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Engenharia Agronômica da ESALQ faz parceria com a Suzano para entender desafios do setor florestal

Parceria com a Companhia Suzano de Celulose e Papel traz desafios reais para estudantes de Engenharia Agronômica da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP

Uma parceria com a Companhia Suzano de Celulose e Papel vai trazer questões atuais da área florestal para os alunos do 3º e 4º ano do curso de Engenharia Agronômica da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). As atividades farão parte neste semestre da disciplina Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas, com a ideia de dar oportunidade para que os estudantes conheçam alguns dos principais problemas enfrentados pelo setor.

“Esse modelo inovador de parceria possibilitará o engajamento dos futuros engenheiros agrônomos em problemas reais que possuem interface entre agricultura e floresta”, aponta o professor Weber Antônio Neves do Amaral que coordena a parceria. O projeto foi lançado nos dias 12 e 13 de maio, no Anfiteatro do departamento de Ciências Florestais, com a presença de representantes da empresa e da diretoria da Esalq.

O engenheiro Cesar Bonine, gerente executivo de Pesquisa & Desenvolvimento da Suzano, destacou o pioneirismo da companhia de se aproximar da academia. “A intenção é mostrar aos estudantes o que temos feito, os desafios que temos enfrentado afim de engajá-los e para encontrar soluções para nossas demandas, auxiliando-os a adotarem uma visão de empreendedorismo”.

Para Bonine, o contato com futuros agrônomos poderá ainda identificar novos talentos para a empresa. “Essa parceria permite mostrar a estes futuros talentos como seria trabalhar em uma grande empresa de papel e celulose e identificá-los para participarem dos nossos programas de estágio, trainee ou mesmo dos nossos processos de contratação”.

Na prática, os estudantes terão contato com demandas do setor e poderão propor soluções aplicadas em desafios definidos em três pilares. “Trabalharemos temas relacionados à valorização de produtos madeireiros, prontidão tecnológica e aos sistemas de Integração Lavoura Pecuária Floresta”, explica Weber do Amaral.

O Presidente do Conselho Deliberativo da EsalqTec, professor Felipe Pilau, destacou a iniciativa que une uma das principais empresas do setor de celulose e papel com uma das melhores universidades do mundo em Ciências Agrárias. “Ações que valorizem a inovação e o empreendedorismo precisam ser cada vez mais fomentadas na Universidade, ainda mais neste caso, que permite vivenciar um ambiente de inovação já em uma disciplina de graduação. Com certeza esse será o diferencial na formação desses estudantes”.

Premiação

Como estímulo na busca por soluções aos desafios, a empresa oferecerá uma premiação aos melhores times, além de contemplar os dois melhores alunos da disciplina com uma bolsa de iniciação científica de 12 meses. “O resultado da premiação poderá se configurar em uma trilha para contratação. Tudo isso deverá ser convertido em ações supranuais da Suzano, demonstrando um compromisso de longo prazo desta empresa com a formação de talentos e com a inovação. Também significa mudança do mindset para trazermos de fato o tema de empreendedorismo e inovação para dentro da graduação e a criação de um prêmio de inovação a partir desta iniciativa”, finaliza Weber do Amaral.

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Fonte: ESALQ-USP

ilpf planilha

Planilha ajuda produtor a planejar plantio de árvores em ILPF

A planilha foi finalizada dentro do projeto Integração Pecuária-Floresta na Região da Campanha no Pampa Gaúcho (IPF-Pampa)

A planilha permite que o produtor saiba quanto da área ocupada pela lavora, pecuária e floresta.Ela orienta o melhor desenho do sistema, fornece o número exato de árvores para o tamanho e otimiza o planejamento da ocupação.Levam em consideração os espaços entre as árvores e as culturas agrícolas eo destino à operação de máquinas, tornando os campos mais eficazes e não executados.Auxiliar o produtor e estimar os fabricantes para a implantação do sistema, as estimativas de cálculo.A implantação correta do método otimizado a rentabilidade eo uso mais eficiente e sustentável de máquinas, equipamentos e dos recursos naturais e humanos.Disponível gratuitamente, a planilha é de fácil preenchimento e foi desenvolvida com apoio da Associação Rede ILPF

Com o objetivo de produtores auxiliares agrícolas e técnicos no planejamento de um sistema de integração, Pecuária ( Pecuária ), pesquisada da Embra LPF Favorl para uma planilha eletrônica que possibilita o cálculo rápido de percentual de componente do componente do e floresta) eo autorizado em termos de área. Já disponível para uso pelos produtores e técnicos, uma planilha foi finalizada dentro da Integração Pecuária-Floresta na Região da Campanha no Pampa Gaúcho (IPF-Pampa), apoiada pela Associação Rede ILPF , uma parceria pública privada entre a Embrapa e as empresas Bradesco , Cocamar , John Deere ,Soesp e Syngenta .

Outra novidade é que todas as simulações podem ser salvas na planilha para comparações posteriores. O produtor decide as culturas, forrageiras e as espécies florestais, e a ferramenta auxiliar no planejamento do sistema. Os resultados ajudam o usuário na tomada de decisão, com a orientação do melhor desenho do sistema a ser implantado, de forma a otimizar a ocupação da área.

O engenheiro florestal Alan Felivinha, consultor da empresa Guaranta Engenharia e Meio Ambiente, que leva em consideração a importância da agricultura como as árvores e as culturas agrícolas destacada entre a área agrícola, o que diminui a área agrícola, assim como o espaço destinado à agricultura operação de máquinas, o que reduz o número de árvores no sistema e no talhão. Falavinha é um dos idealizadores da planilha. “A ferramenta corrige os detalhes de planejamento para melhorar o, tornando-o mais próximo do que é executado no campo”, completa o  pesquisador da Embrapa Pecuária Sul  (RS).

Além disso, o uso da planilha permite ao produtor ter informações exatas o sistema de uma maneira mais rápida e confiável, contabilização de despesas, segundo cálculo de despesas, segundo o Ceiro Magalhães , da Embrapa Agrossilvipas  (MT). “Como a planilha dá o número exato de árvores para a quantidade, isso o produtor no, cálculo de insumos para a implantação, como fertilizantes e produtivos”, explica.

A planilha serve para qualquer tamanho de área, qualquer que seja, permite que sejam feitas as espécies florestais e também modificando a orientação do plantio das árvores no talhão. Isso permite uma boa aproximação no caso do plantio em curvas de nível. Na planilha, o produtor pode fazer diversas simulações para otimizar a ocupação da área em função dos seus objetivos.

“O produtor decidir se vai plantar ou paralelamente ao lado da área, e a maior informação gerada de um número de árvores a serem plantadas de forma perpendicular ao espaçamento”, descrevem.

Como preencher a planilhaO preenchimento é simples e rápido. Para planejar um sistema de ILPF usando a planilha deve-se informar como dimensões das linhas destinadas ao plantio, o espaçamento das árvores entre áreas como linhas, a número de linhas entre as árvores e os cultivos agrícolas ou forrageiras para plantio evitar a luta inicial com as árvores) e a distância necessária para as manobras do maquinário agrícola, que é definida pelo usuário em função das dimensões dos equipamentos. “Na própria planilha, o usuário pode exibir imagens ilustrativas”, destaca Tonini.A planilha está disponível gratuitamente para os produtores e técnicos e pode ser  baixada da internet  e aberta em softwares editores como MS Excel, Libre Office ou Planilhas Google.

O componente florestal

Lavoura, Pecuária e Floresta visa, além da rentabilidade, a otimização do uso do solo, humanos, máquinas e implementos e conservação de solo. Tonini ressalta a importância de entender o papel da árvore nos sistemas e como suas vantagens. “A do produto florestal pode contribuir para o incremento da renda da venda do produto florestal como pelo seu uso rural, uma vez que o produtor não rural, uma vez que o produtor não rural necessitará adquirir esses recursos no mercado”, pondera.

As árvores sequestram carbono e podem ser anulares derivadas das atividades agropecuárias. O efeito da biomassa arbórea tem efeito direto sobre o tempo de uso de carbono. “Árvores colhidas para móveis e construção fixam por um período do carbono a biomassa destinada à queima ou ao setor de papel e celulose e, agregando valor ao produto florestal, aumenta a viabilidade e a lucratividade do sistema”, completa o pesquisador.

A ciência vem demonstrando que a presença das árvores influencia na disponibilidade de matéria e na qualidade da forragem produzida, sendo que, nos locais mais próximos às árvores, a produção de biomassa da forrageira diminui, porém, apresenta melhor qualidade nutricional em aumento dos teores de na matéria seca. A deposição das flores, flores e frutos uma fonte importante de árvores torna-se a matéria orgânica e de nutrientes para o solo, aumentando a ciclagem de nutrientes.

A presença das árvores, ainda, menor de temperatura e umidade relativa do ar, consequentemente, um ambiente mais estável. Árvores amenizadas e temperaturas para as forrageiras dos animais.

Caminho sustentávelBoas práticas para uma agropecuária mais sustentável e componente como atingir esse caminho agregando a árvore é a base do sistema ILPF. O documentário  Caminho sustentável , com foco no  projeto Biomas , mostra alternativas de como a ILPF pode ser vista dentro da economia baseada em recursos biológicos. Veja mais sobre bioeconomia .
ILPF cerrado mineiro

Árvores em sistemas ILPF neutralizam emissão de metano por bovinos no Cerrado Mineiro

A adoção de tecnologias e sistemas de produção, como a ILPF, a agropecuária brasileira

Estudo comprovou que sistemas de carbono de integração por árvores em árvores, pecuária e floresta PF) supera a emissão de carbonos por bovinos.Foram criados sistemas ILPF com diferentes níveis tecnológicos de aperfeiçoamento em áreas de pastagem degradada no Cerrado Mineiro.Os resultados indicam que os produtores da região podem agregar ganho ambiental à produção.Além disso, podem ser inseridos na Carne Carbono Neutro, aumentando a rentabilidade.Uma combinação de mecanismos internos e externos.

Estudos da  Embrapa Milho e Sorgo  no Mineiro são certificados com integração a modelos de carbono baseados em diferentes sistemas de LPF para bovinos ( ILPF ) é capaz de neutralizar a emissão de metano por bovinos. Uma pesquisa realizada em áreas de pastagens degradadas com níveis diferenciados de investimento, oferece aos produtores da região a possibilidade de agregadores de ganho ambiental à produção, de entrada no sistema de preparação de Carne Carbono Neutro ( CCN ), entre outros benefícios.

As atividades foram definidas na Unidade de Referência Tecnológica (URT) da Fazenda Lagoa dos Currais, no município de Curvelo, MG. Segundo pesquisa da Embrapa Milho e Sorgo, o estado de Minas Gerais possui grande potencial para exploração florestal, com condições de solo e clima propícias ao cultivo de espécies florestais, grãos, pecuária corte. 

“Pode oferecer uma região de ganho ambiental das PF para oferecer, a capacidade de neutralização das pessoas de metano, que proporcione um ganho ambientalmente válido para o produtor e para a sociedade” o pesquisador  Miguel Marques Gontijo Neto .

“Além disso, o tempo e o manejo de um sistema ILPF poder ao produtor inserir em sistemas de autorização, atribuindo valor agregado ao seu produto. Um sistema de acompanhamento Carbono Neutro ( C ), por exemplo, que os bovinos de carneiro tiveram origem nas suas plantas de metano durante o processo de produção de carne neutralizada por carbono no fuste (como exemplo) das árvores presentes no silvi ”, acrescenta. Gontijo.

A pesquisadora  Monicaso  Matou a campanha de adoção de empresas brasileiras relacionadas com a agropecuária, tornando-a mais competitiva nos mercados internos externos. 

Renques de eucaliptoNa os sistemas ILPF foram aperfeiçoados em grau onde anteriormente havia um elevador de degradação da URT. Uma área de 44 hectares foi um sistema de fortaleza em quatro piquetes de 11 hectares e em cada piquete foi trabalhado o ILPF, com diferentes investimentos tecnológicos, para reforma de pastos degradados. Segundo, o nível de investimento (NI mínimo de campanha equivalente ao padrão) fosfato regional e de nível de investimento equivalentes, não qualitativos de passado equivalentes. “Os demais níveis seguiram uma utilização crescente de doses desses insumos, além de potencial e micronutrientes, até condições que viabilizassem maior intensificação do sistema, com introdução de sorgo forrageiro  BRS 658  como componente agrícola no primeiro ano (safra 2017/2018)” , explica a pesquisadora.Os sulcos para implantação dos renques de eucalipto foram realizados em 2017 e as mudas plantadas em janeiro de 2018, no espaçamento de 20m x 4 m entre linhas e plantas, respectivamente, um estande inicial de 125 árvores por hectare. Foi avaliado o crescimento e estimado o volume das árvores, anualmente, por três anos.Os sistemas de ILPF foram planejados quanto à previsão de colheita considerando um ciclo florestal de 12 anos. 

Componente animal

A partir do segundo ano foi construído o componente animal nos sistemas. Anualmente, em dezembro, entram nos sistemas de lotes de novilhas Guzerá, com peso médio inicial em torno de 250 kg, e idade entre sete e nove meses. “A carga animal é nos piquetes em função de forragem no decorrer do ano”, diz Gontijo.

Com base no número de peso médio dos animais no período de pastejo/perha de investimento e no investimento de acordo com o número de animais (CA), em Unidade Animal por hectare (UA um dos quatro sistemas (quatro diferentes níveis de tecnologia) ). Assim, os sistemas ILPF mais intensificados comportam maior carga animal.

Como estimativas de produção de um animal e dois lotes de animais em maio de 2020, em outubro de 2019 a outubro de 2020. da produção de madeira no momento da colheita foi feita por meio de softwares específicos para esta finalidade.

Balanço de GEEs nos sistemas ILPFSegundo a Campanha, eles mostram que as árvores de eucalipto, na densidade utilizada nos sistemas ILPF (125 árvores ha -1 ), capturam carbono suficiente para neutralizar a emissão de carbono do componente animal e ainda fornecer dados sobra, que pode ser utilizado para neutralizar outras ou outrasundas do sistema, como as derivadas do uso de fertilizantes nitrogenados dos bovinos, como um aumento potencial do número de unidades de animais “neutralizáveis”, até mesmo de proteção da fazenda.Há uma expectativa de maior produção florestal aos 12 anos nos sistemas ILPF com maior nível de investimento, que proporcionará maiores capacidades de precisão e adubação de solo, considerando a mesma densidade de árvores. “A melhoria do potencial produtivo se dá nos diferentes componentes do sistema: pastagem, grãos e eucalipto”, diz um pesquisadora.Campanha acrescenta que a produção do eucalipto impacta o sequestro de carbono da atmosfera, aumentando a neutralização da emissão de metano dos bovinos. “Entretanto, considerando como premissas do protocolo CCN, a densidade de árvores utilizadas nos sistemas ILPF ser usado apenas para sistemas menos intensivos de manejo das pastagens. Para sistemas mais intensificados, uma das alternativas aumentará a densidade de árvores por hectare”, explica.

Prestação de serviços ambientais em sistemas de produção agropecuária

1 pesquisadores concluíram que nos sistemas ILPF foram estudados na região do Cerrado Mineiro, como estimativa de produtividade das árvores com 1 anos de idade de mostram que 225 anos de árvores de eucalipto, em hectare, em antecipação simples no espaçamento 20 x 4, tem de carbono no espaçamento tronco das árvores é suficiente para permitir uma média de neutralização do metano produzido por 3,6 UA por hectare por ano, animais em pastejo.

A utilização do Silício no Cerrado, rendimentos de eucalipto pela pastagens, pode ser usado para a produção de sistemas de neutralização das pastagens passadas para a proteção animal, além de outros benefícios ambientais, como contribuição para o conforto animal, a diversificação proporcionada pela bovinocultura de carne, de grãos e de madeira e aumento da renda na atividade rural.

“Nesse sentido, a intensificação de sistemas pecuários com componentes florestais, em ILPF, aumenta a produção e as perspectivas de produtos de incentivos ambientais e certificados, como os serviços Carne Carbono Neutro”, ressalta.

Mais informações sobre o trabalho bovino encontram-se disponíveis na Circular Técnica 275  “Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta como estratégia para neutralização da emissão de sistemas de metano entéricos na região do Cerrado de Minas Gerais” , e na  publicação  sobre os ILPF implantados na URT Lagoa dos Currais.

 Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaOs sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) são alternativas de intensificação do uso da terra como importante estratégia de aumento da produção agropecuária de forma sustentável. A ILPF também foram reconhecidos como sistemas de baixa emissão de carbono, estabelecidos pelo Plano Setorial de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura ( ABC ). Esse plano foi criado pelo governo para o setor agropecuário, para cumprir os princípios assumidos em conferências internacionais de emissão de GEE.De acordo com os mudanças do país, diferentes regiões do país têm adotado os sistemas PF e eles são aproveitados de diversos benefícios, entre os componentes pelo sistema de proteção florestal, a emissão de CO 2  para atmosfera, ajudando a mitigar os efeitos das climas. Um carbono emitido por animais não ocorre quando o sistema desse gás na biomassa das plantas (sequestro de carbono) é maior que o carbono emitido pelos animais.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A busca também atender aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ( ODS ), estabelecida pela Organização de Projetos às Nações Unidas , Organização de Projetos à Segurança Alimentar, ao Desenvolvimento Económico e Social com Meios Agropecuárias. processos que levam à degradação dos ambientes rurais. 

Assim, o presente trabalho pretende contribuir para o atendimento dos ODS: 2 – “Acabar com a fome, alcançar uma segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover uma agricultura sustentável”; ODS 12 – “Assegurar padrões de produção e consumo de consumo”; e ODS 13 – “Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos”, de acordo com os Indicadores propostos em 2021.

Fonte: Embrapa Milho e Sorgo

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Comércio global de pellets de madeira atingiu recorde de 29 milhões de toneladas em 2021

A sede mundial por energia renovável continua e a demanda por pellets de madeira – principalmente feitos de subprodutos de serraria – está aumentando. Como resultado, o comércio global total de pellets de madeira em 2021 aumentou 9% A/A para 29 milhões de toneladas, 50% maior do que em 2017.

A Europa tem sido o maior mercado na última década, com as importações líquidas mais que dobrando de 2012 a 2021, quando atingiu mais de 11 milhões de toneladas. No entanto, as exportações da América do Norte para a Europa se estabilizaram nos últimos três anos. Em vez disso, o comércio intracontinental aumentou à medida que os investimentos em capacidade de pelotização aumentaram, principalmente na Letônia, Rússia Ocidental, Estônia e Bielorrússia, em ordem decrescente.  

A Rússia se tornou um fornecedor essencial de pellets de madeira para empresas de energia europeias e embarcou cerca de 2,2 milhões de toneladas em 2021, a maioria para Dinamarca e Bélgica. No entanto, esse comércio foi interrompido quando a Rússia invadiu a Ucrânia. O envio de pelotas para mercados alternativos na Ásia teria custos proibitivos, então é provável que os produtores de pelotas russos sejam forçados a fechar.  

A Coreia do Sul e o Japão foram o segundo e o quarto maiores importadores de pellets de madeira do mundo em 2021, respectivamente (veja o gráfico abaixo). As necessidades de importação de ambos os países aumentaram substancialmente de praticamente nenhuma demanda há dez anos para 6,5 ​​milhões de toneladas para os dois países combinados em 2021. A perspectiva é de um aumento contínuo da demanda à medida que os países buscam substituir combustíveis fósseis e energia nuclear por fontes de energia renováveis.  

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O principal fornecedor de pellets de madeira no mundo continua sendo os EUA, com 26% de participação no comércio global, inalterado nos últimos quatro anos. A grande maioria dos embarques foi destinada ao mercado do Reino Unido, que em 2021 representou 72% do total das exportações dos EUA. 

As exportações do Canadá decolaram desde 2017, impulsionadas pelo aumento da demanda de pelotas na Ásia. A Europa ainda é um mercado importante para os produtores de pelotas canadenses, mas sua participação no total de embarques caiu de quase 80% há cinco anos para 50% no início de 2022.  

O Vietnã rapidamente se tornou a principal fonte de pellets de madeira na Ásia e foi o segundo maior exportador do mundo em 2021. Praticamente todo o volume de exportação do país (3,8 milhões de toneladas em 2021) foi enviado para o Japão e a Coreia do Sul. Outros países exportadores da Ásia em 2021 incluíram Malásia, Indonésia e leste da Rússia.

Fonte: Forest2Market

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Primeira venture builder florestal do mundo está em busca de startups para desenvolver

A Forest Ventures planeja desenvolver 40 startups de soluções florestais e ambientais nos próximos cinco anos

Apesar do grande poder econômico, o setor florestal ainda não conseguiu alcançar com força total as startups. Diferentemente de outros segmentos que já têm negócios em tração e unicórnios (startups com valor de mercado acima de U$ 1 bilhão), o ramo florestal conta com grandes oportunidades de inovação, mas as startups do segmento ainda precisam de apoio para alcançar o mercado. Essa lacuna deu origem à Forest Ventures, primeira venture builder florestal do mundo.

Seu propósito é conectar as melhores startups do ramo ao chamado smart money, tipo de investimento que vai além do financeiro e inclui conhecimento de mercado (know-how) e rede de relacionamento (networking). A venture builder, que nasceu da parceria entre a Sociedade de Investigações Florestais (SIF) e a FCJ Venture Builder, pretende desenvolver até 40 startups nos próximos cinco anos. Para isso, a corporação vai seguir uma metodologia validada de desenvolvimento de startups, assumindo boa parte dos riscos e entregando todo o back office do negócio. Inovação no ramo florestal.

Nos últimos anos, as startups se tornaram o centro das atenções de médias e grandes corporações dada sua capacidade de ajudar na implementação de inovações em organizações tradicionais. No Brasil, já foram mapeadas mais de 13 mil startups com soluções inovadoras. No segmento de agronegócio, que também compreende o ramo florestal, foram contabilizadas mais de 1.500 startups atuantes, de acordo com o Radar Agtech Brasil 2020/2021. Mas, quando o assunto são as startups florestais, esse número é bem reduzido.

Como exemplo, na categoria “Sementes, mudas e genômica vegetal”, foram catalogadas 24 startups. Em contrapartida, a sustentabilidade se tornou uma demanda urgente, e corporações, o mercado de capitais, governos e a sociedade abriram os olhos para as práticas de ESG. Para finalizar a soma, o Brasil possui vantagens capazes de atender a essa demanda e a inovação é a forma de capturar oportunidades. O que é venture building Nesse cenário, em que empresas e organizações estão em busca de inovação por meio da colaboração com as startups, o modelo de venture building surge como uma das opções mais eficientes para implementação da inovação aberta.

As empresas criam suas próprias fábricas de startups e desenvolvem esses negócios inovadores aportando recursos próprios e/ou de investidores.O venture building não é o mesmo que aceleração ou venture capital. O foco do modelo é, justamente, fazer com as startups tenham mais chances de prosperar, com o mínimo de erros. Para isso, a venture builder se torna cofundadora da startup e acompanha sua trajetória até o momento de saída (quando o negócio é vendido). Dessa forma, o venture building é capaz de aproximar as corporações de soluções inovadoras e agregar novos métodos, processos, produtos, serviços e até mesmo empresas.

Atuação da Forest Ventures Fundada em parceria entre a Sociedade de Investigações Florestais (SIF), que reúne os 20 maiores players florestais do Brasil e do mundo, e a FCJ Venture Builder, maior rede de venture building da América Latina, a Forest Ventures busca conectar as principais frentes do ecossistema de inovação: empreendedores de propósito, investidores que querem transformar o setor florestal e empresas e organizações que buscam por inovação. A primeira venture builder florestal do mundo vai atuar desenvolvendo startups capazes de solucionar problemas do segmento. Algumas das demandas atuais estão relacionadas à preservação, mudanças climáticas, captura de carbono, eficiência energética e produtiva, entre outras.

As startups selecionadas para o portfólio da Forest Ventures receberão apoio em diversas áreas, como gestão, governança, marketing, vendas, jurídico e contabilidade, além de mais de R$ 500 mil em perks, benefícios para que as startups desenvolvam suas soluções. Ao aplicar a metodologia de Venture Builder 4.0, a Forest Ventures assegura não apenas a sobrevivência, mas também o sucesso dessas startups. Sobre a FCJ Venture Builder Pioneira em venture building no Brasil, a FCJ Venture Builder é uma multinacional líder do segmento com atuação no México, Estados Unidos e Portugal. Seu propósito é conectar empresas, startups, investidores e organizações por meio da criação de negócios inovadores. Atualmente, o grupo conta com 105 startups ativas em seu portfólio, mais de 700 investidores e 50 empreendimentos, entre venture builders, plataforma de gestão de portfólio, franquia de startups e grupo de investidores-anjo.

Fonte: Forest Ventures

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Planejamento e controle de estoque são as peças fundamentais para a colheita não parar

Pensar no futuro não é um exercício filosófico, mas sim algo estratégico e fundamental quando falamos em estoque. O planejamento requer prever possíveis imprevistos e estar sempre à frente para que nada falte em uma operação florestal.

Um dos maiores prejuízos em uma operação de colheita florestal é uma máquina parada. Os equipamentos do campo são feitos para trabalhar ao longo de toda sua vida útil. Portanto, não seria exagero afirmar que uma máquina trabalha até virar sucata.

É claro que o tempo de manutenção da máquina já faz parte da organização do seu turno de trabalho e é uma das medidas preventivas. Afinal, é melhor prevenir do que remediar. No entanto, a prevenção apenas diminui as chances de falhas, e não elimina essa possibilidade inerente a qualquer mecanismo tecnológico e/ou motorizado.

Entra em cena o planejamento do imprevisto. Ou seja, a capacidade de uma operação prever o problema e, caso ocorra, consertá-lo de forma ágil.

Para eliminar problemas, busque prevê-los

Queremos eliminar qualquer problema que possa colocar uma máquina de escanteio em uma operação florestal. Novamente, a nossa arma é o planejamento e controle de estoque, mas vamos entendê-lo em todos os seus níveis de complexidade.

Nível 01 – garanta um estoque mínimo próximo da operação

O passo número um de um bom planejamento para não faltarem peças no campo é a definição de estoque mínimo (Nível de serviços de peças*). Partimos do princípio de que um estoque bem definido é de extrema importância para quem lida com maquinários. Afinal, máquina parada é prejuízo certo.

As principais máquinas de uma operação de colheita florestal Cut-to-Lenght (harvester de pneus, escavadeiras, forwarders e cabeçotes) podem somar mais de 6 mil itens diferentes entre as peças distintas. Você não precisa ter um estoque desse tamanho, mas sim estar preparado com itens que mais são utilizados no dia a dia da operação.

Onde colocar tudo isso? O mais aconselhável é que essas peças principais estejam em um local próximo da operação, aquele mesmo do modelo Full Service, pois assim você garante uma assistência rápida em caso de máquina parada. O módulo fica em campo próximo às máquinas de colheita e os mecânicos têm fácil acesso para buscar as peças necessárias para reparos.

Nível 02 – considere as principais peças 

É aí que entra mais um nível de planejamento. Afinal, como saber quais itens manter no estoque? Esse conhecimento é valioso! Consideramos colocar em um estoque no campo, os itens cuja durabilidade (Life Time*) é menor ou estão mais sujeitos a danos, devido sua exposição ou atividade realizada na operação. São mantidos em estoque no módulo também os itens de maior giro*.

Falar de estoque e considerar de forma estratégica quais peças serão armazenadas é extremamente estratégico em solo nacional. As operações brasileiras devem considerar que a grande maioria das máquinas e suas respectivas peças são importadas e, portanto, uma reposição de urgência pode não ser tão simples quanto parece.

A Ponsse, por exemplo, tem sua sede na Finlândia. Uma solicitação de compra de produtos do exterior deve ser realizada com pelo menos dois meses de antecedência, devendo-se considerar não só as distâncias, mas também a transição global (Lead time de aquisição*).

No Brasil, 98% das peças utilizadas nas máquinas Ponsse são fabricadas no exterior e na grande maioria dos casos a estimativa de entrega é de cerca de 2 meses pelo modal aéreo e quase 4 meses pelo modal marítimo. A definição do modal de transporte (se avião ou navio) é definida pela geometria e peso da peça, como também pela urgência. Peças pesadas e/ou geometria difíceis costumam vir de navio.

Tudo isso só reforça nossa consideração inicial de que o planejamento e controle de estoque talvez seja a maior força para uma operação bem-sucedida no campo.

Nível 03 – conheça sua operação para melhor se ajustar

O conhecimento da operação é algo que leva tempo e segue uma curva de aprendizagem.

É necessário saber a média de durabilidade de cada componente e ter visibilidade de quando sua vida útil está chegando ao fim para se antecipar na compra de novos itens. Porém, não se deve esquecer de considerar as especificações de determinado trabalho no campo.  Existem condições operacionais que vão exigir mais das máquinas e isso deve ser considerado na definição de um estoque de segurança.

Além disso, uma equipe de operadores com menos experiência, por exemplo, pode desgastar equipamentos e peças em uma velocidade maior. Ou uma ação em área de risco pode ser um indicativo de maior exposição ao risco dos maquinários. Tudo isso deve ser considerado para um bom planejamento de estoque.

Nível 04 – atualize seus dados de estoque

De nada adianta todo um esforço em planejamento se o sistema de controle não se mantiver atualizado. Como o mecânico é a ponta desse processo, ou seja, é ele quem busca uma peça no estoque para realizar a manutenção de um equipamento.

A tecnologia permite que as informações sejam atualizadas de forma offline, considerando as condições do campo. Posteriormente, ao se conectar com um sinal de internet, os dados de consumo de peças são atualizados em nosso sistema ERP e desta forma é possível recalcular os pontos de ressuprimentos*.

Em todos os níveis de planejamento, o estoque é um dos pilares para que uma operação se mantenha ativa, minimizando os tempos de reparos e impedindo que uma máquina tenha que parar de operar para aguardar por uma reposição de peças. Outros dois pilares essenciais para a operação seriam a manutenção e a operação, complementa Wagner Cavalcanti, gerente de peças e logística da Ponsse.

*** DICIONÁRIO

Giro: quantidade de dias que uma peça leva para sair do estoque.

Life Time: tempo de vida do componente, em horas.

Lead time de aquisição: Tempo total, em dias, desde o envio do pedido até a chegada do mesmo no estoque.

Nível de serviços de peças: Percentual de disponibilidade de peças tanto para a base quanto para o módulo)

Ponto de ressuprimento: Ponto ou momento em que o pedido de compra de um item deve ser colocado e enviado ao fornecedor para que possa ser atendida a demanda futura e não faltem itens no estoque.

Parâmetros de programação: Consumo diário (quantidade de peças consumidas), tempo de ressuprimento (em dias), estoque de segurança (estoque para suprir alguma emergência, exemplo: atraso de entrega do componente pelo fornecedor etc.), preço de compra, unidade de medida (pc, litro, kg, etc…) do item, fornecedor do item, entre outros….

Estoque de segurança: Estoque para suprir alguma emergência, exemplo: atraso de entrega do componente pelo Fornecedor, atraso no desembaraço do item, pico de consumo, etc…

Fonte: Ponsse

VERACEL - foto Paulo Cardoso (376)

Comissão de Meio Ambiente do Senado aprova projeto que exclui a silvicultura da lista de atividades poluidoras

A Comissão de Meio Ambiente concluiu a análise de projeto (PLS 214/2015) que exclui da lista de atividades potencialmente poluidoras a silvicultura, que é o cultivo de florestas para extração de matérias-primas. O autor do projeto, senador Alvaro Dias (Pode-PR), disse que essa é uma atividade benéfica ao meio ambiente e que gera renda e emprego a brasileiros. A proposta segue para a análise do Plenário.
A silvicultura é bastante utilizada no Brasil para a extração de madeiras para a construção civil ou móveis, ou para o fornecimento de matéria-prima para a indústria de papel e celulose. Hoje a atividade está classificada como potencialmente poluidora e utilizadora de recursos naturais. O autor do projeto, senador Alvaro Dias, do Podemos do Paraná, disse se tratar de um erro, já que a silvicultura é uma atividade benéfica ao meio ambiente e que gera renda e emprego. É um avanço inclusive na benefícios ambientais que são produzidos com a plantação de florestas, sobretudo na preservação de nascentes, na recuperação de áreas desérticas não utilizadas no plantio de plantios agrícolas. As árvores obtidas pela silvicultura também podem ser utilizadas para a extração de resinas, essências, sementes, castanhas e fibras, entre outras aplicações. Com a retirada da lista de atividades potencialmente poluidoras, o produtor fica ainda livre da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental e da exigência de licenciamento ambiental.

Com a decisão da CMA, o texto tramita agora sem a emenda acrescentada quando passou pela primeira vez na comissão, com relatoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO). O parecer do senador, aprovado em 2018, determinava que, além da silvicultura, a exploração de recursos aquáticos vivos e a atividade de criação e exploração econômica de fauna exótica não constem na lista de práticas poluidoras e prejudiciais ao meio ambiente e, por isso,  também sejam isentas da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental.

No entanto, quando o texto chegou no Plenário, o então senador Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou duas emendas para que fosse mantida a da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental para a exploração de recursos aquáticos vivos e a atividade de criação e exploração econômica de fauna exótica. Na ocasião, Lindbergh argumentou que as atividades são potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais.

As emendas voltaram então para análise das comissões. Na Comissão de Agricultura, elas foram rejeitadas, mas na CMA foram acolhidas no parecer do senador Roberto Rocha (PTB-MA). Para ele, o projeto deve se ater apenas à exclusão da silvicultura da referida lista. 

“Entendemos que a exploração de fauna exótica e a de recursos aquáticos vivos devem ter tratamento diferenciado por representarem maior risco aos ecossistemas aquáticos e às espécies aquáticas brasileiras. Prova disso é que a introdução de espécies exóticas potencialmente invasoras depende de autorização específica do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, por força do art. 7º, incisos XVII e XVIII, da Lei Complementar”, diz Roberto Rocha no relatório, lido na reunião desta quarta pelo senador Jaques Wagner (PT-BA). 

A silvicultura é o cultivo de florestas por meio do manejo agrícola. A atividade se dedica a aplicar métodos naturais e artificiais para regenerar e melhorar os povoamentos florestais com o objetivo de atender as necessidades do mercado e, ao mesmo tempo, para aproveitamento e o uso racional das florestas.

Para Alvaro Dias, a iniciativa é um avanço na direção de compatibilizar o desenvolvimento econômico por meio desse tipo de cultura com a preservação do meio ambiente.

— Ocorre que, com a inclusão dessa atividade no rol de atividades potencialmente poluidoras, nós atravancamos o desenvolvimento econômico, porque impedimos a aceleração da atividade. E obviamente isso significa perder empregos, renda, receita pública. Além do que, a preservação ambiental é essencial também nesse plantio de florestas. O Paraná é um estado que pode ser citado como exemplo. Mas os estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul se destacam como detentores de 80,1% da área total de plantio florestais. O estado do Paraná, por exemplo, lidera o ranking de área plantada de pinus, como 39,7% da área total. Seguido por Santa Catarina, que possui 34,5% de um total de 1.562.783 hectares de plantios florestais de pinos no Brasil — disse o senador. 

Fonte: Rádio Senado

EUCALIPTO MAIS FLORESTA - foto Paulo Cardoso (38)

CNA discute temas relevantes para a silvicultura

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reuniu, na terça (10), os representantes da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura para discutir as principais demandas do setor florestal.

O novo presidente do colegiado, Moacir Reis, participou do encontro e destacou a importância da comissão. “Estamos fazendo um trabalho importante envolvendo as federações e os produtores. Estamos à disposição para discutir os assuntos que defendem o produtor”.

A assessora técnica da CNA, Eduarda Lee, apresentou o plano de ação da Comissão, que tem pautas como a estruturação do mercado de carbono para espécies florestais cultivadas e a ampliação do uso de fontes renováveis na matriz energética brasileira.

Também fazem parte da lista de prioridades a otimização da produção e a ampliação da competitividade da borracha natural brasileira. Segundo Eduarda, em relação a essa cadeia, as principais ações são a discussão dos parâmetros de mercado da borracha natural, além da promoção e do apoio à realização de cursos e treinamentos de certificação para a produção integrada da borracha natural no Brasil.

Outro tema da pauta da reunião foi a apresentação das ações e resultados do “Projeto Florestas Energéticas” da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Segundo o pesquisador Guilherme de Castro, o objetivo do projeto foi desenvolver, otimizar e viabilizar alternativas ao uso de fontes energéticas tradicionais não renováveis por meio da biomassa de plantações florestais, contribuindo para a ampliação da matriz energética nacional de forma sustentável.

Também foram apresentadas a metodologia e a sistematização de informações do setor florestal de Santa Catarina, além de um panorama da produção e das tendências de consumo, pela Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR).

Por fim, foi apresentada aos membros da Comissão a Campanha de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, promovida pela Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas (Reflore).

Fonte: CNA

RAMIRES (40)

Gerdau aumenta a competitividade dos negócios florestais no Brasil com a tecnologia Remsoft Optimization

A Gerdau implementou a tecnologia Remsoft Optimization para apoiar o planejamento florestal integrado para uma ótima formação florestal e entrega de madeira para suas plantas de carbonização.

Fundada há mais de 121 anos, a Gerdau é a maior produtora brasileira de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos das Américas e aços especiais do mundo. A empresa também é a maior produtora mundial de carvão vegetal, proveniente de florestas plantadas no Brasil.

A Gerdau possui 254 mil hectares de base florestal, destinados a plantios de eucalipto e áreas de preservação. Possui mais de vinte plantas de carbonização.

Para ajudar a lidar com o alto nível de complexidade em suas operações florestais, a empresa está usando a tecnologia Remsoft Optimization para um planejamento florestal otimizado integrado.

O uso da tecnologia Remsoft Optimization permitiu à Gerdau planejar suas florestas e entrega de madeira para suas unidades de carbonização da forma mais sustentável e competitiva possível. A equipe Gerdau pode analisar diferentes cenários para maximizar resultados, atender restrições, minimizar riscos e capturar oportunidades.

As soluções da Remsoft são de grande relevância para as operações florestais da Gerdau, pois consideram as principais premissas do nosso negócio para otimizar ações de curto, médio e longo prazo, e resultar em tomadas de decisão mais ágeis e assertivas”, afirma Rafael Botelho Andrade, Gerente de Planejamento Florestal, Logística e Engenheiro da Gerdau Florestal.

“A Gerdau é a maior produtora de carvão do mundo e fatores como dispersão geográfica, tempo de secagem da madeira e um modelo logístico com destinos intermediários e finais agregam complexidade à nossa cadeia produtiva”, explica. “Através da Remsoft, conseguimos otimizar esse cenário, de forma integrada, e aumentar nossa competitividade. A solução oferece orientação em decisões futuras e a capacidade de prever as implicações de cada ação no longo prazo.”

A colaboração efetiva entre a equipe da Gerdau e da Remsoft no Brasil foi fundamental para o sucesso, com a implementação concluída com eficiência em poucos meses. Treinamento e suporte local possibilitaram a evolução contínua no uso da tecnologia, maximizando os resultados ano após ano.

Sobre a Gerdau

A siderúrgica brasileira Gerdau é a maior produtora mundial de carvão vegetal, a partir de florestas plantadas de eucalipto no Brasil. Para mais informações, acesse www.gerdau.com.br .

Sobre a Remsoft 

A Remsoft é líder em software de inteligência que ajuda as organizações florestais a planejar com precisão, agir com confiança e se adaptar às mudanças. Saiba mais sobre as soluções Remsoft Forest Intelligence TM .

Sobre a tecnologia de otimização Remsoft

O sucesso em ambientes de negócios complexos e em constante mudança requer uma tomada de decisão mais ágil e precisa. É fundamental ser capaz de tomar decisões baseadas em dados que considerem e equilibrem diversos objetivos, restrições, prioridades e cenários de mudança para mitigar os riscos ao longo do tempo.

A tecnologia Remsoft Optimization utiliza análises prescritivas para gerenciar a complexidade de planejamento e programação de terras, desenvolvimento florestal e fornecimento de madeira. Com o Remsoft Optimization, você pode melhorar as decisões, maximizar o desempenho e criar vantagem competitiva para o seu negócio florestal, de forma sustentável, ao longo do tempo.

Fonte: Remsoft

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