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Veracel abre oportunidades nas áreas de Operação de Colheita e Desenvolvimento Humano Organizacional 

A Veracel, indústria de celulose do Sul da Bahia, está com vagas abertas. Oportunidades são para Bahia e Minas Gerais. Fique atento ao prazo de inscrições

Veracel Celulose está com seleção aberta nas áreas de Colheita Florestal e Desenvolvimento Humano. As pessoas interessadas para a oportunidade de Especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional têm até o dia 12 de janeiro para se inscreverem. Já as inscrições para Operadoras e Operadores de colheita seguem até o dia 31 de janeiro. Nesse caso, as vagas são para atuação na Bahia e em Minas Gerais.

Para a oportunidade de Especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional, é preciso:

  • Formação Superior Completo
  • Especialização/ Pós-Graduação em Gestão de Pessoas
  • Conhecimento em Ferramentas de Assessment
  • Disponibilidade para residir na região Sul da Bahia (Porto Seguro ou Eunápolis);


Experiência em:

  • Gestão de Carreira;
  • Gestão de Desempenho;
  • Desenvolvimento de Liderança;
  • Processo de coach e mentoring;
  • Será um diferencial experiência com sistema Success Factors;


Modelo de trabalho:

  • Modalidade híbrido.

 
Para as 18 vagas de Operadora ou Operador de Colheita Florestal, os requisitos são:

• Ensino Médio completo;

• Possuir CNH categoria “B” ou superior;

• Curso de Operação de Máquinas Florestais pelo SENAI ou equivalente;

• Ter Experiência em Operação de Máquinas Florestais (será um diferencial se o candidato possuir experiência na operação dos equipamentos Harvester ou Forwarder). 


O processo seletivo será promovido em alinhamento com os pilares de Diversidade e Inclusão da Veracel. Todas as vagas estão disponíveis para pessoas com deficiências também.

– Inscrições até o dia 17 de janeiro de 2023:
Especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional
Candidate-se, clicando aqui.


– Inscrições até o dia 30 de janeiro de 2023:
Operadora ou Operador de Colheita Florestal I – BA:
Candidate-se, clicando aqui.

Operadora ou Operador de Colheita Florestal I – MG
Candidate-se, clicando aqui.


A empresa oferece salários compatíveis com o mercado, além de benefícios como assistência médica, assistência odontológica, Cesta de Natal, previdência privada, programa de remuneração variável, programa de treinamentos, seguro de vida e vale-alimentação, entre outros.

A Veracel faz parte do ranking de melhores lugares para trabalhar da Bahia, de acordo com a consultoria global Great Place to Work – GPTW. Acesse nosso site e saiba mais sobre a empresa!


Sobre a Veracel

A Veracel Celulose é uma empresa de bioeconomia brasileira que integra operações florestais, industriais e de logística, que resultam em uma produção anual média de 1,1 milhão de toneladas de celulose, gerando mais de 3,2 mil empregos próprios e de terceiros, na região da Costa do Descobrimento, sul da Bahia e no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Além da geração de empregos, renda e tributos, a Veracel é protagonista em iniciativas socioambientais no território. O ranking Great Place to Work (GPTW) validou a Veracel como uma das melhores empresas para trabalhar do Brasil pelo 5º ano consecutivo.

Além dos mais de 100 mil hectares de área protegida ambientalmente, é guardiã da maior Reserva Particular do Patrimônio Natural de Mata Atlântica do Nordeste brasileiro, a Estação Veracel, que recebeu o Certificado de Serviços Ecossistêmicos do Forest Stewardship Council® – FSC® C017612, emitido no Brasil pela certificadora Imaflora.

Fonte: Veracel

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Navigator celebra 66 anos da primeira produção de pasta de celulose a partir de eucalipto globulus a nível mundial

Passaram 66 anos desde que se iniciou a produção industrial, a nível mundial, de pasta de papel kraft e de papel de impressão a partir exclusivamente de fibras de eucalipto globulus.

O processo viria a transformar a então Companhia Portuguesa de Celulose, que iniciou a atividade em 1953 e é hoje parte integrante da The Navigator Company.

O sucesso industrial da espécie é reconhecido a partir do início de 1957 quando um grupo de pioneiros decidiu produzir, à escala industrial, pasta de celulose para o mercado pelo processo kraft ou ao sulfato (separação química das fibras da madeira com recurso a sulfato de sódio) – o principal processo de produção de pastas celulósicas a nível mundial -, a partir de 100% de eucalipto globulus, na Fábrica de Aveiro, em Cacia.

Com uma capacidade de produção de 1,6 milhões de toneladas, nas fábricas de Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro, a Navigator é a líder europeia e a 5ª a nível mundial na produção de pasta de eucalipto, a partir de florestas certificadas plantadas exclusivamente para esse efeito.

Agora, além da pasta e do papel, o grupo está a apostar noutros subprodutos valiosos, transformando as fábricas em biorrefinarias aptas para o desenvolvimento de novos produtos e soluções sustentáveis, naturais, recicláveis, biodegradáveis, substitutos de outros de origem fóssil.

Da pasta de pinho à de eucalipto

Antes da produção com sucesso de pasta kraft para o mercado a partir exclusivamente de fibras de eucalipto globulus, a matéria-prima dominante na época para a produção de pasta para papel e papel de impressão era o pinheiro-bravo (Pinus pinaster), espécie atualmente apenas usada como fonte de fibra para papel de embalagem.

Contudo, o início da produção de pasta de papel em Cacia colocou em evidência problemas no processo de produção e na qualidade de pastas de celulose obtidas a partir do pinheiro-bravo nacional, relacionados, nomeadamente, com os elevados teores de lenhina e a respetiva estrutura molecular, bem como a consequente baixa fração de componentes celulósicos.

Pelo contrário, o reduzido teor de lenhina do eucalipto globulus e a sua estrutura química peculiar (favorecendo a sua remoção nos processos químicos de cozimento e branqueamento), assim como a consequente elevada percentagem de celulose, beneficiava o processo de produção da pasta a partir desta espécie, tornando-o mais eficiente e com menores consumos de madeira e de produtos químicos por tonelada de pasta produzida. Mas o que surpreendeu rapidamente os mercados mundiais foi a qualidade nos produtos papeleiros obtidos a partir dessa pasta de celulose.

Ao longo da década de 50, o fabrico destes produtos foi aperfeiçoado e o trabalho culminou com a primeira produção de pasta de papel kraft a partir exclusivamente de fibras de eucalipto globulus, a 4 de janeiro de 1957. No mesmo mês, a 29 de janeiro de 1957, realizava-se, pela primeira vez, o fabrico industrial papel de impressão utilizando 100% de pasta de eucalipto globulus.

Matéria-prima de excelência

Apesar de ser de uma fibra curta, à época, com menos procura e baixo valor comercial do que as fibras longas como o pinho, que na altura dominavam o mercado e eram consideradas o produto nobre, as características da pasta de eucalipto foram determinantes para catapultar a indústria portuguesa para uma história de sucesso.

A estas pastas foram reconhecidos excelentes valores de brancura, opacidade e índice de mão que, a par da formação da folha, as potenciavam como excelentes para os papéis de impressão e escrita. Por outro lado, surpreenderam também pelas resistências, tornando-as igualmente adequadas para diversas aplicações na área da embalagem.

Atualmente, a espécie mais utilizada em Portugal para a produção de pasta e papel é o eucalipto globulus, pelas suas características de adaptabilidade às condições edafoclimáticas (relativas ao solo e ao clima) nacionais, mas também por ser, graças ao trabalho dos pioneiros de Cacia, reconhecida como a melhor fibra do mundo para fazer diversos tipos de papel.  

Como matéria-prima, o eucalipto globulus é também uma espécie com elevada ecoeficiência, ao permitir menor consumo de madeira por tonelada de pasta de celulose e ao requerer menor utilização de produtos químicos nos processos de cozimento e branqueamento, garantindo a obtenção de uma pasta de melhor qualidade para muitas utilizações.

Vários países tentaram plantá-lo, mas sem sucesso, o que revela ainda mais a vantagem e as condições únicas que Portugal oferece a esta espécie.

As suas florestas são particularmente eficientes na fotossíntese, fixação de carbono e produção de oxigénio. Anualmente, e por hectare, esta espécie sequestra cerca de 11,3 toneladas de CO2, valor que representa o maior nível de captação anual das espécies presentes na floresta nacional.

A partir desta espécie é possível a obtenção de uma qualidade única de impressão, nomeadamente ao nível da formação da folha, bem como a elevada estabilidade dimensional, opacidade e brancura, alguns dos atributos que fazem das pastas Navigator a escolha das empresas líderes na indústria.

Todos os anos, os viveiros da Navigator dão vida a mais de 12 milhões de árvores. Estes viveiros – os maiores da Europa – produzem, a par do eucalipto globulus, 135 espécies diferentes de árvores e arbustos. Muitas destas, ainda que não tendo viabilidade económica, são financiadas pela Companhia, para conservação da biodiversidade e para garantir a continuidade das diferentes espécies.

Fonte: Do Papel

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Projeto de dados da Suzano economiza R$ 3 milhões na área logística

Formação interna de habilidades digitais com colaboradores permitiu desenvolvimento próprio de solução logística

A Suzano, produtora de papel e celulose, alcançou R$ 3 milhões em economia no último ano após a implementação de um projeto de otimização de estufagem de veículos. A iniciativa faz parte da jornada de transformação digital da companhia voltada para impulsionar o uso da tecnologia em diversas áreas da empresa, com a formação de funcionários internos em habilidades digitais.

Os colaboradores da Suzano recebem acompanhamento consultivo e mentorias, além de palestras com especialistas. E a partir do desenvolvimento de competências digitais, com conhecimentos em linguagens de programação, como Python, além de modelagem matemática, o time de logística da Unidade de Negócios de Papéis e Embalagens da Suzano criou um projeto focado em melhoria de estufagem de carga. A iniciativa permite transportar mais materiais em um mesmo veículo, gerando ganhos financeiros e operacionais, além dos benefícios ambientais da iniciativa. 

O resultado do projeto é fruto do movimento de transformação digital da Suzano, que teve início em 2019 com uma turma piloto, com foco na formação de novos cientistas de dados. Atualmente, a companhia conta com seis grandes pilares em sua Academia Digital: dados, inovação aberta, agilidade, desenvolvimento, criatividade e estratégia digital. 

O projeto é realizado em parceria com a Alura Para Empresas, solução de educação corporativa do ecossistema Alura. Com a construção de trilhas de estudo de mais de 1,3 mil cursos para a Academia Digital, a Suzano já capacitou, em parceria com a Alura Para Empresas, mais de 200 pessoas, e prevê formar mil colaboradores e colaboradoras até 2024. 

Engajamento digital impulsionando projetos 

De acordo com o Consultor de Engajamento Digital da Suzano, Nathan Lara, o trabalho iniciou justamente com campanhas de engajamento e consulta às lideranças. “Essa é uma conquista que começou do alto e que foi impactando os times de forma orgânica”, destaca o consultor. “Nós queremos fortalecer cada vez mais essa cultura de aprendizagem em tecnologia, não somente pelo impacto financeiro, mas pela satisfação em ver colaboradores engajados nesse universo, criando soluções inovadoras nas mais diferentes áreas”, complementa. 

Além do projeto de otimização de estufagem de veículos, outras duas iniciativas reforçam o engajamento dos colaboradores da companhia na jornada de transformação digital. Uma delas tem como objetivo treinar colaboradores no âmbito da Inteligência Artificial, para que, por exemplo, possam prever avarias em fardos de celulose e reduzir perdas de produção. Com a proposta de fazer essa identificação por meio da visão computacional e de técnicas de machine learning, todas as pessoas participantes aumentaram a produtividade e a segurança no trabalho.  

Além disso, as habilidades digitais dos times da companhia também possibilitaram desenvolver um projeto centralizado na agilidade e entrega de produtos complexos, com acompanhamento de químicos de maior impacto. Como resultado, foram construídos painéis específicos por meio do Power BI, a identificação de gaps de consumo dos produtos, maior autonomia das áreas na tomada de decisão, descentralização da informação, além de otimização de tempo. 

Atualmente, a Suzano tem 59 projetos em curso a partir da sua Academia Digital em diferentes áreas, como por exemplo, Gente e Gestão, Logística, Finanças, Papel, Celulose entre outras. Ao todo, são 165 colaboradores envolvidos nessas iniciativas. 

Fonte: IP News

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Com apoio do Estado, Ribas do Rio Pardo-MS recebe um dos maiores níveis de investimento do País

A fábrica de celulose da Suzano em Ribas do Rio Pardo já está mudando a história da cidade. O município recebe um dos maiores níveis de investimento do País, que chega a R$ 19,3 bilhões, gerando 10 mil empregos diretos. Este novo cenário está mudando a economia da cidade e contribuir para o desenvolvimento do Mato Grosso do Sul.

Esta conquista só foi possível em função do apoio do Governo do Estado, que por meio da sua política de incentivos fiscais e seus compromissos firmados, conseguiu atrair este megaempreendimento. Além disto tem uma série de contrapartidas que estão sendo realizadas em diferentes setores, como segurança, saúde, infraestrutura, educação e qualificação profissional. A obra da fábrica começou em maio de 2021, vai ter sua principal fase neste semestre e deve ser concluída no final de 2024.

“Ribas é um município que vai apresentar um dos maiores níveis de investimento do País nos próximos anos, sendo fundamental na geração de empregos. O Estado também tem a preocupação dos demais impactos, não só econômicos, por isso uma série de ações estão sendo tomadas, todas dentro do cronograma”, afirmou Jaime Verruck, secretário da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Verruck destacou que entre as medidas do Estado no município estão as obras de infraestrutura urbana na cidade, na malha rodoviária, ações na segurança pública e na educação, com a ampliação da escola estadual e também cuidando das empresas locais, com orientação e assessoria para que elas aproveitem esta nova realidade. Outro foco é a qualificação profissional dos moradores. “Serão geradas novas vagas de trabalho e queremos que as pessoas de Ribas consigam absorver estas vagas”.  

O impacto da nova fábrica vai representar 5% do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Estado. “Por exemplo a cidade no início da obra terá 24 mil pessoas, depois quando terminar vai chegar a 34 mil. A própria Suzano vai construir mil casas para os funcionários”, descreveu. 

Oportunidade de transformação

Diretor-executivo da Suzano, Luís Bueno (Foto: Saul Schramm)

O diretor-executivo de Relações Cooperativas da Suzano, Luis Bueno, destacou que tanto a empresa como o Governo do Estado tem uma série de compromissos que estão sendo cumpridos, para que este grande projeto esteja em andamento, mudando a realidade da cidade.

“Ribas tem uma oportunidade de ter uma transformação com todo este fluxo de investimento que tem sido feito. A nossa expectativa é que a população de Ribas cresça em torno de 10 mil pessoas. Para isso a gente está construindo hospital, trabalhando junto com o Governo do Estado”.

Ele também cita o crescimento em torno do município. “Abertura de supermercados, hotéis. Assim começa a circular e movimentar a economia local com uma série de outros investimentos privados, não necessariamente feitos pela Suzano, mas com empreendedores locais que começam a ir para lá. A cidade já vem sofrendo este boom”, ponderou.

Fonte: Governo de MS

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Komatsu lança produtos financeiros e traz mais opções de crédito para os clientes que querem adquirir novas máquinas

A Komatsu, líder na fabricação e fornecimento de equipamentos, tecnologias e serviços para os mercados de mineração, construção, industrial e florestal, lançou recentemente produtos financeiros via Banco Komatsu do Brasil, trazendo mais opções para quem deseja comprar uma máquina. 
 
Com operação iniciada em abril de 2016 no País, o Banco Komatsu do Brasil S/A (BKB) veio para atender às necessidades dos clientes da marca, com serviços, produtos financeiros e seguros, no intuito de fomentar as vendas e acelerar o passo na conquista por mais participação no mercado local. Desde sua fundação, a instituição vem agregando valor aos clientes da Komatsu no Brasil, facilitando a aquisição dos equipamentos da marca, oferecendo produtos financeiros, seguros e serviços que atendam todas as necessidades dos clientes, passando pelo CDC (Crédito Direto ao Consumidor), leasing, Finame, financiamento de peças e serviços.
 

Gustavo Ferreira, diretor comercial do Banco Komatsu do Brasil


“Desde o fim do ano passado, trouxemos mais produtos para atender à demanda dos nossos clientes que queriam mais opções de financiamento”, afirma Gustavo Ferreira, diretor comercial do Banco Komatsu do Brasil. A instituição lançou, então, no fim do ano, no mercado brasileiro, mais três produtos. A Nota de Crédito à Exportação (NCE)* e a Cédula de Crédito à Exportação (CCE)* são dois deles e representam um compromisso de pagamento em real, por intermédio da emissão de título de crédito com lastro em produtos de exportação. “A grande vantagem é a isenção do IOF (imposto sobre operações financeiras)”, explica Ferreira. 



O outro lançamento é o Finame TFB** (Taxa Fixa do BNDES – TFB). Esta é uma opção de taxa de juros oferecida aos clientes através de linhas de crédito do BNDES. A TFB corresponde à parcela do custo financeiro na taxa de juros e é fixa para o cliente até a quitação do financiamento. “Esta era uma demanda de clientes mais conservadores que querem saber exatamente quanto vão pagar do começo ao fim do financiamento, sem depender de grande variação. Os valores das taxas mudam diariamente, porém com pouca oscilação e são fixadas no dia da contratação”, diz Ferreira. 


De acordo com o diretor comercial, com os novos produtos será possível ter um portfólio mais completo e atender uma gama maior de clientes. “Nossa agilidade e aprovação das propostas em tempo recorde, de, no máximo 3h, são diferenciais para os clientes e, com essa agilidade, deveremos manter como referência nossos principais produtos como financiamentos de máquinas novas e usadas, além de compras de peças, compras de serviços (mecânico para fazer reparação nas máquinas, reforma de máquinas usadas) e compra de acessórios”, completa Ferreira. 

Para aumentar a praticidade entre seus distribuidores e clientes finais, o Banco Komatsu passou a adotar também a assinatura digital em seus contratos. “Nossos clientes ganham em comodidade e agilidade e nossa rede ganha em produtividade”, finaliza.


** As empresas precisam estar classificadas em uma das seguintes situações para adquirir esses produtos: ser cliente exportador direto, deve estar cadastrado na Lista de Empresas Brasileiras Exportadoras e Importadoras, publicado pelo Ministério da Economia. Ou ser cliente integrante ao processo produtivo (exportador indireto).

** A TFB aplicada a cada operação respeitará os prazos de pagamento e de carência previstos em cada instrumento financeiro e de acordo com a política de crédito do Banco Komatsu do Brasil.

Sobre o Banco Komatsu do Brasil 

Banco Komatsu do Brasil S/A iniciou sua operação em 2016 com a missão de fornecer serviços financeiros especializados para os clientes da Komatsu no Brasil e facilitar a aquisição dos equipamentos da marca nos segmentos de ConstruçãoMineração e Florestal. Com um profundo conhecimento nessas frentes de negócio e um atendimento extremamente ágil, o banco dispõe de soluções completas e personalizadas de acordo com as necessidades de cada cliente, tornando-se um verdadeiro parceiro de negócios.

Fonte: Komatsu

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