reflexo_painelflorestal

Setor de árvores cultivadas mapeia em suas áreas mais de 8 mil espécies entre fauna e flora em estudo inédito

O Caderno de Biodiversidade da Ibá traz informações sobre monitoramento, restauração, serviços ecossistêmicos, parcerias com apicultores e cases de sucesso das empresas de base florestal

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) lança com exclusividade o Caderno de Biodiversidade do Setor de Árvores Cultivadas 2022, destacando o registro de 8.310 espécies de fauna e flora.

Os principais grupos monitorados nos biomas incluem flora, aves, mamíferos, anfíbios e répteis. Considerando a flora, foram 5.450 espécies reportadas. Além disso, esse setor registrou mais de 335 espécies que são classificadas como ameaçadas de extinção pelo ICMBio. Tudo isso é resultado de um trabalho de campo que é minuciosamente planejado.

Desde 2019, a Ibá vem reunindo esforços junto a 23 associadas para uma ampla coleta de informações sobre registro da biodiversidade nas áreas das companhias. O levantamento abrange 12 estados, em mais de 220 municípios, em cinco biomas como: Mata Atlântica, Cerrado, Pampa, Amazônia e Caatinga. Algumas informações são resultado dos dados históricos das campanhas de monitoramento que datam 1970, o que torna o Caderno de Biodiversidade ainda mais rico. 

“A conservação da biodiversidade e o enfrentamento das mudanças do clima são agendas estratégicas na construção de um caminho seguro para a geração de riquezas. Fauna e flora são vitais para que exista um solo fértil, para um fluxo hídrico regulado e para a produção de alimentos. Ou seja, além de ser fundamental para a vida humana, pode ser ainda mais valorizada por meio de pagamentos de serviços ambientais. E o setor de árvores cultivadas está completamente conectado com o anseio por uma economia sustentável, que preza pela natureza. O Caderno de Biodiversidade é uma ferramenta que traz além dos números, cases e histórias que podem inspirar outros setores e embarcarem nesta agenda urgente e necessária”, afirma Paulo Hartung, presidente da Ibá.  

“Essas ações dão mais transparência e visibilidade para o setor. Além disso, evidenciam que as práticas sustentáveis de manejo contribuem para uma agenda positiva pela conservação da biodiversidade”, ressalta Patricia Machado, gerente de Políticas Florestais e Bioeconomia da Ibá.

Além do banco setorial de espécies da fauna e flora, o relatório também traz informações sobre espécies representativas do setor, monitoramento da biodiversidade, restauração, serviços ecossistêmicos, parcerias com apicultores e cases de sucesso das empresas de base florestal.

No levantamento é possível encontrar espécies que estão presentes em diferentes biomas nas áreas das empresas florestais como o Macaco-Muriqui, Lobo Guará, Tamanduá Bandeira, Abelha Mandaçaia, Pica-pau dourado e Sapo martelo, espécies que, muitas vezes, são consideradas vulneráveis ou com risco de extinção da natureza.

A série de ações das companhias reforçam o cuidado e o respeito pelo meio ambiente, com técnicas que são aplicadas há anos pelo setor e que vêm sendo aprimoradas cada vez mais para dialogar com os anseios atuais. Os resultados dos programas de monitoramento de biodiversidade são aplicados na melhoria de diversas fases do manejo florestal, além de contribuir na priorização das áreas para restauração, inclusive na criação de novos corredores ecológicos que fornecem assim alimento, abrigo e permitem o trânsito dos animais. Essas ações estão diretamente alinhadas com agendas e metas globais como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Plano estratégico do Fórum de Florestas da ONU (UNFF), e os objetivos da Convenção da Diversidade Biológica.

Ao todo, o setor de árvores cultivadas possui 9,5 milhões de hectares destinados a fins industriais e conserva outros 6,05 milhões de hectares. Juntas, as áreas tem potencial de estoque de 4,5 bilhões de toneladas de CO2 eq., um dos principais gases do efeito estufa. Há mais de 20 anos volutariamente certificado por instituições internacionais, como FSC e PEFC/Cerflor, a indústria de base florestal é essencial no dia a dia da sociedade. São cerca de 5.000 bioprodutos que têm origem a partir de fonte renovável como embalagens de papel, livros, cadernos, lenços, fraldas, pisos laminados, painéis de madeira, entre outros. Itens estes que possuem pós-uso adequado, por meio da reciclagem e biodegradabilidade.  A versão digital está disponível em no site da Ibá.

SOBRE A IBÁ

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas, do campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 48 empresas e 10 entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas – painéis de madeira, pisos laminados, celulose, papel, florestas energéticas e biomassa -, além dos produtores independentes de árvores plantadas e investidores institucionais.

Site: https://iba.org/

Instagram: https://www.instagram.com/iba_oficial/

Facebook: https://web.facebook.com/industriabrasileiradearvores

Fonte: Ibá

Amazônia

Como manter floresta em pé e impulsionar desenvolvimento por meio das riquezas naturais da Amazônia

(Foto: Sébastien Goldberg/Unsplash)

A Amazônia é uma floresta que ocupa o território de nove países. O Brasil é um deles e abriga 60% dessa floresta de onde saem insumos, alimentos e fármacos. Foi, por exemplo, a partir do veneno de uma cobra típica da região (Bothrops asper) que cientistas desenvolveram, em 1965, uma medicação que hoje controla a pressão de milhares de pessoas.

A cobertura florestal também tem uma importância enorme na regulação das chuvas – e consequentemente do clima – de muitas regiões. Mas a Amazônia corre o risco real de chegar em um ponto de savanização caso a degradação atinja 25% da sua cobertura. Isso atingiria em cheio a biodiversidade e as consequentes descobertas que só são possíveis por causa dela; a descarbonização, já que a floresta é um grande estoque de carbono; os ciclos hidrológicos com os quais a floresta colabora e também a vida das pessoas que vivem na região. 

Para evitar que isso aconteça é preciso mudar a forma de desenvolver a floresta. Até hoje, as principais maneiras de lidar com a Amazônia são a exploração desenfreada, que retira recursos de maneira insustentável, ou a imobilização de áreas para preservação, que significa deixar aquela área intocada, sem possibilidade de gerar recursos. 

Mas é possível desenvolver atividades sustentáveis que conjuguem benefícios sociais, econômicos e ambientais. Isso é importante porque a floresta é um ativo brasileiro que pode gerar recursos para o país e ajudar as pessoas que vivem na região a terem uma vida melhor e mais digna, sem que se perca suas funções socioambientais. 

Para isso, é preciso desenvolver na região a chamada bioeconomia, que é a criação de negócios baseados na sociobiodiversidade amazônica e em sistemas de produção que incorporem tecnologia, engenharia e inovação. É conseguir gerar recursos e valor agregado na floresta sem derrubá-la.

No gráfico a seguir, explicamos os caminhos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

(Infografia: Fabricio Moura)

Artigo de Maisa Infante para o Net Zero

incêndio Novo México_USA

Residentes em Las Vegas, Novo México, fogem de enorme incêndio florestal

Incêndios florestais estão a devastar o árido estado norte-americano e já queimaram centenas de milhares de metros quadrados de terra.

Os incêndios florestais no Novo México, nos Estados Unidos da América, estão a piorar e a deixar a paisagem negra e queimada pelas chamas. Na pequena vila de Las Vegas (diferente da cidade de Las Vegas, conhecida pelo jogo, no Nevada), as cerca de 13 mil pessoas foram obrigadas a fazer as malas e a abandonar as suas casas para fugir aos fogos que as ameaçam.

Segundo a NBC News, o incêndio que lavra desde abril já queimou mais de 560 quilómetros quadrados (cerca de 140 mil hectares). Na segunda-feira, as autoridades evacuaram um hospital psiquiátrico em Las Vegas, à medida que as chamas se aproximavam.

Os fogos florestais têm-se tornado cada vez mais destrutivos nos Estados Unidos, e em todo o mundo, devido ao impacto das alterações climáticas. Em 2020, o aumento e intensificação de desastres naturais trouxe fogos florestais de enormes dimensões na Califórnia e, do outro lado do mundo, na Austrália, onde as chamas afetaram gravemente a complexa fauna e flora do país.

Quanto à Califórnia, nos últimos cinco anos foram registados os maiores oito fogos desde que há registo.

No Novo México, a humidade prevista para terça-feira foi vista pelas autoridades com pouca esperança, já que as chamas deverão continuar a aumentar e a levar aos piores incêndios florestais da história daquele estado norte-americano.

Os fortes ventos que se fizeram sentir no domingo obrigaram as autoridades a pedir às pessoas que fugissem e a que fossem resgatados hospitais. “É um evento de longa duração e não esperamos controlar este incêndio tão cedo”, disseram os bombeiros à NBC, numa atualização no domingo.

Além do hospital psiquiátrico, mais de duzentos estudantes de um colégio na região foram resgatados, além dos reclusos na prisão estatal.

Leia Também: Incêndios florestais no Novo México levam a declaração de emergência

Fonte: Última Hora

Exportaciones_2

Exportações brasileiras de produtos à base de madeira aumentaram 30% em relação a fevereiro de 2021

De acordo com a International Tropical Timber Organization (ITTO), em março de 2022, o valor das exportações brasileiras de produtos derivados de madeira (excluindo celulose e papel) aumentou 30% em valor em relação a fevereiro de 2021 (de US$ 326,9 milhões para US$ 424,0 milhões) .

As exportações de madeira serrada de pinus cresceram significativamente, aumentando 51% em valor entre março de 2021 (US$ 49,0 milhões) e março de 2022 (US$ 73,9 milhões). Em volume, as exportações aumentaram aproximadamente 10% no mesmo período (de 249.400 m3 para 275.200 m3).

As exportações de madeira serrada tropical aumentaram 12% em volume, passando de 38,7 mil m3 em março de 2021 para 43,4 mil m3 em março de 2022. Em valor, as exportações cresceram 19,5% de US$ 14,9 milhões para US$ 17,8 milhões no mesmo período.

A demanda por compensado de pinho aumentou modestamente. As exportações de compensado de pinus tiveram um aumento de 4,0% em valor em março de 2022 em relação a março de 2021, passando de US$ 82,9 milhões para US$ 86,2 milhões. O volume de exportações aumentou 3% no mesmo período (de 208.100 m3 para 214.000 m3).

As exportações de compensados ​​tropicais caíram -4,6% em volume, mas aumentaram 14% em valor – de 6.500 m3, ou US$ 2,8 milhões, em março de 2021, para 6.200 m3, ou US$ 2,2 milhões, em março de 2022.

As exportações de móveis de madeira caíram de US$ 63,1 milhões em março de 2021 para US$ 57,4 milhões em março de 2022, uma queda de -9,0%.

Fonte: Forest Economic Advisors

dexco

Pöyry desenvolve Plano de Digitalização Industrial para as operações industriais de painéis de madeira da DEXCO

Com foco no aumento da maturidade digital de suas unidades fabris, o plano abrange as áreas de Engenharia de Projeto e Processo, Manutenção e Cybersegurança, e propõe um roadmap de iniciativas digitais industriais com foco na Indústria 4.0

Para avançar na maturidade digital de suas operações industriais de painéis de madeira, a DEXCO contratou a Pöyry, empresa internacional de engenharia, projetos e consultoria, para ajudá-la na elaboração do seu Plano de Digitalização Industrial (PDI). A partir de uma abordagem de Indústria 4.0, o plano forneceu à Dexco um roadmap de iniciativas digitais que irão apoiá-la na tomada de decisões estratégicas no curto, médio e longo prazo.

“O Plano de Digitalização Industrial é uma ferramenta norteadora para a jornada da Indústria 4.0 das Operações Industriais de Painéis da Dexco. Ele proporciona uma visão realista da nossa maturidade digital atual e aponta, de forma estruturada, as ações de digitalização que precisam ser implementadas para que possamos avançar na transformação digital’, afirma Nélida Oliveira, Gerente de Projetos e Engenharia.

Na elaboração do PDI, a Pöyry usou como abordagem pilares como Smart Automation, Smart Process, Smart Maintenance e Cyber Security para realizar um diagnóstico da situação atual de cada fábrica de painéis da Dexco. Foram avaliados os desafios, gaps e maturidade digital; recomendadas as iniciativas digitais, as boas práticas de gestão e de organização, e sugerido um roadmap de cinco anos, com as iniciativas a serem adotadas.

“Para isso, nos baseamos em um framework de trabalho chamado ‘Industry 4.0 Playbook’, que já foi utilizado com sucesso em diversos clientes ao redor do mundo, e cujo objetivo é entregar uma metodologia clara e estruturada com foco na transformação digital industrial”, explica Flávio Maeda, Head para os Serviços de Digitalização (Smart Site) e Transformação Digital da Pöyry para América Latina.

Dessa forma, acrescenta Maeda, a Dexco pode identificar qual é o conjunto de iniciativas digitais mais importante, por exemplo, dentro do pilar de Smart Maintenance, a fim de alcançar uma manutenção mais eficiente e decidir, de forma estratégica, como e quando isso deve ser realizado.

Sobre a DEXCO

Na Dexco, acreditamos que ambientes existem para serem vividos. Para isso, por meio de nossas marcas – Deca, Portinari, Hydra, Duratex, Castelatto, Ceusa e Durafloor — oferecemos soluções que combinam estética e funcionalidade, promovendo conforto e bem-estar. Aqui, acreditamos que temos um papel importante na sociedade e, desde o início da nossa trajetória, as questões ambientais, sociais e de governança pautam nossas discussões sobre o futuro da companhia.

Somos uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, controlada pela Itaúsa — Investimentos Itaú S.A – e pelo Bloco Seibel. Com sede administrativa em São Paulo, possuímos 22 unidades industriais e florestais estrategicamente localizadas (Estados de Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo), além de três fábricas de painéis na Colômbia – Dexco Colômbia.

Estamos também à frente da LD Celulose, por meio de uma joint venture com o Grupo Lenzing e da Caetex, joint venture criada para o plantio de florestas de eucalipto em Alagoas. Nossas ações estão listadas no Novo Mercado (o mais elevado padrão de Governança Corporativa) e na versão 2019/2020 da B3 – ISE

Sobre a Pöyry

A Pöyry é uma empresa europeia líder em serviços de engenharia, projetos e consultoria, com alcance global. Nós aceleraremos a transição para uma sociedade mais sustentável.

Somos parte do grupo AFRY com mais de 16 mil especialistas dedicados nas áreas de infraestrutura, indústria, energia e digitalização, criando soluções sustentáveis para as próximas gerações.

Fonte: Pöyry

Madera 6

Chile crea primer centro de innovación para la industria de la madera


·         El uso de madera sustentable permitiría acelerar la solución al déficit habitacional en Chile que hoy bordea las 700 mil viviendas.

·         Más de 40 investigadores trabajarán en desarrollo de conocimiento para elevar la productividad de la industria e incorporar ciencia y tecnología a toda la cadena de valor con foco en construcción en madera, gestión forestal y desarrollo de bioproductos.

Convertir la construcción en madera en el principal motor del desarrollo sustentable de nuestro país, de la mano de la bioeconomía y la gestión sustentable de los bosques, es el objetivo del Centro Nacional para la Industria de la Madera CIM-Cenamad, pionero centro de investigación en Chile que reúne a 5 universidades, más instituciones públicas y privadas, y donde ya trabajan 41 investigadores de todo el país en diferentes líneas de trabajo.  

Este nuevo centro de investigación obtuvo financiamiento de la Agencia Nacional de Investigación y Desarrollo –ANID- en un proceso inédito, donde distintos investigadores trabajaron en una postulación robusta que compitió con otras 28 a nivel nacional. La evaluación eligió nueve proyectos ligados a la inteligencia artificial, al modelamiento matemático, la astrofísica y la medicina y el Centro Nacional para la Industria de la Madera –Cenamad-, que destacó por la excelencia de su equipo científico y el gran potencial de transferencia para la industria de la madera. por la excelencia del equipo científico que desarrollará los proyectos y el gran potencial de transferencia para la industria forestal y de la madera.

El presidente del CIM-Cenamad, Francisco Lozano, cuenta que se postuló el proyecto “con el fin de ampliar la mirada de toda la cadena de valor y sumar más actores en torno a un trabajo colaborativo y un desafío común”, y tomando como base, la experiencia de más de 20 años de trabajo junto a la industria forestal impulsando la construcción sustentable en madera.

En esta pionera iniciativa participan cinco universidades: la Universidad Católica de Chile, La Universidad de Concepción, la Universidad del Biobío, la Universidad de Talca y la Universidad de la Frontera, junto al Centro de Desarrollo Tecnológico (UDT), además de Leitat Chile, centro tecnológico sin fines de lucro enfocado en la adición de valor con base tecnológica. Por el sector público están el Ministerio de Vivienda y Urbanismo (Minvu) y el Instituto Forestal -Infor- en tanto que el sector privado está presente a través de la Corporación Chilena de la Madera -Corma-, las empresas Arauco, Cmpc, Lonza Quimetal y Simpson Strong-Tie, y las industrializadoras Patagual Home y Tecnopanel.

Lozano recalca que “los desafíos que se presentan, en términos de sustentabilidad y productividad en la industria de la construcción, requieren de un desarrollo tecnológico para la industrialización y de un análisis medioambiental de los materiales, donde la madera sin duda es un gran aporte en esta línea. La contribución que se puede realizar al país es relevante y debe estar basada en conocimiento científico y construida de manera colaborativa entre academia e industria”.

En total, el equipo de expertos está conformado hoy por 41 investigadores, nacionales e internacionales, orientados al desarrollo de investigación de punta focalizada en la valoración de la madera y la transferencia de conocimientos y ciencia en torno a ella.

Francisca Lorenzini, gerenta de Innovación y Madera 21 de Corma, explica que el trabajo del Cenamad tiene tres focos: el primero, es la construcción en madera, donde se busca desarrollar y hacer crecer la ingeniería sísmica en madera, aprovechando virtudes propias del material, así como avanzar en diseño e ingeniería de estructuras de mediana y gran altura, y creación de nuevos tipos de losas, muros y techumbres. Aquí también se incluye investigación en preservación, protección y durabilidad contra agentes externos de la madera como el fuego, aplicación de nuevas herramientas digitales, y aporte a políticas públicas habitacionales.

El segundo foco es sostenibilidad y productividad de los territorios forestales, donde la tarea es establecer y potenciar medidas que aseguren la conservabilidad de los territorios, por medio de estándares de productividad, calidad y variedad de los bosques. Y, el tercero es el desarrollo de bioproductos de valor para la construcción, estructurales y no estructurales, manufactura con tecnología de punta, valorización de los residuos madereros y desarrollo de nuevos materiales.

Trabajo colaborativo

El doctor en Ingeniería de la Madera de la Universidad de Santiago de Compostela (España) y especialista en diseño y construcción de estructuras con el material, Pablo Guindos, es el director del Cenamad, quien destaca que el centro representa un esfuerzo inédito de trabajo conjunto y colaborativo que puede traer grandes beneficios para el país.

“En el mundo de la madera, cuando trabajamos por separado en 7 a 9 grupos relativamente pequeños y segregados, a lo largo del país, es muy complicado competir con otras grandes ramas de la ciencia y la tecnología, como medicina o computación para obtener financiación mayor, atraer a los mejores estudiantes, generar cambios en la política pública e influir en la opinión social. Uniendo nuestros esfuerzos podemos subir ese escalón y ahora, con el Cenamad realmente podemos lograr el impacto que queremos”, explica Guindos.

Esta visión es compartida por la investigadora de la Unidad de Desarrollo Tecnológico de la UdeC, Cecilia Fuentealba, quien es una de las investigadoras principales en el eje bioproductos. “Participar en este centro posibilita conectarse con grupos de investigación diferentes y motiva a crear lazos de colaboración con los diferentes eslabones de la cadena productiva forestal, para ir más allá de nuestra zona de confort”, subraya.

Beneficios de potenciar la madera

Desde la sustentabilidad de los bosques hasta la generación de productos de alto valor agregado, la construcción en madera goza de diversas ventajas, como calidez y bienestar, aislación térmica y acústica, estabilidad estructural, buen desempeño antisísmico o su resistencia al fuego. Otras de sus bondades son la rapidez, la seguridad y la precisión con que permite ejecutar una obra, su control de costos, de calidad y también de plazos.

A ello se suma su contribución ambiental: es un material renovable, bajo en huella de carbono, reutilizable y que captura CO2, siendo un instrumento natural clave para enfrentar el calentamiento global, como reconoce la propia FAO.

En Cenamad están convencidos que la madera puede ser una respuesta efectiva al déficit habitacional en Chile que hoy bordea las 700 mil viviendas. El uso de madera sustentable permitiría no sólo acelerar la solución al déficit, sino también una mayor diversificación económica, al hacer surgir más empresas, más actores relevantes, nuevos profesionales y técnicos y así generar un nuevo polo productivo con grandes beneficios sociales, económicos y ambientales para el país.

Fonte: Corma

default

Em vídeo, Suzano compartilha avanços na obra da nova fábrica em Ribas do Rio Pardo (MS)

Dentre as obras concluídas e entregues, alguns dos destaques são o escritório de obras, que vai abrigar toda a equipe da Suzano dedicada ao projeto, o posto médico e brigada de incêndio.

As obras de construção da nova fábrica de celulose da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS), seguem dentro do cronograma com importantes avanços registrados neste mês de abril. O andamento das frentes de trabalho pode ser conferido em novo vídeo divulgado pela empresa:

Dentre as obras concluídas e entregues, alguns destaques são o escritório de obras, que vai abrigar toda a equipe da Suzano dedicada ao projeto, o posto médico e brigada de incêndio, além de grandes estruturas como a cozinha e refeitório e o centro social – que vão atender até 10 mil trabalhadores no pico da obra. Destacam-se ainda a finalização da torre de comunicação e a evolução nos trabalhos do sistema de drenagem profunda, das lagoas pluviais e da primeira estaca da linha de fibras e da extratora de celulose. No vídeo, também é possível acompanhar o andamento das ações das áreas florestal, meio ambiente e programas sociais.

Projeto Cerrado

Anunciado em maio de 2021 e confirmado pelo Conselho de Administração da Suzano no início de novembro do mesmo ano, o Projeto Cerrado receberá investimento total de R$ 19,3 bilhões e, no pico das obras, deverá gerar cerca de 10 mil empregos diretos. Prevista para entrar em operação no segundo semestre de 2024, a nova fábrica – que será a unidade mais competitiva da Suzano –, vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial, e movimentando toda a cadeia econômica da região.

default

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

PSE

Programa Suzano de Educação beneficia mais de 27,4 mil estudantes de MS em meio à crise de evasão escolar

Com mais de 300 mil estudantes beneficiados no país, Iniciativa investe na melhoria da qualidade do ensino público em comunidades dos estados de SP, BA, ES, MS, MA, PA e TO

Em meio ao aumento considerável do índice de evasão escolar por conta da pandemia, a Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, apoia a educação de 27.450 mil estudantes da rede pública de ensino em Mato Grosso do Sul por meio do Programa Suzano de Educação (PSE) com o objetivo de melhorar a qualidade de ensino e resgatar crianças e adolescentes que estejam fora das salas de aula.

Em 2021, o Brasil alcançou o número de 244 mil jovens de 6 a 14 anos fora da escola, o maior índice de evasão escolar em seis anos, conforme aponta levantamento da organização Todos Pela Educação. Para apoiar a educação de jovens de diferentes regiões do País, o PSE atuará em 36 municípios em 2022. Atualmente, 308.414 estudantes são beneficiados pela iniciativa da companhia em todo o Brasil.

Somente em Mato Grosso do Sul, serão seis municípios beneficiados, Água Clara, Brasilândia, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas, totalizando 57 unidades de ensino apoiadas e mais de 1,9 mil profissionais da educação engajados, entre gestores de educação, coordenadores, diretores de escolas e mais de 1,6 mil professores.

O Programa Suzano de Educação possui como direcionadores apoiar lideranças educacionais, garantir a equidade no ensino de escolas públicas, formar profissionais da educação e motivar a participação social em prol de uma formação integral do(a) estudante. A iniciativa está vinculada à meta de longo prazo da Suzano de aumentar em 40% a nota do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) nos municípios prioritários.

A metodologia de trabalho do PSE parte do diagnóstico educacional de um grupo de municípios que possuem proximidade geográfica e características sociais semelhantes e que juntos formam os ADE (Arranjos de Desenvolvimento da Educação). A partir disso, é feito um diagnóstico da região para identificação dos desafios prioritários da Educação e definição de um plano estratégico para a aplicação de soluções conjuntas.

Em 2021, a estratégia do PSE no município de Itinga, no Maranhão, por exemplo, foi a iniciativa de busca ativa escolar articulada em conjunto com as Secretarias de Educação, Saúde e Assistência Social do local. Por meio da intersetorialidade e dos indicadores de cada uma dessas gestões públicas, foi possível identificar e localizar crianças e jovens que estavam fora da escola. Essa estratégia resultou na volta de 800 estudantes às escolas do município.

 ”Na Suzano, nós seguimos o direcionador de que ‘Só é bom para nós se for bom para o mundo’ e acreditamos que não há caminho mais eficiente para melhorar o presente e o futuro da nossa sociedade do que a educação. Por isso, de forma colaborativa com a comunidade, buscamos a melhoria ao acesso à educação, fomentando o desenvolvimento sustentável das regiões e contribuindo para a geração de renda e qualidade de vida nas regiões vizinhas às nossas operações”, ressalta Giordano Bruno Barbosa Automare, Gerente do Desenvolvimento Social da Suzano. Atualmente, o PSE conta com mais de 6 mil participantes diretos, incluindo 1.219 escolas, 4.610 professores, 36 Secretarias de Educação, entre outros agentes de transformação.

Em Ribas do Rio Pardo, onde está em construção a nova fábrica de celulose da Suzano, o PSE formou um comitê de participação social no município, envolvendo escolas, Conselho Tutelar, Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, Centro de Referência de Assistência Social e Secretaria de Saúde. O objetivo de traçar ações conjuntas para garantir o direito à aprendizagem e a permanência de crianças e adolescentes nas escolas.  “O direito à educação é indissociável dos demais direitos sociais. Para que uma criança, um adolescente, um jovem e até um adulto, possa estar na escola, permanecer e aprender, e ter condições para se desenvolver, é fundamental que o direito à moradia, à renda, à alimentação e aos demais direitos esteja garantido para que de fato o direito à educação se constitua”, diz Natacha Costa, diretora geral da Associação Cidade Escola Aprendiz, uma das parceiras técnicas implementadoras do Programa Suzano de Educação.

E-Book

Recentemente, foi lançada a segunda edição do e-book de Boas Práticas do PSE, no qual foram reunidas as iniciativas desenvolvidas pelos educadores dos municípios participantes do programa e apresentadas no Seminário de Boas Práticas, que contou com rodas de conversa colaborativas, diálogos, reflexões e trocas de experiências entre todos os eixos de atuação do PSE. O e-book está disponível para download em http://www.suzano.com.br/wp-content/uploads/2022/04/f29e585c-book-boas-praticas-2021.pdf

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

foto Paulo Cardoso (901)

Eldorado Brasil inicia nova parceria para desenvolvimento econômico no Mato Grosso do Sul

A Eldorado Brasil Celulose está dando início a mais um projeto voltado à agricultura familiar no Mato Grosso do Sul, Estado onde a companhia mantém mais de 230 mil hectares de florestas plantadas, mais de 115 mil hectares de conservação e sua fábrica, com capacidade para produção de 1,8 milhão de toneladas de celulose por ano. O “Projeto Limão”, que iniciou os estudos de viabilidade em 2021, avançará durante este ano com o objetivo de aumentar a diversidade de produtos produzidos em assentamentos da região.

“Para dar início prático ao projeto, escolhemos dois assentamentos, envolvendo 14 famílias que produzirão a fruta, que tem forte potencial de consumo na região”, explica o gerente de Sustentabilidade da Eldorado Brasil, Fábio de Paula.

Os assentamentos escolhidos para a fase piloto do projeto são o “Pontal do Faia” e o “20 de Março”, ambos em Três Lagoas, onde a companhia concentra a maior parte de suas operações e seus colaboradores.

Para dar sequência à implantação do projeto, a Eldorado Brasil irá disponibilizar kits de irrigação e 700 mudas certificadas de limão-taiti. Ainda como parte do projeto, a companhia vai oferecer assistência técnica e treinamento aos agricultores, em parceria com o Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), que acompanhará toda a fase de produção, instruindo as técnicas de fruticultura, de vendas e negociação com o mercado.

“Estamos animados com essa nova oportunidade de parceria com a Eldorado. No espaço de dois anos, esperamos ter conquistado o conhecimento técnico necessário para começar a comercializar os limões na nossa região”, disse Júlio Cesar Saito, do assentamento 20 de Março.

A expectativa da empresa é entregar as mudas e iniciar o treinamento dos produtores ainda no primeiro semestre de 2022.

Fonte: Eldorado Brasil

+55 67 99227-8719
contato@maisfloresta.com.br

Copyright 2021 Mais Floresta ©  Todos os direitos Reservados