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Voith Paper fortalece estratégia como parceira da jornada de transformação digital do setor papeleiro na América Latina


·         Objetivo é amplificar conhecimento e auxiliar fabricantes da região na transição tecnológica e estender a todos os clientes da região os benefícios de produtividade, qualidade e sustentabilidade proporcionados pela automação e digitalização

·         Orientada por esse foco, Voith reforça parceria com empresa argentina de automação CPI, que se torna representante comercial de soluções de automação e digitalização da companhia na Argentina e Uruguai

·         Voith busca ampliar participação no mercado regional do seu portfólio Papermaking 4.0, o mais completo da indústria papeleira em soluções avançadas de digitalização

Na jornada da transformação digital da indústria papeleira da América Latina, a Voith Paper tem auxiliado empresas a conhecer como as soluções de automação e digitalização podem proporcionar ganhos de disponibilidade, eficiência e operação às suas fábricas de papel e celulose. A proximidade e o suporte especializado local são referenciais da atuação da companhia, orientada às necessidades dos clientes da região. Um exemplo disso é o fortalecimento da parceria de mais de 20 anos da Voith com a empresa argentina de automação e controle CPI – que atuará como representante comercial das soluções de automação e digitalização da Voith na Argentina e no Uruguai.

“Nosso objetivo é que a Voith Paper e a CPI sejam vistas como parceiras na transição digital das papeleiras da região. Queremos desfazer mitos e mostrar que as empresas podem investir de maneira gradual para realizar essa transição, e à medida que avançam nessa jornada, cada vez mais vão colhendo os frutos das melhorias em sua operação”, ressalta Ivan Medeiros, gerente de vendas de Automação e Soluções Digitais da Voith Paper América do Sul.

Evidenciar a viabilidade de um investimento gradual na automação e digitalização representa uma das frentes do relacionamento com fabricantes da região latino-americana. Esse é o posicionamento que se refletirá na interação da Voith e da CPI com clientes e prospects – sempre considerando demandas e dinâmicas distintas de negócios correlatos, com a Argentina voltada à produção de papel, e a produção de celulose no foco no Uruguai.

“Em linha com a expectativa de aumentar a nossa base instalada na América Latina, na Voith já iniciamos a capacitação da equipe da CPI para criação de uma estrutura local para atender projetos na área de automação, com suporte especializado, assistência técnica, atendimento pós-venda e portfólio de abrangente de serviços de manutenção”, afirma Daniel Ferreira, gerente de vendas da Voith Paper Argentina.

Em campo, a estratégia da Voith ao setor papeleiro latino-americano buscará amplificar o conhecimento e demonstrar benefícios trazidos às operações. Essa abordagem terá como respaldo a oferta de soluções do novo portfólio Papermaking 4.0, resultado da recente fusão das tecnologias de automação e digitalização da Voith e sua subsidiária BTG, fundamentadas por três focos da otimização da produção de papel e celulose:

• Eficiência: economia de recursos, redução de custos e estabilização da qualidade graças a malhas de controle abertas ou fechadas usando controles de processos avançados e IA.

• Disponibilidade: melhoria dos processos de manutenção e aumento da disponibilidade das máquinas.

• Operação: aplicativos intuitivos para uma ampla gama de funções, e aplicados para analisar e visualizar dados, criar sensores e atuadores virtuais, exibir painéis de controle, coletar e gerenciar dados, bem como gerar relatórios e notificações.

“Trabalharemos ainda mais alinhados às necessidades da indústria papeleira da América Latina, com foco nos ganhos de eficiência e sustentabilidade oferecidos pela digitalização, para viabilizar indicadores que, cada vez mais, nortearão as tomadas de decisão na produção de papel do futuro”, conclui Antonio Lemos, Presidente da Voith Paper América do Sul.

Sobre o Grupo Voith

O Grupo Voith é uma empresa de tecnologia com atuação global. Com seu amplo portfólio de sistemas, produtos, serviços e aplicações digitais, a Voith estabelece padrões nos mercados de energia, petróleo e gás, papel, matérias-primas, e transporte e automotivo. Fundada em 1867, a empresa atualmente tem mais de 20.000 colaboradores, gera € 4,2 bilhões em vendas e opera filiais em mais de 60 países no mundo inteiro, o que a coloca entre as grandes empresas familiares da Europa.

A Divisão do Grupo Voith Paper integra o Grupo Voith. Como fornecedor completo para a indústria papeleira, oferece a mais ampla gama de tecnologias, serviços e produtos ao mercado, fornecendo aos fabricantes de papel soluções holísticas a partir de uma única fonte. O fluxo contínuo de inovações da empresa possibilita uma produção que conserva recursos e ajuda os clientes a minimizar sua pegada de carbono. Com os produtos de automação e as soluções de digitalização líderes de mercado do portfólio Papermaking 4.0, a Voith oferece aos seus clientes tecnologias digitais de ponta para aumentar a disponibilidade e eficiência de fábricas em todas as etapas do processo produtivo.

Fonte: Voith Paper

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Suzano vende 3,1 milhões de toneladas de celulose e papéis no terceiro trimestre

Resultado alcançado entre julho e setembro de 2022 representa novo recorde para o período

Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, comercializou 3,1 milhões de toneladas de celulose e diferentes tipos de papéis durante o terceiro trimestre de 2022. O volume é 4% superior ao mesmo período do ano passado e representa um novo recorde da companhia para terceiros trimestres. Os dados constam no balanço trimestral da companhia, a maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina.

Ao longo do período, a Suzano vendeu 2,8 milhões de toneladas de celulose e 331 mil toneladas de papéis. A receita líquida, obtida a partir da comercialização de celulose e papéis para todo o Brasil e para mais de 100 países, totalizou R$ 14,2 bilhões no trimestre, um novo recorde histórico considerando todos os trimestres do ano.

O forte resultado trimestral reflete principalmente a evolução de preços globais da celulose, o maior volume de vendas e o câmbio favorável às exportações. Essa combinação contribuiu para que a Suzano registrasse geração de caixa operacional de R$ 7,2 bilhões e EBITDA ajustado de R$ 8,6 bilhões, novos recordes históricos para a companhia.

“Os números do trimestre refletem o ambiente externo favorável, o aumento do volume de vendas, a alta dos preços e nossos fortes indicadores operacionais”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka. “Diante do patamar histórico de geração de caixa, pudemos avançar em nossa agenda estratégica e nas discussões de alocação de capital”, complementa o executivo.

A Suzano, empresa que opera 11 fábricas no Brasil, incluindo a Unidade Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, planeja investir R$ 16,1 bilhões em 2022, dos quais R$ 11,2 bilhões foram desembolsados entre janeiro e setembro. O ritmo de investimento é condizente com a disciplina financeira da empresa, que viu sua alavancagem em dólar cair de 2,3 vezes a relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado no segundo trimestre para 2,1 vezes no terceiro trimestre.

A companhia também anuncia nesta semana a aquisição do negócio de Tissue no Brasil da Kimberly-Clark e o lançamento de um terceiro programa de recompra de ações.

            Esses anúncios se somam a diversas outras iniciativas realizadas desde o início do ano, incluindo a distribuição de R$ 1,8 bilhão em dividendos aos acionistas, o investimento de R$ 2 bilhões na compra de ativos florestais, o desembolso de R$ 1,9 bilhão em programas de recompra de ações, a intensificação de iniciativas ambientais e sociais para o cumprimento dos Compromissos para renovar a vida, a criação da Suzano Ventures e a construção de uma fábrica de fios têxteis na Finlândia em parceria com a Spinnova.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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