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Igualdade de oportunidades marcam o Dia Internacional da Mulher nas operações da Suzano em Ribas do Rio Pardo (MS)

Com atuação em todas as frentes de trabalho, tanto na construção e montagem da nova fábrica quanto nas operações florestal e industrial, o maior empreendimento privado do país ergue-se graças à imprescindível colaboração dessas profissionais.

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março), a Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, celebra o fato de dar oportunidades e ter a participação das mulheres não só construindo a maior fábrica de celulose em linha única do mundo em Ribas do Rio Pardo (MS), mas também compondo os times das operações florestal e industrial da nova unidade. Com atuação em todas as frentes de trabalho, tanto na própria construção e montagem do empreendimento, quanto nas atividades de silvicultura, colheita e transporte do eucalipto e na futura linha de produção de celulose, o maior empreendimento privado do país se ergue devido à imprescindível colaboração dessas profissionais.

Conforme o diretor de Engenharia da Suzano, Maurício Miranda, responsável pelas obras de implantação da nova fábrica de celulose da Suzano no município, isso é resultado de uma política inclusiva da empresa de ter cada vez mais mulheres compondo papéis de relevância. “Nós temos muito o que agradecer o empenho mostrado por essas mulheres e, acima de tudo, admirar o que elas trazem para a Suzano. Mulheres deixam a Suzano ainda mais forte e, para nós, é fundamental ver essa evolução juntamente com o nosso propósito de ‘renovar a vida a partir da árvore’. Para termos um país mais justo, igualitário e inclusivo, nós acreditamos que temos que ser os protagonistas dessa transformação na sociedade”, afirma.

Vanessa Silvestre

Em áreas historicamente dominadas por homens, mulheres como a auxiliar de produção Paula Barbosa, de 29 anos, e a operadora de máquinas agrícolas Vanessa Silvestre, de 27 anos, contam que desde o primeiro momento sempre tiveram o apoio que precisavam na empresa. Impulsionada pelos cursos de especialização fornecidos pela Suzano em parcerias com o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), Paula Barbosa diz que fazer parte da equipe de manutenção da Suzano é a realização de um sonho e a recompensa por meses de empenho no curso de técnico em mecânica industrial.

Paula Barbosa

Apoiada pela mãe e com incentivos de amigos, Paula Barbosa começou a estudar, mas pensou em desistir várias vezes porque tinha que conciliar os estudos com outros trabalhos e o cuidado dos filhos pequenos. “Quando fiquei sabendo da oportunidade na Suzano me enviaram a inscrição. Eu estava parada e não tive confiança, me falaram pelo menos para tentar, mas eu não sabia se conseguiria. Mesmo assim me inscrevi, e foi incrível. Não conseguia acreditar. Eram mais de 5 mil pessoas na primeira fase! Passei etapa por etapa até que fui uma das 175 pessoas contratadas”, comemora.

Outra mulher que ultrapassou barreiras foi Vanessa Silvestre, que compõe o time da operação de silvicultura. “Fiz parte de um dos primeiros cursos oferecidos pela Suzano para operadora de máquina agrícolas e estou há um ano e quatro meses na empresa. Sou a única mulher operadora e me sinto muito orgulhosa disso. Moro há 13 anos em Ribas do Rio Pardo e a Suzano veio para mudar a cidade. Agora estou gestante e pretendo trabalhar até quando conseguir. Tenho todo apoio do mundo e muito orgulho de trabalhar nessa empresa”, relata.

Daniela Martins

A motorista e operadora de betoneira Daniela Aparecida Martins, de 35 anos, também ocupa um espaço pouco comum para mulheres graças à sua determinação de proporcionar uma vida melhor para os filhos. “Meu pai veio para trabalhar na fazenda e aqui ficamos. Quando cheguei em Ribas não tinha oportunidade de emprego, então comecei a trabalhar como mascate e saía de porta em porta vendendo produtos e, depois, trabalhei como supervisora em um alojamento. Mas meu sonho mesmo era dirigir um caminhão e foi aí que agarrei a oportunidade de trabalhar numa empresa terceira dentro da obra. Mesmo sem experiência, me dediquei para que tudo desse certo e hoje estou muito realizada por garantir tudo o que os meus filhos precisam”, conta.

A gerente executiva de Recursos Humanos da Suzano no Mato Grosso do Sul, Angela Aparecida dos Santos, afirma que, para promover um ambiente de trabalho cada vez mais inclusivo e com oportunidades para mulheres, a empresa conta com diversas iniciativas, entre as quais o programa Plural. “Trata-se de um movimento orgânico que promove a inclusão por meio de ações que estimulam a diversidade em cinco frentes: mulheres, negros, LGBTI+, gerações e pessoas com deficiência. Entre as metas de longo prazo da companhia, está a de alcançar 30% de mulheres e de pessoas negras em cargos de liderança em suas unidades até 2025, além da criação de ambientes 100% inclusivos para pessoas LGBTBTQIA+ e com Deficiência)”, relata.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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Suzano está com sete vagas abertas para áreas Florestal e de Gente e Gestão em Ribas do Rio Pardo (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está com sete vagas abertas para atender a demanda de suas operações Ribas do Rio Pardo (MS). As inscrições podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa (https://jobs.kenoby.com/Suzano).

Para a área de Gente e Gestão, a empresa está com vaga aberta para Analista de Recursos Humanos Pleno. Para concorrer, os pré-requisitos são: ter o Ensino Superior completo, conhecimento de legislação trabalhista e previdenciária, cálculos de verbas de folha de pagamento e rescisão. Também é necessário conhecer ferramentas de análise, indicadores (dashboards), conhecimento em sistema Sênior, e Excel avançado. A pessoa candidata tem que ser capaz de lidar com rotina dinâmica e diferentes demandas, além de ter mobilidade para residir em Ribas do Rio Pardo ou Campo Grande – MS. As inscrições ficam abertas até o dia 14 de março e devem ser feitas pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/analista-recursos-humanos-pl/640246589faafd6ac66291e0?utm_source=website

Para a área Florestal, a Suzano tem oportunidade aberta para Supervisor(a) CSC. Para concorrer à vaga os pré-requisitos são: ter Ensino Superior completo, Excel avançado e experiência em almoxarifado, abastecimento, controle de estoques e em gestão de pessoas e de estoques. É importante ter visão crítica e analítica de processos, pautada em indicadores e controles que suportem as decisões, buscar por melhoria contínua dos processos e soluções ágeis e realizar alinhamentos e negociações com as áreas cross sobre processos e seus indicadores de controle e atendimento (prazos, entregáveis, alçadas etc.). O candidato ou candidata deve saber identificar oportunidades internas e externas para aumento de produtividade para o SGS e para a Companhia e ter participação de definições e construção de novos processos estruturantes. É fundamental o gerenciamento e crítica de indicadores da área, direcionando qualquer tratativa necessária para aumento de performance ou mitigações de riscos. Além disso, espera-se que interessados e interessadas possam resolver conflitos entre as áreas de interface e clientes internos de todas as unidades para garantir o nível do serviço prestado, consigam pesquisar e implementar melhorias tecnológicas ao processo, objetivando a redução do custo estrutural das equipes e possam garantir a realização das atividades em compliance às normas aplicáveis, diretrizes de cultura, políticas internas e controles SOX pertinentes. A vaga ainda requer CNH categoria ‘B’.

As inscrições ficam abertas até o dia 15 de março e devem ser feitas pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/supervisora-csc/64091fb0de92ff43640253d5?utm_source=website.

Ainda para a mesma área, há duas vagas para Mecânico(a) I. Os pré-requisitos são: ter Ensino Fundamental completo, CNH “C”, experiência básica em Operações Florestais e formação o ou conhecimento em Mecânica. É fundamental que candidatos e candidatas residam ou estejam dispostos a fixar residência em Ribas do Rio Pardo: As inscrições ficam abertas até o preenchimento das vagas e devem ser feitas pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/mecanicoa-i/640890c25004d3b3257cb11b?utm_source=website.

Por fim, também nas operações florestais, há três vagas abertas para Operador(a) de Colheita I. Para concorrer a uma delas, os pré-requisitos são: ter Ensino Fundamental completo, experiência intermediária  de um ano como Operador(a) de Máquinas Florestais ou de Colheita (Operador de Havester, Operador de Forwarder) e CNH categoria ‘B’. As inscrições ficam abertas até o preenchimento das vagas e devem ser feitas pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/operadora-colheita-i/638dce816f2cdee1464bb34b?utm_source=website.

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://jobs.kenoby.com/Suzano).  Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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Milho e celulose alavancam balança comercial de MS que fecha com superávit de US$ 476 milhões

A Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) divulgou nesta terça-feira (7) os números Carta de Conjuntura do Setor Externo que apontaram que a balança comercial de Mato Grosso do Sul fechou o primeiro bimestre de 2023 com superávit de US$ 476,05 milhões no ano.

De acordo com as informações, o valor é resultado de US$ 1.015 bilhão de exportações e US$ 539,1 milhões de importações.

Entre os principais produtos sul-mato-grossenses exportados, Milho não moído, exceto milho doce, segue em no topo da lista com 26,47% do total exportado, totalizando US$ 268,7 milhões e com crescimento de 380,93% em relação ao mesmo período do ano passado. Já em termos de volume houve crescimento de 273,62% com 922.699 toneladas.

Na sequência está a Celulose, com 23,52% de participação, com aumento em termos de valor de 13,93% em relação a jan-fev/2022. Em termos de volume houve aumento de 0,60%.

O Gás natural, liquefeito ou não, foi o principal produto importado e representa 49,08% da pauta de importações em jan-fev/2023, acima dos valores verificados no mesmo período no ano anterior, com 18,88%.

A China foi o país que mais importou do Mato Grosso do Sul e representa cerca de 26,11% do valor total das exportações. Os países com maiores aumentos na participação foram o Irã (+1.675,07%) e Japão (+313,78%). A concentração nos dez maiores destino das exportações passou de 68,36% a 70,80% em jan-fev/2023 se comparado ao mesmo período de 2022.

Ainda de acordo com a Semadesc, os dez principais municípios exportadores responderam por 81,87% das exportações neste ano, onde com maior destaque em janeiro a fevereiro de 2023 foi Três Lagoas, com cerca de 34,91% dos valores exportados, com composição baseada sobretudo no setor de ‘Papel e Celulose’.

Fonte: Semadesc

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Casas populares de madeira de reflorestamento na Amazônia: projeto é destaque no Woodlife Sweden

Na sua apresentação, Thomé também mostrou que o Instituto Amazônia +21 se consolida como uma iniciativa empresarial para conectar oportunidades de negócios sustentáveis na Amazônia

Criar uma cadeia produtiva de madeira com base em florestas plantadas na região amazônica, para construção de habitações populares. A proposta é do Instituto Amazônia+21 e foi apresentada pelo seu presidente, Marcelo Thomé, no Woodlife Sweden, realizado em 6 de março de 2023, no Campus da Indústria, em Curitiba (PR). Também presidente da Federação das Indústrias de Rondônia (FIERO), ele foi um dos palestrantes do workshop e exposição sobre construção de madeira engenheirada promovido pela Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) em parceria com a Embaixada da Suécia e o Swedish Institute. Thomé falou no painel sobre a Financiabilidade da Construção Sustentável em Madeira no Brasil, junto com o ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, atual diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados do Banco Safra.

O evento, que também tem o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), reuniu 40 projetos realizados no país europeu com a utilização de madeira engenheirada na estrutura e composição de edificações e busca envolver entidades e empresas ligadas à cadeia produtiva de construções em madeira, visando estratégias para expandir e consolidar esse mercado no Brasil.

“Esse debate é fundamental, pois é preciso rever o papel da Amazônia na produção madeireira nacional, que tem que ser sustentável, que ao invés de desmatar pode conservar florestas. O Instituto Amazônia+21 traz um projeto com a própria CBIC, a FIERO, a Federação das Indústrias do Mato Grosso (FIEMT) e o Senai para estruturar uma nova cadeia produtiva na Amazônia para construção de casas de madeira”, revela Thomé. A prioridade é desenvolver modelos de casas de interesse social, usando madeira laminada em indústrias instaladas na Amazônia, completando uma cadeia inovadora desde o incentivo ao setor primário para reflorestamento de áreas já abertas e degradadas. O projeto prever estudos para identificação de espécies amazônicas mais adequadas para essa indústria.

Thomé destaca que o Woodlife Sweden é importante para demonstrar a diversificação das possibilidades do setor, reconhecendo o potencial de geração de negócios sustentáveis da construção com madeira. “Só assim vamos recuperar a importância relativa da construção civil no PIB brasileiro, que já foi o dobro do que é hoje. Com soluções mais baratas, diversificadas, sustentáveis e inovadoras, além de ampliar possibilidades de negócios, podemos superar a imagem de um setor associado ao desmatamento, lhe colocando em um novo patamar de contribuição para a conservação da floresta amazônica”, afirma.

“A construção com madeira também é estratégica para a descarbonização da construção civil”, ressalta Thomé, defendendo ser possível reinventar essa cadeia produtiva para agregar ganhos sociais, desde a inclusão de comunidades amazônicas no processo de produção até a destinação do produto final, como habitação de interesse social. Por fim, ele destaca que a partir de florestas plantadas, produção sustentável de material/insumo e as próprias casas de madeira, tudo contribui para retenção de carbono. “Se não temos aqui um grande gerador de crédito de carbono, o saldo é positivo e a estruturação mais limpa de uma cadeia de construções com madeira também acaba gerando créditos”, finaliza.

Na sua apresentação, Thomé também mostrou que o Instituto Amazônia +21 se consolida como uma iniciativa empresarial para conectar oportunidades de negócios sustentáveis na Amazônia com investimentos e parcerias de empresas nacionais e transnacionais, com suporte da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e das Federações das Indústrias dos nove estados da Amazônia Legal. “Há muito dinheiro disponível para financiar iniciativas sustentáveis, mas faltam projetos. Apesar de os governos aderirem aos compromissos, quem vai implementar a agenda de mitigação das mudanças climáticas é o setor privado. Então precisamos ter projetos e o Instituto vem para ajudar empresas nesse desafio, com foco na estratégia ESG e na agenda ODS”, finaliza.

Fonte – Instituto Amazonia 21

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