66d63b4ac74120b1ce404235_Suzano-Ribas-do-Rio-Pardo-696x392.jpeg

Suzano divulga oito oportunidades de trabalho em Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, por meio da Plataforma de Oportunidades da empresa.

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global em bioprodutos de origem renovável, está com oito novos processos seletivos abertos para atuação nas unidades de Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS). As oportunidades contemplam diferentes áreas, incluindo produção industrial, silvicultura, manutenção, operações florestais e programas de aprendizagem.

Para Ribas do Rio Pardo, há oportunidades para os cargos de Gerente de Silvicultura, Aprendiz de Produção, Operador(a) de Máquina de Usinagem I, Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos), Analista de Manutenção Pleno, Mecânico(a) I e Operador(a) de Máquinas Florestais. Já em Três Lagoas, há uma vaga para Consultor(a) de Produção Secagem.

As inscrições estão abertas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, deficiência e/ou orientação sexual, e podem ser realizadas por meio da Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/).

Confira abaixo a lista completa das vagas disponíveis e os respectivos prazos de inscrição. Nas páginas, é possível consultar os pré-requisitos, atribuições e benefícios oferecidos pela empresa.

Ribas do Rio Pardo

Gerente de Silvicultura – inscrições até 05/02/2026: Página da vaga | Gerente de Silvicultura

Aprendiz de Produção – inscrições até 08/02/2026: Página da vaga | Aprendiz de Produção

Operador(a) de Máquina de Usinagem I – inscrições até 08/02/2026: Página da vaga| Operador(a) de Máquina de Usinagem I

Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos) – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Analista de Manutenção Industrial (Custos e Contratos)

Analista de Manutenção Pleno – inscrições até 09/02/2026: Página da vaga | Analista de Manutenção Pleno

Mecânico(a) I – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Mecânico (a) I 

Operador(a) de Máquinas Florestais – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Operador(a) de Máquinas Florestais

Três Lagoas

Consultor(a) de Produção Secagem – inscrições até 09/02/2026:  Página da vaga | Consultor(a) de Produção Secagem

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). A Suzano reforça que todos os processos seletivos são gratuitos, sem a cobrança de qualquer valor para garantir a participação, e que as vagas oficiais estão abertas a todas as pessoas interessadas. Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

tres_lagoas-1-scaled-1-420x280_c

Três Lagoas mantém protagonismo no comércio exterior em 2025 e se destaca na exportação de celulose

Três Lagoas encerrou o ano de 2025 reafirmando sua posição de destaque no comércio exterior, com desempenho expressivo nas exportações e saldo comercial amplamente positivo. Os dados fazem parte da Retrospectiva 2025 do Observatório do Comércio Exterior, elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEDECTI), por meio da Diretoria de Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade.

De acordo com o levantamento, o município alcançou US$ 3,05 bilhões em exportações, com crescimento de 5,8% em relação ao ano anterior. O volume exportado ultrapassou 2,7 milhões de toneladas, resultado que consolida Três Lagoas como um dos principais polos exportadores industriais de Mato Grosso do Sul e do Vale da Celulose.

As importações somaram US$ 415,8 milhões, registrando crescimento de 1,2%, o que resultou em um saldo comercial positivo de US$ 2,63 bilhões. O desempenho evidencia a força da base produtiva local e o alto valor agregado da pauta exportadora do município.

O grande destaque das exportações foi a celulose, responsável por mais de 90% do valor total exportado, reforçando o papel estratégico do setor florestal-industrial na economia local. Outros produtos, como soja processada, papel e cartão, também contribuíram para a diversificação, ainda que em menor escala.

A China manteve-se como o principal destino das exportações de Três Lagoas, absorvendo a maior parte do volume e do valor exportado. Países como Holanda, Estados Unidos, Itália e Argentina também estão entre os principais parceiros comerciais do município, demonstrando a inserção consolidada da produção local em mercados globais.

O Observatório do Comércio Exterior é uma ferramenta estratégica que permite o acompanhamento contínuo dos fluxos de exportação e importação, subsidiando políticas públicas, atração de investimentos e planejamento econômico.

“A Retrospectiva 2025 confirma que Três Lagoas segue em trajetória de crescimento sustentável, com forte integração ao comércio internacional e papel relevante no desenvolvimento econômico regional e estadual”, afirmou Frank Moraes, diretor de Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade.

3b6ee59d2754482392fc29664819940a_858x483

Integração pecuária-floresta fortalece produção rural sustentável no RS

Integração pecuária-floresta fortalece sustentabilidade e reduz emissões.

Na região Central do Rio Grande do Sul, árvores e animais dividem o mesmo espaço em um sistema que garante equilíbrio e vantagens para o produtor e para a natureza. O silvipastoril, que integra pecuária e floresta, melhora o conforto dos rebanhos, protege o solo e auxilia na manutenção da qualidade da pastagem durante o ano todo. Após assistir a uma reportagem de televisão, Derli Monteiro decidiu implantar o sistema em São Francisco de Assis. A iniciativa gerou bons resultados, e hoje o produtor rural mantém piquetes de 25×200 metros em uma área de 13 hectares, onde cerca de 60 animais fazem o pastejo rotativo.

“O sistema silvipastoril é bastante eficiente e resiliente, e é fácil de se manejar. O seu Derli, por exemplo, consegue ter uma lotação alta de animais na área, com retorno sempre garantido”, comenta o extensionista da Emater/RS-Ascar, Mauro Bruno.

Os benefícios da integração podem ser observados no manejo do gado de leite, de corte e até de ovinos. O sombreamento reduz o estresse térmico dos animais no verão, já no inverno a floresta ajuda a proteger contra os efeitos da geada. A cobertura vegetal também diminui a suscetibilidade à erosão, auxilia na incorporação de matéria orgânica no solo e melhora a infiltração da água. E o produtor vê vantagem financeira com a possibilidade de diversificação da renda a partir da venda de madeira.

Outro produtor que decidiu apostar na integração pecuária-floresta é Laurindo Beling, de Agudo. Depois de décadas cultivando eucalipto, ele implantou uma área de dois hectares de silvipastoril por incentivo da Emater/RS-Ascar. O resultado deu tão certo que o trabalho foi premiado na Feira da Floresta, em 2017, tornando-se uma referência na região.

“Eu achei que não podia fazer mais nada, e veio a minha premiação. Daí de tanto que eu gostei, falei com a Emater e marcamos mais dois hectares. Agora eu não paro mais”, celebra o produtor.

Segundo a extensionista da Emater/RS-Ascar Luana Tironi, o trabalho desenvolvido por Beling é referência no município. “A gente fica muito contente e incentiva outros produtores a aderirem, porque o sistema dá um resultado muito produtivo”, avalia.

MITIGAÇÃO DOS IMPACTOS DOS GASES DE EFEITO ESTUFA

Além de contribuir para o conforto térmico dos animais e a manutenção da produtividade da pecuária, o sistema silvipastoril garante ganhos ambientais, dentre os quais está o auxílio no sequestro de carbono, reduzindo os impactos dos gases de efeito estufa.

“A implantação de árvores é uma das formas mais eficientes de se sequestrar carbono para neutralizar os efeitos dos gases de efeito estufa. O sistema também possibilita incorporar matéria orgânica no solo, o que resulta ainda na melhoria da infiltração de água no solo”, afirma o extensionista Gilmar Deponti.

Considerando as características da propriedade da família de Laurindo Beling, como a quantidade de árvores e a velocidade com que elas crescem, Deponti calcula que um hectare de floresta consegue compensar a emissão de metano liberado por cerca de 10 bovinos. Na prática, isso significa que aproximadamente 15 árvores são suficientes para neutralizar as emissões de um único animal.

“Quando analisamos esses números, percebemos o quanto é fácil a agropecuária ser positiva em termos de acumulação de carbono, e não em geração de gases de efeito estufa. Basicamente, trabalhando com o plantio de árvores”, enfatiza.

A integração entre lavoura, pecuária e floresta é inclusive uma das ações que compõem o projeto ABC+, da Emater/RS-Ascar. A iniciativa interna da Instituição está ligada ao Plano de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (ABC+ RS), realizado no Estado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

“No ABC+ trabalhamos algumas práticas de produção sustentável que visam melhorar a produtividade, melhorar a eficiência das atividades e, como consequência, melhorar o balanço da emissão de gases de efeito estufa”, explica o coordenador do projeto na Emater/RS-Ascar, Elder Dal Prá.

ESTUDO AVALIA BENEFÍCIOS AMBIENTAIS DO SISTEMA

A prática é também objeto de pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com a Emater-RS/Ascar e outras instituições. O estudo envolve professores e estudantes de graduação e contará com coletas em Agudo, São Francisco de Assis, Dilermando de Aguiar e Cacequi, incluindo as propriedades de Monteiro e Beling.

O docente da UFSM e coordenador da pesquisa, Jorge Farias, ressalta que dentre as soluções baseadas na natureza, o plantio de florestas é a melhor alternativa para retirar carbono da atmosfera e mitigar os efeitos do aquecimento global. “Nosso estudo, basicamente, está voltado para isso, mostrar que o produtor rural pode melhorar a sua produtividade, o conforto dos animais, melhorar a sua renda e contribuir com a sociedade global a partir do plantio de florestas”, reforça.

De acordo com o professor, a pesquisa analisa diferentes aspectos, que vão desde o crescimento das árvores até o estudo sobre quanto o plantio continuado de florestas está fixando carbono no solo a partir da decomposição de matéria orgânica.

O extensionista Gilmar Deponti completa destacando a importância de pesquisas como essa para o desenvolvimento de soluções sustentáveis na agricultura. “Quanto mais a gente conhece o assunto, mais a gente percebe o quanto é fascinante trabalhar com esses números, e o quanto isso pode ajudar até mesmo a esclarecer para a sociedade que o agronegócio é viável, inclusive na questão dos gases de efeito estufa, com um balanço muito favorável”, finaliza.

incendios-florestais-podem-ocorrer-devido-a-baixa-umidade-relativa-do-ar-canva-nd-mais

Inmet emite novo alerta e aponta risco de incêndios florestais em estados sob onda de calor

Em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, a umidade relativa do ar varia entre 20% e 30%, o que aumenta o risco do fenômeno.

Áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, já afetadas pela onda de calor que atinge a região, entraram em alerta amarelo do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) nesta quarta-feira (4), às 10h05, por baixa umidade relativa do ar. Nesses locais, o índice varia entre 20% e 30%.

Incêndios florestais podem ocorrer devido à baixa umidade relativa do ar.
Incêndios florestais podem ocorrer devido à baixa umidade relativa do ar
Foto: Canva/ND Mais
Áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, já afetadas pela onda de calor que atinge a região, entraram em alerta amarelo do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) nesta quarta-feira (4), às 10h05, por baixa umidade relativa do ar. Nesses locais, o índice varia entre 20% e 30%.

Há baixo risco de incêndios florestais e de problemas à saúde, mas o órgão ainda assim mantém o aviso. As regiões afetadas são:

  • Serrana;
  • Sudoeste Rio-grandense;
  • Noroeste Rio-grandense;
  • Oeste Catarinense;
  • Centro Ocidental Rio-grandense;
  • Sudeste Rio-grandense;
  • Nordeste Rio-grandense;
  • Centro Oriental Rio-grandense;
  • Metropolitana de Porto Alegre.

Fonte: ND Mais

incendios (Pequeno)

Pena por incêndios florestais pode subir para 10 anos de prisão

Projeto que tramita em caráter conclusivo prevê ainda penas específicas para incêndios em APPs e em Unidades de Conservação.

A pena para quem comete incêndios em florestas ou vegetação nativa deve aumentar, podendo chegar a até 10 anos de prisão. É o que prevê o Projeto de Lei 3577/24, do deputado Júnior Mano (PSB-CE), que acaba de ser aprovado na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

Atualmente, a pena para incêndio em mata ou floresta é de reclusão de dois a quatro anos, além de multa. Pelo novo texto, a pena passará a ser de dois a cinco anos de reclusão e multa, quando houver dano ambiental relevante ou risco de propagação para vizinhos.

O projeto ainda prevê que a punição pode chegar de três a sete anos de reclusão se o incêndio ocorrer durante o período oficial de emergência ambiental federal com restrições ao uso do fogo. E nos casos mais graves, que envolvam morte de vítimas, prejuízo econômico expressivo ou comprovação de ação intencional, a pena poderá chegar a até 10 anos de prisão.

Áreas de preservação
Áreas protegidas também são citadas no projeto de lei, podendo ter penas agravadas em ⅓ em caso de incêndios em Áreas de Preservação Permanente (APP) e dobradas em Unidades de Conservação de Proteção Integral, como parques nacionais.

A proposta, que pretende alterar a Lei de Crimes Ambientais, tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, mas ainda será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição, Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agro Estadão

b04316e038ae7d0a91c0bf33b3305bb0270

Incêndios devastam mais de 40 mil hectares de floresta na Patagônia argentina

Fogo iniciado de forma intencional ou por negligência já afetou milhares de hectares na província de Chubut.

Mais de 40 mil hectares de floresta foram devastados por incêndios na Patagônia argentina, segundo autoridades locais. Os focos de incêndio começaram em meados de dezembro de 2025 na província de Chubut, no extremo sul do país, causando graves prejuízos ambientais à região.

De acordo com Rubén Oliva, presidente da Federação de Bombeiros Voluntários da jurisdição, os incêndios tiveram origem em ações intencionais ou por negligência humana. “Já ultrapassamos os 40.000 hectares queimados até o momento, mas esse número está sendo constantemente atualizado”, afirmou Oliva à Sputnik.

Investigações forenses confirmaram o uso de acelerantes para propagar o fogo, informação já repassada à Justiça pelas autoridades locais.

Informações: Sputnik Brasil

WhatsApp-Image-2026-02-02-at-13.48.54-1 (Pequeno)

Rota da Celulose representa avanço em competitividade logística, destaca secretário

A Rota da Celulose – trechos rodoviários que compreendem 870 quilômetros de estradas estaduais e federais ligando Campo Grande à Costa Leste do Estado – teve o contrato de concessão firmado e o início das obras foi marcado por um ato no auditório da Governadoria, na manhã dessa segunda-feira (02). O consórcio Caminhos da Celulose, formado por sete empresas lideradas pela XP Investimentos, vai aplicar cerca de R$ 10 bilhões em melhorias no projeto, entre duplicação, construção de terceira pista, acostamento, reforma e readequação da cobertura asfáltica existente, infraestrutura e uma série de intervenções.

Para o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, a concessão da Rota da Celulose representa um avanço em competitividade logística que produzirá transformações profundas em Mato Grosso do Sul nos próximos anos. “Isso vai agilizar as viagens, permitir mais segurança nas vias, e vai, principalmente, atender a esse grande fluxo de atração de investimentos que foram realizados nos últimos anos. É fundamental que, através da logística, de investimentos em rodovias, que a gente mantenha a competitividade de nosso Estado”, afirmou Verruck.

O ato para celebrar o início das atividades do Consórcio Caminhos da Celulose trouxe a Mato Grosso do Sul a ministra do Planejamento, Simone Tebet, tendo em vista a parceria entre os Governos federal e estadual no projeto. Também os empresários Luiz Fernando De Donno e Rafael Fulanetti, da XP Investimentos. Estavam presentes, além do governador Eduardo Riedel, deputados federais e estaduais, senadores, secretários de Estado, empresários e prefeitos e vereadores das cidades impactadas pelo projeto.

Investimentos

A concessão compreende os trechos da BR-262, entre Três Lagoas e Campo Grande; da BR-267, entre Bataguassu e Nova Alvorada do Sul, e das MS-040, 338 e 395, entre Campo Grande e Bataguassu. São 870 quilômetros de rodovias pavimentadas que receberão melhorias pelos próximos 30 anos. O trecho de pouco mais de 100 quilômetros entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo, da BR-262, será duplicado. Serão construídas, ainda, faixas adicionais num total de 254 quilômetros e acostamento em outros 456 quilômetros de rodovias.

O sistema de pedageamento será no modelo Free Flow, em que o motorista paga por um aplicativo no fim da viagem, conferindo mais agilidade ao tráfego. Além disso, as rodovias serão monitoradas por 484 câmeras de segurança e a cada 60 quilômetros, no máximo, haverá um posto de atendimento aos viajantes. O consórcio se comprometeu, ainda, a construir contornos rodoviários, melhorar e fazer novos destacamentos policiais, instalar equipamentos de conectividade ao longo de todo percurso.

O governador Eduardo Riedel destacou o caráter eclético do investimento que uniu Estado e União, setores público e privado, numa grande “convergência de propósitos”. Riedel frisou que Mato Grosso do Sul já tem mais rodovias pavimentadas do que sem pavimentação em sua malha viária e disse que os projetos de pavimentação em andamento ou já contratados serão responsáveis por uma “transformação profunda” no Estado.

Texto: João Prestes
Fotos: Mairinco de Pauda

f31e88ed373343dcb2f86b1131a53a12_858x483 (Pequeno)

Silvicultura contribui para segurança alimentar em Minas Gerais

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais informou que a relação entre florestas plantadas e produção de alimentos integra a cadeia produtiva do setor agroindustrial no estado. Além do fornecimento de matéria-prima para celulose, papel e carvão vegetal, as florestas plantadas são utilizadas como fonte de energia e insumo produtivo em diferentes etapas da produção de alimentos. Minas Gerais concentra a maior área de florestas plantadas do país, com 2,3 milhões de hectares, e a pasta aponta o fortalecimento da silvicultura como uma das prioridades do governo estadual, com foco também na contribuição para a segurança alimentar.

A Seapa, por meio da Superintendência de Fomento Florestal, desenvolve ações voltadas à ampliação das florestas produtivas, com ênfase na implantação em áreas de pastagens degradadas, com objetivo de recuperação ambiental. As iniciativas incluem apoio e fomento aos produtores florestais, articulação de parcerias públicas e privadas e interlocução para a superação de entraves à produção.

A superintendente de Fomento Florestal da Seapa, Taiana Arriel, afirmou que “o uso da madeira advinda das florestas plantadas é fundamental para garantir a segurança agroalimentar, preconizada pelos governantes globais, já que muitos alimentos que chegam à nossa mesa dependem da madeira em alguma fase do seu processo produtivo”. Segundo ela, cresce o uso da madeira de reflorestamento como fonte energética e insumo produtivo na agroindústria, especialmente no setor de alimentos. “A madeira e seus derivados, especialmente o cavaco de eucalipto e a lenha, são utilizados como biomassa para geração de energia térmica em laticínios, granjas, frigoríficos, usinas de beneficiamento e fábricas de ração animal”, declarou.

De acordo com a secretaria, o cavaco é empregado no aquecimento de caldeiras, na pasteurização do leite, na secagem de grãos, na esterilização de equipamentos e na climatização de granjas, substituindo combustíveis fósseis e reduzindo emissões de carbono. No meio rural, também é utilizado como cobertura do solo, no controle da erosão e na manutenção da umidade, com impactos sobre a produção agrícola e pecuária.

As florestas plantadas representam a maior cultura agrícola de Minas Gerais, com área superior a 2 milhões de hectares, e estão presentes em 811 dos 853 municípios do estado. Minas concentra 22% da área total de florestas plantadas do país, estimada em 10,3 milhões de hectares. A agroindústria florestal mineira mantém área de vegetação nativa equivalente a 40 vezes o tamanho de Belo Horizonte e, em média, cada habitante do estado corresponde a 187 árvores plantadas pela atividade florestal.

design-sem-nome-18- (Pequeno)

Rota da Celulose: plano emergencial quer recuperar 150 km de rodovias estratégicas para setor em MS

Obras dos primeiros 100 dias já começaram pela MS-040 e incluem tapa-buracos, limpeza e reforço da sinalização.

O Consórcio Caminhos da Celulose iniciou, um plano emergencial de reparos em 150 quilômetros de rodovias da Rota da Celulose, em Mato Grosso do Sul. As ações fazem parte dos primeiros 100 dias da concessão, apresentados nesta segunda-feira (2), em Campo Grande.

O plano emergencial prevê serviços de tapa-buracos, limpeza das pistas e reforço da sinalização. Segundo o consórcio, as obras já começaram na MS-040, trecho considerado crítico para a segurança viária, e serão realizadas de forma distribuída em toda a malha concedida.

“São 150 quilômetros de recuperação distribuídos por toda a malha. Não é concentrado em um único trecho”, afirmou o diretor-presidente do Consórcio Caminhos da Celulose, Luiz Fernando de Donno. Segundo ele, os pontos atendidos foram definidos a partir de levantamentos técnicos.

Rodovias cruciais para cadeia da celulose

A concessão reúne 870 quilômetros de rodovias federais e estaduais, que concentram tráfego intenso de caminhões ligados à cadeia da celulose. O objetivo das intervenções emergenciais é melhorar as condições de tráfego e reduzir riscos de acidentes, enquanto os projetos estruturais de longo prazo são preparados.

O consórcio informou que já está instalado no estado, com sede em Campo Grande, e que prioriza a contratação de mão de obra local. “Nós já temos colaboradores contratados, e a prioridade é empregar trabalhadores da região”, disse De Donno.

De acordo com a concessionária, não há possibilidade de redução das obras previstas em contrato. A flexibilidade citada no edital se refere apenas a eventuais ampliações.

“A flexibilidade existe para o caso de crescimento do tráfego. Não há previsão de diminuir quilometragem”, explicou o diretor-presidente.

Concessão 870,3 km de rodovias

O contrato de concessão de 870,3 km de rodovias tem duração de 30 anos e prevê R$ 10,1 bilhões em investimentos. Entre as melhorias programadas ao longo do período estão duplicações, terceiras faixas, acostamentos, marginais e contornos urbanos.

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, destacou que projetos de infraestrutura exigem altos investimentos e dependem da parceria entre o poder público e a iniciativa privada.

“Logística é um dos investimentos mais caros do país. Ninguém faz nada sozinho. É fundamental a parceria entre o governo federal, os estados e a iniciativa privada para viabilizar obras desse porte”, afirmou.

O governo do estado afirmou que vai acompanhar e fiscalizar a execução da concessão, para evitar atrasos e descumprimento de obrigações contratuais.

O governador Eduardo Riedel destacou a importância da parceria entre os entes públicos e a iniciativa privada. “O Estado é parceiro, fiscaliza e garante que o usuário receba exatamente o que foi contratado”, afirmou.

As rodovias que fazem parte do projeto são:

  • BR-262: entre Campo Grande e Três Lagoas;
  • BR-267: entre Nova Alvorada do Sul e Bataguassu;
  • MS-040: entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo;
  • MS-338: entre Santa Rita do Pardo e o entroncamento com a MS-395;
  • MS-395: entre o entroncamento da MS-338 e Bataguassu.

A concessão prevê a duplicação de 115 quilômetros nas rodovias em até oito anos. A maior parte das obras será na BR-262, com 101,7 quilômetros de pista dupla, incluindo o trecho entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo e o contorno de Ribas do Rio Pardo. Já os 13,5 quilômetros restantes ficam na BR-267, perto da divisa entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, com obras previstas entre o sétimo e o oitavo ano da concessão.

Para o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, a concessão representa competitividade logística.

“Isso vai agilizar as viagens, permitir mais segurança nas vias, e vai, principalmente, atender a esse grande fluxo de atração de investimentos que foram realizados nos últimos anos. É fundamental que, através da logística, de investimentos em rodovias, que a gente mantenha a competitividade de nosso Estado”, afirmou Verruck.

Pedágio

A cobrança de pedágio só poderá começar após a conclusão das etapas iniciais previstas em contrato, o que deve ocorrer a partir do 12º mês de concessão.

O sistema adotado será o Free Flow, sem praças físicas. “O usuário não precisa parar. O pagamento poderá ser feito por tag ou pela plataforma digital da concessionária”, explicou De Donno.

A assinatura do contrato de concessão entre o governo do estado e o Consórcio Caminhos da Celulose está marcada para sexta-feira (6), em Inocência.

2xmvc1q6xy68c

União garante à Bracell energia na “porta da fábrica” em 2029

Governo do Estado pediu ao ONS oferta de energia e novos leilões para ampliar capacidade de transmissão em MS.

Autoridades do ONS (Operador do Sistema Nacional) asseguraram ao Governo do Estado e a dirigentes da Bracell que a empresa poderá contar com energia “na porta da fábrica” em 2029 para dar iniciar o processo de produção de celulose na unidade que construirá em Bataguassu.  Além dessa garantia, em reunião ocorrida no final da semana no Rio de Janeiro (RJ), foi assegurada a realização de um estudo técnico pela EPE ( Empresa de Pesquisa Energética) para mapear os gargalos no setor. Não há falta de energia para a expansão econômica em Mato Grosso do Sul, mas é preciso ampliar a rede de transmissão, para levar o insumo e também receber o excedente que grandes fábricas produzem em seu processo industrial.

O Operador do Sistema Nacional (ONS) garantiu à Bracell que a empresa terá energia disponível em 2029 para iniciar a produção de celulose em sua nova fábrica em Bataguassu, Mato Grosso do Sul. A construção do empreendimento, que demandará um investimento de R$ 16 bilhões, deve levar cerca de três anos e já possui licença prévia. Além da garantia de energia, foi anunciado um estudo técnico pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para identificar as necessidades de expansão da rede de transmissão na região. A Bracell precisará de 66 megawatts inicialmente, podendo gerar até 400 megawatts posteriormente, com a intenção de injetar 200 megawatts na rede. A falta de infraestrutura para transmissão de energia já havia sido destacada anteriormente, e novas tratativas estão sendo realizadas para resolver essa questão.LEIA AQUI

Segundo Jaime Verruck, titular da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), no caso da Bracell era necessária a garantia da oferta de energia para ativar a fábrica, que já conta com licença prévia, liberada no início de dezembro, e cuja construção deve durar cerca de 3 anos. O empreendimento, próximo ao Rio Paraná, representa um investimento de R$ 16 bilhões. A empresa também demanda rede de transmissão para vender ao sistema o excedente que produzirá quando a unidade estiver em operação, como ocorre em outras fábricas de celulose e usinas de álcool.

Pelos planos do ONS, o Estado encontra-se em cota zero nos leilões para ampliação de rede de transmissão, com precisão de oferta na região onde funcionaria a unidade da Bracell somente em 2032. Quando não há rede para receber, as indústrias perdem o excedente do que é gerado com a incineração de matéria-prima não utilizada na fábrica.

União garante à Bracell energia na "porta da fábrica" em 2029
Verruck: garantia de estudo para mapear demandas no Estado e oferta de energia para ativação de fábrica (Foto: Osmar Veiga)

Para o início de operação, a Bracell precisará de 66 megawatts, conforme Verruck, e depois, deverá gerar cerca de 400, com possibilidade de colocar cerca de 200 megawatts na rede de transmissão para consumo no país. Segundo Verruck, logo deve sair a outorga para a empresa ser atendida com o recebimento de energia e a parte da venda do excedente ainda envolverá mais tratativas. “Vamos ainda tentar resolver isso”.

A falta de oferta de linhas já tinha sido relatada em uma nota técnica no ano passado e também já foi tratada diretamente pelo governador Eduardo Riedel ao ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira. Com o anúncio de que a EPE fará um estudo técnico para mapear as necessidades de expansão no setor, fica uma expectativa de novos leilões da rede de transmissão em um espaço mais breve.

Quando revelou a pendência desse pedido, o secretário explicou que outras empresas fizeram investimentos para colocar o excedente nas linhas de transmissão disponíveis, como a Suzano, por exemplo, que criou rede até a subestação Mimoso, em Ribas do Rio Pardo, e a Arauco, que está construindo sua unidade em Inocência, fará um linhão até Ilha Solteira (SP), na divisa com o estado, mas também será preciso haver melhor condição de recebimento de oferta de energia. A Bracell teria que fazer uma linha de 155 km até Ivinhema, mas para isso, a capacidade de transmissão precisa ser ampliada para receber a energia e colocar no sistema gerido pelo ONS.

Nas informações divulgadas para o processo de licenciamento, a empresa informou que pretende utilizar 12 milhões de m³ de eucalipto por ano, com duas situações de fabricação, uma com celulose para papel, com capacidade total de 2.920.000 toneladas ao ano, em anos em que não haja parada geral de manutenção ou de 2.800.000 toneladas ao ano, nos anos com parada geral. A segunda composição será a produção de celulose para papel e também de celulose solúvel, com uma das linhas de fibras produzindo 1.460.000 toneladas ao ano de celulose kraft e a outra linha de fibras com 1.147.143 toneladas ao ano de celulose solúvel, totalizando 2.607.143 toneladas ao ano de celulose, em anos sem parada geral. Nos anos com parada geral, a produção de celulose solúvel será de 1.100.000 toneladas ao ano e mais 1.400.000 toneladas ao ano de celulose kraft, totalizando 2.500.000 toneladas.

Informações: Campo Grande News

Veracel_na_COP30.2e16d0ba.format-avif.fill-1214x400 (Pequeno)

Veracel reforça excelência em gestão de pessoas com dupla conquista nacional em qualidade de vida e ambiente de trabalho

A Veracel Celulose consolida seu compromisso como uma organização de referência nacional em gestão e cuidado com pessoas. A companhia acaba de conquistar dois importantes reconhecimentos: foi eleita uma das Melhores Empresas para Trabalhar na categoria “Indústria”, pelo ranking da Great Place to Work (GPTW). Também foi certificada com o Prêmio Nacional de Qualidade de Vida (PNQV® 2025), recebendo a Prata na categoria Grande Empresa. As duas premiações reforçam, sob perspectivas complementares, o compromisso da Veracel com um ambiente corporativo saudável, inclusivo e alinhado às melhores práticas de gestão de pessoas.

No reconhecimento da GPTW, a Veracel figura entre as organizações industriais que oferecem os melhores ambientes de trabalho no país, segundo avaliação da consultoria internacional líder em análise de clima organizacional. A conquista soma-se a um histórico consistente: em 2024, a companhia celebrou sete anos consecutivos de certificação GPTW; no início de 2025 foi reconhecida como a 19ª melhor empresa de agronegócio para trabalhar no Brasil e alcançou a 4ª posição no ranking regional da Bahia entre as médias empresas.

Esses resultados atestam nosso compromisso com uma cultura corporativa humana, respeitosa e inspiradora. Estar presente recorrentemente nos rankings da GPTW demonstra que estamos no caminho certo, com ações concretas que fortalecem um ambiente de trabalho inclusivo e acolhedor”, destaca Cristiane Mello, gerente de Gente e Cuidado da Veracel.

Já o PNQV® 2025, promovido pela Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), reconhece organizações que transformam saúde, segurança e bem-estar em pilares estratégicos de sustentabilidade, desenvolvimento humano e impacto positivo na sociedade. Na 28ª edição da premiação, a Veracel foi certificada e recebeu o Prêmio Prata, reforçando a consistência de seus programas de saúde, bem-estar e autocuidado.

Tradicionalmente, o PNQV® destaca empresas modernas e de alta performance que adotam iniciativas inovadoras e integradas à evolução do ambiente corporativo. A nova certificação obtida pela Veracel confirma a maturidade de suas práticas e a relevância do seu modelo de gestão centrado nas pessoas.

Essa conquista reforça nosso compromisso com a promoção ativa da saúde e do bem-estar, bem como a evolução contínua dos nossos programas. É a validação de que cuidar das pessoas é um valor que traduzimos em ações diárias”, completa Cristiane.

Com a dupla premiação, a Veracel reafirma sua posição entre as principais empresas brasileiras comprometidas com o desenvolvimento humano, a qualidade de vida no trabalho e a construção de uma cultura que valoriza, escuta e coloca as pessoas no centro da estratégia.

Informações: ABAF

Foto_produtor_de_cac.2e16d0ba.format-avif.fill-1214x400

Projeto Cacau com Florestas no Extremo Sul tem meta de contribuir com a retirada de mais de 800 pessoas da pobreza na Bahia

Com apoio da Suzano e Instituto Arapyaú, projeto promove o acesso a assistência técnica e potenciais recursos a produtores locais.

Região forte na produção de cacau, o Extremo Sul da Bahia será contemplado pelo projeto Cacau com Florestas no Extremo Sul, uma iniciativa que visa transformar a realidade socioeconômica de agricultores familiares e cacauicultores em diferentes estágios de produção, por meio de assistência técnica com potencial combinação de acesso ao crédito. O projeto é uma parceria entre a Suzano – empresa referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto – e o Instituto Arapyaú – organização filantrópica que fomenta iniciativas de desenvolvimento sustentável.

Conforme o gerente de Desenvolvimento Socioambiental da Suzano, André Becher, “a iniciativa surge para superar umas das barreiras que impede a maioria dos produtores de potencialmente acessar linhas de financiamento, uma vez que existe baixo acesso a assistência técnica e apenas 15% deles já conseguiram crédito, e as alternativas disponíveis hoje são inacessíveis ou inadequadas para pequenos produtores”.

O projeto irá fornecer assistência técnica de qualidade para as famílias enquanto o crédito, quando possível e viável, será conectado via Fundo Kawá, um mecanismo que combina capitais de diversas fontes para oferecer crédito direcionado a pequenos produtores de cacau. A assistência técnica é orientada para apoiar os produtores na melhoria da produtividade (adubação, calagem, insumos); adensamento e manejo eficiente dos cultivos; beneficiamento de cacau e agregação de valor.

O diferencial do projeto está no acompanhamento técnico direto aos produtores, que orienta decisões, organiza prioridades e garante resultados mais rápidos, sustentáveis e escaláveis. Somente no Extremo Sul da Bahia, a iniciativa espera retirar mais de 800 pessoas da pobreza com renda ampliada, produção fortalecida e cadeias sustentáveis de cacau.

O projeto tem atuação nos municípios de Alcobaça, Caravelas, Ibirapurã, Itamaraju, Lajedão, Medeiros Neto, Mucuri, Nova Viçosa, Prado, Teixeira de Freitas e Vereda. No entanto, há previsão de expansão para outros cinco municípios (Eunápolis, Belmonte, Itajimirim, Guaratinga e Porto Seguro).

A implementação do projeto se dará até 2027, conciliando a implementação de práticas sustentáveis de baixo custo (biocalda, adubação orgânica, controle alternativo de pragas) e o incentivo do cultivo consorciado com mandioca e hortaliças para gerar renda imediata.

O gerente da Suzano, André Becher, destaca que a empresa é parceira das comunidades e busca fortalecer o relacionamento ao construir, de forma participativa, soluções para geração de trabalho e renda. “Por meio dos nossos projetos com as comunidades vizinhas às nossas operações, buscamos promover geração de renda e fortalecer tecnicamente os produtores, criando oportunidades reais de autonomia financeira, qualidade de vida e empoderamento. Nosso compromisso é contribuir para a redução da pobreza e construir relações baseadas no diálogo aberto, respeito mútuo e parceria”, afirma.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br

Sobre o Instituto Arapyaú

O Instituto Arapyaú é uma organização filantrópica brasileira que fomenta e incuba redes e iniciativas estruturantes para promover o desenvolvimento justo, inclusivo e de baixo carbono do país. Visa a promoção de uma “agenda de natureza” a partir de uma perspectiva integrada entre pessoas, economia e clima. Mobiliza a sociedade civil, filantropia, academia e setores público e privado para promover redes transformadoras e implementar iniciativas estruturantes que criem soluções sistêmicas e escaláveis para desenvolvimento do país, com principal atuação nos territórios da Amazônia e no Sul da Bahia. Saiba mais em: https://arapyau.org.br/

Fonte: ABAF

Anúncios aleatórios