Se você é um líder, gestor ou investidor do setor florestal brasileiro, marque na sua agenda a data do próximo HDOM Summit. O HDOM Summit é o encontro para quem deseja estar por dentro das tendências de mercado, investimentos, assim como estratégias inovadoras e inteligentes de gestão florestal. Mais de90% do público é formado por tomadores de decisão! O evento florestal de networking qualificado, que reúne os principais nomes da cadeia produtiva, vai acontecer nos dias 08 e 09 de novembro de 2023, em São Paulo. Sabendo da data com antecedência, você pode se preparar para estar junto com os principais nomes do setor de florestas plantadas. Aproveite agora o primeiro lote!
Demanda por madeira no Brasil deve chegar a 21 milhões de metros cúbicos (m³) por ano até 2030
O setor florestal brasileiro está em constante crescimento. Dados do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) apontam que até 2030 a demanda do mercado por madeira pode até quadruplicar, chegando a 21 milhões de metros cúbicos (m³). Nesse cenário, é importante que o segmento aumente a produtividade, sendo que a escolha correta das correntes para motosserras é fundamental.
Líder mundial na produção de correntes e barras para motosserras, a Oregon Tool tem a inovação como foco desde a criação da empresa, na década de 1940. Nessa época, o corte florestal era feito por serras de corte transversal, que não funcionavam em alta velocidade e prendiam nas árvores com frequência. A empresa, então, criou um protótipo de corrente de corte similar às presentes em motocicletas, modelo que é utilizado até hoje.
De lá para cá, a Oregon Tool tem buscado constantemente aumentar a resistência e a qualidade das correntes ofertadas ao mercado. Com investimentos em pesquisa e tecnologia, a companhia dispõe de equipamentos que auxiliam o setor florestal a ampliar a produtividade nos processos de corte. “Eu diria que a maior inovação da Oregon ao longo do tempo é a robustez da corrente, assim como seu modelo construtivo como um todo, um ótimo exemplo são os rebites. Essas peças eram uma das principais causas de dano e rompimento das correntes, mas a Oregon desenvolveu uma tecnologia na junção entre os rebites com um tratamento térmico especial, após identificar em testes de campo que o ponto mais frágil dos componentes é o miolo”, explica Eduardo Garcia, especialista técnico em correntes da Oregon Tool.
Outro diferencial das correntes da marca são os cortadores azuis. Além de facilitarem a identificação dos produtos da empresa, as peças contam com um tratamento químico especial, que permite maior resistência à oxidação. Isso prolonga a vida útil e, consequentemente, a produtividade do maquinário.
Atualmente, a Oregon Tool tem quatro linhas principais de correntes para motosserra, cada uma com características próprias para que se adequem da melhor forma às necessidades do mercado. Confira abaixo:
LPX – As correntes LPX carregam alta tecnologia no processo, sendo mais fortes e resistentes. O equipamento conta com melhor angulação para afiação dos dentes das correntes com as limas, bem como maior qualidade na lubrificação dos componentes durante o corte e maior amortecimento na motosserra para o operador durante o funcionamento e redução do rebote, graças à rampa de segurança.
LGX – As correntes LGX também possuem alta tecnologia nos processos. As peças apresentam guia de profundidade com formato mais pontudo, o que permite maior amortecimento e segurança em casos de rebote. Além disso, o corte com esse equipamento é mais agressivo e veloz.
73RD – As correntes 73RD são específicas para a serragem da madeira, ou seja, para empresas que desejam obter tábuas. Como os dentes apresentam um ângulo reto, a tora é serrada sem maiores danos e ranhuras na superfície.
73DX – As correntes 73DX são as mais tradicionais. Apresentam os dentes com perfil semi-quadrado e possuem um corte mais agressivo e extrema eficiência com menor esforço do operador e da máquina, indicado para uso comercial e profissional.
gigante chilena Arauco planeja começar em 2025 a construção da fábrica de celulose em Inocência, a 330 quilômetros de Campo Grande. Com investimento previsto de R$ 15 bilhões, a indústria vai precisar de 12 mil trabalhadores no pico da construção – o que significa ampliar em 776% o número de vagas de empregos na pequena cidade com 8.424 habitantes, encravada na região nordeste de Mato Grosso do Sul.
Antes de iniciar as obras, o investimento bilionário já começa a movimentar a economia da região. Por meio da empresa Mahal, a multinacional chilena já plantou 60 mil hectares de eucalipto em seis cidades da região – Inocência, Aparecida do Taboado, Água Clara, Chapadão do Sul, Selvíria e Três Lagoas. A meta é contar com 340 mil hectares para colocar a primeira estaca.
Com a indústria concluída, cuja previsão é 2028, a fábrica deve gerar 2,3 mil empregos diretos e indiretos, conforme estimativa da Arauco. Serão 250 operários na empresa, 300 indiretos e 1,8 mil no setor florestal.
O total de novos é mais que o dobro do número atual de pessoas empregadas em Inocência. De acordo com o IBGE, 1.369 moradores trabalham na cidade. Dos 8,4 mil moradores, 34% são miseráveis e sobrevivem com menos de meio salário mínimo por mês.
A Arauco pretende produzir 2,5 milhões de toneladas de celulose por ano e será a 5ª unidade em Mato Grosso do Sul. O Estado tem duas da Suzano (3,25 milhões de toneladas) e uma da Eldorado (1,8 milhão de toneladas) em Três Lagoas. A 4ª está em construção em Ribas do Rio Pardo com investimento de R$ 19 bilhões.
´Riedel e diretor da Arauco, Mário Neto, discutem detalhes do projeto (Foto: Divulgação)
De acordo com o governador Eduardo Riedel (PSDB), o Governo está definindo a contrapartida para garantir o empreendimento em Inocência. “Discutimos as contrapartidas do Estado, estradas, pavimentação, linha férrea, fibra ótica, que tem que chegar à empresa, todas as ações que o Estado tem que fazer para viabilizar esse que é um dos maiores investimentos privados do Brasil e que começa a partir de já, esse ano, a área florestal, que é a base de produção para empresa de celulose. Então, a gente entrega no dia a dia as ações do Governo do Estado para viabilizar essa unidade”, afirmou o tucano.
“Estamos muito confiantes com o projeto Sucuriú, com a cooperação do Governo do Estado e do Município. Desde o início, o projeto sempre foi estruturado dessa forma: um trabalho em equipe do Governo, do Município e da Arauco. Esse projeto, assim como o DNA da Arauco, está fortemente calcado nos três pilares da ESG (melhores práticas ambientais, sociais e de governança) e da sustentabilidade e temos certeza de que ele vai trazer desenvolvimento econômico, social, e uma pegada altamente sustentável na forma de gerir e executar os projetos aqui no Estado, fazendo com que Mato Grosso do Sul se consolide realmente como o Vale da Celulose”, afirmou o diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da Arauco, Mário José de Souza Neto.
A Arauco conta indústrias Montenegro (RS), Pien, Jaguariaiva e Ponta Grossa (PR) e unidades florestais em quatro municípios do Paraná. A empresa conta com unidades na Argentina, Austrália, Chile, Colombia, México, Peru, Estados Unidos, Europa e Oriente Médio.
Boom deve mais que dobrar o número de habitantes na pequena cidade (Foto: Arquivo)