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Integração lavoura-pecuária avança no Tocantins e amplia oportunidades no campo

A integração lavoura-pecuária tem ganhado espaço no Tocantins como estratégia de intensificação produtiva. O modelo, que permite alternar ou combinar culturas agrícolas e criação de gado na mesma área ao longo do ano, avança em um estado com condições climáticas favoráveis e forte presença tanto da agricultura quanto da pecuária.

Os resultados vão além do aumento da produtividade por cultura ou rebanho. Estudos indicam que, em áreas integradas, a técnica pode reduzir custos, especialmente ao substituir pastagens degradadas, além de contribuir para a recuperação do solo. Pesquisas também apontam aumento no estoque de carbono em comparação a sistemas convencionais, reforçando o papel da ILP na sustentabilidade ambiental.

Segundo o presidente da Associação de Pecuaristas do Tocantins – Novilho Precoce, Fernando Penteado, o calendário agrícola amplia as possibilidades produtivas e o potencial de ganho por hectare. “O produtor pode fazer a soja, depois a safrinha de milho, lançar o capim e, em seguida, colocar o gado. Em alguns casos, consegue trabalhar soja, milho e depois o capim, criando a possibilidade de uma terceira safra e ainda gerar renda com o rebanho”, aponta. 

Ele ressalta que os benefícios não se limitam ao aspecto econômico. “A integração contribui para o aumento da matéria orgânica no solo, fundamental para manter fertilidade e estrutura adequadas. Com manejo correto do pastejo e organização das áreas, é possível recuperar solos e sustentar a produtividade ao longo dos ciclos”, diz.

Na prática, produtores que já adotam o sistema confirmam os resultados. Renato Schneider, vice-presidente da Novilho Precoce Tocantins, afirma que a integração exige planejamento alinhado entre lavoura e pecuária.

“A integração faz parte do nosso planejamento há anos. Trabalhamos com áreas próximas à estrutura da fazenda, o que facilita o manejo, especialmente no período de parição. Utilizamos identificação do rebanho, pastejo rotacionado com cerca elétrica e divisão estratégica dos talhões, garantindo maior controle e eficiência”, explica.

A disponibilidade de água, segundo ele, é decisiva. “Priorizamos áreas com boa oferta hídrica, próximas a represas e córregos perenes, o que assegura abastecimento ao longo do ano e estabilidade produtiva tanto para o gado quanto para a lavoura”, destaca.

Renato também destaca os resultados ao longo dos ciclos. “Temos obtido um desempenho consistente na pecuária e na soja. O pasto melhora as condições do solo e, na sequência, a lavoura responde com produtividade. É um modelo eficiente e sustentável na nossa realidade”, concluí.

Outro ponto ressaltado pela entidade é o fortalecimento das parcerias entre agricultores e pecuaristas. “Estamos trabalhando em parceria com a Aprosoja Tocantins para aproximar produtores. A ideia é que conversem, façam negócios e entendam como podem atuar juntos, seja no compartilhamento de áreas, seja na troca de experiências”, afirma Penteado.

O avanço da integração no Tocantins acompanha um movimento nacional. Dados da Rede ILPF indicam que o Brasil já supera 17 milhões de hectares com sistemas integrados de produção, incluindo modelos que combinam lavoura, pecuária e floresta. A tendência é de expansão, impulsionada pela busca por maior eficiência e sustentabilidade no campo. (Kiw/AI)

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Mata Atlântica passa de bioma devastado a referência

Recuperação da Mata Atlântica avança e vira modelo global.

Uma iniciativa de restauração da Mata Atlântica na Bahia mostrou que é possível acelerar a recuperação do bioma e torná-lo mais resistente às mudanças climáticas. O projeto reduziu em até 50% o tempo de crescimento das espécies por meio do mapeamento genético de árvores nativas.

O trabalho, desenvolvido pela empresa brasileira Symbiosis, começou em 2014 com a coleta e análise genética para identificar indivíduos mais adaptados às condições ambientais. A estratégia já permitiu recuperar cerca de mil hectares com o plantio de 45 espécies nativas, como jacarandá, jequitibá, ipês e angicos.

Segundo a supervisora de pesquisa e desenvolvimento da empresa, Laura Guimarães, a seleção genética ajuda a formar florestas mais resistentes e capazes de enfrentar eventos climáticos extremos. Muitas das árvores utilizadas descendem de matrizes centenárias que sobreviveram ao histórico processo de exploração do bioma.

Além da escolha das espécies, o projeto priorizou a diversidade genética, considerada essencial para garantir estabilidade ecológica e reduzir riscos ambientais.

Impactos da degradação

A Mata Atlântica já ocupou cerca de 130 milhões de hectares do território brasileiro. Hoje, restam aproximadamente 24% da cobertura original, sendo apenas 12,4% de florestas maduras e bem preservadas, distribuídas em fragmentos em 17 estados.

Para o gerente de Restauração Florestal da Fundação SOS Mata Atlântica, Rafael Bitante Fernandes, a fragmentação reduz a diversidade genética das espécies e enfraquece serviços ambientais essenciais, como disponibilidade de água, qualidade do ar e equilíbrio climático.

Segundo ele, a perda de biodiversidade contribui para o aumento de eventos extremos, como secas prolongadas, enchentes e escassez hídrica.

Restauração como investimento

O avanço da degradação ambiental tem levado empresas privadas a tratar a restauração florestal como estratégia econômica. Modelos de manejo sustentável permitem gerar renda com produtos madeireiros e não madeireiros sem realizar o corte total da floresta, mantendo o sequestro de carbono e a conservação ambiental.

Projetos também vêm sendo adotados por empresas do setor energético para proteger mananciais que abastecem hidrelétricas, reduzindo riscos operacionais em períodos de seca ou chuvas intensas.

Modelo global e desafios

O movimento conjunto entre empresas, governos e organizações sociais deu origem ao Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, criado em 2009 com a meta de recuperar 15 milhões de hectares até 2050.

Entre 1993 e 2022, cerca de 4,9 milhões de hectares entraram em regeneração natural, segundo estudo da Fundação SOS Mata Atlântica. Apesar dos avanços, especialistas defendem ampliação de políticas públicas e incentivos econômicos, já que cerca de 90% do bioma está em áreas privadas.

A restauração também pode gerar impacto social relevante: estima-se a criação de um emprego a cada dois campos de futebol recuperados, associando conservação ambiental, desenvolvimento sustentável e geração de renda.

Informações: My News


Equipe

Reflorestar abre vagas para reforçar operação de silvicultura mecanizada em Água Clara, no MS

Currículos podem ser enviados por e-mail ou entregues na Secretaria de Desenvolvimento do município. Confira mais detalhes sobre as oportunidades.

A Reflorestar Soluções Florestais, referência nacional em mecanização florestal, está com vagas abertas para reforçar suas operações de silvicultura mecanizada no município de Água Clara, Mato Grosso do Sul. A iniciativa acompanha o fortalecimento da operação na região e reflete o crescimento sustentável da empresa.

As oportunidades são para os cargos de Encarregado de Operações Florestais (Plantio Mecanizado), Operador de Máquinas Florestais (Plantadora), Ajudante Florestal, Mecânico, Tratorista e Motorista.

De acordo com o diretor florestal da Reflorestar, Igor Souza, a abertura das vagas faz parte do processo contínuo de fortalecimento das operações no município. “Estamos promovendo ajustes e recomposições de equipe para assegurar aderência total aos nossos padrões de qualidade, disciplina operacional e segurança. Nosso compromisso é manter operações consistentes, eficientes e alinhadas à cultura da Reflorestar, ao mesmo tempo em que ampliamos oportunidades de trabalho na região”, afirma.

Entre os requisitos gerais estão a experiência prévia nas funções, a CNH compatível com o cargo e, para algumas vagas, cursos e certificações específicos para a operação de máquinas e a manutenção.

Os interessados podem enviar o currículo para o e-mail recrutamento@refllorestar.com.br ou entregá-lo pessoalmente na Secretaria de Desenvolvimento de Água Clara.

Confira mais detalhes: 

Encarregado de Operações Florestais – Plantio Mecanizado

  • Requisitos: experiência mínima de 12 meses em gestão de equipes e operação de plantio e irrigação florestal; CNH B; desejável curso técnico em florestas, agrícola ou áreas afins; residir em Água Clara/MS.

Operador de Máquinas Florestais – Plantadora

  • Requisitos: experiência mínima de 12 meses na operação de Forwarder; certificado para operação de Forwarder; CNH B; desejável ensino médio completo; desejável residir em Água Clara/MS; disponibilidade para viagens e trabalho em escala.

Ajudante Florestal – Silvicultura

  • Requisitos: experiência em atividades manuais de silvicultura, como plantio e irrigação; desejável ensino fundamental completo; residir em Água Clara/MS.

Mecânico – Silvicultura

  • Requisitos: experiência mínima de 12 meses em manutenção de máquinas florestais e implementos de silvicultura; CNH C; curso MOPP válido; desejável ensino médio completo; desejável residir em Água Clara/MS; disponibilidade para viagens e trabalho em escala.

Tratorista – Silvicultura

  • Requisitos: experiência mínima de 6 meses em operação de trator agrícola em atividades de silvicultura; certificado para operação de trator; CNH B; desejável ensino médio completo; residir em Água Clara/MS.

Motorista – Silvicultura

  • Requisitos: experiência mínima de 12 meses em condução e operação de caminhão pipa e munck em atividades de silvicultura; certificado para operação de munck; CNH C; desejável ensino médio completo; residir em Água Clara/MS.

Sobre a Reflorestar 

Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo silvicultura, colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.

Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Com 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite o site da Reflorestar.

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Diretor da CMPC projeta que novo projeto no Estado “é muito mais que uma fábrica: é investimento social, que vai alcançar 70 mil pessoas”

A Assembleia Legislativa instalou ontem, oficialmente, a Frente Parlamentar para acompanhar a implantação da CMPC Celulose, também chamado “Projeto Natureza”, no Município de Barra do Ribeiro, com um investimento estimado em cerca de R$ 27 bilhões. A iniciativa da Frente Parlamentar é da deputada Adriana Lara (PL).

Após o ato de instalação da Frente Parlamentar, o diretor-geral da CMPC, Antonio Lacerda, conversou com o jornalista Flavio Pereira sobre o “Projeto Natureza”:

“Sem dúvida, é um projeto não só de uma fábrica de celulose, mas um grande investimento de infraestrutura na metade sul do Rio Grande do Sul, com a construção de três terminais portuários, rodovias, vias de acesso, parque ecológico. É muito mais que uma fábrica: ele tem um componente de infraestrutura, de meio ambiente e um componente social muito forte”, afirmou o executivo da CMPC.

Segundo ele, há uma previsão baseada em estudos técnicos “de criar algo como 6 mil empregos diretos e indiretos com a instalação desse projeto. Durante a construção, serão 12 mil postos de trabalho, mas, na operação da nova planta, em torno de 6 mil pessoas terão empregos fixos garantidos entre diretos e indiretos, e isso tem um efeito que pode alcançar, conforme nossos números, um universo de 70 mil pessoas”, afirmou o diretor-geral da CMPC, Antonio Lacerda.

Renato Sagrera no Cerimonial do TRE

O jornalista Renato Sagrera assume a chefia do Cerimonial do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS), local onde trabalhou como assessor de Comunicação Social durante 14 anos. Sagrera está iniciando mais um ciclo na sua trajetória profissional após oito anos no cargo de assessor de imprensa da Presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

Mesmo com 19 votos contra, Assembleia aprova projeto que estimula investimentos privados no combate ao crime

A Assembleia Legislativa aprovou ontem projeto do deputado Guilherme Pasin (PP), que muda regras do Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul (PISEG/RS) para incentivar novos investimentos, tudo com foco no combate à criminalidade. O projeto, que dispensa a contrapartida de 10% pelas empresas e que vinha se tornando uma trava de captação, foi aprovado por 35 votos. Mas, surpreendentemente, teve 19 votos contrários. O projeto poderá aumentar o número de Patrulhas Maria da Penha e estruturar as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher.

Líderes firmam acordo para aprovar pacote de combate ao feminicídio na Assembleia gaúcha

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Sergio Peres (Republicanos), confirmou ontem ao jornalista Flavio Pereira que está fechado um acordo com todas as bancadas para votar um pacote de projetos de combate à violência, com foco no feminicídio. A primeira etapa será mapear esses projetos, e o alinhamento acontecerá até a próxima terça-feira, quando a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) fará um esforço conjunto com seus membros para deixar as propostas prontas para votação em plenário entre 3 e 10 de março.

Maicon Bock deixa a SECOM do governo gaúcho

O secretário-adjunto de Comunicação do Governo do Rio Grande do Sul, Maicon Bock, deixa o cargo nesta semana, a pedido, para se dedicar a um novo projeto profissional. Bock ocupava a posição desde agosto de 2024. Jornalista com pós-graduação em Comunicação Política, Bock acumula experiência em grandes grupos de comunicação, iniciativa privada e setor público no Estado.

Republicanos confirma apoio à pré-candidatura de Zucco ao Piratini

Mais um partido da atual base do governo Eduardo Leite anunciou ontem apoio à pré-candidatura ao Palácio Piratini do deputado federal Luciano Zucco, do PL.

O deputado federal Carlos Gomes, presidente estadual do Republicanos, confirmou o acordo e marcou o anúncio oficial para a próxima segunda-feira (2), às 10h, na sede do partido.

Carlos Gomes selou o acordo ontem, durante encontro com o presidente estadual do PL, Giovani Cherini, e os deputados estaduais Delegado Zucco, irmão do candidato, e Capitão Martim.

Rio Grande do Sul lidera entrada no país de turistas internacionais em janeiro de 2026

Com mais de 366 mil visitantes estrangeiros, o estado gaúcho foi a principal porta de entrada do país no início do ano, informa nota encaminhada pelo gabinete do presidente da Embratur, Marcelo Freixo, ao jornalista Flavio Pereira:

“O Rio Grande do Sul foi o estado do Brasil que mais recebeu turistas internacionais no primeiro mês de 2026. Estiveram na terra dos pampas, do churrasco e do chimarrão 366.578 visitantes de outros países, colocando o estado mais ao sul do país como principal porta de entrada do turismo internacional no período. Os dados são da Embratur, do Ministério do Turismo e da Polícia Federal.

A Argentina lidera com folga o ranking de emissores, com 302.971 hermanos. Esse fluxo é acompanhado por vizinhos como o Uruguai, com 55.130 turistas, e o Paraguai, com 2.122 chegadas registradas. O estado também serviu de porta de entrada para 1.576 visitantes do Chile e 793 desembarques dos Estados Unidos, demonstrando que a diversidade de perfis turísticos na região continua em expansão.

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, “a liderança do Rio Grande do Sul em janeiro de 2026 é um reflexo direto de um Brasil que se reconecta com seus vizinhos e fortalece suas fronteiras como espaços de desenvolvimento”. “Estamos mais conectados e promovendo o Brasil de forma diversificada, estimulando que esses visitantes permaneçam mais tempo e movimentem ainda mais a nossa economia, deixando mais recursos para promover desenvolvimento e incentivar a geração de emprego e renda”, diz a nota.

Por Flavio Pereira / O Sul

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Suzano migra fábrica de Três Lagoas para mercado livre de gás em acordo com a Galp

A Suzano firmou contrato com a Galp para transferir o fornecimento de gás natural de sua fábrica de celulose em Três Lagoas (MS) para o mercado livre.

A Suzano firmou contrato com a Galp para transferir o fornecimento de gás natural de sua fábrica de celulose em Três Lagoas (MS) para o mercado livre. O acordo passou a valer em 1º de janeiro, e a operação conjunta teve início no dia 17.

A unidade sul-mato-grossense, formada por duas linhas de produção, tem capacidade instalada de 3,2 milhões de toneladas anuais e responde por cerca de 25% da produção total de celulose de mercado da companhia.

A empresa afirma ser a maior consumidora de gás natural do Estado de Mato Grosso do Sul, fator que, segundo a companhia, amplia a relevância estratégica da parceria.

De acordo com Henrique Nakamura, gerente executivo de Suprimentos da Suzano, a migração posiciona a empresa para enfrentar desafios do setor, ao ampliar a competitividade com a entrada de novos fornecedores e fortalecer a segurança de abastecimento diante das mudanças regulatórias.

A transição para o mercado livre já havia sido realizada em outras operações industriais da companhia localizadas nos estados de São Paulo, Espírito Santo e Maranhão. A outra fábrica da Suzano no Estado, situada em Ribas do Rio Pardo, não utiliza gás natural.

Parada Geral

Entre 8 de janeiro e 4 de fevereiro, a Suzano realizará Parada Geral da unidade industrial de Três Lagoas (MS), responsável por duas linhas de produção que somam capacidade anual de 3,25 milhões de toneladas de celulose. O processo de manutenção será dividido em duas etapas para manter parte da operação ativa: a fábrica 2 passa por revisão de 8 a 17 de janeiro e, a partir do dia 18, os trabalhos seguem na fábrica 1 até o início de fevereiro.

A parada mobilizará cerca de 110 empresas especializadas e mais de 2 mil profissionais, parte deles vindos de estados como São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.


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Forte Mudas aposta em qualidade e pontualidade na Mais Floresta Expo Ribas

Empresa busca fechar contratos e reforçar padrão de excelência no mercado.

A Forte Mudas participa da Mais Floresta Expo Ribas com foco direto em geração de negócios e consolidação de parcerias no setor florestal.

A expectativa da empresa é aproveitar o ambiente da feira para avançar em negociações e firmar contratos.

“Fazer negócios durante a feira e deixar alguns contratos firmados”, resume a direção da empresa.

Qualidade e pontualidade como diferenciais

Entre os principais destaques que serão apresentados ao público estão a qualidade das mudas produzidas e o compromisso com a pontualidade nas entregas.

“É a qualidade e pontualidade das mudas e das entregas”, afirma a empresa.

Segundo a Forte Mudas, o padrão de qualidade impacta diretamente no desempenho das florestas plantadas, desde o estabelecimento inicial até o desenvolvimento ao longo do ciclo produtivo.

“A qualidade da muda impacta diretamente em qualquer floresta, no plantio. Nós garantimos uma muda de qualidade para quem precisar comprar”, destaca.

Concorrência e pressão por preços baixos

No cenário atual, a empresa avalia que um dos principais desafios do mercado de mudas florestais é a forte concorrência, especialmente diante do grande volume de mudas ofertadas a preços reduzidos.

“Os principais desafios hoje eu acredito que seja a concorrência, o grande número de mudas ofertado no mercado, com preços baixos, abaixo do normal e com qualidades inferiores”, aponta.

Mesmo diante desse contexto, a empresa observa que ainda há procura por mudas de menor valor, ainda que com padrão inferior de qualidade.

“Mas, ainda assim, muita gente procura uma muda barata e sem qualidade”, ressalta.

Ao participar da Mais Floresta Expo Ribas, a Forte Mudas reforça sua estratégia de posicionamento baseada em qualidade, confiabilidade e compromisso com resultados no campo, defendendo que o investimento em mudas superiores é decisivo para a produtividade e a sustentabilidade das florestas plantadas.

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Veracel divulga novas vagas para integrar seu quadro de colaboradores

As inscrições estão abertas na plataforma de recrutamento da empresa.

A Veracel Celulose tem novas oportunidades de trabalho para atuar nas áreas de Manejo Florestal, de Recuperação e Utilidades e de Melhoramento Genético. As inscrições para os processos seletivos devem ser feitas no site da companhia até o dia 23 de fevereiro, por meio de formulários específicos para cada posição. 

A vaga de Auxiliar de Pesquisa Florestal I é destinada a profissionais com ensino Médio Completo e vivência em processos de silvicultura, manejo ou experimentos de campo. É essencial ter conhecimento básico do Pacote Office e capacidade de seguir protocolos técnicos. Ter CNH categoria B e estar cursando ensino técnico ou superior será considerado um diferencial. As atribuições incluem apoio em atividades de campo e laboratório, coleta de amostras de solo e vegetação, além da organização de dados em planilhas.  

Já para a vaga de Operador Área l (Caldeira de Recuperação), espera-se que as pessoas candidatas tenham Ensino Técnico em Produção de Celulose, Celulose e Papel ou áreas correlacionadas, conhecimento do Pacote Office, conhecimento da ferramenta LIMS, conhecimento básico de SAP, conhecimento em Processos Industriais, proatividade, organização e planejamento, autodisciplina e habilidades interpessoais. As atribuições da posição incluem ações de monitoramento e de limpeza dos tanques de químicos do tratamento de água das Caldeiras, a fim de manter o perfeito funcionamento da Caldeira de Recuperação/Evaporação.  

Por fim, a posição de Auxiliar Pesquisa Florestal llé voltada para compor a equipe da Coordenação Melhoramento Genético.  Esta ou este profissional será responsável por garantir a irrigação do nosso viveiro de pesquisa, com a flexibilidade de apoiar outras atividades essenciais de pesquisa e desenvolvimento florestal. Espera-se das pessoas candidatas o Ensino Médio completo, conhecimento em processos de produção de mudas; disponibilidade de atuação na escala 6×1, proatividade, autodisciplina, trabalho em equipe e habilidades interpessoais. 

A empresa oferece salários compatíveis com o mercado, além de benefícios como assistência médica e odontológica, cesta de Natal, consignado, ginástica laboral, previdência privada, programa de remuneração variável, programa de treinamentos, restaurante interno, seguro de vida e vale-alimentação. 

O processo seletivo será conduzido de acordo com os pilares de Diversidade e Inclusão da companhia, e compreende avaliações de perfil e entrevistas com o RH e a área técnica, sendo todas as etapas eliminatórias. A Veracel encoraja candidaturas de pessoas de diferentes raças, etnias, deficiências, gêneros e orientações sexuais, reafirmando seu compromisso com um ambiente de trabalho pautado no respeito e na transparência.

Auxiliar de Pesquisa Florestal l – Coordenação Manejo Florestal –  Página da Vaga | Auxiliar Pesquisa Florestal I (Inscrições até 23/02).

 Operador Área l Caldeira de Recuperação – Coordenação Recuperação e Utilidades  – Página da Vaga | Operador Área I Caldeira de Recuperação (Inscrições até 23/02).

 Auxiliar de Pesquisa Florestal ll – Coordenação Melhoramento Genético – Página da Vaga | Auxiliar Pesquisa Florestal ll (Inscrições até 23/02). 

Acesse e siga também o LinkedIn da Veracel para informações de outras vagas.

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Projeto em madeira engenheirada expressa visão contemporânea de arquitetura educacional em escola de São Sebastião (SP)

A Escola Municipal Prof.ª Nair Ribeiro de Almeida nasce da escuta do contexto local e propõe novos vínculos entre educação, território e natureza.

O projeto da Escola Municipal Prof.ª Nair Ribeiro de Almeida, em São Sebastião (SP), nasce de um princípio essencial: ouvir antes de projetar. Inserida no contexto de reconstrução do município após as fortes chuvas no litoral norte paulista, a nova unidade educacional foi desenvolvida a partir da escuta ativa da comunidade de Juquehy, considerando os anseios de professores, alunos e moradores do entorno.

Assinado pelo arquiteto Fernando Brandão, cuja trajetória inclui mais de quatro décadas dedicadas a projetos de escolas públicas no Brasil e no exterior, o projeto entende a escola como um espaço que vai além da função pedagógica. A proposta busca transformar o edifício em um patrimônio comunitário, capaz de acolher, criar pertencimento e fortalecer vínculos, refletindo a identidade local e a relação com o território.

A madeira engenheirada foi escolhida como sistema construtivo e como elemento central da experiência espacial. A estrutura aparente define os ambientes, cria atmosferas mais acolhedoras e contribui diretamente para o conforto térmico e acústico, aspectos fundamentais para o processo de ensino e aprendizagem.

O uso do sistema industrializado possibilitou rapidez na execução, precisão construtiva e redução de impactos ambientais, com madeira proveniente de florestas plantadas e manejadas de forma responsável.

“A escola precisa ser um patrimônio da comunidade. Para isso, a arquitetura tem que ser próxima, afetiva e sensível às pessoas”, afirma Brandão. Na Escola Nair Ribeiro, essa abordagem se traduz em espaços que valorizam a luz natural, a relação com o exterior e a sensação de proximidade com o natural, mesmo em um contexto urbano.

A estrutura em madeira foi fornecida pela Urbem, especialista em sistemas construtivos industrializados. Para Ana Belizário, diretora comercial da empresa, o projeto evidencia o potencial da madeira em edificações educacionais. “A madeira engenheirada reúne desempenho estrutural, sustentabilidade e qualidade ambiental, contribuindo para escolas mais saudáveis e adequadas ao processo de ensino e aprendizagem”, destaca.

Mais do que uma solução técnica, o projeto expressa uma visão contemporânea de arquitetura educacional: aquela que reconhece o contexto social, valoriza o território e entende o espaço construído como ferramenta ativa na formação humana. Em um cenário de desafios ambientais e urbanos, a escola se apresenta como um exemplo de como a arquitetura pode reconectar pessoas, natureza e comunidade.

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Celulose dispara a economia de MS e Simpacems ajuda jovens com vagas de emprego nas maiores fábricas do Estado

O Simpacems atua ao lado das empresas associadas, valorizando e fortalecendo iniciativas que promovem educação, qualificação profissional e desenvolvimento humano em Mato Grosso do Sul, pilares essenciais para o crescimento do setor e da sociedade.

A expansão do setor de celulose já colocou Mato Grosso do Sul na primeira colocação nacional no ranking de exportação. Dados apresentados pelo Ibá mostram que o Estado pode ser o destino de ao menos quatro novos empreendimentos do setor de celulose até o ano de 2032, expansão que demandaria a criação de quase 100 mil novos empregos no setor, sendo aproximadamente 24 mil diretos e outros 69 mil indiretos.

O volume de vagas previsto leva em consideração apenas a operação das unidades, sem levar em conta os empregos que serão gerados durante o processo de construção das fábricas. Com tantos empreendimentos, o que não falta é emprego em Três Lagoas e região, atualmente já conhecida como Vale da Celulose.

Três Lagoas conta com duas fábricas, sendo a Suzano e a Eldorado. Ribas do Rio Pardo recentemente também inaugurou uma Suzano. Agora, mais uma indústria do setor está em fase de construção, sendo uma Arauco em Inocência e uma Bracell também será construída em Bataguassu.

QUALIFICAÇÃO

Durante o pico de obras de uma fábrica, é preciso mão de obra de 12 mil trabalhadores. Pessoas de todo o Brasil e até de outros países chegam a Mato Grosso do Sul em busca de novas oportunidades de emprego.

Diariamente, vagas de emprego são divulgadas e as empresas precisam se reinventar para conseguirem mão de obra qualificada. As indústrias oferecem cursos e algumas chegam até a pagar para os funcionários se qualificarem.

O Simpacems (Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose do Estado do Mato Grosso do Sul) é um aliado nessa jornada, sempre buscando qualificar os profissionais do setor. Afinal, educação básica é um pilar estratégico para o desenvolvimento da indústria.

O avanço da tecnologia, da automação e da inovação exige profissionais cada vez mais preparados. Ainda assim, o Brasil convive com um desafio estrutural: cerca de 1 em cada 4 jovens não concluiu a educação básica, o que limita o acesso ao mercado de trabalho, à qualificação e ao crescimento profissional.

Diante dos desafios da educação básica, empresas têm assumido um papel ativo ao incentivar a retomada dos estudos. No setor de papel e celulose, essas iniciativas geram impactos reais, mais oportunidades internas, acesso à qualificação e fortalecimento do desenvolvimento humano, contribuindo para a competitividade, o desenvolvimento regional e um mercado de trabalho mais preparado.

O Simpacems atua ao lado das empresas associadas, valorizando e fortalecendo iniciativas que promovem educação, qualificação profissional e desenvolvimento humano em Mato Grosso do Sul, pilares essenciais para o crescimento do setor e da sociedade.

OPORTUNIDADE

O setor de papel e celulose em Mato Grosso do Sul segue gerando oportunidades e fortalecendo a cadeia industrial do Estado. As empresas associadas ao Simpacems estão com vagas abertas em diferentes áreas, reforçando o compromisso com o desenvolvimento regional, a geração de empregos e a valorização de profissionais qualificados.

CLICANDO AQUI, você pode se candidatar nas grandes empresas do setor da celulose de Mato Grosso do Sul, como a Eldorado, Suzano, Embalagens São José e Sylvamo.

Informações: Perfil News


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Madeira é o caminho realista para reduzir emissões

A sustentabilidade deixou de ser um diferencial para se tornar uma exigência técnica, ambiental e, cada vez mais, econômica. Em um cenário em que o setor da construção responde por uma parcela significativa das emissões globais de gases de efeito estufa, repensar materiais e métodos construtivos não é apenas desejável, é urgente.

A madeira engenheirada surge como uma alternativa concreta, escalável e altamente estratégica para a construção sustentável. Não se trata apenas de “construir com madeira” por apelo estético ou por tendência. Trata-se de uma mudança estrutural, no sentido literal da palavra, capaz de reduzir impactos ambientais, otimizar recursos e contribuir ativamente para o combate às mudanças climáticas.

Um dos grandes diferenciais da madeira, quando comparada a materiais tradicionais, é sua origem renovável. Diferentemente do aço e do concreto, cuja produção demanda alta energia e gera emissões expressivas, a madeira vem de um recurso que pode ser cultivado e manejado de forma responsável.

Mais do que isso, ao longo de seu crescimento, a árvore captura dióxido de carbono da atmosfera e o armazena em sua estrutura. Esse carbono permanece estocado mesmo após a transformação do tronco em produto industrial, como vigas, painéis e elementos estruturais.

Na prática, isso significa que uma edificação em madeira engenheirada carrega em si um atributo ambiental raro na engenharia contemporânea, deixando de ser apenas um consumo de recursos ao atuar como um reservatório de carbono ao longo de sua vida útil.

Quando falamos sobre reduzir emissões, muitas vezes pensamos apenas em cortar excessos. A madeira amplia essa lógica, oferecendo também uma oportunidade de compensação natural e eficiente, desde que associada a uma cadeia produtiva responsável.

Os desafios ambientais atuais não se resolvem com discursos, mas com métricas e entregas. A madeira engenheirada atende essa necessidade por ser uma solução com menor pegada de carbono em seu ciclo de vida, especialmente quando comparada a sistemas convencionais. Isso tem implicações diretas para projetos que buscam certificações e compromissos ambientais robustos, como LEED, metas de net-zero e outras diretrizes de desempenho sustentável.

Mais do que cumprir requisitos técnicos, o uso de madeira engenheirada facilita uma abordagem mais consistente de construção de baixo carbono, seja pela redução de emissões incorporadas nos materiais, seja pela maior eficiência de obra e menor desperdício. Para arquitetos, engenheiros e construtoras, isso significa uma vantagem competitiva clara: sustentabilidade deixa de ser apenas um discurso e se torna um critério mensurável, com impacto real no valor do empreendimento e na sua aderência às exigências do mercado e da sociedade.

Sustentabilidade também é sobre inteligência de recursos e a madeira engenheirada, por ser produzida com alto controle industrial e tecnologia aplicada, permite maior precisão, padronização e desempenho estrutural. Isso se traduz em obras mais organizadas, com redução de perdas, melhor previsibilidade e otimização logística.

Quando a construção se torna mais eficiente, o impacto ambiental diminui naturalmente, porque o desperdício é, quase sempre, um sintoma de um sistema mal planejado.

É importante reforçar que a sustentabilidade não está apenas no material final, mas em toda a cadeia de produção. Por isso, quando falamos deste material como aliado climático, falamos também de manejo responsável, rastreabilidade e compromisso com boas práticas florestais e industriais. O potencial positivo da madeira se amplia quando ela é produzida com origem certificada, transparência de processo e responsabilidade socioambiental.

A construção civil tem um papel decisivo na forma como o mundo responderá às mudanças climáticas. E isso exige escolhas práticas, acessíveis e replicáveis, não só ideias inspiradoras. A madeira engenheirada representa uma dessas escolhas ao aliar desempenho técnico, eficiência construtiva e benefícios ambientais consistentes: ajuda a reduzir emissões, otimiza recursos, viabiliza práticas mais sustentáveis e amplia o potencial de inovação no setor.

Mais do que uma tendência, é uma resposta real a uma necessidade global. Porque, no fim, sustentabilidade não pode ser apenas uma intenção estética: precisa ser estrutural.

Por Ana Belizário, diretora da Urbem / Estadão

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O que está por trás do “fogo do céu” lançado por helicópteros no combate aos incêndios?

A tática conhecida como “fogo contra fogo” é usada em situações extremas e exige planejamento rigoroso.

Helicópteros jogam “fogo do céu” para combater incêndios porque, em determinadas situações, o próprio fogo pode ser usado como aliado no controle das chamas.

A cena impressiona: a aeronave sobrevoa uma área já devastada e lança pequenos focos incandescentes no solo. Para quem assiste de longe, parece que está começando outro incêndio. Mas, na prática, trata-se de uma técnica planejada e executada por equipes especializadas.

Esses helicópteros são usados principalmente em regiões de difícil acesso, onde caminhões e brigadistas não conseguem chegar com rapidez. Eles transportam água, espumas e retardantes químicos para reduzir a intensidade das chamas.

Por que parece que helicópteros estão espalhando incêndio

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram aeronaves lançando pontos de fogo do alto, o que leva muita gente a acreditar que estariam provocando queimadas.

Na realidade, a técnica faz parte de uma operação chamada queima de contenção, também conhecida internacionalmente como backfire.

Funciona assim: os especialistas iniciam um fogo controlado em uma faixa estratégica do terreno para consumir a vegetação seca antes que a frente principal do incêndio chegue. Sem combustível disponível, as chamas perdem força e diminuem de intensidade.

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Quando vista isoladamente, sem o contexto da operação em solo, a cena realmente dá a impressão de que o helicóptero está “ateando fogo”. Mas o objetivo é justamente o contrário: impedir que o incêndio avance.

Como funciona o combate aéreo com água e retardantes

Na maioria das ocorrências, os helicópteros utilizam grandes reservatórios de água acoplados à aeronave ou baldes flexíveis presos por cabos, que permitem captar água em rios, lagos e represas. Em poucos minutos, o equipamento é reabastecido e volta ao foco do incêndio.

Além da água, são usados retardantes químicos, geralmente avermelhados, que ajudam a reduzir a velocidade de propagação do fogo.

Esses produtos criam uma espécie de barreira protetora sobre a vegetação, dificultando que novas áreas sejam atingidas e dando tempo para que as equipes em terra ampliem aceiros e consolidem linhas de contenção.

“Fogo contra fogo”: por que queimar pode salvar áreas maiores

A lógica é simples: o incêndio precisa de material seco para continuar avançando. Se parte desse material é queimada de forma controlada antes da chegada da frente principal, cria-se uma área sem combustível.

Essa decisão não é improvisada. Técnicos monitoram vento, umidade do ar, relevo e intensidade das chamas antes de autorizar a queima controlada.

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Em áreas de difícil acesso, o helicóptero pode lançar pequenas cargas incandescentes em pontos estratégicos para completar a linha de contenção, sempre com coordenação das equipes em solo.

Quais recursos os helicópteros utilizam

A água é o recurso mais conhecido, usada para resfriar a vegetação e reduzir a temperatura das chamas. Espumas especiais aumentam a aderência da água e retardam sua evaporação, tornando o efeito mais duradouro.

Já os retardantes de longo prazo são aplicados principalmente em grandes incêndios florestais, criando faixas de proteção que desaceleram significativamente o avanço do fogo. Essas operações são comuns em regiões que enfrentam períodos de seca severa e altas temperaturas.

Mitos, riscos e a principal causa dos incêndios

Embora o objetivo seja conter as chamas, o uso de aeronaves exige planejamento rigoroso. O deslocamento de ar provocado pelas hélices pode espalhar brasas se a manobra não for bem coordenada. Por isso, as operações seguem protocolos técnicos e envolvem comunicação constante entre pilotos e brigadistas.

Ainda assim, investigações oficiais ao redor do mundo apontam que a maioria dos incêndios florestais começa por ação humana — seja por descuido, queima irregular de lixo, uso inadequado de equipamentos ou incêndios criminosos. A ideia de que helicópteros estariam provocando queimadas deliberadamente não encontra respaldo técnico.

Quando parece que uma aeronave está “jogando fogo do céu”, na verdade ela pode estar executando uma das estratégias mais complexas e arriscadas do combate a incêndios. É uma medida extrema, usada justamente quando a situação já saiu do controle e cada minuto faz diferença para evitar uma tragédia maior.

Informações: Gazeta SP

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Sulboro leva tecnologia em fertilizantes à base de boro para a Mais Floresta Expo Ribas

Empresa apresenta soluções nutricionais para elevar a produtividade florestal.

A Sulboro confirma presença na Mais Floresta Expo Ribas com a expectativa de fortalecer o diálogo com os diferentes segmentos da cadeia florestal e apresentar suas tecnologias voltadas ao manejo nutricional.

Segundo a empresa, a feira é uma oportunidade estratégica para ampliar conexões e demonstrar, na prática, o impacto da nutrição adequada na produtividade das florestas plantadas.

“Nossa expectativa é que a feira tenha um bom público, que pessoas responsáveis pelos diversos segmentos florestais estejam presentes para que possamos ter a oportunidade de lhes apresentar nossas tecnologias”, destaca a empresa.

Linha completa de fertilizantes à base de boro

Durante o evento, a Sulboro apresentará sua linha de fertilizantes à base de boro voltada às operações florestais, com destaque para os produtos Borotop, Borotop Plus e Borotop Gran.

“A Sulboro irá apresentar na feira nossa linha de fertilizantes à base de Boro para as mais diversas operações florestais”, informa a empresa.

As soluções são desenvolvidas para atender diferentes etapas do manejo nutricional, com foco em eficiência, uniformidade de aplicação e melhor desempenho das plantas em campo.

Boro: nutriente-chave para estrutura e produtividade

A empresa reforça que o boro desempenha papel essencial no desenvolvimento das florestas plantadas. Ao lado do cálcio, o nutriente atua como “construtor celular”, sendo determinante para a formação estrutural das plantas.

“No caso específico do Boro, esse nutriente juntamente com o Cálcio são ‘construtores celulares’. Portanto, a adequada nutrição com Boro permite que a planta construa todas as suas estruturas morfológicas — tecido, raiz, vasos do xilema, floema, folhas — perfeitamente e de forma rápida, entregando maior produção de biomassa”, explica.

O manejo correto contribui diretamente para o fortalecimento das estruturas vegetais, maior crescimento e melhor resposta produtiva.

Desafio nutricional nas florestas brasileiras

De acordo com a Sulboro, o boro é considerado o nutriente mais limitante para a produtividade dos solos brasileiros, inclusive em áreas agrícolas mais férteis. No segmento florestal, que frequentemente ocupa solos mais marginais, o desafio se torna ainda maior.

“O Boro é o nutriente mais limitante das produtividades dos solos brasileiros. Já no caso das florestas que ocupam solos mais marginais, a importância do manejo adequado de Boro se faz ainda mais importante”, afirma a empresa.

Análises recentes realizadas pela Sulboro indicam que o manejo do nutriente ainda é subvalorizado no setor florestal, abrindo espaço para ganhos expressivos de produtividade.

“Podemos contribuir de sobremaneira com florestas mais produtivas e saudáveis”, conclui.

A participação na Mais Floresta Expo Ribas reforça o compromisso da empresa com o avanço tecnológico e o fortalecimento do manejo nutricional como pilar para o desenvolvimento sustentável das florestas plantadas no Brasil.

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