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MS investe R$ 20 milhões para combater incêndios e preservar meio ambiente

Para incrementar as ações de proteção do meio ambiente na região do Vale do Ivinhema, o Governo do Estado, por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) assinou nesta terça-feira (28) termos da reforma e implantação do aeródromo no Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema. Na ocasião também foi entregue um avião de combate a incêndios e um gerador de energia na localidade. A pista de pouso no local é estratégica no combate a incêndios nesta região, que teve grande incidência de ocorrências em anos anteriores. Trata-se também da primeira base de combate a incêndio florestal do Estado. Os investimentos juntos superam os R$ 20 milhões.

A solenidade, realizada dentro das instalações do parque, contou com a presença do secretário Jaime Verruck, da Semadesc, representando o governador Eduardo Riedel, o diretor-presidente do Imasul André Borges, o deputado estadual Renato Câmara, o prefeito de Jateí Eraldo Jorge Leite, o prefeito de Taquarussu Clóvis do Nascimento, a prefeita de Naviraí, Rhaiza Matos, além de autoridades do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar Ambiental e vereadores.

O primeiro termo assinado foi da reforma e implantação do aeródromo do Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema (PEVRI) e Imasul no município de Jateí. O projeto executivo do aeródromo incluiu a terraplenagem da pista de pouso e decolagem com 1.200 metros, terraplenagem do desvio do acesso e posto de combustível, drenagem e cerca de passagem de fauna. A obra foi possível por meio de termo de Compromisso de Compensação Ambiental celebrado entre Imasul e a empresa Neomille S/A, no valor de R$ 3.501.210,61.

Na oportunidade ainda foi assinado o termo de recebimento provisório da aeronave Air Tractor Modelo AT-802F do Imasul, que servirá ao combate a incêndios florestais para atender as unidades de conservação e parques do Estado. A aeronave foi fabricada em 2022 e tem capacidade de lançamento de água de 3.104 litros. Ela foi comprada a partir de um termo de Compensação Ambiental celebrado entre o Imasul e a Suzano no valor de R$ 16,5 milhões.

Ainda durante evento foi assinado um termo de recebimento de um gerador diesel para o Parque. O equipamento foi obtido graças a um termo de Compromisso de Compensação Ambiental, celebrado entre o Imasul e a Suzano, com valor de R$ 80.115,00.

Foco na sustentabilidade
De acordo com o titular da Semadesc Jaime Verruck, o governador Riedel está muito focado em sustentabilidade, mas com ações efetivas como estas entregas que foram feitas hoje no Parque. “A preocupação é tornar o Estado sustentável, mas com ações efetivas como estas que estamos entregando hoje”, explicou.

O Parque abriga a maior bacia hidrográfica de Mato Grosso do Sul que é a bacia do Rio Ivinhema, e possui um mosaico de áreas protegidas de unidades de conservação que ultrapassam 73 mil hectares. Isso acarreta muitos problemas como incêndios florestais. “Por isso a necessidade de fiscalização constante”, enfatizou o secretário. A pista, segundo Verruck, será estratégica para as ações de fiscalização ambiental do Imasul, combate a incêndios, além de dar suporte a região que está próxima a inumeras áreas de produção de grãos e polos turísticos no Rio Paraná, na divisa com SP e PR.

Deputado Renato Câmara, Secretário Jaime Verruck, diretor do Imasul André Borges e prefeitos visitaram o parque e a nova ponte – Foto Bruno Rezende

O secretário da Semadesc ainda realizou uma breve visita ao parque e entregou uma ponte construída sobre o Córrego Fumaça. Durante a visita ele recebeu do prefeito de Jateí o pedido para que Governo finalize um trecho de 20 km de estrada que liga a nova ponte até uma fazenda. “A demanda será levada por nós ao governador Riedel”, sinalizou.

Ações efetivas
O diretor-presidente do Imasul. Andre Borges ressaltou a importância da parceria do Governo do Estado em apoiar as ações do órgão ambiental, assim como das empresas da iniciativa privada. “Este evento mostra a confiança que o Imasul conseguiu obter junto ao Governo do Estado e a credibilidade na nossa atuação. Os investimentos só foram possíveis graças a confiança das empresas que acreditam no trabalho que realizamos em conservação ambiental nas unidades de preservação”, citou Borges.

Representando os prefeitos dos municípios que compõem o Vale do Ivinhema, Eraldo Leite, de Jateí, elogiou o trabalho do Governo do Estado, por meio da Semadesc e do Imasul. Ele destacou que em mais de 20 anos da criação do parque esta é a primeira vez que viu ações efetivas para o pleno funcionamento do local. “Eu venho aqui com o sentimento que agora realmente foi feita uma ação real para melhoria do parque. Agora sim estamos vendo que as medidas que deveriam ser feitas no parque agora estão acontecendo”, acrescentou.

Já o deputado estadual Renato Câmara exaltou o trabalho realizado na Unidade de Conservação e da importãncia do parque para desenvolvimento para toda a região. “Temos discutido todos os meses ações para ter medidas ainda mais contudentes para preservar o meio ambiente em MS”, pontuou.

Fotos – Bruno Rezende, Secom

Fonte: Semadesc

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Suzano comercializa 11,9 milhões de toneladas de celulose e papéis em 2022

Receita líquida da companhia atingiu R$ 49,8 bilhões, alta de 22% sobre o ano anterior

Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, vendeu 11,9 milhões de toneladas de celulose e diferentes tipos de papéis em 2022. O volume representa estabilidade em relação ao ano anterior, conforme dados apresentados em balanço divulgado nesta semana.

Ao longo do período, a Suzano comercializou 10,6 milhões de toneladas de celulose e 1,3 milhão de toneladas de papéis. A receita líquida com as vendas para todo o Brasil e para mais de 100 países totalizou R$ 49,8 bilhões, alta de 22% em relação ao ano anterior.

O forte resultado de 2022 reflete a evolução de preços globais da celulose e o robusto volume de vendas, em contrapartida à significativa pressão de custos de produção e à continuidade dos desafios enfrentados na cadeia logística global durante a maior parte do ano. Essa combinação contribuiu para que a Suzano registrasse geração de caixa operacional de R$ 22,6 bilhões e EBITDA ajustado de R$ 28,2 bilhões, ambos com alta de 20% em igual base comparativa.

“A Suzano mostrou mais uma vez, sustentada por sua competitividade estrutural e em meio a um cenário positivo de preços, a capacidade de gerar caixa mesmo diante de um ambiente de forte alta de custos e em meio ao maior ciclo de investimentos de sua história”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka. Como referência, o custo caixa de produção de celulose, sem paradas, atingiu R$ 885 por tonelada, uma elevação de 28% sobre 2021 decorrente sobretudo do impacto das commodities.

A despeito dos desafios enfrentados no ano e da aceleração no ritmo de investimentos, a forte geração de caixa no período contribuiu para a redução da alavancagem da companhia. Em dólares, a relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado caiu de 2,4 vezes ao final de 2021 para 2,0 vezes em dezembro de 2022.

Após investir R$ 32,6 bilhões entre 2019 e 2022, dos quais R$ 16,3 bilhões apenas no ano passado (157% a mais do que em 2021), a companhia planeja desembolsar mais R$ 18,5 bilhões em 2023. Somente o Projeto Cerrado receberá investimentos de R$ 8,9 bilhões (48% do total). A nova fábrica de celulose em construção no município de Ribas do Rio Pardo (MS) reúne neste momento mais de 8.500 pessoas em sua etapa de obras, número que chegará a 10.000 pessoas durante o ano. O início de produção está previsto para o segundo semestre de 2024.

            Entre outras iniciativas em curso ao longo de 2022, a companhia concluiu a construção de um terminal portuário no Maranhão, avançou em projetos de modernização nas fábricas de Aracruz e Jacareí, investiu no desenvolvimento de sua base florestal, lançou a Suzano Ventures e uma nova empresa, a Biomas (em parceria com outras cinco empresas), e avançou na construção de uma fábrica de fios têxteis por meio da joint venture Woodspin na Finlândia, em parceria com a Spinnova. A Suzano também anunciou a compra do negócio de Tissue da Kimberly-Clark no Brasil, ainda sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), e, no âmbito de seu programa de alocação de capital, realizou a distribuição de R$ 4,2 bilhões em dividendos aos acionistas e o desembolso de R$ 1,9 bilhão em programas de recompra de ações.

            Na frente socioambiental, destaque para os avanços de iniciativas voltadas ao cumprimento dos Compromissos para Renovar a Vida, o conjunto de 15 metas de longo prazo da Suzano alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). A evolução dessas metas ao longo de 2022 será detalhada no lançamento do Relatório Anual de Sustentabilidade da Suzano.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de ‘Renovar a Vida a Partir da Árvore’. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 99 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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Começou a Parada Geral 2023 da Veracel 

A manutenção preventiva das estruturas tem foco na segurança dos processos fabris, é fundamental para fortalecer ainda mais a estabilidade e a confiabilidade da fábrica e tem um importante papel de fomento à economia local. A Veracel prevê alcançar no segundo semestre a produção histórica de 20 milhões de toneladas de celulose, e a Parada Geral é uma das iniciativas que contribuem para a produtividade industrial

A Veracel Celulose, indústria com sede em Eunápolis (BA), realiza entre hoje e 19 de março a edição 2023 da Parada Geral (PG) de suas atividades industriais. Durante esse período, as operações da fábrica são interrompidas para o reparo, a manutenção e o ajuste preventivo dos diversos maquinários. A PG tem como foco a segurança dos processos fabris e, como consequência, a estabilidade da fábrica, sua produtividade, além de melhorias no processo e inovações. A Veracel prevê alcançar no segundo semestre a produção histórica de 20 milhões de toneladas de celulose, e a Parada é uma das iniciativas que contribuem para a produtividade industrial.

“A Parada Geral faz parte da atuação contínua da Veracel na prevenção e na segurança dos seus colaboradores e de suas estruturas. Ela integra nosso esforço no fortalecimento permanente da confiabilidade dos nossos equipamentos fabris, por meio da melhoria constante. Além de mais seguros, buscamos, com essa ação, gerar ganhos com confiabilidade e produtividade”, comenta o diretor industrial da empresa, Ari Medeiros. 

A Parada gera ainda um importante efeito positivo para a atividade econômica em todo o território de atuação da companhia, na região Sul da Bahia, com a criação de milhares de empregos temporários e o fortalecimento da cadeia local de serviços, principalmente nos setores de alimentação, hospedagem e transporte. 

A PG de 2023 será a mais abrangente já realizada pela Veracel, em número de pessoas envolvidas, atividades realizadas e período de duração. Ao todo, serão mobilizados 2.903 trabalhadores temporários, que vão atuar na fábrica para realizar todas as atividades previstas — são 318 trabalhadores a mais do que o número de pessoas que atuou na Parada Geral anterior, realizada em 2021. 

A Veracel e as empresas parceiras envolvidas têm como foco a contratação de mão de obra local. Do total de trabalhadores que atuarão na PG, 557 são da região – das cidades de Eunápolis, Itapebi, Itagimirim e Belmonte. O conjunto das contratações e serviços locais representa um montante financeiro direto de mais de R$ 10 milhões. 

As equipes envolvidas na PG ficarão hospedadas nas cidades de Eunápolis, Porto Seguro, Itapebi, Itagimirim, Belmonte e Santa Cruz Cabrália. Haverá um total de aproximadamente 1,4 mil pessoas hospedadas nesses municípios.

Um dos principais destaques na edição 2023 da PG será a lavagem da caldeira de recuperação química, estrutura utilizada para a fabricação de celulose e que gera energia, aproveitada no próprio processo de fabricação. O objetivo dessa ação é garantir maior segurança do equipamento, das pessoas envolvidas no seu uso e, de forma secundária, gerar ganhos de performance. Esse processo inédito na caldeira é apenas uma entre diversas atividades que serão realizadas neste ano nos equipamentos utilizados em todas as fases do processo de produção da celulose.

A PG é um evento previsto na NR13 (Norma Regulamentadora), que estabelece a obrigatoriedade na manutenção de equipamentos. 

Para realizar a Parada Geral de 2023, a Veracel adotou medidas de proteção contra a Covid-19. Será obrigatório o uso de máscaras cobrindo a boca e nariz para utilização de transportes da empresa e em situações de aproximação menor que 1,5 m entre duas ou mais pessoas, além ser imprescindível ter o esquema vacinal completo para atuar na PG e testagem Covid em um período máximo de 72 h antes do acesso.

Sobre a Veracel

A Veracel Celulose é uma empresa de bioeconomia brasileira que integra operações florestais, industriais e de logística, que resultam em uma produção anual média de 1,1 milhão de toneladas de celulose, gerando mais de 3,2 mil empregos próprios e de terceiros, na região da Costa do Descobrimento, sul da Bahia e no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Além da geração de empregos, renda e tributos, a Veracel é protagonista em iniciativas socioambientais no território. O ranking Great Place to Work (GPTW) validou a Veracel como uma das melhores empresas para trabalhar do Brasil pelo 5º ano consecutivo.

Além dos mais de 100 mil hectares de área protegida ambientalmente, é guardiã da maior Reserva Particular do Patrimônio Natural de Mata Atlântica do Nordeste brasileiro.

Fonte: Veracel

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Aperam BioEnergia é referência global em sustentabilidade
e alta performance na produção de carvão vegetal

Primeira siderúrgica no segmento de aços planos especiais a obter o balanço carbono neutro no mundo, a Aperam é também a maior produtora global de carvão vegetal. O insumo é utilizado como combustível renovável na produção do Aço Verde Aperam, em substituição ao coque, e produzido na unidade de bioenergia da empresa, localizada no Vale Jequitinhonha.

A Aperam BioEnergia cultiva atualmente 76 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto, em um modelo produtivo que é referência mundial em silvicultura e perfeitamente alinhado aos princípios da indústria 4.0, que coloca a inovação a serviço da sustentabilidade. A empresa mantém um viveiro de mudas de alta performance, com o desenvolvimento de clones melhorados geneticamente que aumentam a densidade da madeira, trazem benefício para o solo e geram um carvão vegetal de melhor performance.

O processo produtivo do carvão vegetal da Aperam BioEnergia é de última geração. Além de ter desenvolvido em seu Centro de Pesquisa e Inovação os melhores e maiores fornos do mercado mundial hoje, como o FAP 2000, está em andamento na Aperam BioEnergia um programa de investimento em modernização e automação de todo o seu parque agroindustrial, localizado no Vale do Jequitinhonha de Minas Gerais.

Para produzir 450 mil toneladas de carvão vegetal por ano, como ocorre hoje, a empresa conta com 289 fornos, dos quais 121 unidades do modelo RAC 220; 161 do tipo RAC 700; e sete unidades do FAP 2000, o maior e mais avançado do mundo. Juntos, eles produzem aproximadamente 2 milhões de metros cúbicos de carvão por ano.

O programa de modernização prevê a substituição, no médio prazo, dos atuais 283 fornos por um número menor de unidades, de maior capacidade e de melhor desempenho. Para tanto, serão trocadas 121 unidades do FAP 220, que tem uma menor capacidade, por 31 fornos FAP 2000.

Essa modernização das Unidades de Produção de Energias Renováveis (UPERs) é parte de um programa integrado de ações para tornar as operações da Aperam South America cada vez mais sustentáveis, o que foi essencial para que a empresa conquistasse, de forma inédita em seu segmento, a neutralidade entre emissões e remoções de carbono em 2022, nos escopos 1 e 2 – que contempla todas as operações da empresa.

Queimadores de gás: quase 150 mil toneladas a menos de CO2 na atmosfera

A produção de carvão vegetal a partir de florestas plantadas gera energia renovável e contribui para a preservação de matas nativas. Porém, ainda é muito associada à chaminés que lançam a todo momento gases de efeito estufa na atmosfera.

Na Aperam BioEnergia, essa imagem está cada vez mais distante. A BioEnergia está concluindo a implantação de queimadores de gases em todas as suas seis UPERs do Vale do Jequitinhonha, que produzem cerca de 450 mil toneladas por ano de carvão vegetal.

Patenteados pela Aperam, os queimadores de gases são equipamentos construídos nas unidades de produção para captar os gases gerados no processo produtivo e incinerá-los, evitando que grande parte deles sejam lançados na atmosfera.

Quando o forno é equipado com chaminés, os gases vão direto para a atmosfera. O que o queimador faz é canalizar essa fumaça para uma câmara de combustão, onde ela é incinerada. Há uma série de tubulações que conectam o forno à câmara de combustão. É uma câmara constituída pela junção de aço e refratário, com um sistema automatizado de controle de pressão e temperatura, através de um balanço do gás/oxigênio/calor controlado, gerando assim uma queima eficiente da fumaça emitida.

Quando os seis queimadores estiverem operando, juntos, impedirão a liberação no meio ambiente de quase 150 mil toneladas de dióxido de carbono. O primeiro deles foi implantado em 2018. Ainda em 2023, todas as unidades da Aperam BioEnergia estarão equipadas com a tecnologia.

Fonte: Aperam Bioenergia

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