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Suzano e Senai concluem primeiro ciclo de cursos técnicos com 197 profissionais certificados em Ribas do Rio Pardo (MS)

Ação de qualificação, que contou com a parceria do Senai e apoio da Prefeitura de Ribas do Rio Pardo, foi 100% gratuita. Profissionais saem aptos a atuar nas áreas técnicas de elétrica, mecânica, automação e química.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, realizou na noite desta quinta-feira (25) o encerramento dos cursos de seu primeiro Programa de Qualificação Técnica para a Operação Industrial em Ribas do Rio Pardo (MS). A cerimônia realizada na cidade reuniu 197 novos técnicos e técnicas certificados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para atuar nas áreas de eletrotécnica, mecânica, automação e química. A expectativa da empresa é que pelo menos 50% dos(as) formandos(as) sejam contratados(as) para trabalharem nas operações da nova fábrica que a empresa está construindo no município.

“Nada é mais gratificante do que chegar aqui, neste momento, e ver o semblante de realização e esperança de um futuro melhor em cada um de vocês, que agora estão preparados para um mercado de trabalho tão desafiador”, observou o diretor de Engenharia da Suzano Maurício Miranda, responsável pelas obras de implantação da nova fábrica no município, ao cumprimentar os alunos e alunas pelo início da jornada. “Isso é tudo o que importa para a empresa: a geração de oportunidades que estamos promovendo por meio do empreendimento que, com toda certeza, está contribuindo para a transformação de muitas histórias de vida em trajetórias de sucesso”, completou.

Realizado em parceria com o Senai, com apoio da Prefeitura de Ribas do Rio Pardo, o programa integra as iniciativas que a Suzano vem desenvolvendo na região para qualificação de mão de obra para atuação em suas futuras operações industriais no município. Os cursos técnicos em mecânica, automação, eletrotécnica química começaram em novembro de 2021 e, o curso pós-técnico industrial em março deste ano. Todos os novos e novas técnicas realizaram os cursos gratuitamente e ainda receberam benefícios como bolsa-auxílio de R$ 1,5 mil e alimentação no local, entre outros.

Para Leonardo Pimenta, gerente executivo industrial da nova unidade da Suzano em Ribas do Rio Pardo, o momento representou mais um exemplo do cuidado da empresa em qualificar a mão de obra local e gerar oportunidades de trabalho para as pessoas da cidade e da região. “Promovemos ações assim por entendermos que podemos ir muito além da geração de empregos, levando conhecimento e desenvolvimento profissional como benefícios permanentes para os moradores de Ribas do Rio Pardo e de municípios da região”, afirmou, destacando a determinação da empresa em atuar sempre com um olhar local por acreditar que “só é bom para nós se for bom para o mundo”.

O Programa de Qualificação Técnica para a Operação Industrial da Suzano contou com sete turmas divididas em duas frentes: uma aberta em novembro do ano passado com participantes que concluíram o Ensino Médio, mas nunca haviam feito um curso técnico, e outra aberta em março deste ano com pessoas que já haviam feito algum curso técnico. Os cursos de formação foram ministrados pelo Senai no próprio município de Ribas do Rio Pardo, de segunda a sexta-feira, com oito horas diárias de capacitação entre aulas práticas e teóricas.

Na avaliação do diretor-regional do Senai, Rodolpho Caesar Mangialardo, a conclusão das primeiras turmas dos cursos representa uma conquista não somente dos 197 alunos concluintes, mas também da instituição e da empresa. “Estamos terminando uma formação que durou nove meses e que foi cheia de desafios. Nós todos aqui vencemos os obstáculos que surgiram, trabalhamos em equipe e hoje vemos a transformação pessoal e profissional de cada um dos alunos que passaram por aqui. Nosso objetivo está sendo cumprido, que é levar educação para as pessoas, ajudá-las a transformar suas vidas, e também apoiar o desenvolvimento do setor industrial”, concluiu.

Oportunidade única

Aline Alves Lima, de 19 anos, foi uma das alunas que concluíram o curso técnico em química e acredita ter sido o primeiro passo rumo a uma carreira de sucesso. “Eu havia terminado o Ensino Médio numa escola pública de Ribas do Rio Pardo e não sabia que profissão escolher. Já gostava de estudar Química e Biologia, então agarrei essa oportunidade e me dediquei bastante. Estou fascinada pela área! Não vejo a hora de começar a trabalhar nela e, futuramente, me graduar em Engenharia Química”, contou.

Fazer o curso técnico em automação era uma das metas do engenheiro civil Bruno Satel, de 35 anos, antes mesmo de as inscrições serem abertas pela Suzano e pelo Senai. Ele só aguardava uma oportunidade. “Sempre gostei da área de automação e buscava o curso técnico para poder unir meus conhecimentos em Engenharia e poder trabalhar especificamente com isso. A formação que tivemos foi muito boa e me fez enxergar a possibilidade de atuar em grandes empresas e alavancar minha carreira”, disse.

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br.

Fonte: Suzano

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Reunião discutiu demandas para chegada da fábrica de celulose da Arauco em Inocência-MS

Grupo chileno vai construir quinta fábrica de celulose de MS

Após o anúncio da chega do investimento da empresa chilena Arauco no Mato Grosso do Sul, iniciaram as tratativas para iniciar os trabalhos no munícipio de Inocência. 

Estiveram reunidos os representantes do Sistema Fiems com o diretor de desenvolvimento e novos negócios da empresa chilena Arauco, Mário Neto, e o prefeito de Inocência, Antônio Ângelo Garcia dos Santos, nesta quarta-feira (24/08), em Campo Grande. Na pauta, as discussões giraram em torno das demandas de capacitação de trabalhadores e oferta de serviços no local e na região.

O grupo chileno deve investir até R$ 15 bilhões para a construção de uma fábrica de celulose em Inocência. O empreendimento deve contar com 12 mil trabalhadores no pico da obra e tem previsão de entrega para o primeiro trimestre de 2028. Diante dessa perspectiva de transformação econômica e social, a empresa e o município iniciaram diálogos com parceiros para colaborar com a elaboração do plano de capacitação das pessoas e das empresas para fazer frente às demandas do projeto.

Por parte da Fiems, estiveram presentes o chefe de gabinete da presidência, Robson Del Casale, representando o presidente Sérgio Longen; o superintende regional do Sesi, Régis Borges; o superintendente do IEL, Sílvio Marães; e o gerente de educação do Senai, Rogaciano Adão Canhete Júnior
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Durante a reunião, os gestores do Sistema Fiems conheceram a política de relacionamento e proximidade da Arauco com as comunidades onde está presente e também apresentaram um panorama geral sobre a atuação da Fiems junto ao setor industrial sul-mato-grossense.

Segundo Robson Del Casale, o próximo passo será apresentar detalhadamente os serviços que a Fiems pode oferecer com base nas necessidades do município e da Arauco. “Esse é um projeto grandioso, algo que muda a realidade da região e do Estado. A ideia do Sistema Fiems é que a gente possa oferecer tudo o que existe de melhor em qualificação profissional, educação, saúde e segurança do trabalho. Assim, estaremos colaborando com essa mudança de perspectiva econômica e social do município”, afirmou via assessoria.

Mário Neto conta que a Arauco está empenhada em compreender a cultura local e garantir que a comunidade possa fazer parte do Projeto Sucuriú. “Queremos ser parte de Inocência, por isso, buscamos conhecer as potencialidades da região e da comunidade local. Com a instalação de nossa fábrica no município, oportunidades de emprego e renda surgirão. Queremos garantir que a população de Inocência esteja preparada para isso, e a capacitação profissional é uma etapa fundamental. Hoje demos um primeiro, e importante, passo nessa direção.”, explica o executivo.

O prefeito de Inocência destacou a importância de se planejar com antecedência para que o município possa atender as demandas que surgirem a partir da implantação da fábrica da Arauco.

“Esse trabalho em conjunto entre Sistema S, Arauco, município e Governo do Estado, facilitará para nós, já que temos bastante tempo para nos prepararmos diante dessa grande demanda. Tenho certeza de que, juntos com o Sistema S, vamos ter uma condição muito melhor de atender as necessidades da nossa população durante o período de construção da fábrica”, disse Antônio Garcia.

Sede da empresa Arauco Celulose no Chile, chegando em Inocência no Mato Grosso do Su

Fonte: Capital News

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“Inovação e sustentabilidade caminham juntas”, diz líder corporativa da Suzano

Mariana Lisbôa participou de encontro promovido pela CNI e falou sobre a importância das florestas e da bioeconomia. Em entrevista, ela detalhou como a empresa vem se preparando para os desafios climáticos.

A biodiversidade brasileira, que representa 20% da diversidade biológica mundial, é um dos maiores patrimônios do país. Integrar essa riqueza natural ao processo de desenvolvimento, promovendo a conservação e o uso sustentável das florestas, é um desafio, mas representa também uma oportunidade, especialmente para o setor de papel e celulose.

Na Suzano, maior produtora de celulose de eucalipto do mundo e referência global no uso sustentável de recursos naturais, a estratégia de transição para uma economia de baixo carbono envolve inovabilidade, um conceito que ganha cada vez mais relevância na agenda das empresas.


“Inovabilidade significa a junção entre inovação e sustentabilidade, pois acreditamos que esses dois pilares caminham juntos em direção a uma economia de baixo carbono”, explica Mariana Lisbôa, líder global de Relações Corporativas da empresa.


A executiva participou de painel que discutiu o papel das florestas e da bioeconomia na redução de emissões de gases de efeito estufa, no encontro Estratégia da Indústria para uma Economia de Baixo Carbono, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na entrevista a seguir, ela detalha como a empresa tem atuado em relação à sustentabilidade e se prepara para a economia de baixo carbono.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA INDÚSTRIA – Como as mudanças climáticas impactam nos negócios da Suzano?

MARIANA LISBÔA – As mudanças climáticas são um dos maiores desafios da humanidade, e ao longo dos últimos anos pudemos observar de maneira cada vez mais clara os impactos de suas consequências nos mais diversos aspectos. 

Considerando que as atividades do setor de papel e celulose dependem da gestão de florestas, que fazem uso de recursos hídricos, do solo e outros ativos ambientais é possível afirmar que as mudanças climáticas impõem desafios relevantes ao setor e à sua produtividade.

No Brasil, especificamente, as mudanças climáticas podem representar, entre outras coisas, alterações no regime de chuva, surgimento de novas pragas e impactar a fertilidade do solo.

Nesse contexto, nossa linha de atuação é investir em pesquisa e tecnologia para promover cada vez mais a redução de nossos impactos ambientais e garantir, em um eventual cenário adverso futuro, a manutenção da nossa produtividade.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA INDÚSTRIA – De que maneira sua empresa vem se preparando para uma economia de baixo carbono?

MARIANA LISBÔA – A Suzano se prepara para a economia de baixo carbono através da inovabilidade e de metas de longo prazo. A inovabilidade faz parte de nossa missão e significa a junção entre inovação e sustentabilidade, pois acreditamos que esses dois pilares caminham juntos em direção a uma economia de baixo carbono. 

A partir desse direcionador, aliado aos outros valores que nos guiam, podemos gerar e compartilhar valor para outros negócios, para as pessoas e para o mundo. 

Veja o exemplo do nosso desenvolvimento de novos produtos. Nos últimos anos lançamos tecnologias como a do Eucafluff e da Celulose Microfibrilada, e estamos desenvolvendo o Bio Óleo a partir do eucalipto. Esses são exemplos de desenvolvimentos que vieram para substituir produtos, geralmente derivados do petróleo, que tem maior impacto ambiental.

Paralelamente, buscamos impactar em todas as frentes de atuação da empresa, criando as nossas metas e compromissos de longo prazo, inspirados na década de ação da ONU. Estabelecemos uma série de metas com o prazo de 2025 e 2030 em diversas áreas, com o intuito de contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA INDÚSTRIA – Como sua empresa avalia a condução desse tema pelo Brasil e pela comunidade internacional?

MARIANA LISBÔA – Creio que o mundo tomou ações relevantes nos últimos anos, mas ainda insuficientes para atacar de forma decisiva o problema. Precisamos finalizar a implementação do Acordo de Paris que, entre outras coisas, cria mecanismos de mercado para a mitigação das mudanças climáticas, uma solução fundamental.

Adicionalmente, ainda não exaurimos no âmbito global a discussão acerca de justiça climática. Não se pode separar as questões sociais do todo, elas são parte do problema do aquecimento global e também parte da solução. Ao contrário disso, me parece que vem ganhando foco, em especial na Europa, o protecionismo climático, o que pode piorar essa equação. Os países desenvolvidos precisam se atentar para isso.

No contexto brasileiro, é notável que o país deu importantes passos na direção correta durante a COP26 e ao longo de 2022 avançou também na criação de um mercado regulado de carbono para país. Apesar disso, creio que precisamos acelerar esses movimentos no Brasil, o que passa pela urgente concretização do mercado de carbono, dos compromissos internacionais e pela priorização na adoção de outras políticas públicas que possam incentivar e trazer segurança jurídica a essa transição.

Fonte: Portal da Indústria

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