pontos, no entanto, precisamos de uma infraestrutura de conectividade melhor, que possibilite que as empresas continuem investindo e levando para o produtor as melhores soluções. Faço uma analogia com as estradas: da mesma maneira que as nossas rodovias e modais de transporte ainda não são os ideais para a distribuição da produção, o tráfego de dados também precisa de investimentos para colocarmos o agronegócio brasileiro em um patamar mais elevado. 

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Suzano tem sete vagas abertas para atender suas operações florestais em Ribas do Rio Pardo (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está com sete vagas abertas para atender suas operações florestais em Ribas do Rio Pardo (MS). As inscrições podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa (https://jobs.kenoby.com/Suzano).

A empresa abriu seis vagas para Técnico(a) de Silvicultura III. Para concorrer, épreciso atender aos seguintes pré-requisitos: ter Ensino Técnico ou Ensino Superior completo em qualquer área; ter experiência com área de comercialização ou negociação, experiência na área florestal ou agrícola e em análises e indicadores; vivência de rotina de campo em silvicultura, logística ou colheita será um diferencial; ter conhecimento em normas Sistemas de Gestão da Qualidade ISO, FSC, Cerflor e em Legislação Florestal e Ambiental; pessoas com conhecimento em inglês têm um diferencial. Além disso, é essencial conhecimento avançado em informática – Pacote Office (Windows, Word, Excel, Power Point, Outlook) e SAP. As inscrições ficam abertas até o dia 23 de julho e devem ser feitas pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/tecnicoa-silvicultura-iii/64aeed38747acda0870b81a2?utm_source=website.

Há ainda uma vaga aberta para Técnico(a) de Manutenção Florestal III. Para as pessoas interessadas em concorrer, os pré-requisitos são:  ter Ensino Superior ou Ensino Técnico completo nas áreas de engenharia mecânica, elétrica, mecatrônica; Conhecimento em SAP (PM), Pacote Office e em indicadores de manutenção; experiência intermediária nos processos de operação florestal será considerado um diferencial; é importante ter conhecimento básico em Planejamento, programação e controle de Manutenção; e é essencial experiência em manutenção de componentes hidráulicos, elétricos, mecânicos e equipamentos móveis. Além disso, é necessário possuir CNH categoria ‘B’. As inscrições ficam abertas até o dia 19 de julho e devem ser feitas pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/tecnicoa-manutencao-florestal-iii/64aef2ca9eccbc54d9f4e5b2?utm_source=website.

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://jobs.kenoby.com/Suzano). Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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Veracel Celulose comemorou 32 anos de história no ano em que irá atingir o marco de 20 milhões de toneladas de celulose produzidas

A Veracel Celulose, indústria brasileira localizada na região sul da Bahia, celebrou 32 anos de história no último dia 15 de julho. A empresa deve atingir ainda neste ano a marca de 20 milhões de toneladas de celulose produzidas da Bahia para o mundo, além de ter construído um legado de contribuição para o desenvolvimento da região Sul da Bahia.

“Somos protagonistas de soluções inovadoras e sustentáveis do nosso negócio, compartilhando valor com o território onde atuamos”, destaca o diretor presidente da empresa, Caio Zanardo. “Produzimos celulose com compromisso com as pessoas e com o meio ambiente. Nosso propósito fala muito sobre nós! Somos responsáveis, inspiramos pessoas e valorizamos a vida”, complementa o executivo.

Para apoiar o desenvolvimento do território e otimizar o processo produtivo, a Veracel irá entregar a BA-658, uma nova rodovia construída em parceria com o governo do estado da Bahia, que teve um investimento de cerca de R$ 100 milhões feito pela empresa. A nova estrada traz mais competitividade para o negócio e diversos benefícios para a população, como a facilitação de acesso a serviços e melhorias para a cadeia logística de diversos setores produtivos da região. 

Com muito orgulho de ser uma empresa baiana, somente em 2022, 50,25% das compras da Veracel foram realizadas dentro do estado, sendo 19,6% delas nos municípios onde a empresa atua. Essa iniciativa se traduziu em um total de R$ 34,5 milhões em compras e contratações locais. Além disso, a empresa tem o compromisso de fortalecer a cadeia de suprimentos local com o desenvolvimento de fornecedores.

A Veracel impulsiona a geração de empregos e renda na região. São mais de 3 mil pessoas envolvidas diretamente na operação da empresa, o que beneficia cerca de 12 mil residentes nas comunidades locais. Além disso, há cinco anos consecutivos a companhia é destaque no ranking Great Place to Work (GPTW) como uma das Melhores Empresas para se Trabalhar do estado da Bahia.

Neste ano, a Veracel terá ainda mais um importante marco para celebrar: serão 20 milhões de toneladas de celulose produzidas desde o início de suas operações industriais, em 2005. “Esse número demonstra o quanto somos uma empresa importante para o setor e como nossa estratégia tem sido consistente. Nós nos mantemos competitivos, e nossa fábrica é um ativo de classe mundial”, destaca ainda Zanardo. Somente em 2022, foram investidos R$ 20 milhões em projetos de transformação digital em todas as áreas da empresa e, para 2023, devem ser mais R$ 100 milhões em melhorias tecnológicas de sua fábrica.

Além da inovação, outra aposta da Veracel tem sido na ampliação das parcerias com produtores rurais para plantio de eucalipto em suas propriedades, fortalecendo a companhia e gerando renda. “Para alavancar ainda mais nossa competitividade, estamos empenhados em aumentar nossa base florestal, em parceria com produtores rurais da região onde atuamos. Nossa meta é manter essa base sustentável, consumindo menos recursos, de forma a garantir a perpetuidade da Veracel”, complementa ainda o diretor presidente da empresa.

Sustentabilidade

Como uma empresa de base florestal preocupada com a sustentabilidade e o meio ambiente, a Veracel atua na conservação ambiental por meio de diversas ações. Os plantios de eucalipto formam um mosaico com a mata nativa, servindo de abrigo e passagem para a fauna e conectando os fragmentos naturais dispersos no território. A atual configuração de plantio que intercala o eucalipto com a mata nativa cria a proporção de um hectare de área natural protegida pela empresa para cada hectare de eucalipto.

Em 2023, a companhia celebra também os 25 anos da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Estação Veracel – a maior reserva particular de Mata Atlântica do Nordeste brasileiro. Com mais de 6 mil hectares de área de conservação no Sul da Bahia, a RPPN está entre as 20 áreas do mundo com maior número de espécies animais e arbóreas.

Fonte: Veracel

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