Hoje muitos jogos de videogame têm como opção caracterizar seus personagens, carros ou demais itens do jogo. Você pode escolher a cor do cabelo e que roupa vai vestir, você pode escolher o jogador para o seu time e montar seu próprio uniforme, ou escolher as luzes do carro, o chassi, e a qualidade do motor. Tudo é possível no universo digital. No mundo real, também, e isso acontece com máquinas florestais.

A personalização das máquinas ultrapassa o universo digital para alcançar a real necessidade dos clientes que usam máquinas de colheita florestal, por exemplo. O grande objetivo consiste em alcançar com precisão tudo aquilo que o operador e o gestor demandam para obter uma operação eficiente e segura, e isso vai desde itens de maior conforto até mesmo tecnologias que melhoram a performance das máquinas durante a operação.

A personalização do equipamento – e seus implementos – se torna fundamental no ambiente florestal, visto que as necessidades de manejo são diferentes e suas especificações precisam ser respeitadas para o sucesso de um negócio.  Entenda aqui que para cada perfil de floresta e qualidade final exigida, justificam a escolha de uma máquina com características e acessórios que resultem em melhor desempenho da operação.

Marmita quente e operação com eficiência

Quando falamos em personalizar uma máquina, estamos sim tratando o tema com riqueza de detalhes. Para aumentar o conforto do operador, por exemplo – e até sua performance pessoal – existem diversos itens que podem ser adquiridos de fábrica ou mesmo adicionados posteriormente.

Um operador pode contar com um aquecedor de alimentos, para que suas refeições sejam feitas no local, haja vista a impossibilidade de deslocamento no meio de uma operação florestal, por exemplo. E se tratando das altas temperaturas brasileiras, um pequeno frigobar também se torna item de desejo e necessidade. Ambos podem ser instalados.

Um assento desenvolvido exclusivamente para a operação florestal

 Não podemos deixar de mencionar sobre o deslocamento dessas máquinas em terrenos difíceis, com pedras, tocos e outros obstáculos. Nessa situação, o estresse sobre o operador é ainda maior. A PONSSE, fornecedora de máquinas para colheita florestal CTL (Cut-to-Length) entendeu a necessidade dos clientes e hoje oferta um banco especialmente desenvolvido para o trabalho nas áreas florestais, cuja ergonomia favorece o trabalho inclusive em áreas declivosas, com nivelamento de banco em todas as direções, esquerda-direita e frente-trás.

Operações cada vez mais automatizadas

A nível de tecnologia, fornecedores estão cada vez mais desenvolvendo soluções que assistam ao operador e reduzam suas movimentações ao final do turno, isto é, tornando operações cada vez mais automatizadas. É o caso de harvesters e forwarders da PONSSE que podem ser adquiridos com a funcionalidade Active Crane. Com o simples toque de um botão, a função é ativada e o movimento da grua como um todo é executado da melhor forma possível, sem desperdícios de tempos e consumos. Até mesmo operadores iniciantes conseguem executar a operação com perfeição.

Pneus resistentes a furos e cortes

A Ponsse em parceria com a Gripmaster, uma das maiores empresas especialistas em pneus e provedora de soluções sustentáveis para máquinas e equipamentos fora de estrada, oferece como opcional para forwarders, a solução 3S de preenchimento de pneus.

Para quem busca maior confiabilidade, eliminar paradas inesperadas por furos ou cortes nos pneus, e maior segurança mitigando o risco de explosão ou qualquer outro risco associado a pneus cheios de ar, o 3S é a solução perfeita para sua operação. Preserva a integridade física do operador e das pessoas que trabalham próximo ao equipamento, além de contribuir diretamente com o meio ambiente por ser parte do processo de economia circular.

Segundo Bernardo Bissolotti, gerente de soluções da Gripmaster, “Na visão de médio e longo prazo, é notório que o custo/benefício da aplicação desta solução é muito expressivo, pois além de reduzir os custos operacionais atrelados aos pneus também aumenta a disponibilidade mecânica dos equipamentos. Trata-se de uma solução que converge os conceitos de produtividade e sustentabilidade pois proporciona retornos financeiros significantes e possui o selo verde por ser reciclável e prover responsabilidade ambiental.”

Cabeçotes para qualquer floresta e necessidade

E a personalização não para por ai. O cabeçote, implemento acoplado na extremidade da grua do harvester, utilizado na operação de corte e processamento, pode receber diversos adicionais, desde opção para descascamento da árvore à sistema de tratamento de cepas. Tudo depende do objetivo do manejo.

Se sua operação for noturna, que tal luzes na caixa de serra? Processamento de mais de uma árvore por vez? Escolha um modelo multi-steeming, com facas mais compridas e anguladas. Motores de rolos mais potentes ou mais velozes? Tudo é possível.

Exclusividade para áreas declivosas

Nós do Enraíze-se já falamos em alguns posts nas nossas redes sociais sobre as particulares da operação de colheita em terrenos íngremes. É uma operação desafiadora e que, para garantir ainda mais segurança sem deixar de produzir, alguns itens opcionais farão a diferença.

A tecnologia está envolvida em todo o processo e traz consigo maior tranquilidade para o operador. Um dos opcionais é o  SAAF (sigla em português para Sistema de Assistência Auxiliar de Frenagem), que pode ser instalado em uma máquina Ponsse e que serve para assistir o operador no caso da necessidade de frenagem de emergência. Ele – o sistema – detecta uma anormalidade na velocidade de deslocamento da máquina e aciona automaticamente os freios de parada, contribuindo assim para uma operação de colheita ainda mais confiável em áreas íngremes.

Um outro opcional que para muitos pode não ser uma novidade, mas impossível não o mencionar aqui, seria o guincho de tração auxiliar. Além de minimizar os danos causados ao solo, o guincho ajuda a máquina florestal a permanecer altamente produtiva de forma segura e ecologicamente correta, minimizando os danos causados ao terreno e dando mais segurança durante a operação. Lembrando que o guincho não tem capacidade de “puxar” a máquina, mas sim auxiliar no aumento de tração.

Existem outras necessidades menos comuns nas operações de colheita no Brasil, mas de grande valor para o mercado norte-americano, por exemplo. O Marcador de Cor é uma inteligência que diferencia as toras da madeira recém-processadas em classes de diâmetros (sortimentos), fazendo marcações adequadas para que depois a madeira seja separada e destinada para a indústria correta, seja ela para serraria, celulose ou mesmo para geração de energia.

Esses foram alguns dos opcionais que escolhemos para exemplificar a possibilidade de personalização das máquinas florestais. Ficou curioso e quer saber com mais detalhes a gama de opcionais disponíveis para harvesters, forwarders e cabeçotes? Então faça o download do nosso Ebook sobre o assunto e/ou converse com a equipe de vendas da Ponsse (mailto:%20rodrigo.marangoni@ponsse.com)

Fonte: Ponsse

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